As 5 incapacidades resultantes de Acidente de Trabalho

Num artigo anterior expliquei como funciona o seguro de Acidentes de Trabalho e suas exclusões.

Hoje vou abordar as incapacidades. Estas incapacidades pressupõem o pagamento de prestações em dinheiro.

Temos 5 incapacidades:

- Temporárias Absolutas - a seguradora paga uma indemnização diária

- Temporárias Parciais – a seguradora paga uma indemnização diária e subsídio de reabilitação profissional

Estas duas incapacidades são temporárias, o que significa que o colaborador sinistrado vai voltar a ganhar a sua capacidade laboral.

- Permanentes Absolutas para todo e qualquer trabalho – a seguradora paga uma pensão anual e vitalícia e subsídio de elevada incapacidade permanente. Caso seja necessário e isso é definido em Tribunal, a seguradora pagará uma prestação suplementar por assistência a 3ª pessoa e/ou subsídio de reabilitação da habitação.

- Permanentes Absolutas para o trabalho habitual – a mesma situação para todo e qualquer trabalho mais subsídio de reabilitação profissional, pois o sinistrado poderá executar outro tipo de trabalho.

- Permanentes Parciais – exactamente igual à incapacidade permanente absoluta para o trabalho habitual

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Cordiais Saudações

Pedro Monteiro

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628 Comentários

  1. Boa noite! No trabalho fiz um esforço e apareceu dores no ombro e recorri para o seguro. Fiz uma ecografia e tem tendinite no ombro mas a o medico do seguro mandou fazer o tratamento para medico de familia. Queria perguntar se o seguro não cobre a tendinite derivado ao trabalho?

  2. Bnoite.
    Tive um acidente de e a companhia de seguros e a tranquilidade!
    Gostaria de saber qual o valor que a seguradora tem de me pagar ao quilometro pelas deslocaçoes quer para ir a consultas, tratamentos e exames medicos.
    É que ja ouvi falar em vários valores e como tal gostaria de ter a certeza!
    Desde já o meu muito Obrigada!

  3. Boa tarde, eu tive um acidnte de trabalho fraturei a tacícula radial. Tive com gesso no braço, fiz fisioterapia e tinha incapacidade total temporária absoluta. Entretanto fui ao médico ele disse que estava melhor e disse que podia ir trabalhar com incapacidade temporária parcial 50% e continuar fisioterapi. o que significa isto para a mha entidade patronal?
    Obrigado

  4. Boa tarde. Gostaria de uma informação. O meu pai teve um acidente de trabalho. No momento ele não tinha medidas de segurança e estava a fazer uma coisa que normalmente não fazia.
    O seguro não se responsabilizou. Tive de tratar dos papeis dele e em breve vou fazer o registo do acidente no Tribunal que devia ter sido feito no ano passado. O seguro paga a pensão de invalidez? Sendo acidente de trabalho e responsabilidade da empresa, o meu pai tem direito a indeminização? Obrigada

  5. Boa tarde,

    Irei na próxima semana a junta médica da CGA após acidente de serviço com cirurgia, tenho comigo um relatório médico especialista que me dá 27.8% de IPP, como se calcula o valor da idmenização?

    Com os melhores cumprimentos,

  6. Boa tarde Sr. Pedro
    Em Julho de 2014 tive um acidente de trab, fui operada para retirar um fragmento ósseo,o tribunal de trabalho deu-me incapacidade permanente de 5%. Sou carteira e voltei a desempenhar as funções que tinha,consegui trabalhar 6 meses e sempre com dores,aguentei o máximo possível até que já na última dirigi-me ao médico do seguro e fiquei de baixa desde então. O médico passou relatório que já não posso desempenhar as funções que tinha( alteração do posto de trab) fiz nova cirurgia desta vez a tibiotarsica,durante este período também informei o tribunal que me encontrava nesta situação e fui a 1 consulta antes da cirurgia no instituto de medicina legal onde o tribunal me informou que o processo só está concluído depois da alta definitiva e com proposta de incapacidade. A minha dúvida é esta, o seguro tem que me dar nova incapacidade pelo motivo de ter sido operada novamente e de ter que alterar o posto de trabalho? Fiquei com menos mobilidade no pé e mais 2 cicatrizes da atroscopia! O seguro assumiu que não estava bem e que teria de fazer nova cirurgia o que devia de ser feito logo de início! A primeira incapacidade foi relativa a remoção de fragmento ósseo e a segunda foi a tibiotarsica porque não comunicaram logo ao tribunal que também tinha lesão nos ligamentos. Ainda me encontro a fazer fisioterapia e assim que tiver alta o médico do seguro é que tem que me dar mais incapacidade?
    Cumprimentos

    • Paula

      Se o processo já está no Tribunal de Trabalho, então assegure-se que o Tribunal tem toda a informação clinica do seu estado de saúde. É o Tribunal que vai fixar o grau de incapacidade tendo em conta os seus problemas de saúde acumulados.

    • Bom dia, D.ª Paula Silva,

      Nos termos legais, independentemente de estar já a ser novamente acompanhada pelo seguro ou não, tem direito a solicitar uma revisão da incapacidade por ano. Ou seja, mesmo que a seguradora não tivesse reaberto a análise do seu assunto, tinha direito á revisão.

      Contudo, se a seguradora reabriu o assunto e deu-lhe baixa, deverá aguardar até se encontrar novamente em fase de alta clínica para que a seguradora determine se o incapacidade se deve manter ou aumentar.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  7. Boa tarde, A empresa onde trabalho disponibilizou aos seus funcionários um check-up completo num hospital. Efectuei a inscrição para realização do mesmo, embora este não fosse obrigatório. O check-up foi elaborado no horário de trabalho. Durante a realização do check-up o médico provocou-me graves lesões que me obrigaram a efectuar várias cirurgias e a ficar com elevada incapacidade permanente. A entidade patronal ainda me descontou do ordenado parte do valor das cirurgias que efectuei no mesmo hospital. Independentemente da boa ou má prática médica ou acção criminal que tenha colocado contra o médico estamos perante um acidente de trabalho ?? Agradecia um esclarecimento. Cumprimentos

  8. Sou funcionário público e sofri uma queda no local de trabalho em Fevereiro passado.

    À data do acidente já tinha duas hérnias discais, sendo que em resultado do acidente o meu estado de saúde ficou substancialmente agravado.

    Em Fevereiro, Março, Abril e Maio estive com ITA. Desde Junho e até esta semana estive com ITP.

    Durante este tempo fiz a dita terapêutica conservadora, ou seja medicação e tratamento de fisioterapia, sendo que não surtiram qualquer efeito, foi sugerida a cirurgia, sendo que de acordo com o próprio médico não resolveria o problema na totalidade.

    Esta semana foi-me atribuída alta sem qualquer desvalorização e/ou tratamento alternativo.

    Considero que me deve ser atribuída uma desvalorização permanente e/ou tratamento adequado.

    Como devo proceder? Devo pedir a reabertura do processo? Devo requerer uma junta médica? De que documentos me devo munir?

    Obrigado

  9. Boa tarde,

    Coloquei uma questão no principio de junho, que até à pouco tempo esteve na situação de “aguarda moderação”, hoje verifiquei que desapareceu. Devo concluir que não me podem responder?
    Obrigado

  10. Bom dia,em Outubro de 2005 tive um acidente de trabalho e,por esse motivo foi-me atribuida uma incapacidade permanente de 10%.Visto a lesão ter vindo agravar de ano para ano,por esse motivo gostava de saber como devo, e como reabrir o processo para nova avaliação.Pois só agora tive conhecimento de que tal é possivel.Tenho que pedir essa avaliaçao junto do tribunal???Deslocar-me ao instituto de medicina legal?Ir a seguradora??Gostava de obter exclarecimento.
    Cumprimentos,

  11. eugenio ferreira

    bom dia.no passado dia 26-09-2014 sofri um acibente de trabalho na suisse. zona das costas,fui para a companhia de seguros onde estive 2 semanas a fazer tratamentos e onde me foi feito um tac e uma resonancia magnética, acusando lise istmica bilateral L2.ao fim dos 2 semanas o seguro deu me alta a 100% dizendo que se tratava duma doença natural e que não me podiam fazer mais nada.que posso eu fazer neste casso,numca sofri das costas em 11 anos que trabalho.estou a 10 anos nesta empresa onde sempre fiz trabalhos pesados e só depois do acidente tenho dores e nao posso pegar em coizas pesadas que devo eu fazer neste caso. Obrigado

    • Caro Eugénio

      Conteste a decisão da seguradora por escrito e junte pareceres médicos independentes que comprovem que a sua lesão é fruto de uma situação súbita e fortuita (acidente)

    • Exmo Sr. Eugénio

      Bom dia
      Desde logo, refira-se que pode e deve ter em sua posse todos os relatórios médicos, exames, pareceres e documentos que estejam associados ao seu caso. Pode e deve exigir à seguradora que lhe faculte os mesmos. Eu começaria por os pedir, caso não os tenha.
      Com esses dados em mão, deverá agendar uma consulta na medicina do trabalho associada à sua entidade patronal. Eles próprios irão sugerir a causa das lesões e, caso entendam que decorrem do acidente de trabalho, ficará com um elemento para contrariar a seguradora.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  12. tenho uma incapacidade de 10% de doença profissional, a minha pregunta e esta, se a identidade patronal quiser me despedir que direitos tenho. obrigado

    • Caro Luís

      O blog aborda seguros e não direito laboral.

    • Exmo Sr. Luís

      Bom dia
      Caso padeça de alguma mazela decore do acidente de trabalho que julgue ser incapacitante para o trabalho, deverá agendar uma consulta na medicina do trabalho associada à sua entidade patronal. Eles próprios sugerem as medidas necessárias e adequadas ao seu posto de trabalho, e determinarão se está ou não apta a exercer o posto com alterações de procedimentos ou adaptação às suas incapacidades. Tem direito a manter o posto.

      Apenas depois desta avaliação poderá pensar, juntamente com a sua entidade patronal, as opções para cessação do contrato.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  13. Mais uma vez boa tarde. O meu pai teve acidente de trabalho e esteve sem trabalhar cerca de 11 meses pelo seguro do trabalho. Acontece que lhe deram alta com IPP a definir pelo tribunal e ele ficou sem receber nada até que o tribunal se decida. Pergunto: A seguradora terá pago estes 11 meses de segurança social? e tendo pago ou não o meu pai terá direito à baixa da segurança social? uma vez que não pode trabalhar dito pelo médico da medicina do trabalho a que a empresa submeteu o meu pai? Se não tiver direito a baixa o que pode ele fazer para sobreviver sem morrer de fome. A quem recorrer?

  14. Bom Dia. O meu pai teve trabalha na construção civil e teve um acidente de trabalho à cerca de 11 meses. Foi operado duas vezes a uma perna que fraturou e fraturou o osso do ombro. Das duas lesões não se encontra ainda e provavelmente nunca curado. O médico da seguradora deu alta com IPP a definir pelo tribunal do trabalho. O meu pai apresentou-se ao trabalho e foi-lhe marcada uma consulta da medicina do trabalho. O que lhe irá suceder? Acresce que dias antes do médico dar alta com IPP o meu pai caiu em casa e fraturou um pulso, do braço oposto ao das lesões. Certamente não poderá trabalhar com essa lesão mas com as outras também não. O que deve fazer o meu pai. Pedir baixa da segurança social? Aguardar sabe-se lá até quando que o tribunal o convoque?. O meu pai não tem poupanças e vive do rendimento do trabalho. Agora irá viver de quê até que a situação se resolva? E se o mandarem trabalhar mesmo depois do pulso sarar e ele não conseguir? (Já conta quase 64 anos)

    • Bom dia, Sr. Nuno Barreiro

      O que nos relata coloca diversas questões jurídicas, mas que tentarei não adensar.
      Na prática, o imediato: assegurar que o seu pai recebe ajuda financeira. O primeiro passo é marcar uma consulta no médico de família e solicitar baixa. Formalize a baixa de imediato nos serviços da segurança social. Terá acesso a rendimento.
      No que diz respeito à incapacidade: existe um requisito jurídico denominado nexo de causalidade adequada que se aplica à obrigação de indemnizar da seguradora de trabalho. Isto significa que a seguradora será responsável pela parte da incapacidade que decorre directamente do acidente de trabalho. Caso o seu pai tenha uma incapacidade para o trabalho também resultante dos acidentes casuais que veio a sofrer, deverá ser determinado pelos peritos a parte da incapacidade que decorre, exclusivamente, das lesões do acidente.
      Se e quando regressar ao trabalho não estiver capaz, tem sempre a hipótese de solicitar baixa médica, caso o médico de família a dê.
      Quanto ao litígio com a seguradora, deverá esperar a notificação judicial respectiva. Com mais dados (nome completo do seu pai e n.º de contribuinte) seria possível tentar saber o número do processo judicial. Caso o possua, pode deslocar-se ao tribunal ou telefonar a saber o estado dos autos.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  15. Alexandra

    Trabalha as 8 horas. A seguradora paga-lhe o proporcional a 10% do seu vencimento até ter alta e a entidade patronal paga o restante.

  16. Ola.
    Depois de muiita pesquisa na net e consulta de legislaçao e juristas, deparo-me com um problema que ate agora nao tenho soluçao.
    Tenho um trabalho e um part-time, num desconto para adse e no outro para a segurança social. Tive um acidente de mota em Julho de 2013 na deslocaçao trabalho (part-time) e casa. Foi acionado o seguro de acidentes de trabalho e tambem o seguro da Camara Municipal, uma vez que o mesmo resultou dum buraco na via publica. Fiquei com sequelas na facia plantar, tornozelo e joelho devido a um entorse de alta gravidade. Quase um ano depois foi-me atribuida uma IPP provisoria de 5%, para o trabalho principal ate e´ adequado, mas para o part-time como e´ em restauraçao e fazemos em epoca alta mais de 200 jantares por noite, passada uma hora e meia nao consigo desempenhar as minhas funcoes… Fico com imensas dores apos marcha de longa duraçao ou longos periodos de pe. Ja pedi para fazerem adaptacao do posto de trabalho mas nao e´ possivel. O meu problem e´ o seguinte, quando me foi dada a alta medica estava trabahando com muita dificuldade com uma incapacidade de 20%, quando me foi dada a IPP provisoria comecei a trabalhar a 100% ou mais e durante mais horas do que estipulado no meu horario. Nao estou a aguaentar trabalhar e nao posso continuar a espera pelo Tribunal de Trabalho tendo em conta que sera um processo moroso… o que faço??
    Obrigado

    • Bom dia Sr. Dércio,

      A minha sugestão é que faça uma consulta na medicina do trabalho associada à sua entidade patronal (a do part-time). Eles próprios sugerem as medidas necessárias e adequadas ao seu posto de trabalho, e determinarão se está ou não apto a exercer o posto com alterações de procedimentos ou adaptação às suas incapacidades. Caso entenda que não estará, ali, bem acompanhado, poderá recorrer ao seu médico de família para obter uma baixa médica (aliás, é um modo de obter uma opinião contrária à da seguradora).
      Apenas depois desta avaliação poderá pensar, eventualmente, e de acordo com a urgência da situação, em intentar uma providência cautelar para obter uma indemnização provisória em forma de renda mensal.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  17. José Rodrigues

    Bom dia.
    Venho desde já elogiar este site porque parece estar a ajudar muita gente.Dr. Eu no em julho de 2012 fui alvo de uma agrssao no local de trabalho pelo que estou de acidente de trabalho. Fiz varios ezexames tratamentos e fisioterapia no centro Medicina de alcoitao foi me dada incapacidade permanente parcial 10 por cento . nao sei bem o que esperar daqui. Pois eu estou a espera de ser operado a xervical ando a tomar valium 10 . Morfina para as dores tramagol e tizanadina. Tenho andado ultimamente com mais dores tunturas.vertigens e a concentração já não e a mesma . E a minha profissão era basicamente andar com um carro na fiscalizacao da segurança social.entretanto pusera me em situacao de requalificação sem ir a intrevista .o que poderei fazer

  18. Boa tarde.
    Fui operado uma primeira vez em 25/11/2011 a hérnia discal, no qual em set 2012 fui chamado ao tribunal de trabalho pa saber o meu grau de desvalorização (3%) e a indemnização a receber ( conciliação ). Agora em 06/06/2014 fui operado outra vez a hérnia discal na mesma vértebra, e que tive alta medica dada pelo medico da companhia de seguro em 28/10/2014, e até a data de hoje não fui chamado para saber qual o grau de desvalorização que me vão dar após uma segunda operação. Será que vou ser chamado pelo tribunal de trabalho pa saber o meu grau de desvalorização e se tenho também direito a uma indemnização?? Já lá vai a quase um ano que não sou contactado. E também gostaria de saber se tenho direito a algum apoio financeiro pela segurança social, visto que nos trabalhos onde tenho passado, não aguento mais do que 5 a 10 dias, derivado aos esforços fisicos e dai virem as dores na zona lombar onde fui operado duas vezes. :cry:

  19. Boas tardes tive um acidente de trabalho no ano passado no qual fiquei com lesão no ombro esquerdo e ainda estou a fazer reabilitação mas já me encontro a trabalhar com incapacidade de 50% temporária e na minha profissão exige muito e não tenho capacidade para trabalhar como me pedem no meu local de trabalho e é me exigido que tralhe como estivesse a 100% e onde ja muitas pessoas dizem que por direito não sou obrigado a trabalhar as 8 horas diárias desde que seja na categoria de que estou destacado e que empresa é obrigada a arranjar um função na qual posso trabalhar sem interferir na lesão que tenho agora pergunto o que devo fazer

  20. Boa tarde, sou auxiliar de açao médica e em maio do ano passado sofri um acidente de trabalho. fui seguida pelo seguro de trabalho durante dois messes tendo alta sem estar curada com recaída em Outubro onde voltei a recorrer a companhia de seguros. Não me aceitaram alegando que se tratava de um problema degenerativo e não traumático e fui encaminhada para o SNS onde me encontro até então de baixa médica. Recorri ao tribunal de trabalho onde fui vista pelo médico de medicina legal. De acordo com o relatório efetuado com exames realizados desde o acidente o médico concluiu que existe relação entre o acidente e a lesão, como sendo do foro traumático e que em Outubro ” A data da cura das lesões é fixável em 31/10/2014..” “Do Presente acidente, a examinada está Curada sem Incapacidade.” Em Novembro foram realizados novos exames onde se pode ver a presença de uma calcificação. Dia 25 de Maio 2015 vou comparecer no tribunal para uma conciliação com o seguro mas com este relatório médico nao sei o que fazer. Peço Ajuda, Obrigado.

    • Exma Sr.ª Maria Gomes
      Desde logo, refira-se que pode e deve ter em sua posse todos os relatórios médicos, exames, pareceres e documentos que estejam associados ao seu caso. Pode e deve exigir à seguradora que lhe faculte os mesmos. Eu começaria por os pedir, caso não os tenha.
      Quando os tiver em sua posse, deverá contactar um médico ou advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. Sem prejuízo de como se sente, como deverá imaginar, aquilo a que terá ou não direito a exigir depende sempre de uma opinião médica que lhe seja favorável, pois nem advogados nem tribunal emitirão qualquer juízo de valor sem que um médico confirme a sua situação clínica.
      Caso os médicos verifiquem que o diagnóstico da seguradora não é correcto, pode e deve recorrer ao tribunal.
      O que aconselhamos é que mal tenha o relatório de dia 25 de Maio volte ao nosso contacto, seja via blog ou via mail, que fazemos-lhe essa verificação.
      Quanto à necessidade de vir a constituir mandatário, logo vemos. Pode até conciliar-se com a seguradora e não haverá necessidade em ter custos com advogado.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  21. boa tarde!!
    Na sequência de um acidente de trabalho, sofri uma ruptura do tendão do ombro direito,ao qual fui submetida a uma cirurgia. Infelizmente as expectativas não corresponderam e fiquei limitada em vários movimentos do braço.No passado dia 29 de Abril tive alta com incapacidade temporária parcial de 20%, hoje a +1/-56
    10…03seguradora informou me que seria uma incapacidade parcial permanente a definir pelo Tribunal de trabalho.
    Quais os direitos que me são atribuídos a nível monetário e prestação de serviços?
    o facto de me impedir na vida pessoal também ´é valorizado?

    Muito obrigado pela atenção Sara Carvalho

  22. Boa tarde, gostaria de pedir esclarecimentos sobre: Em 2012 tive um acidente de trabalho do qual resultou a amputação quase total do dedo indicador da mão esquerda e um corte profundo no dedo grande. Estive no seguro durante 5 meses e fui sujeita a 3 cirurgias. Ao fim de 5 meses fui trabalhar e o meu trabalho é numa grande superficie, á cerca de 24 anos, onde reponho mercadorias pesadas durante 8 horas por dia, as vezes acrescidas de mais duas. Ao fim de mais ou menos 1 ano após o acidente, comecei a sentir dores na mao direita e foi-me diagnosticado STC. O médico da empresa participou o meu caso ás doenças profissionais, que segundo ele irá ser certificado porque além do meu trabalho de muito esforço com as mãos o quadro ainda se agrava mais por causa do acidente de trabalho. A minha Duvida é: Será mesmo este caso declarado como doença profissional? Nunca trabalhei em mais nenhum lugar. Obrigado.

    • Isabel

      Como compreenderá decerto, não posso dizer se este caso é um caso de doença profissional. Posso sim informá-la que doenças profissionais estão excluídas do seguro de Acidentes de Trabalho

  23. sandra maria santos o. ferreira

    Boa tarde sou auxiliar de açao medica assinei contrato no dia 14 de maio de 2014 e tive um acidente de trabalho no dia 18 de junho do mesmo ano fiquei de baixa ao seguro ate 22 de setembro de 2014 diziam que era uma lombalgia de esforço ,que nao me davam mais baixa recorri ao tribunl de trabalho que mandaram fazer uma ressonancia uma vez que o tac do seguro acusava alteraçoes e a ressonancia do seguro nao acusava nada entretanto a ressonancia do tribunl acusou abaluamento discal direito em L5radicular de S1 a direita artroses nas facetas articulares em L4-L5 eL5-S1 perda do sinal do discoL5-S1 em todas as consequencias podendo corresponder a degenerescencia do disco.mas depois fui ao medico forense que diz qeu eu faço simulaçao de queixas. nao sei o que fazer. dia 2 de julho vou ao tribunal de trabalho para conciliaçao com o seguro mas com este relatorio deste medico nao sei o que fazer.Ajudeme por favor. :cry:

  24. Boa tarde, uma questão. O meu pai teve um acidente de trabalho do qual ficou sem os 5 dedos da mão esquerda. Está pelo seguro que esteve a pagar um valor mensal até meados de Fevereiro. entretanto deixou de receber pensão, já tem a convocatória para ir ao Tribunal e ver qual o grau de incapacidade atribuído. Entretanto requereu a pensão por invalidez através da segurança social. Ele pode receber simultaneamente através da seguradora e da segurança social? Neste caso aconselha alguma medida que possamos tomar de modo a não ficarmos prejudicados. O meu pai completou os 64 anos em Março deste ano e era trabalhador independente. Obrigada

    • Bom dia, Sr.ª Joana
      As fórmulas de cálculo de indemnizações usam como factor de cálculo o número de anos até à idade da reforma por velhice.
      De qualquer das formas, deverá consultar as cláusulas de seguro (pode pedi-las à entidade patronal) para verificar se a antecipação da reforma exclui algum direito, e se sim qual ou quais.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  25. Cunha agostinho

    Bom dia senhor Pedro.
    em dezembro de 2013, tive acidente de transito, não me senti bem das costas fui ao medico na hora, desde essa data tenho sentido muitas dores na coluna.
    Fiz rossonancia e ortopedista informa que isto devesse a desgaste na coluna, tenho 35 anos e tenho um profissão onde não faço esforços, nunca tive dores até a data do acidente.
    será que tenho direitoa alguma coisa

    • Se houver ligação entre o acidente sofrido e a lesão na coluna e desde que não tenha tido culpa no acidente, tem direito a pedir uma indemnização à seguradora do responsável pelo acidente.

  26. boa tarde

    trabalho numa linha de desossa de carnes derivado ao esforço exigido tenho o braço direito inflamado, segundo o médico do trabalho tenho o canal cárpico inflamado. receitou-me antiflamatorios e descanso, mas não me mandou de seguro e sim para falar com os meus superiores e por ferias. Neste tipo de situações não temos direito a seguro?

  27. boa tarde no passado dia 27 de novembro, tive um acidente de trabalho causado por terceiros, resultando de uma queimadura de soda caustica, por inalaçao,ja fui operada, e continuo sem voz, so me pagam 70% quem devera me pagar os outro 30 por centro? tenho 26 anos, nao sei o que pensar, desde o dia do acidente que nao tenho qualidade nenhuma de vida…….

    • Bom dia, Sr.ª Joana
      Nos termos do artigo 255.º do Código do Trabalho, a falta por acidente de trabalho determina a perda da retribuição, desde que o trabalhador esteja abrangido por sistema de reparação de subsídio ou seguro (como é, aliás, obrigatório).
      Nos termos do artigo 48.º da Regulamentação do Regime de Reparação de Acidentes de Trabalho e de Doenças Profissionais, o trabalhador tem direito a:
      1. Por incapacidade temporária absoluta – indemnização diária igual a 70 % da retribuição nos primeiros 12 meses e de 75 % no período subsequente;
      2. Por incapacidade temporária parcial – indemnização diária igual a 70 % da redução sofrida na capacidade geral de ganho.

      Estará, presumo, numa das 2 situações vindas de referir, pelo que não terá direito a receber o remanescente.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  28. Boa tarde sr. José Ribeiro Teixeira.
    Tenho uma colega que sofreu um acidente de trabalho mas está praticamente imóvel, anda de cadeira de rodas, partiu vértebras da coluna, cortou nervos, tanto do olho como da boca… e concederam-lhe uma incapacidade de 61%, isso dá para que o seguro pague o condomínio? Obrigada.

  29. Bom dia Pedro,
    Antes de mais parabéns pelo blog (já encontrei informações muito úteis).
    Gostaria de colocar uma questão, tive um acidente de trabalho a 28 de Novembro de 2014 (em transporte público no trajecto trabalho-casa), entretanto tive alta dia 1 de Abril com incapacidade temporária de 20%, e no passado dia 15 de Abril um parecer de desvalorização de 12%, a aguardar chamada ao Instituto de Medicina Legal e a carecer de decisão final do Tribunal de Trabalho.
    Foi-me dada alta médica pois segundo o médico vou ficar com dor crónica devido ao “efeito chicotada” na cervical e não irei apresentar melhorias mediante a continuidade de tratamento.
    Trabalho sozinha numa livraria, sou a única funcionária no meu posto. Tenho dores diárias que irradiam para o ombro e braço direito e há vários movimentos que não consigo efectuar na totalidade. Tendo em conta que a entidade não pode adaptar o posto de trabalho pois dada a sua natureza tal não é possível, e tendo em conta que tenho tido tremendas dificuldades pois para além da lesão, trabalho sozinha, é possível chegar a um acordo amigável de rescisão com a empresa em que não perca o direito ao subsídio de desemprego (e tenha direito a parte da indemnização, se possível) de forma a eu poder encontrar um trabalho que se adapte à minha situação actual, e a entidade poder contratar alguém que esteja a 100% para este posto único? (Sou trabalhadora nesta entidade há 5 anos, 2 anos via contrato e depois passei a funcionária efectiva)
    Muito obrigada desde já pelo tempo dispensado, cumprimentos.

    • Bom dia D. Sónia
      A minha sugestão é que faça uma consulta na medicina do trabalho associada à sua entidade patronal. Eles próprios sugerem as medidas necessárias e adequadas ao seu posto de trabalho, e determinarão se está ou não apta a exercer o posto com alterações de procedimentos ou adaptação às suas incapacidades.
      Apenas depois desta avaliação poderá pensar, juntamente com a sua entidade patronal, as opções para cessação do contrato.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
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  30. Muito boa noite.no passado dia 16-10-2014 sofri um acibente de trabalho na zona das costas,fui para a companhia de seguros onde estive 3 meses a fazer tratamentos e onde me foi feito um tac e uma resonancia magnética, acusando lise istmica bilateral L5.ao fim dos 3 meses o seguro deu me alta a 100% dizendo que se tratava duma doença natural e que não me podiam fazer mais nada.que posso eu fazer neste casso,numca sofri das costas em 22 anos que trabalho.estou a 10 anos nesta empresa onde sempre fiz trabalhos pesados e só depois do acidente tenho dores e nao posso pegar em coizas pesadas que devo eu fazer neste caso. Obrigado

    • Exmo Senhor Carlos Carreira
      Desde logo, refira-se que pode e deve ter em sua posse todos os relatórios médicos, exames, pareceres e documentos que estejam associados ao seu caso. Pode e deve exigir à seguradora que lhe faculte os mesmos. Eu começaria por os pedir, caso não os tenha.
      Quando os tiver em sua posse, deverá contactar um médico ou advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. Sem prejuízo de como se sente, como deverá imaginar, aquilo a que terá ou não direito a exigir depende sempre de uma opinião médica que lhe seja favorável, pois nem advogados nem tribunal emitirão qualquer juízo de valor sem que um médico confirme a sua situação clínica.
      Caso os médicos verifiquem que o diagnóstico da seguradora não é correcto, pode e deve recorrer ao tribunal.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  31. boas. e parabéns pelo blog. gostaria de tirar uma dúvida. no dia 13 do mês de Março de 2015 tive um acidente de trabalho onde fracturei a ponta do dedo da mão esquerda com lesão incluindo pontos, neste caso o dedo anelar segundo informações de enfermeiras por quem fui sendo tratado dizem que provavelmente nunca mais será igual ou seja que ficarei como se diz na gíria com um relógio quando tocar com força em algo ou por causa do tempo (nevoeiro) (chuva) etc… sentirei dor. gostava neste caso ou mesmo só por causa da fractura se tenho direito a algum tipo de indemnização? além do pagamento do valor mensal que me vão pagar por via de estar com baixa pelo seguro. desde já agradeço. atenciosamente césar.

    • Bom dia, Sr. César
      A seguradora irá avaliar a sua situação clínica numa série de parâmetros objectivos, mas que se destinam a avaliar 2 coisas: primeiro, que tratamentos serão necessários empreender para lhe efectuar a melhor recuperação possível. Por outro lado, quais os danos que, não sendo possível reparar na íntegra, irão condicionar, e em que medida, a sua vida futura, seja pessoal ou profissional.
      Terá direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada.
      Após estas avaliações, a seguradora terá de lhe apresentar uma “proposta ”, seja já definitiva (caso tenha ocorrido já alta clínica), ou provisória (se não tiver alta clínica). Tem 15 dias para responder a isto.
      Conselho: quando tiver o relatório em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos

  32. Boa tarde
    Tive um acidente de trabalho em 2010 ( era operario de construção civil) no qual fraturei uma vertebra dorsal e tive que levar uma protese estando 9 meses no seguro.. entretanto foi-me dado alta mas nunca consegui voltar a exercer aquele tipo de trabalho que é fisicamente exigente pedi nova baixa a seguradora mas foi-me negada entretanto deixei a empresa visto que nao conseguia lá andar e passado um ano foi-me dada incapacidade pelo tribunal de trabalho de 10%,eu aceitei, mas pensava que falavam tambem da incapacidade absoluta para o trabalho habitual, passado um ano fui a nova revisão e deram mais 2.5% mas sem falarem no trabalho, ha 2 anod pedi nova revisao e a medicina legal deu-me 15% e a sentença do tribuanl manteve-se na ultima ficando esta negada, logo a seguir a isso visto que nunca me senti bem pedi consulta a seguradora na qual agora tive 5 meses de baixa e o medico do seguro disse que ninguem com esta frtura pode andar no meu antigo emprego e passo-me um relatorio em que não posso levantar mais de 10 kg e flexão e extensao prejudicados e limitados após esta fratura, já reabri novamente o processo tendo apresentado todos estes documentos e exames ao procurador do Tribunal de Trabalho, de cosntar que tb tenho um hernia na l5 que deve ter sido causa da minha queda no dia do acidente e nunca foi até a data feito nehum exame que indicasse a existencia desta.Já passaram 8 anos desde o acidente até agora e queria saber se será que finalmente vou ter direito á incapacidade absoluta para o meu trabalho habitual na altura do acidente visto que todos os relatorios que possuo contribuem para esse direito..mais nao consigo fazer e qualquer cego ve o que dizem os relatorios e só quero aquilo que sei que tenho direito. Estes relatorios haviam de ter sido passados logo no dia da alta pelo medico da seguradora esó agora consegui.

    • Exmo Sr. Joao Pedro

      Pelo que verifico, está a fazer exactamente o que tem de fazer: recorrer ao tribunal de trabalho e pedir sucessivas revisões. Pode pedir uma revisão por ano. Deverá manter o Ministério Público sempre ao corrente do resultado das revisões.

      Qualquer dificuldade posterior, por favor avise.

      Cumprimentos

  33. Boa tarde,desde já felicito o sr pedro pelo espaço para podermos tirar duvidas.No dia 5 de janeiro tive um acidente de trabalho, onde fiquei com dois dedos da mao direita(o indicador e o medio)presos nume correia de alternador tendo sido operado no mesmo dia fiquei com os dedos imobilizados com fios K gesso pontos etc.mas desde la para ca sinto que não tenho sido acompanhado como devia.No dia 19 de março fui operado novamente para me tirarem 0.5 cm da ponta do dedo medio(ficou do tamanho do indicador)por ter ficado tempo a mais sem a medica me ver(muito espaço entre consultas)e agora depois de ter estado 3 meses sem mexer os dedos a doutora diz me que não preciso de fisioterapia(na 1 operação fiquei sem 1 cm de tendão extensor)pois não consigo mexer o dedo medio.A minha questão e se posso trocar de medica ou agir por outros meios(advogados).

    • Boa tarde Sr. Hugo
      Aconselhava desde logo que se documentasse o mais possível – exames realizados, datas de consultas e tratamentos, e todos os relatórios médicos que tenha.
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa quantificação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos.
      Embora, intuitivamente, me pareça que (tem) de ter incapacidade, apenas um médico especializado poderá apreciar isso com a certeza devida.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  34. Nuno Miguel Sousa Pereira

    Boa noite, tive um acidente de trabalho em 19-12-2012 fiz uma entorse na coluna lombar onde deu hérnia discal em L4-L5, foi operado 3 vezes onde na 3 vez levei 4 parafusos e 2 hastes.Tive alta e comecei a trabalhar em Janeiro de 2014,em Junho de 1014 foi a junta médica da CGA. A partir do mês de Novembro comecei a ter dores foi ao médico da medicina de trabalho expliquei o que tinha e a reposta foi que não podia reabrir o processo no seguro visto ter tido alta em 2014, a partir de 17-02-2015 estou de atestado. Pergunto se posso reabrir o processo no seguro ou não.
    Atenciosamente Nuno Pereira

    • Bom dia, Sr. Nuno Pereira
      Nos termos legais, tem direito a solicitar uma revisão por ano.
      Por favor indique-me a sua profissão e local de trabalho – há sectores da função pública com regime especial.
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      José Ribeiro Teixeira – advogado

  35. Sílvia Oliveira

    Boa noite,
    tenho uma questão relativamente à indemnização que é devida ao trabalhador por incapacidade temporária absoluta decorrente de um acidente de trabalho.

    Segundo o que percebi da legislação, a seguradora é obrigada a pagar somente 70% da remuneração diária do trabalhador. A minha questão é: a entidade patronal tem alguma obrigação de assumir os restantes 30%? Para mim seria o mais lógico mas não sei se há algo na legislação a regulamentar esta situação.

