Como participar um acidente automóvel quando o terceiro não tem seguro automóvel

Já aconteceu ter um acidente e o outro não ter seguro automóvel válido?

O que pode ser feito para resolver o sinistro? Deve accionar o Fundo de Garantia Automóvel (FGA)

Se constatar que o outro interveniente não tem seguro ou não está válido, deve chamar a Polícia para tomar conta da ocorrência.

Posteriormente proceda conforme as instruções do Instituto Seguros de Portugal

Nestas instruções de uma só página e de fácil leitura vai entender quem está ao abrigo do FGA, que indemnizações podem ser pagas e documentação a ser apresentada.

Nota:

Caso não exista Declaração Amigável, nem Auto de Ocorrência, deverá fazer uma breve descrição do acidente onde conste a data, hora, local, matricula do veículo sem seguro e a forma como ocorreu.

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Cordiais Saudações

Pedro Monteiro

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19 Comentários.

  1. Luis Pinto de Morais

    Boa tarde Sr. pedro Monteiro, parabéns e agradecimento pela sua ajuda, para quem vive momentos de grande angústia. A frente da viatura do meu filho, foi destruida por outro veóculo que passou o sinal de stop (vermelho). A viatura que provocou o acidente, não possui seguro. Entretanto a senhora condutora, completamente transtornada. Telefonou ao marido que apareceu primeiro que as autoridades que não chegaram a aparecer. Enquanto a mulher do meu filho e o Babé choravam copiosamente, o marido da condutora ia assumia também a responsabilidade, com alternativa de preenchimento da declaração amigável com dados de outra sua viatura com seguro contra todos os riscos. O meu filho foi à oficina acompanhado pelo marido da condutora, onde ouviram dizer que este assunto não podia ser tratdo por esta via. Aí o senhor assumui pagar a reparação. Que agora está a cumprir com apenas 50% das despesas totais. A viatura está a ser reparada e o meu filho não tem o resto do dinheiro. (está ainda a pagar a viatura). Que orientação pode facultar, por favor?

  2. Boa tarde.
    Eu tive um acidente com cavalos, em que se puseram na minha faixa de rodagem, mas o cavalo não tem seguro, eu fui hospitalizado e foi chamado a policia.
    Como funciona agora?

  3. Boa Noite Pedro Monteiro,

    Hoje bati na traseira de outro veículo. Disponibilizei-me prontamente a assumir a responsabilidade, pois a culpa era de facto minha.
    Preenchemos a declaração amigável, na qual eu assumo a minha responsabilidade, no entanto o outro veículo não tinha o seguro em dia. O que acontece nestes casos?

    Obrigada pela atenção

  4. Boa noite, no dia 2 de Outubro quando regressava a casa do trabalho tive um acidente. Aproximava-me de um entroncamento quando uma viatura entrou Contra a mão e eu ao desviar-me fui embater num poste de electricidade.
    Na altura o meu agente de seguro disse que era difícil eu ser ressarcido do prejuízo porque eu não toquei na viatura que vinha fora de mão. Hoje recebi uma carta da outra seguradora a declinar responsabilidades no evento. O que é que eu posso fazer. É que estou a ficar revoltado com toda esta situação.
    Grato por uma orientação.
    Cumprimentos

    • Boa tarde Francisco Sousa

      Infelizmente o seu mediador pode ter razão, porque a culpa moral não existe em sinistros automóvel.
      Mais valia ter batido no outro veículo. Aí não teria culpa. É revoltante sim senhor.
      Já tive um cliente envolvido em algo semelhante.
      A única hipótese é apresentar testemunhas

  5. Boa tarde.
    Tinha o carro bem estacionado na rua mas já tinha caducado o seguro. Houve um acidente nessa rua e um dos carros foi bater no meu. Posso ser responsabilizado pelo facto de não ter seguro? Tenho na mesma direito a ser resarcido dos danos que a minha viatura sofreu, uma vez que estava estacionada?
    Obrigado e parabéns pelo blog.

