Cuidados a ter ao contratar seguro de vida para o crédito habitação

Muitos de nós temos um crédito habitação contratado junto de bancos. Para obter o crédito, é necessário contratar seguro de vida e seguro multirisco (só edificio) para a habitação.

Poderá fazê-lo junto do Banco ou então recorrer a mediadores e/ou seguradoras. Os bancos costumam “exigir” a contratação dos seguros para baixar o spread. Desde que não esteja escrito no contrato com o Banco que você tem que os contratar no Banco, pode procurar a melhor solução para si e sua carteira. Sobre este assunto, leia um artigo que publiquei anteriormente.

Analise bem as coberturas contratadas. Contrate com Invalidez Total e Permanente – é uma Invalidez que lhe retira a possibilidade de poder produzir e ganhar o seu ordenado. Ela é determinada em junta médica com base em percentagens (mínimo 66%) de Tabelas de Incapacidade. Existe Invalidez Absoluta e Definitiva (100%) em que necessita de uma terceira pessoa para satisfazer as necessidades mais básicas. Não fique só por esta invalidez.

Existem seguros de vida com Invalidez Total e Permanente igual ou acima dos 70%. É mais barato, mas exclui incapacidades de 66% a 69% e ainda são bastantes. Não subscreva este seguro.

Subscreva com Invalidez Total e Permanente a 66%.

Leia as exclusões e cuidado com os seguros com excluem Morte ou Invalidez decorrentes da actividade profissional – O Santander tem um seguro de vida nestes moldes. Neste seguro, Invalidez decorrente do exercício da actividade profissional está excluído.

Pode contratar um seguro de vida por um capital superior ao exigido pelo Banco. Exemplo:

  • Tem um capital em dívida de 100.000
  • Decide contratar um seguro de 200.000

Em caso de Invalidez, o Banco recebe o montante do capital em dívida e o remanescente vai para a Pessoa Segura; em caso de morte vai para os herdeiros.

Imagine o seguinte cenário:

  • Casal
  • Os capitais são 100.000
  • Um dos cônjuges morre ou fica inválido

Aqui a seguradora paga ao Banco o capital em dívida e o remanescente à pessoa segura ou herdeiros. Se o valor em dívida à data do acidente era de 90.000, este capital vai para o Banco e os restantes 10.000 vão para os herdeiros ou ao cônjuge inválido.

Se o casal faleceu ou ficou inválido ao mesmo tempo, a seguradora paga os 90.000 ao Banco, mas irá pagar 110.000 (100.000 + 10.000) aos herdeiros ou ao casal.

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Cordiais Saudações

Pedro Monteiro

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415 Comentários

  1. Boa tarde.

    Tenho a seguinte questão, para as pessoas que vivem em união de facto e têm crédito habitação em conjunto, em caso de morte de uma das pessoas seguradas quem são os beneficiários além do Banco? e assumindo que o capital em divída fica liquidado, quem passa a ser o proprietário da habitação?
    Obrigado.

  2. Boa noite!
    Gostaria de saber se no site existem algumas minutas que nos ajude a elaborar por escrito o pedido junto de entidades, que no meu caso pessoal tem a ver com o facto de accionar o seguro de vida uma vez que, está em causa uma incapacidade de 80%.
    Agradeço a atenção prestada.

    • Cara Carla

      Não temos minutas. Escreva algo como:

      Exmos Senhores

      Venho, por este meio, accionar a apolice XYZ contratada junto de vós a xx-xx-xx.
      Descreva o sinistro – o que aconteceu

      Anexo cópia da apolice, atestado multiusos, relatórios medicos e exames.
      Segue contacto: 999999999 – Nome

      Com os melhores cumprimentos
      Nome do tomador do seguro ou representante legal

  3. Boa tarde
    Desejava saber se o meu marido pode activar o seguro de vida de invalidez absoluta definitiva com 92% de incapacidade difinitiva e na maior parte do tempo tem que depender de uma pessoa para tudo, não pedi apoio de 3ª pessoa pois tenho familiares que me apoiam.

  4. Caro Sr. Pedro Monteiro.
    A minha mulher tem um empréstimo de uma residência que infelizmente está numa fase que nos levou Há insolvência, devido a não poder cumprir, estando no fase terminal do process, no entanto ela no ano passado teve 2 episódios graves de saúde e tinha seguro de vida do empréstimo. Já tem o certificado de invalidez de 76%. o seguro vencia em 24-9-2013 e foi anulado em29-11-2013.
    O atestado multiusos faz referencia que apesar de ser decretado já em 2014 o processo aconteceu em 2013.
    Terei direito a acionar o seguro.
    Agradeço orientação de como fazer. Já agora o seguro é do BES.
    Aguardo resposta URGENTE.
    Muito obrigado.

  5. Bom dia Sr. Pedro Monteiro,
    Devido ao meu habito de investigação me deparei com este bloco muito interessante. Devo-lhe dizer que tenho uma situação semelhante a muitos já aqui expostos e respondidas por si. A minha duvida é a seguinte: Pretendo comprar um apartamento e neste preciso momento foi feita a simulação do credito e estou no processo de celebração do contracto de promessa de compra e venda que terá validade de 3 meses. No entanto o pedido de credito foi aceite pelo banco. Gostaria de saber qual seria a melhor opção de seguro e seguradora para tal fim? Obrigado pela sua disponibilidade.

  6. Olá Boa tarde
    Mediante alguns testemunhos que li, gostei da forma como esclarece as perguntas efetuadas.
    A minha questão é a seguinte sou portadora de Esclerose múltipla com diagnóstico recente, estou então a tratar do atestado multiusos, gostaria de saber se em relação ao crédito de habitação, terei beneficios, ou tudo depende do grau de incapacidade, que me for concedido? E em relação também a outros beneficios gostaria que me informasse.
    Agradeço desde já a sua atenção e inteira disponibilidade.
    Maria Luísa

  7. Ola Boa Tarde , é um prazer ver as ajudas no seu bloog .A minha questão é a seguinte . A instituição bancária pode anular seguros de vida sem pedido dos benefeciarios ? O meu muito obrigado.

  8. Boa Tarde Sr. Pedro Monteiro

    A minha questão é a seguinte : tenho um crédito à habitação,
    o valor do imóvel neste momento é de 110 mil Euros;
    devo ao banco neste momento 50 mil Euros;
    o empréstimo foi no valor de 75 mil Euros;
    se neste momento devo ao banco 50.000 Euros, e, o imóvel vale mais do que pedi emprestado, porque motivo continuo a pagar o seguro se o mesmo imóvel vale mais do que devo, e, o banco tem a hipoteca como segurança ? .

    O meu muito Obrigado pela atenção .

  9. Olá, Bom dia Sr. Pedro,

    Já coloquei aqui neste blog em tempos 2 questões às quais me respondeu e que foram muito uteis. Entrentanto relativamente a um seguro de vida que foi feito ao meu pai por um credito ao consumo a seguradora diz que nao reembolsa nenhum valor do premio porque o mesmo foi prémio unico e nao em prestações. É mesmo assim? Nota; Nós liquidamos a divida toda ao banco e só depois accionamos o seguro. Muito obrigada mais uma vez!

  10. José João Domingos

    Bom dia eu fiz um seguro de vida de invalidez total e permanente de 15,000.00€ na Companhia de Seguros Santander Totta que era onde fiz o empréstimo fiz este seguro em Junho de 2004 no balcão onde fiz o empréstimo a Senho deu-me as informações do Seguro que eu ia contratar dizia invalidez total e permanente sem qualquer valores de incapacidade , eu em novembro de 2004 recebi as condições contratuais que tinha que ter uma incapacidade de 75% da tabela de incapacidades eu fui ao banco dizer que descordava a Senhora disse se descorda pode fazer seguro fora do Banco mas o spread aumenta bastante e eu deixei ficar , eu tive um acidenta queda em casa em 02-09-2006 onde fraturei a coluna fui operado tenho próteses , mandei toda a documentação relatórios médicos, relatório da tabela nacional de incapacidades que deu-me 60% , eu em 2009 fique reformado e tive uma reunião na seda da Seguradora e levei a prova da reforma e eles disseram que tem que ter no mínimo 75% e não trabalhar em nenhuma profissão , eu não concorda visto eu ter contratado um Seguro de invalidez total e permanente , e não absoluta e definitiva ,eu já entreguei o caso ao meu advogado que já deu entrada em Tribunal , fico aguar uma resposta da vossa parte obrigado .

  11. Antes de mais um bem-haja pela sua disponibilidade para ajudar as pessoas no esclarecimento das suas dúvidas.
    A minha questão é a seguinte: em 1997 contraí um crédito á habitação e o respetivo seguro de vida. Em 2005, liquidei o empréstimo e sessou assim também o seguro de vida. Não tenho direito ao aquele seguro? Quando e como poderei reclamá-lo?
    Obrigado. Cumprimentos

    • Boa tarde Raquel

      O seguro de vida para o crédito habitação visa cobrir apenas o risco de morte ou invalidez. Não tem nenhuma componente de poupança, logo não tem direito a quaisquer valores no final da vigência do contrato de seguro.

  12. Antes de mais os meus parabéns pelo verdadeiro “serviço público” que presta.
    A minha questão é a seguinte:
    Tinha um crédito à habitação e o respetivo seguro vida para os dois cônjuges. Em 2005 liquidei o crédito cessando, portanto, o compromisso dos respetivos seguros vida. Quando é que há lugar ao ressarcimento do seguro? é que, até à data, não fomos informados de nada que tenha a ver com estes seguros.
    Agradeço o esclarecimento e a atenção.

    • Cara Maria

      Não tem direito a qualquer ressarcimento do seguro porque o valor que pagou por ele serviu para cobrir o capital em divida por morte ou invalidez das pessoas seguras durante a vigência do crédito.

  13. Boa Tarde

    O meu caso é bastante complicado e necessito de uma orientação, que desde já agradeço.
    Temos um crédito habitação no millenium BCP, por dificuldades económicas deixamos de pagar o crédito e, consequentemente, o seguro associado (ocidental que pertencia ao banco) e uma parte na Fidelidade ( de um reforço que fizemos).
    No sentido de reaver a casa fizemos um plano PER que foi aprovado, está neste momento regularizado(beneficiamos de carência de capital até março de 2016.
    Desde julho o meu marido tem atestado de incapacidade de 60% ( problema oncológico).
    Então tenho algumas questões:
    - Podemos solicitar ao banco algum regime especial?
    - Quanto aos seguros, que poderei fazer?, sendo que o da fidelidade foi pago até dezembro de 2013 mas o da ocidental deve ter caducado….
    -Poderei fazer seguro de vida com o meu marido nestas condições? ( embora esteja a recuperar bem)
    - quais as vantagens na compra de casa? pois pensei vender a nossa e readquirir outra….

    Peço desculpa por tantas questões…mas estou realmente perdida…

    Muito obrigada

    • Boa tarde Amélia Lobo

      O seu comentário, como o de todos fica sempre em moderação, porque recebo muito SPAM. Peço desculpa por não responder mais cedo.

      Como o seu marido tem um grau de incapacidade de 60%, pode pedir ao Banco para passar o crédito paa o regime de deficiente.

      “As pessoas portadoras de deficiência, com um grau de incapacidade superior a 60%, podem celebrar contratos para a aquisição ou construção de habitação própria nas mesmas condições estabelecidas para os trabalhadores de instituições de crédito (conforme previsto no Decreto-Lei n.º 43/76, de 20 de janeiro e no Decreto-Lei n.º 230/80, de 16 de julho).
      As referidas condições estão previstas na Secção V do Acordo Coletivo de Trabalho Vertical para o Sector Bancário (ACTV).
      O Decreto-Lei n.º 202/96, de 23 de outubro, estabelece o regime de avaliação de incapacidade das pessoas com deficiência para efeitos de acesso ao regime acima previsto.
      Contudo, a celebração de contratos ao abrigo deste regime especial depende de acordo nesse sentido, entre a instituição de crédito e o cliente.”

      Mais informação em:
      http://clientebancario.bportugal.pt/pt-pt/produtosbancarios/creditoahabitacao/principaiselementos/regimesch/Paginas/default.aspx

      Face ao problema do seu marido, vai ser extraordinariamente dificil fazer um seguro de vida que o cubra. Os Bancos exigem as coberturas de Morte e Invalidez.