    Obrigada desde já.

    • Silvia

      A Lei uniforme de seguro de acidentes de trabalho regula estas questões.
      A entidade patronal apenas é obrigada a pagar o remanescente em relação a uma incapacidade temporária. Por exemplo, tem uma incapacidade de 10%. A seguradora paga o correspondente a 10% e a entidade patronal paga o restante.

  36. Boa tarde

    Tive um acidente de trabalho no passado dia 07-11-2014 tenho uma hérnia discal L4 L5S1 e LD L5S1 ESQ. Estive de seguro ate ao dia 25-03-2015 mas não consigo trabalhar, fui hoje a outra consulta ao qual o medico mandou-me novamente trabalhar mas não consigo o que devo fazer?obrigado

    • Boa tarde Sr. César
      Deve de imediato deslocar-se ao seu médico de família, e pedir-lhe que o veja. Caso ele concorde que deverá ter baixa, mantém esse direito, ainda que a seguradora discorde.
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  37. Boa noite
    Fui jogador de futebol profissional e no ano de 1998 durante um jogo oficial, sofri uma lesão grave no joelho. Fui operado e fui informado pelo próprio cirugão que tinha a cartilagem muito danificada e que quando fosse mais velho poderia ter algumas limitaçõe, como era muito novo (20 anos), não liguei ao que ele disse o que queria era voltar a jogar.
    Apos uma longa paragem voltei a jogar mas sempre limitado, fui jogador profissional mais 2 anos e depois amador por mais alguns anos até ser obrigado a desistir de praticar desporto devido à lesão da cartilagem do joelho. Hoje com 38 anos trabalho 8 horas diárias em pé começo a sentir muitas dificuldades e sinto que a cada dia que passa fico mais limitado.
    O que posso fazer? Posso reclamar por uma incapacidade resultante de um acidente de trabalho que ocorreu em 1998?
    Agradeço desde já um esclarecimento.
    Comprimentos

    • Boa tarde Sr. Marco
      A questão que coloca é extremamente pertinente, pela frequência com que a dúvida se coloca. À data em que teve o acidente, a lei em vigor não lhe permitiria fazer isso, dado que tinha um limite temporal de 10 anos dentro do qual teria direito a solicitar a revisão da sua situação clínica. Alterações posteriores vieram permitir a revisão a todo o tempo, sendo o único limite o de pedir no máximo uma revisão por ano.
      Os tribunais têm-se debruçado acerca desta temática, com decisões nem sempre coerentes. Contudo, a tendência mais actual tem sido o de permitir que os acidentados mais antigos tenham, também, possibilidade de pedir a revisão a todo o tempo. Ou seja, deve pedir a revisão, caso tenha havido, efectivamente, uma pioria da sua situação clínica.
      Tivemos um caso semelhante o ano passado em que a seguradora se recusava em efectuar a revisão, e o tribunal veio a dar razão ao sinistrado.
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      Cumprimentos
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  38. Bom dia,

    Peço esclarecimento relativamente à minha situação:

    Tive um acidente de trabalho a 22/10/14, mas participei apenas a dia 12/12/14, quando descobri que era uma lesão grave. Fui às consultas do seguro e concordaram com a lesão no menisco. Fiz uma cirurgia a dia 9/2/15 e comecei a fisioterapia 11/3/2015. No dia 23/3/2015 fui ao médico do seguro e diz-me que não vou continuar com o tratamento com a seguradora, pois dizem que “não é considerado acidente de trabalho”.

    É possível a seguradora fazer isto? Faz a cirurgia e depois volta atrás na decisão?

    Eu realmente fiz esta lesão no trabalho, portanto gostava de saber o que fazer para que eles assumam.

    Estou a recibos verdes desde Julho. No mesmo dia que a seguradora tomou esta decisão, a minha colega ligou-me a dizer que não tinha mais lugar na empresa.

    Obrigada

    • Boa tarde D. Rute
      Ao que me parece, terá esclarecer essa questão com a sua entidade patronal. Quando refere que está a recibos verdes, significa que presta serviços a alguém, e não que é seu trabalhador. Naturalmente, nada que impeça que a entidade para a qual presta serviço tenha um seguro de acidentes de trabalho que a possa abranger, mesmo estando a recibos verdes, caso faça parte da apólice de seguro.
      Ainda assim, deverá esclarecer com a empresa, e tendo uma resposta a esta questão, por favor volte ao nosso contacto.
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  39. Boa noite,
    Caso seja possível venho pedir opinião para o seguinte caso:a 17 de Outubro a mina mãe teve um acidente de trabalho e desde então tevê a ser tratada através da companhia, tinha partido o tornozelo direito. Acontece que durante este período foram lhe retiradas as canadia nas e no passado dia 16 de Março em casa caiu e partiu a canela na mesma perna. Agora o seguro diz que este acidente nada tem haver com a recuperação e que terá que ser tratada, como já está a ser, no hospital da residência.
    Devemos recorrer? Ou o seguro esta correto? Durante a recuperação do primeiro acidente ela queixava se sempre que não se sentia segura sem as canadianas e tinha sempre o pé inchado.

    Aguardo resposta de quem me consiga ilucidiar do que fazer.

    Obrigada

  40. Boa noite,
    Antes de mais parabéns pelo blog. A minha dúvida é a seguinte : hoje fui ao médico do seguro que me deu alta e que me informou de que eu ia ser indemnizada porque ia ficar com mazelas no pé e porque nunca mais ia ficar a 100%.. Depois disso disse que ia mandar um relatório para o tribunal de trabalho eque eles entravam em contacto comigo. É no tribunal que me dizem que percentagem tenho de incapacidade ou era o médico que devia dizer? Muito obrigada

    • Luísa

      É no Tribunal que será decretada o grau de incapacidade.

      • Obrigada por me responder. Se me poder ajudar noutra questão agredecia. Estou a pensar rescindir o contrato de trabalho porque não me sinto a 100% derivado ao acidente de trabalho que tive e a minha entidade patronal não quer mudar-me de sessão. Perco os meus direitos? (fundo de desemprego, subsidio de férias e natal?) Estou na empresa á 9 meses. Com os meus melhores cumprimentos,

  41. Boa tarde,
    Sofri um acidente de trabalho em 2011 onde me foi diagnosticado uma ernia fiscal, após fisioterapia e com medo da operação tive alta sem desvalorização. Como tenho tido várias recaídas optei por tentar a reabertura do meu processo por várias vezes, e é me sempre recusado. Já na medicina do trabalho não me sabem dizer o que fazer apenas que devo ir ao tribunal de trabalho. Gostaria de saber o que devo fazer em relação a esta situação uma vez que dê dores nao querer ficar prejudicada com esta situação. Obrigada

    • Rita

      Recorra ao Tribunal de Trabalho, já que a seguradora recusa reabrir o processo.

    • Exma D. Rita
      Infelizmente, e uma vez que a seguradora se recusa em reavaliar o seu estado, só lhe restará mesmo o recurso aos tribunais.
      Aconselho a que compile todos os relatórios médicos que efectuou desde a data do acidente, pois apenas eles, em confronto com a situação actual, permitirão fundamentar os seus pedidos de revisão e o accionamento da seguradora.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  42. boa tarde, sou motorista transportes publicos tive um acidente de trabalho em 4/2013, foi-me dado agora por a caixa geral aposentaçoes 10% de IPP,e no relatorio medico do expecialista a que fui mandado por a CGA o medico mensiona ” limitação da mobilidade do ombro não conseguindo levar a mão á nuca ou á região lombar” e 10% IPP, e pergunto, neste caso não poderei fazer o meu serviço (condução)? caso não possa fazer o meu serviço vou perder os subsidios de turno e outros subs. que tenho no meu serviço normal? Obrigado

  43. Boa noite
    Eu tive um acidente de trabalho tendo sido operada 2 vezes á coluna a uma hérnia discal localizada na L5/S1,a ultima cirurgia foi a colocação de uma prótese discal.Estive de baixa seguida 14 meses,trabalhei 2 meses e meio voltei outra vez para a baixa,estive mais 3 meses,voltei a trabalhar á cerca de 1 mês.Entretanto o meu processo foi para o tribunal de trabalho para ser dada a desvalorização,a seguradora atribuiu uma IPP de 10%,já fui a exame médico pelo perito do tribunal agora estou á espera que seja chamada pelo tribunal.A minha questão é,não estou a aguentar o trabalho pois são 8h em pé fixo,se poderei pedir uma consulta de recaída e se posso ir novamente para baixa não interferindo com o processo em curso no tribunal.Obrigado

    • Cara Deolinda

      Exponha a situação à seguradora.

    • Boa tarde, D. Deolinda Ventura
      Desde logo, espero que a junta médica lhe seja favorável. Quando receber o relatório do tribunal, terá de se manifestar caso não esteja de acordo com a percentagem que lhe seja atribuída. O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos. A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.
      Quanto à possibilidade de nova baixa, esse direito em nada é afectado pela acção em curso – se o seu médico de família, por exemplo, lhe atribuir baixa, poderá usufruir normalmente da mesma. Pode ainda reclamar junto da seguradora e solicitar a revisão do seu estado clínico, caso esteja pior em virtude ainda do acidente.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  44. bom dia tive um acidente de trabalho em 14 04 2014 e ate hoje fiz 4 rm 2 eco e estes meses todos de fisioterapia ,alem de ter levado 2 infiltraçoes,passado este tempo tive uma avaliaçao de dano onde me foi dito que eram 3 lesoes do joelho e uma sequela de lesao ! segui para o t b trabalho ! pergunto nao tenho de ser informado da tabela ds lesoes e qual a incapacidade! obrigado

  45. Boa noite,tive um acidente de trabalho em 8-9-2011,fui operado á coluna,estive no seguro até ao dia
    01-10-2013,neste mesmo dia recebi do Médico da Companhia a respectiva alta,com a situação clinica que era (Com eventual Incapacidade Permanente,a ser sancionada pelo Tribunal de Trabalho.«O Sinistrado deve retomar a sua actividade profissional»)
    Apresentei-me ao Trabalho, logo a partir desse momento o meu patrão nunca mais me açeitou a minha volta ao Trabalho,arranjou sempre pretesto que não tinha funções para mim só na minha area,não me despediu e não me deu qualquer documento nada,apenas me dava as folhas de ordenado até á cinco meses a esta parte.Tentei tudo por tudo mas nada.Agora diz que já não pertenço á empreza,diz que é responsabilidade da Companhia e eles que resolvam, o que é certo é que estou sem Trabalho,sem direito ao Fundo de Desemprego,nem os descontos para a Segurança Social,tenho á volta de 2 anos..
    Estou á espera que o Tribunal Trabalho deçida até ao dia de hoje,é verdade que estou com uma
    pensão provisória pela Companhia.Já procurei ajuda na ACT,mas lamentalvelmente,nem a ACT,me ajudou,coloquei uma acção de Patroçinio contra a minha Empresa,a resposta que tive por escrito é que provalvelmente é uma Caduçidade do Contrato ,tenho 49 anos e gostaria de seguir em frente mas está a ser muito difícel,é por isso que necesitava de uma opinião se possivel da sua parte.
    Muito obrigado

    • Boa tarde Sr. Arménio
      Uma vez que já tem acções em curso contra a sua entidade patronal, nada a referir. Apenas que, se tem acção em curso, pode pedir o fundo de desemprego, ainda que o mesmo lhe seja concedido a título de adiantamento. Ou seja, se perder contra a sua entidade patronal, terá de devolver o subsídio. Contudo, caso tenha impugnado o despedimento, pode requerer o subsídio.
      Quanto à seguradora, parece-me que também terá acção em curso, pois refere que o relatório da seguradora menciona que a incapacidade será “ sancionada pelo tribunal”. Deverá esperar pelo seu resultado, e a final ser-lhe-á fixada a sua incapacidade e danos indemnizáveis.
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  46. Gostaria de obter uma ajuda/esclarecimento da vossa parte.

    Após tentativa de apresentar recaida e consequente reabertura de um processo de acidente de trabalho ( OCORRÊNCIA Nº / AT 29-11-2011 / ANA Gonçalves) na Tranquilidade esta me foi recusada, e todo meu processo foi encaminhado para a minha médica de família.

    Numa primeira fase não aceitaram a reabertura do processo por causa do relatório que a minha médica de familia passou, a pedido da tranquilidade que menciona uma tendinite e basearam-se nisso para tal recusa.

    Após vários emails sempre salientei que eu fui tratada (fisioterapia) a uma rutura no tendão conforme ressonância feita pelo seguro e não a uma tendinite.

    Agora enviam-me uma carta a dizer que a recusa deve-se ao facto da recaida ter ultrapassado o prazo um ano após alta.

    Então vou fazer uma linha temporal.

    29-11-2011 – acidente trabalho – como estava grávida (7 semanas) no momento do acidente informei que só faria ressonância ao ombro após o nascimento do bébé para segurança do mesmo.

    15-11-2012 – realizo ressonância que revela a rutura no tendão.

    19-11-2012 – realizo 2 semanas de fisioterapia, após sessões dizem-me que seria melhor fazer mais sessões, mas estava impossibilitada por questões profissionais e pessoais a continuar naquela data.

    3-1-2013 – tinha consulta na Esumédica(prestadora de serviços da tranquilidade) e faltei porque fiz confusão com a data. Recebo carta da tranquilidade semanas mais tarde a informar que me foi dada alta por abandono.

    22-1-2013 – Envio email para a tranquilidade a informar que foi lapso meu e fiz confusão na data, e questiono também a alta?

    Nunca obtive resposta deste email.

    5/11/2014 – solicito à Luso Atlântica (mediadora) um pedido de reabertura de processo para poder obter uma consulta , a tranquilidade diz que precisa de um relatório da minha médica, após este relatório basearam-se numa tendinite e agora no prazo ultrapassado segundo o DL/98/2009 – Artº 179 nº 1 .

    Tive um péssimo tratamento da parte da tranquilidade em todo este processo.

    Nunca obtive resposta do email a 22/1/2013.

    Se o prazo para reabertura de processo tinha expirado, porque é que me obrigaram a perder dinheiro, uma manha de trabalho a ir para o meu médico de família por causa do tal relatório.

    Basearam-se numa tendinite que nada tinha haver com o processo e só agora me enviam uma carta a informar da caducidade do processo.

    Possuo todo o histórico de emails trocados com a minha mediadora e com a tranquilidade.

    Agradeço a vossa atenção ao presente email e aguardo vosso aconselhamento.

    Obrigada

    Com os melhores cumprimentos,

    Ana Gonçalves 26-02-2015

    • Boa tarde D Ana Gonçalves

      Se nunca teve “alta” o prazo nem começou, sequer, a contar.
      Insista por escrito e ameace com acção judicial o quanto antes.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  47. Sofri um acidente no dia 08/04/2014 em Rwanda no dia 10/04/2014 tive de ir ao hospital local sem condiçoes para ser assistido pelo um Medico voltei ao local de trabalho o Manager ao ver minhas condicoes mandame para o Hotel ate arranjar bilhete de aviao para ser assistido pelo o medico do seguro mas so no dia 11/04/2014 as 1800h hora local , 19,00h Portugal chegada a Lisboa no dia 12/04/2014 a um sabado na segunda Feira dia 14/04/2014 dirigimo a empresa de Trabalho Temporio que me contratou ,voltei a contar o sesodido porque ja tava enformada telefonicamento, onde foi me foi, recusado a Participaçao para o Seguradoura so no dia 29/04/2014 de tanto enxistir me passaram oa partecipaçao,logo dei entrada na clinica em Setubal onde fui submitido a exames e fui emcaminhado para a Clinica em Lisboa fui ezaminado pelo o Medico apos varios examos e examinado me passou baixa nao pode trabalhar encapacidade de 100% total. Apos varias consultas e fisiotrapia, e idas a clinica a Lisboa continuando de baixa chegou o fim do primeiro mes de baixa dirigimo a companhia de seguros para receber pagaram o 1º mes no segunda 30/06/2014 ja nao me pagaram pedi enformaçoes disseram que a empresa tinha enviado um email a nao considerar acidente de trabalho.Depois de varios telefonemas e email foi me solicitado esta informaçao seguinte. Boa tarde Sr. Rui
    Almeida, Conforme informação já prestada telefonicamente e presencialmente no nosso balcão de atendimento, o nosso segurado informa que não estamos perante acidente de trabalho. Como tal, informamos que iremos encerrar o nosso processo assim como de imediato cessar a assistência médica que tem vindo a ser prestada através dos nossos serviços da Clínica de Todos-os-santos, pelo que fica desta forma sem efeito a consulta que se encontrava agendada para amanhã dia 10/7. Sendo o que se nos oferece dizer de momento, subscrevemo-nos com respeitosos cumprimentos,
    ——————————————————-
    RUI ALMEIDA

    • Boa tarde Sr. Rui Almeida
      As seguradoras apenas estão obrigadas ao pagamento dos prémios que se enquadram nas respectivas apólices. Neste caso, acidente de trabalho. Aconselho a que peça à sua entidade patronal uma cópia da participação para que possa averiguar como foi participado o acidente.
      De qualquer das formas, parece-nos que terá de recorrer a tribunal, dado que a seguradora nem reconhece, tampouco, que se trata de um acidente de trabalho. Deverá preparar-se com prova testemunhal do acidente ocorrido e insistir com a seguradora por escrito antes de avançar para tribunal. Guarde todos os exames clínicos efectuados até ao presente, pois serão necessários no futuro.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  48. Bom dia…
    É o seguinte, Jogo num clube federado e fiz uma lesão num jogo. O seguro (AIG) do clube foi acionado em dezembro dia 20, tendo só sido chamado a uma consulta a 15janeiro, o médico marcou-me a ressonância magnetica e por volta do dia 20 fui a fazer, só por volta do dia 28 de janeiro é que me marcaram consulta no médico para saber o resultado, resultado esse (lesão meniscal) em que o médico diz que a ressonância não é conclusiva (possível rotura de ligamentos, pois a ressonância só continha uma”foto” dos ligamentos cruzados e nessa foto só era visível um ligamento, não conclusivel que se tinha rompido). Já o relatório que vinha feito pelo médico do seguro vinha só com lesão meniscal,posto isto o meu caso ficou esquecido e sem informações até dia 15 de fevereiro dia em que liguei para o seguro a pedir informações e se teria que entrar por outros meios para que o caso andasse.. Passaram o telefone para 4 operadores até que um me disse que já tinha operação marcada para dia 27 de fevereiro e que me ligavam a confirmar ( sem saber ao certo que tenho)
    É possível obter ter uma indenização neste caso(não trabalho, pois a minha profissão foi sempre jogar futebol, já fui Professional e internacional por Portugal várias vezes nas camadas jovens). E com isto tudo perdi a oportunidade de mudar para um clube melhor, porque me surgiu um boa oportunidade e não o pude fazer quando o seguro demorou uma eternidade para resolver um caso de uma intervenção de um mês de paragem!
    Obrigado e cumprimentos

  49. Boa tarde.
    Há dias solicitei um esclarecimento, mas já estive aqui a pesquisar e nao encontro nem o meu comentário nem a resposta.Eu solicitei o favor de enviarem qq resposta para o e-mail, mas nao obtive nenhuma, será que há outro sitio onde procurar a resposta ou é mesmo aqui ?
    Obrigada

  50. Ola eu tive um acidente de trabalho em 2010 do qual resultou duas cirurgias á coluna lombar após 11 meses do acidente tive a alta com 11 por cento de incapacidade pela seguradora e 13,6 pela medicina forence e mais tarde pelo tribunal. Três anos depois ou seja em Julho de 2014 dei entrada com episódio de recidiva de hérnias sendo operada novamente, tive alta da seguradora em 12-2-2015 onde disse o médico que me foi atribuida a incapacidade máxima para o meu problema em 2011 por essa razão teria que pedir uma junta médica em tribunal. A minha pergunta é… Como funciona essa junta médica? Sou eu que tenho que levar médico? Podem dar-me alta com dor e sem alteração de incapacidade uma vez que fiquei com danos que antes não tinha como, dor constante, mancar, não conseguir fazer o minimo esforço fifico, até nas minhas tarefas diárias, deixei de exercer o meu posto de trabalho sendo colocada pela empresa em trabalhos moderados, nos quais estou fustrada pois profissionalmente não me sinto realizada, ajudem-me esclarecendo-me o que poderem sobre o que devo fazer e quais os meus direitos, tenho 49 anos e ainda uma menor ao meu encargo, obrigada aguardo resposta.

    • Bom dia D. Alexandrina,
      Nos termos legais, tem direito, a todo o tempo, de requerer uma revisão por modificação da sua capacidade de trabalho ou de ganho, desde que seja originada pelo sinistro. Ou seja, neste seu caso o procedimento será a revisão do seu grau de incapacidade. Isto porque tendo havido recaída, deverá ser verificado se, afinal, a sua incapcidade permanenten não deverá ser maior do que a que foi inicialmente fixada.
      A seguradora terá de lhe efectuar uma avaliação neste sentido, e caso verifique a sua incapacidade deverá ser maior, terá de lhe pagar os direitos correspondentes (ou seja, a diferença para o primeiro valor, fixado aquando do acidente).
      Caso a seguradora não o faça, ou considere que não lhe tem nada a indemnizar, tem obviamente ao seu dispor a via judicial.
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos .A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  51. Boa tarde.
    O meu filho teve um acidente de trabalho em finais de Dezembro. Desde esse dia até ao dia 13 de Fevereiro ele esteve com incapacidade total e absoluta. No dia 13 teev uma consulta e o médico mandou-o esperar pelo telefonema da seguradora para avaliar a lesao (possivelmente tem de fazer uma plastica ao dedo). Mas enquanto a seguradora nao lhe telefonar ele tem de ir trabalhar mas com uma incapacidade de 20% . Acontece que na empresa o chefe máximo mandou-o para casa, dizendo que quando contratam as pessoas é para trabalharem e nao para andarem a passear. (Ele apresentou-se ao serviço as 6 da manha e o chefe ás 8 horas quando ele lhe mostrou a carta da seguradora onde consta a incapacidade, nao quis saber e mandou-o para casa. O que é que ele pode fazer ?
    Agradeço se possivel uma resposta para este e-mail.
    Obrigada

    • Obrigada

    • Bom dia, D Bárbara
      Vamos tentar responder a 2 problemas que nos apresenta:
      1.º: o acidente de trabalho:
      O médico da seguradora avaliou a incapacidade temporária (total ou parcial), ou seja, a que resulta da situação actual do acidentado. Caso o médico considere que vai havendo melhorias, é normal que essa incapacidade temporária diminua. Durante este período de tratamentos, a entidade patronal do seu filho deverá emitir-lhe um recibo de vencimento, mas com o ordenado diminuido da percentagem de incapacidade parcial que a seguradora atribuíu. A diferença é paga pela seguradora directamente ao seu filho.
      Terá direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada.
      Após estas avaliações, a seguradora terá de lhe apresentar uma “proposta razoável”, seja já definitiva (caso tenha ocorrido já alta clínica), ou provisória (se não tiver alta clínica). Tem 15 dias para responder a isto.
      Conselho: quando tiver o relatório em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.
      2.º: a entidade patronal:
      A entidade patronal do seu filho tem de lhe assegurar condições de trabalho e ocupação efectiva. Como o seu filho não tem baixa, é sua obrigação comparecer ao trabalho. Caso o patrão de oponha então aó o seu filho terá opções. Desde logo, pode solicitar ´`a ACT que tome nota do facto, para não ficar sujeito a ser despedido por abandono de trabalho. Em alternativa, pode pedir ao patrão uma declaração a afirmar que não o quer a trabalhar até estar de alta médica.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  52. tive um acidente de trabalho , e o tribunal de trabalho obrigou a companhia a operar-me , passado 4 meses o seguro deu-me ITT de 30‰ mas eu nao consigo mexer o braço nem trabalhar mas eles nao quyerem assumir mais a minha recuperação , eles podem dar-me alta e eu enquanto o processo volta a tribunal posso estar de baixa medica pelo sns

  53. Boa noite.
    Será que me pode esclarecer uma duvida??
    Estive no seguro,e ainda me encontro mas com 25% de incapacidade e os outros 75% a trabalhar sendo a percentagem do trabalho de 75% eu terei que trabalhar as 8 hrs??
    Obrigada

  54. Boa tarde sr. Pedro Monteiro.
    Hoje fui a uma junta medica da companhia de seguros onde me deram indicação para trabalhar. Depois de uma queda no trabalho, fiquei com sindrome vertiginoso. Tenho tonturas e fico muito atordoado no lado do ouvido afectado. Como não me sinto em condiçoes para trabalhar , posso meter baixa? Gostaria que me orientasse pois já não sei o que fazer.
    Obrigado

  55. Boa tarde,

    Parabéns pelo blog, de grande utilidade!
    Também eu tenho uma situação a expor, sendo a seguinte:
    tive um acidente rodoviário, não ao serviço da empresa, do qual resultou uma hernia discal. Na altura levei o assunto a tribunal e fui indemnizada.
    agora, passados 15 anos, dei uma queda ao subir as escadas na empresa, ficando com muitas dores na zona lombar. A empresa comunicou ao seguro e fui consultada. durante a consulta perguntaram se tinha lesões anteriores e eu confirmei a situação anterior, aliás também conhecida pela empresa e pelos serviços de medicina no trabalho. perante isto, a companhia de seguros disse que então não se poderia responsabilizar pelos danos provocados nesta queda porque já existia dano anterior. como as dores são intoleráveis, fiz particularmente uma ressonância magnética e foi detetado que, para além da primeira hérnia, já antes diagnosticada, agora tenho outra, no elo imediatamente a seguir. Gostaria de saber o que me aconselha, que direitos é que tenho e como os posso reivindicar, pois a seguradora entende que esta segunda hérnia “já devia cá estar antes”…
    Antecipadamente grata pelo seu esclarecimento, fico a aguardar.

    • Bom dia D. Ana Raquel,
      Nos termos legais, tem direito, a todo o tempo, de requerer uma revisão por modificação da sua capacidade de trabalho ou de ganho, desde que seja originada pelo sinistro. Ou seja, neste seu caso o procedimento será a revisão do seu grau de incapacidade. Isto porque tendo havido recaída, deverá ser verificado se, afinal, a sua incapacidade permanente não deverá ser maior do que a que foi inicialmente fixada.
      A seguradora terá de lhe efectuar uma avaliação neste sentido, e caso verifique a sua incapacidade deverá ser maior, terá de lhe pagar os direitos correspondentes (ou seja, a diferença para o primeiro valor, fixado aquando do acidente). Peça esta revisão por escrito.
      Caso a seguradora não o faça, ou considere que não lhe tem nada a indemnizar, tem obviamente ao seu dispor a via judicial.
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos .A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  56. Boa noite Sr.Pedro
    Tive um acidente de trabalho onde fiquei com IPP 5%,tive recaída,fui ao seguro e deram medicação, tive alta mesmo depois de dizer que tinha dores.responderam -me que não podiam fazer mais nada por mim.Como tinha dores fui p a baixa da seg social,fiz exames e tenho relatórios de 2 médicos diferentes onde diz que tenho recaída do acidente.Enviei e-mail a informar o seguro onde responderam que o médico não considerava recaída! Reabri o processo em tribunal,como tenho indicação pelo ortopedista que tenho que fazer nova cirurgia,posso ser operada por o médico que me assiste ou tenho que esperar pela decissao do tribunal?tenho relatórios que dizem que é recaída de acidente,dores insuportáveis e tenho que esperar a decissao do tribunal já que o seguro ignorou?estou a pagar todas as despesas! No caso de ganhar em tribunal que é o mais certo,posso pedir os meses que me encontro de baixa?tratamentos feitos?deslocacoes?exames? E por estar este tempo em espera a suportar tudo,sabendo que tenho que fazer nova cirurgia?posso pedir indeminizacao por danos morais?estou deveras furiosa com esta seguradora e com quem não me tratou em condições e me deixou nesta situação!!! Muito obrigada por nos ajudaram nestas situações.
    Com os melhores cumprimentos
    Paula Silva

    • Boa tarde D. Paula Silva.
      Todos os danos que refere são indemnizáveis no âmbito da acção que tem em curso. Deverá consultar o seu advogado, ou o Ministério Público, caso seja patrocinada por este, para efectuar o pedido dos mesmos na demanda em curso.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  57. Boa noite realizei uma ressonância ao joelho esquerdo devido a uma queda no trabalho, a ressonância acusou fissura horizontal ao nível do corno posterior do menisco interno aparentemente sem envolvimento das superfícies articulares. Que significa isto?

  58. Boa tarde Sr. Pedro gostaria de ter uma informaçao sua.Tive um acidente de trabalho em 2008 a nivel facial, já fiz varias cirurgias na cara, a nivel maxilar foi-me poste chapas no maxilar superior, perdi o cheiro e fiquei com o canal lacrimal obstruido.Deram-me um incapacidade de 34,78%,pela seguradora mas continuo em tratamentos.Já foi a varias juntas médicasda caixa geral de aposentações em que todas foram canceladas tirando esta ultima em que me disseram viesse para casa de iam avaliar a situação, sera que podem abaixar a incapacidade ou podem manter ou a subir a mesma. Aguardo uma resposta sua, boa tarde e obrigado Miguel Remesso.

    • Podem ocorrer os três cenários.

    • Boa tarde, Sr. Remesso
      O médico da seguradora avaliou a sua incapacidade reportado ao momento temporal em que a mesma foi julgada permanente (geralmente 18 meses após tratamentos, mesmo que eles perdurem). Caso o médico considere que vai havendo melhorias, é normal que essa incapacidade diminua, na eventualidade de os tratamentos estarem, efectivamente, a devolver-lhe capacidade.
      Ainda assim, para o fazer, a seguradora terá de o avaliar por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. Nesta fase saberá exactamente o valor da sua incapacidade permanente (seja maior ou menor à que anteriormente foi arbitrada.
      Caso seja diminuida, o melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos. A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  59. Olá sr Pedro. Gostaria da sua orientação . No dia 04 de fevereiro 2014 t ive uma queda aparatosa no trabalho onde fraturei a omoplata entre outras lesões . A parte pior é que fiquei com tonturas e síndrome vertiginoso . Ainda continuo pelo seguro e inclusive já fui chamado a uma junta médica onde o médico que me examinou me disse que não tinha cura . Mas que iria pedir á companhia deseguros que dessem autorautorização para fazer reabilitação vestibular , tratamento esse pedido pelo médico otorrino que está a acompanhar o meu caso . Acabou o tratamento e não senti melhoria nenhumas . Agora vou a outra junta médica na próxima quinta feira . Como faço cerca de 90 km sempre que vou trabalhar , 45 para cada lado o que vou fazer eu se me mandarem trabalhar ? Visto que as tonturas por vezes são tão fortes , que. Caiu desamparado . Posso meter baixa se a companhia de seguros me der alta ? É que eles já me andam a pressionar há bastante tempo para ir trabalhar . Agradeço a sua ajuda

  60. Rogério Queirós

    Boa noite,

    Tive um acidente de trabalho a 28 de outubro tendo-me magoado no tendão de aquiles. Fui ao médico do seguro mandou-me fazer um eco no qual o resultado foi tendão inflamado.Mandou-me tomar durante um semana Voltaren, mas nada de melhoras. Quando voltei ao médico mandou-me fazer fisioterapia(fiz 20).As melhoras foram poucas, disse-me que não tinha mais nada a fazer comigo. Só com muita insistência minha mandou-me fazer uma RM, resultado tendinite no tendão de aquiles. Disse-me que tinha que saber viver com este problema e que as dores iam ser intermitentes e deu-me alta 100%. A verdade é que as dores têm sido permanentes e mal posso tocar no tendão.
    Gostaria que me desse a sua opinião , isto é o que devo fazer. Ir ao seguro novamente ou ir ao tribunal de trabalho.
    Muito obrigado.
    Um abraço

    • Caro Rogério

      Recorra novamente ao seguro e se não obtiver resposta satisfatória, recorra ao Tribunal de trabalho.

    • Boa noite,a minha situação é parecida, pois em agosto magoei me no trabalho e os resultados médicos deram tendinose. Fiz 2 meses de fisioterapia e deram me alta, só que este mês voltei a piorar e fiz novamente exames e continuo igual. Foi novamente ao médico do seguro e recusou os tratamentos alegando doença natural e disse me que nem em agosto deviam ter me tratado. Pois não sei o que fazer!!pode me ajudar? Obrigada.

  61. Boa noite … Antes de mais dou os parabéns pelo blog … Venho tirar umas duvidas …. eu tive um acidente em 28.05.2014 e fui operado ao ombro de dia 26.08.2014 e tenho 5 meses de reabilitação depois da operação na qual o fisoterapeuta diz que este tipo de lesão tem um tempo previsto de 9 meses e a seguradora diz que já devia estar a trabalhar tenho andado sobe pressão por parte dos medicos que é um da seguradora e pelo medico que me assistiu e operou que é para ir trabalhar 50% mas não tenho capacidade de trabalhar porque estou bastante limitado a nível de movimentos como de pegar em peso… mas acabei por ceder a pressão e comecei hoje a trabalhar a 50% …e porquê que aceitei, aceitei com receio que a seguradora me cancela-se as secções de fisoterapia… porque o medico começou a me falar que a seguradora queria avançar para IPP% ou ia trabalhar a 50% e não quero nada de IPP% mas sim ficar bom e o que devo fazer …e também pergunto como é que funciona essa parte de trabalhar a 50% será que tenho de trabalhar normalmente a nível de horário de trabalho… como a nível de ordenado…. O que poderei fazer sobre este assunto…Visto ser da ilha da Madeira onde poderei ir para ter alguém que me ajude neste caso. Guardo a sua resposta obrigado. Com os melhores comprimentos… Paulo Ribeiro

    • Bom dia Sr. Paulo Ribeiro
      O médico da seguradora avaliou a sua incapacidade temporária, ou seja, a que resulta da sua situação actual. Caso o médico considere que vai havendo melhorias, é normal que essa incapacidade temporária diminua. Durante este período de tratamentos, a sua entidade patronal passa-lhe um recibo de vencimento com a capacidade diminuida, mas a seguradora é obrigada a pagar-lhe essa perda de ganho. No seu caso, os 50/50 – note que caso não se encontre em condições efectivas de trabalhar, poderá obter uma “baixa” no seu médico de família, sem perder quaisquer direitos face à seguradora.
      Durante esta fase, tem direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Ou seja, não vai melhorar.
      Findos os tratamentos, para lhe dar “alta”, a seguradora terá de o avaliar por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. Nesta fase saberá exactamente o valor da sua incapacidade permanente (ou seja, incapacidade que permanecerá ao longo da sua vida activa, por se considerar que os tratamentos não resolveram as suas sequelas a 100%). Caso lhe venha a ser atribuída uma incapacidade permanente, a seguradora tem então obrigação de participar ao tribunal competente a sua situação no prazo de 8 dias a partir do momento em que tiver alta clínica. Ou seja, logo que acabarem os tratamentos possíveis e fique em situação clínica estável, será a própria seguradora a remeter o processo ao tribunal (podendo, claro está, ser resolvida a questão amigavelmente mesmo antes disso).
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos. A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  62. Boa tarde Dr. Pedro,
    uma familiar minha teve um acidente de trabalho em Junho de 2014 e tem estado de baixa desde então. Hoje foi a uma consulta e deram-lha Incapacidade Temporária Parcial de 50% pelo que na 2ª feira terá de retomar o trabalho.
    Nem ela se sente capaz de voltar ao serviço porque tem muitas dores (cortou 2 artérias e 2 tendões no braço direito e foi operada de emergência no dia do acidente) e é cozinheira. Não conseguindo fazer uso da mão direita dificilmente conseguirá trabalhar.Nem o patrão gostaria que ela voltasse já ao trabalho porque está muito limitada no que pode fazer. Há forma de ragir

    • Bom dia, D. Maria Torres
      Teoricamente, o que a seguradora está a afirmar é que o seu filho está 50% apto a trabalhar. Caso o seu filho acate e o patrão aceite, será diminuido o recibo de vencimento em virtude de incapacidade temporária, mas a seguradora paga a diferença de retribuição (50% a entidade patronal e 50% a seguradora).
      Se não é o caso, nada impede que o médico de família do seu filho lhe dê “baixa” em virtude das lesões, e neste caso o problema desaparece.
      O seu filho terá direito a tratamentos até se encontrar numa situação de “alta Médica”, que geralmente ocorre quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada.
      Após estas avaliações, a seguradora terá de lhe apresentar uma “proposta razoável”, seja já definitiva (caso tenha ocorrido já alta clínica), ou provisória (se não tiver alta clínica). Tem 15 dias para responder a isto.
      Conselho: quando tiver o relatório em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
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      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  63. Boa tarde Sr. Pedro
    Foi-me atribuída uma IPP de 5% ao pé esquerdo em tribunal de trabalho e paga a indemnização,o acidente ocorreu em 27/07/2013.Entretanto sou carteira e fui trabalhar com a mesma profissão, durante 5 meses trabalhei cheia de dores porque faço muita marcha e ando com muito peso. Tive uma recaída, dirigi-me ao seguro em Julho/14 e o médico deu-me comprimidos e declaração para mudar de posto de trab. Deu-me alta médica com exame feito onde acusava tendinite no pé operado dizendo que não era por causa do acidente que tive no pé,como continuava com dores fui p a baixa médica onde tenho relatórios que a recaída é derivada ao acidente que tive assim como tenho notificação da seg. Social a dizer que não era atribuído vencimento porque se tratava de uma recaída do acidente que tive. Contatei a seguradora, enviei todos os documentos e a resposta é que o médico não atribui a uma recaída.fiz ecografia pela seg.social no período da baixa onde acusa a mesma tendinite e encontro-me a fazer tratamentos.Isto aconteceu Pq continuei a fazer a mesma profissão e o médico decidiu alterar posto de trabalho depois da recaída.Gostava de perguntar ao Sr. Se a seguradora tem que assumir a recaída e pagar os meses que tive de baixa porque tenho exames que comprovam que a recaída é causa do acidente. Grata pela sua atencao

    • Cara Paula Silva

      Tendo exames e relatórios que comprovam que a sua lesão é fruto de uma recaída de um acidente anterior, então a seguradora deveria assumir a responsabilidade.
      Exponha o caso por escrito à seguradora e se não obtiver resposta ou não aceitar a resposta, terá que recorrer ao Tribunal de Trabalho.

