Acerca

Este blog foi criado por mim para esclarecer o cidadão comum sobre a temática de seguros. Conto com este blog educar as pessoas sobre um tema tão controverso e complexo como os seguros, bem como ajudar as seguradoras a servirem melhor o cliente final e os mediadores.

Os temas inclui seguros de acidentes de trabalho; seguros de automóvel; seguros de saúde; seguros de viagem e outros seguros para particulares ou empresas.

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146 Comentários.

  1. Boa noite Sr. Pedro,

    Estou em processo de aquisição de habitação própria permanente. O seguro exigiu exames e análises clínicas. Realizei todos os exames e analises contudo referi que no ano de 2006 estive internado com uma infecção. O seguro pediu me relatório medico e ponto de situação. Facultei uma declaração medica em como sobre a infecção não há nada e que tudo está bem comigo. O relatório medico hospitalar não é fácil obter e já expliquei isso ao seguro. A minha questão é a seguinte sou mesmo obrigado a dar esse relatório de internamente ou tenho direito em não facultar o mesmo? Isto trata se de um assunto que a mim diz respeito naoe entendo o porque desta exigência. Por causa disto o meu processo de compra está parardo.
    Obrigado.
    Cumprimentos,
    Vitor

    • Vítor

      A seguradora está a cobrir um risco: a sua vida. A seguradora compromete-se a pagar um capital X ao Banco no caso do senhor falecer ou ficar incapacitado a partir de um determinado grau.
      Para ter esse seguro, o senhor paga um determinado prémio de seguro, prémio esse que é determinado pela seguradora após uma análise ao seu estado de saúde.
      Pelo que, se quer que a seguradora assuma as responsabilidades, recomendo que lhe forneça o dito relatório. A seguradora irá informar depois se aceita fazer o seguro e por que valor.

  2. Boa tarde Caro Pedro Monteiro,

    tenho uma habitação própria que sofreu há poucos dias inundação no quarto da minha filha, devido a obras que estão a ser realizadas desde o Verão na casa contigua e que devido a trabalhos no telhado, me entopiram o cano de águas pluviais, com detritos de obra, isolamento, hidrocal (que solidifiocu com o calor) e pedras, fazendo com que a inundação acontecesse. A empresa que está a realizar as obras, passou-me uma declaração a assumir a responsabilidade pelo sucedido, mas não quis accionar o seguro de obra. A minha questão é a seguinte: tenho um auto de polícia e testemunhos dos vizinhos, tenho também a dita declaração, não sei se devo comunicar o evento ao meu seguro e se eles me podem prestar algum tipo de protecção jurídica, até porque não queria que fosse essa empresa a reparar os estragos, pois não confio no trabalho deles. Pode-me ajudar? o que devo fazer para me salvaguardar?
    Obrigada

  3. Bom dia Pedro,
    Gostaria que me esclarecesse relativamente a uma questão ligada ao período de carência do meu seguro de saúde. No dia 1 de março entrei para a empresa onde trabalho atualmente e que oferece o seguro de saúde da medis, acontece que em setembro foi-me diagnosticada uma hérnia discal e conselharam-me a operar de imediato. Reparei que no meu contrato do seguro de saúde o período de carência para cirurgias à hérnia discal são de 12 meses no entanto mesmo assim sujeitei-me a cirurgia no início de outubro (quando tinha apenas 7 meses de seguro).
    A minha questão é se tem algum suporte legal esse período de carência uma vez que para tudo o resto o período é de 3 meses excepto gravidez e hérnias discais. A hérnia tal como o meu médico disse pode ocorrer devido a um esforço e como tal pode não ser uma doença prolongada e por essa razão não faz sentido um período de carência tão longo.
    Obrigado,
    Eduardo

  4. Bom dia Sr Pedro. Dia 20 de setembro deste ano sofri uma queimadura de 2 grau na perna direita durante o horário de trabalho. Entretanto meu patrão diz está ter um problema com a seguradora pois a sra que lhe fez o seguro tirou o nome da antiga funcionária e deveria ter colocado o meu. Apesar de ter sido dado a ela todos os meus dados,ela não apresentou a mudança ao seguro. E agora não tenho como acionar o seguro. Como posso resolver está situação? E se a seguradora não cobrir meu patrão está obrigado por lei a pagar ?

    • Boa tarde Letycia

      Havendo provas documentais que comunicaram à mediadora a sua inclusão, o seguro de responsabilidade civil da mediadora deverá ser accionado pois tratar-se-á de um dano por negligência causado pela mediadora. Contactem a mediadora para resolver a situação.

  5. Boa noite! Sou proprietária de um apartamento que fica no rés do chão. Desde há uns meses começou a cair água na casa de banho. Desde aí, os 2 proprietários de cima (do 1º e do 2º andar) empurram as responsabilidades de um para o outro e entretanto, tenho o meu apartamento a ficar em cada vez pior estado… Já tentei conversar a bem com os 2, tentar a melhor maneira, mas já não dá! As minhas inquilinas estão, com razão, chateadas, mas eu não sei para onde me virar… O que me aconselha? Na minha seguradora dizem para tentar os nºs de apólices de cada um e apresentar queixa nas respetivas seguradoras, mas claro, eles não me dão os dados… 🙁 Não sei o que fazer!!!

  6. Muito bom dia.
    Será possível esclarecer me uma dúvida.
    Tenho um seguro com danos próprios e no dia 22 de Dezembro vandalizaram e furtaram o interior da viatura,foi participado na polícia e à seguradora.
    A questão é qual o tempo legal para a companhia reparar o carro porque até hoje dia 20 de Janeiro ainda nem o relatório da peritagem me foi entregue.
    Obrigado

  7. Élio Emanuel dos Santos Moreira

    Boa tarde, gostaria me ilucidassem sobre uma questão de acidente de trabalho, ocorrido em 24 Maio p.p., no qual resultou uma torção pé esqº.Segui todas as normas neste capitulo, sendo atendida na CLIRIA por um medico que receitou
    RX o qual não revelou alguma fractura e anti-inflamatório e ita até 31.05..prolongando-se com este médico até 06.06.,pois fui obrigada a exigir outro exame em virtude de continuar com dores .Em 09.06, fui a enviada a um ortopedista que me analisou dizendo que tinha edema e problemas ligamentares,solicitou ecografia com o resultado:Derrame articularde moderado volume na articulação astrágalo-navicular, com irregularidades das superfícies articulares associadas, a valorizar clinicamente.Fiz várias sesso~es de fisioterapia e em 22.07 tive alta dada por outro médico (coordenador) com marcação de nova consulta em 10.08. Como continuei com dores e principalmente durante a noite fui fazer uma ecografia á Clinica J.Gil Agostinho em Coimbra por minha conta a qual deu o seguinte resultado:Derrame e espessamento nas bainhas sinoviais dos tendo~es peroniais ,traduzindo tenossinovite e espessamento e heterogeneidade do feixe perónio astragalino anterior do ligamento lateral esquerdo, traduzindo sequela de rotura parcial.Em 10.08 fui novamente á consulta e após debate mandou fazer RM que acusou o mesmo do exame feito em Coimbra e mandando-me para outro médico que receitou 15 sessões de fisioterapia anti-inflamatórios e 30% itp, mas após 6 dias a companhia de seguros reduziu as sessões para 10 e antecipou consulta pra 09.09 em vez de 16.09 como indicação ultimo médico e voltarei a ser analisada pelo médico coordenador,Pergunto:
    -Pode este coordenador alterar a prescrição do colega reduzindo as sessões sabendo que houve erro de diagnóstico da ecografia?
    -Estive 6 dias á espera de ordem para proceder ás novas sessões de fisioterapia é admissível?
    -Tendo em conta que tenho férias a partir de 05.09 até 11.09, já marcadas há bastante tempo e despendido verbas para tal, como resolverei?(As 15 sessões iniciais iam até 15.09 a contar com a semana de férias, aliás interrompia e começava as ultimas sessões a 12.09). Este médico coordenador vai dar alta no dia 09.09, continuo com dores, não sei se as 10 sessões são suficientes, pois para o 1º diagnóstico fiz 20 e não resultou,espero se possível ilucidar-me em algum ponto se possível. Trabalho num Lar de Idosos fazendo turnos Aux.Acç.Direta.
    Grata pela atenção
    Com os meus respeitosos cumprimentos

    Albina Maria Tavares Pereira Moreira

    • Exmo Sr. Élio
      Boa tarde

      Desde logo, quando o medico assistente atribui alta clinica, significa que a lesão desapareceu totalmente ou se encontra insusceptível de modificação terapêutica adequada. Ou seja, nesta fase tem direito a serem-lhe realizados todos os exames e tratamentos necessários à melhoria da sua situação, até aos limites do clinicamente possível. Este o principal ponto por que deve insistir. Esta apreciação será efetuada pelo médico coordenador, que tomará 1 de 2 opções: ou considera que a medicina ainda pode fazer algo mais pela sua recuperação, e prescreve os tratamentos, ou considera que nada mais pode ser efetuado no sentido de uma melhoria, considerando que as lesões estão estabilizadas. Nesta segunda hipótese, ele avaliará o seu grau de incapacidade, e face a esse grau, o Sr. Élio poderá concordar ou não. Em caso de desacordo, a via judicial está à sua disposição, caso em que será o tribunal a decidir quanto aos tratamentos e quanto ao grau de incapacidade e direitos respectivos.
      Cumprimentos

      José Ribeiro Teixeira – Advogado
      (adv@ribeiroteixeira.pt ou 226105037)

  8. Boa tarde! Eu tenho um seguro de vida de morte ou invalidez absoluta e definitiva gostaria que me informa- se se este tipo de seguro é o ideal ou se há outros que me possam trazer mais benefícios. Gostaria que me indica- se qual o melhor. Obrigado!