  14. Muito boa tarde,
    Este blog é muito importante, pois existem sempre informações que não conhecemos e com este meio, consegue-se informações que nos ajude a ver, concretizar e pensar.
    Depois de um acidente de trabalho,fiquei com uma IPATH, com IPP de 10%. Fiquei a trabalhar na mesma empresa mas foram-me atribuidas outras funções. Estava a pensar adquirir um imóvel. Terei possibilidades de pedir crédito para deficientes!?
    Tenho de ter um comprovativo desta incapacidade ?? porque não tenho. Recebo a pensão da companhia de seguro e não tenho comprovativo da minha incapacidade.
    Agradeço desde já a atenção.
    Cumprimentos
    Madalena

    • Boa tarde Madalena

      Segundo o site do Banco de Portugal, não pode, pois:
      “As pessoas portadoras de deficiência, com um grau de incapacidade superior a 60%, podem celebrar contratos para a aquisição ou construção de habitação própria nas mesmas condições estabelecidas para os trabalhadores de instituições de crédito (conforme previsto no Decreto-Lei n.º 43/76, de 20 de janeiro e no Decreto-Lei n.º 230/80, de 16 de julho).”
      Fonte:http://clientebancario.bportugal.pt/pt-pt/produtosbancarios/creditoahabitacao/principaiselementos/regimesch/Paginas/default.aspx

      Teria que ter um atestado multiusos com graud de invalidez igual ou superior a 60%.
      Mas também não pode omitir a sua incapacidade, pois seria considerado falsas declarações com consequências desagradáveis em caso de sinistro.
      Contacte o seu Banco para mais pormenores.
      Em termos de seguro o que pode acontecer é agravarem o premio ou excluírem as coberturas para o problema de saúde em questão.

  15. Boa tarde,

    Desde já agradeço pela criação deste blog tao útil.
    Tenho crédito habitação no santander. Acontece que no passado mês de Março, o meu companheiro faleceu, e entreguei toda a documentação para acionar o seguro, feito no Santander Seguros.
    A resolução foi rápida, e num prazo de mês e meio a contar do dia da entrega de toda a documentação, a seguradora depositou o valor do crédito em dívida do multifunções, que foi logo retirado pelo banco, e o valor em falta do crédito habitação. chamaram-me ao balcão, para que assinasse um documento a autorizar a transferência do valor em dívida da casa.
    Hoje recebi uma chamada do banco, a informar-se que para finalizarem o processo, teria que depositar na conta (que será fechada, visto o meu companheiro ser um dos titulares), o valor de €500!
    Pergunto, não estou isenta de comissão por reembolso antecipado, por morte de um dos titulares? Além desta comissão, o banco pode cobrar mais algum valor nesta situação?
    Obrigado

  16. Exmo. Senhor
    Pedro Monteiro

    O meu marido está reformado por invalidez permanente com uma percentagem de 87%. Fizemos um seguro de vida referente ao crédito de habitação, cobrindo este situação de falecimento e invalidez. Sendo reformado em julho do corrente, o delegado de saúde mencionou no relatório médico definitivo, que a reforma tem efeitos a partir de 1 de janeiro de 2012. A minha pergunta é: relativamente ao seguro, este tem efeitos retroativos desde 2012 para cá, ou só produz efeitos, a parir da data em que o meu marido foi reformado? O seguro deixa de ser pago e, obviamente o crédito habitação, desde a data da reforma, ou o seguro é que define o términus? Obrigado pela sua ajuda.
    Cumprimentos,
    Teresa Teixeira

    • Boa tarde Teresa

      O seguro tem os seus efeitos a partir da data em que o mesmo teve inicio.
      Não há cobertura retroactiva.

      • Bom dia Teresa Teixeira,
        antes de mais peço desculpa por estar a intrometer-me, mas a invalidez do seu marido foi atestada em 2012, e apenas passou a reformado por invalidez em 2014?
        Faço esta questão, porque tive uma situação similar com o meu pai, e eventualmente posso prestar-lhe algumas informações adicionais.
        Caso esteja interessada envie-me um email rebelo.anacordeiro@gmail.com.
        Atentamente,
        Ana Rebelo

  17. Tenho um seguro de habitação normal do credito, acontece que tenho tido nas paredes de uma casa de banho tudo empolado, chamei um picheleiro e ele disse que pode ser um cano roto por traz da banheira e que devia acionar o seguro. Mas tenho receio porque algumas pessoas conhecidas me dizem que o seguro vai aumentar. Minha duvida é: devo ou não acionar o seguro, ou ele vai ser aumentado mesmo. Obrigado.

  18. Boa tarde Sr. Pedro Monteiro.
    A situação em que eu me encontro é um pouco caricata. O meu pai tinha uma hipoteca, um credinveste e um reforço no banco millennium bcp. Devido a uma doença oncológica teve a avaliação de 88% de invalidez (concedida a fevereiro de 2013) a qual foi entregue no banco para activação do seguro mas após um mês o meu pai faleceu. A minha mãe sendo cabeça de casal de herança procedeu a entrega de todos os documentos necessários e pedidos pelo banco para a activação do seguro de vida e congelamento de conta ate receber a resposta devida pela seguradora Ocidental. Mas ate ao dia decorrente a conta não foi congelada e o banco diz que estamos em divida porque não procedemos ao pagamento das prestações. E agora estao a colocar o imovel para execução e tanto o banco como a seguradora não entraram em contacto com a cabeça de herança de casal nem com os herdeiros. E o pior é que o imovel encontra-se em execução mas em nome do falecido. Poderia dar me alguma ajuda para eu saber qual é a melhor maneira que devo proceder?
    Agradecidamente,
    Joana

    • Cara Joana

      Se entregou toda a documentação – certidão de habilitação de herdeiros e certidão de obito – a seguradora tem que lhe dar resposta.
      Eu sugiro que obtenha aconselhamento legal. Se morar na zona norte, posso indicar um advogado com quem tenho parceria. Envie mensagem privada para sitedosseguros@gmail.com caso interesse

  19. Boa tarde,

    Em novembro subscrevi um PPR no Bes Vida. Com a atual crise do Grupo Espírito Santo, recomenda o resgate antecipado do mesmo, ainda que com penalização e perda de juros.

    Obrigado,

    Francisco

  20. Boa tarde pedro,o meu pai faleceu em abril e ele e q minha mae tinham um credito habitacao e um seguro de vida associado. Depois de toda a confusao entre hospital e seguradora ja consegui reunir todos os documentos necessários. Durante estes meses continuamos a pagar a prestacao do empréstimo e do seguro. A seguradora diz que nao nos paga este valor dos meses que decorreram entre a morte e a data atual. Isto está correto ? O que devia contar nao era a data do obito ? Obrigada

  21. Bom dia Sr. Pedro Monteiro
    Tenho uma dúvida, tenho um crédito habitação com os respectivos seguros de vida, com o passar dos anos o capital em divida tem diminuido, legalmente a seguradora não teria que actualizar o prémio e baixar as mensalidades em vez de subir as mesmas?
    Agradeço a sua disponibilidade para me esclarecer esta dúvida.
    Obrigado.

  22. Parabéns Pedro pelo blog que em muito tem ajudado as pessoas o meu caso é o seguinte tenho o seguro de vida 2 cabeças na generali mas tenho uma proposta da real seguros mais vantajosa a duvida é a seguinte posso mudar o seguro de vida sem ter que pedir autorização ao banco é que para isso uma declaração do banco vale cerca de 60€ Obg. e bem haja.Abraço

    • Fernando

      A Generali só anula o seguro de vida com a declaração do banco a mostrar desinteresse na apólice.
      Infelizmente terá que suportar esse custo.
      Se tiver interessado num proposta nossa, envie mail para sitedosseguros@gmail.com com os seguintes dados por pessoa segura:

      Nome
      Data nascimento
      Profissão
      Capital em divida
      Prazo em falta

  23. eu tenho 36 anos e agora estou invalido e com uma incapacidade permanente 1.5 vezes 49% que da um total de 73.5 e não sou reconvertível ao trabalho que tinha permanente,gostaria de saber se o meu credito habitação fica pago

  24. Boa tarde Sr. Pedro,
    Eu e a minha esposa somos titulares de seguro de vida consequente à aquisição de crédito à habitação desde o ano de 2010.
    Desde essa data que o valor do prémio dos respectivos seguros é pago mensalmente., contudo verifiquei à pouco tempo que o valor de capital seguro mantem-se inalterável desde o inicio da celebração do crédito à habitação.
    Ao ler todo o teor do Decreto Lei 222/2009, tomei conhecimento que as Seguradoras estão obrigadas a atualizar o valor do prémio do seguro consoante o capital em divida ( art.º 8, n.º 1 e 2),circunstancia que não se esta a refletir nos seguros que contratei. Uma vez que de há 4 anos a esta data não se esta a verificar a atualização do valor do prémio face ao valor de capital em divida, posso solicitar essa atualização?Poderá a Seguradora recusar-se a faze-lo? Poderei solicitar o ressarcimento dos valores pagos indevidamente até à data (uma vez que não procederam à atualização do valor do prémio nem do valor do capital seguro?
    Desde já muito obrigado por qualquer esclarecimento que possa dar!

  25. Boa tarde Sr. Pedro,
    parabéns pelo Blog e pela disponibilidade que tem tido para informar a população em geral, que muitas vezes por falta de condições financeiras ou desconhecimento são “atropeladas” pelos mais abastados e pela falta de informação.

    Eu pessoalmente estou a viver uma dessas situações com um acontecimento recente e muito triste que foi o óbito da minha mãe no inicio de Maio. À semelhança de muitas pessoas a minha mãe em conjunto com o meu pai possuía um crédito habitação.
    Após o óbito da minha mãe trataram-se dos documentos normais para estas circunstâncias (habilitação de herdeiros,finanças,etc) o que actualmente se encontra por resolver é a questão do crédito ou seja a activação do seguro de vida.
    Gerou-se uma confusão, digo isto porque após a entrega de vários documentos na entidade bancária, sendo um deles o relatório médico passado pelo hospital onde se verificou o óbito e a sua histologista (inicio/durante/final – em cuidados paliativos) foi também entregue a certidão de óbito(sem a causa de morte- certidão que atualmente se encontra nas conservatórias). Segundo a seguradora todos estes elementos não são suficientes para congelar, parar o pagamento do referido crédito pedem-nos a certidão de óbito passada por entidade competente (idêntica ao antigo modelo 1725).
    Este documento pedimos à entidade competente (hospital) o qual devido à Protecção de Dados solicitou informação acerca do crédito (condições do seguro) e se constava nestas condições onde a minha falecida mãe concordava com a cedência de informações clínicas.
    Como não existia essa informação de uma forma clara nas condições do crédito, os serviços administrativos indicam-nos que não podem fornecer esse documento sem análise interna (Administração/Juristas internos/Médicos ?).
    Solicitou-se através de minuta esse documento para fins bancários.
    Estamos à espera de uma decisão que pode levar meses. Será que isto é normal ? segundo as instituições competentes na área da saúde, esta certidão tem de ser fornecida aos familiares direitos, mas esta segundo eles é gerida internamente pela instituição hospitalar.

    O Pedro sabe se existe alguma forma de congelar os pagamentos do crédito até que o documento seja entregue. Pelo o que eu vi não existem prazos para entrega de documentos destes, e no geral uma entidade precisa (o Banco) a outra entidade não dá para protecção de dados do falecido (o Hospital)e nós familiares não temos a certeza para onde recorrer.

    Obrigado pela atenção disponibilizada.

  26. Boa tarde.
    Foi atribuída, uma incapacidade de 60% a minha esposa, temos um credito habitação na CGD, será que posso alterar o meu credito de regime geral para o crédito para deficientes???
    Desde já agradeço a sua disponibilidade.

  27. Boa tarde Pedro Monteiro,
    Antes de mais obrigado por ajudar nestes momentos com estas questões em que somos totalmente leigos..
    A minha situação é a seguinte: em 2011 fiz um credito habitação e na altura fui obrigada a fazer um seguro de protecção ao credito com o propósito de que caso ficasse em situação de desemprego(e apenas isso sem mais porquês)durante 6 meses a seguradora pagaria metade da renda ao banco.Pois bem, eu fiquei no desemprego à um mês e antes de entrar no desemprego contatei o banco a informar que iria ficar desempregada por isso precisava ativar o seguro. Contatei o banco e depois a seguradora, a pedido do banco, a qual me explicou que o motivo pelo qual estava desempregada não me dava direito a usufruir desse prémio. Fiquei perplexa com o sucedido e preocupada. Já fiz uma exposição ao banco, a pedido do gestor de conta, mas temo não ser ressarcida. O que devo fazer?