  64. Boa noite Sr.Pedro…
    Desde já felicito pelo seu blog.
    Bom,gostaria que me pudesse ajudar em algumas questões sobre tratamentos e indemnizações…
    Eu fiz uma operação ao joelho (menisco externo)por acidente de trabalho,depois fiz 2 sessões de fisioterapia (cada sessão 10 dias)depois o médico deu-me alta com 100% apto para o trabalho. Ora eu ainda tinha dificuldades em andar, o médico nem quis saber da carta do fisioterapeuta,que recomendava fazer mais umas sessões de fisioterapia,até porque ainda não conseguia fazer determinados movimentos no joelho e que ainda não tinha massa muscular suficiente…Passando algum tempo voltei-me a queixar e voltei ao médico do seguro,fiz uma ressonância magnética e mandou para casa 6 dias sem tomar ou fazer qualquer coisa…ao fim desses 6 dias fui novamente ao médico saber o resultado,em que ele me diz que a dores que eu tenho e por vezes imobiliza-me é derivado a uma inflamação ao joelho,depois disto tudo manda-me novamente para o trabalho mas com 30% de restrições e um voltaren para tomar…Mas ainda continuo com dores que me impossibilita de trabalhar…Ah e quando me questionou se já fui a uma junta médica para de dar o grau de incapacidade eu respondi que não, ficando admirado pelo tempo de demora…Agora marcou para o fim do mês..

    Cumprimentos
    Gaspar

    • Boa tarde Sr. Gaspar
      Pelos factos narrados, o Sr. tem direito a serem-lhe realizados todos os exames e tratamentos necessários à melhoria da sua situação, até aos limites do clinicamente possível. Este o principal ponto por que deve insistir. Mais o informo ainda que, por aquilo que percebi, foi lhe atribuída uma incapacidade parcial temporária de (IPT) 30%, neste caso como prevê os termos legais, é devida pela Seguradora ao Sinistrado uma indemnização por incapacidade parcial temporária que é calculada em função da retribuição base anual ilíquida e desde a data em que ocorreu o sinistro.
      No final desta fase, o medico assistente irá atribuir-lhe alta clinica, significa que a lesão desapareceu totalmente ou se encontra insusceptível de modificação terapêutica adequada. Ou seja, se houver outro tratamento ou mesmo outros métodos de cura, a seguradora terá de o fazer. Não o fazendo, seguir-se-á obrigatoriamente uma fase judicial. Caso a seguradora não o faça, ou considere que não lhe tem nada a indemnizar, tem obviamente ao seu dispor a via judicial.
      O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. É a partir dessa avaliação que a “indemnização” se começa a compor, com dados e factores objectivos (o tempo de negociar com seguradoras como na feira já lá vai, hoje a lei dá-nos critérios objectivos de valorarão que favorecem o sinistrado)
A indemnização a que tem direito será maior ou menor, consoante o grau de incapacidade que lhe seja determinado. Pode ainda ter direito a uma pensão por incapacidade permanente.
      Conselho: quando tiver o relatório clínico final em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.

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    • Muito obrigada Sr.pedro,falei por mail com a seguradora e tentam fazer que não seja considerado recaída. Tenho os exames feitos pela segurança social e relatório da fisiatra que me observou e que me indicou tratamentos,onde descreve que foi recaída da fratura do calcaneo esquerdo que fraturei á data do acidente e como não tive na altura os tratamentos certos fiz tendinite do tendao flexor de hallux também derivado á minha profissão que na altura ninguém me aconselhou a melhorias do posto de trab! Só depois da recaída é que o médico me disse que tinha que ter outro posto de trab que não fosse com marcha nem carga.tenho também relatório da segurança social que informa que não me atribui sub. de doença porque é uma recaída do acidente de trab! Ou seja sai do seguro a 08/09/2014 e fui para a baixa em 09/09/2014 desde então não recebi até hoje nenhum tipo de rendimento. Ainda estou de baixa porque estou a fazer fisioterapia e não tenho o pé em condições. Quem é que tem que pagar estes meses que me encontro nesta situação?

  65. Bom dia, em 2011 fui operada a uma hernia discal em sequencia de um acidente de trabalho, tive alta passado 1 ano,foi-me atribuida uma incapacidade de 6%, e fiquei com direito a assistencia médica vitalicia. Passados estes 4 anos, e devido aos esforços diários no trabalho, sofro dores na coluna insuportáveis, desloquei-me à companhia de seguros para pedir uma consulta, mas fui informada que só poderei ter essa consulta a pedido da entidade empregadora, a mesma recusa-se a fazer esse pedido, o que devo fazer?
    Obrigado

    • Boa tarde Sra. Fatima Lopes,

      A informação que a Companhia de Seguros lhe passou é falsa. Nos termos legais, tem direito, a todo o tempo, de requerer uma revisão por modificação da sua capacidade de trabalho ou de ganho, desde que seja originada pelo sinistro.
      Posto isto a Sra. tem direito a requerer a revisão 1 vez em cada ano civil.
 Aconselhamos a queixar-se por escrito e exigir a revisão a que tem direito.

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    • boa tarde por favor precisava de falar consigo pois tambem tive um acidente de trabalho do qual resultou agora uma hernia discal nao sei como fazer para resolver a minha situaçao ha tres meses que estou sem receber ordenado estou desesperado nao consigo trabalhar e a seguradora nao me aceita se me pudesse explicar como fez para conseguir a incapacidade agradecia-lhe

  66. Boa tarde.
    A cerca de um ano fui operado por duas vezes ao joelho esquerdo derivado a acidente no trabalho, na primeira operação o médico que me operou disse que tinha retirado todos os fragmentos De menisco danificados, o que veio a mostrar que ainda não tinha retirado todos porque continuava a ver fragmentos dele espalhados pelo joelho. Voltei a fazer exames e fui operado novamente porque ainda havia fragmentos espalhados. Depois da operação, fomos para o tribunal de trabalho para dar a avaliação da incapacidade do estado do joelho.
    Deram-me 2% de incapacidade, trabalho navios de pesca de bacalhau, e agora após algum tempo de trabalho as dores aumentaram Dores, não consigo quase dobrar o joelho e vejo uma pequena bola dentro do joelho que não me permite dobrar o joelho nem caminhar.
    O processo já foi encerrado pelo tribunal, o que devo fazer e quais os meus direitos.
    Cumprimentos

    • Boa tarde Sr. Adriano

      Pelos factos que circunstanciou, aconselho-o a pedir uma revisão da taxa de incapacidade que lhe foi atribuída a fim de reavaliarem a sua incapacidade pois os seus direitos de indemnização serão maiores ou menores, consoante o grau de incapacidade definido.
      Nos termos legais, tem direito, a todo o tempo, de requerer uma revisão por modificação da sua capacidade de trabalho ou de ganho, desde que seja originada pelo sinistro: tem direito a requerer a revisão 1 vez em cada ano civil. Aconselhamos a queixar-se por escrito e exigir a revisão a que tem direito.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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  67. Boas. Fui operado em Novembro de 2011 a uma hérnia dical (zona lombar), no qual tive alta para trabalhar em Fevereiro, no qual me deram um incapacidade de 3%, e na qual recebe um valor (€). Agora em 2014 tive uma recaida e fui operado outra vez na mesma vértebra mas do outro lado, pela companhia de seguro do trabalho onde trabalhei, só que o meu contrato acabou em 28 Março 2014, e a recaida que tive fui no inicio de Abril, no qual já não prestava serviço a empresa, e a minha questão é, será que tenho direito a receber alguma quantia da seguradora devido a está segunda operação ? O médico da companhia seguro deu-me alta médica em 28 Outubro 2014.

    Obrigado e cumprimentos

    Aguardo uma resposta da sua parte.

  68. Bom dia e desde ja o meu obrigado pelo trabalho que tem em disponiblizar se para ajudar, é de louvar, é a primeira vez que aqui escrevo e é com muita tristeza que lhe peco auxilio neste meu caso.

    A questao é a seguinte, Sou bombeiro profissional e ha cerca de 3 meses tive um acidente de trabalho, tive cerca de 2 semanas em casa e depois fui trabalhar com servicos melhorados com 15% durante um tempo, voltando depois ao medico expliquei lhe que ainda nao estava completamente curado e ele disse me entao que me ia dar alta mas se tivesse algum problema para voltar la em 30 dias e reabria se o acidente.

    Passado cerca de uma semana e mais uns esforcos indispensaveis á profissao, la me ressenti da lesao e reabri, conclusao, mais 1 semana em casa e de volta a incapacidade temporaria parcial de 15&, ate aqui tudo normal, o que se passou a seguir é que é anormal no meu ponto de vista: voltei a trabalhar so que desta vez mandaram me para o regime diario das 8 as 5 da tarde por estar com incapacidade temporaria, ou seja tiraram me do meu regime de turnos para me por a fazer servicos melhorados durante o dia e conclusao, estou a trabalhar sem receber o subsidio de turno, como pode calcular tras me grande transtorno pois toda a vida trabalhei com isso e era o que fazia o ordenado, perdi parte substancial do mesmo e todos temos contas para pagar como bem sabe.

    Ate que possam estar legais nao duvido, o que me deixa confusao é que o servico que eu agora estou a fazer no diario podia o fazer perfeitamente no meu horario normal por turnos, pois estou de sentinela na porta de armas, um servico sem esforcos fisicos que posso fazer de dia ou de noite e que alias é algo que toda a gente faz na casa.

    No final fica o amargo porque tive um acidente a desempenhar a minha funcao e em derivado desse mesmo acidente estou agora com perda nos meus rendimentos, o que me faz pensar que simplesmente nao podemos ter um acidente sem sermos prejudicados, sera que tenho base para lhe pegar?

    Muito obrigado e desculpe o extenso texto.

    • Caro Alberto Malheiro

      Já falou com o seu comandante sobre este assunto? Penso que a solução poderá passar por uma conversa com o mesmo.

      • Boa noite , desde ja obrigado pela disponiblizacao e tempo gasto, ja falei com o comandante e nao tive ajuda do mesmo pois disse que sao ordens da camara, infelizmente estou por minha conta, nao sei o que fazer , as vias judiciais sao carissimas e demoram tempos infinitos, mesmo que ganhe pode demorar anos, mas o que me esta a incomodar seriamente agora é mesmo a questao de saber a legalidade sobre a perda do subsidio de turno estando de incapacidade temporaria parcial.

  69. boa noite. Sou atleta profissional de futebol. Tive uma rotura dos ligamentos cruzados no joelho esquerdo. Fui operado agora passado 6 meses o seguro deu.me alta e deram.me 0% de incapacidade. O que devo fazer? Visto não aceitar esta incapacidade, obrigado cumprimentos

    • Caro José Oliveira

      Reclame por escrito à seguradora de que não aceita a posição da mesma e junte relatórios e exames médicos comprovativos da sua situação clinica.
      Se não resultar, recorra ao Tribunal de Trabalho.

  70. Bom dia Sr. Pedro Monteiro
    Desejo pedir informação ao Sr. Pedro, no dia 17/01/2014 sofri um acidente de trabalho ao efetuar descarga na Holanda, caíram-me em cima cerca de 470Kg,400 vasos de flores c/terra e a estrutura que os transporta. Estive hospitalizado 7 dias em Roterdão e depois vim de avião para Portugal. Das várias lesões sofridas a mais grave foi, fratura da vértebra L1,com colapso grave, em cunha e esmagamento da medula e muitos fragmentos
    espalhados pela medula. Fui submetido no dia 07/02 em Lisboa a cirurgia de artodese á coluna vertebral, onde me fixaram 5 vertebras da D11 á L3, com três hastes e 13 parafusos em titânio, fiz o processo de recuperação e comecei a fisioterapia e hidroterapia até final de Outubro. No dia 18/11 fui á consulta á Giga em Lisboa e a médica deu-me alta-clinica e que me apresenta-se ao trabalho, disse que não estava capaz nem em condições, sou motorista de pesados mercadorias internacional e a dois motoristas em camião frigorífico de produtos alimentares, em 5-6 dias percorremos 5300 a 5500 Km pela Europa. Então foi-me dado alta para tribunal, mas sem nenhuma incapacidade, no dia seguinte fui ao meu médico de família e pedi baixa pela Seg-Social. Só que como parei a fisioterapia á 40 dias cada vez me sinto com mais dores e pior. Ontem fui dia 10/12 fui ao tribunal trabalho de Tomar e o meu processo ainda não deu entrada, não sei o que fazer, agradeço ao Sr. Pedro alguma informação e conselho ao que devo fazer.

    Os meus cumprimentos.

    Norberto Lopes

  71. Boa tarde,

    a minha mae teve um acidente de trabalho há um ano, caiu de umas escadas e teve um traumatismo craneocefálico grave, está até então numa casa de reabilitação que é pago pelo seguro e recebe ordenado através do seguro, graças a deus está a recuperar, no entanto a leitura, a escrita e fala perdeu-se, está a recuperar muito bem da fala e já consegue fazer minimamente as actividades da vida diária, não as actividades instrumentais da vida diária, era uma pessoa que vivia sozinha e sei que provavelmente para o ano sai para casa. o seguro diz que é quase certo que terá de ter alguém a ajudá-la. a minha mae diz que prefere que seja eu,pois só confia em mim, posso eventualmente ajustar a minha vida profissional, mas ficarei prejudicada, a não ser que o seguro me pague para poder tomar conta da minha mae, é possível?, tendo alta( indo para casa) continua a receber ordenado ou estipulam uma indeminização sendo que ficou com mazelas para o resto da vida? muito obrigado

  72. Bom dia!
    Parabens pelo Blog que é de grande utilidade para estas questões sobre as quais não sabemos a quem recorrer.
    No passado dia 24 de junho sofri uma queda numas escadas de responsabilidade de um condominio de que resultou um esfacelo da mão esquerda com um corte profundo na superficie palmar e 4º e 5º dedos.
    Fruto disso tive de ser operada, em agosto, para cirurgia reconstrutiva da mão e ainda hoje me encontro em fisioterapia. Sou informática de profissão, necessito das duas mãos para trabalhar e sinto, passado estes meses que cheguei a um ponto de estabilização da lesão em que não noto diferenças na fisioterapia. Tive ontem consulta do seguro onde me foi dito que continuo em fisioterapia por mais 30 sessões e marcação de nova consulta para o mes que vem… esta situação causa-me GRANDE transtorno para além do transtorno da queda e de quase 5 meses sem trabalhar pois obriga-me a deslocações de e para o trabalho com todos os problemas inerentes a isso…
    Questionei o médico sobre o que seria para ele “estabilização” da lesão e encerramento do processo e nem ele me explicou bem isso. Na verdade chega a uma altura em que as seguradoras deveriam parar com estes processos dilatórios para ver se vecem os sinistrados pelo cansaço…
    A minha questão é a seguinte: existe alguma forma de obter uma segunda opinião, válida em termos de seguradora; poderei atraves de alguns exames medicos determinar a dimensão do dano e chegar a acordo com a seguradora quanto a indeminização e encerrar o processo?
    Não sei o que é pior, se as dores e a incapacidade, se o arrastar desta situação e o não voltar as minhas rotinas… so quero a minha vida de volta apesar de tudo o que fazia e já não poderei voltar a fazer :cry:

    • Boa tarde Srª Ana Grão,

      Em principio deve terminar todos os tratamentos médicos propostos pelo medico assistente, pelo facto de ser este aquele que está a acompanhar a evolução do tratamento dos seus danos corporais.
      Neste sentido, a sua situação clinica ficará estabilizada quando o médico assistente emitir o boletim de alta clinica, ou seja, quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada.
      No entanto, a Srª não se conformando com a resolução do médico assistente tem sempre a liberdade de consultar outro médico do sistema nacional de saúde/privado e perante o relatório clinico deste médico com um resultado diferente, esta divergência será resolvida por simples conferencia de médicos.
      No entanto irá ser-lhe atribuída uma indemnização ou não, consoante o grau de incapacidade que lhe for atribuída.

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      • muito obrigada pelo Vosso esclarecimento que no entanto me suscita uma duvida… o que acontece se o MEU medico assistente me der alta e o médico do seguro insistir em continuar a fisioterapia? :roll:

  73. Olá Pedro,
    Tive um acidente de trabalho, a companhia de seguros depois de tratar-me 5 meses disse que o meu problema era congénito. Pedi reanálise do meu processo, mantiveram a decisão. Recorri Tribunal do Trabalho, o médico referiu que lesão continua activa e por isso devo retomar tratamento junto do médico do seguro. A minha pergunta é: a seguradora é obrigada a acatar decisão do médico do tribunal do trabalho ou pode se recusar? Muito obrigada!

  74. Boa tarde!
    Em primeiro lugar quero agradecer pelo o BLOG.
    Tive um acidente de trabalho em abril de 2014, e no que resultou a ruptura de ligamento do joelho direito (LCA), fiz a cirurgia em 26 de junho do mesmo ano e posteriormente sessões de fisioterapia, no passado dia 22 de outubro recebia alta de 70% para voltar ao trabalho, no que resultou: tenho muitas dores, tenho a perna novamente atrofiada e não sei o que fazer agora, meu retorno ao medico esta marcado para 26 de novembro, qual e o melhor concelho? Isso pode dar alguma indenização?
    obrigado.

  75. Patrao recusa acionar seguro de acidentes de trabalho.
    Será que tem?
    Alega que è da responsabilidade da seg social(baixa passada como acidente de trabalho).
    A situaçao,(dedo partido por esmagamento) foi pelo mesmo presenciada.Há manifesta má fé, de resto incompreenssivel…
    Que posso fazer?
    Preciso de ajuda.
    Obrigado.

    • Caro Sr. Rui,

      A sua entidade patronal dispõe (dispunha) de 24 horas para accionar o seguro. Não o tendo feito, praticou uma contra-ordenação qualificada pela lei como grave, e constituiu-se pessoalmente responsável por eventual agudização da sua situação.
      Será que tem seguro válido? (…). Caso não tenha, ele tem a obrigação de participar ao tribunal de trabalho.
      De qualquer das formas, deverá guardar religiosamente todos os exames que lhe tenham efectuado até aqui, e denunciar de imediato a omissão de participação do acidente ao Ministério Público, no tribunal de trabalho da sua zona.

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  76. Pedro , desde já os meus agradecimentos pelo blog . Depois de um acidente de trabalho , intervenção cirúrgica , recuperação , etc ,etc fui chamado a uma junta médica ao tribunal de trabalho , que me deu uma incapacidade ( X ) . A minha questão é a seguinte ; Estes valores atribuídos , poderão vir a baixar , ou pelo contrário só poderão vir a aumentar , se eu com eles não concordar ???? O meu obrigado .

  77. Boa noite em Outubro 2012 tive um acidente viação aonde nao fui culpado bateram na minha moto a outra companhia Logoseguros assumiu a culpa pagou as despesas de deslocações e materiais fui ao hospital mas fizeram rx so tb pagaram essas despesas 38€ sempre queixei dos joelhos derivado ao embate no veículo fiz ressonância magnética a minha custa aonde o ortopedista diz que terei que fazer um artroscopia liguei a logoseguros para abrir processo e a resposta deles foi negativa visto ja ter recebido as despesas mas de deslocações e materiais estes sao danos fisicos tive que por baixa médica porque a minha profissão faz me andar muito as dores sao insuportáveis tenho recurido a injecçoes e analgésico e pendos antiflamatorios estou a espera da cirurgia por minha conta a minha companhia na altura mandei accionar a protecção jurídica mas dizem que preciso de um relatório de médico de medicina lega sera que o do ortopedista com o relatório da ressonância magnética nao serve. Obrigado aguardo resposta .marco

    • Boa tarde Sr. Marco António,

      Relativamente aos danos corporais por si sofridos em virtude do acidente, a Seguradora terá de suportar todas as despesas de tratamentos do dano corporal, e não apenas as despesas de deslocações.

      No final destes tratamentos, a Seguradora ao receber o exame de avaliação do dano corporal e os relatório médicos complementares, dispõe de 10 dias para lhe remeter o relatório, contados a partir da sua recepção. Nesta altura deverá manifestar o propósito de ser indemnizado (não necessita de comunicar valores, basta informar que quer receber – percebemos que seria escusada esta óbvia manifestação de vontade, mas é necessária para que os prazos da seguradora efectivamente comecem a contar).
      A partir deste momento começam a correr 45 dias para que a seguradora lhe faça uma “proposta razoável”, provisória visto que ainda não lhe foi dado alta medica. Depois o Sr Marco, dispõe de 15 dias para responder a esta proposta.

      Conselho: quando tiver o relatório em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.

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      • A resposta da companhia é negativa diz com como tive indemnização pelos danos materiais e os tais trinta e poucos euros dos hospital nega agora o pagamento da lesão com base no recibo de quitacao assinado por mim na altura quando recebi as as despesas dizendo que nada mais poderia pedir a eles só que a lesão só deu para vereficar mediante ressonância magnética. Terei mesmo que ir com advogado para a frente com o processo porque ja passou tempo demais para eles brincarem ja accionei protecção jurídica e o ISP tambem, obrigado pelo esclarecimento

  78. boa noite
    tive um acidente a 4/8/14 uma queda desamparada para traz. embati no chao com a cabeça com as costas e com a nadega direita. dai resultaram varias queixas desde do primeiro dia que fui para o seguro.fiz tacs a coluna e ao cranio que segundo o medico tava tudo bem por isso seria so musculos estive ate 2/9/2014 pelo seguro so a tomar antiflamatorios, as dores nao passavam e caminhava para o a clinica do seguro 2vs por semana nao me sentia melhor e disse ao medico que nao era normal ser so muscular e passado cquase um mes ainda ter dores e atomar tantos antiflamatorios, entao ele la pediu 2 ressonancias uma a cervical e outra abacia… quando regressei a consulta ele mal me sentei disse me que me ia dar alta pois nao tinha nada partido mandou me levantar as ressonancias para eu trazer e mostrar ao medico de familia.
    a ressonanssia da bacia detectou uma sacro elite inflamatoria que justificava as dores da nadegadireita e a da cervical indicava alteração do disco c6 mas que nao evidenciava compreção. o que tambem justificava a dormencia do braço e mao direita e dores no pescoço. ele deu me alta a2/9/2014 e como nao me dise o que eu tinha eu tive que meter baixa pois nao tinha condiçoes de exercer a minha actividade profissional. neste momento ja sei o que tenho e pedi abertura do processo por recaida e a resposta que me foi dada e que teria que ser avaliada pela medeecina no trabalho antes de ir para a seguradora novamente pois eles iriam ver se tem a ver com o acidente ou nao. e assim que se procede quando eu ainda nao estou a trabalhar desde que tive alta do seguro? meti baixa logo apos para me poder tratar e saber ao certo o que tinha…e ainda que as 2 situaçoes nao sejam trauma mas sim doença despoletada pelo trauma e visto que nunca tinha tido nenhum dos sintomas antes e o segfuro que tem que tratar?
    obrigada

    • Boa tarde Srª Helena,

      Perante a factualidade narrada presumo tratar-se de um acidente de trabalho.
      Assim sendo a seguradora deve proceder da seguinte forma: depois da avaliação feita pelo medico assistente da seguradora, este emitirá um boletim em que descreve as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas. A seguradora tem então obrigação de participar ao tribunal competente a sua situação no prazo de 8 dias a partir do momento em que tiver alta clínica. Ou seja, logo que acabarem os tratamentos possíveis e fique em situação clínica estável, será a própria Seguradora a remeter o processo ao tribunal (podendo, claro está, ser resolvida a questão amigavelmente mesmo antes disso).
      Pelo que vejo, o médico da seguradora deu-lhe alta desde 2.09.14, pelo que deveria ter já na sua posse os elementos acima referidos e, desde 8 dias a contar daquela data, teoricamente já deveria ter a sua situação no tribunal do trabalho.
      Não recebeu nenhuma notificação entretanto? Caso não tenha recebido, deverá dirigir-se à seguradora e questioná-los acerca disto (poderá despoletar o procedimento). Caso não o façam, avise, pois são direitos que lhe são conferidos por lei, e deverá poder exercê-los.

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  79. Olá boa noite ,tive um acidente de trabalho há dez anos coluna lombar foi operado pelo seguro ,fiquei com uma incapacidade 5% ,ao decorrer destes dez anos tenho tido muitas recaidas e muitas dores ,em fevereiro destes ano senti uma dor muito forte que tive de ser operando outra vez que tive de levar duas placas quatro parafusos e uma caixinha,estou muito limitado,o médico quer dar alta para a semana eu não estou capaz de fazer meu trabalho e meu patrão já me disse que não tem trabalho para mi eu estou muito limitado o médico não quer que eu faça pesos nem movimento rotativo o que devo fazer?

    • Boa tarde Sr. José,
      Nos termos legais, tem direito, a todo o tempo, de requerer uma revisão por modificação da sua capacidade de trabalho ou de ganho, desde que seja originada pelo sinistro, ou seja, tem direito a requerer a revisão 1 vez em cada ano civil. Aconselhamos a queixar-se à seguradora por escrito e exigir a revisão a que tem direito.

      Relativamente à “alta médica” a atribuir pelo médico, esta só é atribuida quando a lesão desapareceu totalmente ou se apresenta como insusceptível de modificação com terapêutica adequada. Ou seja, se houver outro tratamento ou mesmo outros metidos de cura, a seguradora terá de o fazer. Não o fazendo, seguir-se-á obrigatoriamente uma fase judicial.

      Na eventualidade de o empregador declarar a impossibilidade de assegurar qualquer ocupação compatível com as capacidades do Sr. José, a situação terá de ser avaliada e confirmada pelo serviço publico competente na área de emprego e formação profissional. Caso este serviço conclua pela impossibilidade de ocupação de um posto de trabalho, então o Sr. José tem ainda direito a ser apoiada no sentido de encontrar outras soluções de reabilitação e reintegração.

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  80. Bom dia, gostei mt do blog. E. Gostaria de lhe fazer uma pergunta sofri um acidente em 2012 fui operado o lca duas vezes, e tive alta ano passado mes de Abril, agora tou sofrendo mt da coluna, da anca e o joelho operado, , axo q estou sem o ligamento o qual foi operado, posso recorrer a companhia de segurod, obs. Tive 10% imcapacidade

  81. Boa tarde, fui operada a uma hernia discal em novembro de 2012, retomei a actividade profissional sem queixas e sem incapacidade atribuida, no entanto no mes passado apareceram me dores no mesmo local, liguei para a seguradora para pedir para ser reavaliada mas disseram me que so tinha um ano para me queixar e ja passaram quase dois. Sera isto possivel? Agradeço a sua resposta,parabens pelo seu blog.
    Claudia

    • Claudia
      A hérnia teve origem em acidente de trabalho. Quais foram as circunstâncias ?

      • Boa noite, a hernia foi resultante de um esforco a pegar numa caixa pesada, foi feita a participacao á seguradora e fui operada passado um mes da data do acidente.
        Claudia

    • Boa tarde D. Cláudia

      Nos termos legais, tem direito, a todo o tempo, de requerer uma revisão por modificação da sua capacidade de trabalho ou de ganho, desde que seja originada pelo sinistro.
      A lmiitação temporal que lhe referiram é falsa: tem direito a requerer a revisão 1 vez em cada ano civi.
      Aconselhamos a queixar-se por escrito e exigir a revisão a que tem direito.

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  82. boa noite foi operado a uma hernia discal lombar em nov 2013, pelo seguro de acidentes de trabalho, o medico que me operou deu-me incapacidade 20% por sua vez a medica do seguro deu-me alta sem qualquer tipo de incapacidade. terei direito a alguma indemenizacao? obrigado e parabens pelo blog.(retomei a actividade laboral em maio 2014 sendo informado pela medica do seguro que a empresa devia adaptar o meu trabalho ao minhas condicoes)

  83. Boa tarde

    Antes de mais muitos Parabéns pela iniciativa e obrigado pelos esclarecimentos que aqui presta.
    Se eventualmente tiver conhecimento e se me puder tirar esta dúvida, possuindo um seguro com uma apólice de acidente de trabalho ‘baixa’ é possível que exista um tempo limite para tratamentos?
    Pergunto isto porque após acidente de trabalho, o trabalhador fui submetido a cirurgia e seguir com tratamentos de fisioterapia, tratamentos estes que o médico ao cuidado do prestador faz uma enorme pressão para terminar e dar alta ao trabalhador.

    Obrigado

  84. BOA NOITE

    FUI NO DIA 8 DE OUTUBRO, A UMA JUNTA MEDICA, PELO TRIBUNAL DE TRABALHO D COIMBRA…
    TINHA UMA INCAPACIDADE DE 2%.
    ENTRETANTO OS MÉDICOS DA JUNTA MEDICA, AFIRMARAM QUE OS 2%, ERA MUITO POUCO.
    FICOU DECIDIDO QUE FOI ACIDENTE D TRABALHO, MAS SEM GRAU DE INCAPACIDADE. E TAMBEM POR TER SERVIÇOS MELHORADOS DADO PELA MEDICINA DO TRABALHO E PELA EMPRESA…

    A MINHA DÚVIDA É QUE AGORA, VAI PARA JULGAMENTO, QUAIS SÃO OS MEUS DIREITOS, SE RECEBO ALGUMA INDEMNIZAÇÃO!

    PODIA ME ESCLARECER.

    OBRIGADO

    TITA

    • Boa noite

      A incapacidade ser-lhe-á definida pelo relatório da Junta Médica, que obrigatoriamente irá incluir uma percentagem.
      Os seus direitos de indemnização serão maiores ou menores, consoante o grau de incapacidade definido.
      Tendo o relatório na mão, é uma boa altura para negociar com a seguradora e tentar evitar o julgamento, caso chegue a valores que considere justos. Caso não consiga chegar a acordo, terá de aguardar pela sentença final do processo.
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  85. Exmo Sr Pedro agradeço desde ja o excelente Blog…Parabens.
    Preciso da sua ajuda, tive um acidente de trabalho da qual resultou uma IPP de 30% continuei a trabalhar na entidade patronal o mesmo tempo e a mesma carga de trabalho, da qual fui recebendo a referida indeminização da seguradora que posteriormente era descontada pela entidade patronal.A minha duvida é estando a manter as mesmas funçoes no mesmo tempo pode a entidade patronal descontar o valor indeminizatorio? Obrigado

  86. Em Fevereiro do corrente ano, tive um acidente de viação quando me deslocava para o emprego. Ao abrigo do seguro de acidentes de trabalho fui atendida no hospital e estive uns dias em casa. O braço direito continuava a doer-me, mas achei que era apenas dorido. A 13 de Março as dores não passavam e voltei ao médico que me receitou fisioterapia. Fiquei de baixa. Entretanto comecei a ter ataques de pânico a conduzir. Fui encaminhada para psiquiatria, onde estou a ser seguida desde julho.
    Embora os ataques de pânico não sejam tão frequentes, continuo a não estar bem. Contudo acho que me querem dar alta (a companhia de seguros).
    Estou assustadissima!
    Além disso soube por colegas que deixei de ter o meu posto de trabalho… Preciso de ajuda

  87. boa tarde sr. pedro monteiro em primeiro lugar quero parabenizar pelo o exelente trabalho informativo em que o sr. presta a toda sociedade. o meu caso e que em 2012 sofri um acidente de trabalho no qual fui submetido a 3 cirurgias pois no acidente afetou a coluna lombar mesmo com todos os tratamentos eu fiquei com uma IPP DE 23,76%,COM IPATH a partir da alta clinica esta foi a sentenca dada pelo tribunal do trabalho de almada foi mim atribuida uma pensao vitalicia e tratamentos ate 120 anos por ventura ha alguma possibilidade de fazer a remicao desta pensao e eu receber a indenizacao de uma so vez visto que sou imigrante e sem poder trabalhar fica muito dificil viver aqui nesta nacao pois alem das sequelas que ficaram pra mim locomover nessecito de apoiar em canadiana e tenho 2 filhos pequenos e um imigrante so consegue ter documentos neste pais com um contrato de trabalho pois isto para mim se torna impossivel pois mau consigo ficar em pe . se o sr. puder mim dar alguma informacao que devo fazer ficarei muito grato . no mais um grande abraco .

    • Boa tarde Sr. Ofs

      Nos termos da lei, é obrigatoriamente remida a pensão anual vitalícia devida a sinistrado com IPP inferior a 30% desde que o valor anual da pensão não seja superior a 6 vezes o valor da retribuição mínima mensal garantida em vigor no dia seguinte à data da alta.

      Ou seja, não só pode, como deve.
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira

      PS: nos termos protocolados com o blog, após esta resposta tem direito a uma reunião gratuita caso pretenda exibir documentos ou obter outros esclarecimentos.