  9. Caro Pedro, gostaria que me esclareça a minha situação.

    Vivo num prédio de apenas 6 condóminos, há uns dias recebi a notícia de que um vizinho meu caiu nos degraus de acesso à porta dele (área comum do condomínio), porque segundo ele, tenho uma fuga no escoamento de água da minha banheira que a faz escorrer por um quadro electrico existente na parede do vão de escada e escorre pelos degraus da área comum do prédio.
    Esse mesmo vizinho alega que caiu devido à água da fuga da minha banheira e levou 3 pontos, e que lhe devo pagar todas as despesas dos tratamentos inclusivé os dias que alega ter de faltar ao trabalho. (eu nem sei se ele se magoou no prédio, visto que ele já andava com um dedo ligado).
    A minha questão é:
    Tenho de pagar os tratamentos e faltas ao trabalho do meu vizinho?
    Qual dos seguros devo accionar, o meu da habitação ou o seguro do condomínio, tendo em conta que ele caiu numa área comum do condomínio?
    Posso reparar a fuga da minha banheira (sem accionar qualquer seguro) e accionar o seguro do condomínio para lhe pagar o tratamento e as faltas ao trabalho?

    Obrigado
    Pedro

    • Pedro

      Accione o seguro da sua habitação para a banheira e informe a seguradora dos danos corporais causados ao seu vizinho
      Poderá também ter que accionar o seguro do condominio para os danos corporais ao seu vizinho. Mas só o faça se o seu seguro não responder pelos danos

  10. boa tarde sr:Pedro Monteiro, gostava de saber algumas questoes, primeira estou de baixa por acidente trabalho desde 03/09/2015 até á dat de hoje, em que me foi dada uma alta mas com incapacidade de 30% , visto ainda não me sentir bem a todos os niveis inclusive sentir imensas dores, até que ponto somos obrigados aceitar esta alta temporária , depois desde que me encontro de baixa só me pagam 65% do ordenado , será a empresa obrigada a pagar o restante do ordenado, depois fui operado a uma hérnia discal, mas antes tive de me submeter a varios tratamentos , como medicação, fisioterapia, infiltrações e por fim (agora) faço hidroginastica 3x por semana, tenho imensas dores na coluna a nivel lombar ,pernas e ancas,visto ter sido operado será a companhia obrigada a dar-me uma incapacidade ??? também não sei que fazer sobre o acidente , tenho que participar ao tribunal, obrigado pelo seu blog, pelo grande trabalho muitos parabéns , abraço .

    • Boa tarde, Sr. Bruno Silva

      A seguradora irá avaliar a sua situação clínica numa série de parâmetros objectivos, mas que se destinam a avaliar 2 coisas: primeiro, que tratamentos serão necessários empreender para lhe efectuar a melhor recuperação possível. Por outro lado, quais os danos que, não sendo possível reparar na íntegra, irão condicionar, e em que medida, a sua vida futura, seja pessoal ou profissional.
      Terá direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada.
      Após estas avaliações, a seguradora terá de lhe avaliar eventual incapacidade permanente de que ficará a padecer e, na afirmativa, remeterá o dossier clínico para apreciação do tribunal de trabalho. Pode conciliar-se com a seguradora, caso cheguem a acordo de valores.
      Conselho: quando tiver o relatório final da seguradora em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.

      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado
      (adv@ribeiroteixeira.pt / 226105037)

  11. Boa noite Pedro,

    Parabéns pelo seu blog!!!
    Tenho seguro de quebra de vidros e a minha seguradora a zurich diz que tenho de substituir o vidro numa carglass e não na minha oficina habitual. No contrato só diz que a oficina tem de ser especializada e colocar vidros com especificações aos de origem. Não pretendo colocar na marca oficial do carro pois isso sei que não tenho direito, mas limitarem me o acesso a outra oficina parece-me errado!
    Onde posso conseguir mais ajuda? Isto pode existir? Ja enviei reclamação por escrito a companhia.

    Obrigado e bem haja pelo serviço público que presta a todos nós!

    • Bruno

      A Zurich tem duas coberturas para Vidros:

      Quebra de Vidros
      Quebra de Vidros Fabricante veículo

      No primeiro caso, terá que meter vidro de marca branca numa oficina recomendada pela Zurich, tipo glassdrive, NewCar, ExpressGlass, Carglass
      No segundo caso, o vidro tem que ser de origem podendo ser colocado em qualquer oficina

  12. Boa tarde,
    No dia 9 de Novembro um táxi embateu várias vezes no meu veículo que estava estacionado numa rua de sentido único (estava no meu local de trabalho e quando cheguei, deparei-me que não era possível abrir a porta, devido aos vários embates que sofreu).O veículo foi de reboque para a oficina. Uma sra que mora no prédio junto onde se deu a colisão disse para me direccionar à PSP, porque eles tinham lá estado a fazer o auto. Não tenho qualquer contacto/dados do taxista. A seguradora do táxi até à presente data,3 de Dezembro, ainda não emitiu qualquer parecer. A minha seguradora só facultou carro de substituição nos primeiros 5 dias e . O que devo fazer e em que timings? Com os melhores cumprimentos

  13. Boa Tarde, Pedro Monteiro
    o meu marido faleceu à três meses depois é necessário tratar da documentação o que se tornou bastante penoso para mim.
    Em 2001 pedimos um empréstimo à habitação na Caixa Geral de depósitos e fizemos um seguro de vida na Fidelidade para ambos, comuniquei através do banco o óbito à companhia de seguros sem a entrega de Certificado de óbito com a causa da morte (anexei pedido que entretanto fiz ao hospital), a companhia de seguros respondeu a solicitar o documento anteriormente referido e preenchimento de relatório médico pelo médico assistente da pessoa segura mencionando as datas de diagnóstico das patologias de que era portador à data do óbito. Entretanto já consegui obter o Certificado de óbito e obtive do médico assistente que diagnosticou a doença em 2011 o preenchimento,do relatório, onde menciona que o doente “abandonou o tratamento”.
    Tenho agora a seguinte duvida o meu marido tinha um cancro na bexiga fez duas intervenções de “raspagem da bexiga” fez quimioterapia mas recusou retirar a bexiga e não fez mais tratamentos nem foi acompanhado por médicos durante dois anos, faleceu na sequência da doença do cancro da bexiga com 61 anos pode a companhia de seguros recusar o pagamento do seguro?
    Nas exclusões aplicáveis a todas as coberturas é mencionado ” a) Acções ou omissões dolosas ou grosseiramente negligentes praticadas pela Pessoa Segura”
    Agradeço a sua ajuda,andei a reviver estes últimos quatros anos e este assunto está a corroer-me.
    Cumprimentos
    Ana Almeida

  14. boa tarde. na minha situaçao o problema é o medico me ter dado alta sem eu estar em condiçoes para tal, prova como isso é o relatorio que o medico fez apos ressonancia magnetica que mostra algumas irregularridades e algumas lesoes indefenidas no joelho, dado isto dá me alta porque me diz que a seguradora visto nao ter nada conclusivo na ressonancia magnetica nao continuar a baixa e os devidos pagamentos da mesma. acabei por receber e assinar a alta que o medico me deu. nos dias seguintes desloquei me ao meu medico de saude o qual me diz que deveria de ter continuado de baixa devido a continuar com lesoes inespecificas as mesmas citadas na RM. que posso fazer neste caso?
    muito obrigado atenciosamente jorge bicho

  15. Daniela Gonçalves

    Boa noite Pedro,
    Antes de mais, parabéns pelo seu blog.
    Gostaria de lhe colocar uma questão: a pessoa que comprou casa comigo, estava a trabalhar em França e faleceu lá de doença(cancro) ,tendo sido também tratado lá. Consegui um certificado de óbito em francês onde diz que a causa da morte é natural, apesar de ser emitido pelo serviço de oncologia. A seguradora diz que não contêm a causa e exige um relatório médico onde conste a data de início da doença, evolução, terapêutica, etc. Tenho uma filha menor (única herdeira) e trabalho, qual será a melhor forma de obter estes documentos?

