Como calcular indemnizações e pensões de Acidentes de Trabalho

A Associação Portuguesa de Seguradores (APS) lançou recentemente um “Simulador de Acidentes de Trabalho” – SIMAT –, de acesso geral e incondicionado, via Internet, que permite a qualquer interessado proceder, após introdução das necessárias variáveis, às simulações das prestações em dinheiro decorrentes de incapacidade temporária, incapacidade permanente e por morte, em virtude de sinistro laboral.

O sistema de informação SIMAT consiste, assim, num simulador que consubstancia os critérios de pagamentos em dinheiro por acidentes de trabalho, estabelecidos no regime geral de reparação de acidentes de trabalho e respetivo cálculo, contanto que, ocorridos a partir de 1 de janeiro de 2010, de trabalhadores por conta de outrem e de trabalhadores independentes, nos termos da Lei n.º 98/2009, de 4 de setembro, do Decreto-Lei n.º 159/99, de 11 de maio, e da Portaria n.º 256/2011, de 5 de julho.

Mais se informa que o SIMAT não contempla simulações referentes aos regimes especiais de reparação de acidentes de trabalho, ou seja, não contempla simulações relativas ao regime de acidentes de trabalho para trabalhadores ao serviço de entidades empregadoras púbicas nem simulações relativas ao regime de acidentes de trabalho dos praticantes desportivos profissionais.

Fonte: InfoFlash da APROSE 07-03-2013

Caso o simulador não esteja em funcionamento, poderá obter as fórmulas de cálculo aqui

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Cordiais Saudações

Pedro Monteiro

 

363 Comentários.

  1. Boa tarde

    Sr. Pedro Monteiro

    Tem advogado protocolado Lisboa? Como entro em contato?

    Obrigada

  2. Boa noite
    Eu tive um acidente em 1987 e fiquei com uma desvalorização de 34 por cento com incapacidade para exercer a profissão que na altura era Mineiro.Depois fui trabalhar para uma fundição(metalurgia)de onde estou com baixa médica por doença há quase 3 anos,eu tenho dúvidas se for reformado por invalidez que a segurança sossial me desconte na reforma,para minha segurança,não poderia remir a indeminização?Tenho atualmente 54 anos e meio.Obrigado

  3. Boa tarde
    Fui vitima de um acidente viaçao. Responsabilidade assumida pela seguradora do condutor do outro veiculo. 2 meses sou convocada para medico na seguradora por causa das dores na zona cervical ombros…e queimadura no braço tb provocada pelo acidente. Agora dizem-me que tenho 2 hernias cervicais no disco mas que sao anteriores ao acidente e que as dores, dormencia e formigueiro nas mãos nada tem a ver com hernias!! Estou a receber 70% do rendimento mensal liquido referente ao IRS de 2014!!! Eu tenho um rx com relatorio feito 20 dias antes do acidente de todas as partes osseas do meu corpo onde não consta nenhuma hernia.O Sr. Dr. que trabalha para a companhia de seguros que me vai dar alta e que as dores as hernias na cervical nao sao do acidente logo a responsabilidade nao é deles.~
    Perguntas: Se me derem alta sem incapacidade o que faço? A perda salarial está a ser bem calculada? A queimadura no braço? Fiquei com a cicactriz!As dores? Agradeço que me esclareçam pois ja ouvi de de tudo.

  4. Boa noite sr. pedro Monteiro. No passado dia 28/09/2015 tive um acidente de trabalho ao qual fraturei aa cervical a c6e a c7. Fui operado e foi me colocado dois discos na coluna. A minha duvida é tendo sido operado tenho direito a indemnização? Oobrigado e boa noite.

  5. boa noite
    o meu pai teve um acidente de trabalho em que partiu o braço, e esmagou
    3 meses depois tirou o gesso, , ao fim de 1 mes mandaram trabalhar, nao fez fisioterapia nem nada
    trabalhou uma semana mas nao aguentava com a dores , foi ao hospital e constatou se que o braço esta partido

    ele é construtor civil, trabalho pesado, e mandam o uma pessoa trabalhar com o braço partido
    o que o meu pai poderá fazer?
    pode processar o médico e a seguradora?
    e como fazer?

  6. Boas Noites. tive um acidente de trabalho em janeiro de 2015 em novembro tive alta com Ipp de 7.84, gostaria de saber se a entidade patronal pode descontar essa percentagem de ipp em vencimento, visto que ainda não foi efetuada a decisão pelo tribunal de trabalho..
    Obrigado

  7. Boa noite. Em Maio de 2015 foi atribuida à minha Mae uma incapacidade permanents global de 68%.
    Esta incapacidade foi comunicada à segurança social e Caixa de aposentações em setembro de 2015. Desde esse mes que foram aplicadas as respectivas correcções no vencimento. O atestado médico de incapacidade multiusos que foi emitido refere que a situação clinica já é existente em 2014. Nesta situação a minha mãe tem direito a receber album acerto ou reembolso? Se sim desde que data?
    Obrigado

  8. o meu marido no ano de 2011 sofreu acidente de trabalho com traumatismo crânio-encefálico grave e ficou com uma incapacidade absoluta para o trabalho habitual recebe indemnização pelo seguro trimestralmente trabalha na mesma empresa a exercer outras funções mantém ainda consultas de psiquiatria pode pedir a reforma por invalidez relativa e assim acumular as duas remunerações? Pode esclarecer ? obrigada Dr. Pedro Monteiro

  9. boas,estou de baixa a 3 meses por acidente de trabalho,a companhia de seguros paga-me 70% do ordenado cerca de 900 euros,sendo o meu ordenado 1.250 euros limpos a empresa nao tem de pagar o restante?

  10. Boa noite. Tive um acidente de trabalho em junho.. Andei em fisioterapia ate agora com incapacidade absuluta.. Entretanto tive alta com 15% incapacidade parcial. Como os sintomas continuavam mandaram-me repetir a ressonancia e chegaram a conclusão que tinha uma compressão do nervo cubital (cotovelo). A solução vai ser a intervenção cirurgica. Eu queria saber se nao terei direito a uma indminização por ser sujeito a essa mesma intervenção, pois vou ficar com marcas, cicatrizes, fora as dores… Se sim, qual e a entidade que dá a percentagem dessa indminização? O institito de medicina legal? Ou neste caso a seguradora? Existe algum valor base para indminização em caso de intervenção cirurgica?

    Desde já parabens pelo optimo trabalho e ajuda. Obrigado

  11. Bom dia gostaria que me esclarecessem uma duvida ,tive um acidente de trabalho tou com incapacidade temporária absoluta o meu ordenado base sao 515 mas como trabalho de noite tenho subsídio nocturno e trabalho para uma empresa de trabalho temporário logo também se inclui subsídios de férias e natal, o meu ordenado bruto ronda os 900 euros .o que queria perguntar era se o calculo é feito sobre os 515 ou sobre tudo o resto? Obrigado

  12. Gostaria de saber se a percentagem que o seguro paga de acidente de trabalho depende de seguradora para seguradora,ou se todas pagam o mesmo.Obrigado

    • O seguro de acidentes de trabalho está regulamentado por Lei, pelo que é igual em todas as seguradoras.

    • Exma Sr.ª Marina Silva
      Os n/ cumprimentos,

      Por partes:
      Se ainda não se encontra bem, tem direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada.
      Após, a seguradora irá avaliar qual a eventual percentagem de incapadidade para trabalho de que padece. Apenas esta percentagem pode variar, não especificamente de seguradora para seguradora, mas sim de médico para médico.
      Encontrada a percentagem, o cálculo do valor é automático e legalmente defindido, para todos os trabalhadores e para todas as seguradoras.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  13. boa noite gostava de saber a quantos anos temos direito a receber quando ficamos com incapacidade por acidente de trabalho, obrigado. ❓

  14. Boa tarde, no dia 5 de maio deste ano tive um acidente de trabalho do qual resiltou uma fratura no diz e a raiz l4 l5 ficou comprometida, o k afetou a minha mobilidade de uma das pernas. Estive a ser acompanhada pelo segyro desde o dia seguinte ao acidente reazlizei varios exames onde comprova o abaulamento do disco, sendo me comunicado pelo medico k nao poderia ser operada e k so medicacao e fisioterapia melhoraria as minhas dotes. No dia 29 de julho deram alta sem desvalorizacao e curada. Fiquei indignada mas nao consegui voltar ao trabalho pois nao consigo realizar as mesmas funcoes. Dado isso e a longa ausencia ja nao fui readmitida pela empresa. Era o unico sustento da casa e tenho uma filha com autismo dependente de mim. Reaultado a seguradora nao se responsabiliza pelo acidente e nso m quer atribuir qualquer tipo de indemenizacao fiz queixa ao provedor da justica o qual ja emitiy o seu parecer em k m da razao. Ja pedi apoio juridico para m ser atribuido um advogado pois sinto triste e neglegenciada pois gozada varias vezes pelo medico como k se nao tivesse nada e encontrom de bauxa desde essa data e a tomar medicacao e a recorrer a fidiotetapia tenfo dias em k a minha mobilidade é muito vomplicada pois tenho dorss e s perna adormece m muito. Peco ajuda. Indique me um caminho a seguir

  15. Queria sabe se a seguradora de acidentes de trabalho paga o ordenado por inteiro ou apenas uma percentagem? Obrigado

  16. Mário Jorge Ribeiro Luis

    Boa tarde!
    Em Dezembro de 2014 estava a fazer distribuição pela empresa onde trabalho e ao carregar uma cx com cerca de 20Kg senti uma dor forte na zona lombar que fiquei quase sem poder andar. Foi-me diagnosticado atraves de ressonancia magnetica tres pequenas hernias discais mas na L5-S1 estava em contacto com a raiz, o seguro de trabalho aceitou operar no final de Janeiro, como nunca melhorei, em Agosto o seguro sugeriu para o meu caso fazer uma infiltração de ozono e no dia 21 de Setembro deu-me alta sem incapacidade, mas o medico do seguro diz-me que não posso levar qualquer peso nem fazer grandes esforços. Pergunto se está correcto da parte do seguro dar alta sem incapacidade ficando eu limitado a pequenos esforços. Agradeço o vosso esclarecimento.

    • Mário Jorge

      O seu processo não seguiu para Tribunal de Trabalho para determinação de incapacidade e da respectiva pensão remida ou vitalícia?

      • Mário Jorge Ribeiro Luis

        Ao me terem dado alta sem incapacidade penso que o processo não segue para tribunal de trabalho, mas eu como não concordei com a alta sem incapacidade fui entregar ao tribunal de trabalho a participação de acidente na passada segunda feira dia 28 de Setembro e vou esperar a resposta da parte do tribunal. Gostaria que me pudesse esclarecer a minha duvida a seguradora desde do inicio do processo diz que não é responsável pelo meu problema pois considera que o meu problema é degenerativo e que as hérnias não podem ser consideradas acidentes de trabalho e que sabem que o tribunal lhes dará razão. Existe no meu caso chances de me darem razão pois fui operado uma vez em Janeiro e Em Agosto infiltração de Ozono e neste momento ainda continuo com dores e independentemente de as hérnias não terem aparecido no momento do acidente de trabalho o que é certo é que foi ao levantar um peso no trabalho que ela se manifestou e desde então não consigo fazer a vida que fazia e sinto-me bastante limitado pois basta ficar umas horas de pé para sentir logo imensas dores nas costas e por vezes até me afecta o andar.

        • Caro Mário Jorge

          As hérnias estão excluídas do seguro de acidentes de trabalho, com excepção das de saco formado
          Já tinha uma hernia antes do acidente
          A seguradora informa que a sua situação resulta de doença e que o acidente agravou o seu estado.
          Na minha opinião e face ao que descreve, a seguradora tem razão em declinar responsabilidades.
          Aguarde pelo parecer do Tribunal
          Pode recorrer a outra opinião médica e entregar o parecer em tribunal.

  17. Bons dias.
    É o seguinte a minha namorada teve um acidente de trabalho a caminho do mesmo no qual a patroa forneceu o seguro a ela..2014/05/21.. Ela não fazia descontos para segurança social, pois ela trabalhava numa casa particular como doméstica/babysitter… Pois bem a, a minha namorada quando ia a caminho trabalho partiu o pé em 3 sítios segundo os médicos da seguradora (tíbia e perónio)… Ela foi operada nesse dia de emergência devido as dores no hospital amadora Sintra, nos dias em que ela esteve no amadora Sintra só nesses mesmos dias entreguei o número da apólice no próprio hospital. Foi operada e depois seguida pela a seguradora no qual deram 70% de incapacidade para trabalhar no qual em janeiro de 2015 já teve alta temporaria para fazer pequenos trabalhos ou seja não podia fazer muito esforço no trabalho. Ela foi recebendo todos os meses da seguradora, e conforme a evolução dela, o valor ia baixando. Ela foi agora dia 10 de setembro a tribunal de trabalho para exame médico, no qual deram 5,91% e a seguradora tinha dado 3% segundo diz na carta em que dizia para ela comparecer em tribunal de trabalho nesse dia 10.. No tribunal também disseram para ela ir lá agora no dia 30 setembro para tentativa de conciliação…
    A minha questão é qual o valor que ela vai receber da indemnização, ou como podemos calcular esse valor, e se vai receber de um só vez ou por ano?? Mesmo que eles digam que vai ser por ano ela pode pedir todo de uma só vez?? Ela teve um IPP de 5,91% dada pelo o médico do tribunal de trabalho, recebia 180€ por mês (6€ por dia/180€/30 dias/14 meses), ela tem 22 anos agora porque na altura do acidente tinha 21 anos.. Como faço para calcular esse valor? Gostaria que me respondessem.
    Obrigado
    Cumprimentos Rafael sousa

  18. Boa tarde, tive um acidente de trabalho em outubro de 2014, acabei por ter alta no mes de julho, ja fui contacto pelo o Tribunal de trabalho e ja fui a consulta para me darem a % de incapacidade, tendo agora que esperar que enviem para o tribunal o relatorio.

    Qual é o tempo de processo ( +/- sabendo que pode variar) Ate estar tudo concluido e dar o fecho do processo?

    depois disto se tiver uma recaida poderei recorrer ao seguro outra vez?

    cumprimentos
    joao

    • Exmo Sr. João,
      Boa tarde
      Timing: depende muito de tribunal para tribunal. A partir desta fase geralmente são 2 ou 3 meses, caso não haja discórdia relativamente aos valores de incapacidade que venham a ser atribuídos, quer de sua parte, quer da parte da seguradora.
      Em caso de recaída, poderá pedir revisão à seguradora. Pode fazê-lo uma vez por ano.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  19. Boa Noite
    Gostaria de pedir a v/ ajuda para o seguinte
    tive um acidente em janeiro quando me deslocava para o trabalho , no qual fraturei uma vertebra-L2, fui operada , estive de baixa a 100% +-1 mes ,depois passei a 50% e em mai ultimo tive alta, decorrido o processo para o tribunal de trabalho, fiz o exame na medicina legal , no qual o medico me deu uma IPP de 8%, a pergunta è: devivo a lesao , acha que devo consultar um outro medico?, em questao de endiminização , com estes valores, qual seria ?(o site dos seguros nao tem o simulador on line,)
    Atenciosamente
    Obrigada

    • Exma Sr.ª Ana Ferreira
      Os n/ cumprimentos
      Sem a indicação da sua idade e do valor da sua retribuição não é possível responder-lhe. A indemnização dependerá da sua idade, vencimento, e especialmente da percentagem de incapacidade. O melhor procedimento será contactar um médico ou um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efetuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e fatores objetivos. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  20. António Manuel Gomes Duarte

    Boa tarde gostaria que me tirassem umas dúvidas se possivel.Tive um acidente de trabalho em Julho de 2014 e fiquei afetado num joelho,desde aí andei em fisioterapia por ordem do médico da companhia de seguros,após vários pedidos que me fizessem uma ressonancia mágnetica ao joelho visto que cada vez me sentia pior,foi verificado que tinha um osso a espetar os tendões,só assim resolveram operar já em Fevereiro de 2015.Após mais uns meses de fisioterapia pós operatório,continuei a queixar-me de que algo não estava bem pois o joelho continuava muito inchado e negro,o médico sempre renitente em fazer-me qualquer exame para verificar o que se passava,lá se decidiu em Julho de 2015 fazer a mesma e tal como ele próprio disse que iria seguir o meu conselho,após ressonancia efetuada, o doutor que a fez disse-me que tinha o menisco afetado e que a situação já vinha desde o acidente e que na operação não mexeram porque assim não quiseram.Com o resultado da ressonancia e depois de ter ouvido estas palavras,dirijo-me à consulta de avaliação em que o médico diz que uma nova operação corria o risco de ficar na mesma ou melhorar e que não a iriam fazer,dando-me assim alta médica a 29 de Julho e comunicando ao tribunal de trabalho o problema que a companhia disse deixar de ser deles.Desde essa data não fui mais remunerado de parte alguma e sem meios de subsistencia queixei-me no tribunal de trabalho pois tenho uma filha menor a quem tenho por ordem de tribunal dar uma pensão mensal de alimentos,estamos a 9 de Setembro e foi dada ordem do tribunal de trabalho no dia 4 deste mesmo mês à companhia de seguros que me fizessem pagamento de uma pensão provisória no espaço de 10 dias, ao qual a companhia de seguros tem a lata de me dizer ao telefone que só dia 21 do mês corrente fará esse mesmo pagamento pois é nesse mesmo dia que vou ao IML(instituto de medicina legal) por ordem do tribunal de trabalho.Podem eles ultrapassar o limite de dias que o Tribunal ordenou ou não?Na alta foi-me dado Incapacidade Permanente Parcial de 5%,como fazer o cálculo para saber o que tenho por direito receber?

    • Exmo Sr. António Duarte
      Os n/ cumprimentos

      1.º: a companhia não poderá ultrapassar o prazo fixado. Não obstante, a única consequência é a obrigatoriedade de pagar juro dos dias ultrapassados, e uma eventual multa processual que é paga ao tribunal, e não a si.
      2.º: não é possível efetuar o cálculo sem saber retribuição e idade, pelo menos. De qualquer das formas, é mais proveitoso fazer-lhe o cálculo, não com base nos 5% que a seguradora estimou, mas com base na incapacidade que lhe seja considerada pelo IML. Volte ao nosso contacto quando tiver esse dado;

      3.º: independentemente da incapacidade, insista no IML que ainda há tratamentos que podem melhorar a sua situação, e peça para os indicarem no relatório – caso no IML decidam que algo mais há a fazer para sua melhoria clínica, tem direito aos tratamentos.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

      • Bom dia venho mais uma vez atenciosamente pedir a ajuda para saber quanto vou receber de capital de remicao com uma ipath de 10% e uma pensao anual vitalicia de 6501.35€.e com a idade atual de 40 anos??