    Atenciosamente,

  28. Bom dia Pedro, antes de tudo obrigado pelo excelente trabalho que tem com este blog.
    Eu estou a pensar comprar casa e para isso o banco exige seguro de vida para mim e a minha esposa. Eu tive um enfarte do miocário há quase 10 anos, mas não acredito que me façam um seguro de vida, mas a minha mulher é saudável. Acha que existe alguma possíbilidade de a seguradora aceitar fazer -me um seguro de vida? E já agora com a sua experiência acha que é possível obter o crédito habitação só com a minha mulher com seguro de viada?

    Muito obrigado
    Ricardo Duarte

  29. Olá, boa noite!
    Solicito que me informem sobre o seguinte:
    fui professora no ativo desde 0ut. de 1990 até à minha aposentação considerada pela Caixa Geral de Aposentações em out. de 2013, por doença oncológica. Foi diagnosticado uma neoplasia – cancro na corda vocal esq. em abril de 2012, esta foi posteriormente retirada com uma nova cirurgia – traqueotomia temporária e laringectomia externa e impossibilitou que continuasse a lecionar e uma enorme dificuldade na expressão oral até ao momento, cujo prognóstico foi ficar mesmo sem qualquer possibilidade de me expressar oralmente. Fiquei assim com uma deficiência permanente e total para o ensino, para além do que referi anteriormente. Tenho 48 anos.
    Desloquei-me várias vezes à minha Seguradora – Fidelidade que sempre referiu não ter direito a indemnização, porém o meu seguro cobre invalidez absoluta e definitiva por doença durante o prazo do empréstimo. Gostaria que me informasse sobre os procedimentos a adoptar.
    Muito obrigada.

    Cordiais saudações
    Ana Dias

    • Boa tarde Ana Dias

      No seu caso nada há a fazer. Contratou invalidez absoluta e definitiva que é uma invalidez a 100%.
      Se tivesse contratado invalidez total e permanente igual ou superior a 66%, poderia accionar o seguro.

  30. Boa tarde. O meu pai, foi reformado pelo Instituto da Segurança Social por Invalidez Permanente por Doença, com um grau de incapacidade de 69%. Como tinha um empréstimo à habitação na Caixa Geral de Depósitos acionou o seguro de vida da Fidelidade. A seguradora respondeu que não pode pagar a indeminização uma vez que a incapacidade não reúne as condições da apólice. Contudo depois de analisar as condições da apólice não encontrei nenhuma clausula que exclua esta situação. O que devemos fazer nesta situação. Muito obrigado pela sua atenção.

    • Maria

      Que cobertura é que tem? Invalidez Total e Permanente (igual ou superior a 66% ou como em alguns casos 70% ou 75%)? ou Invalidez Absoluta e Definitiva )igual a 100%) ?
      Só terá hipoteses se tiver cobertura Invalidez Total e Permanente igual ou superior a 66%.

  31. Caro Pedro,
    Tenho de o felicitar pois nunca tinha encontrado um sitio tão esclarecedor em relação aos seguros, é que para mim as seguradoras são como os bancos, têm as letras pequeninas e só quem está no meio é que consegue usufruir das potencialidades.
    Isto para aproveitar e questionar sobre um assunto que me parece do desconhecimento da maioria das pessoas e que eu própria ando a tratar. Através de uma amiga que também teve um bébé recentemente soube que poderíamos accionar o seguro de vida relativamente ao periodo de licença de maternidade e por isso fui logo ao meu balcão perguntar :shock: deram-me um formulário que tem de ser preenchido pela minha entidade patronal, pela minha médica a uma declaração da segurança social a atestar a minha licença de maternidade. E depois serei reembolsada com o valor das prestações da casa.
    Tenho de dizer que ainda nem acredito e só quando receber é que acredito e também não sei se recebo o total da prestação ou só metade pois o crédito está em meu nome e do meu marido.
    Para mim é incrivel que quase ninguem saiba desta situação quando a maioria das recentes mamãs têm empréstimos aos bancos pelo que seria muito interessante ver um artigo sobre este assunto e acredite que seria viral nos sites de maternidade!! Agradeço aatenção e comentários. Cumprimentos

  32. Boa tarde.
    Sr. Pedro Monteiro, estive a ler o blog e as respostas/ajuda que o Sr. faz o favor de prestar e sinceramente sinto-me “tocado”, pela generosidade que o Sr. disponibiliza a quem necessita de orientação nos casos em questão, sinceramente é reconfortante saber que ainda existem homens com “H” grande.
    Pedia o favor de me esclarecer um assunto que pretendo solucionar. Em 2002 estava noivo da minha actual esposa e como morávamos a distancia considerável um do outro ( 300 kms distancia),optámos por ser eu a efectuar a compra do apartamento actual onde hoje ainda vivemos assim como ser eu o único a ter um seguro de vida para o empréstimo em questão. Anos volvidos e com uma visão mais pragmática das coisas, vimos que a questão, que então foi decidida, não era a melhor e que o melhor será tentar efectuar um seguro vida adjacente ou mesmo um novo, para o credito habitação, no entanto, uma vez que só eu sou o titular do empréstimo,( embora sejamos casados desde 2003 no regime de comunhão de bens adquiridos), não sei se tal é exequível ou não. Seria possível o carissimo amigo esclarecer estas duvida?
    Grato que lhe fico pelo conselho,
    O meu bem haja pelo blog e generosidade demonstrada,
    Cumprimentos,
    João Santos.

    • Caro João Santos

      Agradeço suas palavras, antes de mais.
      Pode e deve efectuar um seguro de vida em que as pessoas seguras sejam o senhor e sua esposa e o beneficiário irrevogável pelo capital em divida é o Banco.
      As coberturas devem incluir a Morte; invalidez Total e Permanente igual ou superior a 66%.
      Verifique se no contrato de crédito habitação que fez com o Banco se é obrigado a contratar seguro e vida numa seguradora do grupo do Banco ou se tem que apresentar apenas um seguro de vida seja de que seguradora for.
      Se desejar uma cotação da nossa corretora, envie mail para: pedro.monteiro@accive.pt com os seguintes dados:

      Nomes
      Datas nascimento
      Profissão
      Capital em divida
      Prazo em falta

  33. Caro Pedro Monteiro,
    Estou a recorrer ao crédito à habitação para comprar casa, e em princípio vou precisar de fazer exames médicos para o seguro de vida associado ao empréstimo. No entanto, se eu estiver grávida quando me pedirem para fazer os exames, a seguradora pode pedir exames que ponham em risco o bebé (por exemplo raio-X)? Se me pedirem e eu recusar, o que pode acontecer nesse caso? A seguradora pode agravar o prémio, ou recusar fazer o seguro? O banco pode não conceder o empréstimo com base nisto?
    Muito obrigada pela ajuda que está a disponibilizar!

    • Boa tarde Sara

      Não me parece que a seguradora peça exames que coloquem em risco o bébé. Mais, os clínicos recusariam fazê-lo.
      Não faz sentido pedirem exames só por estar grávida.
      Quanto muito, se tiver um problema de saúde, pedem relatórios e exames passados.

  34. Boa noite tenho emprestimo na cgd deixei de pagar o seguro por motivos financeiros. mas agora gostaria de fazer um seguro de vida para casal que abrangesse o emprestimo qual a companhia que aconselha e procedimentos . ambos temos 52 anos .
    MUITO OBRIGADO

  35. silvério santos

    Sr. Pedro Monteiro
    quando adquiri o crédito à habitação fui obrigado por lei a fazer um seguro multiriscos, agora com a dita crise deixei de pagar o referido seguro pelo que fiquei automáticamente sem seguro será que posso pedir o reembolso do dinheiro pago até agora. agradeço resposta
    Obrigado :?:

    • Boa tarde Silvério

      Não, porque o seu imóvel esteve seguro contra determinados riscos durante a vigência do seguro. Se tivesse ocorrido um sinistro enquadrado na apólice, o seguro assumiria o mesmo.

  36. Boa noite carissimo, Tenho seguros para creditos na Fidelidade e Bes Vida. Reformei-me com Invalidez Relativa. Devo acionar os respetivos seguros para ser ressarcido? Ou devo informa-los da nova situacao? Grato desde ja, Antonio Manuel

    • Bom dia António Manuel

      Invalidez relativa significa que estará sujeito a nova reavaliação futura pelo que a seguradora não pagará qualquer indemnização.
      Contudo, a Lei do Seguro obriga o segurado a comunicar à seguradora qualquer alteração no estado de saúde que possa influenciar o risco, sob pena de futuramente, a seguradora poder declinar qualquer pagamento de indemnização. Fica ao seu critério se informa ou não a seguradora.

  37. Boa tarde,seria possível esclarecer-me um ponto pf? Tenho algumas prestações do meu crédito habitação em atraso e de alguma forma, os seguros que tinha associados – risco vida e multiplos habitação – foram cancelados por falta de pagamento. Eu já estou a solucionar os montantes em atraso mas continuo sem seguros. Poderei fazê-los noutra seguradora sem serem associados ao crédito? mesmo com prestações em atraso isso será possível? Obrigada pela vossa ajuda.

    • Cara Ana Nunes

      Pode contratar novos seguros e designar o seu Banco como beneficiário irrevogável. Deverá cumprir com as exigências a nível de coberturas e enviar uma cópia da nova apólice para o Banco.

  38. O meu marido tem cancro no colon… já foi a uma junta medica e deram- lhe um atestado de incapacidade definitivo de 88%. a minha duvida é a seguinte: poderá regressar à sua actividade profissional ou terá de pedir a reforma? quais os benefícios em termos de empréstimo bancário com esta incapacidade?

    • Cara Marisa

      Se o seu seguro tiver a cobertura de Invalidez total e permanente, accione o seguro enviando o atestado e o relatório médico comprovativo da doença.
      Não posso responder à sua primeira questão

  39. Quando fiz o empréstimo para o apartamento, fui obrigado a fazer um seguro de vida, para mim, e outro para a minha mulher. Este seguro, supostamente devia ser levantado todos os meses ao dia ”X”. Isso está a acontecer, levanto o valor do seguro, mensalmente, mas apenas uma quantia. Essa quantia, será que já inclui os nossos dois seguros juntos, ou deviam ser dois levantamentos distintos? Acho estranho, pois o valor mensal ronda os 17€. No banco onde fiz o seguro, dizem que é normal, mas eu desconfio. Aqui na zona, aconteceu algo do género, e infelizmente um dos membros do casal morreu, e o seguro não pagou nada, porque o seguro de vida tinha sido mal feito.
    A seguradora é a Fidelidade.
    Obrigado.

  40. Boa tarde Joana

    Podem acontecer um destes cenários:

    - seguradora recusa a subscrição do seguro
    - apenas cobrirá morte com exclusão de morte derivada da doença que tem e pode cobrir invalidez absoluta e definitiva 100 por cento
    - prémio agravado

    Inclino-me para estas duas ultimas

  41. Olá Dr.Pedro,

    Parabéns pelo trabalho que tem feito.

    Venho desta forma pedir- :cool: -me um jeitão.

    Em 2002 fiz um empréstimo e o respectivo se :cool: guro de vida IMPERIO BONANZA Morte e Invalidez Total e Permanente. Em 2009 tive um problema de saúde (oncológico) em que me tiraram 2 órgãos daí a razão que me deram 70% de incapacidade permanente no Certificado Multiusos acerca de 2 meses mais ou menos. O meu agente de seguros accionou o seguro enviando uma cópia do certificado multiusos, 2 semanas depois recebi uma carta da FIDELIDADE a pedirem-me os seguintes documentos, “Documento da caixa geral de aposentações ou outro documento similar comprovativo, com a data da passagem definitiva á situação de reforma” e o relatório do médico. Fui á companhia de seguros FIDELIDADE e a funcionaria depois de dois telefonemas disse-me que sem este documento nada feito. Ora eu que não assinei nenhum compromisso com a DIDELIDADE, estão a exigir-me uma condição que para a IMPERIO BONANÇA segundo o certificado individual feito e assinado no dia da escritura, pelo menos que eu tenha conhecimento não me exigia. Falei com o meu Banco e provavelmente toda a documentação incluindo Exames médicos vai ser enviada através do banco, vamos ver o que vai acontecer.