    Obrigado pela atenção

  16. muito bom dia, ja me tinham falado do seu blogue e agora aqui me dirijo, em 2013 tive um acidente de trabalho e em 2014 tive o acordo em que o tribunal decretou que ficasse com uma incapacidade de 6%no decorrer deste ano ja tive duas participações recidivas porque ao fazer muitos Km de carro que 90% do meu trabalho fico com muitas dores de pescoço, tambem os medicos disseram que com o tempo a disfalgia que tinha ia desaparecer mas continua. gostaria de saber se posso pedir revisao da percentagem de dano aprovada pelo tribunal.
    muito bom dia,
    aguardo um vosso comentario.

  17. Bom dia Sr. Pedro Monteiro

    Agradeço os seus esclarecimentos para as seguintes questões:

    -Em Dezº 2016 o meu marido teve um AVC bastante extenso que o deixou muito incapacitado e dependente de ajuda.
    A Junta médica só lhe atribuiu 62% de incapacidade , porque disseram eles é o máximo que podem dar para o lado esquerdo que ficou afetado.

    De referir que esta foi uma reavaliação pedida por nós.

    Ignoraram a parte em que ele precisa de ajuda diária para quase todas as atividades.

    Este atestado vai ser reavaliado em 2020.

    Neste momento já está reformado por incapacidade absoluta.

    O Seguro referente à hipoteca da casa só cobre em caso de incapacidade a 75% cumulativamente com a Reforma por Incapacidade Permanente para o trabalho.

    A cobertura do seguro é de 50% da dívida ao banco , ( neste caso a parte dele ).

    Existe alguma forma de pedir reavaliação do certificado multiusos , num local que não o da nossa zona para ter uma avaliação que tenha em conta a situação global do meu marido ?

    Acha que a companhia de seguros nesta situação não vai aceitar pagar os 50% da divida hipotecária ?

    Muito obrigado

    Ana Maria

    • Ana Maria

      A seguradora não vai assumir o pagamento do capital ao seu marido porque não tem o grau de incapacidade necessário para o efeito
      Quanto à reavaliação da incapacidade, deverá dirigir-se à entidade respectiva para tirar a duvida que tem.

  18. Bom dia Sr. Pedro Monteiro,

    Adquiri uma viatura recentemente (uma 6ª feira)e no dia seguinte após a compra tive um acidente onde o outro condutor se deu como culpado, eu mudava de direção à esquerda e ele tentou ultrapassar (tenho fotos do sinistro). O problema é que o seguro automóvel ainda é o do antigo proprietário que se disponibilizou a aguentar o seguro até 2ªfeira para que eu pudesse fazer o meu. Não sei como proceder neste caso, visto não conseguir contatar a pessoa. Como devo proceder?

    Obrigado.
    Bruno

  19. Boa tarde.
    Agradecia um esclarecimento, o meu pai teve um acidente de trabalho em Fevereiro, deslocou a córnea, o vitresse, anda a ser seguido no hospital pelo seguro , já foi operado, mas na altura o médico disse que haveria mais intervenções, opinião que entretanto já mudou. Na última consulta disse que dificil!mente uma nova operação iria “dar-lhe” mais visão. Ele neste momento tem apenas 10% de visão. Está de baixa com incapacidade absoluta.
    Mandou fazer mais exames e depois tomaria uma decisão. Gostaria de saber se devo pedir uma segunda opinião, visto ele ter seguro de saúde pode marcar uma consulta através do seguro de saúde ou deve aguardar k o seguro de acidentes de trabalho tome uma decisão.
    Obrigada

    • Ana

      É sempre útil ter uma segunda opinião.

    • Exma Sr.ª Ana,
      Desde logo, refira-se que pode e deve ter em sua posse todos os relatórios médicos, exames, pareceres e documentos que estejam associados ao seu caso. Pode e deve exigir à seguradora que lhe faculte os mesmos. Eu começaria por os pedir, caso não os tenha.
      Quando os tiver em sua posse, pode e deve pedir uma segunda opinião. Isto porque o senhor seu pai tem direito a todos os procedimento clínicos que possam minimizar as consequências do acidente, sendo que deverá exigi-los já nesta fase, sem prejuízo de posteriormente os poder exigir judicialmente, caso a seguradora não os assuma. Caso tenha uma opinião que lhe seja mais favorável, deverá remetê-la à seguradora para análise.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  20. Bom dia,
    Gostaria de saber a sua opinião sobre um pequeno acidente que já está a originar uma grande dor de cabeça!
    Circulava na minha faixa e preparei-me para estacionar à esquerda. Estava uma carrinha parada para deixar sair um passageiro, na minha faixa um pouco mais à frente. Quando estava já a estacionar, a carrinha deixou descair o carro e destruiu a minha porta traseira do lado direito… O Terreno era inclinado (a subir). Chamou-se a polícia e como ambas as partes concordaram com a mesma versão preencheu-se a declaração amigável. O problema é que por lapso assinalou-se nas cruzes das circunstâncias que a carrinha estava parada e o meu ia a estacionar. Achámos que não poderíamos colocar que a carrinha recuou porque não fez marcha atrás, descaiu! Agora a culpa está do meu lado devido a estas opções! As seguradoras acham que só devem considerar a parte da frente da declaração e ignoram completamente a descrição no verso! Mesmo que as versões sejam semelhantes! Em 24h recebi uma sms da seguradora do outro veículo a atribuir-me a culpa a 100%, sem qualquer peritagem, ignorando até as fotografias que enviei.
    Tem conhecimento de algum caso semelhante?
    Cump.

    • Cara Andreia

      Exponha a situação por escrito às seguradoras e junte o auto de ocorrência.
      Junte também uma confirmação escrita por parte do outro interveniente relativamente às circunstâncias correctas do acidente.

  21. Teresa ferreira

    Boa tarde sr Pedro tenho um seguro de vida grupo com invalidez absoluta e definitiva que só agora soube do que se trata ,estou de baixa há cerca de 2 anos com incapacidade de 80% por doença oncologica ainda não estou reformada e dependo de ajuda de terceiros para cuidar de colostomia e fazer higiene .A companhia de seguros pede para entregar comprovativo de reforma só quando estiver reformada é que posso activar o seguro? Além disso no boletim de adesão do seguro não está seleccionado por mim o tipo de invalidez a contratar foi escolhido pelo banco o pior tipo de seguro que se eu tivesse conhecimento não o escolheria porque é igual a morte , o que devo fazer?

  22. Boa noite, sofri recentemente acidente de trabalho, parti 1 dedo em 2 sitios na mao esquerda. Estive 3 semanas de baixa com tala e depois fui tirar a tala e o medico deu-me mais 1 semana de baixa porque estava com pouca mobilidade no dedo. Quando fui novamente a consulta o medico do seguro, pediu-me para mexer os dedos, eu mexi mas com dores no anelar que foi o que partiu, o mindinho e o medio que tambem estao doridos pois apanhou-me tambem esses dedos. O medico mandou-me trabalhar com Incapacidade temporaria parcial de 30% com limitacoes de nao fazer esforços com a mao. O que acontece é que eu trabalho num hipermercado e faço atendimento e reposicao, mexo constantemente em caixas pesadas e embalo, desembalo, puxo paletes. Isso foi explicado ao medico e mesmo assim foi o que ele mandou. Nao receitou nada e disse que nao precisava fisioterapia. O que acontece é que tenho mts dores no dedo ainda e estao os 3 inchados que nao posso tocar nas unhas sequer nem pegar em nada. A minha chefia quase nao me da trabalho visto eu nao conseguir usar a mao de momento. A empresa nao concorda e mandou-me la novamente, quando fui a consulta seguinte expliquei toda a situacao. Ele voltou a passar o mesmo dos 30% e eu no dia seguinte fui ter consulta com medico da empresa porque a empresa marcou. O medico da empresa disse que eu tinha o dedo ainda inflamado e que os outros tavam inchados e que era normal ter dores e nao podia trabalhar assim, perguntou porque nao me passaram fisio e medicacao visto ser o melhor para o meu caso. Fui no mesmo dia a unidade de saude do seguro com marcacao pela empresa e fui atendido por outro medico, esse medico viu a mao, a carta que levei do medico da empresa e a informacao no computador. Disse entao que eu ia ficar 15 dias de baixa e fazer diariamente fisio lá e ainda receitar medicacao, ja impressas as folhas a minha frente, entretanto estava na duvida se podia passar como recaida e ligou ao outro medico. Explicou a situacao que me estava a dar fisio, que tinha carta do medico da empresa e o medico 1º que me atendeu do outro lado falou bastante alto e quando este medico desliga diz-me que afinal nao podia passar aquilo e que eu tinha que fazer o que o outro tinha passado no dia anterior, trabalhar com limitacao 30%, rasgou a baixa, tirou a fisio e medicacao e diz-me que o outro medico é seu superior e nao podia passar por cima dele. Eu fiquei estupefacto com a situacao, pois ele 1º deu-me o que seria melhor pra minha saude e depois faz o que faz, liguei pros RH da empresa e enviei mail com todo o sucedido. Neste momento como meteu fim de semana, so segunda vao tentar contactar a parte juridica da empresa, pois ja nao é a 1a vez que ha problemas com o 1º medico. Gostaria de saber que posso fazer ? Pois continuo a ir trabalhar com dores e dedos inchados, evitando pegar em caixas e magoar-me mais. Obrigado