  21. Bom dia,
    O meu marido sofreu um acidente de trabalho, a lesão foi num olho e como perdeu bastante visão, vai ficar sem a carta de pesados, a categoria profissional dele era motorista.
    Na avaliação de dano foi-lhe atribuída uma incapacidade permanente parcial de 20,70% e incapacidade permanente absoluta para a profissão habitual. O vencimento era de 550 € mensais. Podem por favos ajudar-nos a ter uma ideia de qual será o valor da indemnização?
    Agradeço desde já.

    • Exma Sr.ª Alexandra Silva

      Sem saber a idade do seu marido não é possível simular o valor.
      De qualquer das formas, seria também essencial verificar se a percentagem da incapacidade está corretamente determinada, pois trata-se do fator de ponderação que mais pesa na avaliação da indemnização.
      Também não percebi em que fase da apreciação está. Parece-me que ainda tem apenas a indicação por parte da seguradora, mas, a seguradora terá de remeter a sua situação para o tribunal de trabalho, onde lhe será verificada a incapacidade e efetuadas as contas da indemnização a que tenha direito.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

      • Agradeço desde já a resposta.
        À data do acidente o meu marido tinha 35 anos.
        O processo já está no tribunal do trabalho, ele já fez uma avaliação no instituto de medicina legal, onde lhe deram incapacidade permanente parcial de 20,70% e incapacidade permanente absoluta para a profissão habitual. Ele já vai a tribunal no próximo mês.
        Mais uma vez agradeço a atenção.

  22. Pedro
    Como poderei pedir simulações de Seguro de .:Acidentes pessoais da encarregada da limpeza e de Condomínio
    Obrigado

    • R.Valente

      Ainda vou a tempo?
      Envie mail com o pretendido para sitedosseguros@gmail.com com os seguintes dados:

      Acidentes trabalho empregada:
      – Numero dias por semana
      – Numero horas por dia
      – salário por hora

      Condominio:

      Ano de construção
      Eventual ano de reconstrução
      Numero de fracções total do predio
      Numero de fracções a segurar
      Numero de pisos acima do solo
      Numero de pisos abaixo solo
      Contribuinte
      Morada
      Tem piscina e/ou jardins?
      Capital a segurar ou envie a certidão predial caso não saiba

  23. Boa tarde,
    Tive um acidente de trabalho no dia 7 de Abril de 2015.
    Tive a fazer tratamentos e nao apresentava melhoras, passados 4 meses, fui chamado ao medico do seguro, mandou me fazer varios exames e descobriram que tinha uma hernia na cervical, após o diagnostico o medico do seguro deu me alta curada sem incapacidade, retomei o trabalho mas foi me impossivel desempenhar a minha funçao. A medica do trabalho fez o pedido de recaida, la fui eu à consulta novamente no dia 1 de Setembro, o medico do seguro disse me que nao aceitava o pedido de recaida, pois ainda sou muito novo para ser operado e tornou me a passar o papel de alta curada sem incapacidade.

    Ora entao as minhas questoes sao as seguintes:

    Sou eu que tenho de ir ao Tribunal de trabalho pedir uma reavaliaçao do processo ou o seguro envia o processo para o Tribunal e sou notificado???

    Cumps, Obrigado

    • Boa tarde Sr. João Carlos
      Como saberá, tem direito a requerer uma revisão junto da seguradora, em caso de sentir que a sua situação clínica se alterou desde a alta clínica. Pode fazê-lo uma vez por ano.
      No seu caso concreto, e dado que a seguradora considerou que não houve alteraçºao da situação clínica, e tratando-se de um pedido de revisão, deverá ser o senhor a recorrer aos tribunais para solicitar a reapreciação clínica.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  24. Boa noite…
    Preciso de uma ajuda. Sofri acidente de trabalho em 2007. Tinha 22 anos, fui operada 2x a coluna. Recebi carta tribunal para consolidacao, me deram 10% incapacidade parcial permanente.
    Remuneração de 568€
    Incapacidade 10%
    Idade atual 30 anos

    Alguém que possa me orientar mais ou menos do valor de indenização que tenho direito?? Pois não sei fazer o cálculo.

    Obrigada
    Carina fonseca

    • Exma Sr.ª Carina Fonseca
      Boa tarde
      Tratando-se de uma incapacidade permanente parcial, tem direito a uma pensão anual e vitalícia correspondente a 70 % da diminuição sofrida na capacidade geral de ganho, no seu caso remível. A fórmula atende à idade, pois é potenciada pelo número de anos de trabalho contados desde a data do acidente. A indemnização em capital é calculada por aplicação das bases técnicas do capital da remição, bem como das respetivas tabelas práticas, aprovadas por decreto-lei do Governo. Atualmente estão em vigor as bases técnicas e tabelas práticas aprovadas pela Portaria nº 11/2000, de 13 de Janeiro.
      Penso ser mais válido verificar-lhe os valores quando os mesmos lhe sejam transmitidos, pois é nessa fase que efetivamente necessita da informação, e é mais fácil confrontar os valores.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  25. Bom dia,

    tive um acidente em serviço na tropa em junho de 2007 e 8 meses depois tive alta médica.

    Depois de várias juntas médicas em que me atestaram 10% ipp recebi dia 27/08/2015 uma carta da CGA em que me informaram o valor da remição por ipp em acidente em serviço que ia receber, no entanto a data de alta para efeitos de cálculo foi de 30-11-2011.

    Eu tive o acidente na tropa em 2007 saí da tropa em maio de 2010. Como é possível a data da alta ser 30-11-2011 dado que 8 meses depois do acidente já me tinham dado alta para continuar o serviço na minha unidade da altura.

    Ainda que a data esteja correcta gostava de saber o que tenho de fazer para requerer compensação/remição sobre os 04 anos anteriores à alta visto que depois de me atestarem com a incapacidade permanente parcial de 10% esses 04 anos (desde a data do acidente em 2007 até 30-11-2011) não me foram contados.

    Se me puderem ajudar agradecia,
    Obrigado.

    • Exmo Sr. Bruno Marques,
      Os meus cumprimentos
      Antes de mais, o que me reporta aparenta ser um manifesto lapso por parte da CGA. Penso que o primeiro passo correcto é dar oportunidade a que tal erro seja amigavel,mente corrigido. Assim sendo, parece-me que deverá escrever à CGA referindo o que me reporta.
      Caso a resposta posterior não seja positiva, poderá voltar ao nosso contacto.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

      • Boa tarde,

        foi efectivamente lapso por parte da CGA. Já me enviaram nova carta com o valor e datas rectificados.

        Obrigado pela resposta e ajuda.
        Melhores cumprimentos,
        Bruno MArques.

  26. Boa tarde.
    Sofri um acidente de trabalho e parti o ombro em três sítios o que resultou de uma operação e fiquei com uma placa philos entre a clavícula e o braço. Fis fisio durante cinco meses e 15 dias no seguro. Tive uma primeira percentagem de incapacidade de 30% pelo médico do seguro que me operou, mas com alta para trabalhar + 15 dias de fisio. ao fim desses 15 dias de fisio fui a uma consulta de avaliação de dano, com médico também do seguro e fiquei apta para trabalhar com 20% de incapacidade permanente e deixaram de me passar fisio.
    Isto passou-se em 15 de outubro de 2014 e só agora em 15 de agosto recebi uma carta de reconciliação do tribunal do trabalho de sintra onde vem anexo uma declaração da seguradora que estipula 5% de dano. Entrtanto nunca me chamaram à medicina legal e na carta dizem que na ida ao tribunal serei avaliada por médicos. Pergunto, como é que a seguradora reduz 20% por cento de incapacidade dada pelo médico da própria seguradora para 5% sem que decorridos 11 meses me tenham avaliado ou sabido o meu estado de saúde. Deve precaver-me e tentar manter os 20% dados na avaliação de dano qundo comecei a trabalhar?
    Obrigada.

    • Marta

      Leve a carta da seguradora ao Tribunal que indica que tem 20% de incapacidade.

    • Exma Senhora Marta Maria

      Os n/ cumprimentos
      Deverá aguardar a avaliação do tribunal. Recomendo-lhe que leve consigo todos os exames e relatórios médicos da seguradora (à partida já estarão no processo, mas caso os tenha, leve-os em mão. Independentemente da avaliação da seguradora, é o perito do tribunal que servirá de “timbre” ao que lhe será atribuído.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  27. Boa Noite!
    Estive a fazer os calculos, conforme a formula de calculo referente a uma incapacidade permanente parcial de 2,5 que me foi atribuida na qual o valor é de 635x12x70%x2,5=13,335.
    A minha duvida é se este valor é o da indeminização total ou se este é o valor anual que tenho de receber até atingir a idade da reforma.
    Aguardo uma resposta da vossa parte,
    Cumprimentos
    Vitor Silva

  28. Boa tarde
    O meu nome é Rosa tenho 39 anos e sofri um acidente de trabalho em 16 de Maio de 2014 cortei o tendão flexor do polegar mão esquerda fiz três cirurgias das quais não obtive qualquer resultado o dedo não mexe além de não o sentir do meio até a ponta tendo sempre dor constante no pulso e na articulação da falange devido a pressão causada pela posição em que o dedo se encontra apesar deste quadro a companhia deu-me alta e agora recebi o relatório em que me dão 12,700%de desvalorização com eventual IPP fiquei com a mão e o braço com várias cicatrizes devido as cirurgias consultei um advogado que me diz que não há muito a fazer pois a pessoa para quem eu trabalhava pagava a hora o vencimento é baixo o trabalho que fazia não posso voltar a fazer como é que tudo isto se processa.
    Estou muito confusa e revoltada fico incapacitada para o resto da vida e saem todos impunes ,
    Aguardo por um comentário vosso
    Obrigada

    • Exma Sr.ª Rosa Veloso
      Os m/ cumprimentos
      Antes de mais, ressalvo que naturalmente o seu advogado estará munido de mais informação do que estes breves comentários permitem, pelo que deverá privilegiar a sua opinião.
      Em tese geral, se ainda não se encontra bem, tem direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insuscetível de modificação com terapêutica adequada.
      Após, e caso não concorde com a avaliação da incapacidade que lhe foi atribuída, a seguradora terá de remeter a sua situação para o tribunal de trabalho, onde lhe será verificada a incapacidade e efetuadas as contas da indemnização a que tenha direito.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  29. Fernando Pereira

    Boa tarde. Tive um acidente de trabalho que resultou numa fratura do pilão tibial esquerdo. Após baixa de cerca de 7 meses, tive alta com 25% de incapacidade. Passados cerca de 8 meses tive alta em defenitivo. Da consulta de avaliação de dano a proposta do seguro a enviar à companhia de seguros tem como referência um IPP de 6,9%. Enquanto aguardo chamada para ir a tribunal aconselha-me a ir a uma entidade e pedir para me fazer uma avalição e caso seja de um valor superior leva-la depois comigo?
    Agradeço a atenção dispensada.
    Fernando Pereira

    • Fernando

      Pode fazê-lo e apresentar no tribunal.

    • Exmo Sr. Fernando Pereira
      Os n/ cumprimentos
      Pela nossa experiência, todas as incapacidades de valor superior a 5% têm boas possibilidades de subir de valor, caso exista um relatório fundamentado com valores superiores aos defendidos pela seguradora. Seja para o momento da avaliação ou para momento posterior (em caso de discórdia) esse relatório pode valer-lhe dinheiro.
      Caso seja da zona Norte podemos indicar-lhe o médico com quem trabalhamos.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

      • Boa tarde,

        Depois de algum tempo de espera, fui avaliado no instituto de medecina legal de Coimbra e o relatório da Clinica Forense a avaliação ronda os 10%. O Tribunal marcou para Março uma tentativa de reconciliação.
        Quando utilizo o simulador, até determinado valor de IPP (8,5%) aparece um determinado valor de remissão obrigatorio, quando coloco o valor indicativo da clinica Forense passa a ser prestação anual vitalicia. Eu na legislação verifiquei que em IPP inferior a 30% seria atribuiada pensão mas remida de uma só vez.
        Agradeço a vossa melhor atenção, Fernando Pereira.

  30. FERNANDO MANUEL PEREIRA CARDOSO

    Boa tarde.
    Gostaria que me informassem qual a fórmula que actualmente se aplica para calcular o valor de uma pensão anual por acidente de trabalho.
    Obrigado

  31. Venho por este meio e com alguma preocupação derivado ao meu futuro, pedir vosso esclarecimento para algumas dúvidas existentes!

    Caso após obter acordo com a seguradora sobre o valor de incapacidade(neste momento 11,563%) e estabelecer-se o montante de indemnização mensal,..poderei optar por receber o valor na totalidade? Neste caso, como é calculado o numero de anos a que tenho direito para auferir tal valor mensal ou total??
    Data nascimento; 07/03/1971
    Único Sócio/trabalhador unipessoal Lda.
    Ordenado/vencimento actual; 464,60
    ordenado/vencimento na data do acidente;800,00
    Data acidente; 11 Abril 2013
    Alta pela seguradora; 31 Dezembro 2014
    Incapacidade pela seguradora; 11.563%
    Incapacidade pela Medicina legal ; Confirma valor da seguradora

    Agradeço todo o vosso apoio/informação,

    Atentamente,

    A.Costa

  32. boa tarde
    o meu pai teve um acidente de trabalho no braço direito em janeiro de 2014.
    foi-lhe dada uma incapacidade de 6% o valor do vencimento dele era de 545 euros.
    ele tem agora 52 anos.
    qual sera o valor da indemnizacao que vai ter direito?
    aguardo resposta

  33. Boa noite

    Em 2011, na sequência de um acidente de trabalho,fui submetida a uma cirurgia ao joelho, a qual não teve os melhores resultados. Após várias tentativas de tratamentos a situação não melhorou e fui encaminhada para o Tribunal de Trabalho. Em 2015, depois de tentativa de conciliação foi dada a sentença em que foi fixada uma IPP de 2%. Como o meu objetivo era que me fizessem exames e tentassem outro tratamento, com o valor que receber vou tentar fazer o tratamento mais correto. O que gostaria de saber é se ao fazê-lo e não melhorar, posso recorrer ao Tribunal de Trabalho para ser reavaliada e quando? Ou a seguradora, por ter pago a indemnização, já não se responsabiliza pelos danos?

    Agradeço desde já a vossa disponibilidade.

  34. Boa Tarde,
    O meu nome é Jorge Oliveira.
    Agradeço desde já a atenção dispensada.

    Tive um acidente de Trabalho a 13/01/2014, em que fui para a seguradora. Ao fim do processo reencaminharam-me para o tribunal dizendo que não haveria nada a fazer.
    Depois de junta médica (problema num pé) foi-me atribuida incapacidade permanente parcial de 6.395% em sentença em que condenam a seguradora a pagar a pensão de 535.54€ a partir de 15/07/2014.
    À data da alta a 14/07/2014 tinha 33 Anos como posso calcular o valor do capital remivél dado que estou prestes a ir a tribunal para receber o cheque e queria ir com valores concretos dado que acho que os calculos feitos pelo tribunal estão mal.
    Podem indicar-me se se calcula 535.54€ X 33Anos (idade até a reforma)?

    Agradeço desde já a vossa disponibilidade

  35. Boa tarde , tive um acidente de trabalho em que me queimei na mão ..
    No dia em que fui a Junta médica , deram-me 2% de incapacidade permanente parcial .
    Agora certamente que vou ao tribunal de trabalho , mas queria saber como funciona a indiminizacao , se tenho direito a essa mesma .
    O meu ordenado é de 585,00€ .
    Tive o acidente dia 06/02/2015
    Tive Alta dia 17/05/2015
    Cumprimentos e agradecia resposta

  36. ola tive um acidente de trabalho e a companhia de seguros deu me 1% de incapacidade, entretanto na medicina legal deram me 2% e hoje fui a tentativa de conciliação e a companhia de seguros aceitou os 2%. No entanto na hora de me dizerem o valor que vou receber que sera feito por inteiro ficou aqem daquilo que me tinham informado. Poderia dizer me qual a formula que utilizam para calcular o valor baseado num exemplo de 500 euros de ordenado pago por inteiro? obrigado

  37. Boa tarde, se fosse possivel gostava que me esclarecessem numa dúvida. Tenho tendinites nos ombros cotovelo … tenho doença profissional mas não me deram incapacidade.quando me deram alta foi trabalhar para o mesmo trabalho que me originou as tendinites foi ao médico do trabalho e queixei-me que estava com dores,a médica de trabalho mandou um mail para a higiene e segurança a dizer que eu não podia fazer movimentos repetitivos nem amarrar em pesos.Nada fizeram meti baixa novamente, o que posso eu fazer visto a médica da fábrica, ter pedido isso.Quais os meus direitos? Obrigada

  38. Boa noite hoje fui a uma consulta ao tribunal de trabalho de Santarém onde me foi pedido par levar exames clinicos se existirem e os recibos de ordenado dos doze meses anteriores, o estranho foi o medico me dizer que nao ia ler os exames que eu levava, e quando me começo a queixar do que me doi mandou me calar, olhou vagamente para um tac atribui-me uma incapacidade irrisória para as sequelas que tenho do acidente e todas documentadas que ele nao quis ver, e com cara de gozo se tem tantas queixas e tantas coisa s para ver traga um medico para o defender. O que eu acho nao é a maneira correta de um defensor do ministério publico que tem a obrigação de defender o sinistrado e o cidadão que tem os seus impostos em dia para que o seu ordenado lhe possa ser pago. Fica aqui a minha indignação pelo estado a que este país chegou é tudo um mundo de interesses sempre a prejudicar os sinistrados em relação ás seguradoras.

  39. Boa tarde,
    Fui hoje a tribunal para a tentativa de conciliação. a proposta foi “pensão anual e vitalícia, obrigatoriamente remível, no valor de 462,79€, com inicio em 15/10/2014”
    o que é que isto significa? vou receber os 462 de uma vez ou 462 todos os anos? Como diz que é remível e ao mesmo tempo que é anual e vitalícia… e ainda me disseram que faltam os anos até à reforma…

    Aguardo resposta,

  40. Tive um grave acidente de trabalho , após cirurgia e 5 meses de ITA , a seguradora manda-me regressar ao trabalho com uma incapacidade temporária de 50 % . Isto é legal ??????’

  41. Bom dia . Como já tinha dito fiz duas operações a culona lombra l5s1onde fiquei com uma incapacidade de 10/por cento .fui a uma consulta de medecina no trabalho o médico disse que eu estou apto condicional, recibe uma carta pra ir ao Tribunal de trabalho pra uma medida de conselhacao. Terei direito a uma indemnização?

  42. Manuela Moreira Ramos Matias Silva

    Boa tarde Dtr Pedro Monteiro.

    Gostaria de ver esclarecida uma dúvida relativamente ao calculo da indemnização por IPP.
    O paciente em questão, têm 57 anos aufere por mês 800 euros e foi-lhe atribuído uma incapacidade de 20% por dificuldade na visão no olho esquerdo sendo que do direito já não tem qualquer acuidade visual desde criança, neste caso como se processa o calcúlo?
    Aconselha neste caso a seguir para via jurídica para tentar um aumento da incapacidade ou a aceitar os 20%.