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  88. boa tarde, o meu pai teve um acidente de lazer, ao qual perdeu 4 dedos da mão direita, o indicador ,medio, anelar e mindinho, e ta incapacitado para trabalhar, e também doença no coraçao mas isso já ah alguns anos. o acidente já aconteceu ah 2 meses, e nada feito ate agora, para poderem pagar as despesas face ao hospital para os tratamentos e medicações como para casa também, e o perito do seguro vai ir ter com ele para uma estimativa, o meu pai quer o justo aquilo que tem direito já que ficou incapacitado, não ta mal so fisicamente como moralmente como é obvio. tem receio que lhe passem por cima, neste cas qual a estimativa pela perda total e permanente dos 4 dedos da mao direita? agradecia muito a resosta para o meu e-mail com alguma urgência, obrigado

  89. Depois de ler alguns casos levantados por outros comentários. Fiquei com uma dúvida!estou á quatro meses com ITA ( desde 06/06/204) tenho recebido do seguro 70% da RB, a Empresa só me tem pago os proporcionais de Férias e Sub. de Natal. Teria a Empresa que me pagar o Sub. de refeição eo os 30% que a seguradora não paga?
    Agradeço a sua atenção

  90. Boa tarde…

    Ola Sr. Pedro gostaria de saber, se por acaso posso ser indemnizado pelo seguro , ou se tenho alguma incapacidade?!!!
    Fui operado ao joelho recentemente, em que retiraram o menisco externo (isto dito pelo médico),agora ando em fisioterapia…
    Abraço

  91. boa tarde.
    tive uma lombalgia em março fiz exames e tratamneto regressei normalmente ao trabalho em junho.
    em agosto sofri uma lesao durante o trabalho, mau jeito fiquei novamente com dor.
    participei acidente em trabalho,pode a companhia alegar nao ser acidente?

  92. No ano passado, ao efetuar uma assitencia tecnica tive uma queda no qual foi diagnosticado um problema lombar. Estive cerca de 3meses pelo seguro onde fiz fisioterapia.
    Retomei a minha atividade este ano mas limitada, visto que muitos dos trabalhos que executo tenho que subir a poste e trabalhar em altura. O medico do trabalho indicou que nao podia fazer trabalho em altura.
    A minha pergunta é, se nao poder desenvolver esse trabalho devido ao proplema de saude que tive, tenho direito a algo por incapacidade.

  93. Boa tarde !Em Dezembro de 2013 tive um acidente de trabalho,no qual tive que fazer uma artroscopia ao menisco.Este mês vou ao tribunal de trabalho pois o seguro atribui-me uma incapacidade de 2%.Como na carta do tribunal pedia para levar exames…..fiz uma ecografia e posteriormente uma ressonancia….e para meu espanto fiquei a saber que tenho um corpo livre no joelho.Será que posso pedir para aumentar o valor da incapacidade?Agradeço a quem me poder ajudar!

  94. Olá Pedro,
    Tive um acidente de trabalho em abril. Caí com um caixote de lixo e lesionei o joelho. Estive 4 meses de baixa de seguro,a fazer fisio. Deram-me alta dizendo que tenha uma má formação anatómica (rotula para a esquerda e desgaste da cartilagem) e fissura no menisco (nunca tive qualquer problema nesse joelho antes)e que a lesão não é do acidente e por isso não me podem mais tratar. Estou a trabalhar com dores e completamente limitada na minha vida. O que devo fazer? Muito obrigada!

  95. Bom dia,
    Uma pessoa que teve um acidente de trabalho e que ficou incapacitado de trabalhar e que recebe uma pensão vitalicia, pode pedir uma pensão da Segurança Social? Sendo que tem cerca de 25 anos de descontos?
    Obrigada
    Cumprimentos

  96. Marta Guerreiro Abreu

    bom dia mais uma vez :(
    já é a 2ª vez q eu exponho o meu problema e ñ consigo obter resposta .
    ñ envie resposta para o email, pode responder aqui ?sff
    grata pela atenção
    Marta guerreiro

  97. Bom dia Pedro
    tenho 41 anos e tive um acidente de trabalho no dia 6/6/14
    fiz um entorce no joelho q me originou estiramento dos ligamentos cruzados ,lesão no tendão colateral e foi-me detetado sub luxação da rótula e lesões degenerativas dos meniscos.
    fiz fisioterapia (10 + 15 sessões )q me aliviaram as dores mas continua a ser mt dificil para mim caminhar , subir e descer escadas manter-me de pé ou sentada pq as dores continuam.
    pela 5ª vez consecutiva vou a caminhar e a rótula sai do sitio e eu acabo por cair com muitas dores no joelho , ando de canadiana para me auxiliar e evitar q volte a cair por este motivo.
    ontem fui mais uma vez á consulta e o médico diz-me q me vai dar alta ( e assim fez)pq o meu problema é congénito e ñ foi provocado pelo acidente sendo q tenho q ser operada á rótula encaminhou-me para o SNS,disse tb q pode ter sido o acidente a despoletar toda esta situação uma vez q isto nunca me tinha acontecido e só se veio a revelar depois da queda.
    gostaria de saber a sua opinião , devo de recorrer ao tribunal de trabalho ou realmente aceitar a decisão do médico e dirigir-me ao SNS
    mt obrigado pela a atenção
    Marta Guerreiro

    • Cara Marta

      Peça um parecer médico independente e envie uma reclamação à seguradora por escrito acompanhado desse parecer, caso fique provado que a sua incapacidade resultou do acidente.
      Se a seguradora mantiver a posição, recorra ao Tribunal de Trabalho.

  98. Boa tarde,

    Sou caixeiro numa empresa de venda de electrodomésticos e nesta empresa sempre exerci a entrega ao domicilio dos mesmos, desde maquinas de lavar frigoríficos etc,Acontece que numa certa altura senti uma dor muito forte na região lombar da coluna da qual fiquei com dores durante 2 semanas, tudo passou á base de comprimidos mas com o passar do tempo as dores foram aumentando e foi-me diagnosticado hérnia discal na L5/S1,o que devo fazer nesta situação dado que foi devido ao excesso de cargas durante muito tempo, devo falar com a empresa e solicitar o seguro?

    Obrigado

  99. sou funcionario num hospital e sou paraplegico e tou numa cadeira de rodas, a dias ia pelo um dos corredores e a cadeira tropecou numa extençao eletrica e tive uma queda na qual parti um pe, para alem de tar no seguro, uma vez que tenho problemas de ossos devido a minha condiçao, pergunto: tenho o direito de processar o hospital pelo fato de faltarem com a segurança?

  100. Vítor Gonçalves

    Boa tarde! A 02/01/2013 tive um acidente de trabalho em que fraturei um dos dedos da mão direita, tendo danificado também as terminações nervosas de dois dedos. Foi-me atribuído 100% alta sem desvalorização, em abril do mesmo ano, apesar de num dos dedos ter problemas de sensibilidade e dores dependendo das solicitações que der ao dedo. O médico da seguradora disse que não havia nada a fazer é que era pouco provavel que recuperasse, mas que se fosse possível a recuperação demoraria cerca de um ano. Em Junho deste ano reabri o processo por recaída, pois não houveram melhorias. Sendo que médico disse que não havia nada a fazer é voltou a darme os 100% de alta sem Desvalorização.
    A minha questão é: ainda vou a tempo de expor o caso com o tribunal do trabalho ou aqui aplica-se o tempo limite de um ano para reclamaçao, após alta?
    Agradeço qualquer esclarecimento, obrigado!

  101. Caro Pedro Monteiro, tive um acidente de trabalho em janeiro/14, e ontem foi minha ultima consulta no Hospital da Cruz Vermelha em Lisboa. No acidente fraturei a tíbia e a fíbula, passei por intervenção cirúrgica por duas vezes, sendo a primeira para fixação de placas e parafusos e depois para remoção. O médico que tem me assistido deu-me um boletim clinico,onde assinalou como Curado sem desvalorização, entretanto,eu lhe disse sobre as minhas limitações, sendo que após esse acidente,fique com limitações para terrenos inclinados e para agachar me, tendo em vista, que trabalho na Construção Civil e me vejo incapaz para exercer de momento minha profissão.Peço desculpa pelo relato tão longo, se puder me dar algum conselho sobre o assunto, ficarei muito agradecido. Obrigado!

  102. Boa noite. Estive recentemente de baixa pelo seguro devido a uma dor que me apareceu nas costas a exercer a minha profissão… Ou seja… Fazer uma descarga de um veiculo manualmente. Fui ao hospital so me receitaram medicamentos sem fazer nenhum exame. De seguida no médico do seguroa mesma coisa. Voltei ao trabalho e a dor continua a piorar impossibilitando me de exercer a minha função. Que devo fazer? Agradecia algum tipo de informação. Sem mais…. Obrigado

  103. boa tarde.
    o meu marido é trabalhador independente , durante 16 dias de Julho esteve com alta de acidente de trabalho com 30 % de incapacidade (ITP), gostaria de saber se ele tem que pagar a totalidade da segurança social ou se paga só 70% do valor.
    Obrigada.

  104. Boa tarde,

    Tive em abril passado um acidente de trabalho, fraturei o cotovelo, olecrânio.
    Fui submetido a uma cirurgia e colocaram-me fios de kirschner, o medico diz que so tiram os fios daqui a uns anos… não sei se e bem assim.
    Mas a principal questão e que passando 4 meses vou em principio ir trabalhar com uma incapacidade temporal so que na ultima semana tive ataques de pânico e fui ate parar as urgências, a minha medica de família diz que e trauma resultante da cirurgia, passou um atestado do que se passou e medicou-me.
    O que quero saber e como responsabilizar a companhia por isso.
    altera-me muito as minhas tensões sou técnico de telecomunicações e por segurança não posso efetuar trabalhos em altura por ter problemas de tensões e estritamente proibido, posso ficar com incapacidade absoluta para o trabalho habitual?.
    Desde já obrigado.
    Cps.

  105. Boa tarde venho por este meio fazer uma pergunta não sei se alguém me pode ajudar. É o seguinte eu fiz um esforço no trabalho o qual resultou numa hérnia na L4 e L5 já fui operado estou em recuperação mas agora ficarei com uma mazela para o resto da vida o seguro tem que me pagar alguma indemnização ou algo parecido.
    Obrigado fico a espera de alguma resposta.

  106. Olá Dr Pedro Sofri um acidente de trabalho (rotura de tendão, muscular e fissura na articulação ) em Janeiro e estou de baixa desde Fevereiro. Entre muitas consultas de especialidade, e tratamentos ( infiltrações, corticoides e fisioterapia ) nada resolveu o problema. Em Abril é dada alta, mas sem melhorias. É sugerido que a patologia não estava na anca mas sim na coluna a é que deveria consultar um especialista. Em Maio é novamente activado o seguro. Com o relatório do especialista é confirmada a patologia e sugerido novo tratamento que novamente não resulta e com indicação para cirurgia. Gostaria de saber se posso escolher o cirurgião para efectuar a cirurgia, visto que a minha confiança nestes não é muita e também pelo facto de existir a possibilidade de este tipo de cirurgia ser feita fora de uma forma menos invasiva e com menor tempo de recuperação e com menos cicatrizes. Será que me pode ajudar?
    Obrigado

  107. Boa tarde

    Sofri um acidente de trabalho em 25.09.2012. Ontem tive alta definitiva por parte do medico da companhia de seguros, o mesmo disse-me para aguardar contacto do tribunal de trabalho não me informando qual a percentagem de incapacidade que me iria atribuir.
    A minha questão é a seguinte:
    Uma vez que quero ouvir uma segunda opinião a um medico participará companhia é obrigada a enviar-me cópias dos exames e relatorios médicos? Qual o decreto de kei que devo invocar no pedido para que a companhia mos envie?

    Obrigada

  108. Boa tarde

    Tive um acidente de trabalho onde fiz um hematoma no joelho, andei no medico do seguro em lisboa não me fez nada já é a quinta vez que lá vou,o medico vem retirando a percentagem de incapacidade, onde agora não tenho mais incapacidade, ainda tenho o hematoma ainda vou lá em agosto.se o medico me der alta e eu não concordar, onde posso recorrer au tribunal de trabalho. obrigado

  109. bom dia. Tive um acidente de trabalho sendo me atribuido um IPP de 16,88% de incapacidade. Ao voltar ao serviço fui informado verbalmente que iria exercer o meu serviço noutro local de trabalho que não onde estava colocado a altura do acidente de serviço, que é mais distante.Podem fazê-lo desta forma?que devo fazer em caso negativo??

  110. Boa noite há 4 anos tive um acidente de trabalho,fui operada e fiquei com uma incapacidade de 12%,e com assistência vitalicia,vou ser novamente operada pois piorei bastante,gostaria de saber se a companhia de seguros me paga o tempo que estiver de baixa ou se tenho que ir pedir ao meu medico de familia.Obrigada

  111. Boas, o meu pai tem 57 anos e é soldador serralheiro e a menos de um mês teve um acidente de trabalho onde lhe saltou alguma coisa para a vista e lhe perfurou perdendo liquido, esteve internado 2 semanas onde foi operado 3 vezes e entretanto ficou sem o olho e agora só vê por uma vista. no meu ver nunca mais pode trabalhar porque ficou a ver mal só com um olho. A seguradora já foi ao local de trabalho ver todo o material que esteve a trabalhar e foi ao hospital buscar todo o relatório médico e já falou com o meu pai e disse para não se preocupar que vão tratar de tudo. Será preciso fazer alguma coisa? Pode-se confiar na seguradora? São essas as minhas dúvidas. Obrigado

  112. Olá boa tarde! Será que me pode ajudar?? Sou enfermeira, trabalho por turnos e tive um AT. Estive de ITA 5 meses pela seguradora. Agora vou trabalhar com incapacidade parcial temporária. Será que tenho direito a redução do horário de trabalho na % da incapacidade ou tenho de cumprir na mesma o horário completo?

    • Andreia

      Essa questão escapa um pouco ao meu âmbito profissional. Pelo que sei, a seguradora paga-lhe o ordenado correspondente à % de incapacidade e a entidade patronal paga o resto.
      Quanto ao tempo de trabalho, não me parece que sofra alterações. Um especialista em direito de trabalho poderá responder.

  113. Boa tarde!
    Tive um acidente de trabalho no qual estou de baixa à já algum tempo. O minha entidade patronal, que me tem pago os subsidios(natal-férias) mensalmente, diz agora que não me ira pagar mais já que a seguradora paga sobre os 14 meses.. Isto é aplicavel ao dois subsidios ou a entidade patronal tem de pagar algum??

  114. bom dia
    gostaria de fazer umas perguntas fiz um esforço no trabalho devido ao meu trabalho se trabalhar com coisas muito pesadas , e desde entao de a 2 meses para cá tenho sentido imensas dores nas costas , adormece-me a perna direita e os braços juntamente com as pernas , agora se conduzir adormece-me as maos , se fizer esforços tambem e durante a noite quando me deito estou sempre a acordar com as maos e a perna adormecida , agora vou fazer uns exames que pedi á medica de familia e quer-me dar baixa , mas isto aconteceu na hora de trabalho como faço para participar ao seguro.
    cumprimentos

  115. tive um acidente de trabalho do qual resultou uma incapacidade de tres por cento no joelho direito. tenho 47 anos,27 anos de empresa e ordenado de 1400 euros.sou tambem beneficiario da cga. qual o montante que irei receber de indeminizaçao? obrigado. rui pimentel

  116. Boa tarde Dr. Pedro,

    Tenho 65 anos, sofri um acidente de trabalho no mês 04/14 que me deixou incapacitado do joelho esquerdo.

    Após 2 meses de seguimento no Hospital da Cruz Vermelha e vários exames realizados (incluindo uma ressonância magnética), o médico da seguradora (Companhia de Seguros Allianz S.A.), alegou que o acidente que tive agora, despoletou uma crise referente a uma condição que outrora tive (fui operado há 20 anos aquele joelho e fiquei a 100%), desta forma resolveu dar-me alta. Nenhum tratamento foi administrado, para além de medicação, sinto-me bastante debilitado e não consigo regressar ao trabalho de forma alguma.

    Gostaria de requisitar os meus exames e historial clínico na Companhia de Seguros para uma 2ª opinião voluntária fora do âmbito da seguradora.

    Isto é possível? Se sim, a quem me devo dirigir na minha carta de requisição de exames para a seguradora?

    Aconselha-me outro procedimento?

    Muito obrigado,
    António

    • Caro António

      Redija uma carta registada com AR à Allianz a requisitar esses exames e relatórios.
      Leve-os a um medico particular para uma opinião e solicite um relatório
      Submeta-os à Allianz
      Se não reverem a decisão, vá ao Tribunal de Trabalho.

  117. Boa noite,
    O meu marido trabalha por turnos tendo desta forma um ordenado mensal sempre variável.
    Foi operado a um menisco. A seguradora pagou lhe 70 porcento da média de todos estes valores variáveis.
    A empresa terá de pagar os outros 30 porcento?
    E que tendo um trabalho de risco já se encontra de novo pelo seguro e não conseguimos estar sempre a receber 70 por cento de ordenado por motivos que nós são totalmente alheios.
    Obrigada
    Andreia Tomas

  118. boa tarde tive um entorce que me originou rotura dos ligamentos no tornozelo fui para o seguro o medico nao me mandou fazer qualquer tratamento passado um mes deu-me a alta mas nao me sinto a cem por cento aida tenho muitas incapacidades ,quanto tempo tenho para recorrer a decisao deles?

  119. Boa noite
    O meu marido foi operado á coluna faz 15 anos.
    Trabalha nesta empresa há 7 anos, com a profissão de motorista de pesados.
    Quando foi admitido estava bem, agora fez um esforço a mudar um pneu e teve uma recisiva.
    A companhia não quer assumir.
    O que devo fazer?

  120. Fernando Almeida

    Olá Pedro
    Em resultado de um acidente de trabalho foi-me fixada uma incapacidade de 8% e a Companhia de seguros paga-me cerca de 90 euros em resultado disso. Eu não consigo fazer todo o trabalho como dantes e entidade patronal diz que me vai descontar os 90 euros no meu salário. Pode fazê-lo? com base em que lei?
    Obrigado

  121. Boa tarde, eu à dois anos atrás tive um acidente de trabalho onda me foi diagnósticado uma hérnia l5 s1, eu quando foi trabalhar para esta empresa não tinha rigorosamente nada sou motorista distribuidora. Nessa mesma altura eu fiz varias consultas médicas,fisioterapia e medicação. Melhores apesar do ortopedista ter aconselhado a ser operada mas o neurocirurgião não aceitou, disse me que teria de viver com o problema prorestoda vida e de um e alta. Passado dois anos volto a ter outro acidente, volto pro seguro consultas e medicamentos, na consulta que tive com o ortopedista foi me dito o mesmo que era melhor ser operada vou a consulta de neurocirurgia e o medico diz me o contrário, isso passa nao precisa de ser operada. Estou com alinha perna do lado esquerdo afectada cada vez mais com dores e dormência. O que eu posso fazer perante uma situação destas? Obrigado pela ajuda

  122. Boa tarde, num acidente de trabalho fiz uma hernia na cervical, o medico do seguro devido as minhas dores disse que tinha de ser operada mas como tenho medo da cirurgia pois é feita pela parte da frente do pescoço queria aguardar mais um tempo para ver se tenho melhoras mas o medico diz que não pode ser então gostaria de saber caso eu me recuse agora a operar quais são os meus direitos? mais tarde posso fazer na mesma a operação pelo seguro?
    Muito obrigada

  123. Bom dia, tive um aciente de trabalho no dia 17/02 ao serviço da empresa, ao pegar em volume, senti uma dor aguranas costas, fui a uma clinica que tem protocolo com a seguradora, onde me deram baixa com incapacidade temporaria absoluta de 17/07 a 25/02, no dia 25 ao continuar com dores, na referida clinica sugeriram me que fizesse um RX para detectar o porque de manter as dores uma vez que todos os dias estive a injeções, dirigi-me ao medico do seguro o qual e somente ap+os auscultação me informou que me ia dar alta pois não era considerado acidente de trabalho e que se continuasse com dores me dirigisse ao meu medico de familia, apos este episodio, recebi no passado dia 17 uma carta da companhia de seguroa a recusar a responsabilidade, que devo fazer, pois continuo com dores e foi-me descontado pela empresa os dias que estive de baixa e tambem quero ser recerssido das despesas que apresentei.

  124. boa tarde tive tive um acidenta de trabalho no dia 16-08-2013 fui ao medico da companhia de seguros fiz um raio x que acusou entorse do pulgar esquerdo fiz fisioterapia ate ao dia 7 de março de 2014 e no dia no dia 10 3 2014 fui ao medico da companhia de seguros sem que ele me tivesse olhado para a mao e mandou-me trabalhar sem incapacidade nenhuma e eu disse que tinha muitas dores e tinha a mao inchada e ele nem me respondeu e fui trabalhar no dia seguinte sai do trabalho e fui a uma urgência e fiz um raio x e tinha o mesmo problema e puseram me uma tala e mandaram me um relatório medico para apresentar ao medico da companhia de seguros esperei ate hoje que me reabrissem o processo e para meu espanto eles não o vao abrir porque o mesmo medico que me deu alta voltou a dizer que eu estava bem entretanto já fui ao tribunal de trabalho reclamar e levei o relatório medico e uma justificação do meu patrão em como não estava apto ao meu serviço o que mais devo fazer obrigado

  125. olá,
    Tenho uma incapacidade de 4,5 que foi o tribunal a decretar. O seguro paga um montante anual também decretado pelo tribunal. Neste momento estou a fazer mesmo trabalho, O meu patrao pode descontar esses 4,5 no meu ordenado??
    Obrigado

  126. Boa tarde,

    No dia 03 de Agosto de 2011 sofri um acidente de trabalho e bati com a parte de trás da cabeça no chão ficando com a nuca em hiperextenção. Fui acompanhada pelos vários especialistas, fiz fisioterapia e reeducação do vestibular. O ortopedista deu indicação de 10% por danos no entanto quando me foi dada a alta pelo médico do seguro o mesmo não valorizou dizendo que já tinha a coluna muito torta, que teria de contactar a médica de família pois iria precisar de ajuda. Já passaram dois ano e alguns meses e estou cada vez com mais dores na nuca,ombros, sentindo muitas dificuldades na realização das minhas tarefas laborais, (sou auxiliar num lar de idosos). A médica de família, encaminhou-me para o serviço de ortopedia da minha área de residência, e por sua vez o médico ortopedista depois de ver os relatórios dos exames resolveu encaminhar-me para o hospital de Santo António. Será que devo reabrir o processo no seguro visto só passar a sentir-me assim tão mal desde do acidente, ou será preferível aguardar pela opinião do especialista do hospital Santo António?
    Obrigado

  127. Boa noite,

    Fui operado a um joelho em âmbito de acidente de trabalho, acontece que me sinto pior ultimamente, durante quanto tempo após a alta que foi atribuida em 2012, tenho direito a assistência por parte da seguradora?

    Obrigado e parabéns pelo trabalho

  128. Bom dia gostaria que me informasse do tempo que se espera para receber uma indemnização resultante de um acidente de trabalho./ Já fui a tribunal e entrei em acordo com a seguradora.Obrigada

  129. Sou pensionista por incapacidade para o trabalho habitual e gostaria de saber se é possível receber toda a pensão de uma só vez . como é feito o calculo e o que tenho que fazer onde me dirigir . aguardo uma resposta se for possível , muito obrigado .

  130. Gostaria de saber se alguém me pode ajudar sobre uma duvida que tenho sobre doenças profissionais.
    O meu Ortopedista atribui-me uma incapacidade de 8%, a Médica do Tribunal atribui-me 4%.
    Já fui chamada ao Tribunal ao Procurador Administrativo das Doenças Profissionais que pediu uma revisão de exame, por haver uma discrepância entre estes valores.
    Fui chamada a 26 de Novembro e ainda estou à espera.
    Alguém me sabe dizer quanto tempo pode demorar esta situação que já se vem a arrastar desde 2010 ate entrar em Tribunal em 2013.

  131. Boa tarde,tive um acidente de trabalho a 27/06/2013 onde fracturei o cocxis e tive de me dirigir ao seguro,estive 2 meses com ITA e apenas tomava medicação para as dores,após andar a trabalhar vi-me obrigada a pedir para ir novamente ao medico do seguro pois andava em grande sofrimento,alem do cocxis tinha uma dor terrível na perna direita,mancava constantemente e fiquei com muitas dores lombares.O medico mandou-me então fazer 22 sessões de fisioterapia de que nada resultaram,continuei com ITA até dia 22/01/2014,fiz tac ao cocxis e a fractura ainda era visível,fiquei novamente com ITA e ia regularmente ao medico nas datas previstas mas sem melhoras,pedi ao medico um tac á coluna para ver se seria possível dizer-me o motivo das dores na perna,anca e lombares e dai resultou uma escoliose de dupla curva ao qual o medico diz ser congénita e uma discopatia discreta dos L3 L4 L5…mandando-me ir dia 23/01/2014 com uma ITP de 30% juntamente com indicação de que durante 1 mês não podia fazer esforços no trabalho,não estando eu em condições físicas para o trabalho fui ao meu medico de família pedir baixa medica de 7 dias sem vencimento para poder voltar a ir ao seguro,gostaria de saber se perdi quaisquer direitos por ter agido assim.Trabalho com idosos,muitos deles acamados,dou banhos,faço camas,higiene habitacionais,subo e desço 200 escadas por dia a entregar almoços a pé carregando sacas de marmitas que pesam imenso,carrego a pé trouxas de roupa suja dos utentes para tratamento no centro onde trabalho e não tenho no meu dia a dia forças físicas para as minhas tarefas sem sentir dor.Ajude-me por favor e obrigada

    • Cara Andreia

      Se estava a receber pelo seguro, porque é que recorreu à baixa da segurança social?

      • IA receber 30% pela ITP e foi meu médico de familia que me mandou fazer exames e eu tinha de justificar a falta ao trabalho pela não comparencia por estar com ITP ao qual não concordei,entretanto fui despedida pela não renovação do contrato de trabalho e tenho artroses nas 3 partes da coluna e perdi massa ossea na cabeça do femur,tudo em mim piorou desde o acidente e nunca tive problemas de coluna,se os tinha então só depois do acidente piorei e foi-me dada alta dia 5/02/2014 pelo seguro dizendo curada e sem desvalorização,agora pergunto lhe por favor se estando o tempo que estive pelo seguro não tendo eu os descontos necessários nem o subsidio de desemprego tenho direito pois não tenho descontos relativos ao tempo que estive pelo seguro.Obrigada

  132. ola pedro tenho uma duvida tive um acidente de trabalho em 30-01-2013 fui operado 2 vezes ao joelho esquerdo de lesões nos meniscos e uma lesão na cartilagem tive alta hoje dia 27-01-2014 com 20% incapacidade temporária qual será a incapacidade que poderei receber?

  133. boa noite
    quando me referi a indeminizaçao,refiro-me a pos alta. pois estou a receber o vencimento por inteiro pago pela minha empresa como se estive-se a trabalhar.quando tiver alta e que gostava de saber se tenho direito a trabalho diferente daquele que executo atualmente,que e trabalho em altura em postes.obrigado

  134. boa tarde. tive um acidente de trabalho ocorrido a 4 de março de 2013,foi diagonosticado uma lesao no menisco do joelho direito ao qual fui operado a 29 de abril do mesmo ano.fiz varias seçoes de fisioterapia e o medico do seguro deu-me alta a 17 de julho sem qualquer incapacidade. fui trabalhar e fiz nova rotura do menisco.fui novamente operado no dia 13 de janeiro. agora encontro-me de I T A . qual o tempo medio para ter alta para ir trabalhar?tenho direito a alguma indeminizaçao?vou trabalhar novamente sem incapacidade para provocar nova lesao?obrigado

  135. Boa noite e o seguinte sofri um acidente quando ia para o trabalho encontro-me no seguro do trabalho fraturei a clavicula esq ,ficou sobreposta fui operado e foi colocada uma placa de platina e dois parafusos sobre a clavicula.o médico diz k a placa e pra ficar ,neste momento já fiz 50 sessões de físico ainda cotinuo com dores e com pouca limitacao do braço.gostaria de saber kual a incapacidade que vou ficar?neste momento tou com i.t.a. Tenho direito a indemnização?quem define a i.p.p.?e o médico do seguro e depois vai para tribunal de trabalho

    • Boa tarde Mario

      É o médico do seguro inicialmente enquanto a incapacidade for temporária e posteriormente o tribunal de trabalho caso a incapacidade seja permanente.

      • Bom dia sofri um acidente de viação quando ia para o trabalho o outro condutor foi dado como culpado entretanto a minha moto foi dada como perda total da qual recebi uma indemnização pelo valor dela de 6000€ posso reclamar a companhia do culpado alguma indemnização pelos danos corporais que sofri fraturei a clavicula da qual tive que ser operado e colocaram uma placa de platina e parafusos, ou não visto que assinei o recibo de indemnização?ficarei com alguma ip.?vou a consulta do medico do seguro no próximo mês,a minha profissão e servente de pedreiro penso que nao posso carregar pesos sobre o ombro e fazer muitos esforços do qual podera resultar alguma lesão não e? Não poderei voltar a minha função habitual?aguardo resposta muito grato pela atencao

        • Boa tarde Mário

          Reclame os danos corporais à seguradora do responsável. Envie todos os exames e relatórios e comprovativos de despesas para a seguradora. A resposta às restantes questões surgirão no desenrolar do processo.

  136. Boa noite, doutor Pedro tive um acidente de trabalho
    a 25 de novembro de 2013 cai no meu local de trabalho e fui para o hospital fiz um RX e não acusou nada, mas na verdade no nessa mesma noite tive muitas dores no dia seguinte fui a uma clinica que trabalha para a companhia de seguros aí fiz uma ressonância mas os médicos nunca me disseram ao certo o que tinha iam me dando medicação que minimizava as dores. Até que fui transferida para o HPP n o dia 7 de janeiro de 2014 o medico que me atendeu deu-me alta ,eu disse-lhe que trabalhava num infantário e ele disse-me para não pegar em crianças ao colo e não me colocar de joelhos pois é muito normal sentar de joelhos apertar de joelhos.O que posso fazer estou a trabalhar mas com dores no joelho sei que tenho uma luxação da rotula e uma fisura no menisco da perna direita. agradeço desde já se for possível uma resposta .

    • Boa noite Sandra

      Reclame à seguradora que não está em condições para trabalhar.

      • Bom dia,obrigada pela resposta. Mas desde o dia 14/1/2014 encontro-me de atestado médico não consegui trabalhar e por isso tive que meter atestado. Já fui ao meu ortopedista, passou-me o relatório médico e no dia 19/1/2014 vou entregá-lo na Câmara para estes enviarem à companhia. Também meti um requerimento no tribunal de trabalho para ser examinada por um perito do tribunal. Que mais poderei eu fazer. Agradeço desde já a atenção que tem tido para comigo.

  137. Boas gostava de tirar a seguinte dúvida! Tive um acidente de trabalho no qual fui sujeito a uma intervenção cirúrgica a uma hérnia fiscal na qual colocaram me uma prótese! A operação foi em Outubro e continuo sem sentir 2 dedos da mão esquerda! O médico já me informou que me vai dar alta! A minha dúvida é: será que tenho direito a uma indemnização pra tentar o tratamento noutro hospital visto não estar totalmente recuperado!? E se tiver alta devo assinar a mesma? Agradeço resposta pra saber o que fazer! Desde já muito obrigado!

    • Caro Julio

      A seguradora só lhe pode dar alta quando estiver clinicamente curado.
      Pode pedir outro parecer médico às suas custas.
      Recorra ao Tribunal de Trabalho caso a situação não o satisfaça. Antes de recorrer ao Tribunal, peça à seguradora cópia dos relatórios e exames por carta registada com AR.

  138. Boa noite!
    Desde já os parabéns pelo blog.
    Tive um acidente de trabalho no dia 20 de fevereiro, fiquei com o ante-braço esquerdo entalado entre o caís de carga e um contentor, fui acompanhado por médicos do seguro que me mandaram fazer fisioterapia durante 2 meses sem me conseguirem dizer o que tinha. Tive alta no dia 26 de abril, avisando o médico que ainda não estava bem, respondendo ele que se continuasse com dores para voltar lá. Assim foi, no dia 6 de maio voltei lá, ele voltou a dizer que não tinha nada e que em caso de dores tomasse anti-inflamatórios para as dores. Nada contente com o sucedido fui fazer exames por minha conta e abri um processo no tribunal de trabalho,nos exames foi detectada uma epicondilite e sindrome de túnel do cárpico. Pelo que li penso são duas doenças profissionais, mas resultantes do acidente. Qual a incapacidade(%)?
    Espero que tenha uma resposta ou conselho.
    Um muito obrigado.

  139. Boa Tarde

    O meu marido teve um acidente de trabalho e foi operado a uma hernia discal não ficando bem, foi operado novamente e levou uma protese num do elos da coluna. Já teve alta e a seguradora deu uma incapacidade IPP de 6%, como a função dele na Empresa onde trabalha é torneiro e frezador será que ele não devia ter IPP e incapidade absoluta para este trabalho.

  140. Tive um acidente de trabalho e 21/06/2013, que deslocou-me a retina do olho, fui operado a operação correu bem e agora apos que sao decorridos 4 meses o medico do seguro quer dar-me alta e eu não vejo, tenho a vista baça e vejo tudo disforme, que posso fazer e tenho perda de visão a mais de 60%
    Agradeço quem possa responder-me

  141. ola…gostaria que me tira-se uma duvida tive um acidente de trabalho a 3 de maio tive alta pelo seguro a 6 de agosto com uma incapacidade de 30 porcento no dia 18 de agosto fui fazer avaliacao de danos e enaminharam para o tribunal de trabalho ate hoje 22 de outubro ainda nao recebi nada da parte do tribunal hoje recebi a carta de rescisao de contrato posso ser despedida ? o meu contrato e de termo incerto estando a fazer uma baixa de uma colega posso ser despedida mesmo assim ‘? obrigada

  142. - No dia 29 de Janeiro de 2013 sofri um acidente de trabalho, no dia seguinte fui encaminhado para o HPP da Boavista onde me fizeram vários RX e me marcaram uma RM para o dia 02/02/13.

    - No dia 05/02/13 fui a nova consulta onde fui informado que tinha sofrido uma luxação da rótula e desarranjos do menisco interno do joelho esquerdo; de seguida tiraram-me sangue pisado do joelho e foi-me aplicada uma tala para imobilização da perna.

    – No dia 26/02/13 retiraram-me a tala e mandaram-me fazer fisioterapia (20 sessões).

    - No dia 26/03/13 fui a nova consulta e questionei o médico sobre o que queria dizer desarranjos do menisco e a informação que me deu foi pouco esclarecedora, solicitei os exames que me foram feitos e foram-me receitadas mais 20 sessões de fisioterapia.

    - Tendo acesso à RM, como já andava assim há já algum tempo e as melhoras eram poucas, sentia o joelho a falhar, tina dores e ao tentar dobrar o pouco que posso a perna, o joelho fazia um som esquisito que nunca tinha feito.

    - Assim sendo, no dia 27/03/13 fui a um ortopedista particular, tendo eu suportado a despesa da consulta, nessa consulta o médico depois de ler o relatório da RM informou-me que eu tinha fragmentos de cartilagem solto dentro do joelho e uma fissura periférica do corpo do menisco interno resultante desta luxação. Fui ainda informado que os fragmentos soltos de cartilagem me estavam a prejudicar o menisco e o ligamento cruzado anterior, fui também informado que o meu problema não se resolvia só com fisioterapia resolvia-se com uma artroscopia ao joelho para me serem retirados os fragmentos de cartilagem soltos para resolver o meu problema.