    • Bom dia, Sr. Pedro
      Infelizmente, é uma situação comum. Felizmente, a sua entidade patronal está ao seu lado, o que é bastante positivo.
      Se ainda não se encontra bem, tem direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Deverá escrever à seguradora referindo que não concorda com a alta, descrevendo exactamente tudo o que sente e solicitando nova comparência nos serviços clínicos. De preferência, vá previamente ao seu médico de família e solicite lá um prolongamento da baixa, anexando também o documento da baixa que lhe derem. É muito importante que se documente – solicite todos os exames clínicos que lhe fizerem via seguro, podem ser necessários mais tarde.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  23. Boa noite
    Estou para fazer transferência do meu crédito a habitação para outro banco. Tenho uma duvida no que concerne os seguros. Quando assinei o credito a habitação paguei varios anos de ambos os seguros. A minha duvida é quando fizer transferência de crédito posso anular os seguros de vida e multi riscos? E poderei receber o valor dos seguros que não foi cumprido? Que me aconselha.
    Cumprimentos

  24. Muito bom dia Sr. Pedro Monteiro
    O meu apreço pelo seu trabalho em apoio a quem desconhece como se mover neste mundo dos seguros.
    Sou administrador de um condomínio em que, no cálculo da área para o seguro, foi incluído o telhado como sendo mais um piso.
    Ou seja: o prédio é constituído por 6 pisos (subcave, cave, r/c, 1º 2º e 3º andares) mas a companhia de seguros fez o cálculo a 7 pisos (ou seja + 1) com o argumento de que, “em caso de sinistro o telhado também tem de ser reconstruido, não?”.
    A minha questão é a seguinte: para cálculo da área a segurar, devem ser contados os pisos efetivos do prédio ou o telhado conta como mais um piso?
    Grato pela atenção, com os melhores agradecimentos,
    Manuel Marques

  25. Não consigo encontrar o contacto telefónico do vosso escritório é possível indicar-mo.
    Obrigada

  26. Boa noite,
    Estou de baixa desde o dia 16-6-2014 , estava a trabalhar e comecei com dores insuportáveis no pescoço e braço e dedos , dirigi me à companhia se seguros e mandaram me para casa de baixa a levar injeções todos os dias , e não passou , fiz uma ressonância e acusou artroses , hérnias cervical , comecei co Fisio todos os dia na companhia e nada , até piorei… passaram me então para um médico anetesista que me fez uma rádio frequência mas infelizmente fiquei na mesma , voltei a fisioterapia mas as dores eram tantas que a fisioterapeuta não me fazia praticamente nada. Falei com o médico que me mandou parar a Fisio e tomar lyrica , rivotril e adt …
    Passados 8 meses sou chamada para falar com o médico para me avaliar o dano , diz que vou ter que fazer um exame que vai ser 2f e depois da me incapacidade ou não , segundo o resultado, e depois alta! SNS , médica família ou tribunal trabalho
    Disse me também que no meu caso eu nunca deveria estar ainda na companhia e não percebe como os colegas ( neurocirurgiao ) que me tem seguido me manteve ali até agora pois nas baixas fui admitida com acidente de trabalho e na opinião dele eu já la não devia estar… Entretanto fui ouvir 3 opiniões de médicos da praça e todos dizem que tenho que ser operada pois passados 8 meses não tenho alternativa uma vez que já exprimentei tudo … Agora não posso fazer nada? Andei a fazer 8 meses tudo sempre na esperança de ficar boa , agora que perceberam que só vai com operação mandam embora? Por favor ajude , não sei mesmo o que fazer
    Agradeço a sua atenção
    Margarida

    • Bom dia Margarida
      Terá direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Caso a cirurgia seja, afinal, a solução, tem direito a ela. Faça uma compilação de todos os exames que efectuou até agora, relatórios de médico e de fisioterapias realizadas – serão muito úteis caso a seguradora lhe der “alta”, o que significará que não assumem qualquer tratamento adicional.
      Caso a seguradora não o faça, ou considere que não lhe tem nada a indemnizar, tem obviamente ao seu dispor a via judicial.
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar esta apreciação com competência. É a partir desta fase que os seus tratamentos e a eventual “indemnização por incapacidade” se começa a compor, com dados e factores objectivos .A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  27. Boa tarde
    Tive o carro parado durante 6 meses e fiz um seguro novo em Dezembro, disseram-me que o seguro ja estava em vigor mas entretanto bateram-me no carro , nao fui o culpado e foi de declaração amigavel mas ainda nao tinha pago o seguro (paguei 15 dias depois) o que me acontece, como nao fui culpado a seguradora do outro veiculo faz o arranjo certo?
    Obrigado

  28. Boa noite Pedro Monteiro, gostaria muito se possível que me tirasse uma dúvida.

    Sou pensionista (pensão viuvez)de uma companhia de seguros e segundo se consta Há mais de um ano enviou um perito que nunca se identificou (nome, cartão, documentos, etc) e abordou-me junto do meu carro a um sábado na escola da minha filha (estava num evento) e sem mais nem menos disso que eu estaria a cometer fraude com o seguro. O homem além de ser estranho, não parecia nada à vontade e o comportamento era tão estranho que pensei tratar-se de uma burla. Afinal o seguro sempre entrava em contacto comigo por carta, não fazia sentido abordarem-me assim sem qualquer documento de identificação. Respondi que se de facto se tratasse do seguro me convocassem por carta ou através de um balcão da seguradora (assim não seria burla). Pareceu nervoso e foi embora, entrei em contacto com a seguradora que me disse que não existia qualquer problema e que devia ser uma burla. Agora passado mais de um ano recebi uma carta do tribunal da parte da seguradora a acusar-me basicamente de fraude e vi que puseram testemunhas falsas (1 vizinho veio se queixar porque não sabe o que quer que seja). Vou levar isto até às últimas consequências porque de facto se me tivessem convocado correctamente eu teria provado que não existe qualquer fraude e que eles é que agiram de má fé!
    Pode-me dar algum conselho entretanto? Eu e a minha filha precisavos desta pensão para sobrevivermos.
    Cumprimentos.
    Joana Fernandes
    – See more at: http://blog.sitedosseguros.com/sobre_este_blog/#comment-70879

    • Joana

      Contacte o escritório de advogados com quem temos parceria e mencione que vai indicada por mim, referindo o Blog
      http://Www.ribeiroteixeira.pt

    • Bom tarde D. Joana
      Presumo que seja agora ré numa acção destinada a cancelar-lhe o seu direito à pensão de viuvez.
      Estando a acção em curso, não lhe restará alternativa senão defender-se e apresentar contraprova do que a seguradora alega.
      A justeza do que alegam apenas a poderia comentar caso tivesse a petição inicial em mãos.
      Contacte um advogado urgentemente, pois existem prazos em curso que devem ser cumpridos, sob pena de perder automaticamente os seus direitos.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  29. Boa noite, tenho um problema que gostaria de saber a sua opinião. Tive um acidente e os estragos foram consideráveis. Fui a uma peritagem mas o meu carro é o meu meio de trabalho e transporte por isso eu não esperei que as companhias decidirem quem era o culpado e levei meu carro a uma oficina e paguei o arranjo. Agora veio a decisão e o culpado foi o outro condutor. Agora eu falei com a minha mediadora e falei para ela pedir o dinheiro do valor da peritagem e a outra companhia veio com um artigo do código civil o número 1 do artigo 566 que me obriga a reparar mas eu já reparei e paguei como devo responder a tal artigo??? Ajude me por favor. Obrigado

    • Cara Ana

      Pelo que eu percebi da sua exposição anterior, arranjou a viatura após a peritagem e antes de obter a ordem de reparação definitiva.
      Numa situação destas, e tendo em conta que pagou directamente à oficina há duas hipoteses:

      – pedir à oficina para lhe devolver o dinheiro pago menos eventuais franquias
      – Contactar a seguradora para que emita o cheque em seu nome depois de pedir à oficina que devolva à seguradora a ordem de pagamento emitida pela seguradora à oficina.