    Obrigado

    Aguardo resposta

    Sem mais assunto subscrevo-me atenciosamente

    Manuela Silva

    • Exma Srª Manuela Silva
      Desde logo, refira-se que pode e deve ter em sua posse todos os relatórios médicos, exames, pareceres e documentos que estejam associados ao seu caso. Pode e deve exigir à seguradora que lhe faculte os mesmos. Eu começaria por os pedir, caso não os tenha.
      Quando os tiver em sua posse, deverá contactar um médico ou advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. Sem prejuízo de como se sente, como deverá imaginar, aquilo a que terá ou não direito a exigir depende sempre de uma opinião médica que lhe seja favorável, pois nem advogados nem tribunal emitirão qualquer juízo de valor sem que um médico confirme a sua situação clínica.
      Caso os médicos verifiquem que o diagnóstico da seguradora não é correcto, pode e deve recorrer ao tribunal.
      O que aconselhamos é que mal tenha uma proposta final volte ao nosso contacto, seja via blog ou via mail, que fazemos-lhe essa verificação.
      Quanto à necessidade de vir a constituir mandatário, logo vemos. Se o valor for justo pode conciliar-se e não haverá necessidade em ter custos com advogado.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  43. Boa tarde. Tenho 25 anos e fui submetido a uma cirurgia ao joelho na sequência de um acidente de trabalho, a mesma não correu da melhor maneira e tive de voltar a fazer a mesma operação daí a poucos meses, ficando com varia mazelas internas, não posso mais correr, saltar nem fazer esforços elevados. Terei de levar infiltrações carissimas o resto da vida para compensar a falta de cartilagem no joelho, além de que terei de fazer manutenção o resto da vida também. Resultado, tive alta com IPP e vou dia trinta à medicina legal provavelmente para me ser atribuida a precentagem. Poderia me dizer como hei-de proceder a fim de defender os meus interesses, e o que posso esperar em termos de indemnização? Cumprimentos Pedro Costa.

    • Bom dia Sr. Pedro
      A seguradora determinará quais os danos indemnizáveis que sofreu e eventual incapacidade permanente (ou seja, incapacidade que permanecerá ao longo da sua vida activa, por se considerar que os tratamentos não resolveram as suas sequelas a 100%). Caso lhe venha a ser atribuída uma incapacidade permanente, a seguradora tem então obrigação de participar ao tribunal competente a sua situação no prazo de 8 dias a partir do momento em que tiver alta clínica. Ou seja, logo que acabarem os tratamentos possíveis e fique em situação clínica estável, será a própria seguradora a remeter o processo ao tribunal (podendo, claro está, ser resolvida a questão amigavelmente mesmo antes disso).
      A indemnização dependerá da sua idade, vencimento, e especialmente da percentagem de incapacidade. O melhor procedimento será contactar um médico ou um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  44. Boa tarde chamo me sonia.no passado dia 18/7/2013 tive um acidente de trabalho nessa altura tinha 26 anós i ganhava 485€ ..fui operada a coluna no dia 4/9/2013 pela companíhá de seguros, após um anos descobri que tinha sido operada no local errado, voltei a ser operada a coluna no dia 9/4/2014 depois fis fisioterapia ,passando um tempo tive alta 4/11/2014 com uma ipp de 10 pro cento, só que no entanto descobrir que tenho uma fibrose onde fui operada pró duas vezes.

    • Bom dia, D. Sónia
      Não tendo visto uma questão concreta, presumo que queira uma orientação.
      Pelo que vejo, infelizmente, a sua situação clínica continua a piorar. Penso que deverá exercer o seu direito a requerer revisões anuais à sua situação clínica. Terá sempre direito a todos os tratamentos que sejam clinicamente possíveis para que a sua situação melhore, bem como direito a uma actualização dos seus direitos na eventualidade de a sua incapacidade aumentar.
      Em todo o caso, é muito importante que vá solicitando cópia dos exames e relatórios médicos que vá efectuando, para que no futuro, caso a seguradora lhe recuse alguns dos direitos que referi, tenha elementos para os pressionar.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  45. Boa tarde em 1995 tive um acidente em que anputei o 4e5 dedos e metade da mão direita fui a tribunal e foi-me atribuída uma pensão por invalidez vitalicia.
    Na altura foi-me dado 30 contos moeda antiga agora é de 416.45€ mensal e subsidio de natal.agora fui a tribunal para tentar receber tudo ou uma terça parte.
    Gostava de saber sé mé pagão tudo ou uma terça parte
    Tenho 36 anos será pago até há idade da reforma
    Que valores posso receber ,agradeço a ajuda obrigado

    • Bom dia, Sr. Bruno
      Necessito que me indique qual a percentagem da sua incapacidade para ser o mais preciso possível.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

    • Bom dia novamente, Sr. Bruno
      As IPP superiores a 75% não são obrigatoriamente remidas. Terá de ter consciência que se não obtiver o acordo da seguradora para valores, não a poderá obrigar a efectuar um pagamento global.
      Deverá debater o assunto com a seguradora e, acima de tudo, com o Magistrado do Ministério Público que está encarregue da sua representação no tribunal de trabalho.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  46. Boa tarde ,em Fevereiro de 2014 sofri um acidente de trabalho sendo operado em Agosto 2014 a uma hérnia discal lombar e recebi alta em Janeiro 2015 com incapacidade de 4% IPP .estou aguardar para ir ao tribunal de trabalho.
    Ganho 625e mais 5e diários de subsídio de alimentação ,quando tive o acidente trabalh tinha eu 31 anos de idade recebi alta com 32 anos trabalho na empresa a 14 anos.
    Com base nestes dados alguém me pode dizer por alto se terei direito alguma indemnização ? E quanto ? Obrigado a todos

    • Bom dia Sr. Luis
      O montante que lhe proponham terá outras variáveis para além das que refere. O que aconselhamos é que mal tenha uma proposta final volte ao nosso contacto, seja via blog ou via mail, que fazemos-lhe essa verificação de valores.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  47. Boa noite sr Pedro no ano passado estive um acindente trabalho au 2 dedo da mão direita este encontrar se no tribunal do trabalho passados uns messes tive outro acidente nos 3 e 4 ddedeemram alta médica por minha insiativa foi a um médico particular que me orbecevou viu que os dedos no estavam bem liguei praça companhia nova consulta foi me dada uma percentagem por estes dois últimos e também o processo foi pra o tribunal a minha dúvida é como sinto muita difilcudades em trabalhar porque são três dedos seguidos o que eu posso fazer em relação a isso desde já muito obrigado

    • Bom dia Sr. Tiago
      A minha sugestão é que faça uma consulta na medicina do trabalho associada à sua entidade patronal. Eles próprios sugerem as medidas necessárias e adequadas ao seu posto de trabalho.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  48. Boa tarde, no passado dia 30-06-2014, a minha mãe teve um acidente de trabalho, fez a luxação do ombro direito, ficando com difícil mobilidade no braço e rotatividade, fez fisioterapia, entretanto voltou ao trabalho no dia 8-01-2015. Foi chamada ao Inml para avaliação do dano corporal ao que a médica legista lhe deu uma incapacidade de 9% . Agora já foi chamada ao tribunal de trabalho da nossa área de residência a fim de uma conciliação com a seguradora Fidelidade. Á data do acidente a minha mãe tinha 48 anos, tendo feito entretanto os 49. A renumeração dela são 618.25euros * 14 meses,o subsídio de alimentação são 5.50 euros * 242dias, será que me podiam ajudar no cálculo do valor que ela tem direito a receber? A fim de ver se o que lhe oferecem é compatível com o cálculo. Se não for deverei constituir advogado? Obrigado pela atenção dispponibilizada! Com os melhores cumprimentos.

    • Exma Sr.ª Bruna
      As indemnizações por incapacidade temporária começam a vencer-se no dia seguinte ao do acidente; As pensões por incapacidade permanente começam a vencer-se no dia seguinte ao da alta.
      Ou seja, o montante que lhe proponham terá outras variáveis para além das que refere. O que aconselhamos é que mal tenha uma proposta final volte ao nosso contacto, seja via blog ou via mail, que fazemos-lhe essa verificação de valores.
      Quanto à necessidade de vir a constituir mandatário, logo vemos. Se o valor for justo pode conciliar-se e não haverá necessidade em ter custos com advogado.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

      • Olá bom dia doutor José obrigado por responder.a minha incapacidade é de 80℅ de invalidez ❓

  49. Peço desculpa. uma correcção
    contacto com o sol (luz solar)

  50. Boa noite a todos
    Omtem a noite tive um acidente de trabalho saltpicou um acido corrusivo (desencrustante) para o olho esquerdo
    fui visto de urgência no hospital st maria e foi detetado uma frida na pálpebra que me esta a causar um enorme incomodo e também fique com a visão um pouco nublada e distorcida
    mantive o olho durante toda a tarde tapado com um pensso feito no hospital mas mesmo desta forma o contacto com o sal dava um ardor intenso e incomodo
    ja foi tudo enviado para a suguradora sera que vou ter um acompanhamento do seguro tanto neste momento como futuramente em relação a este caso

    • Bom dia, Sr. Tiago
      A seguradora irá avaliar a sua situação clínica numa série de parâmetros objectivos, mas que se destinam a avaliar 2 coisas: primeiro, que tratamentos serão necessários empreender para lhe efectuar a melhor recuperação possível. Por outro lado, quais os danos que, não sendo possível reparar na íntegra, irão condicionar, e em que medida, a sua vida futura, seja pessoal ou profissional.
      Terá direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada.
      Após estas avaliações, a seguradora terá de lhe apresentar uma “proposta razoável”, seja já definitiva (caso tenha ocorrido já alta clínica), ou provisória (se não tiver alta clínica). Tem 15 dias para responder a isto.
      Conselho: quando tiver o relatório em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  51. Viva,

    Resultado de um acidente na empresa o meu pai sofreu graves queimaduras da cintura para baixo que variam na classificação entre o 2º e 3ºgrau de lesão. Este episódio é recente, no entanto, gostaria que me fosse esclarecido os passos que este tipo de processos exigem, bem como, as seguintes questões, a saber,

    1. Por falta de cama num hospital na área da residência o meu pai foi transferido para um hospital fora dessa zona exigindo necessidade de deslocações maiores e naturalmente com maiores custos. Pode a minha mãe exigir ajuda de custas? Se sim a quem? Empresa ou seguradora?

    2. O ordenado do meu pai durante o período de tratamento será pago na totalidade? Por quem?

    3. A identificação de uma indemnização é feita só após uma ida a uma junta médica? Devemos reclamar isso junto da seguradora?

    Obrigado,
    NF.

    • Bom dia Sr. Nelson
      Antes de mais, os desejos que a recuperação seja o menos penosa e o mais eficaz possível para o seu pai. Acompanho outros assuntos de queimaduras, e são lesões muito penosas para os acidentados.
      Relativamente às suas questões:
      Durante esta fase, o seu pai tem direito a todos os tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Ou seja, quando já não vai melhorar. Tudo quanto gaste deve ser reembolsado, ou pago directamente pela seguradora. Relativamente ao ordenado, enquanto se mantiver a incapacidade absoluta em trabalhar, será pago pela seguradora.
      A partir daqui, a seguradora terá de avaliar o seu pai por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. Nesta fase saberá exactamente o valor da sua incapacidade temporária, quais os danos indemnizáveis que sofreu (dano estético, de trabalho, pessoal, afectivo, etc) e eventual incapacidade permanente (ou seja, incapacidade que permanecerá ao longo da sua vida activa, por se considerar que os tratamentos não resolveram as suas sequelas a 100%). Caso lhe venha a ser atribuída uma incapacidade permanente, a seguradora tem então obrigação de participar ao tribunal competente a sua situação no prazo de 8 dias a partir do momento em que tiver alta clínica. Ou seja, logo que acabarem os tratamentos possíveis e fique em situação clínica estável, será a própria seguradora a remeter o processo ao tribunal (podendo, claro está, ser resolvida a questão amigavelmente mesmo antes disso).
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos. A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.
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  52. Bom dia, venho através do presente solicitar se possível o seu esclarecimento relativamente a umas duvidas que possuo. No passado dia 26/11 tive um acidente de trabalho em que parti o tornozelo tendo sido operada no dia 27/11 e onde até ontem dia 09 /04 tenho estado em recuperação.
    As minhas duvidas prendem-se com o facto de ontem após a consulta em que em foi dada alta o medico entregou me a minha com a seguinte indicação:
    ” Incapacidade Temporária Parcial de 10%” e informou me que iria ser chamada para uma consulta de dano corporal.
    Podem explicar-me o que isto significa?
    Gostaria ainda de saber quais os meus direitos, se posso pedir indeminização ou como funciona o processo de agora em diante.
    desde já o meu obrigada pela disponibilidade.
    Cptos, Sónia

    • Bom dia D. Sonia
      A situação de “alta Médica” geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada.
      Atingida a dita “alta médica”, a seguradora terá de a avaliar por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas.
      Serve para determinar exactamente quais os danos indemnizáveis que sofreu e eventual incapacidade permanente (ou seja, incapacidade que permanecerá ao longo da sua vida activa, por se considerar que os tratamentos não resolveram as suas sequelas a 100%). Caso lhe venha a ser atribuída uma incapacidade permanente, a seguradora tem então obrigação de participar ao tribunal competente a sua situação no prazo de 8 dias a partir do momento em que tiver alta clínica. Ou seja, logo que acabarem os tratamentos possíveis e fique em situação clínica estável, será a própria seguradora a remeter o processo ao tribunal (podendo, claro está, ser resolvida a questão amigavelmente mesmo antes disso).
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos. A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.
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      José Ribeiro Teixeira, advogado

  53. Dalila Raimundo

    Boa noite.. Eu tive um acidente de trabalho do qual tive uma lesão e já tive alta com uma incapacidade de 20% e em nota diz que não posso fazer esforços com o braço que lesionei. Já fui notificada para ir ao exame médico para me atribuirem a incapacidade definitiva. Entretanto o espaço desde a alta até agora já vai uns meses. Entretanto tenho sentido várias pioras no meu estado. É possível que se necessário os médicos me voltem a enviar para a seguradora para retomar tratamentos médicos? Obrigado

    • Bom dia, D. Dalida
      Independentemente da avaliação que será efectuada em tribunal, tem direito a requerer uma revisão junto da seguradora, em caso de sentir que a sua situação clínica se alterou desde a alta clínica. Pode fazê-lo uma vez por ano.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  54. Boa tarde,
    Parabéns pelo excelente trabalho que aqui prestam!
    A minha questão é a seguinte:
    A 03/01/2015 tive acidente de viação com um condutor alcoolizado (2,53).
    Não tive qualquer tipo de culpa no acidente, participei a 5/01 como terceira lesada e a companhia do dito condutor só assumiu os danos a 28/01,apos todas as deligencias, visto que o condutor nunca participou o sinistro, mas foi tudo registado pela GNR marcando nessa data peritagem a minha viatura e consulta para avaliação de danos corporais. Iniciei tratamentos de reabilitação (não tinha nada partido foi tudo muscular)a 03/02 e continuo a fazer tratamentos até hoje. Em Janeiro e Fevereiro estive com ITA de 100% tendo passado a 25/02 para 50% contudo o meu emprego diz-me que não é obrigado a pagar subsidio visto que trabalho apenas a meio tempo.
    Quanto aos tratamentos não estão a fazer nada pelo que já fui informada pelo medico do seguro que a 05/05 será dada alta com alguma incapacidade definitiva e citando “assim foca com dores mas já não perde tudo”.
    1º – gostaria de saber se o seguro é obrigado a pagar subsídios, tais como: almoço, línguas, ferias e natal (recebia 9,00/almoço + 100,00/de línguas) e agora como só trabalho 50% a minha entidade patronal diz não ter obrigação de pagar esses valores.
    2º – a nível de incapacidade qual poderá ser a percentagem – fiquei com mobilidade reduzida no braço esquerdo (não posso me esticar, estender roupa, pegar sacos pesados, etc…), a coluna vertebral está afectada desde o occipital ate ao sacro-iliaco e nem consigo estar muito tempo sentada e a minha profissão é sentada todo o dia, tipo cal-center.

    Mais, estive ate dia 25/02 para receber todas as despesas que tinha tido e uma percentagem do salario mas não pagaram a 100%, pois alegam que isso so será acertado aquando do encerramento do processo e da indeminização dos danos morais atribuía. Estive 21 dias sem carro e com uma criança pequena para transportar e não me querem pagar esses dias, onde tive que andar a pedir a ajuda de terceiros. Duarante 2 meses contratei uma senhora para tratar da casa e da criança mas fui informada que só pagariam 2h/dias e a partir de 02/03/2015 data da autorização do medico para esse efeito.
    Ora se eu estava muito pior em Janeiro e Fevereiro era nessa altura que mais precisava mas não quiser pagaras os documentos apresentados.
    Agradeço a vossa elucidação sobre a matéria.

    • Cara Laura

      Envie à seguradora uma exposição a solicitar uma compensação pela perda de rendimentos. Anexe os recibos de vencimento que comprovam que exercia uma atividade profissional de modo a comprovar a perda de rendimentos.

      Quanto ao grau de incapacidade – será atribuido pelo Tribunal de Trabalho

      Todas as despesas efectuadas originadas pela falta da viatura devem ser apresentadas à seguradora de forma a ser ressarcida. Tem direito a esse reembolso.

  55. Ola sr Pedro queria pedir que me responde se o meu comentário aguarda remicao

  56. Bom dia a todos. Eu sofri de um acidente de trabalho do qual fiquei com o dedo mindinho da mao esq esmagado, apesar de ca ter o dedo não dobra e na realidade ate me atrapalha mais do que ajuda. Fui ha reunião conciliatória no qual me foi atribuido 126 euros de pensao anual que me iriam pagar de uma só vez. Hoje recebi a carta com o valor, e dizem que me vao pagar 2000 euros +- de indeminização. A minha questao é a seguinte:

    Se eu tinha 32 anos ha altura do acidente, 33 quando me deram alta com 1.99% de incapacidade permanente, como podem 126 euros anuais dar 2000 euros de indeminizaçao?
    se tinha 33 anos e me faltam 34 para a reforma?

    126 euros x 34 anos = 2000 euros ????

    Na carta conciliatória falam em 126 euros anuais, hoje fui la perguntar ja me falam de uma tabela qualquer da qual nunca me tinham falado.

    Será que alguem me pode ajudar a perceber o que se passa ou ate se devo recusar o dinheiro e ir para tribunal?

  57. Boa tarde,
    Em Maio do ano passado tive um acidente de trabalho.
    Quando tive alta médica a minha incapacidade temporária parcial era de 20%.
    O médico da companhia deu-me IPP de 30%.
    Hoje recebi uma carta para a conciliação e fiquei com umas dúvidas:
    Na carta diz que quando tive alta a IPP era de 7,8 e que agora tenho IPP de 7,8706%… o que significa este valor? De 30% passou para 7% ou é uma escala diferente?