    - Reclamei e foi-me mandado fazer uma artroRM.

    -No dia 22 de Maio fui sujeito a uma artroscopia ao joelho, e fui encaminhado para fisioterapia, que sempre fiz até ao dia 8 de Outubro.

    Posto isto, e como já referi anteriormente no dia 9 de Outubro foi-me dado alta pelo meu médico assistente (sem me fazer nenhum tipo de exame ao joelho), nessa consulta questionei o médico se não tinha de fazer um exame ao joelho para saber como está, respondeu que não porque não estava a pensar em fazer nenhum tratamento mais agressivo nem nenhum tipo de cirurgia, continuando eu com dores no joelho e a mancar muito, mais quando subo ou desço escadas e ando em piso inclinado subir ou descer. O médico já me deu alta sem incapacidade e como curado, ou seja sem indemnização, como parti alguma cartilagem do joelho e foi-me retirada através de artroscopia é possível não ficar com incapacidade?, Uma vez que o joelho faz muito barulho, dói-me e ficou sem bocados de cartilagem?O joelho não ficou igual ao que estava, logo não compreendo a posição do médico.

    Gostava que me informassem se tenho direito a indemnização ou não?

    Atenciosamente

    Filipe Martins

    • Boa tarde Filipe Martins

      Exponha o caso por escrito à sua seguradora, solicitando nova reavaliação.
      Caso não obtenha resposta satisfatória, peça cópia de toodos os exames e relatórios à seguradora por carta registada com aviso de recepção.
      Pegue neles e dirija-se ao Tribunal de Trabalho.

      • Obrigado pela resposta, já solicitei todos os exames á seguradora e irei consultar outros médicos. não quero ser maçador, mas depois de uma operação não tenho direito a indemenização? Uma pessoa quando é operada nunca fica igual, logo deve ter uma desvalorização para o trabalho com alguma percentagem, nunca fica curado. ainda por cima no meu caso foram-me retirados fragmentos de cartilagem do joelho resultante dessa luxação da rótula do joelho, cartilagem essa que não nasce mais e faz falta no meu joelho que me dói.

        Atenciosamente
        Filipe Martins

        • Caro Filipe

          Tem direito a uma indemnização com base no grau de invalidez que lhe for atribuído.
          Será o tribunal de trabalho a determinar a mesma

          • Bom dia, o médico perito do seguro deu-me alta como estando curado e sem desvalorização, a companhia não vai seguir com o processo para tribunal de trabalho, eles podem fazer isto? não ir para tribunal e dar-me alta como curado? como já disse antes o joelho dói-me e titraram do joelho fragmentos de cartilagem que se partiram em consequência da luxação que sofri.
            o meu muito obrigado por me estarem a esclarecer.

            atenciosamente

            Filipe Martins

          • Boa tarde Filipe

            Envie uma carta registada com aviso de recepção à seguradora a contestar a decisão e fundamente a mesma.
            Solicite cópia dos relatórios e exames e dirija-se ao Tribal de Trabalho da sua zona.

  143. Muito boa tarde e parabéns pela sua iniciativa nesta área tão complexa. A minha dúvida é a seguinte:

    A minha irmã é funcionária pública numa autarquia (auxiliar de escolas), não estando a coberto de qualquer seguradora pelo que a autarquia assume todas as despesas, ela aleijou-se em Novembro no pulso direito, foi operada e teve alta, tendo-lhe sido atribuída pela Junta da ADSE, Incapacidade Permanente Parcial, foi então encaminhada para a Junta da CGA para atribuição de incapacidade.
    A semana passada ela ressentiu-se da lesão no pulso, sentindo fortes dores e foi ao Médico do Trabalho da autarquia que lhe disse não poder reabrir o processo porque está a aguardar junta da CGA. Considerou sim um novo acidente.
    Isto está correcto? Como pode um trabalhador ou serviço reabrir um processo de acidente de trabalho na Função Pública???
    Obrigado pela atenção. Cumprimentos.

  144. Olá Pedro, encontrei o seu blog e ajudou-me bastante .Tive um acidente de trabalho no dia 25 Agosto e desde aí a companhia já me mandou a 9 médicos diferentes,comecei pelo médico de medicina do trabalho que considerou o meu acidente de trabalho e me encaminhou para a seguradora .Fui hoje a uma junta médica em que os médicos, que eram dois desacreditaram os outros( sendo estes médicos da companhia) e os outros prestam um serviço médico há companhia .estou muito confusa ajude me por favor . tenho sido também perseguida, por um senhor que se intitulou sendo da companhia e eu debaixo de nervos preenchi uns papeis e assinei .Agora a companhia diz que ele não é da companhia Help!!!!

  145. Olá
    As minhas dúvidas são as seguintes:
    Fui operado a uma hérnia em Janeiro 2010 pelo seguro de acidentes de trabalho. Após o restabelecimento foi-me dada alta com a indicação de “curado sem desvalorização”.
    1º Deveria obrigatoriamente ter ido a tribunal do trabalho após este processo para que o mesmo ficasse legalmente fechado? Se sim, quem deveria ter tomado essa iniciativa?
    2º Agora trabalho noutra empresa e após “mau jeito” à coluna, voltaram-me os mesmos sintomas que há 4 anos levaram à cirurgia, posso requerer à seguradora de então que abra novamente o processo para ser novamente tratado ao abrigo desse mesmo seguro? Tentei contactar o gestor do processo mas não obtive contacto pessoal nem respostas a e-mail.
    Fico muito agradecido por resposta urgente.

    • Boa tarde Rui Caeiro

      Respondendo às suas questões:

      1º – Qualquer uma das partes pode tomar a iniciativa de recorrer ao Tribunal de Trabalho. No seu caso, se discordasse da posição da seguradora
      2º – Pode e se não tiver sucesso, recorra ao Tribunal de Trabalho. Aconselho a escrever à seguradora por carta registada com aviso de recepção

  146. Bom dia,gostaria de saber que percentagem eventual pode ser atribuida a uma lesão por acidente trabalho,de joelho esquerdo que tem rotura ligamento anterior parcial e danos no posterior(que já havia sido intervencionado tambem por sinistro de trabalho á 10 anos),rotura meniscos,artroses definidas em todo o joelho.De referir que quando do primeiro sinistro não me foi dada incapacidade nem qualquer limitação.Tambem na altura não me foi atribuida qualquer indeminização.Agora aguardo reunião com equipa médica do seguro para resolver passos a seguir.

  147. Alisson santos bezerra

    desculpa pedro nao expliquei bem meu caso!; eu estava trabalhando e fiquei com esse problema de coluna que ja descrevi!, sendo assim a possibilidades de aposentadoria ou so pelo que vc ja disse que da certo? obg pela resposta acima

  148. Boa tarde,

    Tive um acidente de trabalho do qual resultou uma hérnia na C5/C6 e andei em tratamento de fisioterapia durante 2 meses através do seguradora da empresa.
    Tive alta esta esta semana com incapacidade temporária de 20% ,mas tenho nova consulta dentro de 2 semanas e o médico da seguradora já me deu a entender que vai dar-me 100% de capacidade laboral.
    Acontece que tenho um trabalho demasiado pesado e apesar de sentir grandes melhorias físicas , noto alguma incapacidade para fazer determinados esforços laborais.
    A minha pergunta é a seguinte: uma hérnia não é motivo para uma percentagem de incapacidade permanente devido ao facto de ter um trabalho pesado? Como faço para requerer nova avaliação médica (junta médica) por discordar destes 100% de capacidade que a seguradora quer atribuir-me?
    Desde já agradeço o vosso tempo dispensado com as minhas dúvidas.

    Muito obrigado

  149. Alisson santos bezerra

    ôla gostaria de saber se tem alguem que pode me dizer se esta doença dar direito a aposentadoria se nao houver resultados com o tratamento, pôs ja estou a quase 6 meses afastado e ainda continuo com o problema!, agora que consegui fazer uma ressonância magnética o medico me passou uns remedios e disse q se eu nao melhorasse iria fazer uma “infiltraçao” uma especie de cirurgia ou sei la o que!, meu problema é protusão discal medial ao nivel l5-s1
    discopatia degenerativa ao nivel de l5-s1, caracterizada por perda do sinal de agua discal, o cid é m51(afastado no atestado por tempo indeterminado). tinha feito uma tomografia antes e acusou extruçao discal ao mesmo nivel e abaulamento esses é o enxame anterior o atual é o da ressonância magnética citada acima.
    obs meu cargo é aux de produçao nao tenho escolaridade concluida!,
    e todos os cargos la requer força fisica!, agradeço desde ja!
    meu email é:
    alissonsantosb@hotmail.com

  150. Boa tarde.
    A minha questao é a seguinte: o meu marido trabalhou numa grande empresa de cerveja 9 anos. Como se queixava bastante de dores na coluna a sua nedica de familia mandou o fazer um exame onde mostrou uma hernia discal l4 e l5 e tambm discos rompidos e uma torçao dos mesmos.Ora bem ele ja nao trabalha nessa empresa ha 4 anos mas as dores continuam e ja lhe prendeu a perna. Sera k podemos pedir doença profissional?
    Infelizmente o meu marido sofreu um acidente de trabalho ha 2 anos, ficou com incapacidade permanente de 19% e ja recebeu a indemnizacao. Tem direito a doença profissional caso seja despedido ou k se despeça ele da empresa?
    Obrigada pela atençao e aguardo resposta para o meu mail.

  151. boa noite sr.pedro monteiro.fui hoje consultado pelo medico da axa o qual ma informou que as dores que tenho sao normais receitou-me uns comprimidos e mandou-me trabalhar sem qualquer incapacidade.fui consultado a correr e a despachar,continuo com dores amanha vou continuar a subir a postes e a escadas para executar trabalhos em altura,tou com receio de piorar a situaçao.que faço?obrigado,

  152. Sofri um acidente de trabalho em 2006 que me provocou incapacidades, 37% de IPP e 100% para a profissão habitual (IPATH), isto sentença do Tribunal do Trabalho. Apresentando os autos dos exames médicos destas incapacidades, passados pelos peritos médicos do Tribunal do Trabalho numa inspeção médica para obter o certificado multiusos, para meu espanto atribuiram-me apenas os 37% de IPP, não fazendo qualquer comentário sobre o IPATH. O que é que posso fazer para este erro ser corrigido? Pois eu preciso deste certificado com urgência para apresentar na seguradora do meu crédito à habitação. Agradecia resposta o mais rápido possível. Os melhores cumprimentos, João.

  153. Boa Tarde Sr. Pedro Monteiro,
    O meu Marido teve um acidente de trabalho a 17 de Maio deste ano. Foi para um clinica, através do seguro, onde andou cerca de um mês em tratamento. Com esse tratamento não melhorou e foi mandado para o Hospital de Santa Maria no Porto onde andou até ao dia 22 deste mês. Depois de tanto tratamento o médico chegou à conclusão que o meu Marido deveria ser operado, pois tem uma hérnia discal L4L5. Contudo, o seguro considerou ser uma doença natural e cancelaram a operação que já estava marcada para a semana seguinte.
    Peço-lhe assim que nos oriente, visto que este tipo de doença não existe no histórico do meu Marido.
    Aguardo resposta,
    Obrigado.

    • Boa tarde Cidália

      O médico considera que foi um acidentes de trabalho? Se sim, peça um parecer escrito ao médico e escreva à seguradora. Se esta recusar, peça os exames e os relatórios médicos em poder da seguradora por carta registada com aviso de recepção. Dirija-se ao Tribunal de Trabalho da sua área.
      Se a hérnia é derivada de doença, não tem cobertura do seguro.

  154. obrigado sr. pedro monteiro. a minha empresa mandou-me hoje uma convocatoria para exame de saude tipo recuperaçao de acidente. a minha empresa e a portugal telecom mas o meu acidente foi tudo a cargo da axa seguros. que quer a minha empresa com este exame de saude no dia 2 de setembro?obrigado,e a axa nao me convoca para nenhuma avaliaçao?

  155. boa noite.tive um acidente de trabalho em março de 2013(queda de um poste de 9 metros)ja fui operado ao menisco ja fiz fisioterapia e ja tive alta para trabalhar. ja estou ao serviço mas ao subir a postes e escadas para desempenhar as minhas funçoes(TECNICO DE TELECOMUNICAÇOES REDE EXTERIOR)continuo com muitas dores e ate conduzir me custa. que faço eu nesta situaçao?obrigado

  156. Boa tarde, Pedro Monteiro
    desde já parabens pelo Blog, gostaria que me desse um conselho para a minha situação. Tive um acidente de viação em outubro de 2012, ia a deslocar-me para o trabalho, foi considerado acidente de trabalho e a companhia de seguros do outro interveniente assumiu toda a responsabilidade. Na sequencia do acidente fiquei com uma hernia discal, andei em fisioterapia e não houve melhoras, o médico do seguro entendeu que seria melhor operar e eu cedi, fui operado á coluna cervical em março de 2013, estive em casa 3 meses e depois fui trabalhar para readaptação funcional com incapacidade de 20 pontos, pasados 30 dias passou para os 10 pontos agora fui a uma consulta de avaliação do dano na companhia de seguros e o médico atribuiu-me uma I.P.P de 5% e disse que eu me encontrava curado. Pelo contrario estou a ter cada vez mais dores. A companhia mandou-me uma carta para eu pedir uma indeminização e eventuais danos que tenha e com uma I.P.P de 5%.
    A minha questão é será que podem fazer isto sem dar conhecimento ao tribunal de trabalho? eu acho a I.P.P muito baixa deveria ser pelo menos 20% o que devo fazer? sou funcionario publico.
    Obrigado
    C. Fernandes

  157. boa tarde sr pedro ,
    gostaria de saber o que fazer ,
    pois tive um acidente de trabalho em que resultou numa rotura de ligamentos total , 13 meses depois do acidente fui operado(aos ligamentos e limpeza do osso cartilagem do tornozelo) ,e recomeçei a fisioterapia este ano.
    entretanto começei a ter mais dores do que tinha antes de ser operado resumindo no dia 18 de julho fui ao medico de avaliação ao que ele me respondeu que nao ha nada a fazer nem clinicamente nem na fisio.
    fquei coxo , o meu pé tem uma inflamaçao derivado a detritos que estao la dentro , ha dias que incha parece um barrote , as dores tenho de tomar comprimidos para aliviar (dito pelo medico).
    para ja deram -me alta com 30% de ipp, peguei ao serviço mas nao aguento as dores , nem estou mais apto para o meu serviço que e segurança , pois fiquei coxo e andar a tomar comprimidos e coisa que na asegurança nao e admitido , e para ajudar as vezes ando de muleta pois as dores sao imensas .
    terei direuito a ipath??????
    obrigado

    • Caro Jorge

      Só o Tribunal de Trabalho é que pode determinar o grau de incapacidade permanente.
      Já escreveu à seguradora a indiacar que não pode trabalhar? Que não aguenta as dores?
      Se sim e não teve resposta positiva, envie carta registada com aviso de recepção a pedir os exames e relatorios médicos e dirija-se ao Tribunal de trabalho.

  158. ola
    tive um acidente e tenho uma ernia o medico da seguradora quer me operar mas nao me da grandes garantias de ficar bom por isso nao quero ser operado
    nesta situação que direitos eu tenho tenho direito a fisioterapia , tenho direito a incapacidade com direito a indemnização.

    • Caro Jorge

      Deve seguir a alternativa à operação. Alternativa essa que é indicada pelo médico e que pode incluir fisioterapia e eventualmente incapacidade permanente que é definida pelo Tribunal de Trabalho.

      • ola mais uma vez mas o medico não me deu mais nenhuma alternativa que a operação mas sei uma coisa que por informações de fora da seguradora e por outros especialista dizem que se pode aluviar o nervo ciático com fisioterapia mas a minha pergunta e esta se eu negar a operação o seguro Dame de imediato alta com algum tipo de incapacidade ou Dame alta sem incapacidade e sem mais direitos alguns ….gostava de uma explicação da sua parte dos cenários possíveis …muito obrigado pela sua atenção.

        • Caro Jorge

          Envie o parecer do especialista de foram da seguradora para a seguradora e esta deve-se pronunciar. Em última instância tem o Tribunal de Trabalho que é a entidade que atribui as incapacidades permanentes.

  159. Boa tarde

    Gostaria que me informa-se sobre um caso de acidente de trabalho, pelo menos era isso que
    durante um ano se referiam.
    Fui operada em 2009 á cervical c6 c7 onde me foi colocada a chamada “gaiola” depois do trajeto normal da recuperação fisioterapia ,meso etc. Voltei a trabalhar com os chamados trabalhos moderados, tudo corria bem até se esquecerem que eu tinha limitações, ao ponto de me deixarem numa enfermaria sozinha quando regra geral são 3 auxiliares conclusão um belo dia fiquei sem conseguir respirar, relatório na urgência Pontada de esforço segue-se exames não conclusivos avança-se para a RM onde foi diagnosticado 2 hérnias discais na c4,c5 podia ser já operada mas por piedade do médico achou por bem mandar fazer hidroterapia e evitar a cirurgia o mais possível isto por só ter 46 anos.
    após 3 juntas médicas foi-me dado ITA até hoje que voltei lá e o resultado foi que uma médica começou por referir que a minha cirurgia em 2009 não tinha sido acidente de trabalho e que o que eu tinha era consequência da cirurgia isto só para dizer que eu não tinha as hérnias após a cirurgia e que no meu ver as hérnias são por norma em consequência de esforço neste momento encontro-me com uma ITP e volto ao trabalho 5/08/2013.Estou medicada com tramal e lírica não me sinto capaz de ir trabalhar por ter receio de ir agravar a situação em que estou por favor elucide-me quanto ao que devo fazer !!! Obrigado

  160. jose adriano ribeiro baltazar

    boas venho aqui a procura de alguns esclarecimento da minha situação a 9 de janeiro tive um acedente de camião que tive varias lesões ou seja fui tratado no hospital da luz por conta do seguro e depois numa clinica mas o problema e que aos dois meses o medico tirou me o tratamento da clinica por não precisar na clinica diziam e continuam a dizer que tenho uma lesão que tem ser tratada e e assim ando cheio de dor o medico já me deu alta com desvalorização 10%eu queixo me e a empresa manda me para o medico e ando assim gostava que me dissessem o que poderei fazer para que me tratem o tempo passa e estou na mesma obrigado

    • Caro José Baltazar

      Reenvie a participação inicial para a seguradora com a indicação em letras gordas: RECAÍDA.
      Se não resultar, peça os exames e relatório médico à seguradora através de carta registada com Aviso recepção e dirija-se ao tribunal de trabalho da sua área.

  161. Olá bpom dia,eu foi operada a uma hernia L4 E L5 em julho de 2012 e tive uma recaida apos acidente de trabalho carregando madeiros para um tractor em 10 abril 2013 o medico disse-me que tinha deslocado um disco na zona lombar as dores eram todas no lado direito na nageda e desce pela perna abaixo,e quando ando a perna incha toda,andei a fazer fizioterapia melhorei bastante,o medico deu-me alta com 20% de incapacidade durante uma semana ,voltei novamente ainda pior,fiz recunançia magnetica e a resposta foi já tá boa não tem nada,e passou-me para uma consulta de avaliação de danos,a doutora manteve-e 20% mais uma semana voltei a semana passada na mesma com dores e dificuldades andar, e ela deu alta para tribunal,gostava que me desse uma ajuda em relaçao ao meu caso.muito obrigado aguardo a sua resposta atenciosamente.

  162. Caro Pedro Monteiro:
    Tive um acidente de trabalho a cerca de mês e meio no que resultou um corte no tendão flector no 3ºdedo da mão esquerda (Foi feita a intervenção cirúrgica)estando eu pelo seguro com incapacidade temporária absoluta até á próxima consulta a entidade patronal pode exigir que eu regresse ao trabalho?
    Esse pedido já foi feito pelo meu superio tendo eu negado.Obrigado pela sua ajuda.

  163. Boa Tarde,
    antes de mais Parabens pelo blog e pela pessoa que mostra ser.
    Tive um acidente de trabalho ao carregar umas caixas com cerca de 30kg e ao subir umas escadas deu me uma dor no fundo das costas e na verilha, fui ao w.c. e vi k um testiculo com um tipo de bolsa de ar. Fui ao medico do seguro que me deu 2 caixas de relmus mais voltarem para tomar de pois disso uns penços para por nas costas. Diz que as Hernias sao doenças de trabalho mas nao acidente de trabalho. Pode me ajudar? obrigado

    • Boa tarde Sérgio

      No seguro de Acidentes de trabalho estão excluídas as hérnias de saco formado
      Segue um artigo da wikipedia sobre hérnias: http://pt.wikipedia.org/wiki/H%C3%A9rnia
      Pode ser que ajude
      Cumprimentos

    • Acidentes Trabalho

      Sérgio, se forem hérnias discais podem ser consequência de acidente de trabalho sim, e estas não estão excluidas dos seguros, deve portanto apresentar queixa do acidente ao tribunal de trabalho, se for esse tipo de hérnia. Deve consulte um médico para esclarecer qual o tipo de lesão que tem, e se é consequência do acidente de trabalho, muitas das lesões ocorridas nos locais de trabalho têm como origem o pegar em pesos.
      Se precisar de mais alguma informação adicional pode mandar-me um email acidentes.trabalho@gmail.com
      Não desista e vá á luta.

  164. Boa noite Sr. Pedro

    Se possivel pretendia saber se quando ha um sinistro o trabalhador perde alguns dos seus direitos.
    Tive um acidente de trabalho de setembro/2012, fracturei o úmero e lesão do nervo radial, e estive com incapacidade temporária absoluta ate maio/2013.
    Quando regressei o trabalho informaram-me que este ano so posso gozar férias ao fim de 6 meses de trabalho efectivo e apos dos dias por cada mês de trabalho em 2012, e quanto o subsidio de férias sera pago no mês em que gozar as férias e apenas os porporcionais do subsídio de férias bem como o subsidio Natal.
    Neste momento encontro-me a tralhar com uma incapacidade de 40%, efetuando o mesmo serviço que fazia antes do acidente e o mesmo numero de horas (8h), a minha questão é:
    Uma vez que estou com 40% de incapacidade mas faço o mesmo serviço e as mesmas horas, a empresa tem de me pagar na totalidade do salário e do subsídio de almoço ?

    cumprimentos

    Rosana Rego

  165. Boa tarde.

    Em 2002 fui operado pela primeira vez a hérnias discais, L4 e L5. Segundo o que me explicaram, este meu problema deve ter sido originado uns anos antes quando estava ao serviço do exercito. Serviço esse, onde carreguei com pesos elevados nos ombros, ou seja, estávamos a desmantelar um forte e cheguei a ter mais de 60 quilos em cima de cada ombro ao mesmo tempo muitas das vezes fazendo mais de 130 quilos no total. Mas até ai tudo bem, o problema foi mesmo em 2002 quando tive graves problemas de mobilidade e dores insuportáveis onde tive mesmo que ser operado. Ainda estive dois anos a tratamento e medicação e nada resultou! A operação correu bem mas disseram-me que a partir desse momento a minha vida iria mudar uma vez que estaria incapaz de fazer certas coisas. Falaram-me até numa incapacidade de cerca de 40%. Mas continuei a minha vida, até que em 2011 voltei a ter dores insuportáveis e mobilidade reduzida que me levou novamente ao bloco operatório para uma segunda cirurgia. Nesta última vez, explicaram-me o que não me disseram na primeira vez! Disseram que devido ao colocarem-me uma espécie de discos na coluna, que possivelmente de 10 em 10 anos teria que ser operado novamente devido ao desgaste dos mesmos. Infelizmente aceitei essa minha sina e continuei a minha vida mas com limitações visto que de vez em quando tenho imensas dores e recaídas que me levam ao descanso absoluto e à medicação. No passado dia 20 de Maio de 2013, em serviço (sou segurança), dei um jeito à coluna ao colocar o pé dentro de uma sarjeta sem tampa na via pública.
    Uma vez que esta situação aconteceu na hora de serviço e a caminho de casa, acionei o seguro da empresa. Fui informado de que poderia não ter direito ao seguro uma vez que devido ao meu quadro clínico, tenho mais hipótese destas situações acontecerem. Qualquer das maneiras, estou em tratamento e de baixa por parte do seguro onde me informaram que depois de uma análise aprofundada, poderia ter que suportar os encargos de todo o tratamento. Questionaram-me também, se não me tinham dado incapacidade da primeira vez, ao qual respondi que tinham falado no assunto mas não tinha passado disso mesmo. A minha questão é se realmente tenho direito à incapacidade e que procedimentos tenho que seguir para a obter ou me informar sobre tal.

    Cumprimentos

    • Caro Luís

      Fiz uma pesquisa no Google “atestados multiusos” e penso que isto pode ajudar:

      http://www.online24.pt/atestado-medico-de-incapacidade-multiuso/

      Cumprimentos

    • Acidentes Trabalho

      Luis Henriques o que a Lei 98/2009 de 4 de setembro diz é que mesmo que exista uma lesão anterior, desde que não seja omitida, avalia-se como se tudo deste resulte…
      “Artigo 11.º – Predisposição patológica e incapacidade

      1 — A predisposição patológica do sinistrado num acidente não exclui o direito à reparação integral, salvo quando tiver sido ocultada.

      2 — Quando a lesão ou doença consecutiva ao acidente for agravada por lesão ou doença anterior, ou quando esta for agravada pelo acidente, a incapacidade avaliar -se -á como se tudo dele resultasse, a não ser que pela lesão ou doença anterior o sinistrado já esteja a receber pensão ou tenha recebido um capital de remição nos termos da presente lei.

      3 — No caso de o sinistrado estar afectado de incapacidade permanente anterior ao acidente, a reparação é apenas a correspondente à diferença entre a incapacidade anterior e a que for calculada como se tudo fosse imputado ao acidente.

      4 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, quando do acidente resulte a inutilização ou danificação das ajudas técnicas de que o sinistrado já era portador, o mesmo tem direito à sua reparação ou substituição.

      As suas melhoras.

      5 — Confere também direito à reparação a lesão ou doença que se manifeste durante o tratamento subsequente a um acidente de trabalho e que seja consequência de tal tratamento.”

      • boa tarde,
        o meu marido foi operado ao menisco no dia 15 de março deste ano, encontra se com ITA ,a questao que ponho é a seguinte, a seguradora paga lhe 70% do valor que esta no contrato, os outros 30% sera a entidade patronal a pagar,ou nao tem direito a mais nada?!
        sem outro assunto
        desde ja agradeço

  166. Tive um acidente de trabalho do qual resultou uma cicatriz de +- 20 cm no braço, a minha pergunta é a seguinte: A cicatriz da direito a indminizaçao ?

    Obrigará

  167. Boa tarde,

    Tive um acidente de trabalho há 13 anos. Reabri o processo e minha incapacidade é de 78%. Como em 2000 o meu ordenado era de 318.23 € fixaram a pensão mensal em 2924.33€ e um subsidio por elevadas incapacidades em 3567.50€. Estive a ler a lei 100/97, 23º e gostava de confirmar se os cálculos estão bem feitos e se o subsidio é pago todos os anos pois no tribunal disseram-me que era mas a seguradora diz que é pago apenas uma vez.

    Obrigado. Cumprimentos
    Sónia Ladeiras

  168. Caro pedro
    Gostava de lhe colocar a seguinte questão :
    Um funcionário de uma empresa ( embora sócio nao é gerente ) esta de baixa por desgaste psicológico adquirido no trabalho e a empresa declara insolvência.
    Qual é o possível enquadramento junto da companhia de seguros de acidentes de trabalho?
    Cumprimentos

  169. Cláudia Gonçalves

    Olá boa tarde. Estou um pouco desesperada. trabalhava numa empresa de trabalho temporario que me destacou para um refeitório a prestar serviço como empregada de refeitório.O contrato terminou dia 26 de Abril.No dia 23 de Abril fui trabalhar, carreguei um carro cheio de caixas de fruta sem qualquer problema mas quando fui buscar uma covete para a fruta (sozinha)baixei-me e deu-me uma dor acima da nádega esq levantei-me e voltei a baixar-me e a dor ficou mais forte. passei o dia com dores no dia seguinte fui trabalhar mas sai mais cedo para ir ao médico que me receitou uns medicamentos e como dia 26 tinha ponte no trabalho achei que ir melhorar. Piorei de dia para dia e na segunda liguei pra empresa onde me magoei para fazerem a participação para a empresa. nunca me preguntaram o que tinha acontecido, parece que disseram que apareci a queixar-me das costas mas que ninguem viu eu a magoar-me. no dia 3 deste mês liguei para a companhia de seguros que consta no recibo de vencimento e tive conhecimento que a mesma estava anulada desde 31 dezembro de 2012. Solicitei à empresa (até mandei fax) a seguradora e a apólice e até hoje foi-me negada. Passaram 3 semanas, descobri que tenho uma hernia discal grave e que preciso de ser operada. Não tenho baixa pela segurança social porque foi acidente de trabalho nem pelo seguro que nem sei se existe.3 semanas sem noticias da seguradora? Não sei o que fazer. Que posso fazer?
    obrigada

  170. Boa Trade Pedro.

    Tive um acidente de trabalho a 18/04/2013 e como o meu contrato de trabalho se aproximava da renovação a entidade patronal decidiu não me renovar o contrato. Acontece que ainda estou de baixa pelo seguro porque ainda não me encontro curada. Assim sendo a entidade patronal vai dar-me os papeis para o desemprego, no entanto quem é que me paga o vencimento até a alta? A seguradora ou a seguraça social através do subsidio de desemprego? :sad:

    • Boa tarde Patrícia

      Enquanto estiver vinculada na entidade patronal, a seguradora paga o vencimento. A partir do momento em que deixa de estar vinculada, não tenho a certeza pelo que deve contactar a segurança social da sua área de residência ou então um advogado especializado em questões laborais. Lamento não ser de grande ajuda.

    • Acidentes Trabalho

      Patricia mesmo que a entidade patronal não renove o contrato o vinculo com a seguradora matam-se até que esteja curada.

      A segurança social não é responsavel pelos sinistros de acidentes de trabalho, porque essa responsabilidade foi transferida para as seguradoras.

      Caso a seguradora se negue a tratá-la deve participar a situação ao tribunal de trabalho, após a alta clinica tem 12 meses para o fazer.

      As suas melhoras.
      “Artigo 92.º – Faculdade de participação a tribunal

      A participação do acidente ao tribunal competente pode ser feita:

      a) Pelo sinistrado, directamente ou por interposta pessoa;

      b) Pelo familiar ou equiparado do sinistrado;

      c) Por qualquer entidade com direito a receber o valor de prestações;

      d) Pela autoridade policial ou administrativa que tenha tomado conhecimento do acidente;

      e) Pelo director do estabelecimento hospitalar, assistencial ou prisional onde o sinistrado esteja internado, tendo o acidente ocorrido ao serviço de outra entidade.”

  171. Anabela Dias Jourdan

    Boa noite!
    Fui vitima de um acidente de trabalho em 13 de Abril de 2012. Fui operada a uma hérnia na cervical, mas os deficits neurológicos mantêm-se impedindo-me de efectuar diversas tarefas tal como escrever e até levar a comida à boca. Existe uma compressão nos nervos medianos e cubital. Os sintomas eram todos a nível do membro superior direito, mas neste momento estão a estender-se ao lado esquerdo. Estive presente num colégio médico de ortopedia onde me fizeram vários exames; após o que me encaminharam para neurologia. A questão que se coloca é que a compressão pode não ser resolvida por cirurgia e a incapacidade permanecer. Vejo o médico do GADAC a falar-me muitas vezes em reforma. Tenho 51 anos. O que vai acontecer se resolverem enveredar por esse caminho? Estou a ficar desorientada. Obrigada :oops:

    • Boa tarde Anabela

      Se ficar com invalidez permanente, a seguradora irá encaminhar o seu processo para o Tribunal de Trabalho. Contacte a sua seguradora para saber o ponto de situação. Enquanto não for decretada incapacidade permanente, está com incapacidade temporária pelo que para já recebe o seu vencimento pelo seguradora assumndo que está com uma incapacidadade temporária a 100%

      • Anabela Dias Jourdan

        Caro Pedro,
        Obrigada pelas suas palavras.
        Estou ainda a aguardar pela consulta de neurologia. Continuo com ITA.
        Quando tiver mais notícias dou-lhe.
        Grata!

  172. Bom dia Pedro,
    Se possível, gostaria que me ajudassem numas duvidas que tenho:
    Tive um acidente em agosto de 2012, numa queda que dei fiquei com dores na coluna que têm permanecido desde então.
    Estive 3semanas de baixa em que fiz um rx e de seguida fisioterapia de duas semanas, mas ao me sentir melhor e estar a acabar a fisioterapia, eu próprio pedi alta médica, isto numa sexta feira, mas ao recomeçar o trabalho na segunda feira seguinte, não suportei as dores e voltei à clinica.
    O médico que me viu mandou-me fazer um tac, ao qual o ver depois, reencaminho-me para um outro médico, médico este que ao eu entrar no consultório disse-me que não me iria consultar porque teria ordens da companhia de seguro para e dar alta (o que me disse também escreveu na alta que me deu).
    Eu nunca tendo concordado com tal decisão, recorri a empresa e aos escritórios da companhia, chegando a ligar por diversas vezes para as linhas de apoio, ameacei com o tribunal de trabalho.
    Lá se decidiram a mandarem-me para a clínica “Sanfil” em Coimbra.
    Na “Sanfil” fiz uma ressonância (RMN) onde se veio a detetar a “uma existência de patologia degenerativa a nível da coluna lombar e sagrada e presença de hérnia discal L4-L5 mediana posterior e outras menores dimensões em L5-S1″, chegaram-me a dar uma cinta para usar, voltei a fazer fisioterapia e em dezembro de 2012 deram-me alta sem desvalorização.
    Nunca antes tinha eu sofrido da coluna, decidi ir ao tribunal de trabalho, que me encaminhou para um perito de medicina legal, que em me deu incapacidade permanente parcial resultante do acidente atual, tendo em conta as sequelas anteriores, incapacidade essa de 5,0000%.
    Agora tenho que ir ao tribunal de trabalho para tentar chegar a acordo.
    Na realidade, o que eu agradecia de ajuda, é saber o que me possa esperar nesse encontro e para além do exame médico do perito, o que possa usar para me defender?
    O tribunal deu-me opção de eu pedir uma terceira opinião médica, mas admito que na consulta que tive com o perito em medicina legal, senti uma enorme sinceridade o que optei por não procurar essa terceira opinião.
    Muito obrigado pela atenção,
    Muita paz.

  173. boa tarde!tive um acidente de trabalho no dia 16 de março de 2013.escorreguei e dei queda com o rabo!na altura continuei a trabalhar pensando que as dores iam passar,passado dois dias desloquei me ao hospital,foi para a companhia de seguro onde foi feito um tac que menciona L3/L4,L4/L5 protrusao discal difusa,L5/S1 fenestraçao inter-laminar,reduçao da espessura do disco intersomatico,debrum disco-osteofitario postero-lateral direito,emergencia radicular S1 direita,canal raquidiano central com dimensoes no limite inferior da normSalidade em L3/L4.estenose do buraco gaçao L5/S1,com conflito com a raiz nervosa L5 direita.mas em 30/10/2005 ja tinha sido operado por um seguro pessoal,que depois dessa operçao nunca tinha tido qualquer dor ate ao dia da acidente,ja fiz fisioterapia atraves do seguro do trabalho sem melhoras,o neurocirugiao propos a companhia a cirugia,para meu espanto liga me para me dar alta sem ser operado e que me devia dirigir ao serviço nacional de saude para resoluçao do problema!!isto e possivel de acontecer???