  30. Bom dia. Venho aqui com a esperança de me dizer o que fazer. Sr Pedro eu no dia 18 de novembro de 2014 circulava numa estrada quando ao entrar numa rua um senhor do lado esquerdo apareceu e tivemos uma colisão. Dessa colisão eu fiquei com o pára choques partido, o pisca, e diversas peças da parte da frente, ficando com o radiador e com os sensores do airbag á mostra, pois o pára choques foi completamente destruído, mas o senhor não quis preencher amigável então foram chamadas as autoridades que preencheram o auto. Eu passados dois dias fui á peritagem e fui alertada que até um cão ou a força do ar poderiam fazer com que os airbags disparassem pois estavam completamente á mostra e qualquer encosto ou embate por pequeno que seja poderia ter esse efeito e que o seguro não pagaria esses encargos, assim como que uma pedra que saltasse da viatura que circulava á minha frente poderia me furar o radiador. Por esses motivos e não me querer chatear mandei reparar o meu carro para poder andar descansado E poder levar a minha bebê ás consultas. Entretanto passada uma semana de eu repara o carro veio uma carta com ordem de reparação a dizer que podia reparar o carro e que a culpa era do outro senhor.fui ao meu mediador e ele sabia que se estava a passar e ele escreveu uma carta em meu nome a solicitar o valor da peritagem em meu nome pois já não ia reparar a viatura, mas não disse que eu á tinha reparado para evitar estragos maiores no meu carro, e passados uns 15 dias recebi uma carta que diz que pelo art. n. 1 do código civil n.566 que terei que fazer a reparação.
    Agora não sei o que fazer e os meus mediadores também não…!!! Até me pediram para estudar o código civil e eu encontrar um art. que me proteja ou que diga que teem que me pagar pois eu arranjar para evitar mais danos, mas não sei o que fazer, procuro e está difícil. Será que me pode ajudar??? Obrigado. Agradeço.

  31. António Costa Santos

    VIATURA DE SUBSTITUIÇÃO

    Bom dia Sr. Pedro Mopnteiro

    Desde já felicito pela criação deste blog, onde disponibiliza o seu tempo a esclarecer as dúvidas das pessoas neste mundo pouco “transparente” que são as apólices de seguros e todas aquelas pequenas alíneas que só aparecem quando surgem os problemas, onde afinal o que pensamos que contratamos, realmente não temos.

    Contratei um seguro de danos próprios, e infelizmente tive um azar que provavelmente terminará como perda total da viatura, em que não existe outra viatura interveniente além da minha. O que deu origem ao mesmo encontra-se coberto pela apólice e já foi confirmado pelo mediador.

    A questão que lhe coloco é a seguinte:
    Até quando tenho direito à viatura de substituição? Tendo em conta que me encontro privado do uso da minha já que a mesma não pode circular pelos próprios meios.

    Na minha pesquisa em busca de uma resposta mais concreta, do que aquela que me é fornecida pela companhia encontrei o seguinte:

    – No caso de perda total do veículo imobilizado, o segurador só tem de disponibilizar um veículo de substituição até ao momento em que coloque à disposição do lesado o pagamento de indemnização.

    – Nos seguros de danos próprios, o direito a um veículo de substituição depende do que estiver definido no contrato ( na minha apólice diz o seguinte: Veículo de substituição – Número de dias de privação de uso contratados: 30)

    Neste caso devo interpretar que tenho direito à viatura de substituição até que o segurador me coloque à disposição o pagamento de indemnização? E o que devo entender como “disposição de pagamento de indemnização”, é quando tenho o dinheiro na mão?

    Cumprimentos

    • Caro António Costa Santos

      Muito simples: tem direito à viatura de substituição até à data em que a seguradora assume por escrito que a sua viatura está dada como perda total. A indemnização é paga poucos dias depois de dar o seu OK ao valor da indemnização.

  32. Boa tarde,
    Gostaria que me esclarecesse uma dúvida: sexta feira passada, estava estacionada e não me apercebi que tinha parado um carro mesmo atrás de mim (quase encostado) e ao fazer as manobras para arrancar, o carro deslizou e foi embater no referido carro. Aparentemente não tinha nada (já era noite) a não ser uma grelha que parecia estar partida. O dono do automóvel já vinha com a declaração amigável e eu, com a minha inexperiência (nunca tive acidentes) disse-lhe que preferia assumir a responsabilidade uma vez que não me parecia haver grandes estragos no carro. Facultei-lhe os meus dados e agora o senhor envia-me um orçamento com 217€ e diz que não havia nada partido mas que o pára-choques precisa de pintura (o carro é de 07/2014). Diga-me por favor, se vale a pena accionar o seguro ou se assumo mesmo e sozinha a despesa?
    Obrigada

  33. Boa noite,
    Antes de mais queria agradecer a sua disponibilidade para resresponder à minha questao.

    Eu e a minha esposa compramos casa em 2002. O nosso filho nasceu em 2003 e teve um problema de saude em 2004 que o deixou numa cadeira de rodas até hoje. A minha casa tem os quartos no piso superior e actualmente ja nao é possivel leva lo ao colo para o quarto e estamos a viver em casa alugada e a suportar 2 rendas.
    Tenho que passar os proximos 30 anos a pagar uma casa que nao posso usar ?

    Atenciosamente

  34. Boa tarde. O meu irmão padece de uma cirrose hepática resultante do abuso de álcool nos últimos anos e tem a vida por um fio. Tem crédito habitação há cerca de 8 anos e o seguro de vida foi feito na altura sem nenhuma omissão e os exames médicos apresentados não revelaram nenhum problema de saúde. Porém já li que é um dos motivos de exclusão de responsabilidade dos seguros. Se a morte ocorrer poderá a seguradora descobrir e não assumir pagamento da hipoteca? Obrigado e cumprimentos. Xavier.

  35. Boa tarde,
    Sou doente de fibromialgia, apesar de nao ter nenhum relatorio medico de familia que o confirme, foi me dito por um reumatologista ha cerca de 10 anos. Tomei medicação e ha cerca de 2 anos atrás deixei de tomar. Na contratação de seguro vida, num credito habitação, informei na questionário essa doença e a medicação que fazia. Foi me feito o seguro com exclusão de invalidez por doença. Neste momento estou a tentar renegociar o seguro, visto que ha 2 anos que nao tomo qualquer medicação referida no questionário. A companhia Fidelidade mantem a sua poisção de exclusao de invalidez por doença devido a patologia de que padeço. A Questão é a seguinte: pode a companhia fazer isso? excluir invalidez por qualquer doença que me possa incapacitar?
    grata pelo seu cuidado

  36. Boa noite e os meus parabéns pelo blog
    Sr. Pedro Monteiro
    Comprei uma garagem fechada na sub-cave de um prédio em Mafamude-Gaia, junto à minha residência, a garagem tem 24m2 e o valor IMI 6.450,00€. Qual o valor que deve ser segurado (seguro obrigatório) e quanto pode custar? Obrigado! Felicidades pelo seu trabalho. JM

  37. Paula C. S. Martins

    Boa noite,
    Gostaria de saber o que pode representar 5% de incapacidade parcial permanente que foi atribuida á minha mãe, que é auxiliar de acção médica num hospital. Teve acidente de trabalho em 2011 do qual resultou lesão no ombro direito, ao qual foi operada. Tem limitações quanto ao peso e movimentação de cargas acima dos 5kgs. A sua função implica alguns dos movimentos limitados.
    Pode a entidade patronal despedir com justa causa por inaptidão? Que direitos tem?

    • Boa tarde,

      Neste caso, o acidente de trabalho e a consequente IPP não se configuram como justa causa de despedimento. Caso seja despedida com este fundamento verifica-se um despedimento ilícito, que será obrigatoriamente indemnizado nos termos legais.
      O empregador está obrigado a ocupar a sua mãe, empenhando todos os esforços de maneira a criar as condições necessárias à sua reintegração e adaptação ao posto de trabalho. Na eventualidade de o empregador declarar a impossibilidade de assegurar qualquer ocupação compatível com o estado da sua mãe, a situação terá de ser avaliada e confirmada pelo serviço publico competente na área de emprego e formação profissional. Caso este serviço conclua pela impossibilidade de ocupação de um posto de trabalho, então a sua mãe tem ainda direito a ser apoiada no sentido de encontrar outras soluções de reabilitação e reintegração.
      No caso que nos relata, atenta a percentagem de incapacidade atribuída, não nos parece (salvo outros elementos) que o posto de trabalho esteja em risco.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

  38. Boa tarde Pedro,

    Se quiser anular um seguro automóvel com cobertura de danos próprios por venda do veículo a um terceiro poucas semanas após uma participação de um sinistro em fui responsável, tenho alguma penalização ou pode haver algum tipo de recusa da parte da companhia?

    Isto é uma situação atípica mas o sinistro surge no momento em que estou a negociar a venda do carro que se poderá efectivar nas próximas semanas.