    Mais uma dúvida: a base do meu seguro é de 600 euros mas, como sou trabalhador independente, os meus rendimentos não são certos. Pediram-me para levar para a conciliação comprovativos de remunerações e sendo que são acima dos 600 euros, vão calcular com base nos rendimentos ou dos 600 euros?

    Aguardo resposta,
    Atentamente

    • Boa tarde Sr. Paulo
      Relativamente às suas questões:
      1. As percentagens de IPP, à partida, são calculadas de acordo com os mesmos critérios, pelo que, concordando que é estranho haver uma variação tão grande, deverá pedir na seguradora cópia do relatório que lhe atribuiu os 30% para saber onde estará o motivo de tal discrepância;
      2. Caso não haja disposição especial no contrato de seguro em concreto, quando a retribuição declarada para efeito do prémio de seguro for inferior à retribuição realmente auferida pelo trabalhador, a seguradora só é responsável em relação à retribuição declarada, a qual não pode em nenhum caso ser inferior ao salário mínimo

      Caso se confirme que a incapacidade variou, efectivamente, num período de tempo tão pequeno, o que aconselho é que consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  58. Obrigado , sim encontro me a ser acompanhado pelo seguro de trabalho.
    As dores surgiram de inicio um incomodo na zona frontal esquerda da tíbia na minha perna esquerda, no seguimento de elevações de cargas acima da cabeça , esforços com cargas afastadas do corpo , torção repetitiva e continua em esforço do tronco , subida e descida com cargas em escadas ( 8 pisos) , o nível de dor foi aumentando e espalhando se pela perna , como já tinha referido comecei a tomar anti inflamatórios ,pensando que fosse algo passageiro , continuando com os esforços mais umas cargas com garrafas de oxigénio industrial , acetileno , árgon , posições de trabalho dignas de circo e sempre com o as dores , foi ate rebentar digamos , visto isto o que posso esperar:

    1- Por ter sido operado tenho direito a algum tipo de indemnização ?

    2- Se for trabalhar com incapacidade temporária , como é feito o pagamento ?

    3- Se tiver alta e sofrer uma recaída , posso accionar o seguro novamente, mesmo que suponhamos tenha tido direito a uma indemnização por incapacidade permanente?.

    Obrigado,

    • Caro António Pinheiro

      Resposta às questões:

      1 – É pago pelo tempo que esteve incapacitado e com base no vencimento declarado
      2 – Imagine que tem uma incapacidade temporária de 20%. A seguradora pagar 20% do seu vencimento e a empresa paga o restante.
      3 – Se tiver alta e posteriormente uma recaída pode accionar o seguro informando que é uma recaída do anterior sinistro.

  59. Bom dia , obrigado pela resposta,sim estou a ser tratado pelo seguro que com base no historial de trabalho a que estive sujeito aceitou tratar me. As dores começaram quando executava trabalhos de transporte de cargas ( terreno acidentado e escadas durante 8 pisos), colocação de ditas cargas acima da cabeça e segurar ate estarem fixas ao tecto ( aparelhos de AC) , isto tudo já com dores , transporte de garrafas de oxigénio e acetileno , transporte de garrafas de árgon industrial ( peso semelhante as outras já referidas) , fazer rotação de tronco fazendo esforço para encaixar tubos de vidro de painéis solares numa fachada com 8 pisos ( esforço feito desde a posição todo esticado até todo aninhado no piso ) em andaimes,fazendo repetição destes movimentos por volta 600 vezes em 2 dias, tudo isto desencadeado penso eu por dito mau geito ao pegar em caixas de material e ter torcido a zona lombar, ter caído e mais importante talvez durante estas peripécias todas nunca ter um período de repouso para recuperar, pois tudo contribuiu para acelerar o processo de degradação.
    Como já referi anteriormente fui operado e neste momento encontro me com ITA 100% e fazendo sessões diárias de fisioterapia .

    Obrigado

  60. Boa noite, o meu caso é o seguinte , após ter dores (dita ciática ,provável hérnia discal ) durante mês e meio , tomar voltarem para as dores , umas idas ao hospital onde era medicado com o tratamento habitual ( injecções ), TAC pelo meio para identificar a origem da dor , entretanto mais uns esforços e cheguei ao resultado final (devido a compressão da raiz nervosa em L4 L5 por tempo a mais sem o tratamento adequado ), pé pendente. Fui operado (em Janeiro) para retirar o disco , não foi colocada quaisquer tipo de prótese , tenho uma cicatriz de 10 cm . As dores pararam , o pé com melhoras más continua fraco , desde fins de Janeiro em fisioterapia e continuo , exame feito recentemente para avaliação do desempenho do pé, que veio a confirmar o que se verificava no meu dia dia ,e na fisioterapia.
    Isto em relação ao pé , em relação a coluna , sinto alguma fraqueza na zona da cirurgia (ao espirrar, tossir , tropeçar, parece que me vou desmontar todo).
    Dito isto ,peço desculpa peço relatório, as minhas duvidas são as seguintes:

    1- Por ter sido operado tenho direito a algum tipo de indemnização ?

    2- Se for trabalhar com incapacidade temporária , como é feito o pagamento ?

    3- Se tiver alta e sofrer uma recaída , posso accionar o seguro novamente, mesmo que suponhamos tenha tido direito a uma indemnização por incapacidade permanente?.

    O que devo esperar desta situação? .

    Obrigado.

    • Caro António Pinheiro

      Dor ciática ou hérnia discal não é acidente de trabalho. As hérnias, excepto as de saco formado, estão excluídas do seguro de acidentes de trabalho.
      Confirme se está a ser tratado por via do seguro de acidentes de trabalho. Na sua exposição não esclarece como surgiram as dores.

    • Boa tarde Sr. António Pinheiro
      Desde logo, o desejo de melhoras rápidas e o mais frutíferas possíveis.
      Quanto às suas dúvidas:
      1. Durante esta fase, tem direito a todos os tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Durante este período, tem direito ao reembolso imediato de todas as quantias que hajam despendido com tratamentos, medicamentos, etc.
      Atingida a dita “alta médica”, a seguradora terá de o avaliar por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas.

      2. O empregador paga-lhe a retribuição devida (pela parte em que é capaz), e a seguradora paga o restante (por isso é definida a incapacidade temporária);

      3. Sim, pode pedir uma revisão por ano, no máximo;
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  61. ramona lupan nogueira

    boa tarde venho por esse meio pedir uma ajuda para saber como se calcula indemnização .Tive um acidente de trabalho fiquei como I.P.T.A.Q.T. (INCAPACIDADE PERMANENTE ABSOLUTA POR TRABALHO Habitual de 100% e co uma IPP 65.4% O MEU ORDENADO DE BAZA ERA 515 EURO E 6EURO subsidio de almoço acidente foi em 2012 sempre pagaram me quando estive de baixa em partido de 14.06.14 deram me alta com uma IPP 63.45% DEPÕES FOMOS PARA TRIBUNAL E FIQUEI COM 65.4.Gostava k me ajuda se saber mais o menos que tenho direito para receber.Disseram k vou ficar como pencao vitalícia gostava saber qual era o valor e também indemnização k tenho para receber.OBRIGADA PARA VOSSA ATENÇÃO Ramona Nogueira

    • Ramona

      O simulador não está disponivel por enquanto. Terá que ir visitando a página para ver se já está activo. O simulador pertence a uma entidade distinta do Blog.

  62. Boas Sr. Pedro Monteiro, em Agosto de 2014 tive um acidente de trabalho resultando na ruptura de ligamentos e menisco, fui operado em Outubro tive de baixa até ao dia 3 deste mês, agora dizem-me que estou a 100% de capacidade, quando ainda não tenho a flexão 100%, a mobilização pouco mais de 90º, imensas dores principalmente na zona da rótula e a descer escadas, e com 8horas de trabalho fica inchado. Como reclamar? A seguradora é a Tranquilidade.Obrigado pela atenção.Cumprimentos

    • Bom dia Sr. Luís Nunes
      Pelo que percebo, a seguradora já o avaliou por um medico assistente, que terá emitido um boletim em que, descrevendo as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas, determinou a sua alta clínica, por cconsiderar que está 100% recuperado.
      A seguradora tem obrigação de avaliar a sua situação clínica numa série de parâmetros objectivos, mas que se destinam a avaliar 2 coisas: primeiro, que tratamentos serão necessários empreender para lhe efectuar a melhor recuperação possível. Por outro lado, quais os danos que, não sendo possível reparar na íntegra, irão condicionar, e em que medida, a sua vida futura, seja pessoal ou profissional.
      Se ainda não se encontra bem, tem direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Deverá escrever à seguradora referindo que não concorda com a alta, descrevendo exactamente tudo o que sente e solicitando nova comparência nos serviços clínicos. De preferência, vá previamente ao seu médico de família e solicite lá um prolongamento da baixa, anexando também o documento da baixa que lhe derem.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  63. Exmos Srs.

    Boa tarde

    Gostaria de expor um cenário para se possível esclarecimento.

    Agradeço desde já a disponibilidade.

    Cenário: Acidente de trabalho(viação), sem responsabilidade por parte do trabalhador.

    Incapacidade Permanente Parcial de 30% (ainda sujeita a conciliação).

    Questões: Se for atribuída a PPI 30% como se processa em termos salariais o pagamento da indemnização(é mensalmente?)? O seguro paga 30% do vencimento e a entidade empregadora os 70 %? ou existe outro procedimento? e a indemnização é vitalicia? Como se processa na reforma? O calculo da reforma é realizado pelos 70% do vencimento?

    Peço desculpa a quantidade de perguntas.

    Cumprimentos

    • Boa tarde Ana

      Se a incapacidade ficar igual ou inferior a 30%, a pensão será remida – paga de uma só vez. Doutra forma, poderá ficar remida (se Juiz assim o entender) ou então será paga mensalmente como pensão vitalicia.

  64. Boa tarde,
    O meu nome é Rosa tenho 39 anos e sofri um acidente de trabalho no dia 16 de Maio do ano passado ao limpar uma porta tendo esta puxador de vidro que de partiu e cortei o polegar ou melhor cortei o tendão extensor do mesmo já fiz três cirurgias mas tenho o dedo atrofiado e sem movimento não consigo fazer nada com a mão pois o dedo não tem sensibilidade nem força tem sido complicado pois não sei como tudo isto vai acabar.
    A minha questão é este trabalho era apenas duas vezes por semana oito horas a senhora tinha seguro mas a nível de indeminizacoes como se irá processar essa e uma das minhas dúvidas já tenho uma avaliação da companhia em que o médico diz que se segurar uma moeda por segundos já será uma grande vitória .
    Devo contactar um advogado para me ajudar neste processo?

  65. Bom dia. Eu tive um acidente de trabalho em Maio de 2013 em que magoei a coxa direita. Fiz 4 meses de fisioterapia e no dia em que acabou o contrato da empresa na qual trabalhava recebi alta do seguro, no que me foi dito que eu estava apta para trabalhar. Pois bem comecei a trabalhar em Abril do ano passado e a perna tem continuado a inchar e com dores. Será que posso recorrer na seguradora? O que tenho que fazer?

    • Cara Vanessa

      Informe a seguradora por escrito de que teve uma recaída da lesão inicial. O melhor é reenviar a participação original com a indicação RECAÍDA.

    • Boa tarde, D. Vanessa Castro
      Tem direito a solicitar a revisão junto da seguradora.
      Dever-se-á munir de todos os relatórios e exames médicos ao seu dispor e que demonstrem que, ainda em consequência do acidente, não está apta para o trabalho.
      Pode efectuar este pedido por escrito na própria seguradora.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  66. Ola sr Pedro preciso de ajuda numa questão fui operada a coluna hernia discal l5 lombar a minha profissão e ajudante de ação direta mas a valência era apoio domiciliário mas desde que fui operada nunca mais voltei para esse serviço uma vez que tenho dores todos os dias e não posso fazer esforços desde que tive alta a entidade patronal colocou me em serviço de centro de dia mas no apoio domiciliário eu recebia um subsidio mensal de 35 euros desde que deixei o apoio domici a entidade patronal cortou me esse subsídio sendo um acidente de trabalho a seguradora não tem que me pagar esse valor E esta a minha duvida que tanto me entriga obrigado

  67. Helena Fernandes

    Boa tarde,
    O meu marido sofreu um acidente de trabalho em 2011 no qual levou com uma corrente na boca e partiu dois dentes incluindo o osso do maxilar superior. Foi accionado o seguro para que fosse tratado e tem andado em tratamentos desde então. Tem uma placa provisória e perdeu qualidade de vida, tem que comer com cuidado, não pode fazer desporto quando está em tratamento etc. A minha questão e se há algum tipo de indemnização nestes casos. Está há 4 anos sem dentes por causa de um acidente de trabalho e com a vida limitada. Obrigada

    • Boa tarde D. Helena Fernandes
      Tudo quanto me refere constituem danos indemnizáveis, pelo que é exigível a reparação dos mesmos pela seguradora.
      Aconselhava desde logo que se documentasse o mais possível – exames realizados, datas de consultas e tratamentos, e todos os relatórios médicos que tenha.
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa quantificação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  68. Boa noite a minha questão é no caso de acidente de viação com total responsabilidade de terceiros como são calculados os valores para o pagamento das percas salariais e se o subsidio de alimentação também faz parte desse calculo e como e que se processa em relação aos descontos obrigatórios S.S. e I.R.S.

    • Caro Hugo

      Deverá submeter à seguradora do responsável pelo acidente, cópias dos recibos de vencimento solicitando uma indemnização pelos dias de trabalho perdidos.
      Em relação aos descontos obrigatórios, não há descontos porque o senhor esteve totalmente incapacitado para o trabalho (pelo seu mail deduzo que sim) pelo que a entidade patronal só comunica à Segurança Social os dias que trabalhou.

  69. Bom dia, tive um acidente de trabalho em que fraturei o 4 dedo da mão esquerda com IPP de 2% por parte da seguradora e 5% pelo médico legista depois de a seguradora não ter aceitado a conciliação vou ser chamado a uma junta médica. Pergunto se será proveitoso fazer entretanto um exame de danos corporais no instituto de medicina legal para servir de prova complementar quando for chamado para esta junta médica?

  70. BOA TARDE.
    GOSTARIA QUE ME AJUDA-SE NO SEGUINTE.MAGOEI ME NUMA VISTA NO TRABALHO,JA FUI OPERADA DUAS VEZES,ENTRETANTO JA ME CHAMARAM Á CLINICA DA SEGURADO E O MEDICO DE LÁ DISSE QUE IREI FICAR PELO MENOS UMA INCAPACIDADE NA VISAO DE 10%, SERÁ QUE ME PODIA AJUDAR AO INDICAR +/- O VALOR DA INDEMNIZAÇAO A QUE TENHO DIREITO,O MEU VENCIMENTO É DE 505 EUROS. FICVA MUITO GRATA PELA SUA AJUDA.
    CUMPRIMENTO – CATIA

    • Exma Sr.ª Cátia Moreira,
      Os nossos cumprimentos

      Parto do princípio que o médico da seguradora esteja a avaliar a sua incapacidade temporária, ou seja, a que resulta da sua situação actual, antes de ter alta médica. Caso o médico considere que vai havendo melhorias, é normal que essa incapacidade temporária diminua.

      De qualquer das formas, depois de ficar numa situação de alta médica (ou seja, quando a medicina já não consiga melhorar a sua situação) o médico emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. Nessa fase saberá exactamente o valor da sua incapacidade permanente (ou seja, incapacidade que permanecerá ao longo da sua vida activa, por se considerar que os tratamentos não resolveram as suas sequelas a 100%). Após a realização desse boletim, a seguradora terá de lhe transmitir uma “proposta razoável”, em que quantificará a sua indemnização.Terá 15 dias para responder a isto.

      Os seus danos indemnizáveis não se limitam a compensação por incapacidade permanente, englobando uma série de critérios legais objectivos (dano estético, dano moral, dores, paralisação de vida social, prejuízo para a vida sexual e afectiva, etc). Ou seja, provavelmente tem mais direitos do que pensa, na medida em que a legislação é hoje bastante extensa quanto a esta valorização. Para além da incapacidade, os montantes a que terá direito dependem ainda do tipo de lesão, dos tratamentos que efectuou, da recuperação que teve, do seu contexto social e familiar, profissão, etc.

      A chamada “proposta razoável” tem de contemplar tudo isto.

      Conselho: quando tiver o relatório final da seguradora em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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      Cumprimentos

      José Ribeiro Teixeira – advogado

  71. Boa tarde tive um acidente de trabalho do qual resultou o esfacelamento do 3e4 dedo da mao direita a minha ultima folha de vencimento e de 744€brutos e sobre esse salario que a seguradora me tem de pagar ou sobre o vencimento liquido?

  72. Boa tarde,
    Tive um acidente de trabalho no passado dia 07/06/14 sendo que apenas fui operado no dia 24/02/15 encontrando-me em situação de incapacidade temporária absoluta-
    Entre a data do acidente e a data da cirurgia troquei de emprego passando a auferir mais 345€ de ordenado base.As minhas questões são as seguinte:
    Existe algum procedimento para receber o “salário” através da seguradora?
    Qual o vencimento a ter em conta uma vez que o atraso na resolução foi da total responsabilidade da seguradora?

    • Caro Hugo

      Questões complicadas…
      Deveria receber pelo ordenado actual e não pelo ordenado anterior. Exponha o seu caso por escrito à seguradora. Se a resposta não agradar, questione um advogado para uma opinião.

    • Boa tarde, Sr. Hugo Baptista
      Durante esta fase, tem direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Ou seja, quando já não vai melhorar.
      Quanto ao valor a considerar pela seguradora, terá sempre de se referir ao seu valor de ganho efectivo – ou seja, se entretanto o seu salário aumentou, o seu prejuízo também aumentou, e a indemnização pela perda de ganho terá de acompanhar esse aumento.
      A partir daqui, a seguradora terá de o avaliar por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. Nesta fase saberá exactamente o valor dos danos indemnizáveis que sofreu (dano estético, de trabalho, pessoal, afectivo, etc) e eventual incapacidade permanente (ou seja, incapacidade que permanecerá ao longo da sua vida activa, por se considerar que os tratamentos não resolveram as suas sequelas a 100%).

      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  73. Boa noite gostava de ver esclarecida uma duvida que tenho , no passado dia 26/1/2015 sofri um acidente de viação do qual não tive culpa e tive de ser deslocado de ambulância para o hospital. Até aqui a seguradora tem tentado resolver a minha situação com exames e todos os trâmites normais.
    A minha dúvida é na altura do acidente eu encontrava me de baixa médica por doença natural, gostava de saber se o seguro tem de me pagar alguma coisa.

    Obrigado

    • Rui

      A seguradora pagará os tratamentos aos ferimentos directamente ligados ao acidente. O que tem a haver com doença fica de fora.