    • Boa tarde Hélder

      Tal é inaceitável.
      Escreva uma carta registada com aviso de recepção à seguradora a expor o caso, peça cópia dos exames e relatórios e se não obtiver resposta, dirija-se ao Tribunal de Trabalho com os exames e relatórios

      • sr pedro
        o caso que lhe referi anteriormente nao foi por decisao do neurocirugiao que eu nao foi operado,ele continua a dizer que eu so resolvo o meu problema com acirugia a propria companhia de seguro e que nao quer assumir a responsabilidade e o indicou a dar me alta e depois de conversa telefonica com a companhia me disseram para eu me dirigir ao serviço nacional de saude para ser resolvido o meu problema,o que faço eu agora???porque ainda estou a aguadar a carta que me ade ser enviada pela companhia de seguro com a sua decisao sobre o meu caso!!
        obrigado pela sua atençao

        • Boa tarde Hélder

          Assim que receber carta da seguradora a não assumir a responsabilidade, envie uma carta registada com aviso de recepção a contestar a posição da seguradora e solicite os relatórios e exames médicos efectuados.
          Se a seguradora não assumir, dirija-se ao Tribunal de Trabalho

  174. ola boa noite gostaria de saber se me podia exclarecer uma questão?sou cortadora faço muitos esforços estou na empresa a quase 5 anos,ando com muitas dores fortes no ombro direito,fui fazer uma eco e acusou foco hipoecogenico e micro calcificaçao a nivel de tendão do supra-espinhoso relacionado com tendinite,sera k posso acionar o seguro de trabalho?

    • Boa tarde Carla

      O seguro de Acidentes de trabalho não cobre doenças profissionais. Pelo que descreve, a sua situação assemelha-se a doença profissional por se ter desenvolvido ao longo dos anos. Pode participar, mas de certeza que vai ser considerado doença profissional

  175. bom dia vou hoje a junta medica no tribunal de trabalho, gostaria de saber com proceder em frente aos peritos medicos… o que fazer o que dizer?

  176. Boa Noite. Gostava que me informassem explicitamente como se processa o pedido de indemnização por acidente de trabalho. Eu sofri um acidente em que foram diagnosticadas 2 hernias discais e ás quais ja fui operado há 1 mês e estou ainda a recuperar. Gostava de saber o que tenho de fazer? tenho de esperar que acabe a baixa pelo seguro para fazer algo? Tenho de ir ao tribunal de trabalho fazer algo? tenho de contactar a seguradora por algum motivo?
    obrigado

    • Boa tarde

      Por norma é tudo automático. A seguradora paga os dias que teve de baixa ou, se a baixa durar mais do que um mês, paga ao final do mês ou princípio do mês seguinte.
      Contacte a seguradora se assim não for.
      Se for decretada incapacidade permanente, vai a tribunal de trabalho podendo receber uma pensão ou indemnização. Caso isso aconteça, pode saber aqui qual o valor:
      http://blog.sitedosseguros.com/2013/04/como-calcular-indemnizacoes-pensoes-de-acidentes-de-trabalho/

      • Ok, mas quem decreta essa incapacidade? É que o meu trabalho abrange e muito a parte do esforço físico de pegar em pesos bem pesados, pois foi isso que causou o meu acidente. Acha que devo de qualquer das maneiras ir ao tribunal de trabalho até 10 dias depois da alta fazer participação do acidente? Obrigado pela atenção.

        • Caro M.V.

          O médico da seguradora em primeiro lugar e caso a incapacidade se torne permanente, é o tribunal de trabalho.
          Quanto à última questão, aguarde eventual carta da seguradora a informar que foi remetido para o Tribunal de Trabalho.

  177. Manuel Gonçalves

    Boa tarde!
    Tenho uma dúvida que gostaria que me esclarecessem, tive um acidente de viação, a caminho do trabalho, e no seguimento do mesmo estou com incapacidade temporária parcial de 50% (fratura do escafóide), acontece que em virtude de necessitarem dos meus serviços, tenho feito o horário completo, a minha pergunta é: a entidade patronal pode pagar-me na totalidade, independentemente da indemnização por incapacidade temporária, recebida pela seguradora?

  178. Ola Pedro…gostaria de saber qual era o balor da minha indenminização,tendo o tribunal de travalho estipulado uma remiçao pensal anual e vitalicia de 1477,34euros com inicio de vencimento em 15-06-2012,dia seguinte da alta clinica ,acrescida com juros de mora a taxa legal desda essa data ate integtal pagamento que sera a 09-05-2013 ,mas tendo eu 57anos qual sera o valor na totalidade sabendo que o tribunal desidiu que a companhia de seguros ter de pagar tudo na totalidade…obrigado agurdo o seu comentario o mais brebe pocivel cumprimentos Filipe

  179. Boa noite ,gostaria que me esclarecessem algumas duvidas: tive um acidente de trabalho em Stembro 2012 do qual resultou a rotura do menisco interno,cujo foi retirado a parte destruida. Depois de 8 dias fui à consulta e queixei-me de dor nmusculo da perna ao que me disseram que era normal, passados 15 dias voltei ao medico p tirar pontos e voltei a queixar da dor e que tinha inchaço na perna ao que me disseram que era normal dada a imobilização da perna,mandaram p a fisioterap.
    Aqui foi-me detectado uma trombofletite venosa profunda grave, ao que me reemcaminharam de carta fechada para urgencia.Aí fizeram eco doppler e detetaram varios trombos ,no dia seguinte fui dirigido ao cardio vascular que me internou durante 4 dias a fazer tratamento intensivo com varfine e heparine. Fiz 6 meses tratamento com meia de compressao .Agora deram alta ,depois de fazer eco-doppler,onde vi trombos ainda e continuando com formigueiro na perna,mas o medico diz que nao .Suspendeu medicação mas diz que tenho de usar meia ate ao final da vida.
    queria saber o ue devo fazer e que tipo de indeminizações vou receber perante os dois problemas : menisco e consequente sequela da tromboflebite venosa profunda.
    Obrigado pela atenção

    • Ricardo

      Deduzo que seu caso irá para Tribunal de Trabalho para ser determinado o grau de incapacidade e posteriormente ser indemnizado com base na incapacidade aribuída. entretanto a seguradora já lhe pagou seis meses de vencimento de acordo com a ITA dada, certo?

  180. Olá Sr.Pedro, em novembro de 2012 ao pegar num saco pesado dei um esticão no ombro/braço e fui para o seguro, durante 1 mês e meio entopiram-me de medicação e fisioterapia sem fazer exames, quando fiz a ressonancia magnética deu 2 tendinopatias e o médico deu-me 2 infiltrações. Ao fim de 15 dias continuava com dores mas o médico deu-me alta dizendo que para alem das tendinites eu teria outro problema “atrofia do nervo cubital do cotovelo” que apareceu devido ao acidente mas que não é considerado acidente de trabalho. resumindo eu tenho 30 anos numca tive qualquer dor no braço ou ombro e desde o acidente que não aguento com dores no braço! já fui a 1 ortopedista a minha conta e estou a fazer exames ao cotovelo mas entretanto as infiltrações estão a passar o efeito e as dores estão a voltar em força! a minha questão é: 1- agora que estou a ser tratada pelo meu ortopedista posso voltar ao seguro e exigir manter o meu médico? 2- o médico do seguro atirou para o ar este problema do cotovelo sem realmente ver o que era e já fiz exames a minha conta e não dá nada ele não deveria ter feito exames para comprovar qual o problema que eu tenho e comprovar que não é do acidente? estou desesperada pois numca tive nada até a data do acidente e agora ando cheia de dores e ninguem me resolve por favor dê-me uma luz!

    • Boa tarde Marta

      Escreva à sua seguradora. Se não tiver resposta ou declinarem, recorra ao Tribunal de Trabalho e não se esqueça de pedir cópia dos exames e relatórios à seguradora (carta registada com aviso recepção)

  181. Eu estou a desempenhar funções com uma incapacidade de 20%,Eu gostaria de saber se posso tirar férias agora ou só depois de estar a trabalhar de novo a 100%?
    Desde já grato pela vossa atenção:
    Bruno Freire

  182. Ola, e parabéns pelo blog, podemos ver esclarecidas muitas dúvidas que aqui são colocadas, há muita coisa para aprender.
    Como eu não sou excepção também vou colocar o meu caso, que se assemelha a outros (um pouco de cada..), mas cada caso é um caso, e cá vai o meu..
    Vou tentar resumir, mas há muitos detalhes..
    Sou vendedor de venda directa, ou seja vendo e descarrego de imediato, pesos no mínimo de 10kg por caixa, para caves e 1º andares, no final do dia conduzo entre 90 a 140km e descarrego num dia mau 130kg (raro, a média será 240kg), e a noite volto a carregar a carrinha para o dia seguinte.
    No dia 02/01/2013 fiz um esforço durante a execução do meu trabalho, activei o seguro de trabalho ligando para a empresa, abriram um processo e indicaram que me encaminhasse para a clínica do seguro assim que possível.
    A 07/01/2013 tive a notícia de que tinha uma hérnia discal na L5-S1 e que tinha de se efectuar uma cirurgia para a retirar, pois a hérnia estava a fazer pressão no nervo ciático, e poderia levar a uma paralisia.
    No dia 10/01/2013), realizou-se a dita cirurgia: Discectomia L5-S1 com Foraminectomia L5-S1 esquerda.
    Correu tudo bem no operatório, e no pós-operatório (acho eu). Fui tendo diversas consultas, até me ter sido dada alta a 04/03/2013. O médico disse não me poder dar mais tempo de baixa, pois para este tipo de cirurgia o tempo máximo é de 2 meses, caso me desse mais tempo eles iriam chamar-me. (eles quem??)
    No documento da alta, foram colocadas duas X nos quadrados que dizem:

    X “Com Alta a partir do dia 04/03/2013 (Relatório Médico para os SMT em separado) ”
    X “Curado sem Desvalorização / O Sinistrado deve retomar na íntegra a sua actividade profissional.”

    No entanto o médico deu-me uma folha para entregar na empresa:
    “Informação para Departamento Medicina do Trabalho”, (tem 3 alíneas)
    Diagnóstico / Tratamento Realizado / Avaliação
    Na “Avaliação”, o médico escreve: “Deve evitar esforços violentos da coluna-lombar durante a actividade laboral.”
    Então em que é que ficamos?
    O médico sabe o que faço, a alta está correcta? Não devia ser visto por alguma junta médica ou qualquer coisa assim?
    Devo ter alguma incapacidade?
    Junto da empresa, solicitei ajuda, para que o colega que estava a fazer “a minha volta” me acompanhasse, pois não está pessoal de férias e ele está livre. Sem esta se opor tenho andado acompanhado, e eu a tentar dar o meu melhor. Tenho andado a conduzir, mas as descargas é o colega que as faz. Ando nisto desde o dia 05, e no passado dia 11 trabalhei o dia todo sozinho, tendo chegado ao final do dia a mancar e com dores na perna. Voltei a tomar medicação para as dores e anti-inflamatórios. Continuo com algumas dores na perna, não consigo estar muito tempo de pé, não consigo estar muito tempo sentado, se estiver deitado de barriga para cima ao final de 10/15 min, fico com a perna dormente..
    Devo considerar isto uma recaída e dirigir-me ao seguro?
    Tenho algum receio de lá voltar, por causa da empresa, isto está máu.. e não podemos dar-lhes lenha para nos queimarem..

  183. tive um acidente de trabalho a mais de 2 meses,contrai uma lesao no ombro , tendinte e bursite no supra espinhoso, encontro-me a fazer fisioterapia mas nao esta a surgir muito efeito!! se ficar com preguizo receberei alguma indeminizaçao?

  184. Boas:
    É o seguinte tive um acidente de trabalho em janeiro de 2012, foi-me diagnosticado Rotura no ligamento cruzado anterior e lesao meniscal e deram-me I.T. Absoluta, o medico aconselhou a operaçao porque mesmo que nao fica-se a 100% ficava a 99.9% fui então operado passados 5 meses (junho), depois seguiu-se a fisioterapia até dezembro. A evoluçao nunca foi favorável porque sempre tive muitas dores. Por isso pedi uma ressonancia ao medico do seguro e ele aceitou, fiz e á saída o tecnico radiologista chamou me e disse Sr Joao : voçê tem dores na parte interna do joelho? e eu: sim, como sabe? DR: há é que dá ideita de uma limpeza excessiva do osso na cirurgia. Eu: Entao nao se esqueça de por isso no relatorio para o medico ver…
    Voltei e ele diz sr: joão epá não tá nada de anormal não posso fazer mais nada, vai a uma consulta de avaliaçao de dano…
    Aí fui eu, esse médico fez me uns testes aqui a perna, eu disse lhe que n conseguia correr, carregar sacos, até a embraiagem do carro fazia diferença… e ele disse que era tudo normal, porque o joelho nunca mais vai ser o mesmo…e deu me um papel para entregar na entidade patronal com (I.P. permanente de __% a confirmar pela caixa geral de aposentações.)
    as minhas perguntas são:
    - A ITA do ano todo é indemnizada ou o salario que continuei a receber é suficiente??
    -O medico da seguradora não deveria de colocar a incapacidade no papel que me deu??
    -que conselhos me podem dar?? :???:

  185. Viva, tive um acidente grave em 2003, ac de viação e trabalho. Nunca recebi nada, o patrão não tinha seguro de trabalho…. Nunca fiz nada por não saber na altura os meus direitos.
    Pergunto; ainda posso fazer algo, apresentar queixa ou algo semenlhante?
    Cumprimentos

  186. Boa tarde!
    Gostaria que me esclarece se de algumas duvidas.
    Eu tive uma queda no trabalho dia 31 de Janeiro de 2012, sou auxiliar numa escola, fui ao medico do trabalho e fiz uma R.M. Dizia que tinha uma rotura no menisco externo fui encaminhada para o hospital em Lisboa, resíduo no Algarve. O medico disse que tinha que fazer uma artoscopia e fiz dia 03 de Maio, depois fiz fisioterapia e o medico passou me para ITP 30% em Agosto, fui trabalhar 2 dias mas nao conseguia estar de pé, as dores eram muitas e fui as urgências e depois à minha médica de familia que me passou baixa, porque o seguro não queria assumir a totalidade eu pedi nova consulta e o mais rápido, mas o doutor continuou a dar me ITP onde eu a pedido da minha médica de familia fui fazer uma nova R.M. e dizia no relatorio que estava tudo igual e ainda com outras coisas que nao tinha, resumindo estava pior, o médico não concordou com o exame e deixou tudo igual,eu continuei de baixa 2 meses e sempre a ir às consultas a Lisboa, pedi para ser vista por outro medico, eles recusaram e foi na altura que a clinica fechou e alguns médicos foram embora e passei para o Hospital onde fui vista por outro medico que disse que me ia fazer outra artoscopia. Fui operada a 13 de Dezembro e fiquei mal, com muitas dores e a recuperação não tem sido fácil, tenho estado a fazer fisioterapia e lá disseram me que não era para doer mais agora e o que é certo é que eu ainda me dói e tem dias como ontem à noite que foi horrível. Eu estou desconfiada que não resultou está tudo igual, com as dores que tenho. Não sei o que faço, devo estar a ir ao tribunal de trabalho? Será que tenho direito ao seguro aquele tempo que tive de baixa? Se tiver será que tambem tenho direito a receber alguma indeminizacao por nao terem pago na altur a e eu fiquei sem receber, tenho uma casamata pagar e 2 filhos nao é facil.
    Gostaria se me pudessem ajudar a exclarecer o meu problema.
    Muito Obrigada

    • Boa tarde Sónia

      Se o seguro lhe deu 30% de incapacidade, só lhe pagam o correspondente a 30% ficando a entidade patronal encarregada de assumir o restante.
      Se piorou, pegue na participação ao seguro inicial e reenvie à sua seguradora indicando que se trata de uma recaída.
      Caso não resulte, escreva uma carta registada com aviso de recepção à sua seguradora solicitando cópia dos exames e relatórios e dirija-se ao Tribunal de trabalho da sua área de residência.

  187. Boa noite,
    após a leitura de alguns casos parecidos continuo na duvida, agredeço ajuda.
    Apos uma queda no trabalho, desloco-me ao hospital onde me acionaram o seguro fiz os devidos exames inclusive RM e foi me detectado uma Hernia Postero-lateral do disco L4L5, logo a seguradora se pos de parte declarando ser DOENÇA NATURAL proveniente genética. terei eu direito ao seguro ou nao? verifiquei casos identicos aos meus que sim … onde está a verdade, onde esta a razão. O QUE FAZER :?:

    • Caro Frederico Lopes

      O seguro de Acidentes de Trabalho só cobre acidentes e não doenças. Conteste a decisão da seguradora juntando parecer de outro médico especialista. Caso não resulte, dirija-se ao tribunal de Trabalho. Mas antes envie carta registada com aviso de recepção para a seguradora a solicitar cópia dos exames e relatórios.

  188. Bom dia,gostava que me tirassem uma duvida,eu tive um acidente de trabalho a 5-7-2011 por estupidez de medicos por irem de ferias fiquei com o braço mobilizado durante 3 semanas e ai começou o problema ate que dia 4 de outubro de 2011 tive k ser operada o que me deixou muitas mazelas e nao estando bem depois de 6meses medica disse que tinha que me dar alta (tempo de recuperação ja estava no limite )e medica deu me 10% de incapacidade para ir a senhora especialista,ela por seu lado me disse que esta melhor que ela e deu me alta a 100% sem mais nem menos e nao fui a tribunal passado dois meses voltei ao seguro porque tinha imensas dores e dia 10 de outubro 2012 decidiram me operar de novo pois fisioterapia só estava a piorar.e desta vez tive a especialista ja me mandou para tribunal a percentagem não me disse me so sei que medico desta vez me deu 20%..com isto o que devo de fazer sabendo eu que se fui operada a 1x por negligencia medica e 2x porque a especialista de dano axo que eu esta melhor que ela..devo só aceitar ir a tribunal ou meter advogado??agradeço que me ajudem
    e ja agora quanto tempo demora ir ser a tribunal de trabalho?

  189. Boa tarde!
    Gostaria que me esclarece se de algumas duvidas.
    Eu tive uma queda no trabalho dia 31 de Janeiro de 2012, sou auxiliar numa escola, fui ao medico do trabalho e fiz uma R.M. Dizia que tinha uma rotura no menisco externo fui encaminhada para o hospital em Lisboa, resíduo no Algarve. O medico disse que tinha que fazer uma artoscopia e fiz dia 03 de Maio, depois fiz fisioterapia e o medico passou me para ITP 30% em Agosto, fui trabalhar 2 dias mas nao conseguia estar de pé, as dores eram muitas e fui as urgências e depois à minha médica de familia que me passou baixa, porque o seguro não queria assumir a totalidade eu pedi nova consulta e o mais rápido, mas o doutor continuou a dar me ITP onde eu a pedido da minha médica de familia fui fazer uma nova R.M. e dizia no relatorio que estava tudo igual e ainda com outras coisas que nao tinha, resumindo estava pior, o médico não concordou com o exame e deixou tudo igual,eu continuei de baixa 2 meses e sempre a ir às consultas a Lisboa, pedi para ser vista por outro medico, eles recusaram e foi na altura que a clinica fechou e alguns médicos foram embora e passei para o Hospital onde fui vista por outro medico que disse que me ia fazer outra artoscopia. Fui operada a 13 de Dezembro e fiquei mal, com muitas dores e a recuperação não tem sido fácil, tenho estado a fazer fisioterapia e lá disseram me que não era para doer mais agora e o que é certo é que eu ainda me dói e tem dias como ontem à noite que foi horrível. Eu estou desconfiada que não resultou está tudo igual, com as dores que tenho. Não sei o que faço, devo estar a ir ao tribunal de trabalho? Será que tenho direito ao seguro aquele tempo que tive de baixa? Se tiver será que tambem tenho direito a receber alguma indeminizacao por nao terem pago na altur a e eu fiquei sem receber, tenho uma casamata pagar e 2 filhos nao é facil.
    Gostaria se me pudessem ajudar a exclarecer o meu problema.
    Muito Obrigada

  190. Caro Sr.Pedro ao efectuar um serviço para minha empresa e ao pegar numa maquina senti uma dor muito forte isto foi no dia 28 do 12 2012 durante o fim de semana a dor agravou o que na segunda feira recorri aos serviços de saude da companhia de seguros da minha empresa. tudo bem ja efetuei exames que acusaram uma hernia discal na cervical tambem ja recebi os primeiros 31 dias de incapacidade de trabalho ja tenho a cirugia marcada, mas agora ao fim de 34 dias e que recebi a visita do perito e deixou no ar que a companhia pode nao assumir a ciriugia por ser considerado uma doença de desgaste de trabalho.
    gostari se poder esclarecer-me sobre este assunto obrigado

    • Boa noite Alexandre

      Doenças profissionais são uma exclusão do seguro. Se o acidente foi derivado de uma situação súbita e fortuita, então será considerado acidente e a seguradora assumirá a operação. Se não o fizer, peça os resultados dos exames e relatórios à seguradora por carta registada com aviso de recepção e dirija-se ao Tribunal de Trabalho da sua área de residência.

  191. boa tarde o caso e o seguinte fui operado em 2006 a 1 vez a coluna em 2007 a 2 vez no qual tive incapacidade de 19% , em novembro de 2011 tive novo acidente de trabalho no qual me afector gravemento a coluna fiz nova operaçao a coluna uma atrovese em dezembro de 2012 tive alta sai com ipp liguei agora para a seguradora e eles dizerem que me o acidente de 2011 pretencia ao de 2006 que era na mesma na l5 , visto isto tenho na mesma direito a receber indeminaçao porque com esta operaçao eu nem me posso vergar e tenho cartas de medicos a dizer que nao posso trabalhar mas sai com ipp do hospital. agradecia que me informassem se tenho direito a receber nova incapacidade porque como juntaram ao processo antigo nao sei , obrigada responder

    • Acidentes Trabalho

      Tem direito sim Vitor Campos, mas dê uma olhadela nesta Lei e veja o que a mesma diz.

      “Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro
      Artigo 11.º – Predisposição patológica e incapacidade

      1 — A predisposição patológica do sinistrado num acidente não exclui o direito à reparação integral, salvo quando tiver sido ocultada.

      2 — Quando a lesão ou doença consecutiva ao acidente for agravada por lesão ou doença anterior, ou quando esta for agravada pelo acidente, a incapacidade avaliar -se -á como se tudo dele resultasse, a não ser que pela lesão ou doença anterior o sinistrado já esteja a receber pensão ou tenha recebido um capital de remição nos termos da presente lei.

      3 — No caso de o sinistrado estar afectado de incapacidade permanente anterior ao acidente, a reparação é apenas a correspondente à diferença entre a incapacidade anterior e a que for calculada como se tudo fosse imputado ao acidente.

      4 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, quando do acidente resulte a inutilização ou danificação das ajudas técnicas de que o sinistrado já era portador, o mesmo tem direito à sua reparação ou substituição.

      5 — Confere também direito à reparação a lesão ou doença que se manifeste durante o tratamento subsequente a um acidente de trabalho e que seja consequência de tal tratamento.

      Artigo 24.º – Recidiva ou agravamento

      1 — Nos casos de recidiva ou agravamento, o direito às prestações previstas na alínea a) do artigo anterior mantém- -se após a alta, seja qual for a situação nesta definida, e abrange as doenças relacionadas com as consequências do acidente.

      2 — O direito à indemnização por incapacidade temporária absoluta ou parcial para o trabalho, previsto na alínea b) do artigo anterior, em caso de recidiva ou agravamento, mantém -se:

      a) Após a atribuição ao sinistrado de nova baixa;

      b) Entre a data da alta e a da nova baixa seguinte, se esta última vier a ser dada no prazo de oito dias.

      3 — Para efeitos do disposto no número anterior, é considerado o valor da retribuição à data do acidente actualizado pelo aumento percentual da retribuição mínima mensal garantida.”

  192. EU QUERIA SABER QUANTO TEMPO DEMORA RECEBER A INDENIZAÇAO VISTO K O TRIBUNAL JA DEU ME A INCAPACIDADE DE 12 POR CENTRO DE INCAPACIDADE.

  193. Boa noite
    Tive um acidente de trabalho do qual resultou a fratura de uma das vertebras da coluna.Depois de alguns exames e fisioterapia, o médico da seguradora deu-me alta e disse que partir desse dia 10/04/2012 era responsabilidade do tribunal de trabalho para decidir sobre ideminização. Mas até hoje ainda não obtive resposta.E tenho sempre dores e estou limitada em atividades básicas.Obrigada

    • Cara Maria

      Terá que aguardar que o Tribunal a convoque. As melhoras!

      • Acidentes Trabalho

        Ex.ma Srª Maria, pode sempre recorrer à seguradora com base na recidiva/recaida e a seguradora deverá atende-la, se isso não resultar pode sempre junto do Tribunal expor a situação. Se por acaso a seguradora não responder à sua solicitação pode sempre apresentar queixa no ISP (isp@isp.pt).

        Aconselho a consultar a Lei 98/2009 de 4 de Setembro, para se ir inteirando dos seus direitos e do que pode fazer relativamente a esta questão.

        Diz a Const. da Rep. que “Artigo 59.º
        Direitos dos trabalhadores f) A assistência e justa reparação, quando vítimas de acidente de trabalho ou de doença profissional.

        ” Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro Artigo 28.º – Médico assistente

        1 — A entidade responsável tem o direito de designar o médico assistente do sinistrado.

        2 — O sinistrado pode recorrer a qualquer médico nos seguintes casos:

        a) Se o empregador ou quem o represente não se encontrar no local do acidente e houver urgência nos socorros;

        b) Se a entidade responsável não nomear médico assistente ou enquanto o não fizer;

        c) Se a entidade responsável renunciar ao direito de escolher o médico assistente;

        d) Se lhe for dada alta sem estar curado, devendo, neste caso, requerer exame pelo perito do tribunal.

        3 — Enquanto não houver médico assistente designado, é como tal considerado, para todos os efeitos legais, o médico que tratar o sinistrado.

        Artigo 29.º – Dever de assistência clínica

        Nenhum médico pode negar -se a prestar assistência clínica a sinistrado do trabalho, quando solicitada pela entidade responsável ou pelo próprio sinistrado, no caso em que lhe é permitida a escolha do médico assistente.”

        Por todas as razões que a Lei e a CR prevê não deve se conformar e esperar, recorra e quem de direito, nestes casos à Seguradora, entidade a quem foi transferida a responsabilidade ou ao Tribunal aonde decorre a acção.

  194. Boa tarde,
    A minha esposa teve um acidente de trabalho,foi-lhe atribuída uma I.T.A. de 22 dias. A titulo de indemnização foi também pago o seguinte:
    Salário Base: 780,00€ / 30 Dias = 26,00€
    Subsídio de Refeição: 141,02€ x 11 / 360 = 4,30€

    26,00€ x 22 Dias x 0,70 =400,40€

    Gostava de saber se este calculo está bem feito ou, se de acordo com o nº 3 do art.º 71 da Lei 98/2009 de 04 de Setembro, o valor liquidado não está calculado corretamente pois, a retribuição anual é o produto de 12 vezes a retribuição mensal acrescida dos subsídios de Natal e férias e outras prestações anuais a que o sinistrado tenha direito com caráter de regularidade. Assim:

    780,00€ x 14 meses = 10.920,00€ / 12 meses = 910,00€ /30 dias = 30,33€

    30,33€ x 22 dias x 0,70 =467,08€
    Muito obrigado

  195. tive um acidente de trabalho perdi o olho direito definitivamente. gostaria de saber qual e o valor da incapacidade se alguen me souber responder!! obrigado

  196. Boa noite tive um acidente trabalho em agosto entorse no pé esquerdo andei um mês a ser visto num hospital privado mas k deixou mt a desejar era só repouso e medicamentos nesse tempo fui visto por uma serie de medicos e sem estes nunca me virem o pé só quase no fim e k me mandaram para o ortopedista visto k as dores e assim persistiam o ortopedista a única coisa k me disse foi k isto passava com o tempo tendo dado alta com transferência para a companhia na primeira consulta o médico prescreveu me logo fisio.isto já em setembro ok o acidente foi no início de agosto.andei até 5 de novembro altura em k o médico mandou fazer uma ressonancia visto k continuava com dores etc.resultado da ressonancia nos seguementos osseos. assinalaram alteração do habitual padrão de sinal medular osseo. da vertente posterior da epifese da tíbia nos planos correspondentes ao maleolo tibial posterior com irregularidade cortical indicadora de sequela de fratura marginal assinalando se igualmente discreto foco contusional na vertente posteromedial da cúpula astragalina.espessamento do ligamento peronioastragalino anterior do complexo ligamentar externo e em menor grau do peronio calcaneano com idêntica conotação de entorse tendo o médico dito. ser normal k são. as sequelas e por ter uma boa estrutura física. como se eu fosse pesado enfim passei pra outro médicosendo ele o manda chuva disse k já n se pode fazer nd k se vai dar uma incapacidade deu me 30% pra começar a trabalhar só k :mrgreen: as dores persistem e apresentei m. recados só k já fui pra outro médico passa pra um pra outro enfim..queria uma opinião o k devo fazer se tenho direito a ser indemnização visto segundo eles n ser possível fazer mais nd

    • acidemtes trabalho

      Uma vez que ficará com uma incapacidade será enviado para tribunal o processo para ser indemnizado.
      Se quizer consultar a lei pode adicionar no faceboock o grupo Acidentes de Trabalho ou a página Acidentes Trabalho…
      Pode aceder ao Diario da Republica e consultar a Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro

  197. já agora outra questão, a seguradora paga-me 70% do meu ordenado, a entidade patrunal é obrigada a cobrir os 30%?
    obigado

  198. Olá pedro,
    eu sofri um acidente de trabalho em setembro, fui operado dia 9 e dia 30 de novembro a coluna hernia discal l4 l5 e colocaram me uma prótese num dos discos,
    a 2 vez fui operado pk me disseram que o meu organismo rejeitou os pontos de dentro, conclusão abriu um buraco grande e já tinha a infecção no musculo.
    neste momento estou a recuperar da 2 operação e queria saber como funciona a questão da incapacidade e indemenização , ou seja se tenho tenho k ir a um especialista por minha conta para não ser enganado pela companhia e se depois no tribunal de trabalho tenho de levar um advogado que perceba do assunto ou especialista + o relatório do especialista.
    obrigado

  199. Tenho uma dúvida

    O meu pai foi-lhe dado uma incapacidade de 14 %. Ele descontava sobre o ordenado mínimo. O valor mensal foi calculado em cerca de 65 €. Estará correcto?

    E pagando tudo duma vez, o tribunal falou em 8 mil e tal euros. Como chegou a este valor? Qual será o valor correcto? Não sei se tem em conta os anos que faltam até à reforma ou se será até à idade média de vida. Ele tem 57 anos

  200. Boas preciso de vos colocar algumas questoes em relaçao a um acidente de trabalho que tive no dia 26-10-12 como estamos em epoca de crise decidi conciliar dois trabalhos pois a vida nao esta facil um deles em part-time no qual estive envolvido em um acidente,resultando em um mes e meio de fisioterapia a minha questao é a seguinte neste meu part-time fiquei pela seguradora a receber o tratamento necessario (fisioterapia) tendo posto baixa no meu trabalho principal para receber o dito tratamento.Em resumo dirigi-me no dia 29-10-12 a meu centro de saúde para levantar a baixa mas a segurança social negou os pagamentos da mesma. O que posso fazer para resolver esta situaçao ? Espero que me possam ajuda e peço desculpa pelo abuso cumps


    PAULO MIGUEL

  201. Boa tarde doutor PEDRO gostaria de saber tive açiente de trabalho fui acompanhada pelo seguro,durante 3meses e meio.O seguro pagava-me os dias que estive de baixa, depois deu-me ALTA como eu não me sentia bem tinha muitas dores pedi 2º ópinião suliçitaram-me o mesmo médico que me tinha dado ALTA,não pode recusar fiz mais exames e uma russenançia, aonde me foi concluido uma tendinite nu ombro direito. Estando eu a ser acompanhada pelo seguro pela segunda vez eles só me estão a pagar os transportes, e fisioterapia, será que está certo ? Ou o seguro tem que me pagar os dias que voltei a ser acompanhada por eles ? Agradeçia seu conçelho atençiosamente:

    • Cara Clarisse

      Se estiver com algum grau de incapacidade, a seguradora tem que lhe pagar o correspondente valor parcial do ordenado. Por exemplo, se o seu grau de incapacidade é de 10%, a seguradora paga-lhe o correspondente a 10% do ordenado bruto.

  202. BOA-TARDE SR;PEDRO
    Gostava que me tirá-se algumas duvidas.Tive um açidente de trabalho estive a ser acompanhada pelo seguro,3 meses e meio depois deu-me ALTA, como eu não me encontrava melhor, pedi a 2 ópinião aonde me foi suliçitado o mesmo médico que me tinha dado alta.Mandaram-me fazer outros exames (rossenançia)o relatório diz que tenho tendinite no ombro direito.Mandarão-me fazer fisioterapia pelo seguro mas o seguro só me está a pagar os transportes,e a fisioterapia e nada mais será que não tenho mais direitos?
    Obrigado

  203. doutor pedro miguel.venho por este e-mail suliçitar a sua resposta ás duvidas que eu lhe informei venho todos os dias a qui ao pc e ainda não reçebi sua resposta.Gostava se for possivel o doutor me informar sobre as mesmas.
    Atençiosamente
    com os melhores comprimentos

  204. Bom dia,
    Em primeiro lugar quero dar os meus parabéns ao Sr. Pedro Monteiro pelo blog, agradecer a sua disponibilidade para ajudar quem por aqui vai expondo as suas dúvidas.
    No meu caso precisava de ajuda no seguinte:
    O meu filho teve um acidente de trabalho dia 5 deste mês, depois de ter feito uma RM dizem que tem uma, osteocondrite dissecante do joelho
    com um corpo livre:???:. O médico do seguro diz que isso não é considerado acidente de trabalho, que é uma doença que ele já tinha. Mas a verdade é que ele não tinha dor nenhuma, nem tinha sentido nada até ao dia que escorregou lá no trabalho e foi para o hospital. Agradecia que me elucidasse se realmente isto é ou não considerado acidente. Obrigada

    • Boa noite Anabela

      Não sei responder adequadamente :)
      Isto porque desconheço este termo médico.
      Só é considerado acidente de trabalho todo o acidente de carácter súbito e imprevisto que cause lesões corporais.
      Se há alguém que a pode ajudar é acidentes.trabalho@gmail.com que por vezes me dá apoio no blog. Com certeza que terá resposta mais pormenorizada e correcta.

    • AcidentesTrabalho

      Olá Anabela, a lei diz o seguinte:
      “Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro
      SECÇÃO II – Delimitação do acidente de trabalho
      Artigo 8.º – Conceito
      1 — É acidente de trabalho aquele que se verifique no local e no tempo de trabalho e produza directa ou indirectamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença de que resulte redução na capacidade de trabalho ou de ganho ou a morte.

      2 — Para efeitos do presente capítulo, entende -se por:

      a) «Local de trabalho» todo o lugar em que o trabalhador se encontra ou deva dirigir -se em virtude do seu trabalho e em que esteja, directa ou indirectamente, sujeito ao controlo do empregador;

      b) «Tempo de trabalho além do período normal de trabalho » o que precede o seu início, em actos de preparação ou com ele relacionados, e o que se lhe segue, em actos também com ele relacionados, e ainda as interrupções normais ou forçosas de trabalho.”