    Muito obrigado

    • Caro Rui

      Pode anular, mas não terá direito a estorno do prémio pelo período não decorrido por ter tido um acidente e o prémio anual é devido na totalidade.

      • Obrigado Pedro…mas neste caso o seguro anual termina este mês. Por outro lado, o prémio trimestral referente aos próximos 3 meses já foram também pagos.

        Significa isto que ao vender o carro, além da franquia decorrente do sinistro, não poderei pedir estorno dos próximos meses e ainda terei de pagar o ano inteiro?

        Desculpe esta nova pergunta mas tudo isto é situação completamente atípica e foge ao que é senso comum.

        • Caro Rui

          O que escrevi diz respeito a um cenário de perda total da viatura. Peço desculpa.
          Mas não tem direito a qualquer estorno. Pagou o trimestre, a seguradora tem direito a ficar com o valor pago. Está na Lei.

  39. Caro Pedro Monteiro.
    Tendo eu um seguro de vida(credito a habitacao) na ocidental,acho estranho os seus procedimentos,o capital seguro e anualmente atualizado(24-01-2014)o montante em divida era 23.722,20 euros a mensalidade foi de 53,30 para 46.32 mas em 24-05-2014(passados 4meses)data da renovacao do contrato e em funcao da idade atuarial amensalidade e de novo alterada ou seja passou para 50,25 euros e entretanto o montante em divida neste momento e de 21.025,50 euros pelo que eu perco em todos os campos,esta situacao tem sido todos os anos.desde ja fico-lhe muito grato pelo seu tempo despendido e ajuda.respeitosos cumprimentos Fernando Justo

    • Caro Fernando

      Há dois factores que fazem variar o premio de seguro de vida: idade e capital em divida.
      O impacto do factor idade no valor do premio de seguro é muito maior do que o capital em divida. Só nos anos finais do contrato é que o factor do capital é que tem um impacto superior ao da idade, desde que o capital em divida seja actualizado todos os anos como manda a lei.

  40. Caro Pedro Monteiro,

    Gostaria de pedir a sua ajuda: O meu marido tem 38 anos e há 3 anos e meio teve um AVC. Foi-lhe atribuído pelo delegado de saúde pública uma incapacidade definitiva de 60%. Percentagem essa, que no mínimo é ridícula atendendo às sequelas com que ele ficou, pelo que andamos a tentar reunir mais relatórios médicos para pedir a reavaliação.

    Entretanto o David já está reformado por invalidez relativa e recebe o subsidio de assistência 3ª pessoa.

    A minha dúvida é:
    Devo pedir a migração do crédito habitação para o regime especial de deficiente ou aguardar a reavaliação do atestado multiusos?

    O meu medo ao pedir a migração é que alterem as condições actuais do seguro de vida e depois se derem no novo atestado uma incapacidade de 66% (que actualmente me dá direito a ficar com a casa paga) já não ser possível accionar o seguro para que a casa fique paga.

    Devo esperar pela reavaliação ou pedir já a migração?

    Pedia-lhe encarecidamente que me orientasse neste momento tão complicado!

    Obrigada,
    Teresa Nunes

  41. Boa tarde Sr.Pedro Monteiro

    Estou para fazer um seguro multirriscos habitação. Li no vosso blog que as áreas dependentes têm um valor por metro quadrado menor (40% do valor do m2) do que as áreas privativas. Como não é essa a informação que a minha atual companhia me dá, solicito comunicação de qual a fonte onde poderei confirmar esse valores.
    Com os melhores agradecimentos e cumprimentos
    Manuel Ferreira

  42. Boa tarde Sr. Pedro.
    Antes demais quero dar lhe os parabéns pelo excelente site que criou.
    A minha questão é a seguinte:
    No sábado passado, quando cheguei de manhã minha viatura, (tenho seguro contra danos próprios inclusivé actos de vandalismo) deparei me com o carro todo riscado, um espectaculo deprimente visto que tenho o carro a 2 meses 🙁 …fui a policia participar do ocorrido e aguardo agora a peritagem do seguro. Em conversa com um amigo ele disse me que como o carro tem uma mossa na porta onde tambem foi riscada, o seguro poderia desvalorizar o arranjo da mesma…..não vejo qualquer lógica nisto,mas com seguradoras tud o pode acontecer….gostaria de tirar dúvidas sobre esta situação.
    Melhores cumprimentos
    Tiago Ferreira

  43. Boa tarde Cesaltina

    Contacte a ocidental seguros para resolver o seu problema.
    http://www.ocidentalseguros.pt/pt-PT/apoioCliente/Pages/contactos.aspx

    Este blog apenas visa ajudar as pessoas a perceber a melhor forma de resolver questões com os seguros.

  44. Boa tarde Sr. Pedro

    Gostaria de por a seguinte questão:
    Num acidente de viação nenhuma das seguradoras assume a responsabilidade!
    Que passos tomar numa situação destas?

    Grato pela atenção dispensada,
    MV

  45. boas tardes Se. pedro

    a minha duvida é a seguinte dia 22 de maio tive um sinistro q envolvem 3 viaturas sendo a minha a do meio, fui td tratado como devido ,tive uma viatura de subs durante 5 dias , acabaram esses 5 dias e fiquei sem transporte próprio já entrei em contacto varias vezes com as seguradoras sobre o sucedido e para me arranjarem uma suluçao ,passando elas a culpa uma para o outra visto q não fui eu o culpado do acidente, já propôs o aluguer de um carro e depois apresentar as despesas aos mesmos e eles de imediato disseram q não se responsabilizavam pelas despesas do aluguer da viatura sem eles darem a autorização para o feito.
    conclusão estou sem transporte e não sei quanto tempo mais terei de esperar.
    a minha duvida é se alugo um carro ate q o assunto entres eles teija resolvido e se eles
    se responsabilizam pelas contas do aluguer pois tenho de me deslocar para o trabalho tds os dias e alem disso tenho uma filha com 19 meses e não posso andar de táxi com ela de um lado para o outro.
    abraço e parabéns pelo exenlente trabalho q presta ao responder a msg de tds pois Quem não sabe é como quem não vÊ.
    mais uma vez um muito obrigado pelo tempo q disponibiliza

  46. Boa noite Sr. Pedro Monteiro.

    Eu e a minha esposa temos um seguro de associado ao crédito à habitação. Ainda é dos antigos (empréstimo é de 1999) e, no caso dela, o seguro cobre 45 por cento. A apólice dele, tal como a minha, tem cobertura de “Invalidez Total e Permanente”. Não faz menção a nenhum grau de incapacidade. A minha esposa foi declarada em Junta Médica “Absoluita e permanentemente incapaz para o exercício das suas funções”. Já contactei a seguradora e um funcionário disse-me que como a apólice não faz referência a qualquer grau de invalidez, o seguro cobre a parte da minha esposa. Mas uma outra funcionária disse que o segurio só paga a parte da minha mulher se lhe for atribuída uma incapacidade de 75% no atestado multiusos.
    Em quem devo acreditar?

    Se puder ajudar..

  47. Boa tarde,
    Desde já agradeço a informação que disponibiliza no seu blog.
    Gostaria solicitar-lhe um esclarecimento sobre o alcance das condições contratuais e melhores vias para as fazer valer relativa ao Seguro de Acidentes Pessoais Renda 7, que garante o pagamento de indemnização em caso de morte ou invalidez permanente (igual ou superior a 50% de acordo com a TIAP), ao qual aderi em 25/03/1997, e tenho pago ininterruptamente. Infelizmente, tive um sinistro (19/06/2013) e no dia 05/03/2014 fiz a participação do sinistro com os documentos, relatório médico e Atestado médico de Incapacidade que me atribui 84% de incapacidade permanente devido ao AVC que sofri. Recebi a resposta da Seguradora Ocidental que conclui, passo a citar: “concluímos que a situação clínica apresentada, configura uma situação de doença, não sendo consequência de acidente, pelo que não tem enquadramento nas garantias da apólice”. E juntou em anexo uma fotocópia da definição de acidente. Sendo que antes do AVC não apresentava riscos de saúde para tê-lo e de acordo com os médicos foi aleatório o meu caso. Gostaria de saber sobre as minhas possibilidades de reembolso do seguro. Agradecendo antecipadamente.