      • Boa noite Sr. Pedro realmente o facto de estar de baixa não me dá direito a receber as chamadas perdas salariais.
        A seguradora assim só tem de me reembolsar das despesas dos tratamentos e de transporte durante o tempo que estiver incapacitado para o trabalho correto?
        A minha dúvida era se a seguradora podia pagar o restante das perdas salariais que a baixa por doença não paga.
        Mas pelo vistos isso não pode acontecer certo?
        MC
        Rui Mingates

  74. Boa tarde, sofri um acidente de trabalho após o qual fiquei com uma incapacidade de 4%. Gostaria de saber qual é a fórmula para calcular o valor da indemnização. Tenho 25 anos e o acidente aconteceu em Nov. de 2013. Já vi vários tópicos por aqui, mas nenhum deles da uma resposta concreta… Se me pudessem dar uma resposta mais concreta agradecia vos muito.

  75. Boa tarde!
    Tive um acidente de trabalho no dia 26 de Maio, e ontem foi a minha consulta de avaliação de danos, na qual o médico me atribuiu 10% de incapacidade.
    Já sei que irei ser chamada a tribunal de trabalho e a minha questão é: essa percentagem é a definitiva ou será, ainda sujeita a nova proposta ou decisão? Devo fazer-me acompanhar de médico ou advogado?
    Obrigada

  76. Caros Srs.,

    Sofri em Setembro de 2013 um acidente de viação no qual não tive culpa. Embateram-me na viatura lado do pendura (perca total do carro) sofri um entorse da cervical e andei 2 meses em tratamente e baixa.
    Acontece que não está o igual ao que era. Vivo diariamente com dores, estalos, dormencia e formigueiro no braço esq, e cervical. Hoje recebi este relatorio final da seguradora que se deu como culpada. Como devo eu calcular valores para uma indemnização por favor?

    Reportamo-nos ao sinistro com Refª em epígrafe.

    Na sequencia da recepção do Relatório Final de Avaliação do Dano Corporal, em anexo, na qual verificamos a situação de curado, e no intuito de podermos dar como finda a nossa intervenção, vimos por este meio solicitar nos informe se dispõe de despesas decorrentes deste acidente, para nossa análise, bem como a solicitar que nos seja enviada Proposta Final de Indemnização.

    Mais solicitamos cópia de Declaração de Liquidação de IRS.

    Cumpts,

    Jotta

    • Boa tarde Sr Fonseca
      A seguradora terá de lhe transmitir a chamada “proposta razoável”, em que vêm descritos um conjunto de danos que se propõem indemnizar. Nos termos da lei são objectivamente indemnizáveis diversos danos: paralisação para o trabalho, dores, despesas, dano estético, dano moral, incapacidade temporária, incapacidade absoluta, etc. Terá de verificar os ítems e montantes quando os tiver na sua posse.
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos (hoje a lei dá-nos critérios objectivos de valorarão que favorecem o sinistrado)

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  77. sergio paulo narciso de sá

    venho por este meio solicitar duas informações ,
    1-enquanto estiver em incapacidade temporaria quem paga os descontos á seg,social o patronado ou a seguradora???
    2-se no entanto tiver uma incapacidade parcial por ex 40 por cento ,como funciona o horario,trabalho só 40 por cento do horario?

    • Caro Sérgio

      respostas:
      1 – ambas na devida proporção
      2 – recebe 40% da seguradora e o restante da entidade patronal. Trabalha o tempo inteiro

    • sergio paulo narciso de sá

      Boa noite a resposta da segunda questão,agora sobre a primeira não percebi ,estou de incapacidade temporaria a 100 por cento desde 27 de novembro de 2014 ,tem me pago a seguradora até a presente data ,acontece que no serviço da caixa direta da segurança social desde de dezembro/2014 não tenho descontos lançados,só aparece o ultimo desconto do patronado que é o subsidio de natal ,é essa a minha duvida a quem tenho que perguntar sobre os descontos ,a seguradora ou ao patronado,agradeço a informação ,obrigado.

      • Caro Sérgio

        Não sei responder com exactidão, mas sei que a seguradora não faz os descontos. Será melhor colocar a questão à segurança social.

      • Sérgio

        Para clarificar:
        Durante o tempo que esteve incapacitado a 100%, deixou de trabalhar. A entidade patronal ao comunicar as folhas de remuneração à segurança social, apenas comunica o numero de dias que o Sérgio esteve a trabalhar e só paga por esses dias.
        Como não houve trabalho, não houve rendimento, logo ninguém paga segurança social.

  78. o simulador nao funciona a vários dias …

  79. Boa Noite
    Sou trabalhador independente , com apólice acidentes trabalho + acidentes pessoais, tive acidente de trabalho e estou neste momento com incapacidade temporária absoluta, fui operado a face com perda de parte do maxilar e tive de colocar 4 parafusos mais uma chapa em platina, perda de um dente e com riscos de ficar com cicatriz fácil , o que devo fazer para me ser atribuída ipp ? ainda estou de baixa …

    • Bom dia Sr Paulo Alves

      Funciona assim:
      Durante esta fase, tem direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Ou seja, quando já não vai melhorar.
      A partir daqui,, a seguradora terá de o avaliar por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. Nesta fase saberá exactamente o valor da sua incapacidade temporária, quais os danos indemnizáveis que sofreu (dano estético, de trabalho, pessoal, afectivo, etc) e eventual incapacidade permanente (ou seja, incapacidade que permanecerá ao longo da sua vida activa, por se considerar que os tratamentos não resolveram as suas sequelas a 100%). Caso lhe venha a ser atribuida uma incapacidade permanente, a seguradora tem então obrigação de participar ao tribunal competente a sua situação no prazo de 8 dias a partir do momento em que tiver alta clínica. Ou seja, logo que acabarem os tratamentos possíveis e fique em situação clínica estável, será a própria seguradora a remeter o processo ao tribunal (podendo, claro está, ser resolvida a questão amigavelmente mesmo antes disso).
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos. A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  80. Bom dia

    Sofri um acidente de trabalho em novembro de 2014. O meu polegar levar uma pancada forte e descobri na clínica da seguradora que partiu na zona ligamentar e que agora não há nada a fazer. O médico deu-me 10% de incapacidade parcial temporária. Tenho que lá voltar daqui a 1 mês onde provavelmente me vai ser dada alta. O médico disse que depois o tribunal de trabaçho fixaria o valor da indemnização. Fiquei com dúvidas… como funciona esse processo?

    Obrigado

    • Bom dia, Sr. Silva
      O médico da seguradora avaliou a sua incapacidade temporária, ou seja, a que resulta da sua situação actual. Caso o médico considere que vai havendo melhorias, é normal que essa incapacidade temporária diminua. Durante este período de tratamentos, a sua entidade patronal passa-lhe um recibo de vencimento com a incapacidade diminuida, mas a seguradora é obrigada a pagar-lhe essa perda de ganho.
      Durante esta fase, tem direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Ou seja, não vai melhorar.
      Nesta fase, a seguradora terá de o avaliar por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. Nesta fase saberá exactamente o valor da sua incapacidade permanente (ou seja, incapacidade que permanecerá ao longo da sua vida activa, por se considerar que os tratamentos não resolveram as suas sequelas a 100%). Caso lhe venha a ser atribuida uma incapacidade permanente, a seguradora tem então obrigação de participar ao tribunal competente a sua situação no prazo de 8 dias a partir do momento em que tiver alta clínica. Ou seja, logo que acabarem os tratamentos possíveis e fique em situação clínica estável, será a própria seguradora a remeter o processo ao tribunal (podendo, claro está, ser resolvida a questão amigavelmente mesmo antes disso).
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos. A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  81. Boa,

    Se for atribuída pela segurança social uma incapacidade, por doença profissional, essa percentagem de incapacidade será paga à pessoa pela segurança social e descontada no recibo de vencimento da entidade patronal?

    • Boa tarde D. Ana Cristina
      O facto de lhe ser atribuída uma incapacidade por doença profissional, à partida, não tem incidência no seu recibo de vencimento. Isso apenas ocorre até estar em situação de alta médica, ou seja, quando ficou definido o seu grau de incapacidade permanente. Até lá, pode ser diminuido o seu recibo de vencimento em virtude de incapacidade temporária, mas a seguradora paga a diferença de retribuição.
      A pecentagem de incapacidade que refere (sendo a permanente) pode motivar que lhe assista direito à atribuição de uma indemnização por incapacidade, a pagar sob a forma de prestação mensal, ou remível para um valor global que seja liquidado de uma só vez. Nada que interfira no seu recibo de vencimento.
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      José Ribeiro Teixeira – advogado

  82. Boas tive um acidente de trabalho em fevereiro do ano pssado fiz muita fisioterapia foi operado aula tendão ddo dedo indicador direito foi me dado alta sem eu estar bom ligui para a companhia foi transferrido para outro hospital passado 3 messes o médico deu incapacidade de 5 porcento passado 15 dias vou ai mesmo médico passa me para dois isto é normal é o que eu posso fazer contra a outra clínica

    • Boa tarde Sr. Vieira
      Parto do princípio que o médico da seguradora esteja a avaliar a sua incapacidade temporária, ou seja, a que resulta da sua situação actual. Caso o médico considere que vai havendo melhorias, é normal que essa incapacidade temporária diminua. O que não é nada claro, a nosso ver, é a passagem tão imediata de 5 para 2.
      De qualquer das formas, a seguradora terá de o avaliar por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. Nesta fase saberá exactamente o valor da sua incapacidade permanente (ou seja, incapacidade que permanecerá ao longo da sua vida activa, por se considerar que os tratamentos não resolveram as suas sequelas a 100%). Caso lhe venha a ser atribuida uma incapacidade permanente, a seguradora tem então obrigação de participar ao tribunal competente a sua situação no prazo de 8 dias a partir do momento em que tiver alta clínica. Ou seja, logo que acabarem os tratamentos possíveis e fique em situação clínica estável, será a própria seguradora a remeter o processo ao tribunal (podendo, claro está, ser resolvida a questão amigavelmente mesmo antes disso).
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos (o tempo de negociar com seguradoras como na feira já lá vai, hoje a lei dá-nos critérios objectivos de valorarão que favorecem o sinistrado)
A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  83. Bom dia Pedro!
    Quando o tribunal de trabalho atribui uma incapacidade permanente parcial após um acidente de trabalho, a percentagem que é atribuída é descontada no recibo de vencimento desse trabalhador? Se sim, o horário de trabalho é igual ou também é descontado essa %? Desde já muito obrigada.

    • Boa dia, D. Helena
      O facto de lhe ser atribuída uma incapacidade parcial, à partida, não tem incidência no seu recibo de vencimento, seja no valor recebido seja no horário de trabalho.
      Se o fizeram, qual a justificação que lhe apresentaram?
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      José Ribeiro Teixeira – advogado

  84. Boa Noite,
    No passado dia 15 de Setembro de 2014 sofri uma queda de bicicleta a caminho do trabalho, e da consequência dessa queda fracturei a clavícula direita. A queda foi considerada como acidente de trabalho pela entidade patronal, pois uso a bicicleta como meio de deslocação para o trabalho. A fractura sarou normalmente em aproximadamente 7 semanas, mas as dores continuaram. Com muita insistência da minha parte, pois o médico não pareceu importar-se muito com as minhas dores, o Médico (Jorge Gomes – Hospital do Lusiadas) que estava a acompanhar o meu caso recomendou fazer uma ecografia, onde foi detectada uma bursite subacromial. Após várias sessões de fisioterapia, uma infiltração com cortisona (que de nada serviu para curar ou minimizar as dores) e uma ressonância magnética o Dr. Jorge Gomes na minha última consulta refere que mais nada pode fazer por mim e remete o meu caso para a companhia de seguros Fidelidade.
    Esta tarde desloco-me a uma clinica da seguradora, onde sou atendido pela Drª Carla Godinho (pelos vistos membro da APADAC) que após ter visto o meu processo, e de eu me ter queixado que continuo com dores, e que os exames confirmam que a bursite se mantém, esta mesma médica responde-me “não se preocupe, que as dores são resultado do frio e com o tempo as dores passarão mas o Sr. já está apto para regressar ao trabalho a 100%”…
    Pois bem, eu regressei ao trabalho à 3 semanas com incapacidade de 20% e custa-me passar muito tempo no local de trabalho devido às dores que tenho no ombro, custa-me passar o dia todo com o braço apoiado na secretária (sou operador de callcenter) mas segundo a Drª eu estou apto para aguentar 8 horas diárias de trabalho e deixei de ter incapacidade de 20% parar passar a ter 0%.
    Considero que os médicos que me assistiram não se importaram com a minha total recuperação, esta bursite foi originada devido à queda ou à fractura da clavícula enquanto me dirigia para o local de trabalho. Gostaria de saber como devo proceder, pois não vejo que a solução para a minha reabilitação total, seja passar 8h por dia / 40h por semana a trabalhar com uma dor constante no ombro, e em posições que me causam desconforto e que poderão levar ao agravamento da minha situação a curto ou a longo prazo.
    Como devo proceder de forma a ver esta situação resolvida e a quem deverei expor esta situação?
    Obrigado

  85. Boa tarde,

    Tive um acidente de trabalho e recorri a perícia medica particular para avaliar incapacidade uma vez que a companhia de seguros deu alta.
    A perita atribui me 7,5 por cento de incapacidade e com essa referencia de que deveria recorrer ao tribunal de trabalho o que fiz e fui chamado a junta medica para confirmação e analise da minha lesão no polegar, nomeadamente na articulação metecarpofalangica.
    Recorri a medicina no trabalho para uma consulta apos acidente por mim solicitada uma vez que a dificuldade de efetuar o trabalho em causa e enorme derivado ao movimento de pinças,cerca de 5000 movimentos diários.
    Foi me dada uma carta apos analise dos exames da companhia na medicina do trabalho para enviar a seguradora para continuar tratamentos, assim o fiz e recebi resposta da seguradora dizer que a alta se mantem, mesmo sendo a medicina em trabalho a informar e impediu me de fazer trabalhos com a mão direita.
    Passados esses 30 dias recebi uma carta a terminar o vinculo contratual com 5 meses de antecedência e foi me dito por telefone que não estou nas devidas condições de trabalhar apos o acidente.
    Agradecia umas luzes sobre o que poderá estar a passar se que eu estou sem entender esta situação de ambas as partes.

    obg

    • Boa dia, Sr. Lima
      Ao que entendemos, tem já em curso a acção competente para defender os seus direitos no que se refere à incapacidade de que padece, questão que estará ainda pendente. Aqui, pensamos, nada a esclarecer, dado que terá de aguardar sentença.
      Depreendemos que tem um segundo problema: a seguradora, assumindo a sua alta, nega-lhe tratamentos por entender que nada mais há a fazer (correcto?). Nos termos legais, tem direito, a todo o tempo, de requerer uma revisão por modificação da sua capacidade de trabalho ou de ganho, desde que seja originada pelo sinistro.
Tem direito a requerer a revisão 1 vez em cada ano civil.
Aconselhamos a queixar-se por escrito e exigir a revisão a que tem direito para apurar se tem necessidade de mais tratamentos.
      Por fim, um terceiro problema: a cessação do seu contrato de trabalho. A legalidade da mesma depende, desde logo, do tipo de contrato de trabalho que tem: com termo, sem termo, a termo certo ou incerto? Necessitaríamos dessa indicação, nomeadamente do fundamento que a entidade patronal lhe apresenta na carta que lhe remeteu.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  86. Boa tarde, sofri um acidente trabalho onde um portao caiu em cima da minha perna partindo em 3 sitios,fui operado, pus ferros e parafusos, isto tudo em Agosto 2014, agora ja fui operado outra vez e retirei tudo e estou a fazer fisioterapia. A minha pergunta é, depois de me darem alta, gostava de saber os passos que devo fazer para pefir uma indemnizacao pelo sucedido, e claro tambem de terem dado uma incapacidade. Gostava de saber tambem se nao derem incapacidade, se posso pedir na mesma porque o portao estava danificado e sem condicoes de estar no local trabalho.
    Obrigado

    • Ricardo

      Está coberto pelo seguro de acidentes de trabalho e recebeu o ordenado da seguradora, certo?
      Se for atribuida incapacidade permanente, receberá pensão correspondente ao grau de incapacidade.
      Quanto a danos morais e patrimoniais, terá que recorrer a tribunal cível.

  87. Boa tarde.

    Fui atropelada numa passadeira, no dia 14 de outubro passado. Fracturei a bacia, os ossos ilíacos, tive traumatismo frontal e vários hematomas. Voltei ao trabalho há 3 dias. Amanhã vou reunir com o perito do Seguro, que desde o internamento se responsabilizou. Para além das despesas básicas, como se pode quantificar a indeminização, neste caso? Pode aconselhar-me, por favor?
    Obrigado.

    • Boa tarde, D Fátima Vale
      Será avaliada por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas.
      A seguradora terá então de lhe transmitir a chamada “proposta razoável”, em que vêm descritos um conjunto de danos que se propõem indemnizar. Nos termos da lei são objectivamente indemnizáveis diversos danos: paralisação para o trabalho, dores, despesas, dano estético, dano moral, incapacidade temporária, incapacidade absoluta, etc. Terá de verificar os ítems e montantes quando os tiver na sua posse.
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos (hoje a lei dá-nos critérios objectivos de valorarão que favorecem o sinistrado)

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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  88. Boa noite.
    Estou com umas dúvidas quanto a um acidente de trabalho que tive.
    Então é assim em Maio 2014 sofri um acidente de trabalho, dei um jeito na coluna depois de ter sido observado foi-me diagnosticado uma hérnia na l4 e l5 fui operado no inicio do mes Julho, depois de tratamentos e fisioterapia o médico do seguro deu-me alta e encaminhou-me para tribunal de trabalho para me ser atribuída uma IPP.
    As minhas questões são as seguintes.
    Quanto tempo depois de ter sido dada a alta demora +/- a ser chamado pelo tribunal?
    Depois de me atribuírem a IPP a minha empresa pode descontar do salário, mas e se eu mudar de emprego tenho de informar a empresa nova quanto a essa IPP?
    Se alguém já passou por uma situação como a minha qual é a IPP que nos é atribuída?
    Agredeco desde já a disponibilidade.
    Com os melhores cumprimentos
    Filipe Castro

    • Caro Filipe

      Comentários:

      Quanto tempo depois de ter sido dada a alta demora +/- a ser chamado pelo tribunal?
      Varia de Tribunal para Tribunal

      Depois de me atribuírem a IPP a minha empresa pode descontar do salário, mas e se eu mudar de emprego tenho de informar a empresa nova quanto a essa IPP?
      Correcto

      Se alguém já passou por uma situação como a minha qual é a IPP que nos é atribuída?
      Cada caso é um caso e é o Tribunal que atribui a incapacidade

  89. Boa tarde,
    Encontro-me numa situação deveras ingrata que foi a seguinte:
    Sofri uma ruptura de ligamentos no joelho direito no trabalho, lesão essa que foi resolvida no hospital da luz (pela seguradora). No entanto,obtive alta e eu propous uma consulta de recaída para tentar explicar ao médico que a situação não era assim tão simples pois ainda continuo a ter problemas de locomoção e falta de força (mesmo depois das sessões de fisioterapia). Nínguem quis saber do relatório médico da fisioterapia. Acontece que o Instituto de Medicina legal do trabalho mediu o perímetro das coxas que tem 1cm de diferença entre elas e segundo a tabela de incapacidade de sinistrados do trabalho, se fosse superior a 2cm a IPP seria entre 4 a 10% e então no meu caso, 1cm daria entre 1 a 3%. Perguntei então se nessa tabela também está inculída as sequelas além das medições e eu pude ver que sim mas não menciona o grau de incapacidade,amplitude,dores,estalos que é exatamente o que sinto. Essa tabela,a meu ver classifica todos os que tem lesões traumáticas ao mesmo nível,não refletindo a exatidão do problema. Desdo o início da alta, em Abril de 2013, sempre mencionei que não estava interessado em aumentar a IPP,sempre mostrei predisposição para a baixar,sugerindo um tratamento alternativo,pois sinto que ainda há espaço para progressão. Mas ao que parece,tem pressa de dar a tal IPP de 2% e depois futuramente se piorar aí sim,voltar a reabrir o precesso. Alegam que não tenho mais hipótese de evolução. Fiz hoje o exame da junta médica o quel me deu a “sentença” de 2%. Agora pergunto, como ou com o que posso contornar essa maldita tabela sob legislação? Como posso provar o grau de dor,amplitude e força contra essa tabela? Aqui se nota caso eu fosse um jogador de futebol famoso,estaria a saltar e correr há muito tempo mas como sou um dos zé povinho que passou anos a fio a estudar para se aleijar no trabalho, fica tudo para segundo plano. Obrigado.

