Como é que as seguradoras atribuem responsabilidades em acidentes automóvel

Na análise para atribuição de responsabilidades em acidentes automóvel, as seguradoras utilizam a tabela Prática de Responsabilidades.

Para obter uma cópia, clique aqui

A Tabela está divida em secções consoante o tipo de sinistro. Pode ir ao índice na página 4 do ficheiro e seleccionar o tipo de sinistro entre os seguintes:

– Veículos em circulação no mesmo sentido

– Veículos em circulação em vias de sentido contrário

– Veículos oriundos de vias diferentes

– Veículos estacionados ou parados

– Casos Especiais

– Choque em cadeia

– Casos especiais em acidentes que envolvam veículos 2 rodas

Como interpretar os desenhos?

As viaturas estão identificadas como X e Y e nos casos de choque em cadeia, as mesmas estão identificadas por A, B e C

Por baixo das letras, existem números 0, 1 e fraccionados (1/2; 3/4, …). Se por baixo da letra indicar “0” significa que essa viatura não teve qualquer responsabilidade no acidente. Se houver outro número diferente, a responsabilidade pelo acidente será total no caso de o número for “1” ou se for fraccionado, a responsabilidade será repartida.

Conselho valioso: preencha correctamente a declaração amigável, faça bem os desenhos e ignore se as autoridades disserem que não necessita de declaração amigável. Fixe este conselho para seu bem.

Outro conselho: se tiver telemóvel como o IPhone ou similar, guarde o ficheiro da tabela de Responsabilidades e se estiver envolvido num choque em cadeia e tiver a frieza necessária de se lembrar de que dispõe de uma forma de saber com quem é que tem que preencher declaração amigável, será valioso na resolução do sinistro de uma forma rápida e eficaz. Lembre-se que a tabela é de fácil compreensão ou não a disponibilizaria.

Muitos problemas podem ser evitados se ler atentamente os artigos publicados sobre seguro automóvel e cuidados a ter no preenchimento de declaração amigável.

Espero que este artigo o/a ajude a perceber o sistema de atribuição de responsabilidade nos acidentes de viação.

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Cordiais Saudações

Pedro Monteiro

181 Comentários.

  1. Boa Tarde,
    Antes de mais, Parabéns pelo fórum e pela grande ajuda que prestam.

    No passado domingo (03-01-2016), um veiculo (BMW) deixou descair o seu carro contra o para choques frontal e contra o capot do meu carro (Ford-Puma). Tentei com que fosse preenchida a Declaração Amigável na altura contudo tanto o condutor como a pessoa que estava com ela estavam cheios de pressa. Consegui ficar com o nome (confirmado com o cartão de cidadão), matricula e contacto telefónico da pessoa que estava ao lado do condutor visto que o mesmo alegou na altura em como não tinha TMV. Ao entrar no carro para tirar a declaração amigável para tentar “confrontar” novamente a outra pessoa a mesma abandonou o local, mesmo comigo a buzinar e a fazer sinais de luzes para parar. Tentei contactar o número fornecido durante domingo e segunda-feira mas ninguém atendeu como tal efectuei participação na divisão de trânsito, preenchi a declaração amigável com todos os dados que me foram fornecidos “juntamente com os dados de uma testemunha ocular” que viu o veículo a bater e a abandonar o local.

    A peritagem foi efectuada hoje pelo perito da minha seguradora.

    Continuo a não conseguir contactar o número que me foi fornecido na altura.

    Poderá dar-me alguma sugestão por favor?

    Agradeço desde já a atenção dispensada.

    Cordialmente,
    Diogo Amorim

  2. Boa noite. Tenho uma questão pouco usual.
    Trabalho numa oficina de automóveis.estava com a viatura da empresa. Sou culpada, porque, estava a circular numa das duas faixas no mesmo sentido. Quando fiz pisca para a faixa da esquerda,reparei que estava um carro,nessa mesma faixa,mas ‘trás de mim’. Estive sempre a espera que ele passa-se por mim,para assim, entrar nessa faixa, com medo que se eu a passa-se 1o,ele batesse. Como nunca mais passava,acelarei,para entrar na faixa da esquerda. Mas assustei-me porque o semáforo estava vermelho. E ele bateu. Com tanta confusão na minha cabeça,entrei em pânico. O outro condutor, avisou-me, que quando mudei de faixa,foi no traço continuo. Realmente a roda do lado direito estava a pisa-lo.
    Ficou amigável, e o condutor, aceitou,que a reparação fosse na oficina onde trabalho. A minha questão, é, que prejuízos,terá a oficina, por minha causa??

  3. Boa Noite. Parabéns pelo seu empenho nesta problemática que em muito contribui para a orientação de cada caso. Gostaria de ter a sua opinião na seguinte situação. Minha mãe ao sair da sua propriedade forçosamente tem necessidade de ” invadir ” toda a faixa de rodagem pois esta é estreita. Esta saída situasse numa via que tem alguma visibilidade, sendo que há dias veio a ser embatida na sua frente, lado direito por um veículo que deixou um rasto de travagem de 37.5 metros. A seguradora limita-se e insiste que a culpa lhe terá de ser atribuida porque sai de uma propriedade particular, esquecendo por completo que a caso assim não fosse o embate não teria ocorrido.dita travagem significa um enorme excesso de velocidade e caso assim não fosse o embate não teria ocorrido. Esta opinião de que ha culpa sempre que se sai ou entra numa propriedade particular parece-me impr´opria e injusta. Por favor de-me a sua opinião e possibilidade de contestar isto, Obrigado. Isabel Oliveira

  4. Boa noite,

    Desde já agradeço a atenção da minha mensagem.
    Estava parado num cruzamento com perda de prioridade na cidade de Queluz (cruzamento em forma de triângulo de inclinação elevada mas sem traços de divisão na via), para virar à esquerda e estava atrás de um carro Y igualmente este a virar à esquerda. Uma carrinha grande de caixa aberta, estava a virar à direita (há espaço no cruzamento para todos), contudo ao vir uma viatura na via principal, esta carrinha travou. Ora quando vai a arrancar dessa posição não consegue fazer o ponto de embraiagem, e ela descai (cerca de 2 metros), vindo embater na minha porta traseira direita, ficando esta com a forma em V e o vidro partido. A polícia foi chamada ao local, e fez o croquis, dados, etc., já que nenhum se queria dar como culpado, e por isso a declaração amigável não foi feita em conjunto, tendo eu preenchido à posteriori (tinha todos os dados), e entregue à minha seguradora. Após 4 semanas de espera com averiguadores, peritagens etc., a minha seguradora enviou uma carta com responsabilidade 50/50. Não concordo porque ele descaiu a carrinha devido à forma negligente de condução de arranque, vindo embater na minha porta, em que eu estava parado. De saientar ainda, que as autoridades após tomarem todas as medidas da via e dos veículos, pediram ao motorista da carrinha para tirar a mesma. Ao arrancar a carrinha, volta a fazer mal o ponto de embraiagem descai e embate novamente na porta do meu carro. Enfim!! Não concordo com esta decisão, e devo accionar a protecção jurídica do seguro segundo o que tenho lido das suas respostas, mas quero saber na sua sensibilidade quem é o culpado?
    Atenciosamente,
    Filipe Nogueira

    • Filipe

      A minha opinião pouco vale e nem é vinculativa.
      A questão é esta: tem testemunhas? Consegue apresentar elementos que comprovem que o acidente ocorreu tal como descreve? É preciso provar o que aconteceu. E aconselho que accione a protecção jurídica.

  5. Boa tarde, há uns dias estava a fazer marcha atrás numa estrada um pouco inclinada… Atrás de mim estava um carro estacionado e dei-lhe um toque (que mal se vê), e o meu ficou com uma mossa no pára choques. Claro que sou culpada porque o carro deslizou e não consegui “pára-lo a tempo”… Acontece que tenho carta à relativamente pouco tempo, estando no regime probatório e declarei-me culpada na declaração amigável… Vou ficar sem carta??

    • Cristina

      Nunca fica sem carta por causa de um acidente. A não ser que estivesse sob o efeito de drogas e alcool.
      Quem determina a responsabilidade em acidente automovel são sempre as seguradoras. Nunca os condutores.

  6. Boa noite Pedro,

    antes de mais, queria agradecer-lhe o excelente serviço à comunidade que este blog representa. Parabéns!

    Estive muito recentemnte envolvido num acidente de viação e gostaria de saber a sua opinião. Vou tentar expor o caso da melhor maneira:

    vinha de moto, na marginal de Cascais (2 faixas em cada sentido de trasnito) tranquilamente na faixa da direita quando ao descrever a curva, logo após a mesma está um camião do lixo parado com os 4 piscas; logo a seguir à surpresa, a minha reacção foi olhar pelo ombro p trás p ver se vinha algum carro na fixa da esquerda, para poder mudar para essa faixa e contornar o veículo e assim evitar uma travagem mais brusca, até porque quando o vejo ainda estava a fazer a curva.
    Olho para trás, nao vem ninguem logo atrás, volto a olhar para frente já a começar a apontar a moto p a faixa esquerda, quando vejo o camião a pôr a frente na faixa da esquerda, ficando em espinha em plena marginal e a encetar uma marcha-atrás para entrar numa rua à direita.
    Perante esta visão, só me restou restou travar forte e talvez pela moto nao estar completamente direita, a frente fugiu e ela foi a deslizar directo aos rodados do camião (na traseira do mesmo), comigo a deslizar ao lado mas FELIZMENTE parei ao lado do camião.

    A polícia foi chamada ao local (bem como o 112, eu fui para o hospital com ferimentos ligeiros) e há um auto policial e uma testemunha.
    Eu estou seguro que o que aconteceu foi um despiste em virtude da manobra ilegal e completamente imprevisível (e nao devidamente sinalizada) do camião do lixo. Um despiste que me fez perder a frente da moto que foi a deslizar até embater na parte de trás do camiao.
    A minha única dúvida é que possa ser alegado bater por trás e eu ser declarado culpado.
    Na sua opinião, perante os factos, qual acredita que seja o desfecho mais provável?
    Mais uma vez obg!

    • penso que me esqueci de referir algo muito importante, ao iniciar a manobra de marcha atrás, o camiao colocou-se numa posíção oblíqua, preenchendo a quase totalidade das duas faixas de rodagem (divididas por um traço contínuo) e encetava uma marcha atrás p uma rua que dava acesso a essa estrada, i.e. entrando em contra-mao nessa rua

      • Gui

        É importante que a seguradora onde efectuou a reclamação tenha o auto de ocorrencia e o testemunho de quem viu.
        Caso contrário poderão não assumir a responsabilidade.
        A culpa moral não existe nos seguros. Só os factos e o que pode ser provado.

  7. Boa noite Sr Pedro poderá me esclarecer, tive um acidente no qual eu estava parado na fila quando um veiculo embateu na minha traseira e arrastando me contra o da frente não tive culpa mas uma vez que tenho seguro danos próprios avaliado em 5600€ e o meu carro é de (1998) e a seguradora culpada não assume o valor que eu tinha assegurado na companhia mas deu perca total poderá me informar o que devo fazer para receber o valor em causa.
    Cumprimentos

    • Nuno

      Envie as condições particulares da sua apolice actualizadas com o valor correcto para a outra seguradora, exigindo o pagamento do valor seguro. Caso não resulte, exponha o caso à sua seguradora.

  8. Ola,uma ajuda para um acidente que tive. Estavam paradas 3 motas numa rua ao qual ao estacionar bati numa, que ao cair foi batendo nas outras. Sendo que as 3 cairam as chao e ficaram com estragos. O que sucede é que a 2 mota pertence ao meu marido e a seguradora indica que nao paga o arranjo por ser cônjuge. So que a batida nao foi diretamente no meu marido,mas sim noutra mota que foi bater na dele.
    A quem posso recorrer, uma vez que nao aceito esta resposta. As motas nao tinham nenhum condutor presente.