  48. Pedro, boa tarde. Fui sujeito a uma astroscopia ao ombro direito no dia 30-10-2013,vou regressar ao trabalho provavelmente a 4 de Março 2014 , com uma incapacidade alta, mas não definitiva. Gostava de saber a sua opinião acerca da ideia de eu fazer uma ecografia com relatório, antes de eu regressar ao trabalho. Obrigado

  49. Boa tarde,
    Tenho uma questão pertinente e gostaria que me ajudasse em relação a um acidente de trabalho que tive em 07/01/2003 do qual resultou cirurgia ao joelho direito ( ligamentoplastia do LCA). Estive com ITA durante 6 meses e obtive alta médica.
    Por desconhecimento na altura não me foi informado que teria direito a uma indemnização de IPP e a mesma não foi por mim reclamada apesar de ter ficado com desvalorização e com incapacidade.
    A questão é saber se ainda posso reclamar a IPP pois tenho tido dores e limitações devido ao acidente sofrido, seguido de cirurgia, apesar de ter tido alta acerca de 10 anos e meio.
    Se puder me esclarecer agradeço desde já a sua atenção.
    Cumprimentos

  50. Boa Tarde e parabéns pela ajuda aqui prestada.

    Rasguei um músculo da perna no trabalho, fui levado para as urgências de um hospital privado, onde fui assistido e declarada incap. temporária absoluta para o trabalho. Estou de baixa há duas semanas, e aguardo a marcação de fisioterapia por parte do referido hospital(por indicação do médico que me assistiu). Na empresa fizeram a participação do ocorrido e enviaram-na no mesmo dia para a companhia de seguros; Foram ainda enviados para a companhia, todos os demais documentos de consulta, ecografia e baixa referentes ao acidente.

    No entanto, hoje apareceu em minha casa uma pessoa enviada pelo seguro “para preencher alguns dados que faltavam” que aproveitou para referir, “apesar de não o dever fazer”, que “o seguro não vai cobrir nem as despesas nem a baixa”, porque “não é acidente de trabalho”.
    Esta visita será um procedimento normal? Terá o objectivo de me fazer abdicar da fisioterapia e regressar ao trabalho mais cedo que o aconselhado pelo médico?
    Durante a visita, a pessoa insistiu por diversas vezes em perguntar se pratico desporto(tenho 30 anos e não pratico desporto).

    Assim, pergunto-lhe, caso se confirme que a Companhia descarta a responsabilidade/pagamento pela baixa e despesas associadas, há alguma coisa que possa fazer para resolver isto “a bem”, se aconselha alguma atitude da minha parte, para se evitar avançar com isto para tribunal.

    Agradeço desde já qualquer ajuda que possa prestar.
    André Luís

    • Boa noite Andre Luis

      Pode acontecer que haja em alguns casos averiguações por parte da seguradora.
      É normal. Encare como tal e não antecipe recusa por parte da seguradora, pois é esta que tem que provar que o André está a “enganar” a seguradora.

  51. Olá Pedro.É bom existirem blogues como o seu. Pedro, tive um acidente de trabalho que resultou na rotura do manguito rotador direito. Fui operado a 30 dias e ainda me encontro a recuperar. Pedro, já percebi que não vou voltar a ter o meu braço a 100%,pela sua experiência nesta área, será possível dizer-me até onde se pode situar a minha incapacidade ??? Obrigado

  52. Boa tarde, foi com surpresa que descobri o seu blogue e fico contente por existir alguém que se digne a responder a questões desta natureza que geralmente não recebem a resposta adequada por parte das seguradoras.
    Tenho uma questão para lhe colocar que pode muito bem ser insólita ou não, dependendo muito como de facto actuam os supostos peritos de seguros. Sendo assim aqui vai: Sou pensionista por morte por acidente de trabalho do Cônjuge por parte de uma seguradora. É possível a Seguradora ter enviado um perito para averiguar a existência ou não de uma possível União de facto? O indivíduo pura e simplesmente nem se identificou devidamente, só a muito custo acabou por dizer um apelido, sem referir sequer o nome próprio. Quando lhe disse que essas questões seriam com o meu advogado ou então por meio da seguradora mas de forma oficial (carta, ou balcão, etc) mostrou extremamente nervoso, deu-me um nº de telefone móvel que não se encontra registado sequer e disse que tínhamos de marcar um encontro os 2 para falar do assunto, ao que eu neguei como é obvio. O mais estranho é que tudo se passou num sábado, o indivíduo enganou-se por 2 vezes na data de óbito do falecido, e disse ao meu vizinho que à meses me procurava em casa e nada, o que é muito estranho porque eu passo imenso tempo em casa e nunca o vi. Após a situação caricata telefonei de imediato ao meu advogado que tratou do processo no Tribunal de Trabalho que me disse que não podia ser da parte da Seguradora. A pergunta que lhe coloco é se poderia ter sido enviado um perito para averiguar a situação de união de facto ou não? Estou a ponderar apresentar queixa perante as autoridades pois este indivíduo seguiu-me a um sábado de manhã, sem se identificar e está de alguma forma a querer invadir a minha privacidade, ao que estou alarmada. Obrigado pela atenção.

    • Cara Joana

      É possível haver averiguações em qualquer sinistro.
      Um perito averiguador tem que sempre que se identificar como tal, pelo que deve entregar este caso ao seu advogado para os devidos efeitos, pois um perito nunca age da forma como este agiu.

  53. Paulo A. R. Neves

    Boa Tarte!
    Será que me pode ajudar em algumas duvidas que tenho á cerca de um acidente de trabalho que tive no dia 07-06-2013?
    Trabalho num hipermercado na secção de frutas e ao abastecer a loja cai com uma caixa de melões que na altura automaticamente deixei de sentir a perna esquerda, depois de algum tempo de fisioterapia, e sempre a piorar fui operado á coluna no dia 30-08-2013 segundo o Doctor a duas hérnias discais tenho estado em recuperação com incapacidade total temporária absoluta. As minhas duvidas são se tenho direito a indeminização? o que tenho que fazer para a receber? que papeis a tratar? e onde me dirigir?
    sem mais assunto e desde já agradecido pela sua ajuda.
    Paulo A. R. Neves

  54. Boa tarde Sr Pedro!
    Gostaria de tirar uma dúvida sobre acidente de trabalho.
    Dia 22/09/13 escorreguei das escadas no trabalho, como o atendimento do seguro só funciona de segunda a sexta, me orientaram a procurar o hospital mais próximo, já que se tratava de um domingo. Procurei o Sasu e fui medicada, mas como nao tive baixa neste dia regressei ao trabalho. No dia seguinte dei entrada no hospital indicado pela seguradora e fui atendida por uma médica clínica geral. Pediu RX e identificou uma contractura. Fiz 10 sessões de fisioterapia, mas só piorei. (vale ressaltar que tenho uma hérnia cervical que é outro problema, mas que ainda estou para resolver com a minha empresa) e citei este factor com a médica e disse que não tinha nenhuma relação. Retornei a consulta, fiz uma ressonância e outro exame com picos nas pernas e conforme a mesma, por estarem normais me deu alta, porém, informei que desde o dia 22 que tenho dores insuportáveis e tonturas constantes, mas mesmo assim me passou a alta e indicou que fosse acompanhada pelo médico de família. Entrei em contacto com a seguradora, pois me recuso a aceitar a alta já que não tenho condições de retornar ao trabalho e visto que os sintomas que tenho foi depois da queda e a mesma se recusou a me transferir o caso para um especialista. O que devo fazer neste caso, pois ainda não tive resposta da seguradora de um contacto que fiz hoje as 10:00h. Desde já agradeço a atenção.

  55. Nada de declaração ele recusou-se a fazê-lo.

  56. Olá bom dia, no passado sabado um veiculo que saia de marcha atras de uma garagem bateu-me na lateral direita do meu veiculo e como se não bastasse disse que eu o deveria ter visto, não se deu como culpado chamamos a GNR ao local mas ja tinhamos retirado as viaturas pq o local era de visibilidade reduzida e ainda causavamos outro acidente por isso nao deu para tirar medidas aos veiculos, agora a minha companhia teve que reclamar com a outra. O culpado é ele, certo? Eu vinha na minha faixa de rodagem, não consegui evitar o acidente pq seguiam carros em sentido contrario e não me consegui desviar.

    • Boa noite Susana

      Preencheram a declaração amigável e assinaram ambos os condutores com as circunstâncias do acidente perfeitamente assinaladas, certo?
      Não se preocupe com mais nada. As seguradoras é que decidem a resposnabilidade e não há dúvidas de quem é.

  57. Boa Tarde e parabéns pela ajuda aqui prestada.

    Bateram meu carro por traz na data do vencimento vencimento do seguro.
    O problema é que ao abrir o sinistro e agendar a oficina a atendente da seguradora me falou que não seria possível repassar valor da franquia e que se eu não renovasse o seguro o carro poderia não ser coberto pela seguradora.
    Queria saber se eles tem a obrigação de atender o sinistro e se o valor da franquia deve ser o mesmo que estava vigente até a data do vencimento do seguro?

