Parceria com escritório de advogados Dr José Ribeiro Teixeira

Informamos que estabelecemos uma valiosa parceria jurídica com o escritório de advogados do Dr. José Ribeiro Teixeira (www.ribeiroteixeira.pt) que passará também a ser co-responsável pelo nosso blog informativo (http://blog.sitedosseguros.com/) onde poderá colocar e obter resposta gratuita às suas questões sobre seguros.

10 Comentários.

  1. Boa noite. Um familiar teve um sinistro em 2007 e ficou invalido premanente. Pedimos o valor do premio de vida ao seguro , mas a seguradora anulou o seguro dizendo que a pessoa segura ja estava doente antes do sinistro.
    Gostava de saber quanto tempo se tem para meter o caso em tribunal. Em 2010 demos o caso a um advogado mas ele enganou nos . A minha pregunta é qual é o prazo para meter o caso em tribunal se o sinistro se deu em 2007.
    Obrigado

    Isabel Maria

    • Boa tarde, D. Isabel,

      Antes de mais, aconselho a que procure saber, junto do colega que terá aceite o seu patrocínio, os motivos de não ter avançado – por imperativos deontológicos, não poderei comentar essa situação em concreto enquanto o assunto estiver entregue. De qualquer modo, posso informá-la que o prazo de prescrição das indemnizações devidas por acidentes de trabalho é, regra geral, de 5 anos.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  2. Boa tarde,
    Eu tive um acidente de trabalho em 2010, fui operada duas vezes ao pé e ainda ando de canadianas por complicações e lesões que ficaram destes 4 anos e meio que a seguradora não quer assumir. Neste momento estou de IPA decretada pelo INML e TT mas volto ao INML em Junho a pedido da seguradora que quer revisão da IPA. Alem de relatórios e exames o que faço para que a seguradora seja obrigada a assumir estas complicações e ver assim ser atribuída de uma forma justa tratamentos que preciso para deixar as canadianas e ficar melhor de outras lesões e ver aumentada a IPP que a seguradora dá englobando todas estas complicações? Eles só me querem dar 12% e eu estou incapacitada em muito mais devido ás dores e ter de depender por vezes de terceiros quando os sintomas são mais agudos.
    Obrigada,
    Tania Antunes

    • Exma Sr.ª Tania Antunes,
      Desde logo, refira-se que pode e deve ter em sua posse todos os relatórios médicos, exames, pareceres e documentos que estejam associados ao seu caso. Pode e deve exigir à seguradora que lhe faculte os mesmos. Eu começaria por os pedir, caso não os tenha.
      Quando os tiver em sua posse, deverá contactar um médico ou advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. Sem prejuízo de como se sente, como deverá imaginar, aquilo a que terá ou não direito a exigir depende sempre de uma opinião médica que lhe seja favorável, pois nem advogados nem tribunal emitirão qualquer juízo de valor sem que um médico confirme a sua situação clínica.
      Caso os médicos verifiquem que o diagnóstico da seguradora não é correcto, pode e deve reivindicar todos os direitos correspondentes, seja em forma de tratamentos ainda devidos, seja em forma de indemnização pela incapacidade arbitrada.
      O que aconselhamos é que mal tenha uma resposta formal do exame que realizará em Junho volte ao nosso contacto, seja via blog ou via mail, que fazemos-lhe essa verificação.
      Quanto à necessidade de vir a constituir mandatário, logo vemos. Se o valor for justo pode conciliar-se e não haverá necessidade em ter custos com advogado.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  3. Boa noite,
    Gostaria de saber qual é o prazo para comunicar um acidente de viação à Seguradora do condutor culpado enquanto terceiro, aplicam- se os 8 dias?

    Antecipadamente grato

  4. Caro amigo Sr. Silva,

    Fiquei sem perceber a que outra “invalidez” se refere – tem outro seguro associado a este tipo de situações ?
    Cumprimentos

    José Ribeiro Teixeira

  5. Boa noite,
    Tive um acidente de viação e fiquei lesionado. Andei em fisioterapia pelo seguro e fiz ressonância magnética onde acusou uma lesão. Hoje na clinica da seguradora obtive alta, o drº confirma a minha lesão e diz que na opinião dele não é de operar. A situação é a seguinte. Eu continuo com dores e com a lesão e não consigo efetuar uma vida quotidiana normal. O drº disse que eu tinha que conviver com isso para e arranjar mecanismos de defesa. Mas eu não consigo transportar uma embalagem de leite sem dor e agitar um simples iogurte. Neste momento estou desempregado pergunto-me a mim mesmo como vou exercer uma atividade profissional que exija trabalho braçal? Gostaria se possível que me ajuda-se por favor no que devo fazer zelando pelos meus interesses primordiais que passam por ficar bom, visto que eu sou o lesado e contrai uma lesão do acidente e deram-me hoje alta. Tenho que conviver com estas mazelas sem ter culpa e acartar com as consequências do mesmo ficando limitado?
    Cumprimentos,
    Ricardo

    • Boa tarde
      Partimos do princípio que já foi examinado pelo médico (do SISTEMA nacional de saúde e/ou pelo médico da seguradora), tendo-lhe sido entregue um relatório que servirá de base à avaliação dos danos permanentes de que padece, e que são indemnizáveis. Como ficou com mazelas permanentes para o trabalho, a seguradora terá de avaliar essa incapacidade em concreto. Caso a seguradora não o faça, ou considere que não lhe tem nada a indemnizar, tem obviamente ao seu dispor a via judicial.
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos (o tempo de negociar com seguradoras como na feira já lá vai, hoje a lei dá-nos critérios objectivos de valorarão que favorecem o sinistrado)
      A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      VISITE http://www.ribeiroteixeira.pt