  9. Boa tarde no mês de Setembro eu e o meu companheiro tivemos um acidente de carro , e como foi grave nem deu sequer para falar com o condutor do outro veiculo, a seguradora esta a demorar a dar a resposta e o perito diz que em principio vai ficar 50/50 para os dois condutores acho uma injustiça, eu envio lhe a noticia do acidente e pode ver as imagens .

    http://vilaverde.net/2015/09/04/dois-feridos-graves-em-acidente-que-provou-cinco-vitimas/

    o nosso carro é uma seat ibiza cinzenta.

    Gostaria de saber a sua opinião
    Obrigada

  10. Boa tarde,

    Gostaria de lhe colocar a seguinte situação:

    Uma viatura que tinha sido furtada embateu numa viatura estacionada e pós-se em fuga, passados alguns instantes (mais ou menos dois minutos) atropelou uma senhora de forma ligeira, e continuou em fuga tendo embatido novamente em três viaturas estacionadas cerca de 3 minutos após atropelar a Senhora.

    A minha pergunta é se a seguradora ira considerar como um único sinistro ou como 3 sinistros.

    Desde já grato pela sua resposta.

    Cumprimentos,

    João Dias

  11. Boa noite,

    Tive um sinistro automóvel e gostava que me desse a sua opinião quanto à atribuição de responsabilidades.
    Passo a explicar, seguia numa recta com traço descontínuo e decidi efectuar uma manobra de ultrapassagem a dois veículos que me precediam. Meto o pisca da esquerda, ultrapasso o primeiro veículo e quando estou a ultrapassar o segundo veículo este vira à esquerda e embate-me na parte lateral direita traseira do meu veículo. Chamei as autoridades e para o processo avançar rapidamente preenchemos a participação amigável.
    A minha questão é, de quem é a responsabilidade neste caso?

    Cumprimentos/Obrigado,
    Luis Rios

  12. Boa Noite.gostava que alguém me esclarecesse sobre um assunto:
    quando existe um acidente de viação em que uma das partes não tem carta de motociclo nem seguro como se atribui a responsabilidade do acidente?

    • Ricardo

      Se o motociclo foi o responsável pelo acidente, terá que recorrer ao Fundo Garantia Automóvel.
      Se o Ricardo foi o responsável, é a sua seguradora que assume os danos.

      • Boa Noite.
        ja foi declarado o culpado do acidente e foi o condutor do automovel que tem a documentação em dia pela sua propria seguradora. poderá ele não aceitar a decisão e recorrer ao fundo garantia automovél visto que até ja houve ordem de reparação do motociclo pela companhia de seguros?
        obrigado

        • Ricardo

          Se a sua opinião sobre o acidente se baseia no facto de o outro interveniente não ter seguro, pode esquecer. É tempo perdido.
          Mas se achar que não teve responsabilidade no acidente, reclame a decisão por escrito à sua seguradora. Caso a decisão se mantenha, exponha o caso à ASF (autoridade de Supervisão de Seguros e fundos de Pensões)
          Pode também recorrer ao apoio juridico e CIMPAS.

  13. Boa noite, parabens pelo seu blog e gostava de ter a sua opinião

    Fui informado hoje, 22 de setembro que a companhia de Seguros irá declinar a responsabilidade (via telefone), de um sinistro ocorrido a 31 de Julho, apos terem assumido a responsabilidade a 100 por cento conforme carta a 18 de Agosto e terem inclusive mandado repara o meu motociclo (quem assume os custos)

    Fundamentando essa decisão na analise fotográfica do local, onde segundo os mesmos, a manobra efetuada por mim, uma ultrupassagem após um cruzamento, teria que ser efetuada NO cruzamento por notoria falta de espaço.

    Enviei a gestora do processo imagem do local onde se verifica que há espaço mais que suficiente para efetuar a manobra apos o cruzamento (auto da GNR – do local do embate ao cruzamento mais de 5 metros)

    Quando assumiram a responsabilidade do sinistro, não terão efectuado um exame ao local, antes de assumirem a responsabilidade?

    É lhes possível reverter essa situação tendo em conta os prazos percunizados no DL291/2007, assumindo que comunicaram a definição de responsabilidade a 18 de Agosto?

    Obrigado pelo sua disponibilidade

    • Caro Marco

      Accione a protecção juridica do seu seguro automovel.

      • Caro Pedro,
        Já procedi à reclamação junto proteção jurídica.
        A questão principal, é que as duas seguradoras não se entendem quanto a responsabilidade do acidente. A minha, diz que não tenho culpa, a congénere faz a divisão 50/50. Nao deveria ser a seguradora a defender a posição que assume, e não obrigar os segurados a entrar em litígio com as seguradoras??
        De referir que em resultado do acidente, o maior custo será de danos corporais da passageira que seguia na minha viatura!!

  14. Agradeço o pdf disponibilizado que apresenta grande utilidade. Apesar de ser uma excelente ajuda, contínuo com dúvidas, razão pelo qual exponho o meu caso e peço opinião.
    A situação deu-se numa estrada com 2 sentidos de rodagem e um entroncamento à esquerda (nota: existe uma passadeira anterior ao entroncamento em questão e não existe quaisquer sinais de trânsito no local à excepção da sinalização da passadeira).
    Seguia eu atrás de um tractor agrícola com semi-reboque a baixa velocidade. Imediatamente antes de chegar a um cruzamento, decidi ultrapassar o mesmo tractor e após ter iniciado a manobra, a condutora do tractor sinalizou mudança de marcha para a esquerda com o braço iniciando a mesma de imediato. O que sucedeu é que já praticamente tinha concluído a ultrapassagem e a mesma embateu na parte de trás do lado direito do meu carro (arranhou jante e partiu pára-choques traseiro + deflector nocturno). No momento, com o stress, pensei que seria culpado e como o tractor não tinha quaisquer danos, a senhora disponibilizou-me o contacto para qualquer necessidade mas não se preencheu a declaração amigável nem chamei as autoridades. Durante o dia de trabalho fui reflectindo e pensei que afinal poderia não ter a culpa dado que bateu-me na parte de trás da viatura e a condutora do tractor não sinalizou a respectiva manobra atempadamente. A minha questão é: Quem é afinal o culpado nesta situação? Caso a condutora do tractor seja culpada, visto que não há declaração, não houve vistoria pelas autoridades e o tractor não tem quaisquer danos, o que posso eu fazer? Apenas tenho a matrícula do tractor, o nome e contacto telefónico da mesma. A senhora não poderá “desmarcar-se” da história?

    • Ricardo

      Nestas circunstâncias não o posso ajudar porque isso implicaria analisar todo o seu processo, o que não é o objectivo do presente blog. O objectivo do blog é orientar as pessoas para a solução dos problemas com seguros.
      Agradeço, desde já, a sua atenção.

  15. ola boa noite desde já parabéns pelo seu blog e pela sua disponibilidade em responder. queria colocar uma questão:
    tive um acidente sábado passado ao sair do estacionamento embati noto veiculo que também se encontrava a sair do estacionamento, a companhia informou-me que à prior vai ficar 50/50.
    gostaria que me esclarecesse a questão dos 50/50? e quem estipula o valor da reparação se a oficina ou perito?

    cumprimentos

    Telmo Lima

  16. Boa tarde, antes de mais parabéns pelo blog.
    Gostaria de saber a sua opinião sobre o seguinte acontecimento.
    Estava na via de um parque de estacionamento de uma superfície comercial parada a aguardar que a viatura à minha frente estaciona-se. Enquanto isso verifiquei que dispunha de um lugar para mim mas que era necessário recuar um pouco, de modo que olhando pelo retrovisor e não visualizando nenhuma outra viatura dou inicio a marcha a traz. Penso que devo ter avançado apenas uns cm’s quando ouço uma senhora aos gritos (não senti qualquer tipo de embate) parei imediatamente o carro e verifiquei uma senhora no chão, com a qual deverei ter embatido e que pelos vistos ia atravessar. Foi chamada a ambulância e a policia. A minha pergunta é terei eu de pagar os custos hospitalares sendo que a srª colocando-se atrás do carro numa zona que apesar de parque não era de passadeira?

    Obrigada,
    Cumprimentos,
    Marta Andrade

  17. Tive a oportunidade de ler o seu blog que despertou a minha curiosidade devido a uma situação pela qual estou a passar atualmente. Desde já lhe dou os parabéns pela disponibilidade e clareza com que responde aos seus leitores.

    Se me pudesse ajudar com a sua opinião relativamente à minha situação ficaria-lhe bastante grato.

    O que sucedeu foi que eu tive um acidente de mota à noite em Lisboa, por causa indeterminada pois não existiram testemunhas e fui embater num carro que estava na via pública mal estacionado.

    Eu não me recordo do acidente pois embati com a cabeça e perdi os sentidos, não sei se fui culpado ou se existiu outro interveniente.

    Eu tive que ir para o hospital receber assistência, logo não tive qualquer contacto com a policia.

    A seguradora contactou-me passado uns tempos para dar conhecimento da queixa do proprietário do carro, e passado mais uns tempos ligaram novamente a dizer que iriam pagar os danos.

    Durante esta semana enviaram uma carta a fazer um pedido de reembolso no valor de 970€ (quando se tratava de uma batida que por menos de 200€ se arranjava) porque o tinha acusado uma taxa de alcoolemia acima do legal.

    Sou obrigado a pagar este valor? Eles procederam corretamente ao pagar o arranjo sem me consultar, tendo em conta que o carro estava mal estacionado?

    Obrigado pela ajuda

    Cumprimentos,

    • Caro João

      O facto de a viatura estar mal estacionada não o isenta de responsabilidades pelo acidente.
      Tendo em conta que conduzia alcoolizado, terá que indemnizar a seguradora pelos prejuízos causados. A lei é muito clara quanto a esta matéria.

  18. Bom dia,

    No outro dia parei numa rotunda e o carro que vinha atrás bateu. com o nervosismo, pois nunca me tinha acontecido e tenho carta há relativamente pouco tempo, não travei o carro e voltou a bater (foi mais um toque).

    O carro que bateu ficou com algo partido enquanto o meu não. Ele disse que ia verificar e que se não fosse muito grave ficaria assim.

    Acontece que ligou-me e é necessário arranjo e gostaria de saber de quem é a culpa e quem deverá accionar o seguro.

    Obrigada

  19. Boa noite.. Há dois dias bateram no meu carro.. Ia a descer uma rua, na qual tem u a curva apertada, a sra do outro carro nao me viu e entrou na minha faixa de rodagem e bateu.m nao no lado, mas mesmo no meio do meu carro.. A sra na altura nao preencheu o papel do seguro pois dikou mto nervosa e foi para o hospital,, mas antes disso fez questao de feitar k nao era culpada porque disse k como ia a descer rinha de parar pa a deixar passar.. Nao ha nenhum stop, claro k nao vi a sra ou tinha parado o meu carro e onde a sra me bateu dava pa passar dois cArros.. Ha hipoteses de o seguro dizer que a culpa é minha caso ela nao se dei como culpada?

    P.s acho k ela ka assumiu mas nao tenho a certeza..

    • Tania

      Chamaram as autoridades? Há auto de ocorrencia? Reclame à seguradora da outra condutora. Pelo que descreve, a outra senhora invadiu parcialmente a sua faixa.
      Mais, numa rua estreita inclinada em que dois carros não passem ao mesmo tempo, recua quem vem a subir.

      • Sim chamei a policia, mas a policia nao fez relatorio nem croqui.. A senhora ja mudou de historia duas vezes.. Agora ao averiguador da minha seguradora diz que a culpa é das duas.. Diz que imvadi a faixa dela.. Se a policia tivesse feito o seu trabalho nada disso acontecia.. Porque o meu carro fikou sp na minha faixa e o dela na minha.. Por isso nao percebo como a culpa possa ser das duas.. Devo ter uma resposta da seguradora hoje ou amanha..