      Pode ver aqui o que é essa doença… http://wtisaude.com.br/artigos/osteocondrite-dissecante-do-joelho/#.ULlH4GfudDQ
      Mas devo alertar que a lei também faz referência a Predisposição patológica, portanto ainda que o seu filho tenha essa doença se foi agravada com o acidente a incapacidade avaliar -se -á como se tudo dele resultasse

      “Artigo 11.º – Predisposição patológica e incapacidade

      1 — A predisposição patológica do sinistrado num acidente não exclui o direito à reparação integral, salvo quando tiver sido ocultada.

      2 — Quando a lesão ou doença consecutiva ao acidente for agravada por lesão ou doença anterior, ou quando esta for agravada pelo acidente, a incapacidade avaliar -se -á como se tudo dele resultasse, a não ser que pela lesão ou doença anterior o sinistrado já esteja a receber pensão ou tenha recebido um capital de remição nos termos da presente lei.

      3 — No caso de o sinistrado estar afectado de incapacidade permanente anterior ao acidente, a reparação é apenas a correspondente à diferença entre a incapacidade anterior e a que for calculada como se tudo fosse imputado ao acidente.

      4 — Sem prejuízo do disposto no número anterior, quando do acidente resulte a inutilização ou danificação das ajudas técnicas de que o sinistrado já era portador, o mesmo tem direito à sua reparação ou substituição.

      5 — Confere também direito à reparação a lesão ou doença que se manifeste durante o tratamento subsequente a um acidente de trabalho e que seja consequência de tal tratamento.”

      Se necessitar de mais alguma informação pode mandar-me um email para acidentes.trabalho@gmail.com

  205. Boa tarde Sr. Paulo.
    A minha duvida é a seguinte: estando com incapacidade temporária absoluta o seguro paga 70% do salário. Eu queria saber quando o tribunal de trabalho determina a incapacidade permanente parcial se também vão ser só pagos os 70% do salário mais x a incapacidade?
    Obrigado.

    • Boa tarde Sr. Costa

      O Tribunal irá determinar a IPP e a pensão poderá ser vitalício incidindo sobre 70% do salário e tendo em conta o grau de incapacidade (Se lhe derem 30% pagam 30% sobre o montante do salário) ou então pode ser remida – paga de uma só vez.
      Pedro Monteiro

  206. Boa tarde; tive um acidente de trabalho à uns meses atrás, e agora, por fim vou a uma consulta do seguro para determinarem a incapacidade. Queria saber se a incapacidade permanente parcial é dada por o medico do seguro ou pelo tribunal de trabalho?
    Obrigado.

  207. Boa noite Pedro.
    Começo por lhe dar os parabéns por este excelente blog e pela forma empenhada que responde às dúvidas dos seus visitantes.
    O meu caso é o seguinte:
    Em 2005 era jogador profissional de futebol e tive uma rotura no menisco, fui operado uma primeira vez, mas a cirurgia não foi bem-sucedida. Entretanto o meu contrato acabou e recorri à seguradora para ser operado uma segunda vez. Qual não é o meu espanto, que me dizem que não cobriam a cirurgia porque o Clube não tinha a situação financeira regularizada com a seguradora. Entretanto, levei o caso para o tribunal de trabalho e passado um ano o tribunal decidiu que realmente a seguradora não tinha responsabilidade, no entanto pagaram-me os vencimentos e a cirurgia através de um fundo, pois o Clube tinha sido extinto nesse ano.
    Depois da cirurgia deram-me incapacidade permanente de 0%. Agora, passados uns 7 anos tenho a cartilagem completamente rompida derivada a essa lesão. Por isso gostava de lhe fazer algumas perguntas.
    Posso reabrir o processo alegando agravamento do meu estado?
    O relatório que o meu médico irá passar para o tribunal tem que mencionar o grau de incapacidade que irei pedir?
    Desde que fui operado a segunda vez nunca mais exerci a profissão de jogador profissional, isso será levado em conta nos cálculos de indemnização?
    Como o clube não tinha seguro há algum fundo que se responsabilize?

    Agradeço desde já atenção que possa despender a este comentário.

    Cumprimentos

    • Caro Manuel

      Apesar de eu ser um especialista na área de seguros, há algumas coisas que não sei responder.
      O que eu faria era contactar o Tribunal de Trabalho para responder à sua primeira questão – se pode reabrir o processo.
      As restantes, só um especialista em Direito de Trabalho lhe pode responder.
      Saiba que não é o Manuel que determina o grau de incapacidade; é o Tribunal.
      Quando uma entidade patronal não tem seguro é o Fundo de Acidentes de Trabalho que responde como aconteceu na lesão inicial.
      Pode ser que respondam aqui no blog, visto que é público e aberto.

  208. Boa tarde. Tive um acidente de trabalho ha cerca de uma semana.Magoei-me ao levantar um peso e ganhei uma contratura por baixo da omoplata que até me prendia a zona do pescoço. Passado 3 dias eu acha que estava melhor e fui trabalhar. Quando voltei ao trabalho comecei a sentir dores ao fundo da coluna e na nadega direita. Dores que sentia ao toque..parecia que estava cheia de nodoas negras e tambem ficava com o pé dormente. Voltei a queixar me e no seguro dizem que um mau jeito nem é bem um acidente de trabalho e que as dores que sentia agora não tinham qualquer ligação com o acidente anterior. Nunca tive dores assim…somente me fizeram um raio x (coisa desnecessária) e deram me medicação e disseram que assim e com repouso passava. Aliás na minha 1ª consulta fui muito mal tratada…disseram me que eu nao podia ter dores assim e que estava apta para trabalhar. Pedi outro medico e esse deu me 20 dias de baixa mas disse o que expliquei em cima…enfim, só gostava de saber a vossa opiniao e se realmente não estão ligadas as lesões. Já tive que ir a outros médicos por minha conta e todos dizem ser uma inflamação pela lesao. Obrigada

    • Boa tarde Juliana

      Se a lesão foi causada pelo acidente, então os exames provarão isso mesmo e tem direito a ser indemnizada e tratada.
      Se a seguradora mantiver que não é acidente de Trabalho pode pedir à mesma os exames e relatórios e dirigir-se ao Tribunal de Trabalho da sua área.

      • Agradeço a rápida resposta. o problema é que nem me fizeram quaisquer exames porque querem mesmo “livrar se deste assunto”. Eles dizem que o problema que tenho agora nao está nada relacionado com o que me aconteceu inicialmente. ate disse que podia ter me constipada que seria o mesmo.. éa primeira vez que estou de baixa e não desejo isto a ninguem porque as seguradoras só são boas para receber o dinheiro.

        • Já agora…todos os gastos de gasoleo, parquimetro e refeiçoes sao pagos? perguntei ao dr que me atendeu como era isso e ele disse que nao sabia…que era com a seguradora…que teria que enviar para la os gastos, mas nos escritorios onde trabalho disseram que o medico deveria escrever no papel que me deu que fui de viatura propria…ao qual ele negou…nao entendo nada disto.obrigada

        • Juliana Oliveira, apresente queixa no ISP (isp@isp.pt) relate o que aconteceu referindo inclusive que não fizeram qualquer exame, não deixe isso ficar assim, peça na seguradora o que consta desta “Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro Artigo 36.º – Informação clínica ao sinistrado

          O sinistrado tem direito a receber, em qualquer momento, a seu requerimento, cópia de todos os documentos respeitantes ao seu processo, designadamente o boletim de alta e os exames complementares de diagnóstico em poder da seguradora.”
          Deve ainda apresentar queixa na Inspecção Geral de Saúde. Se quiser saber mais pode enviar-me um email para acidentes.trabalho@gmail.com

  209. Tive acidente de viação na empresa a qual sou comercial e foi considerado acidente de trabalho.
    problemas em coma 8 dias , lesões TC; lesão plexo braquial permanente, 8 costelas partidas perfuração de pulmão, varias cicatrizes, após 6 meses deram-me alta sem darem-me a IPP que mencionam, após mês e meio comunicaram ao tribunal de Barcelos a qual fui notificado e transferir para a minha área de residência Viana do castelo , e a gora não me julgo sequer pronto para trabalhar nas vendas estou a fazer muito mau trabalho devido ao acidente tanto a nível intelectual como físico e agora o que espero….Podem-me ajudar, pois já me comunicaram que devia consultar um advogado e que tipo de advogado…..

  210. Boas eu tive um acidente de trabalho 11/5 de 2010 e no entanto o processo foi ao tribunal e recebi uma indemnização . No entanto a estar de baixa e tive que ser operado de novo e já estou de baixa e vai fazer 3 meses queria saber se vou ter direito de novo a indemnização ou como é que fica? desde ja obrigado pela atenção

  211. Olá Pedro,
    gostaria que me ilusida-se…á 6 meses fui operada aos tendões da mão,chamada por Quervain. andava na fisioterapia mas o seguro decidiu mandar-me trabalhar com 30% de incapacidade o problema é que trabalho num restaurante e não posso trabalhar só com uma mão e a outra assim que pego em algo tenho muitas dores. O que me aconselha?

  212. Em situação de acidente de trabalho (trabalhadores independesntes) – com ruptura de ligamentos de joelho, 3 cirurgias (2 anos), foi-ma agora dada alta com atribuição de incapacidade 5%. Aguardo a convocatória do Tribunal de Trabalho para finalizar o Processo.
    Tendo em conta que ainda estou em recuperação e terei sempre alguma incapacidade fisica na mobilidade (caminhar em planos inclinados, limitações de movimentos, dores e incapacidade de correr); solicito informação se a percentagem de incapacidade é a correcta e quais as retribuições em termos de pensões até ao momento da Reforma?
    Obrigada.

    • Bom dia Dina

      O Tribunal de Trabalho irá determinar o grau de incapacidade com uma Junta Médica e irá definir as pensões (se vitalícias ou remidas (pagas de uma só vez)

    • Dina, no seu lugar pedia uma segunda opinião médica (não informe o médico do que lhe disse o da seguradora) é que nem sempre os médicos da seguradoras dizem tudo o que nós temos e que resulta do acidente. Previna-se peça todos os exames e documentação relativos ao seu sinistro de acordo com o artigo 36 da lei 98/2009 (já o mencionei aqui diversas vezes), assim verá se existe mais alguma coisa que não sabe, antes de ir a tribunal faça isso, assim pode fazer alguma coisa antes de ser tarde demais. Não aceite a tentativa de conciliação no tribunal se não tiver a certeza de todas as sequelas que resultam do acidente. Se precisar de alguma informação pode enviar email para acidentes.trabalho@gmail.com

  213. tive um acidente de trabalho em 2004 o qual fui indemnizado e fiquei com 5% de incapacidade acontece que agora tenho-me recentido da lesão (coluna)gostava de saber se posso ser reavaliado pela companhia de seguros porque na altura disseram-me que eu tinha 10 anos para reclamar alguma recaída!

    • Caro Hélio

      Em princípio sim.
      Dirija-se a um balcão da sua seguradora e exponha o assunto.

    • AcidentesTrabalho

      Hélio Rodrigues, tem sim, a isso chama-se recidiva “Lei 98/2009 Artigo 24.º – Recidiva ou agravamento 1 — Nos casos de recidiva ou agravamento, o direito às prestações previstas na alínea a) do artigo anterior mantém- -se após a alta, seja qual for a situação nesta definida, e abrange as doenças relacionadas com as consequências do acidente. 2 — O direito à indemnização por incapacidade temporária absoluta ou parcial para o trabalho, previsto na alínea b) do artigo anterior, em caso de recidiva ou agravamento, mantém -se: a) Após a atribuição ao sinistrado de nova baixa; b) Entre a data da alta e a da nova baixa seguinte, se esta última vier a ser dada no prazo de oito dias. 3 — Para efeitos do disposto no número anterior, é considerado o valor da retribuição à data do acidente actualizado pelo aumento percentual da retribuição mínima mensal garantida” se a seguradora não o atender vá a tribunal onde decorreu o processo apresentar queixa, ou pode enviar também a queixa para o ISP (isp@isp.pt) se precisar de algum esclarecimento pode contactar acidentes.trabalho@gmail.com

  214. Olá, boa noite.
    Se eu estiver com a incapacidade temporária de 40% e tiver de ir a exames ou consultas durante a hora de trabalho, tenho direito ao dia na totalidade ou só o tempo de ir e regressar ao ocal de trabalho?
    Cumprimentos e um bem-haja.

  215. Boa tarde sr pedro,
    Fui operado ao menisco interior esquerdo 2 vezes,primeiro sutura que n resultou depois romovido parte do mesmo,fiz fisioterapia mas sempre senti uns resaltos no joelho e a massa muscular ainda n e e adequada mas o medico decidiu que era falta de trabalho e deu-me alta a uma semana e sem limitacao nenhuma,ainda n fui trabalhar mas sinto que n vou aguentar como dantes,trabalho na construcao,poderia dar algum conselho do que devo fazer por favor,
    Obrigado.

    • Bom dia Martinho

      Munido da cópia da participação original que deu origem à operação, escreva em letras grandes RECAÍDA e dirija-se ao balcão da sua seguradora.

      • Boa noite..
        Ja fiz isso a conselho da empresa mas o medico voltou a dar-me como apto a 100% alegando k n tenho nada e nada pode fazer. Pensei abrir um processo no tribunal mas n sei o k devo levar visto k n tenho exames.o ideal seria um relatorio medico de ortopedista nao?obrigado.

        • Envie uma carta registada com aviso de recepção à seguradora a solicitar os exames e relatórios e dirija-se ao Tribunal de Trabalho quando os receber.

        • AcidentesTrabalho

          Boa noite Martinho.
          Em primeiro lugar deve pedir junto da seguradora, todos os exames e processo clínico diga que de acordo com a (Lei 98/2009 Artigo 36.º – Informação clínica ao sinistradoO sinistrado tem direito a receber, em qualquer momento, a seu requerimento, cópia de todos os documentos respeitantes ao seu processo, designadamente o boletim de alta e os exames complementares de diagnóstico em poder da seguradora), este é o primeiro passo aconselho fazer isso por email mas também pode o fazer por carta registada com aviso de recepção,se não responderem no prazo máximo de 30 dias apresente queixa no ISP (isp@isp.pt) são rápidos a dar-lhe resposta. Depois peça uma segunda opinião médica com especialista que não seja da seguradora (nunca diga a este o que o da seguradora lhe disse, por precaução, tem um ano após alta clínica para por o processo em tribunal. Se necessitar de mais alguma informação não hesite em contactar acidentes.trabalho@gmail.com

  216. Boa tarde Sr Pedro no ano passado no mês de Novembro tive um acidente de trabalho, do qual resultou uma fractura trimaleolar fechada, fractura da tíbia e do peroneo. Fui operada e comecei a fazer fisioterapia, o meu pé ficou torto, e com uma flexão dorsal nos 0º, fiquei a usar uma palmilha ortopedia para corrigir a postura e o pé. Passado 6 meses sem melhoras fui reoperada e fiz uma tenotomia ao Tendão de Aquiles, no dia em que fiz 3 meses desta operação tive alta e já estou a trabalhar a 4 semanas, estou a espera para ir a tribunal, a minha duvida é se apesar de não estar em condições para trabalhar se posso ou não voltar ao seguro? e como é dada a incapacidade?
    Agradeço a sua resposta, obrigado

    • Boa tarde Liliana

      Se não se sente em condições para trabalhar, entregue uma cópia da participação inicial com a indicação de RECAÍDA.
      A incapacidade é determinada pelo Tribunal de Trabalho com base nos relatórios médicos.

      • Boa Noite,
        como é que posso fazer isso, pois hoje fui ao hospital e não me foi dada consulta, mesmo com a carta da medicina de trabalho em como não posso exercer a minha função, depois de reclamar com a companhia de seguros consegui uma consulta para amanha na medicina legal. Isto é normal acontecer?
        Obrigado!

    • Liliana as recidivas (recaídas) estão reguladas, leia o que diz a lei se precisar de mais alguma informação não hesite em contactar-me acidentes.trabalho@gmail.com

      Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro
      Artigo 24.º – Recidiva ou agravamento

      1 — Nos casos de recidiva ou agravamento, o direito às prestações previstas na alínea a) do artigo anterior mantém- -se após a alta, seja qual for a situação nesta definida, e abrange as doenças relacionadas com as consequências do acidente.

      2 — O direito à indemnização por incapacidade temporária absoluta ou parcial para o trabalho, previsto na alínea b) do artigo anterior, em caso de recidiva ou agravamento, mantém -se:

      a) Após a atribuição ao sinistrado de nova baixa;

      b) Entre a data da alta e a da nova baixa seguinte, se esta última vier a ser dada no prazo de oito dias.

      3 — Para efeitos do disposto no número anterior, é considerado o valor da retribuição à data do acidente actualizado pelo aumento percentual da retribuição mínima mensal garantida.

      as suas melhoras…

  217. Boa tarde,
    Tive um acidente de trabalho no dia 11/05/2012 onde fui encaminhada para o hopital publico e queixava-me do joelho, coluna lombar e cervical e fiz RX a tudo mas o médico só viu qualquer coisa no joelho mandou-me fazer uma ressonância e tomar medicação para as dores.
    Dois dias depois fui ao medico do seguro deilhe o papel que o medico me tinha dado e falei-lhe do que me tinha queixado mas ele só tomou em consideração o joelho mas com naquela altura não me doia tanto eu pensava que tinha sido da queda do escadote com 10 escadase cai da primeira.
    Fiz a ressonacia e 1 mes depois fui operada ao menisco e ao ligamento esquerdo.
    Quando começei as fisioterapias ao joelho comecei-me a queixar das costas pois ai já não tomava medicação para dores.
    O fisioterapeuta começou a fazer fisioterapia ao joelho e as costas para ver se aliviava.
    No dia da consulta com o medico que me operou ao joelho Ortopedista disse-lhe que não aguentava as dores na coluna e ele não ligou nada quando o fisioterapeuta lhe tinha feito um relatorio sobre as mesmas (Coluna Vertebral)
    O medico para me calar mandou fazer 10 fisioterapias a coluna mas mensionou Joelho e combinou com o Fisioterapeuta esta situação e deixou o joelho para tras quando ainda precisava de mais fisioterapia e ainda me mandou-me a seguinte medicação Nolotil para as Dores e ums relaxantes musculares.
    Entretanto cada vez que saia da fisioterapia sentia-me pior foi quando falei com o fisioterapeuta em mudar de medico e ele foi falar com o Medico Fisiatra que estava na clinica nesse dia que me teve a examina e me disse que tinha a coluna toda apanhada mas iamos continuar com a fisioterapia ate ver. Se não melhorar tinha de fazer uma Ressonância Magnetica.
    Quando terminou as fisioterapias tive consulta com o Medico Ortopedista que me Operou e eu queixei-me pois não sentia melhoras nenhumas para me calar madou-me Fazer um tac a coluna eu pedi para ser uma ressonâcia disse que não porque disse que nem sabia se o seguro lhe deixava fazer (eu pensando que era a coluna toda não foi só a coluna cervical)
    Quando fui fazer o tac a tecnica perguntou-me o que me tinha acontecido eu disse cai de um escadote ….e ela disse e ele só lhe mandou fazer isto, eu perguntei porquê? Nada nada.
    Visto isto chegou o dia da consulta para ver o tac ele nem viu o cd olhou para o relatorio e disse que não tinha nada somente um desviu que toda as pessoas têm e que era tudo muscular. mas eu não aceitei e fiz uma reclamação para mudar de medico pois eu queixava-me da coluna toda não só da cervical.Na mesma consulta voltou a mandar-me fazer fisioterapia ao joelho pois a perna não tinha força porque ele tinha deixado o joelho para ir para a coluna quando devia tratar os dois ao mesmo tempo.
    Depois de saber que me tinha feito o tac só a coluna cervical e com muitas dores e depois de ligar todos os dias para o seguro continuei a espera da mudança de medico e de um novo exame.
    No dia 21 de setembro de 2012 fui a consulta com novo medico que me mandou fazer uma ressonancia a coluna lombar e que me diz vamos ver se for alguma hernia discal se já não estava ai.
    O que é certo é que nunca tive dores assim.
    Caso eles não queiram assumir o que faço?
    Devo assinar a Alta?
    preciso de ajuda não sei oque fazer….

  218. Caro amigo Pedro,obrigado por ser a ajuda de tanta gente .No meu caso pessoal,acidente trabalho a 2 de fev.2011 ,15 fraturas na coluna traumatismos orgãos internos,a 16 de nov.o médico deu-me alta clinica,afirmando que eu não estava curado e precisava de mais terapias ,MAS era ordem do seguro,seguia para tribunal e lá era resolvido??só que passados 10 meses ainda não foi :sad: estou desde 16 de nov a viver por conta propria á espera que o tribunal resolva o médico de familia não pode dar baixa a um sinistrado de seguro,reclamas ao I.S.P. «dormem juntos» os peritos do tribunal são amigos deles uma pesoa que toda a vida trabalhou e descontou tem o primeiro azar na vida está pendurado…

    • Caro Vítor

      Não entendo como é que se pode ter alta clínica não estando curado. Dirija-se ao Tribunal de Trabalho para saber como está o seu caso, visto que, segundo afirma, já seguiu para lá.

      • Obrigado Dr. Pedro, apenas vi hoje que tinham respondido,e já lá vai 4 anos e 5 meses após o acidente. Na verdade o maldito fardo de 400kg caiu-me em cima em dia não, hoje e com isto «resolvido» fiquei com uma desvalorização de apenas 35%, mas não tenho capacidade para nenhum trabalho física nem neuro-psicológicas, Estas mazelas foram confirmadas por cinco consultas medico legais, confirmado em tribunal, :?: mas nem me pagam os 2000 € gastos em terapias que a seguradora se recusa a fazer vim hoje do hospital da Luz sem me darem fisioterapia, assim sendo vou amanhã gastar mais 35€ a uma terapeuta . Há 4 meses que pago eu a hidroterapia…Teré de ser assim?

    • Sr Victor Gomes o Pedro tem razão, vá ao tribunal de trabalho, pois ninguém lhe garante que a seguradora fez a participação… leia isto talvez o ajude e vá participar ao tribunal de trabalho o quanto antes Decreto-Lei n.º 295/2009 de 13 de Outubro Artigo 102.º […]
      1 — Se o sinistrado ainda não estiver curado quando for recebida a participação e estiver sem tratamento adequado ou sem receber a indemnização devida por incapacidade temporária, o Ministério Público solicita
      perícia médica, seguida de tentativa de conciliação, nos termos do artigo 108.º; o mesmo se observa no caso de o sinistrado se não conformar com a alta, a natureza da
      incapacidade ou o grau de desvalorização por incapacidade temporária que lhe tenha sido atribuído, ou ainda se esta se prolongar por mais de 12 meses.

      Aconselho-o ainda a pedir junto da seguradora todo o seu processo clínico e exames de acordo com Decreto-Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro Artigo 36.º – Informação clínica ao sinistrado -O sinistrado tem direito a receber, em qualquer momento, a seu requerimento, cópia de todos os documentos respeitantes ao seu processo, designadamente o boletim de alta e os exames complementares de diagnóstico em poder da seguradora. Faça-o por escrito, email ou carta registada com aviso de recepção, lhe garanto que vai precisar dessa informação mais tarde…

      • Muito obrigado, apesar do tribunal dizer que tenho direito aos tratamentos, não os dão, se envio despesas de fisioterapia, :!: não pagam porque não foi prescrito por eles, afinal que devo fazer??

  219. Bem sei que este assunto já foi aqui várias vezes abordado, mas eu tenho uma variante que não é mencionada.

    Em Maio de 2011 tive um acidente de trabalho (hernia discal L4-L5) num part-time.
    Fui operado e a seguradora pagou tudo.
    A questão é a seguinte. A ultima consulta que tive com o médico antes da alta para fase conciliatória foi de ITP de 40%, mas a seguradora está a falar em 4%.
    Tendo em conta que isto foi num part-time e que o acidente me custou ITA 100% no meu trabalho full-time, o valor do salário que eu auferia no full-time será integrado nas negociações para a indemnização?

    Espero ter sido claro…

    Pedro Silva

  220. boa tarde.
    tive um acidente de trabalho dentro das instalacoes da empresa a 28 de junho e hoje dia 9 de agosto dirigi-me ao hospital para mais uma consulta e o medico tinha um fax da seguradora para me dar alta pk a seguradora nao se responsabilizava pelo acidente. a minha duvida e ja passou mes e meio desde o acidente so agora informam k nao se responsabilizao e nao pagam nada deste tempo que tive em casa. op que posso fazer isto e legal??? copmo e que podem concluir as coisas so passado mes e meio??? se tivessem resolvido o processo mas cedo eu tinha ido para a baixa e agora nao vou receber este tempo em casa e o resto dos tratamentos tendo em conta que nao estou apta para trabalhar???

    • Cara Mara

      Não posso prinunciar-me porque não tenho elementos suficientes para tal, mas aconselho-a a dirigir-se ao tribunal de trabalho

      • obrigado…
        ja me dirigila.
        obrigado

      • AcidentesTrabalho

        Mara Ferreira peça a informação clinica na seguradora por escrito invocando este artigo do decreto-lei Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro, assim poderá ver que tipo de lesão padece, exija da seguradora o boletim de alta clinica… e faça o que o Pedro disse vá participar ao tribunal de trabalho…

        Artigo 36.º – Informação clínica ao sinistrado
        O sinistrado tem direito a receber, em qualquer momento, a seu requerimento, cópia de todos os documentos respeitantes ao seu processo, designadamente o boletim de alta e os exames complementares de diagnóstico em poder da seguradora.

  221. Boa noite,

    Tive um acidente de trabalho ha 2 anos. Fui operada, andei em fisioterapia 2 meses e no fim deram-me uma incapacidade de 10% e a respectiva indemnização. O que é certo é que continuo com dores e agora começo a ficar c os movimentos presos. Posso voltar a contactar a seguradora para que volte a fazer fisioterapia?
    Obrigada.

    • Pode dirigir-se ao balcão da seguradora mais próximo de si, indique o seu nome completo e a data do sinistro ou então se souber, o nº do processo.
      Tmbém o poderá fazer por mail, telefone ou carta.

      • AcidentesTrabalho

        Marta Sousa

        acrescentado ao que o Pedro escreveu, caso a seguradora não lhe responda em tempo razoável pode sempre dirigir-se ao tribunal de trabalho, ao ISP… a lei dos acidentes de trabalho prevê as recidivas (recaídas)…

  222. Ola Pedro,gostaria de falar consigo se possível.
    Trabalho em seguros e tive um acidente de trabalho e gostaria de tirar algumas dúvidas.
    Quando possível entre em contacto comigo através de email e podemos trocar os contactos e informações.
    Obrigado,
    Ana Ferreira

  223. Boa noite Sr. Pedro,

    No ano passado tive um acidente de trabalho no qual o médico do seguro atribuiu-me 4% de incapacidade. Qual será o valor da indemnização tendo eu 40 anos com ordenado de 500E.

    O cálculo é feito até aos 65 ou 70 anos?

    Em caso de não concordar com o montante como posso reclamar?

    Fico a aguardar resposta,
    Obrigado.

    • Cara Elias Mesquita

      As indemnizações por incapacidade permanente (deduzo que o seja pelo seu mail) passam sempre pelo tribunal de trabalho. A pensão pode ser remida (paga de uma só vez) ou periodicamente durante toda a vida.

      Se a incapacidade for temporária, a indemnização é paga com base na proporção do vencimento mensal e subsídio de alimentação e se a duração for superior a 30 dias, será pago o proporcional dos subsídios de férias e de Natal.

      Espero ter ajudado
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

    • Sr Elias tenho o mesmo grau de incapacidade porém tenho 25 anos ,poderá me dizer quanto recebeu e indemnização visto que ninguém me responde?obrigado :grin:

  224. boa tarde sr pedro monteiro sofri um acidente de trabalho 30 de maio 2012 onde foram contatadas atraves de tac que tive dois disco estroçados o l1 e o l5 os discos estourarao e o liquido saiu sinto dores teriveis a companhia de seguros mim disse que tenho que operar e nao poderei trabalhar mais na construçao civil pois nao poderei fazer mais esforço fisico
    so que mandarao um perito na minha casa pra saber mesmo se e eu acidente de trabalho ou nao e pedirao pra mim ir pro sistema nacional de saude pois hernias nao sao acidentes de trabalho e so depois do relatorio do perito que saberao o que fazer com minha situaçao a companhia esta certa ou nao

    • AcidentesTrabalho

      ofs, as hénias são acidente de trabalho sim, desde que derivem de esforço decorrente da actividade laboral, porque a lei é muito clara e diz o seguinte: “Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro SECÇÃO II – Delimitação do acidente de trabalho Artigo 8.º – Conceito
      1 — É acidente de trabalho aquele que se verifique no local e no tempo de trabalho e produza directa ou indirectamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença de que resulte redução na capacidade de trabalho ou de ganho ou a morte.” por isso solicite junto da seguradora todos os exames, ficha clinica e boletim de alta médica e dirija-se ao tribunal de trabalho e comunique o acidente, deve de ter na sua posso todos os documentos que mencionei, faça cópias de tudo o que entregar no tribunal de trabalho. Peça na seguradora, isto por escrito, escrevendo “venho solicitar todos os exames, ficha clinica e boletim de alta médica de acordo com a Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro Artigo 36.º – Informação clínica ao sinistrado – O sinistrado tem direito a receber, em qualquer momento, a seu requerimento, cópia de todos os documentos respeitantes ao seu processo, designadamente o boletim de alta e os exames complementares de diagnóstico em poder da seguradora.” se essa lesão ocorreu no local de trabalho tem direito a ser tratado e ressarcido pela lesão sofrida, não fique à espera, tem doze meses para o fazer após alta clinica, mexa-se… se precisar de mais alguma informação contacte-me através do email: acidentes.trabalho@gmail.com

  225. ola pedro
    gostaria que me ajudasses, sofri um acidente detrabalho ha 5 anos e perdi um pe por queda de um ferro com mais de 6ton, o seguro me dá uma pensão vitalícia muito infima,e continuo a trabalhar, mas em outra função, queria saber se para além dessa pensão não tenho direito a mais nada, ate porque o ferro que me caio é um istrumento de trabalho q não foi inspencionado na altura. Sou de angola e as vossas leis são muito parecidas as nossas

  226. António Almeida

    incapacidade parcial temporária de 20% tem perda de salário mesmo cumprindo o horário na empresa

    • AcidentesTrabalho

      António Almeida, pelo que consta na lei não pode, deixo aqui o que diz a Lei e se o entidade lhe retirar algum valor ao salário deve participar às entidades competentes.
      “Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro
      Artigo 157.º – Condições especiais de trabalho
      2 — A retribuição devida ao trabalhador sinistrado por acidente de trabalho ou afectado por doença profissional ocupado em funções compatíveis tem por base a do dia do acidente, excepto se entretanto a retribuição da categoria correspondente tiver sido objecto de alteração, caso em que é esta a considerada.

      3 — A retribuição a que alude o número anterior nunca é inferior à devida pela capacidade restante.”

  227. ola. tive um acidente de trabalho a 12 anos fui operado a perna fiquei com 10% de incapacidade agora sofri outro na mesma perna terei direito a seguro da empresa actual ou tenho q recorrer a antiga seguradora?

  228. Boa noite.A minha questão é a seguinte:sofri um acidente de trabalho no qual resultou uma queimadora de 3ºgrua em 50% do dorso da mão esquerda e em que tive de realizar um ´´enxerto“ , gostaria de saber se terei direito a alguma indeminizaçao visto a minha mão ficar com uma grande cicatriz? Desde ja o meu muito obrigado pela atenção

    • Boa tarde Bruno

      Com certeza que terá uma indemnização se o médico ligado à seguradora lhe tiver dado baixa por n dias. Receberá com base no seu ordenado mensal e se a baixa ultrapassar os 30 dias receberá a quota-parte de subsídio natal e de férias.

      • Estou de baixa a quase 3 meses e tenho recebido todos os meses, mas a minha duvida é se terei direito a indemenização pelos danos causados pelo acidente.Obrigado

        • Bruno
          Que danos é que está a referir?

          • Bom dia…os danos a que me referi são:cicatriz em 50% do dorso da mão e dores ao fazer força para fechar a mão…Obrigado pela atenção

          • A seguradora irá assumir todos os custos médicos até ficar totalmente recuperado e continuará a pagar o seu ordenado enquanto estiver incapacitado.
            As melhoras!

          • Após ter alta do medico do seguro só terei direito a indemnização se tiver alguma percentagem de incapacidade ou posso ter também indemnização por outros motivos como por exemplo deficiência estetica (cicatriz no dorso da mão)? OBRIGADO

          • AcidentesTrabalho

            Bruno Silva, AS CICATRIZES FAZEM PARTE DA TNI, LEIA O QUE ESTÁ AQUI E DEIXO TAMBÉM O LINK PARA IR VER MAIS ALGUMA COISA SE ACHAR NECESSÁRIO
            http://www.inr.pt/bibliopac/diplomas/dl_341_93.htm

            Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças

            Profissionais

            DECRETO-LEI N.º 341/93,
            de 30 de Setembro

            CAPÍTULO II
            Dismorfias

            Alterações da superfície e da forma com repercussão na função e na estética.

            1 – Cicatrizes

            Nestas serão incluídas as alterações da superfície resultantes de acidentes ou consequência de acto cirúrgico necessário à cura ou à correcção de lesão preexistente de origem traumática.

            Destas destacam-se as cicatrizes resultantes de acidente, de acto operatório ou consequência de radiação que interferem decisivamente com o desempenho do posto de trabalho; sirva de exemplo os que exigem um bom visual: artistas de teatro, de cinema, de dança, relações públicas, etc., cujo aspecto não deve ser desagradável, e muito menos horripilante, no que respeita à parte do corpo exposta.

            De uma maneira geral deve ser privilegiada a função sobre a anatomia, pois que uma cicatriz retráctil, por exemplo, pode dar uma limitação da mobilidade articulada e, todavia, a articulação subjacente está intacta.

            Assim, além das cicatrizes ou deformações que já constam noutros capítulos com a incapacidade englobando já a devida à cicatriz e ao défice do aparelho ou sistema subjacente (deformações por adição ou salientes e deformações por subtração ou resultantes de perda de substância), casos há que à incapacidade do sistema ou aparelho é de adicionar a devida à cicatriz, conforme chamada em local próprio. Neste caso a adição faz-se segundo o princípio da capacidade restante.

            Os valores máximos de desvalorização são de atribuir quando as cicatrizes forem impeditivas do desempenho do posto de trabalho por razões de ordem estética e se o trabalhador não tiver idade nem aptidão para ser reconvertido profissionalmente.

            Quando a incapacidade por cicatriz for impeditiva ao desempenho do posto habitual de trabalho ou equivalente, adiciona-se à incapacidade do aparelho ou sistema subjacente o valor máximo da zona de variação atribuída à cicatriz.

            Sempre que a regra contida no parágrafo anterior não conste, de forma expressa, na Tabela e se a incapacidade por cicatriz for impeditiva do desempenho do posto de trabalho habitual, a incapacidade total será a resultante das somas pelo princípio da capacidade restante, e se o visual for factor inerente ao desempenho do posto de trabalho que ocupava ou equivalente, beneficiará da correcção pelo factor 1,5.