    Agradecia um comentário seu sobre este caso

    Cumprimentos

    Jose M.C.Rocha

    • Boa tarde José Rocha

      Não posso opinar muito porque precisaria de ter à minha frente a apólice inicial da Imperio.
      Se houve alguma alteração ao contrato, a Fidelidade estava obrigada a comunicar-lhe a mesma por escrito.
      Quanto à questão da reforma por invalidez, esta deverá estar mencionada nas condições gerais na descrição da cobertura de Invalidez Total e permanente.

    • Olá José bom dia,
      antes de mais peço desculpa pela intromissão.
      Caso efetivamente a apólice do seu seguro seja com a Fidelidade, leia atentamente as condições de elegibilidade para ativar o seguro por invalidez.
      Eu andei 6 anos a reclamar junto da Fidelidade, uma vez que esta recusava assumir o pagamento da indemnização a que o meu pai tinha direito, por esse mesmo motivo. Queriam à força que a data que contasse para a data do sinistro fosse a data da passagem à reforma.
      Se necessitar, o meu email é rebelo.anacordeiro@gmail.com.
      Posso fornecer-lhe algumas indicações, sobre a forma como consegui resolver a situação.
      Atentamente,
      Ana Rebelo

  42. Caro Pedro,
    Parabens pelo magnifico trabalho que faz neste blog.

    Gostaria de saber sua opiniao sobre o seguinte:
    Tenho 53 anos e emprestimo hipotecario em meu nome com capital em divida de 35.000 euros e seguro de vida com premio mensal de 75 euros.

    Acha viavel fazer reduçao do premio nestas condiçoes?

    Se eu fizer uma cauçao pelo valor do capital em divida ( por exemplo um deposito a prazo pelo periodo do emprestimo), posso anular os seguros de vida? ou em alternativa uma garantia bancaria a favor banco no caso de morte . o banco seria obrigado a aceitar ?

    Obrigado
    Carlos

  43. Uma pessoa que tenha uma incapacidade definitiva de 96% pode accionar a cobertura de invalidez absoluta e definitiva? obrigado.

  44. Desde já queria agradecer a sua disponibilidade para todas as pessoas que precisam de uma pessoa com conhecimentos nesta área do Seguro de Vida . Relativamente ao meu caso, ao meu marido foi diagnosticado um cancro cólon renal no estágio IV em Outubro de 2012. Por esse motivo ficou com um Atestado Médico de Incapacidade Multiusos de 84% DEFINITIVO. Temos dois Seguros de Vida na Allianz que dizem o seguinte:” Possuir o segurado uma incapacidade funcional irrecuperável igual ou superior a 75% com impossibilidade de subsistência funcional sem o apoio permanente de terceira pessoa e possuir o segurado comprovada incapacidade irrecuperável para exercer qualquer actividade remuneradora.” . O meu marido tem um relatório clínico da médica oncologista que diz entre outras coisas ” nesta sequência tem denotado deteriorizacao funcional global com necessidade imprescindível e permanente apoio de terceira pessoa para cumprir as actividades da vida diária, sem viabilidade para o desempenho de qualquer actividade laboral remunerada.”
    O seguro foi acionado dentro dos 60 dias, e neste momento já tenho um gabinete de advogados a trocar email….mas eles continua a dizerque não accionam o seguro, porque não está provado que não existe provas que o meu marido não possa desempenhar qualquer actividade laboral remunerada… Então a ultima e que querem o comprovativo de reforma por invalidez atribuída pela S. Social…mas a questão e que estamos a viver da baixa de cerca 600€ e a reforma seria de 300€.so que para além de baixar o valor mensal que seria incomportável , não existe garantias de que no fim eles acionem finalmente o seguro.
    Aquilo que eu queria perguntar e neste momento o que é que se pode fazer, qual e o procedimento seguinte para confirmar a impossibilidade de trabalhar…ir a outro tipo de junta médica que eles reconheçam ou o que?? Estou a ficar desesperada porque como já não consigo pagar a casa, o banco quer tira-ma, porque a seguradora está a dificultar todo o processo.
    Muito Obrigado
    Sandra

    • Sandra

      Accionar o seguro, accionam caso apresente o comprovativo de reforma por invalidez.
      Veja nas condições gerais da Allianz do seu seguro de vida na cobertura de invalidez total e permanente onde refere a forma de accionar o seguro se existe alguma menção quanto à obrigatoriedade de reforma por invalidez.
      Continue o contacto com o advogado, pois pode vir a precisar.

  45. Muito boa caro Pedro Monteiro.
    Antes de mais, gostava de lhe louvar o trabalho e dedicação que tem com o blog.
    É de destacar o trabalho que tem na resolução de dúvidas e de outras questões.
    Posto isto, não consegui resistir a fazer-lhe 2 pequenas correcções.
    Quanto à declaração do estado de saúde (isto é, a uma mudança do estado de saúde da pessoa segura), tal não é obrigatória a não ser que explicitamente inidicada nas condições gerais da appólice.
    O normal é as seguradoras considerarem como agravantes do prémio a alteração de morada e profissão, sendo que nem todas exigem a comunicação da alteração do estado de saúde, salvo nos casos em que a seguradora pede que lhe sejam comunicadas quaisquer situações que possam agravar o risco da pessoa segura.
    A segunda observação prende-se com o facto de considerar a April uma seguradora viável.
    Efectivamente tem dos prémios mais baixos do mercado, mas nem tudo são rosas…
    As condições gerais da April explicitam, no ponto 15.8 e seguintes, que “o prémio poderá sofrer alterações sempre que ocorra QUALQUER facto ou circunstância susceptível de alterar o risco inicial”, tendo estes de ser comunicados no prazo máximo de 14 dias.
    Na maior parte das seguradoras o risco é calculado à altura da subscrição e só se altera nos casos acima mencionados.
    No caso da April, contudo, é bem diferente.
    Conheço uma caso real, duma srª, cliente da April, a quem foi detetada diabetes.
    Após a comunicação à April, a mesma triplicou-lhe o prémio.
    Claro que com diabetes é mais difícil subscrever um seguro, por causa do aumento do risco (e respectivo agravamento do prémio), pelo que teve de continuar agarrada à April.
    Isto não acontece com a maior parte das seguradoras, pelo que o venho alertar para esta situação.

    Com os melhores cumprimentos

    • Boa tarde Tiago

      Decreto Lei 72/2008. Leia os seguintes artigos:

      Artigo 91 ponto 1
      1 — Durante a vigência do contrato, o segurador e o tomador do seguro ou o segurado devem comunicar reci- procamente as alterações do risco respeitantes ao objecto das informações prestadas nos termos dos artigos 18.o a 21.o e 24.o

      Artigo 93
      1 — O tomador do seguro ou o segurado tem o dever de, durante a execução do contrato, no prazo de 14 dias a contar do conhecimento do facto, comunicar ao segurador todas as circunstâncias que agravem o risco, desde que estas, caso fossem conhecidas pelo segurador aquando da celebração do contrato, tivessem podido influir na decisão de contratar ou nas condições do contrato.
      2 — No prazo de 30 dias a contar do momento em que tenha conhecimento do agravamento do risco, o segurador pode:
      a) Apresentar ao tomador do seguro proposta de modi- ficação do contrato, que este deve aceitar ou recusar em igual prazo, findo o qual se entende aprovada a modifi- cação proposta;
      b) Resolver o contrato, demonstrando que, em caso algum, celebra contratos que cubram riscos com as carac- terísticas resultantes desse agravamento do risco.

      O artigo 94 explica como é que a seguradora pode agir nestes casos

      • Tiago Guimarães

        Boa tarde caro Pedro.
        Agradeço a sua resposta.
        Contudo, ela vem ao encontro do que eu anteriormente aqui escrevi.
        Citando o artº 93 ponto 1, o agravamento pode ser calculado caso as circunstâncias “tivessem podido influir na decisão de contratar ou nas condições do contrato”.
        Explicitamente, fica ao cuidado da seguradora formular as suas condições contratuais, possíveis agravamentos, exclusões, etc etc.
        O que quero dizer, no fundo, é que a generalidade das seguradoras APENAS modifica o prémio durante a vigência do contrato quando existe alteração de morada ou de profissão.
        Obviamente que todos os dados são analisados ANTES do contrato, daí que se existirem sobreprémios e agravamentos são comunicados antes, e nunca durante.
        Dito isto, e no caso da April em particular, qualquer circunstância que agrave o risco durante o contrato pode aumentar o prémio, pois isso é referido nas suas condições contratuais.
        Quero apenas precaver possíveis dissabores que possam existir com a April.

  46. Boa tarde Dr Pedro,

    O meu marido foi reformado por doença neurológica degenerativa com Invalidez Absoluta, e possui um atestado multiusos com 68% de incapacidade.

    No seguro de vida é referida uma cobertura por Invalidez Profissional Permanente. (BBVA Seguros). Será que poderemos accionar a apólice de seguro?

    Obrigada.

  47. Caro Pedro,
    O meu certificado de seguro RAMO VIDA contratualizado em 2001 refere as coberturas da apolice mas nao refere as condiçoes da mesma,nomeadamente exclusoes apesar de possuir nessa altura uma doença que declarei no QM. EM 2007 a minha filha faz com a mm companhia de seguros tb um seguro ramo vida. no certificado de seguro. dela aparece a exclusao de doenças pré-existentes apesar de nao ter nenhuma.Por favor tire-me a duvida:no meu certificado tb devia constar? É obrigatorio? Obgda pela ajuda.

  48. Caro Pedro,
    Tenho um seguro ramo vida com cobertura morte e invalidez total e permanente para incapacidade superior a 66%. Por doença, já depois de contratado o seguro, e depois de juntas medicas foi-me atribuida uma incapacidade permanente global de 74,3%. accionei o seguro da Allianz e declinaram accionar o seguro pois não consideraram demonstrada a impossibilidade definitiva para exercicio de uma atividade remunerada, pois o meu atestado prevê reavaliação no ano de 2020. Isto apesar de ter demonstrado que recebo pensao mensal vitalicia da seg social por incapacidade de exercer atividade professional remunerada. Que mais tenho que fazer? não tenho direito a accionar o seguro?
    Obrigada, Catarina

  49. Olá Pedro bom dia,
    Tal como já havia partilhado consigo, após 6 anos de insistência com a Fidelidade, consegui que a mesma assumisse o pagamento da indemnização relativa à invalidez de 75% do meu pai( claro que tive de recorrer ao CIMPAS e ao ISP).
    O que acontece é que o sinistro ocorreu no dia 21/12/2007 e a seguradora apenas assumiu a sua responsabilidade em dezembro de 2013. Durante 6 anos o meu pai pagou todas as mensalidades, juros e encargos associados.
    Aquando da aceitação do pagamento da indemnização, a seguradora pagou à CGD o valor total em divida do crédito à data do sinistro(21/12/2007), devolveu ao meu pai os prémios de seguros pagos desde a data do sinistro e pagou ainda ao meu pai os juros devidos pela seguradora uma vez que a liquidação da indemnização deveria ter ocorrido em 21/12/2007.
    Quanto à devolução das mensalidades pagas pelo meu pai desde a data do sinistro, a Fidelidade informa que é da responsabilidade da CGD. A CGD responde que essa responsabilidade é da Fidelidade.
    A CGD quando recebeu o valor total da divida à data do sinistro (21/12/2007) não alocou esse mesmo valor à referida data. O que a CGD fez, foi liquidar o valor da divida à data actual( dezembro de 2013) e deixou o restante valor disponível na conta dos meus pais. Segundo a CGD, este é o procedimento correcto neste tipo de situações. O valor que deixaram disponível na conta dos meus pais é bastante inferior, ao valor que eles tiveram de pagar durante os 6 anos de recusa da Fidelidade.
    Assim, venho mais uma vez pedir a sua preciosa ajuda, no sentido de perceber se efectivamente o meu pai tem direito a receber algum do valor pago pelas mensalidades no decorrer destes 6 anos.Se sim, de quem é a responsabilidade? da Fidelidade? da CGD?
    Se assim for, gostaria de saber a quem devemos recorrer. Ao ISP? ao CIMPAS? ao Banco de Portugal?
    Antecipadamente grata,
    Ana Rebelo