  20. Olá Pedro,

    Desde ja parabéns pelo blog, pois é uma ferramenta super útil.
    Gostaria de uma opinião…
    No dia 11 de julho, o meu marido seguia a sua marcha, quando sinaliza à direita, para estacionar, como o espaço era entre duas viaturas, chegou-se ao centro da faixa, para que o carro entrasse a direito, quando aomis surpreendidos, pela direita por uma condutora que acaba por colidir na porta do ocupante.
    A senhora ligo n e local inventou mil e uma coisa, chamou-se a polícia e não se fez a declaração amigável. Assim sendo reclamei junto da companhia da senhora… O carro foi peritado uma primeira vez, e como a senhora accionou logo a assistência jurídica, veio um perito averiguado uma segunda vez. Esse perito já veio há três semanas e continuamos sem apuramento de responsabilidades. É normal uma demora tão grande? Poderei fazer algo para que o processo decorra mais rápido? É que a porta está desnivelada e cada vez fecha pior e quero uma resolução, pois ia tranquilamente estacionar e a senhora enfia-se cheia cheia de pressa num primeiro buraco que vê…. Obrigada

    • Vânia

      Pelo que descreve, a responsabilidade do acidente é sua, pois ao fazer marcha atrás para estacionar tem que tomar todas as precauções antes de iniciar a manobra.
      Se entende que tem razão e porventura a seguradora da outra condutora declinar assumir a responsabilidade, pode também accionar a protecção jurídica.

      • Não foi realizada qualquer manobra de marcha atrás…. Iamos entrar no lugar vago sem recurso a qualquer manobra auxiliar. As companhias dizem que foi violado o n1 do 35 art do codigo da estrada. Mas se eu vou à frente e estou já a realizar a manobra pode o condutor de trás tentar passar pela direita porque viu um pequeno espaço livre? E que a senhora embateu pela direita da nossa viatura?

        Obrigada pela sua atenção.

        • Vânia

          Dessa forma não consigo visualizar o acidente. Há muitas variáveis: mudou de faixa? a outra senhora ultrapassou pela direita (proibido) …
          Terá mesmo que aguardar pela decisão das seguradoras e caso discorde da decisão, accione a protecção Juridica.

  21. boa tarde
    gostaria de saber a sua opinião sobre uma situação que me ocorreu a pouco tempo. esta situação ocorreu num condomínio fechado. saí de minha garagem com o carro e circulei pelo condominio, a uma velocidade sempre inferior a 10/h pois nao dá para andar mais depressa, ate á saida. quase a chegar ao portao de saida e abrandando ainda mais a velocidade para parar e abrir o portao, uma criança de um vizinho saiu de casa e atravessou literalmente a estrada a correr sem olhar nem nada. parei logo assim q a vi pois ja estava quase parado, mas a criança embateu na esquina direita do meu carro, desiquilibrou-se e ao cair no chao totalmente de gravilha arranhou os joelhos e um bocado da face. toquei a campanhia da senhora e ela ainda demorou a abrir a porta, segundo ela me disse depois, estava a ouvir a filha a chorar e a procura-la pela casa. a sogra da senhora tambem veio á porta e disse-lhe que talvez fosse melhor levar a criança ao hospital. concordei, e como a mae disse que nao tinha transporte de momento, levei eu a criança e a mae ao hospital. ela nao apresentou queixa nem nada, mas chegou depois com o documento do hospital para eu preencher e para meu seguro pagar a conta hospitalar. recusei-me de pronto dizendo que nao achava justo ser eu a pagar a conta do hospital pois nao me sentia culpado pelo sucedido. serei eu o verdadeiro culpado neste caso?

    com os melhores cumprimentos
    Antonio

    • Caro António

      Pelo que descreve, não teve culpa.
      Pode recusar a pagar a despesa.

      • obrigado Pedro Monteiro por sua disponibilidade em dar a sua opinião.
        agora terei de aguardar ate ser constituido arguido para o caso se resolver.
        quando tudo isto estiver resolvido comunicarei no site a decisao final

  22. Bom dia. Gostaria saber se me pode dar uma opinião que desde já agradeço.
    Há um mês, na saida da Ponte 25 de Abril sentido norte-sul eu circulava de mota na 3ªfaixa, pois a 1ª e 2ª encontravam-se com o transito quase parado com destino essencialmente para a Caparica. Em determinada altura uma viatura sai da faixa do meio e atravessa-se à minha frente de forma repentina, o que me levou a travar a fundo e guinar para não embater na viatura. Nesse momento perdi o equilibrio e cai. Fui de rastos e embati contra o separador central eu e a mota já em separado. Eufiquei no chão, a minha mota a cerca de 3 a 4 metros de mi e a viatura que provocou parou por volta dos 20 metros. A pessoa que vinha a conduzir pediu por diversas vezes desculpa pois não me tinha visto. Fiquei ferido e segui para o hospital. Não houve declaração amigavel, a policia tomou conta da ocorrencia. Agora fui informado pela companhia da outra viatura que declina a responsabilidade. Confesso que fiquei incredulo. Diga-me por favor o que lhe parece. Obrigado

  23. Bom dia. Gostava que me desse uma opinião se possível.
    A situação é a seguinte:

    Estava estacionada num lugar de estacionamento junto à faixa de rodagem. Quando eu ia a sair do carro, abri a porta e depois da porta aberta, que estava dentro do limite de estacionamento (dentro das linhas) passou um autocarro que me levou a porta com ele…
    A condutora do autocarro não quis sair, nem preencher declaração amigável, porque entendeu que não teve culpa, eu igual. Chamou-se a polícia que por sua vez fez o auto, tirou fotos, etc.
    Fui contactada pela minha companhia de seguros passado uma semana que a peritagem iria ser feita há dois dias atras, mas ninguem apareceu. Hoje ao ligar para a companhia a saber o motivo pelo qual os peritos não apareceram, o mediador informou-me que a outra companhia de seguros (a do autocarro envolvido no acidente) não entende ser responsável e por isso não podem marcar a peritagem. Gostava de saber até que ponto isto será verdade, quem tem autoridade para marcar ou não a peritagem, e nós (sendo os acidentados) podemos recorrer desta situação, ou como resolver da melhor maneiro, visto que a nossa companhia de seguros não nos aconselha a ir para tribunal (proprio destas situações) porque a companhia pode vir a ter custos elevados de multas etc. Agradeço resposta. Obrigada, Amanda Vieira

    • Amanda

      Tem testemunhas do acidente?
      É importante para si, porque quem tem a porta aberta e tem um acidente, o culpado é quem tem a porta aberta.
      Já reclamou à outra seguradora?

  24. Boa tarde,

    Desde já parabéns pelo blog 🙂

    Queria esclarecer algumas dúvidas. O meu marido teve hoje um acidente. Bateu por trás. Foi na saída de um cruzamento. O condutor da frente abrandou porque vinha um carro na estrada principal e o meu marido fez o mesmo. Mas assim que o carro virou numa das estradas secundárias o condutor da frente arrancou e travou. O meu marido ainda tentou parar mas bateu. O prejuízo foi mais nosso já que o carro do senhor tinha muitas amolgadelas mas nas provocado pelo nosso embate. Ainda assim o condutor queria dirigir-se ao agente de seguros e fazer um acordo amigável. Tentei chamá-lo à razão – ele é conhecido da nossa família – no sentido de não se participar ao seguro e fazer-se uma avaliação pessoal e caso necessário arcaria com qualquer que fosse o problema provocado por nós. O senhor não aceitou – começou a alegar que não tinha tempo e afins. Achei por bem chamar a GNR. Fizeram o auto do acidente – ele não tinha os documentos com ele e os agentes ainda permitiram que ele fosse a casa buscá-los (garantiram-me que pagaria na mesma a multa por não os ter no momento) e no teste de álcool apurou-se que o senhor tinha mais de 0.5. O agente disse que ela tinha que ir ao posto para fazer o teste noutra máquina onde sai um ticket comprovante da percentagem de álcool no sangue. Concordamos, é claro, mas estou com receio que nada disso fique registrado em auto já que o condutor em questão era amigavelmente ligado a um dos agentes.

    Quero acreditar que a GNR é idônea e registará tudo devidamente.
    Queria só questionar se tenho agora que preencher na mesma a declaração amigável? Como é que é em relação à responsabilidade pelo acidente? Ele, tendo acusado álcool, será responsabilizado pelo ocorrido?

    Obrigada desde já.

    Susana Silva

  25. Caro Pedro,

    Colidi há tempos com um carro que se apresentava pela minha esquerda, num entroncamento. Vinha de uma rua sem saída, mas sem qualquer tipo de sinalização a indicar a cedência de prioridade. Embati na lateral do carro que se apresentava pela esquerda com a frente esquerda do meu carro. O problema é que, dada a enormíssima inexperiência da minha parte preenchi a Declaração Amigável indicando que saía de um caminho particular. Essa declaração já foi contestada em ambas as seguradoras, os peritos fotografaram o local mas agora a minha companhia dá a outra condutora como culpada, alegando o artigo 30º do CE. Já a outra seguradora aponta-me a mim como culpada, alegando que não respeitei a lei da marcha (?????).
    Gostaria que me elucidasse relativamente às responsabilidades do acidente, tendo em conta que preenchi a DAA e sobre a decisão díspar das companhias, e a dita lei da marcha.

    Com os melhores cumprimentos,
    Sofia

    • Cara Sofia

      Nunca ouvi falar da Lei da Marcha 🙂
      Pelo que percebi, preencheu incorrectamente a declaração amigável, trocando as circunstancias do acidente indicando que estava a sair de uma rua particular.
      Não ha duvidas quanto à responsabilidade do acidente, pelo que descreveu.
      O problema é que preencheu mal a declaração e as seguradoras não estarão a se entender.
      Possivelmente terá que recorrer ao CIMPAS.

  26. boa tarde sr.pedro ainda aguardo a sua opinião,mas tou a pensar pedir apoio juridico gostava de saber a sua opinião…

    cumprimentos

    • Boa tarde Ricardo

      Exponha novamente o assunto, pois não localizo a sua exposição inicial.
      Agradeço também a sua compreensão para a demora na resposta porque mantenho este blog nas minhas horas livres juntamente com o nosso parceiro advogado.

  27. Alexandre Nóbrega

    Boa noite caro Pedro,
    desde já agradeço pela informação que reúne no seu blog. Gostaria também de se saber se me pode ajudar.
    Hoje desloquei-me ao ginásio e ao entrar no parque de estacionamento perdi o controle do carro e embati num poste. O porteiro rapidamente aproximou-se e tentou acalmar. Sugeriu falar com o funcionário do ginásio para ativar o seguro do parque, pois caso acionasse o meu seguro sairia caro + agravamento. Informou também que era o terceiro carro a bater no mesmo sítio.

    O funcionário do ginásio fez várias perguntas e disse que apenas tinha de falar com o porteiro… mas só depois de ver o carro é que disse que o ginásio alugava o parque para não ter de pagar seguro. O porteiro disse que não podia fazer nada e que havia uma placa no parque a informar que não se responsabilizam por danos ou roubo no parque. O que devo fazer? Há informação que não tenho acesso fácil e não tenho experiência em seguros – meu seguro é contra terceiros. Tenho o carro há duas semanas e pelos preços que tenho visto na internet a reparação pode chegar metade do preço do carro – muitos meses de poupança…

    Melhores cumprimentos,
    Alexandre Nóbrega

  28. Boa tarde,

    Desde ja agradeço ter ja um blog muito bom e precioso!