    • Boa tarde Sr Ricardo Teixeira
      A “pressa” prende-se com o facto de, caso piore, o seu grau de incapacidade poderá subir de escalão, o que significaria, em termo médios, numa alteração de 2% para 7% (em termos médios).
      De qualquer das formas, diz-se “alta médica” quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada, o que não parece ser o caso. Caso um médico suporte que poderá melhorar com tratamentos adicionais, então deverá exigi-los. Caso não acedam, resta-lhe o tribunal.
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  90. Bom dia sr.pedro venho lhe pedir um esclarecimento.tive un acidente de trabalho em que resultou numa ipp de 14.5 por parte da seguradora mas a medecina legal atribui me os 14.5 com ipath .a seguradora nao concorda com ipath .a seguradora e obrigada a aceitar?

    • Em caso de desacordo tem a opção de recorrer ao Tribunal de Trabalho caso a decisão da seguradora não seja do seu agrado.

      • Bom dia Sr. João
        A incapacidade é-lhe definida pelo relatório médico da seguradora. Esse relatório, à partida, avaliou a sua situação clínica numa série de parâmetros objectivos, mas que se destinam a avaliar 2 coisas: primeiro, que tratamentos serão necessários empreender para lhe efectuar a melhor recuperação possível. Por outro lado, quais os danos que, não sendo possível reparar na íntegra, irão condicionar, e em que medida, a sua vida futura, seja pessoal ou profissional.
        Terá direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada.
        Após estas avaliações, a seguradora terá de lhe apresentar uma “proposta razoável”, seja já definitiva (caso tenha ocorrido já alta clínica), ou provisória (se não tiver alta clínica). Tem 15 dias para responder a isto. Presumo que esteja nesta exacta fase do procedimento. Deverá solicitar um reexame, alegando que a incapacidade está subcalculada pois tem em mãos um relatório.
        Conselho: quando tiver o relatório em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.
        PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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        Cumprimentos
        José Ribeiro Teixeira – advogado

  91. O SIMULADOR NÃO FUNCIONA!!! fica sempre a calcular e não sai desse ponto!!!!

  92. Bom dia.
    Se na altura do acidente o seu salário tiver um acordo de redução temporária de trabalho (por exemplo, menos 5 dias de trabalho por mês), a retribuição relativa à perda de salário será feita pelo valor base, com redução??

    Obrigada

  93. olá, muito boa tarde.

    Sou funcionário público, tive um acidente em serviço e em setembro/14 foi-me atribuído pela junta médica da CGA uma IPP de 3%.

    Ora, o instituto público onde trabalho tem contrato com uma seguradora. Esta segura tem-me me vindo a pedir vária documentação médica de forma espaçada numa clara tentativa de adiarem o pagamento da indemnização.

    Já informei que não enviava qualquer informação clínica invocando sigilo médico e que no máximo que sujeitava estar presente numa consulta médica a mando da seguradora, não se mostrando muito receptiva a este pedido.

    A minha questão é a seguinte. Não tendo eu qualquer relação contratual com a seguradora, quais são os meus deveres e direitos perante as exigências da seguradora? Qual o prazo máximo de pagamento de uma indemnização após decisão da junta médica?

    Obrigado

    • Boa tarde Sr. Pedro Martins

      Nos termos legais, tem obrigação de colaborar com a seguradora da sua entidade patronal, sob pena de os atrasos lhe serem imputáveis. Tudo, obviamente, caso a informação solicitada seja relevante para a atribuição da indemnização.
      Quanto a prazos: Fica um género de “receita” para que os prazos da seguradora sejam o mais curtos possíveis. Após o primeiro exame, a seguradora dispõe de 10 dias para lhe remeter o relatório que refere, contados a partir da sua recepção. Nesta altura deverá manifestar o propósito de ser indemnizado (não necessita de comunicar valores, basta informar que quer receber – percebemos que seria escusada esta óbvia manifestação de vontade, mas é necessária para que os prazos da seguradora efectivamente comecem a contar). A partir deste momento começam a correr 45 dias para que a seguradora lhe faça uma “proposta razoável”, seja já definitiva (caso tenha ocorrido já alta clínica), ou provisória (se não tiver alta clínica). Tem 15 dias para responder a isto. Conselho: quando tiver o relatório em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  94. Bom dia, desde já parabéns pelo site.
    sou agente de uma das forças de segurança, fui vitima de um acidente em serviço, em 2007,tendo sido operado a perna esquerda. Fui á junta superior de saúde onde me atribuíram uma ipp 10%, estando actualmente a espera de ser chamado a C.G.A. para certificação da mesma. No trabalho recentemente, colocaram-me a efectuar serviço normal. Quando posso pedir um relatório ao médico ou exigir no trabalho para efectuar apenas serviço interno? Pode ser já ou só após a ida a C.G.A.? muito obrigado

    • Caro Luis

      Pode pedir o relatório quando entender, mas quanto ao serviço interno possivelmente é melhor aguardar pela CGA. Tb pode manifestar esse desejo ao seu superior.

  95. Bom dia gostaria que me dessem se possível um esclarecimento ,tive um acidente de trabalho tive que ser operado ao menisco interno do joelho direito , agora necessito fazer fisioterapia e mandarão-me fazer esses tratamentos numa clínica fora da minha residência poderei recusar essa clínica e escolher outra.
    Outra pergunta sera que tenha direito a alguma incapacidade ou indeminizaçao .

    • Caro Carlos

      Quanto à questão da escolha da clínica terá que expor à seguradora o motivo porque recusa a clínica indicada
      Quanto à incapacidade, caso a tenha, é determinada pela seguradora de forma temporária. Se se tornar definitiva, o seu processo vai para tribunal de trabalho onde será determinado o grau de incapacidade tendo direito a uma pensão vitalícia ou remida (paga de uma só vez)

  96. Bom dia tive um acidente de trabalho em 12/9/2012 e fui operado ao cotovelo ,até à data de hoje já fui operado mais duas vezes e não consigo exercer as minhas funções no trabalho ,a seguradora está sempre a dar alta sem incapacidade,o que tenho de fazer?não recebi indemnização eles dizem que as dores não São das operações

    • Boa tarde Sr José Teixeira, pelo que parece o Sr. continua a ser alvo de operações cirúrgicas que não têm sido eficazes, neste sentido o medico assistente só pode atribuir alta clinica, quando a lesão desapareceu totalmente ou se encontra insusceptível de modificação terapêutica adequada. O Sr. tem direito a serem-lhe realizados todos os exames e tratamentos necessários à melhoria da sua situação, até aos limites do clinicamente possível. Este o principal ponto por que deve insistir.
      Assim sendo, como já foi examinado pelo médico (do sistema nacional de saúde e/ou pelo médico da seguradora), foi-lhe entregue um relatório que servirá de base à avaliação dos danos permanentes de que padece, e que são indemnizáveis. Como ficou com mazelas permanentes para o trabalho, visto que não consegue exercer o seu trabalho habitual, a seguradora terá de avaliar essa incapacidade em concreto. Caso a seguradora não o faça, ou considere que não lhe tem nada a indemnizar, tem obviamente ao seu dispor a via judicial.

      A incapacidade ser-lhe-á definida pelo relatório da Junta Médica, que obrigatoriamente irá incluir uma percentagem. Os seus direitos de indemnização serão maiores ou menores, consoante o grau de incapacidade definido. Tendo o relatório na mão, é uma boa altura para negociar com a seguradora e tentar evitar o julgamento, caso chegue a valores que considere justos. Caso não consiga chegar a acordo, terá de aguardar pela sentença final do processo.
      Caso já tenha procedido inicialmente, a este procedimento e agora esteja com novos problemas, nos termos legais, tem direito, a todo o tempo, de requerer uma revisão por modificação da sua capacidade de trabalho ou de ganho, desde que seja originada pelo sinistro: tem direito a requerer a revisão 1 vez em cada ano civil. Aconselhamos a queixar-se por escrito e exigir a revisão a que tem direito.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

  97. boa tarde
    Tenho uma doença profissional, funcionário publico lei 503/99 e 100/97. Fiz varias juntas médicas na CGA todas elas diferentes( 3). Tive que ir para tribunal trabalho, junta feita com duas incapacidades IPTH (100%) e IPP (80%), agora está no tribunal administrativo. No tribunal trabalho deram como acidente trabalho como mostra na lei, mas é considerada doença profissional CNRP com a pensão que recebo da CGA. pergunto eu doença profissional não vem de um acidente trabalho. ( os seguros dizem que não). mas também não é uma doença natural ou oncológica ( certo ). dizem que a doença profissional é um elemento secundário ao trabalho. Gostava de saber qual é a diferença entre acidente e uma doença se abas são do trabalho Lei 503 e 100 ( altura do acidente ou doença)???

    • Bom dia Sr. Santos

      Seguro de Acidentes de trabalho não cobre doenças seja de que tipo for.
      Leia este artigo que o elucidará com certeza:
      http://blog.sitedosseguros.com/2010/12/seguro-acidentes-de-trabalho-como-funciona-e-suas-exclusoes/

      • obrigado, mas o contrato não o diz só fala em acidente e doença.( pode ser qualquer um expl: acidente de aviação, acidente trabalho e acidente em serviço como na administração publica.
        O acidente em trabalho aquele que se verifique no local e no tempo de trabalho e produz direta ou indiretamente a lesão corporal e perturbação OU DOENÇA de que resulta redução na capacidade de trabalho.
        um acidente trabalho pode provocar uma DOENÇA.
        Na doença profissional tem que haver primeiro um acidente depois sim vem a doença. CERTO, acho eu.

        • Sr Santos

          Imagine uma tendinite. Ela não resulta de acidente súbito e fortuito, resulta de uma acção continuada ao longo do tempo e que vai desgastando os tendões do pulso. Isso é doença profissional e não acidente.

          • estava a espera desta resposta não é no local de trabalho???então um seguro só como acidente trabalho não chega. Pois é. Vamos pagar mais e ser enganados. Boa

  98. A IPP que for homologada pelo Tribunal de trabalho, dá origem a algum desconto na retribuição paga pela entidade empregadora?

  99. Boa tarde
    Numa situação de acidente de trabalho e na atribuição pelo Tribunal de Trabalho de uma IPP de 30% o que dá direito a uma pensão vitalicia, a entidade patronal passa a deduzir no salário essa mesma percentagem, ou seja só pagará um salário correspondente a 70%?
    No caso da % de IPP ser inferior a 30% (ex.: 15%) dando a mesma direito a um valor de remição, qual o salário mensal a pagar pela entidade patronal, paga o valor referente a 100% ou paga só 85%?

    OBRIGADO.

  100. Boa tarde, tive um acidente em 2002, foi atribuida um IPP de 22%,
    não consigo simular neste simulador…

    Se existe outro para acidentes mais antigos diga…
    Obrigado

  101. Boa noite; Após reconhecimento de Doença Profissional foi-me atribuída incapacidade permanente parcial de acordo com o nº 7 da TNI, inferior a 30 %. A CGA iniciou o pagamento de uma pensão mensal que eu não contestei. No entanto , dado o pequeno montante mensal que recebo, em Fev de 2014 remeti à CGA um requerimento a solicitar a remição . Passaram 10 meses e não tenho qualquer reposta da CGA. Pergunto se os pedidos de remição obedecem a alguma tramitação especifica, a algum requerimento tipo? A CGA não me deveria informar do ponto de situação seja ele qual for? . Será necessário assessoria jurídica ou constituir advogado para obter a remição?
    Obrigado

    • Caro Ferreira

      Já contactou a CGA? Sugiro que o faça.

      • Sim, por diversas vezes por email e obtive respostas automáticas,(blá blá bla…) o que talvez não deixe de ser uma reposta para efeitos do CPA, mas de informação sobre o encaminhamento do processo, nada. Na loja do cidadão das Antas também não me sabem dizer nada.
        Obrigado

  102. Boa tarde, tive um acidente de trabalho no dia 20-07-2013 onde fracturei a tíbia em 3 partes e o calcâneo com fractura exposta,fiz fisioterapia durante 8 meses e não estava a resultar pois tinha muita dificuldade em andar devido ao calcâneo, fui operada ao calcâneo no dia 10-09-2014, estou com uma bota walker, e a fazer fisioterapia, ainda não tive alta , mas o medico do seguro já me disse que não poderei voltar a mesma actividade , terei direito a idmenizaçao?

  103. Boa Tarde
    Não pode deixar de ler algumas respostas aqui dadas relativa a indemnização de I.P.P. depois da ida a tribunal, na qual diz que a entidade patronal tem direito de descontar o diferencial da incapacidade.
    A minha seguradora diz o que passo a citar ( Relativo a percentagem de 2% de I.P.P.
    A IPP que viera a ser homologada em Tribunal de Trabalho,
    não dá o direito à EP qualquer tipo de desconto)
    Quem e esta correcto ??? Mudou a lei ???
    Agradecia a sua colaboraçao
    cumprimentos

  104. Bom dia a minha questão é o seguinte o meu marido teve um acidente de trabalho no inicio de este ano onde perdeu quase metade do pulgar esquerdo a profissão dele é carpinteiro, agora vai no próximo dia 2 de dezembro creio que seja ao tribunal de trabalho para exames médicos.
    Gostaria de saber para ficar-mos com uma ideia de quanto poderá ser a indemnização sendo o ordenado de 650€ e tendo 32 anos.
    Também temos um seguro de acidentes pessoais e no contrato consta invalides permanente que para ser sincera não sei bem o que significa, podemos acionar este seguro?

    • Boa tarde Goreti

      Tem um simulador no artigo. Recorra ao mesmo para ter uma ideia do valor a receber
      O seguro de Acidentes pessoais pode ser accionado dependendo do grau de invalidez que obtiver e de acordo com o contratado na apolice

  105. boa tarde,

    Apos acidente de trabalho e apos decisão do tribunal tive um incapacidade permanente de 35%. Essa pensao anual vitalícia é ate aos 66 anos ou ate a morte?

    Ordenado 1300 euros
    Incapacidade 35%
    Idade 52 anos

    Obrigado

  106. Olá boa noite
    Eu sofri um acidente de trabalho do qual a entidade paternal não me deu proteçao e cortei 2 dedos dos quais depois da operaçao melhoraram mas não teem mobilidade a 100% nem sensibilidade
    Apenas tenho 21 anos e meteram me a trabalhar com moto serra sem ter qualquer experiência devo ir para tribunal de trabalho?
    visto que o que a entidade colocou no seguro algo que nao foi real para não sofrerem as consequências?

  107. Boa tarde, desculpe incomodar mas preciso de ajuda, se for possível, de alguém com conhecimento de causa, sou funcionária pública e sofri um acidente de serviço em 12 de Junho último,foi feita a participação aos Recursos Humanos e fui ao hospital já com o documento de acidente,,no entanto tudo o resto funcionou mal, pois parece que ninguém sabe exactamente como é que deve proceder,uma vez que não temos seguro de acidentes de trabalho( coisa que me faz muita confusão, pois quando é uma firma é obrigatório), todas as despesas têm sido pagas por mim que já totalizam quase 3.000€(dos quais ainda não tive retorno algum).Nesse acidente fiz uma rotura da coifa e conflito sub-acromial e agora ao fim de 4 meses de fisioterapia e como não estava melhor, procurei opinião de um especialista em ombro, que indicou necessidade de cirurgia, para a qual já não possuo capacidade financeira.De acordo com a portaria 20/2014, uma vez que não pode ser efectuada pela ADSE, apenas pode ser efectuada no SNS, será que é mesmo assim?
    Já procurei no site do ‘dgaep’ e no Manuel dos Acidentes de trabalho-UGT e não cheguei a nenhuma conclusão, por isso agradecia se me pudesse ajudar.
    antecipadamente grata pela sua disponibilidade.

    • Vá rapidamente ao tribunal de trabalho para a encaminharem ou a um advogado do seu sindicato pois tem direito por lei ao pagamento das despesas e a uma indemnização, e informe-se bem, pois a entidade patronal ou a caixa geral de aposentaçoes no caso de ficar com uma incapacidade permanente. são obrigadas a reparar o acidente,falo por experiencia propria e tem datas que prescrevem.

    • Bom dia Srª Anabela Silva,

      Para a questão que nos coloca, há que ter em atenção alguns aspectos importantes em situações de acidentes de trabalho em funções publicas. Os organismos/serviços públicos em principio e regra, não são obrigados a contratar um seguro destinado a cobrir os acidentes de trabalho dos seus funcionários.
      Assim sendo, quando ocorre um acidente de trabalho, o organismo/serviço publico é directamente responsável pelos encargos de reparação das lesões sofridas pelo trabalhador, tendo este o direito – em dinheiro ou em espécie – à reparação integral desses danos/lesões. Ou seja, este direito à reparação compreende, serviços médicos de primeiros socorros, tratamentos médicos hospitalares e de enfermagem, cirurgias entre outras prestações destinadas a reparar e a tratar os danos corporais.
      Relativamente às despesas suportadas pela Srª, terá direito a ser reembolsada no prazo de 30 dias apôs apresentação dos documentos que atestem os tratamentos a que foi sujeita em virtude do acidente, no serviço publico em que exerce funções.
      Como referiu e bem, a ADSE não suporta as despesas com os tratamentos do acidente, mas deve ter assistência no SNS devendo posteriormente ser reembolsada como anteriormente referi.
      Informo ainda, que no caso de entender que os seus danos/lesões não estão totalmente tratados, terá sempre à mão a acção judicial junto dos tribunais administrativos, destinada a reconhecer os seus direitos, a fim de obter o seu tratamento o mais possível e exigir a indemnização destinada a reparar o que não for possível via tratamento clinico.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

  108. Boas.
    As indemnizações por acidente de trabalho
    que o tribunal decide, pagas de uma so vez ou
    pensão vitalícia, qual o critério para decidir entre
    uma ou outra forma de pagar?