    • Boa noite Ana

      A fidelidade tem que lhe devolver os prêmios indevidamente pagos. Recorra ao CIMPAS, Banco de Portugal e ISP reclamando contra a CGD e Fidelidade

      • Obrigada Pedro, mas efetivamente, e tal como mencionei no comentário inicial, a seguradora já devolveu os prémios indevidamente pagos desde a data do sinistro. Vou tentar reformular a minha questão, de forma mais objetiva colocando os valores.
        Data do sinistro – 21/12/2007
        Data de liquidação de indemnização – 11/12/2013.
        No dia 11/12/2013 a Fidelidade liquidou o valor total em divida à data do sinistro – 13 000€.
        A CGD, em vez de retroagir esse pagamento à data do sinistro, 21/12/2007, alocou o pagamento à data atual.
        Ou seja, aquando da liquidação da indemnização o valor da divida rondava os 4000€. Assim, a CGD liquidou os 5000€ e deixou cerca de 8000€ disponíveis na conta à ordem dos meus pais.
        No entanto, desde 21/12/2007, os meus pais pagaram cerca de 10 500€ em mensalidades indevidamente vencidas( caso a Fidelidade tivesse assumido a responsabilidade na data correta, não teriam vencido mais mensalidades).
        Trabalho numa financeira, e em situações similares, o que fazemos é retroagir o pagamento à data do sinistro, anulamos as mensalidades vencidas após essa data e reembolsamos o cliente dos valores pagos a mais.
        Segundo as minhas contas, caso o procedimento fosse igual entre as financeiras e os bancos, e tendo em conta que a CGD deixou cerca de 8000€ disponível, a CGD ainda tem de devolver cerca de 2500€ aos meus pais. Uma vez que é a diferença entre o valor total pago.
        O que acontece é que a CGD diz que quem tem de devolver é a Fidelidade, e a Fidelidade diz que é a CGD.
        Agradeço mais uma vez a sua disponibilidade.
        Na pratica, gostaria de saber qual é o procedimento correto neste tipo de situações O banco deve alocar a indemnização à data do pagamento ou à data do sinistro. Sobre quem cai a responsabilidade de devolver as mensalidades indevidamente vencidas?.
        Obrigada.
        Ana

        • Olá Ana

          Peço desculpa por não ter percebido a questão inicial.
          O Banco tem que aplicar a indemnização à data do sinistro.
          O valor em dívida eram 13.000 em 2007, portanto é este o valor que teria que ser pago pela Fidelidade e tal foi feito em 2013.
          Quanto à Fidelidade, estamos conversados e estes não devem nada a seus Pais.
          Portanto a CGD tem que devolver os 2500 pagos a mais. Se não o fizerem, apresente queixa junto do banco de Portugal. Se for associada da Deco, recorra a eles.

          • Bom dia Pedro.
            Mais uma vez, agradeço a sua disponibilidade. irei agir de acordo com o sugerido por si.
            Atentamente,
            Ana Rebelo

  50. Bom dia
    Possuía um seguro de saúde da Allianz familiar desde 02/04/2009 com fracionamento trimestral e paguei o seguro até 30/09/2013, data e que anulei devido a situação econômica.
    Agora foi detectado cancro de mama a minha esposa.
    Posso solicitar a reactivação do seguro e beneficiar do mesmo?

  51. Boa tarde,
    a minha sogra faleceu o ano passado, tendo um credito habitação em nome dela e do marido. O problema é que já há cerca de 5 anos que não tinha seguro de vida do crédito, pois, por motivos financeiros deixaram de o pagar. Quando quiseram voltar a fazê-lo, a seguradora não aceitou pelos problemas de saúde que a mesma tinha. Agora, o meu sogro encontra-se a pagar a casa. Há alguma forma do seguro ter que pagar algo pelos anos em que ela manteve o seguro pago?
    Obrigada

  52. boa tarde,sr Pedro eu tenho um seguro de invalidez absoluta e definitiva,e em 2010 fiquei com uma invalidez de 70% DE Incapacidade e tem um atestado de 70 % de incapacidade definitiva e eu meti um processo
    á minha companhia de seguros e após 1 ano recebi uma resposta negativa da parte da mesma.e que eu tenho que fazer para receber o prémio que eu tenho direito.
    agradeço uma resposta :oops:

    • Caro Vítor

      A Invalidez absoluta e definitiva só se aplica a grau de invalidez igual a 100%. O que não é o seu caso.
      Se tivesse contratado Invalidez Total e Permanente igual ou superior a 66%, teria o problema resolvido.

  53. Boa tarde. Sr. Pedro Monteiro

    Tive um acidente de trabalho, facturei um pé estou temporariamente incapacitado de trabalhar.
    Tenho um Seguro de Vida Grupo -Fidelidade,obrigatório com crédito à Habitação CGD,para valores 220 Euros, casado ,quanto pagará a Seguradora à CGD.

  54. Caro Pedro Monteiro,

    Sou casado e pretendo comprar casa.

    A minha esposa possui uma incapacidade permanente de 60%, conforme atesta o certificado multiusos emitido, pelo que pretendemos recorrer ao crédito para deficientes.

    Sendo o seguro de vida obrigatório, bem como a cobertura, invalidez absoluta definitiva, como é que as seguradoras resolvem esta questão, uma vez que temos o direito de recorrer à referida modalidade de crédito :?:

    Grato pela atenção,
    Manuel Gomes

    • Boa tarde Manuel Gomes

      Poderão ocorrer os seguintes cenários:

      - A seguradora recusa fazer o seguro
      - A seguradora exclui a morte e invalidez originado por uma causa que deu origem à deficiência
      - A seguradora agrava o premio

  55. Boa Noite Dr Pedro,

    Antes de mais gostaria de lhe dar os parabéns pelo grande trabalho e dedicação que se vê ter neste site.

    Gostaria de lhe colocar a seguinte questão:
    Em 2003, os meus pais compraram a casa no valor de 65,000€ no Millennium e subscreveram o respectivo seguro do banco. No entanto, em 2010, deixaram de pagar o mesmo. Em dezembro de 2011, o meu pai teve um enfarte do miocardio e desde então tem estado de baixa. Em fevereiro de 2013,foi operado a aneurisma da aorta abdominal. O meu pai tem 61 anos e a minha mãe 53 e é saudável. Neste momento, faltam 8 anos e 35,000€ para pagar.
    A minha questão é se será possível nesta altura subscrever um seguro que cubra a vida e invalidez total e permanente.
    Grato pela atenção.

  56. Boa Noite,
    Tenho um Seguro de vida com as condições complementares de Invalidez Absoluta e Permanente na Zurich desde 1998 quando da compra do meu apartamento.Em 2005 e porque achava que estava a pagar um valor muito elevado pelo seguro pedi ao agente para tentar baixar o valor sem no entanto alterar as condições iniciais, o que ele fez, no entanto fez uma nova apólice uma vez que o prémio referente a 2005 já estava liquidado pois sempre paguei anualmente.Infelizmente e nos finais de 2006 foi-me diagnosticada esclerose múltipla, Agora no final de 2012 e por motivos de isenção de todos os actos médicos fui a uma junta médica a qual me atribui invalidez definitiva de 78%. Poderei accionar o seguro ou teria que estar impossibilitada para trabalhar? Reformada?

    Agradecendo desde já a sua disponibilidade e o meu grande Bem Haja.

    • Cara Nat

      A cobertura de invalidez absoluta e definitiva da Zurich consiste no seguinte de acordo com informação pre-contratual:

      i) As lesões sofridas, após completa consolidação, correspondam a um mínimo de 70% de depreciação de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades por Acidentes de Trabalho e Doenças Profissionais em vigor à data do Acidente ou do diagnóstico da Doença que esteja na origem desta Invalidez;

      ii) A pessoa segura fique permanentemente impossibilitada de exercer qualquer actividade lucrativa.

      Ou seja, cumpre o primeiro pressuposto, mas não cumpre o segundo.

  57. Boa tarde!Preciso ajuda, pois não consigo resolver a situação com seguradora de vida e o banco onde pedimos empréstimo para comprar casa. O meu esposo teve acidente de trabalho muito grave em ano 2005.Em 2010 acabou o processo no tribunal e a incapacidade que foi-lhe atribuída e Invalides Absoluta e Definitiva (100%) com ajuda da terceira pessoa. A seguradora pagou ao Banco divida de casa na data de acidente. Mas ao longo deste tempo nos tivemos a suportar o pagamento da divida da casa+juros(ficou pago por volta de 20.000 euros). Foi altura que por problemas financeiros não conseguimos pagar o empréstimo(5-6 meses) e agora mesmo depois de pagamento total temos uma divida cerca 5.000euros. A minha pergunta e se poderiam aplicar esta divida a nos e como posso recuperar o valor pago ao banco(tal 20.000 euros). Agradeço pela resposta.

    • Boa tarde Luda

      Não percebi a sua exposição. A seguradora pagou a divida ao Banco com data efeito da data do acidente e a Luda continuou a pagar a prestação ao Banco?! Em caso afirmativo, exija ao Banco o dinheiro de volta (capital + juro) desde a data em que a seguradora pagou ao Banco.

  58. O meu marido faleceu no decurso do ano de 2013. Tínhamos contraído seguro de vida associado ao crédito a habitação. Este seguro foi logo accionado, mas fui aconselhada a continuar a pagar enquanto não fosse o mesmo resolvido. Paguei durante 8 meses capital e juros ao banco (A seguradora pertence a mesma entidade bancária, embora empresas diferentes fazem parte do mesmo grupo). Passados estes meses todos, telefonei para a seguradora a saber o que faltava e enviei para eles os documentos no prazo de 15 dias. Finalmente esta semana foi feito o acerto do capital, depositaram o capital em dívida no mês do óbito e retiraram logo o correspondente (mais ou menos)
    ao capital em dívida nesta data. Concluindo: Os juros que têm sido pagos ao longo destes meses, nem vê-los. A minha pergunta é: a quem devo pedir a devolução dos juros pagos indevidamente, à seguradora ou ao banco que tão “gentilmente” me aconselhou continuar a pagar?
    Agradeço toda a atenção dispensada. Só tenho pena que nos sites portugueses não haja mais pessoas como o Senhor a despender do seu tempo para ajudar quem precisa. Muito obrigada.

  59. Maria Alves Ribeiro

    Boa noite Sr. Pedro,
    Tenho um seguro de empresa que podia acionar por morte ou invalidez relativa permanente. Reformei-me em 2013 por invalidez, de seguida mandei acionar o seguro que me pediu um multiusos. Tirei o multiusos onde me foi atribuído uma invalidez de 62%, como fui informada por colegas que o seguro só me pagaria a que tenho direito se a invalidez fosse de 67% não entreguei o que tinha e pedi um novo multiusos! agora sim tenho 67%.
    A minha dúvida é que nesse mesmo multiusos vem refenciada a minha invalidez de 67% , mas mais abaixo diz que numa data anterior tive de. 62%.
    Agora que penso entregar o multiusos será que a companhia de seguros não irá alegar que eu à data da minha aposentação só tinha 62%?
    Ou será que tem que valorizar o que tem maior grau como acontece noutras entidades.
    Agradeço o esclarecimento.
    Atenciosamente Maria.

  60. Boa tarde srº Pedro
    Mais uma vez obrigado por esclarecer tantos assuntos a quem por vezes se encontra sem saber como agir. Srº Pedro gostava que me esclarecesse uma coisa, ou seja desde o mes de maio de 2013 que pedi para ser activado o resgate de um seguro de vida na Ocidental, pois tenho um emprestimo de habitação no Millenium BCP , e como o meu marido tem uma INVALIDEZ TOTAL E PERMANENTE DE 82%e esá REFORMADO POR INVALIDEZ RELATIVA pedi o dito resgate. Comecaram por pedir 1º a invalidez passada pelo delegado de saude e respectivos declarações médicas , meses mais tarde o papel da
    reforma.
    Eu entretanto nestes meses vou telefonando para a ocidental e eles uns dias dizem que falta declarações médicas , outros dias papel da reforma , por ultimo dizem que já têm a resposta médica , resposta técnica ,mas que falta a resposta superior. Eu no meio disto tudo parece-me que eles estão a empatar o assunto , como não sei o que fazer gostava que me esclarecesse , se realmente isto é mesmo assim ou se há algo errado da parte deles.
    Obrigado
    Delfina :?:

  61. Bom dia, e também eu agradeço a disponibilidade e a enorme generosidade do autor deste blog!
    Espero que me ajude nesta minha questão:

    Tenho um amigo que tem cancro e também um empréstimo de habitação. Neste tempo, tem pago as prestações com imensas dificuldades. Já foi pedida a pensão por invalidez ao fundo de pensões.
    Porém é um processo que demora um pouco.