    • Caro Murilo

      Se teve o sinistro no último dia do seguro, a segurtadora tem que cumprir com o contrato pois o mesmo expira às 24 horas desse dia. Se tem franquia 2% por exemplo, é essa a franquia a ser aplicada.
      Cumprimentos

  58. Muito boa tardeS SR Pedro. Desde já quero dar-lhe os Parabéns pelo seu blog. Está elucidativo e muito informativo.
    Como administradora do meu condomínio gostave de lhe colocar uma questão sobre a existência de um seguro para actos de gestão de condomínio.
    Todos temos seguro multirriscos mas um dos condóminos informou-nos que despesas para, por exemplo, danos fisicos provenientes de uma queda em pavimento escorregadio o seguro Mr nao cobre. Disse-nos que existe um seguro para cobrir actos de gestao do condominio ( danos fisicos a quem visita o predio e escorrega no chão que está a ser limpo,por exemplo.) Será possivel informar-me sobre este tipo de seguros? Muito obgdo
    Susana Silva

  59. Excelente trabalho da sua parte um verdadeiro profissional , grato pelos ensinamentos práticos directos e de fácil entendimento , estou a tirar o curso de “viva” e “não vida” e v/ tem sido bastante útil para o progresso da minha aprendizagem , assim dá gosto abraçar este ramo verei se o vou “passar” um abraço

  60. Boa Noite

    Apresentei um sinistro à AXA enquadrado no Seguro Multirriscos Habitação em que apresento como danos a quebra súbita de uma banheira de hidromassagem e respetivo vidro de resguardo da qual resultou ainda danos no teto da divisão imediatamente por baixo pela infiltração de àgua; Feita a peritagem foi apurado o valor aproximado de 1500 euros para cobertura de danos (banheira, vidro e infiltração de àgua) e apresentado relatório pela Perita à AXA; A AXA comunica-me que apurou o valor aproximado de 338 euros por infiltração de àgua e vidro, descontando valor de franquia! A banheira (o maior prejuizo) segundo eles não pode ser contemplada pois é de fibra e eles só seguram as louças de WC de porcelana! Nas condições de contrato não especifica se têm de ser de porcelana ou não! Assim a AXA contorna a questão pois o meu sinistro deveria ser de Quebra de louça de WC (sem franquia) e passa a Danos causados por àgua (valor muito inferior ao prejuizo e ainda por cima com franquia). Na sua opinião que devo fazer?

  61. ola boa noite ,encontro-me de seguro do qual a companhia só me paga 65% do ordenado, sera a entidade empregadora a ter que repor o restante do ordenado???grata pela vossa atenção

  62. Boa Tarde Sr Pedro Monteiro

    Recentemente vendi o meu veiculo e foi ao meu mediador para fazer anulação do veiculo antes do vencimento da apolice , levei carta verde e comprovativo de venda da carta verde só não entreguei o selo de colocar noa parabrisos, o mediador na altura perguntou-me por ele mas eu disse que a carrinha ja tinha sido vendida acontece que o mediador tirou uma carta verde no sistema dele e enviou a doc, agora me disse que a companhia não aceitava anulação uma vez que foi tirada carta verde do sistema deles no dia da anulação, e por isso não me devolvem o valor que eu tenho direito até ao vencimento da apolice.
    Junto do meu mediador ja verificamos que o veiculo ja fez seguro em nome de uma empresa
    Gostaria de saber se tenho alguma alternativa para receber o meu dinheiro..

    • Boa tarde Paulo Lopes

      O seu mediador tem obrigação de saber que a carta verde não é impeditiva para receber estorno. Leia este artigo:

      ISPENTENDIMENTOS

      Seguro automóvel – Destino do estorno do prémio por resolução antecipada, sem que tenha havido entrega dos certificado e dístico comprovativos do seguro até ao final do período de validade inscrito nos mesmos

      I. O objectivo do regulamentador1 é o de incentivar a devolução dos certificado e dístico comprovativos do seguro durante o período de validade inscrito nos mesmos, por forma a diminuir o risco de fraudes, e com isso melhorar a disciplina e segurança do tráfego rodoviário. Pelo que, naturalmente, não é susceptível de dúvida o direito do tomador do seguro à percepção do montante do estorno se o solicitar até ao final desse período.

      II. Por outro lado, após a entrada em vigor (em 1 de Janeiro de 2009) do artigo 107.°/1, conjugado com o artigo 13.°/1, ambos do Regime Jurídico do Contrato de Seguro (RJCS), aprovado pelo Decreto-Lei n.º 72/2008, de 16 Abril, deve ter-se como relativamente imperativo o direito ao estorno em epígrafe, pelo que o segurador não pode fazer seu o montante do estorno não devolvido até ao final do período de validade inscrito nos documentos, podendo o tomador do seguro solicitar o seu pagamento até ao final do prazo de prescrição do direito.

      III. Antes da entrada em vigor dos citados artigos 107.°/1 e 13.°/1 do RJCS, deve ter-se a matéria do destino do estorno em epígrafe como relevando da autonomia contratual. Veja-se entretanto o previsto no artigo 11.°/2 do Regime das Cláusulas Contratuais Gerais, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 446/85, de 25 de Outubro (na interpretação de cláusulas de adesão ambíguas deve prevalecer o sentido mais favorável ao aderente).

      1 Cláusula 18.ª/5 da Parte Uniforme das Condições Gerais da Apólice de Seguro Obrigatório de Responsabilidade Civil Automóvel, aprovada pela Norma Regulamentar n.º 14/2008-R do Instituto de Seguros de Portugal, de 27 Nov. 2008, como aliás, anteriormente, o artigo 9°/4 da Apólice Uniforme aprovada pela Norma Regulamentar n.º 17/2000-R do mesmo Instituto, de 21 Dez. 2000.

  63. Bom dia
    Muito obrigado pela sua rápida resposta
    Com essa acção cível conseguimos que a minha filha seja indemnizada pelos danos morais e fisicos?, é possivel?, o que a sua experiência lhe diz?
    Sabe-me dizer se os custos com um advogado num caso destes se fica dispendioso? Por acaso sabe-me aconselhar um?
    Também já ouvir falar em empresas que disponibilizam apoio num caso destes, seria indicado para esta minha situação? Conhece alguma?
    Mais uma vez perdoe-me este desabafo mas quero fazer alguma coisa e não sei o quê nem como, de qualquer das formas obrigado pela sua atenção e se me puder dar alguma dica fico muito agradecido.
    Tudo de bom para si.
    Com os melhores cumprimentos
    A. Pinto

  64. Boa tarde
    Desde já os meus parabéns pelo seu trabalho, ainda por cima pelo meu desconhecimento e confusão nestas circunstâncias.
    Tenho uma filha que foi atropelada numa passadeira, em relação á condutora e papéis tudo em ordem. Os problemas foram depois, como posso exigir uma indemnização por a minha filha ter ficado com um dos lados da cara raspada, á 2 meses que não pode apanhar sol sem andar com cremes e agora o médico da seguradora diz que tem que andar assim mais 1 ano e não pode fazer praia e que se calhar já pouco vai melhorar mesmo com cirurgia plástica!!! E ainda por cima teve que mudar todo um projeto de vida em que tivemos em ultimo recurso mete-la numa universidade que já teve que ser privada e com todos os custos que isso acarreta.
    Será que me pode dizer o que fazer pois se calhar um advogado fica muito caro e eu quero mesmo avançar para uma indemnização pois á mais de 2 meses que isto vai e ainda nem pagaram umaslentes de contacto que depois do acidente desapareceram.
    Fico muito agradecido por um conselho ou orientação, desde já muito obrigado pela sua atenção!
    Com os melhores cumprimentos
    A. Pinto

    • Boa noite Sr. Pinto

      Lamento o sucedido à sua filha.
      O que pode ser exigido à seguradora do responsável são as custas médicas e os danos materiais causados pelo atropelamento (lentes de contacto por exemplo)
      Agora os danos consequenciais, como danos morais, não estão cobertos.
      Pode mover uma acção cível ao condutor. Nesse caso terá que contactar um advogado.
      Desejo uma rápida recuperação à sua filha e sobretudo espírito positivo.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  65. Parabéns pela iniciativa.. li com interesse diversas noticias uteis do seu blog.
    Desde já, e se permite, gostaria de lhe colocar uma questão. Sou licenciado em engenharia civil, possuindo cerca de 3 anos de experiencia e pretendo enveredar pela área de peritagens de seguros, nomeadamente em Ramos Reais. O Senhor Pedro aconselha a realização de alguma formação especifica que me permita obter mais conhecimentos nesta área? E se sim, que formação seria? e onde posso encontrar? Na internet e após várias pesquisas, não consigui encontrar informação muito precisa e concreta.

    Obrigado pela atenção. Melhores cumprimentos,
    Filipe Cardoso

    • Boa tarde Filipe

      Será necessário formação específica nesta área. Aconselho que contacte empresas de peritagens para saber mais pormenores. Pesquise na internet por empresas como: Jurisvalor, PeritosMar, Moderna Engenharia ou simplesmente empresas de peritagens.
      Boa sorte para a sua nova actividade profissional.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

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