    Ha cerca de 2 meses tive envolvido numa situaçao de acidente, que vou resumir. Um familiar emprestou-me a sua viatura para eu poder ir buscar a minha filha a escola e quando a fui buscar parei numa passadeira para deixar passar 2 crianças a passadeira e apos estas terem efetuado essa passagem e eu ter tomado todas as providencias necessarias iniciei a marcha da viatura por mim conduzida, e ao mesmo tempo uma outra criança sai em marcha de corrida de tras de uma viatura que estava parada a frente da passadeira na faixa de rodagem contraria e ao ver-me avançar a mesma assustou-se e caiu a frente da viatura sem que eu lhe tenha tocado erecebimente sem ferimentos graves tendo eu saido da minha viatura e ter ido prestar auxilio a criança que tinha um corte no labio e os joelhos esfolados, perante isto chamou-se auxilio medico e que compareceu no local juntamente com as forças de segurança e por precauçao o menino foi ao hospital fazer exames, tendo a força de segurança tomado conta da ocorrencia, perguntaram se eu tinha sido interveniente eu disse que diretamente nao e relatei o que se passou anteriormente, deoois de certificarem que a minha viatura nao tinha qualquer marca de algum toque pois eu estacionei a mesma a frente da passadeira, visto nao ter sido interveniente. Posteriormente a isto ja fui ouvido por um senhor oenso que seja perito de acidentes que foi ao local e confirmou que nao havia travagem e que tirouvfotos da minha viatura. Agora o meu familiar recebeu uma carta da seguradora a dizer ” Tendo presente o disposto no art. 503 do Código Civil e o facto de nao existirem testemunhas do acidente, iremos tentar a melhor arrumaçao possivel com o lesado, na defesa de comum interesse”
    Gostava, se puder que me diga o que isto quer dizer, obrigado

    • Caro Paulo

      Artigo 503.º – (Acidentes causados por veículos)

      1 . Aquele que tiver a direcção efectiva de qualquer veículo de circulação terrestre e o utilizar no seu próprio interesse, ainda que por intermédio de comissário, responde pelos danos provenientes dos riscos próprios do veículo, mesmo que este não se encontre em circulação.
      2. As pessoas não imputáveis respondem nos termos do artigo 489.º
      3. Aquele que conduzir o veículo por conta de outrem responde pelos danos que causar, salvo se provar que não houve culpa da sua parte; se, porém, o conduzir fora do exercício das suas funções de comissário, responde nos termos do n.º 1.

      Remete para Artigo 489.º – (Indemnização por pessoa não imputável)

      • Certo Sr. Pedro eu já tinha visto o artigo, mas gostava de saber o que isso quer dizer e o seguradora quer fazer, pois nunca mais me disseram nada. Obrigado

  29. Ola, e desde ja obrigado por um blog tao precioso! Hoje tive um acidente estava a sair dum estacionamento com calma na manobra e um carro embateu no meu, ja estando eu dentro da faixa de rodagem. O carro embateu na minha trazeira numa tentativa de me ultrapassar, por sua vez os danos foram na parte da frente do lado direito! Preenchemos a declracao tudo bem, a sei que por tar a sair dum estacionamento perco a prioridade mas ja estava totalmente dentro da faixa de rodagem serei mesmo culpada?

  30. Boa tarde,

    Por favor é possível ajudar???
    Recentemente 30 dias tive um acidente de bicicleta no qual fui imobilizado de ambulância para o hospital… a GNR é que guardou os pertences (bicicleta), mas talvez com a queda desapareceu o aparelho (GPS e conta KM) que ia no suporte da bicicleta e ninguém encontrou…
    relatei ao perito que veio ouvir os factos e disse-me que não pode fazer nada porque não o tem para comprovar (se está perdido é estranho)…
    Como posso resolver…???

    Obrigado
    Ricardo

    • Boa tarde Ricardo

      A não ser que consiga provar que o GPS e o KM estavam na bicicleta, nada há a fazer.
      Tem factura de aquisição dos equipamentos? Exponha o caso por escrito à seguradora e anexe as facturas.

      • Obrigado pela resposta,
        Sim, tenho as faturas em meu nome algumas fotos da bicicleta com a peça na bicicleta, tenho o meu colega que ia comigo e também foi afetado com o acidente…
        Talvez isto tudo chegue…
        Cumps

  31. Gostaria de saber se é o regulamento de condomínio que fixa arbitrariamente o limite de velocidade dos veículos nos arruamentos interiores de um condomínio fechado.
    obrigado pela preciosa ajuda.
    Rui Olival

  32. Boa noite gostaria de saber a sua opinião sobre um acidente de que fui participante.
    Quando circulava por um caminho municipal e virava á direita para entrar numa Estrada Nacional e em que só a roda traseira direita estava em espaço do caminho municipal, há contacto entre a minha viatura e uma viatura que circulava pela Estrada Nacional em sentido contrario ao que eu iria tomar, em contramão, a ultrapassar uma 3a viatura, em local de cruzamento ou entroncamento e em local de passadeira.
    Portanto a outra viatura chocou comigo em manobra de ultrapassagem e local proibida pelas razoes antes descritas.
    A seguradora não aceita pagar a reparação da minha viatura porque alega que desrespeitei o artigo 31 do Codigo da Estrada.
    Já apresentei um Certidão da Câmara Municipal em como o caminho municipal é do dominio Público.
    de salientar que não existe qualquer sinalização quer horizontal quer vertical que me obrigue a parar ou ceder prioridade.
    Obrigado pela atenção.

  33. Boa tarde,
    Necessitava da sua opinião pois um carro embateu na viatura de cortesia com que me encontrava e a companhia de seguros diz que a culpa é minha, muito eu não concorde, acredite que não sou culpada e sinta que estou sendo alvo de uma injustiça.
    No passado dia 26/01/2015, fui interveniente num acidente de automóvel, tendo sofrido um embate por um veículo em circunstâncias que me fazem acreditar que não existe outro culpado que não o do condutor na produção do sinistro: havia estacionado o carro facultado pela representante da marca da minha viatura, enquanto a minha viatura estava sendo arranjada e tinha a porta detrás direita aberta, porque estava junto à viatura retirando a minha mala e as mochilas dos meus filhos. Nisto, uma viatura, em velocidade, sobe a rua e leva a porta do carro de arrasto. Não tive tempo de fechar a porta ou de reagir porque a viatura subiu a rua muito rapidamente e quando me apercebi, já estava em cima de mim. O condutor disse que não viu a porta, que estava “escancarada”, nem a mim, apesar do local ter iluminação. No dia seguinte, dirigi-me à entidade da viatura de cortesia e disseram-me que eu era responsável pelo sucedido. Pressionaram-me para assinar a declaração amigável, que assinei posteriormente após ligar para o meu seguro porque me informaram que é apenas uma formalidade e, ao assinar, não estou assumindo qualquer tipo de culpa, e uma ordem de reparação que não assinei por considerar que o condutor da outra viatura era culpado por diversas razões e em várias maneiras.
    Apesar da minha insistência, quer pessoalmente quer por telefone, nunca tive comunicação informando-me das razões porque me consideravam culpada atendendo a que ainda não haviam feito a peritagem, ouvido os factos ou o morador que viu a porta aberta antes de entrar em casa e viu a viatura a subir a rua com velocidade, uma rua de um só sentido, com casas germinadas de ambos os lados e que os carros estacionam do lado direito.
    Na terça-feira, dia 03/02/2015, informei telefonicamente a entidade que exigia uma resposta por escrito por parte da sua seguradora onde comunicavam o parecer da mesma e as razões da emissão do parecer solicitado. Dois dias depois, foi-me entregue cópia de uma carta dirigida àquela, datada de 29/01/2015, na qual a companhia de seguros informa que «De acordo com os elementos disponíveis, é nosso entender que a responsabilidade pela sua produção é atribuível ao condutor do veículo por nós garantido», ou seja, eu, quando apenas no dia 04/02/2014 é que fui contatada por um perito da companhia de seguros para voltar a redigir o sucedido e facultar cópia do meu cartão de cidadão. Para além disso, e de acordo com o perito da companhia de seguros, apenas nesse dia é que o mesmo foi levantar o auto à Polícia de Trânsito e fazer as peritagens. Ora, como é possível a emissão de um parecer sem terem todos os elementos disponíveis???? Esta ação da companhia de seguros, ao emitir uma definição de responsabilidade acerca do sinistro ocorrido sem estar na posse dos elementos disponíveis nem terem tido em conta quer o Código de Estrada atual e existente, quer a Tabela Prática de Responsabilidades, revela uma conduta negligente, irresponsável e parcial já que existe aqui um claro conflito de interesses atendendo a que a companhia de seguro de ambas as viaturas intervenientes no sinistro é a mesma.
    Não obstante, a atitude da entidade que cedeu a viatura também não foi a mais correta já que deveria ter exigido da sua companhia de seguros uma atitude mais justa, mais correta e imparcial para com a sua cliente já que, ao entregar a minha viatura para arranjar, tornei-me cliente da mesma – já sou cliente da Citröen desde 06/2007.
    Para além disso, existem testemunhas que viram que o condutor retirou a sua viatura da via apesar de eu lhe ter dito que não o fizesse porque estava a falar com os condutores pedindo-lhes desculpa pelo incómodo e um morador estivesse a pedir aos condutores que recuassem dado estarmos a aguardar a chegada da Polícia – fui eu quem sinalizou o ocorrido, quem ligou para a Polícia, quem falou com os condutores, etc., já que o mesmo estava mais preocupado em ligar para que lhe trouxessem a sua documentação e a da viatura – a viatura é da esposa e ele não estava na posse da documentação. Não sendo suficiente, o condutor apenas conseguiu parar a viatura a uma distância de mais de 3 (três) metros da minha, tendo inclusive o espelho lateral esquerdo e a carcaça do mesmo saltado para dentro da minha viatura.
    Tenho na minha posse, fotografias da outra viatura e onde se pode constatar que o embate não foi a meio ou no fim da viatura mas logo no farol, no final do farol, o que é normal já que os carros são mais estreitos no início e alargam de seguida.
    Para além disto, a distância entre a rua (na lateral) e a “minha viatura” estacionada era de 2,49 metros; a porta media 0,99 metros aberta e a distância restante entre a porta e a rua era de 1,50 metros por isso, é óbvio que o Nissan Quaisquai não conseguiria passar sem bater porque mede, de largura, 2 metros. Chamo a atenção para a existência, na parede da minha moradia, de um poste de eletricidade pelo que era impossível o condutor não ter visto a porta aberta, ainda mais se circulava dentro dos limites de velocidade permitidos para zonas residenciais e com um único sentido. O Código de estra é bastante claro em relação a isto quando diz que «um condutor quando vai ultrapassar, deve, especialmente, certificar-se de que a faixa de rodagem se encontra livre na extensão e largura necessárias à realização da manobra com segurança» sem bem que a “minha viatura” estava devidamente estacionada mas mesmo que o mesmo fosse ultrapassar, e/ou contornar, a porta que estava aberta porque eu estava mesmo junto à viatura, debruçada retirando as mochilas dos meus filhos que haviam acabado de entrar em casa, teria de reduzir a velocidade e verificar se existia espaço suficiente para o fazer. Diz o Código de Estrada, ainda, que «o condutor deve regular a velocidade de modo a que, atendendo às caraterísticas e estado da via e do veículo, à carga transportada, às condições meteorológicas ou ambientais, à intensidade do trânsito e a quaisquer outras circunstâncias relevantes, possa, em condições de segurança, executar as manobras cuja necessidade seja de prever e, especialmente, fazer parar o veículo no espaço livre e visível à sua frente» e que «a velocidade deve ser especialmente moderada nas localidades ou vias marginadas».
    Cito, ainda, o referido código na parte em que refere que «a entrada e saída de pessoas e as operações de carga ou descarga devem fazer-se o mais rapidamente possível, salvo se o veículo estiver devidamente estacionado e as pessoas ou a carga não ocuparem a faixa de rodagem e sempre de modo a não causar perigo ou embaraço para os outros utentes» art.º 53º, Secção VI, Capítulo I. Eu até estava a ser breve mas não pude impedir que a porta fosse levada de arrasto porque não tive tempo para a fechar ou me desviar dado a velocidade a que o condutor seguia – em todo o caso, é hábito o condutor seguir com velocidade na rua.
    Entrei em contato com a companhia de seguros após me ter sido dado o parecer definitivo e informaram-me, por email, que o parecer já havia sido emitido no dia 29/01, ou seja, que não iria ser alterado. É legal a emissão de pareceres desta natureza e nestas condições? O que posso fazer? Que medidas posso e devo tomar para me defender e fazer queixa destas duas entidades?
    Em todo o caso, é minha intenção enviar carta registada e com aviso de receção para o Instituto de Seguros de Portugal e fazer queixa quer da companhia de seguros, quer da Gestora de Sinistro responsável, pela incompetência nesta situação.
    Li a Tabela Prática de Responsabilidades e, de acordo com o que está escrito para estes casos, a culpa é do condutor muito embora aquele não se tenha assumido como culpado.
    Face ao exposto, pedia-lhe a sua ajuda e/ou esclarecimento.