    Ao tentar acionar o seguro para deixar de pagar as prestações, a seguradora exige esse documento com a data da passagem definitiva á situação de reforma.

    Ora, há algum modo de alterar esta situação? é mesmo obrigatório, face à extrema necessidade que a pessoa tem em que o seguro pague as prestações, que se espere demasiado tempo para vir a decisão do fundo de pensões?? Só assim é que o seguro diz que paga…

    Muito obrigado

    • Caro Filipe

      Se nas condições do seguro exigem esse documento, terá que enviar esse documento para a seguradora.
      Pergunte à seguradora se o formulário do pedido de pensão de invalidez é suficiente. Varia de seguradora para seguradora

  62. Frederico Fernandes

    Exmo. Sr. Pedro Monteiro:
    Já há algum tempo tinha pedido um conselho ao Sr. devido a doença que me surgiu(Leucemia Linfócitica Crónica) e através de uma junta médica foi-me atribuida uma incapacidade global,permanente e definitiva. Como tal accionei o seguro de vida uma vez que a apólice garante precisamente cobrir quem apresente uma invalidez absoluta e definitiva. Ora bem eis que recebo uma carta do seguro a apontar algumas alineas “convenientes” para fugir de pagar a indmnização. Veja bem apresentam como recusa em proceder ao pagamento da indmnizaçção o facto de que não está comprovado que necessito de 3ª pessoa para ajuda aos actos normais do dia-a-dia.Preciso concerteza de estar em coma para que o seguro seja accionado!!!!! Falam também que que não está comprovado que não estou em situação de reforma. Com o é que eles sabem isto – quando na verdade o processo para reforma está quase concluido!
    Seria possivel dar-me algumas dicas de como me “movimentar” para desbloquear a situação?
    Grato pela atenção
    Frederico Fernandes

    • Boa tarde Frederico Fernandes

      Se a sua apólice tem a cobertura de Invalidez Absoluta e definitiva, tal significa uma incapacidade de 100%.
      Se tivesse Invalidez Total e Permanente de grau igual ou superior a 66%, o problema estaria resolvido, caso o grau de incapacidade atribuído a si fosse superior a 66%
      A seguradora tem razão.

  63. Boa tarde e muitos Parabéns pelo Blog Sr. Pedro.
    Tenho um seguro de vida, feito na açoreana,associado a um empréstimo pessoal. Tive a ver o contrato assinado e apenas encontra assinalado, no plano de seguro, a opção morte e invalidez absoluta e definitiva, não refere qual a percentagem de invalidez. Tou com uma incapacidade Multiuso de 67%. Será que o seguro cobre o empréstimo??
    obrigada.

  64. Srº Pedro Monteiro

    Estava a pensar em fazer um seguro com valor superior ao débito do banco mas,no caso de resgaste parcial o valor a pagar é ajustado certo? e no caso de resgate total portanto antes do final do contrato?
    obrigado

      • Srº Pedro

        desculpe se não fui explicito
        O que eu queria dizer era o seguinte:

        Se eu pagar parte do empréstimo (abater)o seguro a pagar é em função do que fico a dever certo?
        E se eu liquidar toda a minha dívida antes do contrato acabar e o valor seguro que eu fiz for superior ao que devia na altura ao banco Por exemplo valor em débito 147000 Euros e fiz um seguro por 170000Euros
        obrigado

        • Boa tarde Sr. Dinis

          Se tiver um emprestimo no valor de 147.000 e o seguro estiver feito por 170.000, ocorrendo um sinistro enquadrável na apólice, esta paga ao banco o capital em diida e o remanescente a si em caso de invalidez e ao herdeiro legal em caso de morte.

          • Srº Pedro

            Agradeço desde já o seu cuidado em responder ás minhas questões, que parecem não estarem a ser compreendidas. Parte já entendi mas, e seu liquidar o empréstimo antes do fim do mesmo. O que acontece ao montante do seguro, nos moldes que lhe disse.
            Obrigado e bom fim de semana

          • Não entendo a sua questão.

          • Srº Pedro

            Faço minhas todas as palavras de agradecimento que os diversos clientes lhe enviam.
            Estou a pensar em mudar o meu seguro do crédito á habitação para a April mas, tenho uma dúvida que tipo de seguro fazer e porquê? porque a minha esposa tem artrite reumatoide desde os 23 anos , tendo agora 51. Por isso, srº Pedro que tipo de seguro me aconselha.Faltam 23 anos para o termino do emprestimo
            obrigado

          • Caro José Dinis

            E não quer fazer o seguro através da nossa corretora? Trabalhamos com a April também.
            Temos a questão de saúde da sua esposa que terá que ser analisada pelo departamento medico da seguradora. Daí poderão ser determinadas exclusões.
            Envie para pedro.monteiro@accive.pt a sua data nascimento e da sua esposa e o capital em divida

  65. boa noite. tenho uma moradia e seguro multiusos. devido ao mau tempo, tempestades que ocorreram, o meu telhado ficou afetado, e a fachada da minha casa também. o teto do WC em pladur, está quase a cair, e a parede exterior está a descascar, tem manchas de humidade entranhada, e fendas, que não tinha no ano passado. participei ao seguro. será que podem recusar? realço que a casa foi restaurada completamente hà 6anos. obrigada pela atenção e cumprimentos

  66. Bom dia Pedro

    Começo por agradecer o seu esclarecimento. Obrigado pela atenção dispensada.

    O que aconteceu foi o seguinte:
    A doença foi diagnosticada em 2010 e devido à existência de sinais de agravamento (o tumor estava a crescer) a minha mulher foi operada. A cirugia foi realizada em 2010 e correu bem, mas ficaram algumas mazelas que até à data a impedem de fazer uma vida normal apesar de estar a fazer tratamentos de fisioterapia regulares.
    Nesta data, 2010 a apólice do seguro de vida e incapacidade previa em caso de sinistro um valor de indemnização 3 vezes superior àquele que foi firmado a partir de Julho de 2013 em resultado da alteração referida no comentário anterior.
    Confrontando a descrição apresentada com o facto da participação dar entrada no mês passado, qual é o valor da indeminização, aquele que estava previsto na apólice até julho de 2013 ou o valor reduzido a partir dessa data?

    Cumprimentos

    • Caro Jorge Machado

      Na minha opinião conta a data do diagnóstico da doença. O atestado é a confirmação legal de uma incapacidade que vem de 2010. Logo, conta a apolice inicial.
      Contudo, deixe alertar que esta situação é muito cinzenta e provavelmente terá que recorrer ao tribunal. Aguarde por uma resposta da seguradora e em caso de recusa, fale com um advogado.

  67. Boa noite,

    Sr. Pedro, tenho dois seguros credito Habitação dos quais todos os anos aumenta será isto normal.
    Cumprimentos
    Adérito

    • Boa tarde Sr. Adérito

      Dois factores influenciam o prémio de seguro: idade e capital em divida, sendo que o factor idade tem mais influência do que a redução do capital seguro. Para minimizar o impacto do aumento, assegure-se que tem o capital seguro pelo valor do capital em dívida. Há uma obrigatoriedade legal de os bancos informarem a seguradora do grupo do capital em divida numa periodicidade anual. Se a seguradora for distinta do grupo bancário, esta está obrigada a enviar-lhe uma carta a solicitar o valor do capital em divida numa periodicidade anual.

  68. vitor manuel beirão oliveira

    Boa tarde Pedro eu tenho um seguro credito habitação e seguro de vida do Santander pago mensal 150 € gostaria de saber se posso arranjar um seguro mais em conta e me possa dar uma dica das seguradoras obrigado bom ano :

  69. Bom dia e obrigado pelo excelente serviço público,

    Em 2010 foi diagnosticado um tumor na cabeça da minha mulher que seria operada nessa altura com a expetativa de melhorar o seu estado de saúde, naturalmente. No entanto as coisas não foram melhorando, conforme esperávamos e no mês de novembro a Junta Médica acabou por decretar incapacidade a título definitivo com um grau de 78%. Sem conhecimento do direito a indeminização resultante da doença e para economizar no prémio do seguro de vida, decidimos baixar o valor a partir de Julho de 2013, na altura da renovação anual. Neste contexto, o valor da indeminização reporta-se à data em que ocorreu a incapacidade ou à data do documento emitido pela junta médica?

    Renovo os meus cumprimentos e obrigado pela disponibilidade.

  70. Boa tarde.
    eu tenho 32 anos e foi me dianosticado um tumor de grau 4 no rim onde vai ter de ser extraido na sua totalidade.
    Eu tenho o seguro na ocidental vida pois o credito e no millenium bcp e nao sei se que direitos irei ter nem qual a precentagem que me irá ser atribuida neste cáso onde tenho um cancro e vou ficar sem um rim.
    Poderei ficar com o credito a habitação pago?

    Cumprimentos

  71. Olá Boa noite, Caro Pedro,

    Antes de mais votos de boas festas para si e para a sua familia.
    Pergunto, caso saiba, se há um prazo para participação de morte de familiar à seguradora. A minha mãe faleceu há 2 anos e encontrei no meio de alguns documentos uma apólice de seguro que caducou o ano passado (2012) por fim de termo. Á data da morte o seguro estava válido. Na seguradora não me souberem dizer se ainda podia resgatar o valor do capital seguro, terei que aguardar apreciação. Não consigo encontrar resposta em lado nenhum.
    Agradeço a sua ajuda, Um abraço, Claudio Sousa

    • Caro Cláudio

      Se a sua Mãe faleceu e tinha à data um seguro de vida, a seguradora só tem que cumprir a sua parte. Solicite um documento de habilitação de herdeiros no registo civil e munido da certidão de óbito, envie uma carta à seguradora, juntando estes dois documentos e uma cópia da apólice
      Bom Natal para si e os seus.

  72. Muito Boa tarde Sr. Pedro Monteiro,
    Eu tenho com uma instituição bancária quatro empréstimo á habitação, e tenho quatro seguros de vida respeitantes aos quatro empréstimos, a pergunta que faço é a seguinte:
    É licito a existência de quatro seguros de vida uma vez que os empréstimos são na mesma instituição?
    Muito obrigado se me puder tirar esta duvida.
    Cumprimentos
    Isidro Pereira

    • Caro Isidro

      É perfeitamente viável, pois por cada empréstimo tem um seguro de vida correspondente ao capital em dívida.
      Certifique-se que o Banco informa a seguradora sobre a actualização anual do capital em dívida. Está legalmente obrigado a fazê-lo.

  73. Bom dia SR. pEDRO, gostaria de saber o seguinte: o meu esposo o ano passado teve um acidente de trabalho, onde ficou com queimaduras de 2, 3, e 4, ele desde entao nunca mais trabalhou, pois sao operaçoes umas atras dasoutras, a companhia paga-lhe 470€,a minha pergunta era saber se por acaso a companhia enquanto ele nao vai a tribunal pode pagar a casa uma vez que é uma despeza ainda maior, pois neste momento encontro-me tb desempregada, para lhe poder dar apoio, e já agora so mais uma pergunta a companhia pode lhe negar apoio psicológico? estamos a falar de uma pessoa que ficou todo queimado, logo á partida persa urgentemente desse apoio certo??

    • Boa tarde Cecília

      A seguradora paga a pensão no âmbito de seguro acidentes de trabalho.
      Para o caso da casa, se tiverem seguro de vida para crédito habitação e se tiverem a cobertura de invalidez total e permanente igual ou superior a 66 por cento e se a incapacidade do seu marido for igual ou superior a 66 por cento, accione o seguro e ficará com a casa paga.
      A questão psicológica esta coberta pelo que deve solicitar à seguradora apoio psicológico
      Espero ter ajudado e um forte abraço para vós.