  6. Boa tarde Sr.Pedro
    Tive um acidente de viação no qual estava parado no transito e fui embatido na traseira do veículo e consequentemente fui projectado para a frente embatendo no veículo da frente.Assinamos as declarações amigáveis tendo o veículo que me bateu assumindo toda a responsabilidade do sinistro.Na qual se veio a constatar que o veículo do condutor que assumiu toda a responsabilidade não tinha seguro.
    Resumindo fiquei sem carro,o FGA dá me perda total do carro a qual eu não aceito e a minha companhia de seguros não me ajuda a resolver a situação.Agradecia o seu parecer a fim de me ajudar de como posso proceder.
    Obrigado.

    Cumprimentos,

    Ricardo
    Rodrigues

  7. Boa tarde Sr. Pedro,

    No dia 21/09 houve um acidente nuns semáforos entre 2 veiculos. Um dos veiculos fez com que o outro se despitasse e batesse contra o meu que se encontrava em estacionamento. Neste momento o meu carro está completamente imobilizado devido aos danos provocados e dado que o sr que bateu foi considerado como ferido, o processo está a ser seguido pela Axa (seguradora do sr que me bateu). No entanto, a Axa informou que enquanto não averiguarem responsabilidades que não avançam com o arranjo do meu carro nem me dão carro de substituição. O certo é que a rapariga que provocou o acidente não teve um “arranhão”, o sr que bateu tinha carro pessoal (bateu com carro da empresa) e eu fui a unica prejudicada que fiquei sem carro e ando a pé.
    A Axa nem sequer me responde aos emails. A minha seguradora não me dá qualquer tipo de orientação ou ajuda… Não sei o que fazer…
    Pode ajudar-me por favor?

    Obrigada

  8. Boo noite Sr. Pedro.
    Gostaria de colocar-lhe uma questão. Bateram-me no carro, raspando a tinta da cava da roda traseira do nosso veículo. Desconheço quem causou o estrago, pois não houve ninguém que presenciasse o momento do acidente. O nosso carro estava estacionado num estacionamento público. O que devo fazer? Poderei acionar o FGA? O que devo dizer?
    Obrigada.
    Cumprimentos,
    Ana Sofia

    • Boa tarde Ana

      O Fundo de Garantia Automóvel satisfaz, até ao limite do capital mínimo do Seguro obrigatório de resposnabilidade civil automóvel, as indemnizações que se mostrem devidas por:

      – danos corporais, quando o responsável seja desconhecido ou não beneficie de seguro válido e eficaz, ou for declarada a insolvência da empresa de seguros;

      danos materiais, quando o responsável, sendo conhecido, não beneficie de seguro válido e eficaz;

      danos materiais quando, sendo o responsável desconhecido, deva o FGA satisfazer uma indemnização por danos corporais significativos, ou o veículo causador, não beneficiando de seguro válido e eficaz, tenha sido abandonado no local do acidente e a autoridade policial confirme a sua presença no respetivo auto de notícia.

      Infelizmente o seu caso não se enquadra em nenhum destes pressupostos.

  9. Boa noite, Sr.Pedro,a situação ainda não foi resolvida…Enviamos a reclamação por escrito, mas tanto a nossa seguradora como a outra declinaram a responsabilidade.
    Daí a minha duvida…sendo assim vamos accionar a protecção jurídica.
    Agradeço novamente a sua disponibilidade…e continuação de sucesso para o seu blog.

  10. Boa tarde,Sr. Pedro Monteiro,gostaria que me desse seu auxilio.O meu pai teve um acidente a 22 de Setembro, numa rotunda.
    O meu pai não foi o culpado, e a sua seguradora declinou a responsabilidade, e a seguradora da pessoa culpada,responsabiliza o meu pai… Ou seja nenhuma das seguradoras quer responsabilizar. A seguradora do meu pai sugeriu que fizesse uma contestação por escrito.Eu gostaria que me desse o seu parecer, e a informação da forma como puderei a fazer essa contestaçaão.
    Desde já agradeço pela sua atenção.

    • Boa tarde Ana

      Já me consultou no dia 27-09 relativo a este acidente e indiquei os passos a dar. Ainda não está resolvido?
      Deve enviar a reclamação por escrito à outra seguradora e se não funcionar, accione a protecção jurídica junto da sua seguradora.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

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