            1.1 – Crânio:

            1.1.1 – Cicatriz que produza deformação não corrigível por penteado…… 0,00-0,05

            1.1.2 – Calvície total por radiação ou por outra acção iatrogénica…… 0,02-0,10

            1.1.3 – Calvície total pós-traumática ou pós-cirúrgica 0,02-0,10

            1.1.4 – Escalpe:

            a) Escalpe parcial com superfície cicatricial viciosa 0,10-0,30

            b) Escalpe total com superfície cicatricial viciosa 0,31-0,40

            1.1.5 – Afundamento do crânio (v. «Neurologia», n.° 1.2).

            1.2 – Face.

            Nota – Sempre que o visual, a curta distância, for imprescindível ao desempenho do posto de trabalho, serão desvalorizadas as cicatrizes que sejam detectáveis a 50 cm de distância, por ser esta a que é normal numa situação de diálogo e num posto de relações públicas.

            1.2.1 – Cicatrizes pequenas viciosas e superficiais:

            a) Visíveis a 50 cm, quando o visual for essencial para o desempenho do posto de trabalho…… 0,01-0,05

            b) Idem, quando, para além do visual, por outras razões forem impeditivas do desempenho do posto de trabalho…… 0,06-0,10

            1.2.2 – Cicatrizes viciosas que atinjam as partes moles profundas:

            a) Pálpebras (v. «Oftalmologia», n.° 1.3).

            b) Nariz, deformação…… 0,05-0,10

            c) Lábios (v. «Estomatologia», n.° 1.1.3).

            d) Pavilhões auriculares (v. «Otorrinolaringologia», n.° 7.1).

            1.2.4 – Perda global ocular (v. «Oftalmologia», n.° 1.1).

            1.2.5 – Estenose nasal (v. «Otorrinolaringologia», n.° 1.2.1).

            1.2.6 – Perda ou deformação do pavilhão auricular (v. «Otorrinolaringologia», n.° 7.1).

            1.2.7 – Fractura ou perda de dentes (v. «Estomatologia», n.° 1.2.4.2).

            1.3 – Pescoço (cicatrizes não corrigíveis cirurgicamente):

            1.3.1 – Cicatriz que produza deformação ligeira…… 0,00-0,03

            1.3.2 – Torcicolo por cicatrizes ou por retracção muscular com inclinação lateral…… 0,04-0,06

            1.3.3 – Torcicolo por cicatrizes ou por retracção muscular com o queixo sobre o esterno ou sobre o ombro 0,30-0,40

            1.4 – Tronco:

            1.4.1 – Cicatrizes viciosas que produzam deformação apreciável…… 0,00-0,02

            1.4.2 – Idem, no sexo feminino (nas regiões usualmente expostas)…… 0,03-0,05

            1.4.3 – Ablação da glândula mamária na mulher:

            a) Unilateral…… 0,05-0,15

            b) Bilateral…… 0,16-0,40

            Nota – No homem v. n.° 1.4.1.

            1.4.4 – Perdas e alterações ósseas da parede da caixa torácica (v. «Aparelho locomotor», números 2.2, 2.3 e 2.4).

            1.4.5 – Dilaceração, deformação ou retracção dos músculos da cintura escapular e torácicos:

            a) Com perturbações funcionais num membro superior e na excursão torácica…… 0,10-0,20 0,08-0,15

            b) Com repercussões funcionais nos dois membros superiores e na excursão torácica…… 0,20-0,30

            1.4.6 – Rotura, desinserção ou deiscência dos rectos abdominais:

            a) Com correcção cirúrgica…… 0,00-0,08

            b) Sem correcção cirúrgica…… 0,10-0,15

            1.4.7 – Cicatrizes dolorosas objectiváveis pela contractura e alterações da sensibilidade…… 0,00-0,05

            1.5 – Cicatrizes distróficas:

            a) Cicatrizes atróficas ou apergaminhadas, independentemente da parte do corpo onde se localizem e se forem dolorosas ou facilmente ulceráveis 0,02-0,08

            b) Cicatrizes atróficas ou apergaminhadas e extensas:

            1) Entre 4,5% e 9% da superfície corporal 0,02-0,08

            2) Entre 9% e 18% da superfície corporal 0,08-0,12

            3) Mais de 18% da superfície corporal…… 0,12-0,16

            c) V. «Aparelho locomotor», n.° 15.1.1.

            Nota – Se estas cicatrizes impedirem definitivamente o desempenho do posto de trabalho, a IPP deve ser corrigida pelo factor 1,5.

          • Boa tarde!
            A companhia atribui-me uma incapacidade de 3% gostaria de saber o valor da indeminização o meu vencimento de recibo é de 1000 euros(ordenado mais premios) e a minha idade é de 30 anos.
            Muito obrigado

          • À partida 21 euros, pois as seguradoras fazem as contas a partir de 70% do ordenado.

    • Boas….Foi-me atribuido pelo tribunal de trabalho um IPP de 3% gostaria de saber como se calcula a indeminizaçao tendo um valor medio mensal de recibo de 1000 euros sendo o vencimento base de 720 euros e o restante premios?desde ja o meu muito obrigado

  229. Boa noite
    tive um acidente de trabalho em 1999 do qual resultou uma hernia discal L5/S1.
    Na altura não fui tratado convenientemente e resultou, passado +- 1 ano (2000), em operação devido a já não aguentar prisão e as dores nas pernas.
    Levou quase 2 anos para definissem a IPP que foi de 7%. Na altura (Março a Maio de 2002) aceitei a resolução no que fui informado que teria 10 anos para recorrer caso agravasse a situação.
    Há mais ou menos de 4/5 anos para cá que noto uma degradação na mobilidade e por vezes dores semelhantes ás que tinha, de manhã ao levantar. Banhos e por vezes Aspirinas ou ben-u-rons e pronto para o dia. Mas foi piorando e o recurso á revisão, por diversas razões, foi sempre adiada pelo que nunca recorri ou pedi revisão do meu caso pelo que até pensava que seria 10 anos a contar da data do acidente.
    Neste Inverno cheguei a ter dias em que não conseguia quase andar e, ao ver a minha condição física a degradar pelo que me desloquei ao Tribunal para saber do que poderia fazer no qual tive respostas múltiplas desde ” já não pode recorrer mas a seguradora tem de cobrir os tratamentos na integra…” ou “… o recurso/ já não tem prazo pode fazer quando quiser…”

    Venho então perguntar se me podem esclarecer na minha duvida de que se ainda vou a tempo de algo e qual será a melhor maneira de o fazer?
    O acidente de trabalho foi em Nov de 1999, a operação em Out de 2000 e a resolução do tribunal foi em Maio de 2002.

    • Caro Sr Russo

      Não sei responder com toda a certeza. Sugiro que contacte um advogado especializado em Direito do trabalho.

    • AcidentesTrabalho

      G. Russo de acordo com a Constituição da República Portuguesa no seu Artigo 59.º
      Direitos dos trabalhadores nº 1. Todos os trabalhadores, sem distinção de idade, sexo, raça, cidadania, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, têm direito:
      f) A assistência e justa reparação, quando vítimas de acidente de trabalho ou de doença profissional.
      Portanto recorra, porque tem esse direito, mencione esta artigo se necessário for, não menciona os 10 anos de acordo com CRP tal prazo não é aplicável…
      http://www.parlamento.pt/Legislacao/Paginas/ConstituicaoRepublicaPortuguesa.aspx

  230. Boa -noite senhor pedro obrigádo por me ter ajudado nesta minha duvida . É bom ter alguem que nus possa ajuda andava aqui pesquisando na net a ver se encontrava alguma solução ,encontrei o senhor apartir de hoje vou estar sempre atenta aos seus cumentarios sejam eles qual for é sempre bom estar enformado.Uma boa noite com os melhores cumprimentos.

  231. Boa noite senhor Pedro tive um acidente de trabalho a Seguradora fez um taco o relatório diz que tenho algumas hérnias discais na coluna ,alem disso tenho ardor e dor nus pulsos ele diz que é o Sindrome do Tunel do canal Carpio.Alem disso tenho uma tendinite no ombro direito com contraturas no trapézio direito ando fazendo fisioterapia encontrome com muitas dores passado 2 dias recebi uma carta de despedimento, a dizer que PASSADO 7 DIAS O MEU CONTRATO TERMINA TENDO EU UM CONTRATO A TEMPO INCERTO SE O SEGURO ME DER ALTA A QUEM ME DEVO DIRIGIR para me ajudarem neste meu problema muito grave o meu muito obrigado

    • Bom dia Noemia

      Foi despedida tendo contrato a tempo incerto? E estando de baixa pelo seguro? Sugiro que consulte um advogado ou dirija-se ao Tribunal de Trabalho.
      Em termos de seguro, a seguradora é obrigada a assumir as responsabilidades visto que teve a lesão enquanto trabalhava.

  232. Boa tarde Sr Pedro no mês de Novembro tive um acidente de trabalho, do qual resultou uma fractura trimaleolar fechada, fractura da tíbia e do peroneo. Fui operada e comecei a fazer fisioterapia com direito ao táxi, o meu pé ficou torto, e com uma flexão dorsal nos 0º, estou a usar uma palmilha ortopedia para corrigir a postura e o pé. Na ultima consulta o meu médico retirou-me o táxi e queria dar me alta apesar de eu ainda esta a coxear, a resposta dele é que são fibroses, vou continuar no seguro, fazer fisioterapia mas sem táxi e que na próxima consulta segundo ele irei ter alta . Gostaria de saber o que posso fazer em relação ao meu caso pois o meu trabalho é andar e assim não vou conseguir fazer o meu trabalho. Agradeço a sua resposta. Obrigado

    • Boa tarde Leila

      Se acontecer o que afirma, apresente uma reclamação por escrito à seguradora. Caso não tenha resposta, dirija-se ao tribunal de trabalho com todos os elementos comprovativos da sua situação clínica.

      • Muito obrigado pela resposta. E já agora mais uma pergunta posso fazer uma reclamação sem ter os exames em mão? É que nunca me foram dados, e quanto a situação do táxi não há nada a fazer? Obrigado

        • Leila

          È importante ter os exames em mão para fundamentar solidamente a sua reclamação. Se a reclamação for aceite, a questão do táxi deverá ficar resolvida.
          Se não for mesmo possível ter os exames em mão, exponha tudo muito pormenorizadamente. Indique datas e exames feitos.

        • AcidentesTrabalho

          Leila, antes de mais devo informa-la que pode e deve pedir fotocópia da sua ficha clínica e guardar todos os documentos da seguradora, está previsto na Lei e a seguradora não pode recusar-se a dar-lhe essa documentação. Em segundo lugar, vá pedir uma segunda opinião (não informe o que lhe foi dito pelo médico a seguradora, posso explicar-lhe porquê). Depois desse passo é que deve agir (se quiser também posso explicar porquê), existem seguradoras que quando vêm que as pessoas se mexem dificulta-lhe a vida, demorando na entrega de documentos, entre outras coisas. O meu email é acidentes.trabalho@gmail.com estou à sua disposição, para lhe facultar toda a informação que lhe possa vir a ser útil, a si ou a qualquer outra pessoa. Não se preocupem a informação é disponibilizada como esta aqui, gratuitamente e terei todo o gosto em ajudar no que puder

        • AcidentesTrabalho

          Leila é normal a seguradora alegar que só lhe dá essa documentação no final do processo, mas a lei diz o contrário está aqui a lei, caso lhe levanta problemas mencione este artigo da Lei n.º 98/2009 de 4 de Setembro
          SUBSECÇÃO II – Prestações em espécie
          36.º – Informação clínica ao sinistrado

          O sinistrado tem direito a receber, em qualquer momento, a seu requerimento, cópia de todos os documentos respeitantes ao seu processo, designadamente o boletim de alta e os exames complementares de diagnóstico em poder da seguradora.

          Se tiver algum tipo de questão ou se tiver problemas ou dúvidas em relação aos seus direitos mande-me um email, não se preocupe não incomodará, será um prazer ajudar. acidentes.trabalho@gmail.com este é o meu email estarei disponível para quem precisar

  233. Boa tarde, tive um acidente trabalho em 31.7.11 tive no seguro e nem exames me mandaram fazer, fiz fisioterapia mas continuem com dores ate me darem alta no dia 4.10.11. Voltei a trabalhar ate ter uma nova recaida devido a continuar com dores. Estou de baixa por acidente de trabalho e ate agora ninguem me resolveu nada. ja realizei uma ressonancia magnetica onde acusou rotura e inflamação no tendao do ombro e estou a espera de voltar para o seguro mas até agora nada, preciso de ajuda.

    • Boa tarde Maria

      Tem de reclamar na seguradora expondo o que foi feito e que não pode trabalhar devido ao seu estado de saúde. Se não tiver resposta ou esta for insatisfatória, dirija-se ao Tribunal de Trabalho.

      • Boas

        Reclamar a seguradora estou eu sempre a ligar para eles e enviar documentação sobre a minha recaída. O assunto também esta em tribunal do trabalho, visto que quando me deram alta deram me alta por incapacidade permanente parcial. Já fui a uma audiencia mas recorri por não aceitar a incapacidade que me foi dada. Em breve vou a junta medica pelo tribunal. Nem sei o k isto vai dar.

    • AcidentesTrabalho

      Maria, aconselho a pedir uma segunda opinião de um médico especialista, nunca diga o que lhe foi transmito pela médico da seguradora, lembro que tem um ano para ir apresentar queixa em tribunal (e este fecha de 15 de Julho a Setembro)na seguradora peça fotocópias da ficha clínica (aconselho vivamente a fazer isso). Se precisar de mais informação sobre legislação ou outra pode contactar-me no email acidentes.trabalho@gmail.com

  234. Eu que o diga seguros igual a bancos,são para ter lucros,não despesas … :sad:

  235. Bom dia!
    A minha mãe teve um acidente de trabalho e ficou com uma IPP de 19,5%.
    Já recebeu uma indemnização por esta incapacidade.
    Acontece que no último mês a entidade empregadora descontou-lhe 19,5% no salário bruto, alegando que o podia fazer.
    A minha dúvida é se em caso algum a entidade empregadora pode descontar no vencimento de uma pessoa com IPP.
    Pelo que já andei a ler Lei 98/2009 e Código do Trabalho não pode.
    Por favor, indique-me legislação para que a minha mãe possa confrontar a entidade patronal com argumentos legais.
    Obrigada pela atenção.
    Gabriela

  236. Olá
    Tive um acidente de trabalho em Maio de 2011 e fui operado em Agosto de 2011 e neste momento estou em fase de recuperação mas como sofri um arrancamento da cartilagem a recuperação ainda está numa fase atrasada, mas a seguradora neste momento disse ao médico que efectuou a operação que tem que dar-me alta.O que devo fazer?Nunca fui chamado ao médico da seguradora para ser avaliado.Gostaria de saber a sua opinião.
    Obrigado

  237. sim mas a seguradora esta a pagarme 338 euros sera possivel com um hordenado de 755euros

    • Ex.mo Sr Paulo Jorge

      Muitas empresas não asseguram o valor total dos ordenados, dessa forma a seguradora paga uma parte sendo a outra da responsabilidade do empregador. Para dar um exemplo se a entidade patronal segurou 60% do seu vencimento a entidade patronal paga os restante 40%, terá que saber isso para ver se está a receber o que devia. Isto é o que posso dizer, porque não tenho informação suficiente. Se puder ajudar em mais alguma informação pode enviar-me um email, tentarei ajudar no que puder. acidentes.trabalho@gmail.com

      • INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL
        Norma Regulamentar do Instituto de Seguros de Portugal n.º 1/2009-R

        CAPÍTULO V – Prestação principal do segurador
        Cláusula 23.ª Insuficiência da retribuição segura

        No caso de a retribuição declarada ser inferior à efectivamente paga,
        o tomador do seguro responde:
        a) Pela parte das indemnizações e pensões correspondente à diferença;
        b) Proporcionalmente pelas despesas de hospitalização, assistência
        clínica, transportes e estadas, despesas judiciais e de funeral, subsídios
        por morte, por situações de elevada incapacidade permanente e de
        readaptação, prestação suplementar por assistência de terceira pessoa e
        todas as demais despesas realizadas no interesse do sinistrado.

        Diário da República, 2.ª série — N.º 16
        — 23 de Janeiro de 2009

        http://dre.pt/pdf2sdip/2009/01/016000000/0344603452.pdf

      • Caro Paulo Jorge para esse efeito tera que junto do tribunal de trabalho da sua area expor a situação levando os seus recibos de ordenado,pois se a seguradora lhe estiver a pagar menos do que deveria o restante ira ser pago pela sua entidade patronal.De qualquer maneira a companhia faz calculos se tudo estiver bem sobre o seu ordenado vezes 14 meses mais o seu subsidio de alimentação de 22 dias vezes 11 meses pagando depois 70% sobre o montante de referencia

  238. sim eu sei mas eu axo que a seguradora me esta a enganar relativamente ao pagamento eu galho 755euros mensais quanto e que a compalhia me tem que pagar tendo tanbem 5.40 de subsidio de alimentaçao

  239. ola tive um acidente de trabalho e fui operado a coluna gostaria de saber o que a compalhia de seguros tem que me pagar

  240. Caro Pedro Monteiro, obrigado pela resposta, no entanto gostaria de saber qual a formula de calculo utilizada para o apuramento da indeminização. O factor idade tem influência no calculo? e que outros factores influenciam o montante da indeminização.
    Obrigado
    LMC

  241. Caro Pedro Monteiro,
    Gostaria de lhe colocar a seguinte questão relativamente a indemnizações.
    Sofri um acidente de trabalho em Janeiro de 2011, resultando uma IPP de 5%, segundo a companhia de seguros.
    À data do acidente tinha 35 anos e um rendimento mensal de 1200 euros.
    Agradecia que me indicasse qual a indeminização a que tenho direito.
    Obrigado.
    LMC

  242. Acidentes de Trabalho

    Sr Pedro Monteiro, a resposta que deu a Elisa Teodoro que hérnia dical estão excluidas de acidentes de trabalho só lhe digo o seguinte: Decreto-Lei 98/2009 – Artigo 8.º -Conceito
    1— É acidente de trabalho aquele que se verifique no local e no tempo de trabalho e produza directa ou indirectamente lesão corporal, perturbação funcional ou doença de que resulte redução na capacidade de trabalho ou de ganho ou a morte.
    Devo informá-lo que existem vitimas com este tipo de lesão que ganharam as causas em tribunal, por isso cuidado com as informações que dá, porque decerto que os juizes que deram razão a estas vitimas não violaram a Lei nem são malucos… OK?

    • Boa tarde

      Transcrevo resposta dada a Elisa Teodoro a 22 de Novembro de 2011 e que está publicado nos comentários:
      “Nos artigos mencionados ninguém escreveu que hérnias discais estariam excluídas. Só hérnias de saco formado é que estão excluídas.”

  243. Bom dia,

    Tive um acidente de trabalho do qual irei ficar com aproximadamente 30 % de Incapacidade Permanente Absoluta para o trabalho habitual.
    A minha duvida é:
    Sempre que procura na internet falam me em uma indemnização e uma pensao vitalicia qual a diferença? E ja agora recebendo eu por volta de 9000 euros/ano de quanto será esse valor?

    • Boa tarde Eduardo

      O Tribunal de Trabalho decidirá se recebe de uma só vez uma indemnização (pensão remida) ou se recebe uma pensão mensal vitalícia correspondente a 30% do seu ordenado mensal.
      O mesmo Tribunal é que decidirá os valores definitivos.

      • Bom dia,
        Com o devido respeito pelo trabalho do Exmo. Sr. Pedro Monteiro, indemnização e pensão são duas modalidades de prestações com fundamento diferente. Enquanto que a indemnização serve para reparar o sinistrado por uma incapacidade temporária, a pensão é uma compensação pela perda da capacidade de trabalho resultante do sinistro, ou seja, pela incapacidade permanente. Assim, não é pelo facto de poder ser remida que a pensão passa a ser indemnização.
        Cumprimentos.

  244. Antes demais quero agradecer a prontidão com que me respondeu mas intriga-me o facto de não valorizarem as protusões, quando as fisioterapeutas e o médico fisioterapeuta me disseram que a protusão é o caminho mais rápido para uma hérnia discal,eu não sei muito bem o que são as protusões

    • Olá Isabel, penso que a palavra é protrusão.
      O que é Protrusão discal

      ((O Dicionário Médico Ilustrado Dorland define a hérnia como sendo a protrusão anormal de um órgão ou outra estrutura do corpo através de um defeito ou uma abertura natural em um invólucro, cobertura, membrana, músculo ou osso. Portanto, toda hérnia é uma protrusão. Mas nem toda protrusão é uma hérnia.

      Para que se constitua em hérnia, a protrusão deve ir além da abertura natural do invólucro, cobertura, membrana, músculo ou osso; ou rompê-lo. Essa é a diferença entre protrusão discal e hérnia de disco. Na chamada protrusão discal, o disco não rompe o anel fibroso. Na hérnia discal ocorre ruptura do anel fibroso em volta do disco intervertebral, e projeção do disco além desse anel, saindo da cavidade que o contém, conforme mostrado na figura abaixo.))
      Espero que responda à sua questão.

  245. olá tive um acidente de trabalho a 10 de Outubro de 2011. A seguradora demorou 1 mês a autorizar uma TAC que teve como resultado protusões em L1, L2,L3, L4,L5, e que o médico diz não ser nada de especial. Estou em casa ja vai fazer 3 meses e continuo com dores, com falta de mobilidade e com dormência na perna esquerda. O meu trabalho requer muito esforço fisico uma vez que sou repositora num supermercado.Fui trnsferida para os serviços clinicos do Porto e vou amanhã á consulta. È a primeira vez que estou acidentada e não sei muito bem como lidar com a situação. Podem ajudar-me? Já me disseram que os médicos das seguradora são terriveis.

    • Boa tarde Isabel

      Não há que ter qualquer tipo de receio. Se os exames indicam um problema, o médico irá actuar em conformidade, mesmo estando ligado a uma seguradora.
      É como ir ao médico do Centro de Saúde ou do Hospital.
      Relaxe, tenha calma e as melhoras.
      Bom Ano!
      Pedro Monteiro

    • Aidentes de trabalho

      Olá Isabel tenho más noticias para si. Hérnia discal é muito complicada e dolorosa, como já deve ter percebido, não pode fazer esforço fisico, definitivamente, e até na sua vida do dia a dia pode ter problemas tais como passar a ferro ou mudar lençóis da cama. Adicione no facebock a página acidentes de trabalho que lá irei por o que tem que saber sobre o seu problema, e o que tem pela frente

      • boa noite,ganhei uma hernia discal na vertebra l5 s1 devido ao meu trabalho que é muito pesado,tive de baixa do seguro por 2 periodos e retornei ao trabalho com incapacidade de 30%, o medico da seguradora disse q o meu caso é operaçao mas a seguradora nao cobre,disse que é doença profissionale nao acidente.o que posso fazer?obrigado

        • Boa tarde Alexandro

          Com que base é que disseram que a sua lesão é derivada de doença profissional? Doenças profissionais estão excluídas do seguro de acidentes de trabalho.
          Peça parecer médico independente.
          Caso não consiga com que a seguradora assuma, pode recorrer ao Tribual de Trabalho. Mas antes peça cópia dos exames e relatórios por carta registada com aviso de recepção.
          Cumprimentos

  246. Olá Pedro, antes de mais gostaria de agradecer o facto da sua disponiblidade para a informação.
    Tive um acidente de trabalho de viação do qual sofri uma lesão no braço esquerdo, o IML do porto já me atribuio 5.95% de incapacidade vou agora a tribunal de trabalho, a minha questão é a seguite, na altura do acidente tinha 39 anos a indemenização é paga até a idade da reforma ou é pela esperança media de vida ?
    Desde já obrigado !!!

    • Caro Paulo

      A indemnização é determinada pelo Tribunal de Trabalho e pode ser paga de forma vitalícia ou remida (de uma só vez). Depende da decisão do Tribunal após análise de todos os factos.
      Desconheço como é que o Tribunal calcula indemnizações remidas. Talvez pela esperança média de vida.
      Peço desculpa se não o ajudei como pretendia.
      Cumprimentos
      Pedro

  247. A hérnia discal, está contemplada não só nos acidentes de trabalho como na tabela de doenças profissionais. A hernia discal está excluída dos seguros pessoais entretanto já me informei e devo dizer que muitas mentiras se dizem para ilibar as seguradoras. Recidiva (agravamento) também faz parte da tabela de incapacidades, quem diz o contrário mente. Pelo sim pelo não adicionem esta página do facebook pode ajudar.
    https://www.facebook.com/?ref=tn_tnmn (Acidentes de Trabalho)
    Ao longo dos anos aprendi que nem tudo o que nos dizem é verdade, são apenas interpretações que fazem da lei, aqui nesta página podem ver o que está escrito no decreto-lei e o que não estiver disponível peçam que vos é facultado rapidamente

    • Nos artigos mencionados ninguém escreveu que hérnias discais estariam excluídas. Só hérnias de saco formado é que estão excluídas.

    • Olá achei este blog e me interessei bastante com o comentário da Elisa Teodoro. Em janeiro de 2010, assim que entrei no trabalho tive uma queda(trabalho na funão pública) e não tive orientação nenhuma pra registrar esse episódio como acidente de trabalho por parte da minha Coordenadora. Com o passar dos dias comecei a sentir dores na região lombar, como não entendia nada de problemas de coluna, pensva que era rins…Com o aumento das dores fui obrigada a ir no médico do Trabalho o qual me pediu uma TAC e constatou que eu estava com uma ESPONDILOSE, me receitou remédios pras dores e só, com o passar do tempo, depois de muitas idas as urgências por causa das dores, fui a um ortopedista que me pediu uma ressônancia e que mostrou que já era uma Hérnia Discal…Trabalho no arquivo clínico do Hospital, onde por 2 anos seguidos fazia sempre as mesmas funções repetitivas de arquivamento de processos pesados, coleta dos mesmos processos nosa setores das consultas e mesmo relatando meu problema ao médico de trabalho nada foi feito para ajudar-me. Eu queria saber se eu tenho algum direito de reclamar , de pedir uma recolocação em outro setor de trabalho, menos pesado, pra não agravar mais ainda meu problema???

      • Adriana Vieira, desculpe só agora reparei no seu comentário, mas existe muita coisa que pode fazer em relação ao seu problema, a mudança de local é uma delas, mas existem outras que não deve de todo, descurar, a hérnia discal e causada por um esforço ou por queda. A espondiolose é doença degenerativa, não inflamatória, das vértebras, já a hérnia discal significa projeção ou saída através de uma fissura ou orifício, de uma estrutura contida. O disco intervertebral é a estrutura cartilaginosa que fica entre uma vértebra e outra da coluna vertebral. Ele é composto de uma parte central, chamada núcleo pulposo ou liquido viscoso, de uma parte periférica composta de tecido cartilaginoso chamado anel fibroso e de uma parte superior e inferior chamado placa terminal. Portanto, a hérnia de disco é a saída do liquido pulposo através de uma fissura do seu anel fibroso.

        A extrusão do núcleo pulposo pode provocar uma compressão nas raízes nervosas correspondentes a hernia de disco ou a protrusão. Esta compressão poderá causar os mais diversos sintomas.

        Pode visitar este site e ver mais informação sobre a lesão
        http://www.manualmerck.net/?id=95&cn=894

        Se precisar de algum esclarecimento pode contactar-me pelo email acidentes.trabalhos@gmail.com

        Um abraço e as suas melhoras

  248. ola pedro..tive um acidente de trab no qual tive uma lesao no menisco interior no qual foi removido na operacao e a cartilagem da rotula rasgada,ando a fazer fisio.gostava de saber se tenho direito a alguma indemenizacao? obrigado

    • Caro Amadeu

      Em Portugal, está coberto. No Brasil não sei, visto que trabalho em Portugal.
      Contacte um agente de seguros no Brasil e será ajudado na certa.
      Abraço!
      Pedro

      • eu tb to em portugal..eu gostava de saber se tenho direito a uma indemenizacao ou nao pq algumas pessoas dizem q nao e outras q sim.. neste momento pagam me o 70% do ordenado..

        • Amadeu

          Como já está a receber 70% do seu ordenado devido à sua incapacidade temporária, não recebe indemnização. Agora se a Junta Médica e o Tribunal de Trabalho decretarem incapacidade permanente poderá receber uma pensão correspondente a essa incapacidade (em %) ou então uma indemnização remida (pela totalidade).

  249. Tive um acidente de trabalho em março de 2010, do trbalho fui para o curry cabral onde o medico que me viu disse que tinha fraturado um disco, ligei para o trbalho e mandaram para o seguro, fiz medicaçao e fisioterapia e fiquei pior,consultei um neurocirurgiao ca fora que me disse que tinha de ser operada, o neurocirurgiao do seguro diz que é degenerativo e que deveria fazer infiltraçoes mas que o seguro não compartcipava, estou a 5 meses sem receber de lado nenhum, o processo esta no tribunal( pois tenho uma incapacidade permanante parcial),mas esta a demorar muito tempo e ja nao tenho dinheiro para nada e tenho 2 crianças pequenas

  250. ola.a minha i.p.p final ficou em 20%.como se faz o calculo .a remiçao e obrigatoria?o meu rendimento anual e de 15.000 euros anuais iliquidos.obrigado

  251. PEDRO PEÇO DESCULPA MAS NAO DISSE A I.P.P E DE 20,342%.OBRIGADO

  252. OLA.ESTIVE A LER O TEU COMENTARIO.TAMBEM TIVE UM ACIDENTE DE TRABALHO EM 2009 E FUI OPERADO 2 VEZES A CULUNA A UMA HERNIA DISCAL L3L4.ESTIVE 20 MESES PELO SEGURO.TIVE ALTA DEFINITIVA EM 14-02- 2011.JA RECEBI A CARTA PARA IR AO INSTITUTO DE MEDECINA LEGAL A FIM DE REALIZAR EXAMES .QUEM ME NOTOFICOU FOI O TRIBUNAL DO TRABALHO E O MINISTERIO PUBLICO.GOSTAVA DE TIRAR ALGUMAS DUVIDAS CONTIGO .OBRIGADO.

  253. Agradeço a informação, estou em tribunal com uma companhia de seguros (por causa de um acidente de trabalho) que não reconheceu a minha lesão definitiva absoluta para o trabalho habitual,já foi condenada 2 x, mas o grave da situação é que não comunicou ás instancias, como determina a lei-num prazo de um ano e nada aconteceu á companhia de seguros. Eu é que tenho andado á 8 anos numa luta continua para que se faça justiça.
    Este comentário vem no sentido de alertar e também tentar que alguém explique, para os desprevenidos como eu, o que devem fazer em caso de acidente de trabalho e as seguradoras não comuniquem a quem de direito? o que pode o acidentado fazer? qual o prazo para reclamação? que procedimentos? como podem saber se a seguradora comunicou o acidente? o que fazer para exigir informação sobre lesões que nos omitem oa médicos da seguradora?
    já agora informo a todos que, as seguradoras inventam desculpas para nos negar tratamento e omitem aos acidentados lesões graves como é o caso de que padeço (hérnia discal)- tenho provas do que digo- portanto a mim disseram que era um problema genético, a outra pessoa que encontrei no tribunal disseram ser uma lesão por ser gorda (a título de informação eu tinha 50 kg quando tive o acidente, magra para a minha estatura)nenhuma destas desculpas é verdadeira, cuidado pessoal porque uma hérnia não aparece por estarmos sentados mas sim por um esforço. Não caiam no mesmo erro que eu e desconfiem e previnam-se contra estas situações.

  254. Cara Elisa

    Lamento a situação vivida. Não posso pronunciar sobre o sinistro porque já está em Tribunal de Trabalho e seria necessário ter todos os elementos para poder ajuizar. Contudo, hérnias estão excluídas do seguro de Acidentes de Trabalho como pode ver no artigo que escrevi sobre o seguro de Acidentes de Trabalho.
    Pode também ler o Decreto Lei 98/2009 que regulamenta o seguro de Acidentes de Trabalho

  255. OLA.EU TIVE UM ACIDENTE DE TRABALHO QUE RESULTOU UMA HERNIA DISCAL AGUDA,E A SEGURADORA NUNCA SE RECUSOU A TRATAR-ME.FUI OPERADO 2 VEZES.A PRIMEIRA EM 6 DE OUTUBRO DE 2009 E SEGUNDA EM 17 DE SETEMBRO DE 2010,DEVIDO A UMA RECAIDA DO MESMO ACIDENTE.TIVE ALTA DEFINITIVA EM 14-02 2011.A PARTIR DESSA DATA O MEDICO DISSE QUE EU JA ESTAVA COM IPP.JA RECEBI A CARTA DO TRIBUNAL DO TRABALHO E DO MINISTERIO PUBLICO PARA FAZES EXAMES NO IML DO PORTO.NA CARTA VEM ESCRITO FASE CONCILIAÇAO.O MEDICO DISSE QUE EU IA SER INDEMENIZADO PELA SEGURADORA.OBRIGADO.SE FOR POSSIVEL GOSTARIA DE FALAR CONSIGO PARA TIRAR DUVIDAS.ABRAÇO

  256. Caro João Paulo

    No artigo referido não refiro hérnias discais. Falo em hérnias de saco formado.
    Pode contactar-me via email pedro.monteiro@accive.com
    Estou ao seu dispor.
    Cumprimentos
    Pedro

  257. ola. o meu marido tambem teve um acidente de trabalho e foi operado a uma hernia discal.esta pelo seguro á 16 meses e ficou com escoliose e uma fibrose . anda a ser seguido pelo medico da dor.ja foi a medicina legal mas como ainda nao teve alta nao poderam avalia-lo.

  258. Aidentes de trabalho

    caro João Paulo não são de facto boas noticias, não lhe vou mentir, porque também não gostei que o tivessem feito comigo, estudo desde 2002, o que é, quais as consequências, tratamentos, tudo o que existe sobre a matéria, por achar que merecemos a verdade, criei uma página no facebock para ajudar sobre questões legais, mas depois de ver aqui tanta gente que está com este problema decidi acrescentar matéria sobre o hérnias discais. Deixo aqui um endereço onde pode saber mais sobre a matéria, espero que ajude. http://www.manualmerck.net/?id=95&cn=894&ss=h%E9rnia%20discal

  259. OLA PEDRO.GOSTARIA DE SABER COMO SE FAZ O CALCULO DE UMA INDEMENIZAÇAO EM ACIDENTE DE TRABALHO.O MEU VENCIMANTO BASE E DE 750E MAIS 75 EUROS DE PREMIO DE ASSIDUIDADE MAIS 160 EUROS DE AJUDAS DE CUSTOS E 4,80 DE SUBESIDIO DE ALIMENTAÇAO.TODOS ESTES VALORES SA DE CARATER DE REGULARIDADE.OBRIGADO ABRAÇO.

  260. João

    Não o posso fazer, porque é sempre o Tribunal de Trabalho que o faz. Vários factores influenciam o valor da pensão: se é remida (paga de uma só vez), se é paga ao longo da vida, se é necessário alguma prestação suplementar de apoio familiar ou 3ª pessoa, subsidio de readaptação da habitação.
    Leia os artigos 71 a 77 da Lei de Acidentes de Trabalho. Fica a entender melhor como funciona.

  261. Pedro

    Tem sempre muita gente a pedir ajuda no calculo da ind.sei que so tribunal sabe.

    No, entanto, existe umm simulador de acidente trabalho que informa quase 100%.

    No Google escreve-se SIMULADOR ACIDENTES TRABALHO despois é so preencher o que é pedido

    Verifique e diga alguma coisa

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