  74. Boa tarde Sr Pedro Monteiro,
    Encontrei este seu blog por mero acaso e após muita pesquisa na Internet.
    Quero desde já dar-lhe os meus parabens pela respostas elucidativas e pelo seu esforço.
    A minha situação é a seguinte:
    A minha esposa foi-lhe diagnosticado um tumor do ovario em grau elevado,mas graças a Deus e apos 2 cirurgias e tratamentos de quimioterapia a situação foi controlada e encontra-se agora sob vigilancia.
    Entretanto ja lhe foi atribuida a incapacidade de 60%.
    Possuimos um credito à habitaçãom e sabemos que se nos dirigirmos ao Banco a taxa sera revista. No entanto sera que o Banco não ira rever tambem o seguro de vida?
    Outra hipotese que estamos a considerar é a hipotese de comprar uma casa nova usufruindo das vantagens no credito para deficientes na aquisição de imoveis.
    Sera que nesta situação alguma companhia de seguros ira fazer os seguro obrigatorios à minha esposa?
    Muito obrigado desde já pela sua disponibilidade.
    Cumprimentos
    RG

    • Boa tarde Rogério

      Pergunta bastante dificil :)
      O problema é que, para a seguradora, poderá haver um risco elevado de morte futura durante o prazo do contrato. No limite, só aceitarão fazer a cobertura de morte e não a invalidez.
      a Lei obriga a que informe a seguradora da mudança do estado de saúde. Irão com certeza agravar o prémio.
      Tente adquirir o novo imovel com um emprestimo com prazo igual ao que falta para o actual emprestimo. A mesma apolice de seguro de vida servirá para o novo emprestimo. Só muda o capital.
      Se desejar, pode recorrer aos nossos serviços. Envie-nos um mail para pedro.monteiro@accive.pt

  75. Boa tarde ,li todos os comentários e fiquei admirada de existirem pessoas como o sr Pedro a ajudarem os outros sem receber algo em troca. obrigado por ser um ser humano bondoso.
    Agradeco que me esclareça a seguinte situação:
    o meu marido tem uma incapacidade fisica definitiva de 82% e reforma por invalidez relativa, entregamos todos os documentos para activar o Seguro ocidental,no Millenium um emprestimo á habitação.o nosso seguro tem cobertura complementar-invalidez total e permanente
    Agradecia a sua opinião sobre o nosso caso e quanto tempo demora o seguro a dar-nos uma resposta.

    • Boa tarde Maria Delfina

      Agradeço suas palavras simpáticas :)
      Se a invalidez é relativa, segnifica que está sujeita a reavaliação num prazo de 5 anos, penso eu. Verifique no atestado multiusos. A seguradora só deverá pagar se a invalidez for definitiva sem reavaliação.
      Quanto ao tempo, varia de seguradora para seguradora.

  76. Muito obrigada!
    Da-me ideia q vai ser uma luta ingloria

  77. Boa Noite,

    O meu pai foi reformado por invalidez relativa em 2009 pela seg social. Tem um seguro de vida associado a credito habitação. Tem neste momento 66 anos.
    Vou accionar o processo amanha junto da seguradora, pois desconhecia a situação do crédito.
    Há um prazo para comunicar a invalidez???

    Muito obrigada pela sua disponibilidade e amabilidade,

  78. Gostaria que me esclarece-se uma situação: o meu marido faleceu a um mes contactei o banco onde temos um credito habitacao ,da situacao ke se estava apassar ,disseram me ke o seguro habitacao tava cancelado , pode o banco cancelar o seguro sem avisar nada. tenho duas filhas em meu cargo nao sei o que fazer . O que posso fazer para resolver isto do seguro.

    • Boa tarde Sandra

      Questione o Banco sobre quem tomou a iniciativa de cancelar o seguro.
      A seguradora está obrigada a comunciar por carta registada com AR de que o seguro se encontra cancelado. Fê-lo?
      Se nada dito foi feito, accione judicialmente o Banco e a seguradora por violação à Lei do Contrato de Seguro.

  79. Olá,
    Boa tarde.

    Antes de mais gostaria de agradecer o seu trabalho na resposta a todas as questões aqui colocadas.

    Tenho uma dúvida relacionada com um seguro de vida e gostava de saber a sua opinião:

    Em 2011 o meu pai faleceu vitima de cancro na garganta, motividado pelo consumo de cigarros ( habitos pesados era o que constava no relatório médico). Ainda em vida o meu pai tentou accionar este seguro de vida no Santander Seguros e foi-lhe negado o pagamento do valor em divida porque o meu pai informou a seguradora que fumava menos de 20 cigarros por dia.

    A minha questão é: Este motivo aplica-se só para invalidez ou agora que o meu faleceu tb se pode aplicar em caso de morte?

    Eu estou a tratar de todo o processo ( inclusivé já temos a participação de sinistro feita) mas receio que possa vir negado novamente, apesar de nas clausulas da apolice não constar nada acerca de assunto.
    Nas exclusões temos menção a situações como suicidio, tornados, tufões ( fenomenos da natureza), participações em corridas, etc…

    Qual é a sua opinião?

    Muito, muito Obrigada

    PS

    • Boa tarde Paula

      Em 2011 o meu pai faleceu vitima de cancro na garganta, motividado pelo consumo de cigarros ( habitos pesados era o que constava no relatório médico). Ainda em vida o meu pai tentou accionar este seguro de vida no Santander Seguros e foi-lhe negado o pagamento do valor em divida porque o meu pai informou a seguradora que fumava menos de 20 cigarros por dia.

      O relatório médico informa claramente que seu Pai fumava bastante (mais de 20 cigarros por dia).
      Declararam que fumava menos de 20 no questionário médico da seguradora.
      Tal constitui uma falsa declaração e infelizmente não vejo boas perspectivas de acabar bem para o vosso lado.
      A seguradora não deverá assumir o pagamento do capital seguro.
      Lamento.
      Contudo, vá até ao fim. Envie a documentação para a seguradora.

      • Olá Pedro,
        Obrigada pela sua resposta.
        Caso a seguradora não aceite pagar o valor coberto por falsas declarações não deverá restituir o valor das prestações que foi pago ?

        Cumprimentos

        PS

        • Boa tarde Paula

          Transcrevo o artigo do DL 72/2008 para sua leitura:

          Artigo 26.º
          Omissões ou inexactidões negligentes
          1 – Em caso de incumprimento com negligência do dever referido no n.º 1 do artigo
          24.º, o segurador pode, mediante declaração a enviar ao tomador do seguro, no prazo
          de três meses a contar do seu conhecimento:
          a) Propor uma alteração do contrato, fixando um prazo, não inferior a 14 dias, para o
          envio da aceitação ou, caso a admita, da contraproposta;
          b) Fazer cessar o contrato, demonstrando que, em caso algum, celebra contratos para a
          cobertura de riscos relacionados com o facto omitido ou declarado inexactamente.
          2 – O contrato cessa os seus efeitos 30 dias após o envio da declaração de cessação ou
          20 dias após a recepção pelo tomador do seguro da proposta de alteração, caso este
          nada responda ou a rejeite.
          3 – No caso referido no número anterior, o prémio é devolvido pro rata temporis
          atendendo à cobertura havida.
          4 – Se, antes da cessação ou da alteração do contrato, ocorrer um sinistro cuja
          verificação ou consequências tenham sido influenciadas por facto relativamente ao
          qual tenha havido omissões ou inexactidões negligentes:
          a) O segurador cobre o sinistro na proporção da diferença entre o prémio pago e o
          prémio que seria devido, caso, aquando da celebração do contrato, tivesse conhecido
          o facto omitido ou declarado inexactamente;
          b) O segurador, demonstrando que, em caso algum, teria celebrado o contrato se
          tivesse conhecido o facto omitido ou declarado inexactamente, não cobre o sinistro e
          fica apenas vinculado à devolução do prémio.

  80. Boa tarde,
    Estou a ajudar um familiar que o marido faleceu de cancro muito rapido menos 6 meses e tinham seguro de vida Açoreana – Banif. Quando ele começou a ficar incapacitado e quando foi diagnosticado foi informado a seguradora e enviado todos os documentos dos medicos da situação do segurado. Faleceu e ela entregou na seguradora os restantes papeis, atestado obito e accionou o seguro. Agora vem a açoreana dizer que quando o falecido preencheu o questionario omitiu a doença, olha ele nao sabia que tinha doença e tambem nao foi solicitado exames e dizem que a seguradora nao cobra o credito hipotecario. O que fazer?
    Obrigado

  81. obrigada caro Pedro Monteiro …. o meu seguro é de cobertura de invalidez total e permanente como referiu….. não sei é se ficarei com a casa paga só com o atestado de incapacidade e o relatorio medico…mas muito obrigada mesmo

  82. Boa noite.

    Gostave que me desse a sua opinião sobre o produto “Protecção Hipotecária April”. Esta companhia de seguros é fiável? Os preço dos prémios batem recordes, e por isso, provoca sempre desconfiança. O que lhe diz a sua experiência?

  83. Fiz um crédito habitação no BPI para comprar casa ainda em solteira, entretanto casei com comunhão de adquiridos. Gostaria de saber, caso me aconteça algo (morte) se o marido tem de continuar a pagar o empréstimo, ou o que acontece com a casa?
    Obg

  84. caro Pedro Monteiro….a seguradora é fedelidade a minha duvida é se posso acionar o seguro de vida sem ter a invalidez…. porque como não tenho descontos só posso pedir a pensao social de invalidez isto é para quem nunca descontou que é o meu caso ….já tenho o atestado de incapacidade de 70% onde me é pedido 66.6% …. o certo é que não trabalho por não poder ….gostava que me orienta.se pois não sei o que fazer obrigada….

  85. Caro Pedro Monteiro,

    Tenho um seguro de Vida na FIDELIDADE MUNDIAL desde 2003, efetuado na CGD, onde consta nas garantias da apólice o seguinte:

    - MORTE
    - INVALIDEZ TOTAL E PERMANENTE POR ACIDENTE
    - INVALIDEZ ABSOLUTA E DEFINITIVA POR DOENÇA

    Tenho uma doença crónica nos intestinos – doença de Chron e vou no próximo mês a uma junta médica no Centro de Saúde da minha zona.

    A minha dúvida é: se me for dada por junta medida no atestado multiusos uma incapacidade de 66% ou 70% por motivos de doença, tenho direito ao beneficio do seguro? Ou é somente em caso de acidente? Pois no caso de doença é INVALIDEZ ABSOLUTA …?

    Em 2009 a seguradora enviou-me uma carta com a Actualização das condições contratuais que gostava de pedir a sua opinião, pois em alguns pontos aparece: invalidez total e permanente de grau igual ou superior a 50% por acidente e eu não entendi se é uma possibilidade que eles têm de cobertura adicional ou se é a minha atual??? Posso fazer-lhe chegar um email com o pdf para que me possa ajudar a interpretar?

    Cumps

    • Boa tarde Migas

      Invalidez absoluta e definitiva corresponde a uma incapacidade a 100 por cento.
      Pelo que a seguradora não irá assumir o pagamento do capital seguro.
      O seu caso é mais uma prova de seguro mal feito e feito no Banco. Já escrevi vários artigos de como fazer seguros de vida e as pessoas continuam a ir aos bancos em vez de os contratar com um agente profissional de seguros.
      Foi barato mas saiu caro.
      Tinha feito um com invalidez total e permanente por doença e acidente a partir de 66 por cento e estava coberto.
      Frustrante …

  86. Boa tarde,
    Tenho um seguro de vida associado a um crédito habitação.
    Divorcie me em 2011 e fiquei a pagar o crédito sozinha bem como o seguro de vida respeitante à minha parte, no entanto cancelei a parte do meu ex marido pois este já não faz parte do crédito. Posso pedir à seguradora o valor pago até aqui pelo seguro do meu ex marido que não foi utilizado?

    Atentamente,
    Alexandra Pereira

  87. A Fidelidade disse que enviou pelo correio carta a solicitar elementos e que eu não respondi no prazo. Pois eu não recebi nada, pelo que não respondi. e depois o numero da apólice mudou e eu não me apercebi da mudança nas condições particulares. É por isso que hoje tenho outra apólice, mas não posso dizer se é igual ou não á antiga (não tenho cópia). Eu disse no e-mail á Fidelidade, que não podem cancelar um contrato sem o meu consentimento, se eles necessitavam de elementos então como fizeram outra apólice e sem eu a assinar é realmente o pior, sem falar com que elementos deu lugar a este contrato! Posso pedir para eles voltarem á minha apólice inicial ? e como o fazer ? o Tomador do seguro é a CGD e eu sou o assegurado, por ser a pessoa que beneficia tenho de ser ouvido/consultado ou a CGD pode fazer o que quer com a Fidelidade ?