    Atendendo a que dará a melhor atenção,

    Com os melhores cumprimentos,

    Vera Lúcia Peres

  34. Caro Pedro,
    Ao iniciar uma manobra de estacionamento à direita, verifiquei que o veículo atrás de mim tinha percebido que ia estacionar (dando-me “espaço”) e quando inicio a marcha atras uma viatura que ia na faixa à minha esquerda, coloca-se na minha traseira (passando um traço contínuo) e acabo por lhe dar um toque. Fiquei com o para-choques estragado. Tenho responsabilidade?
    As fotos do local e da posição das viaturas é reveladora (nãp cheguei a andar 1 metro).

  35. Boa tarde Pedro,

    Parabéns pelo blog! O ficheiro vai já para o meu email. 🙂 Gostava de ter a sua opinião em algo. Hoje, tive um acidente numa autoestrada. Bati contra uma carrinha que estava parada na berma, mas como a berma era estreita, também se encontrava parcialmente na faixa de rodagem parcialmente. Este veículo estava parado em cima de uma curva (do lado direito), sem qualquer sinalização para além dos 4 piscas. Eu não tive hipótese. Embora viesse a 80km/hr (bem abaixo do limite estipulado por lei- 120- e abaixo do limite recomendado para a via-100), ia na via da direita a descrever a curva para a direita, o piso estava molhado, as outras faixas de rodagem tinham carros constantemente a passar, e avistei o veículo imobilizado já muito em cima dele. De quem é a culpa? Sei que normalmente que bate por trás paga – neste caso não tenho tanta certeza pois o outro veículo não estava parado regularmente. Qual é a sua opinião? Obrigada!

    • Cara Ana

      Terá que provar que a outra viatura não estava devidamente sinalizada. Caso contrário, a responsabilidade será sua.
      Imagens vídeo podem ajudar ou testemunho de funcionários da concessionaria da AE.

  36. Boa noite Pedro Monteiro,

    Tenho aqui um caso que gostaria que me ajudasse. Portanto, a situação é a seguinte, numa estrada com duas vias(dois sentidos), eu queria entrar num local privado(habitação), dirigi-me para o eixo da via como manda o codigo de estrada, dei pisca para a esquerda (neste caso) com antecedência, depois de já estar 90% na outra faixa, levo com um taxi que vinha no mesmo sentido que eu, que me bateu na porta traseira do condutor. A companhia de seguros declarou-me como culpado e passo a citar “Por mudar de direcção à esquerda para entrar em local privado, quando estava a ser ultrapassado” foi exactamente isso que me disseram, acho um pouco vago. Se já estivesse a ser ultrapassado levava a pancada na porta do condutor e não na porta de trás do condutor(fiquei virado no sentido contrário) Qual a sua opinião perante o caso? Desde já obrigado!

    Melhores cumprimentos,
    Pedro Simão.

  37. Alexandra Oliveira

    Boa tarde,

    Gostava que me ajudassem numa questão.
    Onde trabalho, por norma existem muitas viaturas estacionadas do outro lado da faixa de rodagem.
    Se eu ao sair, não sair da minha faixa de rodagem, e vier um carro a ultrapassar as viaturas estacionadas vindo assim na minha “mão” e me bater, quem é o culpado?

    Obrigada,
    Alexandra OLiveira

  38. Olá Pedro, posso enviar-lhe umas fotos só para me elucidar do meu assunto?!
    Só sei que, tenho carta há mais de 30 anos, nunca bati em ninguém e nunca ninguém me tinha batido no meu veículo, mas como se diz: “para tudo há uma primeira vez”, bateram no meu carro, e no dia do meu aniversário, confesso que achei uma certa piada, (hoje) no dia não. Caso me permita envio as fotos, embora a minha seguradora esteja já a tratar do assunto, mas andava aqui a espreitar e ups… MUITO BOM este blog, parabéns e Bom Ano! 😯

    • Cara Maria

      Agradeço suas palavras finais e retribuo o desejo de Bom Ano para si.
      O objectivo do Blog é “ensinar as pessoas a pescar” ou seja orientá-las pelo caminho certo.
      A sus seguradora decerto que irá gerir o processo de forma adequada.
      Se o processo do seu acidente encontrar obstáculos, então exponha a sua questão neste espaço que eu a guiarei.
      Agradeço, desde já, a sua compreensão.

  39. Boas, agredecia a sua opinião.
    Tive um acidente, em que ia a conduzir numa via de dois sentidos na minha mao, ao passar um cruzamento onde eu não tinha stop olhei para a direita os carros parados no stop, e quando olhei para a esquerda uma viatura bate contra meu carro. A viatura da esquerda tem um stop sinalizado, bem grande, em que não fez o stop, pois com a pancada meu carro foi puxado para o canto do lado direito do cruzamento. Também me Magoei no pescoso, e costas…os seguros compencao as nossas dores???

  40. Boa tarde, Chamo´me Wilson Ferreira e tive um acidente de viaçao que me causou muitos danos fisicos e tambem financeiros mas o que quero pedir é uma ajuda pois fui abalrroado na minha faixa por uma viatura que seguia no sentido contrario ao que seguia e sempre julguei que a seguradora da viatura que me abalrruou cobriria as despesas nem que fossem as medicas mas nao aconteceu..recebi o resulado que deu 50% da culpa do condutor da viatura que me abalrruou o que acho injusto dai precisar saber o que devo fazer..que passos devo seguir para que alguem veja o meu caso e se for o caso o leve para tribunal..
    Aguardo resposta
    Os Melhores Cumprimentos
    Wilson Ferreira

  41. Boa tarde. Hoje tive um acidente de viacao. Num cruzamento na saida de uma localidade para entrar na nacional parei ao sinal stop, olhei para os 2 lados de nao vi ninguem de iniciei o movimento. Quando dou por mim tenho uma Mota de alta cilindrada que vinha em alta velocidade a embater em mim. Tenho 2 testemunhas que viram que ele vinha em excesso de velocidade de que eu nada podia fazer. Mas o seguro diz que e dificil de o motociclo ser culpado pois por norma quem tem stop e o culpado.
    Acha que tenho alguma hipotese neste caso?
    Os meus cumprimentos….
    Bruno Mendes

  42. Boa noite.
    Gostaria que me desse a sua opiniao…
    Num parque de estacionamento estando jà eu parado e com a viatura desligada um outro condutor a estacionar ao lado bate levemente com a frente do lado direito dele na parte lateral traseira do meu para choques mas partiu-o…
    Na maior tranquilidade deu-se como culpado, declaracao amigavel, tudo certo…o problema é q a viatura do outro condutor tem seguro mas nao tem inspecao a um ano. o que s vai passar? assumira a companhia dele a culpa apesar da inspecao?
    agradecia q me pudesse ajudar!
    atentamente, cesar m

  43. Boa tarde,
    Há um mês tive um acidente à noite, no qual o outro veículo encontrava-se parado, diz que na berma, berma essa que não cabe um carro fora da estrada, logo tratou de comunicar que tinha avaria, sem qualquer sinalização, nem luzes nem triangulo, numa estrada sem qualquer iluminação, eu ao terminar uma curva embato no dito veículo parado na berma, bati na roda traseira esquerda do tal veículo parado supostamente na berma, a policia foi chamada por não conseguirmos entrar em acordo todas as medidas estão a meu favor, dei conhecimento na minha seguradora do sucedido a qual ao fim de muito deu-me como culpada, reclamei a situação uma vez que não enviaram perito, não solicitaram o relatório nem fotos que a policia tem em sua posse, mais uma vez deparei-me que a minha seguradora enviou a reclamação para a seguradora do outro veículo e dando-me a mim como culpada e que eu deveria ter desviado do outro veículo e claro que a seguradora do outro defendeu o seu cliente. O que posso fazer nesta situação como proceder perante esta situação.
    Cumprimentos

  44. Lara Veiga Marcos

    Boa Tarde,
    Em dezembro de 2013 tive um acidente de viação que envolveu 3 viaturas:
    eu ia na minha via tranquilamente quando me aproximo de um cruzamento no qual uma viatura tinha a frente metida na minha faixa de rodagem(não tendo respeito o sinal de STOP)obrigando me a travar a fundo, o carro despistou se devido ao piso molhado e a chuva indo eu embater no carro que vinha em sentido contrario. o veiculo que não respeitou o stop pus em fuga antes das autoridades chegarem.
    O veiculo em quem eu bati e varias testemunhas testemunharam a eu favor. Mas a companhia(que nem ouviu as minhas testemunhas) do véiculo que fugiu deu me como culpada pois segundo eles eu devia abrandar ao chegar ao cruzamento, e o segurado deles não deve respeitar o STOP??a minha companhia pagou o arranjo á viatura em quem eu embati mas pediu reembolso a companhia da viatura que provocou o acidente,se eles reembolsar a minha companhia quer dizer que também posso pedir o valor comercial da minha viatura que foi para perda total?Obrigada pela ajuda

    • Boa tarde Lara

      Se a responsabilidade foi atribuida ao causador do acidente e se a sua viatura foi para perda total, então tem direito à indemnização por perda total.

      • Lara Veiga Marcos

        Boa Tarde Sr Pedro,
        O Provedor de justiça condenou a Allianz a reembolsar a Tranquilidade pela reparação do veiculo no qual embati, então logo que tive conhecimento do sucedido pedi o reembolso do valor comercial da minha viatura, Mas a Allianz nega se a pagar o valor comercial( na altura do acidente recebi uma carta da Allianz que dizia que caso se verifica se a minha não culpa do acidente reembolsavam me o valor comercial)COMO FAÇO PARA PEDIR O REEMBOLSO ?VISTO QUE EM DEZEMBRO 2015 ACABA O PRAZO DO ACIDENTE?AJUDE ME POR FAVOR!!!

        • Cara Lara

          Não tenho os elementos e dados disponiveis para lhe dar uma opinião sobre o que deve fazer. Contacte a Allianz enviando o parecer do provedor de Justiça e a carta que a Allianz lhe enviou informando que assumiria o pagamento do valor caso não fosse dada como culpada.
          Em ultima instancia, recorra ao CIMPAS.

  45. Boa noite Dr. Pedro Monteiro, desde já reitero a minha admiração pela sua dedicação neste espaço.
    Gostaria de relatar o meu caso que se passou hoje..
    IP7 sentido Ponte vasco da gama – Túnel do grilo
    Faixa da esquerda, velocidade dentro da regulamentada, colisão entre 3 viaturas (A, B e C – sendo a C a minha)
    A Viatura A deslocava-se na faixa central e ao verificar que a faixa central estava a abrandar, muda de faixa para a esquerda sem se aperceber das viaturas B e C, levando a que a viatura B colida com a viatura A e por sua vez a viatura C colida com a viatura B.
    Ficando provado por testemunhas (Condutor e acompanhante de Viatura B e eu – Condutor de viatura C) da infração por parte da viatura A, e alegando da minha parte a existência de distância de segurança por parte da viatura C em relação à viatura B será possível a atribuição de culpa apenas à viatura A? Ou Tal fato(mudança de direção da viatura A) não justifica por si só a colisão entre viaturas B e C.
    Se existir alguma dúvida não exite!
    Cumprimentos e muito obrigado pela atenção dispensada.

    • Boa noite Pedro Pinto

      Tem um problema. As testemunhas que indicou não são idóneas porque são intervenientes no acidente. Contudo o parecer delas é válido e deve ser dado às seguradoras.
      Tem mais alguma? Obtenha o testemunho escrito e reclame na seguradora do veiculo A
      Lembre-se que as seguradoras só tomam decisões baseadas em fatos provados.
      Temos um facto: a viatura B colidiu com a viatura A por trás -viatura B culpada; viatura C bateu na traseira da viatura B – viatura C culpada.