    • Caro Fernando

      Tem a haver com o valor da indemnização a ser paga. Se baixa, a pensão é remida – paga de uma só vez. Se for bastante elevada, será pago por mês vitaliciamente.
      Não sei dizer o valor a partir do qual é remida ou paga vitaliciamente

  109. Boa noite, sou func. público e tive 1 acidente de trabalho em 2008 aos 28 anos. Na altura auferia 850 euros mensais. depois de uma junta superior de saúde foi me dado 4 por cento desvalorização. A minha questão é quanto vou receber de indemnização e como essas contas são realmente feitas?
    Já vi vários tópicos por aqui, mas nenhum.deles da 1 resposta concreta…já vi a fórmula aqui e dá um valor mensal ou anual. Mas Axo estranho que essa fórmula não tenha em conta a idade na altura do acidente. E esse valor final da fórmula no caso de ser anual é multiplicado por quantos anos? No meu caso dos 28 até aos 66 anos idade de reforma???
    Sei que encaminham as dúvidas para simuladores de sites de seguros e outros, mas nenhum deles aceita acidentes em datas inferiores a 2010 bem como pessoas da cga. como é o meu caso por ser funcionário público.Se me pudessem dar uma resposta mais resposta concreta agradecia vos muito.

    • Boa tarde

      Sendo reconhecida pela CGA uma incapacidade permanente, adquiriu direito a uma indemnização concretizada através duma pensão vitalícia ou da sua remição em capital.
      A pensão vitalícia é fixada em montante anual, sendo paga mensalmente, e cada prestação corresponde a 1/14 daquela pensão, havendo também lugar ao pagamento dos respectivos subsídios de Natal e de férias, de montante igual ao da prestação mensal. No seu caso, dada a percentagem que lhe foi atribuída, a indemnização será obrigatoriamente remida (paga de uma só vez).

      A fórmula de cálculo da pensão (remida) depende contudo do tipo de incapacidade permanente — absoluta ou parcial — e do grau de desvalorização sofrida na capacidade geral de ganho. No seu caso, receberá de uma só vez o valor de uma pensão anual e vitalícia correspondente a 70% da redução sofrida na capacidade geral de ganho. A fórmula atende à idade, pois é potenciada pelo número de anos de trabalho contados desde a data de acidente até à idade de aposentação.

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  110. Boa noite.
    Tive uma fractura de um osso sesamoide do hallux esquerdo , pela qual estive dois meses e meio de baixa a 100% pelo seguro do trabalho.
    O médico colocou-me a trabalhar a 100%, mas disse que iria ter sempre dores, mas não me falou em nada de tribunal de trabalho.
    Como foi uma fractura , o seguro tem obrigatoriamente de comunicar ao tribunal de trabalho?
    Como posso saber se tal aconteceu?

    Obrigado

    • Caro Fernando

      A seguradora só comunica ao tribunal se for determinada algum grau de invalidez permanente.
      Não me parece que seja o seu caso. recebeu pelo seguro durante dois meses e meio e voltou a trabalhar com 100% de capacidade.

  111. Boa tarde,
    Tive um acidente de trabalho em Fev. deste ano, resultando numa cirurgia ao menisco no joelho esq. não recuperei bem porque fiz lesão pós-operatória na fisioterapia(condopatia da patela), mas na mesma em Junho o medico do seguro colocou-me a trabalhar com 40% de incapacidade e vamos em Out. e continua a por os 40%.

    Minha pergunta é, como tenho trabalhado estes meses com incapacidade temporária parcial, tenho direito a algum valor indemnizatório para além do meu ordenado normal(que estou a receber a 100%)..??
    Obg pela atenção

  112. Boa noite sr pedro tenho uma duvida foi me dada alta o medico de danos corporais colocou no boltim da alta ipp mas nao pos a percentagem?apenas me disse que iria ser chamado pelo tribunal de trabalho. Demora muito a ser chamado pelo tribunal?a alta foi dada dia 28 de agosto e ate agora nao sei de nada.agradeco a sua compreencao

  113. Bom dia,

    O meu marido teve um acidente de trabalho, do qual na junta médica (porque não houve acordo na primeira avaliação) os médicos deram a incapacidade de 9,774. Foi-lhe dito que agora teria de aguardar pela decisão do Juiz em relação a esta avaliação. As minhas dúvidas são: a possibilidade de o juiz não concordar com os médicos da junta? Quanto tempo leva até ele assinar a decisão. O meu marido esta englobado no sector metalúrgico, que pelo sei tem mais uma percentagem a somar no valor da indemnização, sabe me dizer quanto? Pode me dar a formula de calculo com este valor.
    Muito Obrigada

    • Boa tarde Sofia

      Não posso pronunciar-me sobre o que o Juiz vai dizer nem quanto tempo leva a decidir.
      O sector metalurgico tem uma convenção colectiva com cobertura integral (100%) da massa salarial.
      Não disponho da fórmula de cálculo.

  114. boas tive um acidente de trabalho perdi oudiçao de ouvido esquerdo e um quarto de direito e quero saber os direitos pela tribunal de trabalho e quanto vou receber. obigada

    • Boa tarde

      Partimos do princípio que já foi examinado pelo médico (do sistema nacional de saúde e/ou pelo médico da seguradora), tendo-lhe sido entregue um relatório que serviu de base à acção existente no tribunal de trabalho. Caso ainda não esteja nesta fase, será avaliado por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. A seguradora tem então obrigação de participar ao tribunal competente a sua situação no prazo de 8 dias a partir do momento em que tiver alta clínica. Ou seja, logo que acabarem os tratamentos possíveis e fique em situação clínica estável, será a própria seguradora a remeter o processo ao tribunal (podendo, claro está, ser resolvida a questão amigavelmente mesmo antes disso).
      A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.

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  115. Boa tarde
    Em dezembro de 2013 tive um acidente de carro…neste momento estou a espera do resultado da pericia dos danos corporais.
    A minha pergunta é: depois de saber esse resultado,e me darem uma incapacidade…como posso pedir uma indeminizaçao a seguradora do transporte que teve culpa?

    • Boa tarde

      Desde logo, refira-se que os preceitos legais em que esta questão é colocada estão redigido, efectivamente, de forma complexa e, até, de difícil interpretação. Fica abaixo um género de “receita” para que os prazos da seguradora sejam o mais curtos possíveis.
      A seguradora dispõe de 10 dias para lhe remeter o relatório que refere, contados a partir da sua recepção. Nesta altura deverá manifestar o propósito de ser indemnizado (não necessita de comunicar valores, basta informar que quer receber – percebemos que seria escusada esta óbvia manifestação de vontade, mas é necessária para que os prazos da seguradora efectivamente comecem a contar).
      A partir deste momento começam a correr 45 dias para que a seguradora lhe faça uma “proposta razoável”, seja já definitiva (caso tenha ocorrido já alta clínica), ou provisória (se não tiver alta clínica). Tem 15 dias para responder a isto.
      Conselho: quando tiver o relatório em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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  116. Olá muito boa tarde. Eu gostaria de deixar aqui a minha dúvida perante o meu caso. Há mais de um ano tive um acidente de trabalho do qual resultou uma lesão na fibrocartilagem e na cartilagem do punho.. Fui operada e correu o pior possível.passei de lesão no punho para lesão de punho antebraço e cotovelo, perdi muita mobilidade e desenvolvi algoneurodistrofia devido à operação. Estou breve a ter alta pois já não há mais a fazer. Vou ter dores toda a minha vida e os médicos já disseram que nunca mais poderei fazer qualquer tipo de esforço.. Com isto vou ter uma incapacidade que ainda não sei qual será.. Visto que apenas tenho 26 anos vai ser dificil ter um emprego na minha área neatas condições. Eu gostaria de saber se a indemnização é calculada até à idade de reforma.. Muito obrigado pelo tempo que disponibilizará..

  117. Boa noite!
    Há 21 meses, ía como acompanhante num veiculo com amigo, tivemos um acidente, onde tive:
    fratura exposta da tibia; fratura exposta do fémur, fratura complexa da bacia, pneumotórax, várias cicatrizes
    Tive alta em todas as especialidades, falta a “alta do meu membro inferior”.
    Estou sendo seguido por médicos da companhia do seguro, já com várias operações porque o fémur não quer consolidar e por isso querem me dar alta ficando com fixadores internos
    Teria umas perguntas:
    1º devo aceitar esta alta?
    2º Ainda não iniciei minha atividade profissional, sou estudante e devido a operações, fisios e hidroterapias (que ainda frequento) perdi 2 anos de escola, teria agora o 12º…
    não recebia rendimentos laborais, mas perdi pensão de alimentos… poderei receber indemnização desse tempo perdido de escola e o valor que perdi da pensão alimentar? 🙄
    Obrigado!

    • Boa tarde, Sr. Filipe

      Não percebi se se tratou ou não de um acidente de trabalho.
      De qualquer das formas, as seguradoras estão obrigadas a cobrir todos os danos dos acompanhantes.
      Diz-se “alta médica” quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Ou seja, se algo melhor houver do que os fixadores internos, a seguradora terá de o fazer. Não o fazendo, seguir-se-á obrigatoriamente uma fase judicial.
      Todos os prejuízos que refere são indemnizáveis. Quanto à pensão de alimentos, apenas o poderei esclarecer se me informar a que título ela era prestada (por divórcio dos pais? Por acidente anterior?).
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira

      PS: nos termos protocolados com o blog, tem direito a uma reunião gratuita no escritório para melhor esclarecimento, querendo.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

      • Boa noite!
        Não, não foi um acidente de trabalho
        A alta já foi dada… pois nada mais se pode fazer a não ser o “tempo” e continuação de hidroterapia e fisioterapia
        Quando o senhor fala que os outros prejuízos são indemnizáveis, poderá me ajudar indicando algum valor? minimo quanto? os 2 anos perdidos + o que perdi da pensão… (pensão de alimentos, pais divorciados)
        por último, verdade que podemos colocar algum investimento numa seguradora a render?
        Obrigada pela atenção
        cumprimentos

      • reparo que está muito ocupado e talvez por isso não tenha podido responder

        como tal e para não o ocupar mais através deste meio seria possível dar um contacto do advogado que tem falado em vários comentários?

        passando a citar: “advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito”

        Obrigada pela atenção
        cumprimentos

  118. boas tenho uma duvida
    tive um acidente de trabalho do qual parti 2 ossos do ante braço.resultado fiquei com uma incapacidade 30% de momento e que na qual ja fui informado nao tenho recuperaçao total .gostaria de saber com quem devo ir ter para me aconselhar e me ajudar

  119. Voltando a questao anterior mesmo sendo uma indeminizacao por remicao paga de uma so vez. Se ficar com uma incacidade para sempre de 3% perco essa percentagem no ordenado e o seguro paga uma indemenizacao a compensar essa perca. E isto entao

    Comprimentos

  120. Bom dia sr pedro
    Quando se fica com uma persentagem de incacidade permanente e se recebe a respectiva indemnizacao dada pelo tribunal perdesse no salario mensal essa percentagem? Ou isso so acontesse enquanto estamos com incapacidade temporaria.
    Agradeco que me tire a duvida
    Comprimentos

  121. Bom dia
    gostaria de saber se me pode ajudar, tive um acidente de viacao de trabalho, o qual nao sou culpada. Resultou desse acidente danos, materiais, e fisicos.A seguradora ( trabalho ) deu me alta, mas com todas as minhas dores decidi por conta propria saber realmente qual o meu problema, na altura do acidente fraturei um dedo e o cocxis, sei hoje ponto seguro que tenho hernias de disco na zona cervica e zona lombar alem da luxacao do coxis.posso voltar ao seguro do trabalho? Serao estas situacoes merecedoras de algum grau de incapacidade?

    obg

    • Cara Fátima

      O seguro de Acidentes de trabalho deve ser acionado porque este tem precedência sobre o seguro de ocupantes e/ou responsabilidade civil no seguro automóvel.
      Quanto à questão da incapacidade, só médicos é que podem responder.

  122. Sr.Pedro boa tarde.eu perdi a falange do dedo indicador esquerdo num acidente de trabalho em junho de 2014 e ainda estou de baixa,gostaria de saber se terei alguma indemnização? Qual sera a percentagem de incapacidade caso consiga ter os movimentos totais do mesmo dedo?obrigada

  123. olá Victor deixo-lhe uma sugestão, procure primeiro um médico da mesma especialidade exponha o seu caso, após ser consultado se ele entander que deve avançar, então sim apresente queixa no tribunal de trabalho..
    Disponha…

  124. Bom dia Victor Lopes

    Responda por carta registada com aviso de recepção à seguradora a informar que não aceita essa situação e solicite revisão do seu estado de saúde. Na mesma carta peça cópias dos relatórios medicos e exames efectuados. Caso a seguradora não responda ou não aceite a sua reclamação, dirija-se ao Tribunal de Trabalho munido dos relatórios e exames efectuados.

    • olá Victor deixo-lhe uma sugestão, procure primeiro um médico da mesma especialidade exponha o seu caso, após ser consultado se ele entender que deve avançar, então sim apresente queixa no tribunal de trabalho.. Disponha…

  125. Sr. Pedro Monteiro no e:mail que trocamos o Sr. frisa que o ultimo parecer é do tribunal, mas gostaria de lhe colocar só mais uma questão. Caso a companhia de seguros me proponha menos que o valor dado pelo médico do Seguro, que me sugere depois fazer, é que tenho conhecimento que no dia da conciliação as Companhias costumam oferecer sempre menos percentagem de incapacidade que o valor atribuído pelo médico.
    Obg.
    Cumprimentos,
    Joaquim Moreira

  126. Boa tarde Sr.Pedro Monteiro.
    Tive um acidente em 2013 e já tive alta médica do seguro que por sua vez me deu uma Incapacidade Parcial Permanente de 10,76%.
    Fui notificado pelo tribunal de trabalho para exame médico e conciliação com o seguro para o dia 29/04/2014.
    A minha questão é,como já fui notificado pelo trib trab. será que a seguradora já sabe quanto eu tenho a receber de indemnização?
    Eu já fiz a mesma simulação no simulador que o senhor recomendou, será mesmo essa a quantia que tenho de receber?
    Será que a seguradora não vai propor menos? mas eu tenho direito ao que a simulador dá, certo! O que fazer numa situação destas?
    Aguardo seu parecer.
    Obg.
    Cumprimentos e boa Páscoa para o Sr.

    Joaquim Moreira

  127. Pedro Gonçalves

    Bom dia, Tive uma fractura do escafoide da mao direita e ja estou a trabalhar com uma incapacidade temporaria de 10%, sinto dores em muitos movimentos, ja tive alta do hospital em que fui operado e agora espero uma consulta no seguro. Que direitos tenho e como devo proceder visto que tenho dores e começo a achar que me vao despachar e dizer que pode ser que as dores passem no futuro. caso nao me possa ajudar sabe a quem posso recorrer?
    Obrigado 🙂

  128. Boa tarde! Por breves palavras poderia dizer-me o que se trata a remição!?

  129. boa tarde, gostaria que me esclarecesse a seguinte questao tive um acidente de trabalho no dia 09-06-2012 fui submetida a duas operaçoes …. depois de um ano tive alta a dia 25-10-2013 e a medicina legal deu me 10.72% gostaria de saber se posso receber a indemnizacao na totalidade ou se e pago mensalmente.
    obrigada edite couto

  130. Boas, sofri um acidente de trabalho na Republica da Guiné dia 01-08-13. Fracturei o Fémur e furei um intestino. A seguradora resgastou-me de avião ambulância, e fui operado na Cruz vermelha.
    Fiquei com a perna partida 3cm maior que a outra, o medico do seguro passou-me alta com 20% e diz que não vão operar para igualar as alturas.
    O que posso fazer em relação a esta situação?
    E outra coisa é o facto de eu ter um salário base mais ajudas de custo e outras regalias que não estão a entrar nas contas do seguro.
    Obrigado por qualquer ajuda.

    • Boa tarde Gabriel

      Contacte a seguradora para obter todos os esclarecimentos, pois a primeira questão é uma questão médica e a segunda tem a haver com valores que não estarão a ser pagos. Se estes valores não estão declarados na seguradora, processe a entidade patronal.

      • Obrigado pela sua resposta Pedro.
        Disseram-me que tenho de ir a tribunal em breve, não sei bem porque.
        O Pedro aceita trabalhar nestes casos?
        Obrigado,

        • Caro Gabriel

          Eu sou mediador de seguros e nenhum mediador intervém neste tipo de casos. Só numa fase inicial é que seria possivel intervir, especialemte na questão de valores não pagos.
          Agradeço na mesma a sua atenção e se necessitar de qualquer seguro, podemos ajudá-lo. Basta enviar-me um mail para pedro.monteiro@accive.pt com o pretendido

  131. Boa tarde tive Um acidente de trabalho onde parti os ligamentos e o menisco derame 14% de invalides quanto pode dar essa idemnizaçao obrigado

  132. Bom dia. Tive um acidente de trabalho no dia 15/05/2013. Já fui operado 2 vezes ao joelho(menisco/Plica)ontem o medico disse-me que tenho atrofia muscular e artrose. Eu nunca me tinha queixado de artrose e desde que fui operado pela 2ª vez é que fiquei com estes sintomas. O medico disse que em relação à artrose não podia fazer nada.Será que não tenho direito a nenhuma indemnização? ❓

    • Boa tarde João

      Artrose é doença. Não é acidente de trabalho

      • Boa Noite. Mas eu nunca me tinha queixado do joelho antes. Porque é que só agora o medico me informou, depois de ter feito 2 operações,tantos exames e 9 meses depois. Não será uma jogada/desculpa do médico? Depois de ter dito que o medico da fisioterapia me tinha alertado para a minha situação,o medico disse-me logo quais eram os meus problemas. Alguma coisa correu mal. Muito Obrigada pela atenção.

  133. Boa Tarde,já fiz a simulaçao com os dados que a seguradora me enviou.Tenho duvidas quanto a indeminizaçao: retribuiçao anual iliquida 14.455,66 e o valor de remiçao obrigatório da pensao é de 7,783,00 gostaria que me ajuda-se a compreender qual destes valores é o valor de ineminizacao.