  46. boa noite sr Pedro Monteiro, pelos comentários que li, apercebi-me que me pode ajudar nesta questão MUITO complicada pelas leituras dos seguros! Eu vinha na estrada en125, sentido albufeira guia, coloquei o pisca para a esquerda a mais de 30m para entrar num parque privado, que é o meu local de trabalho, o traço é descontinuo, e nada parece me proibir a viragem, abrando a marcha, e no momento k vou virar ja atravesando o descontinuo, vem outra viatura que me queria ultrapassar bateu-me na lateral do condutor, o rapaz entendeu de logo que a culpa seria dele, chamou-se a GNR, que entendeu o mesmo! o acidente ocorreu dia 18/02/2014, fez ontem um mês, mas só hoje, dia 19/03/2014, os seguros entenderam que a culpa será minha, esperei pela atribuição de culpas, e foi a resposta que obtive! em qualquer descontinuo, não posso fazer uma viragem á esquerda? não sinto que a culpa seja minha, apessar da decissão do seguro! agradecia muito uma resposta sua.. o eu e-mail está mencionado, mas é core.1121@hotmail.com obrigado

    • Boa noite Bruno

      O seu caso enquadra-se no caso 15 ou 16 da tabela prática de responsabilidades que pode retirar no artigo.
      É responsável porque ia entrar numa zona privada. Se fosse para virar num cruzamento ou entroncamento, a responsabilidade seria do outro condutor.

      • ola pedro monteiro, agradeço de muito grado a sua resposta, este é sim um serviço, que deveria receber contribuições dos consultantes, se por alguma via puder fazer uma doação de um valor símbolico, mas pequeno, gostava de o fazer, porque estava já disposto a pagar amanhã a um advogado 50€ para obter a resposta que voçê me deu, aguardo e-mail! mais uma vez, Obrigado pelo seu contributo!

        • Caro Bruno

          Agradeço suas palavras. Se quiser contribuir, estou disponível para gerir sua carteira de seguros. Terá a promessa que, apesar da distância, terá um acompanhamento personalizado e profissional. Faço parte de uma grande corretora de seguros.
          Segue meu mail para manter contacto pedro.monteiro@accive.pt

  47. Boa Noite.
    Gostaria de expor a minha dúvida e saber a sua opinião.
    Eu e o condutor de um camião com atrelado circulava-mos lado a lado no mesmo sentido mas cada um na sua via no mesmo sentido. O condutor do camião apresentava-se á esquerda e eu a direita.
    Paramos os 2 ao mesmo tempo numa passadeira para deixar passar peões. As pessoas vinham da esquerda para a direita, mas o tempo que o camião demorou a desenvolver deu tempo de eu avançar juntamente com ele. fomos lado a lado, até que á entrada de uma rotunda onde quem entra tem prioridade (ou seja, nós) o mesmo pára e o atrelado começa a entrar cada vez mais na minha via. O condutor do camião pára mesmo tendo prioridade, e eu quando começo a ver que o atrelado do camião está a ocupar-se da minha via, parei também mas mais atrás, no entanto o camião avança com o veiculo e o seu reboque abalroou o meu veiculo /para-choques, faróis, guarda-lamas) o condutor do camião nem se apercebeu e eu buzei e só a meio da rotunda ele parou. Não aceitou fazer declaração amigável comigo e as autoridades foram chamadas, o auto da policia foi feito assim como as medidas foram tiradas onde consegue se ver que o meu veiculo estava quase em cima do passeio (do lado direito) pois tentei ao máximo chegar-me á direita. O condutor do veiculo disse a policia que estava na entrada da rotunda primeiro e que quando um camião está a entrar numa rotunda os ligeiros não devem colocar-se ao lado e que não tinha visibilidade pelo espelho. eu tirei fotos, no meu auto escrevi apenas: circulava na minha via quando o camião á minha direita abalroou-me. Não consegui ver o que o outro condutor escreveu mas deve ter escrito exactamente o que eu disse aqui que ele disse a mim e á policia. O que acha desta situação, a quem será atribuída a responsabilidade?

    • Pelo que descreve será imputada responsabilidade ao camião. Desde que tal fique provado

      • De que modo a seguradora irá apurar os factos deste caso, se o camião não ficou com danos e tudo o que há é o meu testemunho, o testemunho do condutor do camião que claramente deve ter contacto a versão a favor dele, já que o emprego estava em causa. A fotografia que tenho e enviei foi do meu veiculo no local exacto do acidente. A policia tirou as medidas, onde de facto se verifica que eu estava mais do que dentro da minha via e que para haver aquele acidente o camião teve que entrar nela. O que conta neste acidente para atribuição das culpas? Através das medidas tiradas pelas autoridades? Cumps, e obrigada pela sua resposta.

  48. Boa tarde.

    Hoje tive um acidente de viação em cadeia, estavam envolvidos 4 viaturas.

    Existe uma passadeira, o 1º carro para, o segundo tb, o terceiro (eu) estou mesmo a imobilizar o carro, qdo o 4º veiculo bate no meu, e eu por consequencia bati no da frente.

    A minha duvida é: segundo já li, o 4ºcarro so é responsabilizado de os outros estiverem imobilizados. Visto que eu estava mesmo a parar, mas ainda a travar, quem paga o meu carro?

    obrigada

    • Danos na traseira da sua viatura, paga quem lhe bateu.
      Como a sua viatura foi projectada para a traseira do outro carro, quem lhe bateu paga a frente da sua viatura e os danos das outras viaturas.

      • Bom dia,

        A minha namorada esteve envolvida num acidente na A2 e que não ha nínguem que assuma responsabilidades. Passo a descrever:

        – Veículo A para no meio da faixa de rodagem ( central) por falta de gasolina;

        – Veículo B para atrás do veículo A e sinaliza com 4 piscas;

        -Veículo C ( da minha namorada ) para atrás do veículo B e sinaliza com os 4 piscas;

        -Veículo D não para e embate no veículo C ( da minha namorada ) que por acção de massa embate no veículo B;

        -Veículo E bate de raspão no veículo D.

        O veículo A saiu de reboque antes da presença da policia ( visto não ter tido qualquer toque por parte dos acidentados )

        Foram preenchidas as declarações amigáveis por todos e a policia fez o auto.

        Carro da minha namorada teve que sair de reboque pois ficou com a traseira enfiada para dentro e a dianteira encolhida.

        Contactamos logo a seguradora dela que por sua vez indicou para se contactar também a seguradora de quem lhe . Assim foi feito.
        A seguradora de quem lhe bateu efectuou uma peritagem ao carro da minha namorada em que o valor de arranjo ficou cifrado nos 3500€.
        Entretanto a seguradora da minha namorada pagou o arranjo à traseira do veículo B, a seguradora do veículo D deu o carro como salvado e referente ao veículo C, nem a seguradora do veículo D ( que embateu no veículo C ) nem a do veículo E querem assumir qualquer culpa!

        Não sabemos o que fazer pois já contactamos um advogado ( por indicação da “nossa” seguradora que presta apoio juridico ) e o mesmo diz que se se levar a tribunal poderemos gastar imenso dinheiro, levar muito tempo e o mais certo ser a “absolvição” das seguradoras!
        É uma situação desesperante!

        • Caro Filipe

          Não vou pronunciar-me sobre o acidente visto que já está em contencioso jurídico.
          A seguradora suporta as custas judiciais e honorários de advogados no âmbito da protecção juridica.
          Aconselho-o a ler as condições gerais do seu seguro automovel no ponto que refere a cobertura da protecção juridica para saber os seus direitos.

          • Obrigado pela resposta Pedro,

            O que gostaria de saber é se “é legal” nenhuma das seguradoras dos veículos que bateram não assumirem qualquer tipo de responsabilidade, indo mesmo contra o estipulado na “tabela Prática de Responsabilidades”!

            Obrigado pela ajuda.

          • Não me parece que o seja, Filipe. Não posso dar uma resposta exacta. Isso fica para os advogados.

  49. Boa noite,
    tinha a viatura estacionada,numa rua inclinada, quando o condutor de uma carrinha deixou a mesma descair contra um pino que foi contra a porta do meu veiculo danificando o mesmo.Verificou-se intervencao policial e o condutor acusou uma taxa de alcool superior a 1,2. Pergunto a Companhia de seguros assume a responsabilidade nestes casos

  50. Boa Noite

    Gostaria de ter a sua opinião sobre o acidente que tive na Autoestrada, ou seja, circula-va na faixa da esquerda pois dirigia-me para a faixa da via verde, quando um veiculo que circulava na faixa do meio se despista e o veicula dela se vira e vai parar na minha faixa de rodagem, ainda tentei controlar a minha viatura mas derivado ao estado do piso pois estava molhado, não consegui controlar o meu carro e tive de embater no dela pois de outra forma teria de bater nos radies ou ir para a direita podendo causar outro acidente.
    Mas continuo a aguardar uma resposta da seguradora pois a condutora no momento do acidente também foi autuada pelas autoridades pois não tinha o IPO da viatura.
    Agora, também sei o que diz o Art.42 do código da estrada em relação á velocidade, mas eu não levava excesso de velocidade simplesmente com um carro atravessado na minha via é difícil de controlar .
    Aguardo a sua resposta
    Cumprimentos
    Susana

    • Boa tarde Susana

      Aguarde pela resposta da seguradora, porque não é facil definição.
      Se a viatura que se despitou tivesse batido logo na sua viatura, seria mais fácil.
      Pode acontecer que fique com quota parte da responsabilidade porque não manteve uma distância de segurança em relação ao outro veiculo. Seria óptimo para si se apresentasse testemunhas do acidente.

  51. Boa Tarde
    A minha viatura sofreu um acidente dia 14/01 aquando estacionada dentro dos limites definidos num parque publico o condutor de outro veiculo ao ultrapassar um terceiro estacionado embateu na porta traseira da minha que estava aberta para descarga. A minha viatura ficou com a porta completamente destruída e a outra viatura apenas partiu o vidro (para-brisas). Foi chamada a GNR para tomar conta da ocorrência.
    Foi apresentada reclamação para reparação dos danos materiais tendo a companhia do outro segurado declinado responsabilidade.
    Reclamei protecção jurídica e já passaram mais de 30 dias sem que nada tenha avançado.
    Uma conclusão é certa: o embate na minha viatura dá-se fora de mão do condutor do outro veículo.
    Por quanto tempo é que esta situação se pode prolongar e quais os prejuízos que posso reclamar uma vez que estou privado do uso da viatura?
    Agradeço antecipadamente a vossa melhor colaboração.
    Com os melhores cumprimentos,
    Francisco Costa

    • Caro Francisco Costa

      O +razo de resolução do seu caso é variável e não há um padrão definido para estes casos.
      Junte todos os comprovativos de despesas suportados pela falta da viatura e solicite a respectiva indemnização. Envie-as para a protecção juridica.

  52. boas tarde no dia 3 de Fevereiro 2014 na auto-estrada a8 eu seguia na minha faixa de rodagem mais a esquerda ja perto da via verde . o veiculo que seguia a minha frente entra em despiste e ficou todo atravessa-do na mesma faixa .travei mas foi impossível evitar o acidente visto que ele ficou a imobilizar a via ,gostava de ajuda para perceber quem será culpado visto a outra segurada ter reclamado junto da minha seguradora que eu sou o culpado porque foi embater no dela..obrigado

  53. Bom dia,

    Precisava de um esclarecimento, se possível. Tive um acidente automóvel no qual a Tabela de Responsabilidades iria atribuir 50% a cada, mas devido aos factos (via em que circulava o outro interveniente, fotografias do local e carros acidentados) estou segura que a culpa é 100% do outro veiculo.

    Assim sendo preenchi a DAA nos dois lados (esta está assinada pelos dois e completamente preenchida na frente), enviei fotos que tirei juntamente com fotos do local do acidente (tiradas do google maps), e ainda juntei uma folha A4 a descrever pormenorizadamente o acidente e porque acho que, segundo o Código da Estrada e as provas apresentadas, não tenho qualquer culpa no acidente.

    A minha seguradora ao ver estes elementos disse que no meu caso era mais vantajoso não accionar a convenção IDS (que provavelmente atribuiria 50-50) mas sim apresentar reclamação junto da outra seguradora. Eu na altura não percebi bem porque mas segui o conselho (a outra seguradora tentou ao máximo fazer com que eu fizesse por IDS).
    ALém disso descobri o seguinte artigo: http://www.faroseguros.pt/faqs/35-automovel/50-o-que-e-a-convencao-ids.html

    onde diz que se activar o IDS então as seguradoras só olham para a parte da frente da DAA, ignorando completamente os anexos (carta e fotos). Isto é verdade?
    Se for assim realmente a minha seguradora tem razão em achar que devia ir por via de reclamação ao invés do IDS.

    Grata pela atenção

    • Boa noite Luisa

      Pelo que descreve, a sua seguradora terá aconselhado correctamente.
      Na convenção IDS, as seguradoras olham para a parte da frente, mas também olham para a de trás. Se as circunstâncias do acidente estivem devidamente assinaladas e o desenho for esclarecedor e ambos os condutores tiverem assinado, é mais rápido e fácil a resolução do acidente.

  54. boa noite.
    gostaria de possível de uma opinião. Tive recentemente um acidente numa rotunda de 3 faixas. Eu circulo na do meio e quero sair na 3ªsaída ( de 4 possiveis), o que me bateu circulava na faixa mais interna e queria sair na 2ªsaída. Bateu-me na porta e guarda-lamas traseiro. Não quis assumir a culpa, apenas preenchemos parcialmente a declaração que assinamos ambos. Não tive tempo de chamar a policia pois o outro interveniente “quase que fugiu” ou seja não tive oportunidade de o reter mais tempo no local. Tirei fotos dos danos e da posição dos carros, incluindo uma foto que mostra claramente uma derrapagem do veiculo dele a invadir a minha faixa.
    O seguro não parece querer assumir, assim como o sujeito, tanto quanto sei, nem à companhia dele responde a pedidos de esclarecimento. A companhia dele diz que sem a versão dos factos dele não consegue apurar responsabilidade…. não querendo ser irónico… se o homem morrer eu nunca mais vejo isto resolvido?? O seguro dele tem que se pronunciar, certo?
    Que mecanismos posso accionar? Estou ainda preocupado porque não tenho protecção jurídica
    Agradecia um comentário por favor.
    Antecipadamente grato

    • A seguradora do outro envolvido enviou uma carta ao segurado a pedir a declaração amigável com a respectiva versão. O outro tem 8 dias para o fazer. Caso não o faça, a decisão será tomada com base nos elementos disponíveis, entre os quais a sua participação

  55. Boa tarde Dr.Pedro Monteiro,

    Ao tentar tirar uma dúvida sobre o meu acidente, e não verificando nenhum nas mesmas condições resolvi expor o meu caso.
    No dia 24 de junho,ao atravessar numa passadeira sem sinais luminosos,mais propriamente na R.arco cego em Lisboa, verificando a distância para atravessar com segurança, iniciei a travessia e fui atropelada pelo carro que vinha no meio da faixa de rodagem, mesmo em cima da passadeira. O condutor vinha distraído(palavras do próprio ao sair da viatura), só parou em cima da minha perna e estando na esquina um policial,este tomou logo conta da ocorrência chamou o INEM e fui levada para o hospital. Depois de RX e de TAC,o resultado foi perna partida, mas como na altura não havia um cirurgião disponível para ser operada, enviaram-me para casa com a perna engessada. No dia 2 de julho fui operada a uma fratura do planalto tibial e saí do hospital a 4 de julho.Comecei fisioterapia no final de julho e assim estou até hoje só a andar de canadianas e com dores. O médico da C.Seguros do condutor no relatório passou-me incapacidade total temporária e está neste momento a pagar a fisioterapia e as despesas médicas. Até aqui tudo bem.
    O que me preocupa neste momento é o pagamento dos dias desde que estou sem trabalhar. Sou empregada numa empresa de trabalho temporário que presta serviços à empresa onde de momento exerço a minha função, e ganho ao dia,não inclui sábado domingo e feriados e passo recibos verdes. Recebi da C.Seguros um cheque para pagamento desses dias inferior ao que teria recebido se estivesse a trabalhar. Como tal ainda não levantei esse valor,pois não concordo com ele. Não tendo nenhuma culpa do ocorrido não deveria receber o meu ordenado por inteiro?
    Além de não saber o resultado de tudo isto, a outra questão que se impõe é se terei direito a alguma indemnização por danos morais e patrimoniais pois até hoje dependo do meu marido e filhos para me movimentar. Não sei ainda quando regressarei ao trabalho, este teve de ser substituído por outra pessoa na minha ausência o que me deixa muito apreensiva.

    Agradeço desde já qualquer explicação que me possa enviar. Obrigado.

    • Boa tarde Paula

      Envie à seguradora cópia dos recibos de vencimento que usufruía antes do acidente. Tem direito a receber o valor líquido.
      Quanto ao restante, só mesmo um advogado é que a pode ajudar.
      As melhoras 🙂

  56. Bom dia será que me pode ajudar no dia 6 de agosto circulava numa estrada paralela a 125 em lagos e ao chegar a um entroncamento assinalado com stop parei como a lei diz pare olhe e escute fiz tudo isso ,queria virar a esquerda ,esperei que passassem 2 veículos da direita , 2 da esquerda e mais um da esquerda quando não circulavam veículos nas 2 faixas avancei ,quando estou no meio das duas faixas de rodagem vem um motociclo a alta velocidade batendo na parte da frente do meu carro destruindo toda a parte da frente do meu carro o condutor da mota que tem cerca de 13 metros de travagem mais 7 de arrastamento da mota foi parar mais ou menos a 30 metros do embate inicial a mota a 26 metros , foi chamada a GNR que tirou todas as medidas e que me fez o teste do álcool o outro condutor foi para o hospital e lá foi tirado sangue e enviado para análise , quando falei com a minha seguradora disseram para fazer uma declaração amigável com os dados que tinha. Do outro condutor , os quais foram dados pela GNR , como o outro condutor não apresentava qualquer interesse em resolver o problema ,fui aconselhada pela minha seguradora a enviar uma reclamação a seguradora do outro condutor para que se resolvesse o problema ,depois de estar cerca de um mês a espera de uma resposta sou informada pela minha seguradora que sou culpada , porque tenho um stop , ok eu tenho um stop mas eu parei e até apresentei uma testemunha que ia no carro comigo mas mesmo assim fui informada que mesmo com os 13 metros de travagem do outro condutor tudo indica que ele ia a 45 k a hora e que por isso não ia em excesso de velocidade , acionei o apoio jurídico e ainda não obtive qualquer resposta eles tem razão . Obrigado se for preciso posso enviar o auto da GNR , e de salientar que ainda não tiveram qualquer resposta em relação as aniles de sangue do outro condutor .

  57. bom dia.. queria perguntar quando se da um acidente de 50 -50 como fica o arranjo.. cada umpaga o seu mas paga a seguradora ou eu do meu bolso? é contra terceiros…

  58. Muito obrigada, vou fazer isso. Cumprimentos

  59. Boa Tarde, no dia 15 de Junho tive um acidente, eu seguia numa estrada nacional, quando para entrar num parque a minha esquerda, sinalizei a manobra ligando o pisca esquerdo, abrandei, olhei pelo retrovisor e o veiculo que vinha atras de mim tambem abrandou, vi que nao vinha nenhum veiculo de frente e comecei a efectuar a manobra, quando ja estou a entrar no parque, vem um 3o veiculo que estava a tentar ultrapassar o veiculoo que estava atras de mim, e a mim em simultaneo e embateu na minha lateral esquerda. Nao assisti a resolucao do acidente porque tive ser hospitalizada, mas o meu namorado era passageiro e ficou no local a tratar de tudo , e a declaracao amigavel foi assinada no dia seguinte, com o senhor do outro veiculo a dizer que assumia tudo, o certo e que agora recebi uma carta da parte da companhia dele a dizer que tenho 50% da responsabilidade alegando que eu nao tomei os devidos cuidados para mudar de direccao a esquerda ( art 35 codigo da estrada ). Quero contestar esta decisao pois acho que nao sou culpada, mas a unica testemunha que podia comprovar que realmente eu tomei todos os cuidados para realizar a manobra que era o senhor que seguia atras de mim, nao ficou mencionado no auto da gnr, sera que essa testemunha e valida na mesma apesar de nao estar mencionada ? ja agora, terei alguma responsabilidade no acidente ? visto que quando o outro veiculo me embateu eu ja estava completamente na outra faixa de rodagem, ja mesmo a entrar no parque. Peco desculpa pelo longo texto mas estou mesmo com estas duvidas. Obrigada Cumprimentos

    • Boa tarde Mónica

      O código da estrada é bem claro que, quando alguém vira para a esquerda, a ultrapassagem tem que ser feita pela direita.
      Contacte o condutor que estava atrás de si e peça um testemunho por escrito e envie tudo para a seguradora.
      Cumprimentos

  60. Boa tarde!
    Dia 1 de junho tive um acidente automovel, um veiculo deviou-se para cima de mim sem que tenha reparado na minha presença, e eu por minha vez, como este vinha a uma velocidade muito superior á minha, o meu primeiro instinto de reação foi desviar-me para a faixa da esquerda, após ter passado para a faixa esquerda o veiculo que vinha atrás por vir a uma velocidade superior e vir numa carrinha identica a uma ford transit não teve tempo de parar a viatura e embateu na traseira da minha.
    No momento do acidente o condutor alegou sempre que eu teria pisado o traço continuo a fazer a passagem para a faixa esquerda, tendo sido num local muito movimentado e sem grande luminosidade não fui até ao local verificar, optei por chamar a psp e os mesmos não fizeram teste do balão, não mediram distâncias, nada.
    O caso foi reportado á companhia de seguros de ambos, sendo que a minha companhia atribui culpa a ele, e a companhia dele atribui culpa a mim sendo isto um jogo de empurra.
    As minhas questões posta a situação são:
    A minha companhia mandou uma carta para minha casa a indicar que seria eu que teria de ir pedir satisfações á companhia dele visto que não me consideraram culpada, o que devo eu fazer? Sendo que ainda nem sequer houve peritagem, estou com o carro parado á 1 mês e sem respostas de como proceder.
    Á parte desta questão dos seguros, passei posteriormente ao acidente no local e reparo que não há traço continuo. Ha algo que eu possa fazer quanto a isso? Visto que o outro condutor deixou explicito na declaração que pisei um traço continuo?
    Aguardo uma resposta e agradeço desde já a vossa ajuda para saber que passos devo tomar.

    • Boa tarde Isabel

      Lamento só responder agora, porque só hoje é que o seu comentário surgiu na administração do blog. Tal deveu-se a problemas técnicos que “apagaram” alguns comentários por responder entre os quais o seu.
      Lamento imenso a situação e espero que compreenda.
      Proceda da seguinte forma:
      – Envie a declaração amigável mais o auto de ocorrência para a seguradora do terceiro. Se não for responsabilizada, pode pedir o custo do auto à seguradora. DICA: vá à esquadra e peça que enviem o auto por mail. Fica mais barato.
      – Se não for bem sucedida, accione a protecção jurídica constanctando a sua seguradora
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  61. Boa Noite, Sr. Pedro Monteiro

    No dia 11-04-2013, pelas 17:45m, quando circulava no sentido ascendente, numa rua de dois sentidos, mas que só pode circular um veículo de cada vez, buzinei para que, quem circula-se em sentido descendente, toma-se as devidas precauções, coisa que não aconteceu.
    Quando chego à parte onde existe duas faixas de rodagem, deparo-me com um veículo fora de mão, vindo embater-me na lateral esquerda traseira. Após o embate o condutor do referido veículo, pôs-se em fuga sem prestar qualquer tipo de identificação do seu veículo bem como a sua identificação, motivo pelo que solicitei a presença da PSP, para tomar conta da ocorrência.
    No dia 19-04-2013, efetuei a participação na minha seguradora (BES Seguros), que apos a respetiva peritagem e verificação no local do acidente, atribuiu percentagem de 50/50. Logo de imediato apresentei uma reclamação, junto da referida seguradora, que manteve os valores atras referidos, afirmando “Não obstante, não tendo sido apresentada qualquer prova desta alegação por parte do Segurado, foi realizada pela BES Seguros uma averiguação completa ao sinistro, em resultado da qual, face às declarações divergentes prestadas, apenas foi possível obter o acordo de responsabilidade a 50% por parte da Congénere, no âmbito da regularização do Protocolo CIDS, na qual o Sinistro se enquadra.” Foi informado que o condutor do outro veículo, informou a Seguradora, que não tinha fugido, mas se indo embora pois não tinha estragos. Não sei como pode informar semelhante coisa, pois nem saiu do veículo e posse logo em fuga.