    Grata pela atençao

  134. Boa tarde,tive 1 acidente de trabalho no dia 27-07-2013,fui operada ao pé e tive alta com IPP de 0,05 dada pelo medico do seguro.O meu vencimento é de 727,06,subsidio de almoço é de 198,00 e as diuturnidades sao 90e. gostaria que me ajuda-se a perceber a indeminizaçao a que tenho direito e como funciona já que foi o medico do seguro que enviou o processo para o tribunal e a percentagem da incapacidade tambem foi dada pelo mesmo.
    AGRADECIDA

  135. boa noite,

    tive acidente de trabalho em 07.01.2003. Não pedi nem me foi atribuída qualquer IPP por parte da seguradora em virtude de ter sido operado ao joelho direito. Será que posso reclamar a indemnização que tenho direito em relação á desvalorização que sofri? quais são os prazos?

    • Boa noite Pedro Magalhaes

      Se não foi atribuído nenhum grau de invalidez permanente, não tem direito a indemnização.
      Só teria direito a compensação pelos dias que esteve sem poder trabalhar.

  136. Bom dia Sr. Pedro Monteiro
    Sofri um acidente de trabalho em julho/2013, onde resultou a perna partida perto do tornozelo, tendo sido operado por urgência, nesse mesmo, dia no hospital,levei 9 parafusos e uma platina. Só foi contactado para ir ao médico do seguro em Outubro/2013, pelo que o médico que me seguiu até então, foi sempre passando as baixa por acidente de trabalho ou seja desde 07/2013 até 11/2013, esta última foi passada no dia antes do telefonema da açoreana. Todas estas baixas foram pagas pela segurança social. Depois de ter enviado à seguradora, uma declaração em como recebi da segurança social a seguradora diz-me que teria de devolver tudo o que tinha recebido e só assim é que me pagavam, solicitei à seguradora, por não ter disponibilidade financeira, que o acerto de contas fosse feito entre a seguradora e a segurança social. Solicito que me esclareça se o acerto dos dias pagos pela segurança social poderá ser feito somente entre a seguradora e essa instituição. Também ainda não me comparticiparam qualquer ajuda para os transportes para as consultas, tendo já enviado comprovativos de presença nas mesmas. Em 11/2013 foi-me dito pelo médico do seguro, que poderia regressar ao trabalho e fiquei em tratamento com incapacidade temporária parcial de 20% mantenho-me assim até 02/2014, data da próxima consulta.
    Gostava que me informasse quais os meus direitos e se terei mesmo de repor à segurança Social antes da seguradora me pagar o que tenho direito. Muito Obrigado

    • Caro Sr Fernandes

      Estamos a falar de um acidente de trabalho, logo teria que recorrer ao seguro.
      Não consigo perceber o facto de se ter lesionado em julho e só ter sido chamado pela seguradora em Outubro.
      Obviamente que a seguradora só lhe paga se devolver à Segurança Social o que recebeu indevidamente. Terá que se entender com a Segurança social e só depois contacta a Acoreana comprovando que devolveu ou está a devolver em prestações o montante indevidamente pago.

  137. Boa noite sr.Pedro Monteiro
    Em finais de novembro sofri um acidente de trabalho; sofri um corte no queixo com uma rebarbadora e tive que ser soturado com 12 pontos; depois de curado, fiquei com uma cicatriz negra e bem visível; tenho algumas dificuldades a cortar a barba, perdi parte da sensibilidade no queixo e quando falo ou rio, fico com a boca torta; terei direito a algumq indemenização e que percentagem pois em breve irei a uma junta medica e gostava de ir já com uma ideia pré-formada.
    Obrigado pela atenção.

  138. Bom Dia Pedro Monteiro,

    Desde já antecipo os meus cumprimentos e agradeço a atenção prestada.
    Não, o problema é mesmo esse, é que entretanto já entraram em contacto comigo da seguradora e disseram que como na última consulta na folha de seguro preenchida pelo Doutor vem em como não tenho ipp provável o processo encerrou, e penso que nesse caso o Tribunal de Trabalho já não intervém correcto? O que é certo é que não fiz qualquer tipo de exames para sequer ser avaliado e o próprio Doutor quando o questionei na última consulta acerca de preencher que não tinha ipp provável(quando na consulta anterior tinha preenchido 10% nesse mesmo ipp provável) me disse que era assim porque não era ele que me avaliava mas sim depois seria chamado pelo Tribunal de Trabalho para uma junta médica e lá sim me iriam fazer essa avaliação. Resumindo, a companhia agora diz que o processo está encerrado de vez porque na última consulta não tinha ipp provável, mas que se tivesse tido ipp provável encerrava na mesma mas que depois sim o Tribunal de Trabalho me chamaria para a tal junta médica. A minha maior dúvida é o prazo para fazer reclamação junto do Tribunal de Trabalho visto que o acidente foi a 31 de Janeiro de 2013 e estamos quase em 31 de Janeiro de 2014 e eu não sei se o prazo para fazer a reclamação é de 1 ano após o acidente. Eu questionei o representante da seguradora que me contactou se o processo tinha sido reportado em Tribunal de Trabalho o qual me disse que não sabiam e que para saber teria de enviar um mail, eu entretanto já fiz uma carta de contestação que enviei á seguradora e pus lá essa questão.

  139. Bom dia Sr. Pedro Monteiro venho por este meio pedir a sua ajuda para a minha situação. Eu sofri um acidente de trabalho faz dia 31 de janeiro deste ano, 1 ano, no qual me foram diagnosticadas 2 hérnias discais e que por esse motivo após fisioterapias que de nada valeram fui submetido a uma intervenção cirúgica. Após a recuperação e depois de meses de atrasos nos pagamentos e falta de qualquer tipo de acompanhamento e informação por parte da seguradora e após recaída lá o processo foi chegando ao fim. Fui tendo consultas até que começou a chegar a fase de fim do processo e o que aconteceu é que a seguradora realmente fechou o processo com o estado de curado sem incapacidade permanente após o Doutor neurocirugião que me seguiu e me operou, nesta ultima consulta, ter posto no ipp PROVÁVEL da folha da seguradora que eu estava sem incapacidade(ipp provável), porque o que me foi dito por ele é que após essa consulta seria chamado pelo Tribunal de Trabalho para uma junta médica e aí sim é que me atribuiam uma incapacidade definitiva, no caso de a ter, e que isso já não era da responsabilidade dele. A minha questão é a seguinte, se o ipp no papel da seguradora é provável não é definitivo ou seja nunca podem fechar assim um processo porque eu deveria ser visto e deveria fazer exames para realmente poder ou não ter uma incapacidade correcto? O que é certo é que fui á consulta o Doutor nem sequer me viu a coluna, nem me fez qualquer tipo de exames após a cirugia e nem em toda a fase de recuperação, e na última consulta decide que não tenho incapacidade e o processo termina assim, não estou de acordo. Outra questão que é estranha tem a ver com o facto de eu ter uma consulta marcada para Abril deste ano e a seguradora decidiu antecipar essa tal consulta (que foi a última) para Dezembro de 2013 porque disseram que era muito tempo até á próxima consulta e que tinha de ser antes. (Isto dito pelo Doutor). Ainda há outra questão, é que antes de a seguradora ter feito essa alteração o meu ipop provável dado pelo doutor na penúltima consulta era de 10%… Como é possível da penultima para a última consulta o ipp provável passar de 10% para sem incapacidade. Por tudo isto o que eu lhe venho realmente pedir é que me ajudasse e me aconselhasse de alguma maneira, de forma a eu poder resolver este problema, que inclusivé já fez com que tivesse de mudar de trabalho. Sabe-me dizer qual o prazo limite para reclamar? Já contactei com a seguradora e eles confirmaram-me mesmo que o processo se encontra encerrado e que se não estivesse de acordo que teria de fazer uma carta de contestação e enviar por e-mail, o que acontece é que até por diversas vezes cheguei a contactar por telefone nunca resolveram nada(onde até me mandaram sms a dizer que seria contactado nunca fui) e por mail, ao qual só obtive resposta passadas 3 semanas e nem tinha nada a ver com as minhas questões, apenas se justificaram que os ultimos pagamentos mensais ja tinham sido efectuados (atrasados mais uma vez). O que acontece é que dia 31 faz 1 ano do acidente e julgo ser esse o prazo para reclamar certo?

    O que posso fazer? Obrigado pela atenção.

    Cumprimentos,
    Mário Vaz.

    • Caro Mário Vaz

      Peça esclarecimentos à seguradora por escrito via carta registada com aviso de recepção, visto que não respondem às suas reclamações feiras por telefone e mail. Na mesma carta, peça cópias dos exames e relatórios médicos para serem utilizados no Tribunal de Trabalho.
      Pelo que percebi, o seu processo vai seguir para Tribunal de Trabalho, que irá determinar o grau de invalidez permanente. A partir dai, receberá uma pensão viatalícia ou uma indemnização remida. É o Tribunal que determina.

  140. A 7anos atrás tive o meu primeiro acidente de servico, fiz uma lesão de ligamentos que foi resolvido, 2anos depois voltei a sofrer do joelho fui operada e fiquei com incapacidade de 8% dada pelo tribunal de trabalho onde recebi uma indemnização cerca de 8mil euros.
    A coisa de 7 meses lá foi o joelho de novo desta vez foi menisco e entorce de ligamentos fui de novo operada, hoje o medico disse me que se não melhorar no próximo mes vai me dar alta de novo.
    Trabalho no hospital faço muitos esforços ou seja não vou estar em condições para trabalhar…
    Será que tenho direito a receber mais alguma coisa ou já recebi tudo o que devia? Tenho 30anos supostamente tenho que trabalhar mais 35 e sinceramente estou cansada de ter problemas no joelho e dão me alta só porque já passou o tempo normal dado pela seguradora.
    Acho que desta vez não será de 8% mas talvez uns 3 ou 4% significa que melhorei com esta nova operação desta vez não consigo ganhar forca nem massa muscular. Sao
    Seguradoras diferentes apesar disso tenho direito a receber mais alguma coisa?

    • Cara Heloisa

      Só se for necessário efectuar adaptações na sua residência para que possa circular sem problemas e também se necessitar de uma terceira pessoa para a apoiar.
      O Tribunal é que decide isso.

  141. Bom dia Pedro
    Tive acidente de trabalho no qual foi atribuida uma incapacidade permanente de 3%. Foi-me dada a alta em Agosto de 2013, tem ideia de quanto tempo demora até a situação se resolver por completo?
    Cumpr

  142. Boa tarde gostava de saber se o valor de remição apresentado no simulador e valor único de indemnização ou se e um valor anual e se for caso ate que idade e calculado

  143. a junta média do tribunal do trabalho atribuio-me uma IPP de 3% correspondente a uma pensao anual vitalícia de 188.64€. pretendia saber qual o valor total de remição que tenho direito a receber?
    a IPP foi atribuída em 08/01/2013 nesta data tinha 27 anos e um vencimento mensal de 600€.
    Como se calcula o capital de remição de uma pensão?
    e o valor da pensao anual esta correcto?

    desde de ja agradeco a ajuda obrigado

  144. Tive um acidente e trabalho, em 8/5/2011, fiquei lesionado no ombro direito, nao consigo levantar pesos, nem erguer o braço para limpar vidros, e outros trabalhos, que exijam esforços. tenho uma tendinite do supra espinoso, nao fiz tratamento de fisioterapia pela Seguradora. So passado um ano e que foi feita pelo meu medico de familia. O processo esta em tribunal. A Seguradora perdeu. O tribunal deu-me incapacidade parcial permanente de 30%. Pretendia saber se tenho direito a indemnizaçao ou pensao anual vitalicia e como e feito os calculos da mesma.

  145. Bom dia

    Este mês fui contactada para ir ao médico legista para avaliação do dano permanente com que irei ficar de incapacidade.
    No mês de março de 2013 dirigi me à Sanfil em Coimbra para apreciação de incapacidade,isto nomeado pelo Seguro Açoreana,na folha em que está patente a alta não indica a incapacidade,porquê???

    Sei que em Novembro de 2012 foi me dada cura com desvalorização de 4% no 4o dedo da mão direita na falange,pois bem comecei com 4% dado pelo médico do S.Francisco de Leiria,o da Sanfil não indica a incapacidade na folha e o médico legista diz que o seguro ”está a ver” se ficamos pelo 1%,mas também não indica quanto deve dar.Ora bem tenho um dedo disfuncional,está torto,não dobra ,dá me dores que ninguém sonha,já para não comentar o que passei a nível psicológico e físico ,e a minha incapacidade começa nos 4% agora é 1%? Brincamos decerto,tenho 25 anos e isto fica para a vida!

    Irei me ausentar do país e deixei uma procuração para os meus pais,porém se eles não concordarem com o valor que passos terei de dar?

    é normal ocultarem os valores dados aos pacientes?tanto o seguro como o médico legista?

  146. Nuno Miguel Sousa Pereira

    Sr. Pedro Monteiro tive um acidente de trabalho no dia 19-12-2012 fiz uma entorse na coluna lombar e já tive três intervenções há coluna durante o ano de 2013 onde levei 4 parafusos, no dia 17-12-2013 tive alta do seguro com incapacidade permanente parcial de 40%. Gostaria de saber se me sabe indicar onde poderia fazer uma simulação de acidentes de trabalho para funcionários públicos.

  147. Sr. Pedro Monteiro a minha incapacidade é permanente. Gostava de saber se é parcial ou absoluta o dedo indicador tem força e dobra bem mas não na totalidade,
    o dedo médio não dobra nada e já teve duas intervenções cirúrgicas e ficou na mesma, vou ficar sempre assim.

  148. Boa noite,
    No passado dia 12 de Fevereiro 2013 sofri um acidente de trabalho; um corte na falange dos dedos médio e indicador da mão direita, ficando com o tendão do flexor inferior do dedo médio danificado e com incapacidade de 6% e no dedo indicador de 3% uma vez que não dobra na totalidade, ficando com o total de 9% de incapacidade.Gostaria de saber como fazer a simulação, qual a indemnização a que tenho direito e como agir?

  149. Boa tarde
    Já recorri ao simulador indicado para calcular o valor da pensão, e o simulador dá-me um valor como capital de remição. Este é o valor mensal a que teria direito? Se pedir a remição deverei multiplicar este valor por quanto?
    Obrigada

    • Boa tarde Sandra

      O valor remido é pago de uma só vez. O Tribunal ou determina o pagamento de uma idnemnização de uma só vez (remição) ou uma pensão de invalidez ao longo da sua vida.

  150. boas tive um acidente no trabalho dia 25 deste mes…foi no joelho e nao conseguirei dobrar como dobrava e o trabalho q exerço faço-o constantemente.poderei pedir um indeminizaçao

  151. Bom dia

    No passado ano de 2012 no dia 10 de Setembro sofri um acidente de trabalho ao fechar uma cama,sofri um corte na falange do dedo anelar,4º dedo da mão direita,ficando com o tendão extensor danificado e com incapacidade de 4%.
    Em todas as consultas que fui indicadas pela Seguradora Açoreana, os médicos fizeram questão de me dizer inúmeras vezes que este dedo não tinha grande valor e como tal a indemnização não seria significativa,que é como quem diz ‘tivesses cortado outro que terias mais sorte’,pois bem eu não sei como funciona isto dos seguros até porque nunca havia sofrido um acidente de trabalho mas, é complicado interiorizar que fazem os sinistrados quase culpabilizarem se por terem sofrido o tal acidente indiciando quase que o fazem com o propósito de receber alguma indemnização!
    Sei que foi pedido pelo Tribuna de Trabalho o preenchimento de um inquérito à minha entidade patronal,inquérito esse que foi preenchido e efectuado pela Seguradora,como seria de esperar o Tribuna não o aceitou e devolveu-o. Foi efectuado um segundo inquérito e mais uma vez a entidade patronal descartando se de qualquer trabalho pediu a um contabilista para o efectuar,pois bem se quem deveria preencher seria a entidade patronal porque raio anda o meu inquérito a ser efectuado por pessoas exteriores ao hotel que nem estavam presentes no dia em que ocorreu o meu acidente!

    Com isto tudo ando à espera de ser chamada à junta médica e a tribuna de trabalho,indicaram me que este processo apenas levaria 1 ano e já está a arrastar se um bocadinho mais…. caso me sinta lesada pelas formas de actuação quer da empresa quer dos médicos estipulados pela Seguradora poderei fazer algo em relação a isso?Pedi os exames efectuados pela minha pessoa à seguradora Açoreana e nunca me foram concedidos.No momento em que me magoei era parte integral de um rendimento familiar que com isto tudo só veio ser prejudicado, e não entendo a indecência de quase afirmarem que alguém se magoa de propósito!

    Agradecua resposta

    • Boa tarde Vânia

      As incapacidades são dadas de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades (pesquise no google para obter uma cópia)
      Pediu os exames e relatórios por carta registada com AR? Se não, faça-o.
      Entregue-os no Tribunal de Trabalho.

  152. ADRIANO BARATA PIRES PRETO

    Bom dia.
    Tive um acidente de trabalho, no dia 02/12/212,
    o que resultou trauma craniano, fratura da tia esquerda sem cirurgia. O pé direito esmagou malelolo, provocando ainda necresia de pele em que foi preciso cirurgia plástica,foi-me atribuída uma indeminização pelo seguro, 3.96%, agradecia uma simulação.
    Obrigado

  153. Bom dia, acidente de trabalho em que fraturei o pilão tibial direito com IPP de 5.91% por parte da seguradora e 7.85% pelo médico legista depois de a seguradora não ter aceitado a conciliação vou ser chamado a uma junta médica.
    Pergunto o que se vai passar a partir daqui e se tenho que arranjar algum médico
    obrigado

  154. Boa noite.Tive um acidente de trabalho em dez2012 em que fui atropelado na fabrica.Depois de ter estado de baixa de sugo, tive alta em Maio de 2013 e disseram que iam enviar o processo para o tribunal de trabalho.Gostaria de saber as proximas etapas deste processo e como devo proceder.
    Agradeço, desde já, a vossa disponibilidade.

  155. Em minha modesta opinião , deve evitar a constituição de Advogado , pois todos os seus direitos são garantidos pelo Ministério Publico sem qualquer custo por parte do sinistrado .

  156. Quando for a Tribunal de Trabalho noa deve aceitar a conciliação , e deve solicitar a Sra. Procuradora a realização de nova junta medica . Este processo nao tem custos para o sinistrado

  157. (chamaram me) o tribunal do trabalho

  158. olá pois eu tive um acidente de trabalho a cerca de um ano do qual fiz uma cirurgia(pela seguradora) no menisco do joelho esq. do qual nunca mais foi o mesmo,tendo dores constantemente e alem de visualmente seja diferente do direito até que de repente enviam me a uma junta medica sem saber como me sentia e me dao uma percentagem de invalidez de 1% agora chamaram me para uma tentativa de conciliaçao que eu nao faço ideia dos meus direitos,por toda esta questao deixei de trabalhar aonde ja trabalhava a 14 anos obrigado