    Será que posso apresentar testemunhas, que devido a minha inexperiência não facultei aquando da participação à PSP, após a respetiva participação?
    E como devo proceder, pois não concordo com o resultado, pois encontro-me dentro da minha faixa de rodagem aquando do embate e havendo fuga por parte do outro condutor?

    Regina Pedro

    • Boa tarde Regina

      Peça testemunhos escritos a quem viu o acidente e envie tudo para o BES Seguros juntamente com uma carta a explicar porque não aceita a posição das seguradoras.
      Accione a protecção jurídica se necessário.
      Cumprimentos

      • A seguradora pode recusar-se a receber as testemunhas agora?

        • Boa tarde Regina

          Lamento a demora na resposta, mas só hoje é que o seu comentário apareceu na moderação do blog. Tal deveu-se a problemas técnicos
          Peça a reabertura do processo e apresente os testemunhos escritos

  62. Boa noite.
    Vim parar ao seu blogue enquanto pesquisava um situacao que me aconteceu. Dirigia o meu veiculo numa via de sentido unico quando embati numa porta aberta de outro veiculo. claro esta que nao me apercebi da porta apenas quando ja nao havia nada a fazer. Pesquisei e informei me ao que me disseram que pela tabela pratica a culpa seria do outro veiculo. Qual nao e o meu espanto quando recebo a resposta da seguradora a imputar me toda a culpa. As minhas questoes sao as seguintes: posso recorrer dessa decisao? Posso ter acesso ao relatorio da outra parte? E que na decisao diz k embati na viatura que estava estacionada. Obrigado pela atencao dispensada. Maria

    • Boa tarde Maria

      A viatura estava estacionada, a porta estava aberta antes de a Maria bater no veículo. Se a porta estivesse a ser aberta no momento em que a Maria bateu, a responsabilidade não seria atribuída a si. Neste caso nada há a fazer.

  63. Nao assinamos nada , ficou combinado encontrarmo nos para resolver o problema . Mas o homem esta farto de dizer q eu nao tinha nada que vir com muita velocidade e tudo mais e ele nao vai ceder . Acham q devo ir a policia ou a seguradora?

    • Ricardo

      Quem determina as responsabilidades são as seguradoras e não os segurados. Diga isso ao outro cavalheiro. De nada serve ir à Policia visto que não foi feito auto do acidente. Se o cavalheiro não quiser preencher a declaração amigável, preencha o Ricardo e entregue na seguradora do outro cavalheiro.

  64. Boa tarde .

    Tive hoje um acidente , estava eu numa localidade , a conduzir provavelmente a 60 km/h , 70 km/h quando de repente vejo um carro a sair de um parque privado (escola de conduçao) , e quando dei por ela travei a fundo e ja n consegui evitar o choque . Na hora achei que tinha sido o culpado e assumi com o senhor pagar lhe o prejuizo , contudo , agora o meu pai diz me q eu nao tenho q pagar nada , pois qualquer carro que esteja a sair de um lugar privado perde a prioridade , e eu ate podia ir a 100 km/h que nao era o culpado . Gostava q me esclarecessem se faz favor

    • Boa tarde Ricardo

      Seu Pai tem toda a razão, porque quem sai de um local privado não tem prioridade sobre ninguém. Se assinaram a declaração amigável, as seguradoras resolvem e vão atribuir a responsabilidade ao veículo da escola de condução. Se não assinaram, reclame à seguradora do responsável.

  65. Boa tarde!

    Tive um acidente em que as seguradores seguradoras utilizaram a situação 15 da tabela Prática de Responsabilidades. Mas o que diz esta situação é muito geral!
    Em que um vai virar à esquerda para estacionar e o outro veiculo vai ultrapassar. Mas na minha situação: aquando do toque eu já estava completamente na faixa de rodagem contrária,deixado livre a parte mais à direita da faixa de rodagem e segundo o artigo 37º do código da estrada, o condutor deve fazer pela direita a ultrapassagem de veículos cujo condutor, assinalando devidamente a sua intenção, pretenda mudar de direção para a esquerda, desde que, tenha deixado livre a parte mais à direita da faixa de rodagem.

    Agora pela situação 15 como vou vira à esquerda para estacionar e o outro veiculo vai ultrapassar eu tenho 100% culpa, não acho correto.

  66. Boa tarde,

    Tive um acidente a semana passada, em que um condutor que circulava em sentido contrario a mim virou a esquerda sem dar pisca e sem dar perioridade aos carros que circulavam em sentido contrario a ele cruzando assim o seu caminho. Nao tive hipotese de parar o carro e nem me consegui desviar. O meu carro tudo indica que será dado como perda total.
    A questao é, como avaliam o valor do carro? Não sendo eu a culpada, nao posso ficar lesada no sentido de ficar com um valor inferior com o qual nao posso sequer aquirir um carro igual certo?? COstumam ter em conta o valor de venda actual do carro ou apenas se baseiam no seu valor comercial? Que posso fazer caso o valor dado seja inferior?
    Agradeco ajuda, ja nao sei o que fazer, acho que vou enlouquecer!!!

  67. Bom dia!
    Na altura do acidente é preenchida a declaração amigável, mas se algum dos condutores se der como culpado onde se tem que dar essa informação?
    No meu caso houve um erro no preenchimento e ambos os condutores foram preencher na minha companhia, o problema é que a senhora da companhia perguntou, o outro condutor deu-se como culpado mas a senhora não assinalou em lado nenhum da declaração. Agora veio dizer-me que o outro condutor tem é de escrever no verso e entregar à seguradora dele, mas eu não sei se ele fez isso ou não, porque o resultado foi 50/50.
    Quando um condutor se dá por culpado que importância tem isso para a resposta final da seguradora?

    cumprimentos

    Sandra

    • Cara Sandra

      Ninguém tem que se dar como culpado. Quem define a responsabilidade pelo acidente são as seguradoras.
      Nas declarações amigáveis não há nenhum campo onde tenha que indicar quem é responsável pelo acidente. A não ser nas mais antigas que já começam a escassear.

  68. Boa tarde, Tive um acidente no passado dia 25 de Novembro,eu estava num cruzamento em que os sinais estavam todos intermitentes, vou avançar devagar para ver se vinha algum carro e não vi nimguem quando vou a virar aparece-me um carro em alta velocidade pela esquerda embatendo na minha frente e num terceiro veiculo. eu ia com as minhas duas filhas e a minha esposa , ele não quis assinar a declaração amigável chamei a PSP para o local a qual me diz que eu não sou o culpado porque me apresento pela direita e n havendo sinais aplicasse a lei do código de estrada. se tinha duvidas fiquei sem elas. eu n tive a culpa do acidente.
    A minha viatura ficou imobilizada teve que ir para a oficina de reboque.
    Dei conhecimento a Seguradora Açoreana. a qual me manda preencher uma declaração amigavel e disse que ia ser tudo rapido.
    No dia 30 de Novembro e recebo uma chamada da oficina a dizer que tenho que assinar um papel a dizer que autorizo a desmontagem da viatura para o perito ir la dia 5 de Dezembro mais uma vez tirar fotos a viatura e nao ocultar nada. No dia 5 de dezembro telefono para a oficina a perguntar como correu a peritagem a qual informam-me que vou ter que pagar uma franquia de 180€ por ter acionado os danos proprios. A qual nao accionei nada nem assinei nda a n ser a declaraçao amigavel. Ligo para a companhia de seguros açoreana a pedir esclarecimentos, e dizem-me que para avançar com o processo mais rapido tiveram que acionar os danos proprios e que depois quando assumissem responsabilidades devolviam o dinheiro todo.
    Quer dizer eu estou sem carro, nao tive culpa nenhuma do acidente, nao tive direito a carro de substituiçao e ainda tenho que pagar 180€ de franquia e agravarme o seguro por uma coisa que n tive culpa nenhuma.
    Gostava que me ajudassem e me dissesem o que devo fazer?

    • Boa tarde Nelson

      Na minha opinião, a Açoreana esteve bem. Como não foi assinada Declaração Amigável, teria que esperar pelo auto de ocorrência para que as seguradoras se pronunciassem.
      Teria que reclamar na congénere (seguradora do responsável) e demoraria mais tempo. O mais importante é ter a sua viatura arranjada. Decerto que concorda com este ponto.
      Assim que as responsabilidades forem apuradas e se não tiver culpa alguma no acidente, a Açoreana vai devolver-lhe o valor da franquia e a sua apólice não fica agravada.
      Quanto à viatura de substituição, desde que tenha contratado na sua apólice, tem direito a uma a partir do momento em que a peritagem é feita e se constata a impossibilidade de circular com a viatura.
      Outra opção é apresentar recibos de despesas das deslocações efectuadas devido à falta da viatura.

      O seu caso irá ficar resolvido rapidamente, porque há prazos legais a cumprir, sob pena de multas pesadas.
      Leia os prazos aqui:
      http://blog.sitedosseguros.com/2011/04/prazos-de-regularizacao-de-sinistros-automovel/

      Espero ter ajudado

  69. Boa tarde, uma familiar bateu num carro estacionado de raspão e deu-se como culpada o detentor do outro veiculo não quis assinar declaração amíganvel, dizendo que ia tentar disfarçar no entanto ligou lhe ao fim de 2 dias a dizer que lhe ia dar o orçamento do mesmo.Que fazer nesta situação.
    Agradeço a sua opinião

  70. Boa noite Pedro, assim farei e desde já agradeço de novo a atenção dispensada. 🙂

  71. Bom dia.
    Venho pedir uma ajuda em como devo proceder em relação a um suposto equivoco envolvendo a minha viatura sem que esta se tenha envolvido em nenhum acidente.
    Recebi ontem uma carta d aminha companhia de seguros 😯 a informar-me que:”..analisados os elmentos que constituem o nosso processo não nos é possivel atender qualquer reclamação de terceirosquanto aos prejuizos sofridosno referido acidente por falta de elementos probatórios concludentes sobre a existência do sinistro nos moldes participados de acordo com o nº1 do artº487 do código civíl.” mas é que eu nem sequer me envolvi e nenhum acidente!como devo proceder? Peço explicações ou simplesmente ignoro a carta? 😯 Agradeço a opinião…

  72. Boa tarde,

    Gostaria de saber se me pode ajudar.
    Tive um acidente de moto do qual acho que não sou culpado, pois o outro interveniente tinha um sinal de stop, e eu vinha a finalizar uma ultrapassagem antes do inicio do cruzamento,quando o outro interviniente fez uma diagonal, passando por cima do traço continuo e e atravessando o stop, vindo embater-me quando finalizava a ultrapassagem, cortando-me o caminho.
    A minha seguradora deu-me como culpado. No prazo de 5 dias apresentei já uma nota pela razoes que acho que não sou culpado.
    Será que poderia dar uma olhadela ao caso e dar uma opinião pessoal se vale a pena andar com o caso para a frente. Se tivesse um e-mail enviar-lhe ia a minha documentação toda para ver assim como o auto da GNR.

    Melhores cumprimentos,
    Rui Matias