    • Caro José Manuel

      Quer a seguradora quer o segurado podem cancelar o contrato em qualquer altura.
      A fidelidade tinha que enviar uma carta a comunicar a anulação da apólice e ter um documento assinado por si a permitir a emissão de uma nova apólice.
      Parece-me um caso para apresentar a um advogado.

      • Boa noite e agradeço o Sr. Pedro Monteiro,

        Estou á espera de uma reunião com a Fidelidade e a CGD, acha que devo levar um advogado comigo para uma primeira reunião ? Eles ficaram de me entregar todos os documentos que fazem parte do meu 1º contrato que assinei. Depois tenho de ver o que me é exigido para que a Fid processe o pagamento do capital em divida dos empréstimos á CGD.

        A SAGA são todas as companhias de seguros e Bancos … que nos roubam e ignoram os seus pedidos quando precisa deles.

        JMS :???:

        • Caro José Manuel

          É uma opção sua. Se tiver um advogado amigo que não lhe leve dinheiro por ir consigo à seguradora, faça-o. Caso contrário, contrate o advogado só no caso de a seguradora não fizer as correcções devidas.
          Mas vá à reunião com calma e serenidade. Como diz o ditado: “a falar é que a gente se entende”

      • Novamente Pedro,

        Uma proteção IAD requer uma incapacidade de 100% ? como tenho 96.2% não tenho direito a nada ? seja o pagamento dos empréstimos … por invalidez.

        Diga a sua justiça sff, estou a ficar sem forças…

        JMS :grin:

  88. Boa tarde,

    Tenho 2 empréstimos hab. com a CGD-Fidelidade Ramo Vida quando comprei a casa em 1999.
    Em 2006 fiz´´A novos Boletins de adesão com a apólice 5 001 153 IAD, onde indiquei que tinha miopia elevada. Tenho uma incapacidade de 96% desdev 2011 fiz o pedido de activação dos seguros á Fidelidade em 23 junho 2013 e vim a verificar que não tenho o mesmo nº. de apólice 5 001 203 actual, quero saber se as condições das duas apólices são as mesmas? e se acha que tenho direito a receber o pagamento da seguradora ? Pois eles não me enviam a 5 001 153 dizem que não existe. sò que foi este n.º apólice que vem nos Boletins.

    O que fazer ?

    • Caro José Manuel

      A seguradora tem que explicar porque razão houve alteração do número da apólice.
      Deverá enviar uma carta registada com aviso de recepção à Fidelidade a pedir esclarecimentos.
      Pode pedir já as condições particulares da apolice actual e comparar com a proposta que assinou inicialmente (tem cópia, não tem?)

  89. Caro Pedro Monteiro,

    Antes de mais, parabéns pelo seu Blog. Está muito bem estruturado e elucidativo.

    Gostaria que comentasse a minha situação:

    Tenho um seguro BES VIDA, onde sou o único titular, pois o emprestimo só está em meu nome. O que identifico na apólice é:
    - garantia principal: morte
    - garantia complementar: INV. Absoluta definitiva.

    Pelo que depreendo dos seus comentários, não é uma razoável cobertura ? Posso solicitar ao BES para alargar as garantias ?

    Obrigado e mais uma vez, muitos parabéns pelo Blog.

    Ass. Paulo

    • Caro Paulo

      Obrigado pelos seus simpáticos comentários.
      Realmente é um mau seguro e penso que já percebeu porquê.
      Pode solicitar ao BES para aumentar as garantias para Invalidez Total e Permanente. Assegure que a cobertura de Invalidez é igual ou superior a 66%.

      Em alternativa pode pedir-nos cotação. Basta enviar um mail para pedro.monteiro@accive.pt com o seu nome, data nascimento, profissão e capital em divida
      Mas peça também ao BES.
      Podemos surpreendê-lo.

  90. boa noite minha esposa sofre de atrite reumatoide e colite ulcerosa nos intestinos nos últimos anos temos sofrido bastante mas adiante a dias ela foi submetida a uma junta medica na segurança social com os procedimentos normais q regem essas situações e o resultado final foi que lhe atribuíram uma reforma por incapacidade para trabalhar tendo ela 34 anos poderei acionar o seguro que tenho no credito habitação tenho duvidas nesta questão dado este assunto ainda ser recente se me puder informar agradecia. obrigado

  91. boa noite tenho um credito habitaçao com um seguro de vida para acionar o seguro tenho que ter um atestado de incapacidade de 66% e ter invalidez permanente ou absoluta…eu tenho o atestado de incapacidade de 70% mas como não tenho descontos não tenho direito á invalidez… como devo resolver a minha situaçao .. tenho insuficiencia renal em breve irei fazer hemodialise …tenho anemia ….nãoo aguento muito tempo de pé …. gostava que me ajuda.se não sei o que fqzer :sad:

  92. Boa tarde,

    Gostaria que me esclarece-se uma situação: o meu cunhado faleceu em Julho deste ano num acidente de trabalho onde ele era sócio Gerente dessa empresa, era o único sustento de casa, o meu cunhado e a minha cunhada tinham adquirido um seguro de vida porque fizeram um empréstimo de habitação. É normal o banco continuar a cobrar o empréstimo depois do falecimento do meu cunhado? E o seguro de vida quando é que funciona? É que a minha cunhada tem dois filhos a cargo dela e um deles é menor e ela não consegue continuar a pagar o empréstimo. O que é que ela deve fazer?

  93. Bom dia,
    desde já agradeço todo o apoio que tem vindo a manifestar neste site. Queria, também eu, colocar-lhe uma questão.
    Eu e o meu marido pedimos um empréstimo bancário ao Millenium para o acabamento de construção de uma habitação. O meu marido tem agora uma incapacidade de 60%, por isso, só eu fui contemplada pelo seguro e o meu marido foi excluído. No banco disseram-me que o crédito estava aprovado com um spread de 4,00%. Será que eu posso apresentar agora o certificado de incapacidade temporária para me baixarem o spread?
    Obrigada pela atenção.

  94. Bom dia, o meu pai sofreu um AVC, e foi declarada uam invalidez de 80%. O atestado, informa que lhe foi diagnosticada uma incapacidade permanente global de 80%, susceptivel de variações futuras, devendo ser reavaliado em 2019.
    Em 2019 o meu pai já terá 72 anos, e infelizmente as limitações que ele possui actualmente são as mesmas ou piores das que ele adquiriu aquando do AVC.
    Assim sendo gostaria de saber se com este atestado ele pode activar o seguro por invalidez. Isto porque após algumas pesquisas existem vários tipos de invalidez.
    Não sendo possivel, gostaria de saber se é possivel solicitar uma nova junta médica, por forma a que seja garantido que esta invalidez não necessita de ser reavaliada.
    Agradeço desde já os seus esclarecimentos.
    Atentamente,
    Ana Santos

    • Boa tarde Ana

      A seguradora só paga se a Invalidez for vitalícia. Não sei responder se pode pedir uma nova junta médica para darema invalidez como vitalícia. Para o efeito, dirija-se ao Centro de Saúde da sua residência para saber mais pormenores.

  95. Boa Tarde, sr. Pedro. Parabéns pelo seu espaço, que é de facto notável.
    Preciso da sua ajuda numa questão: tem uma amiga com cancro da mama e com uma inacpacidade de 60% (até 2017). Ela tem um credito á haitação no Santander e vai pedir a revisão da taxa, para eneficiar das condições de deficiente. Está também a tentar accionar o seguro de vida (da Zurich), onde refere estar prevista a cobertura de incapacidade de 60%. Na sua opinião, vai ter sucesso com o seguro de vida?
    Obrigada.

  96. Bom dia.
    Desde já agradeço a sua simpatia por ter respondido, mesmo as noticias não sendo as melhores. De qualquer das formas assim que tivermos alguma comunicação da seguradora eu faço questão de vir informa-lo.
    Obrigada

  97. Bom dia, o meu marido ficou cego á 4 anos, mas como não sabia-mos na altura não ativamos o seguro da casa,agora disseram-mos que podia-mos dar entrada na companhia de seguros com um preocesso de sinistro, uma vez que ele tem incapacidade de 97% e é permanente a semana passada entreguei os papeis pedidos pela seguradora. Pode explicar-me como funciona e se ele tem direito a que os seguro lhe pague a casa? (quando a compra da casa foi mencionado que ele era diabético) e ele cegou pela diabetes. Obrigada

    • Boa noite Anabela

      Se no relatório médico vai mencionado que ele cegou devido à diabetes, então a seguradora não irá pagar qualquer importância por ser uma situação pré-existente à contratação do seguro de vida. Mesmo que o relatório não indique a causa da cegueira (duvido muito que não o diga), a seguradora quererá fazer exames mais aprofundados.
      Lamento ser o portador de más notícias, mas não acredito que a seguradora pague.

  98. Boa tarde,

    Após ter feito muita pesquisa na internet e telefonemas a várias entidades e sem obter esclarecimento, venho por este meio pedir ajuda a este site (visto ter respostas claras e concretas). A situação é a seguinte: sou deficiente (89%)incapacidade, tenho uma reforma de invalidez de 146€ /mês e vou construir casa com regime deficiente. Da parte do banco, tá tudo aprovado, agora surge a parte do seguro que estão agravar o seguro de vida e pedir 75€/mês. Acho isto um absurdo, sendo que á data do fim do contrato terei 65 anos (jovem) e para além de ser paraplégica não sofro de nenhuma doença crónica e que todos os meus exames médicos indicam que estou em excelente forma. Existe maneira de usufruir do regime deficiente (fazendo o crédito em nome do meu marido) mas usando o atestado de médico para o agregado familiar e assim dando poder ao seu uso. Desta forma não seria necessário o seguro de vida ou existe uma outra maneira de contornar esta situação (Posso eu fazer parte do crédito de habitação e não ser obrigada a ter seguro de vida?
    Obrigada.

    • Boa noite Kathy

      Se o Banco fizer o crédito em nome do seu marido e aceitar fazer o seguro de vida só para o seu marido, tem o problema resolvido.
      Se tiver que figurar como pessoa segura no seguro de vida, a seguradora ou apenas garante a cobertura de Morte ou então agrava-lhe o prémio de seguro por causa do grau de invalidez. Pode parecer injusto no seu caso, mas infelizmente é assim que funciona. Tenho um cliente com uma invalidez de 80% e com cobertura de Morte apenas.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  99. Caro Sr Pedro Monteiro,
    Por mero acaso encontrei este blog. Por um lado fiquei impressionado com a quantidade de pessoas que têm problemas por resolver (e que consideram que as vias institucionais não lhes ajudam, sentindo a necessidade de recorrer a um blog). Por outro, fiquei muito sensibilizado pelo trabalho (e paciência) que o Sr Pedro Monteiro demonstra ao longo do tempo. Creio que existe sempre um desafio intelectual para compreender as questões e apresentar soluções. Contudo, também creio que tem de existir bondade para (na área temática em causa, complexa que pode ser) tentar simplesmente ajudar quem assim expressa essa necessidade. Mais, também considero que a publicidade mais eficaz que a ACCIVE possa fazer passa exactamente pela demonstração da capacidade de resolver dúvidas e problemas. Assim, muito sinceramente, penso que está de parabéns.
    Feita esta apreciação (honesta e sentida)e aproveitando a oportunidade, gostaria de colocar as seguintes dúvidas: Estava a considerar a hipótese de comprar um apartamento. Contudo, agora, aos 50 anos de idade, foi-me diagnosticado uma Leucemia Linfocitica Crónica. Trata-se de situação neoplásica, mas sem repercussão clínica(sem qualquer limitação da minha atividade profissional), que habitualmente tem uma evolução indolente e, no meu caso, previsivelmente sem impacto durante muitos anos. Posso apresentar declarações médicas nesse sentido. Questão 1: esta situação (idade e diagnóstico clínico) é habitualmente impeditiva de contrair um emprestimo bancário ? Questão 2: A situação é impeditiva de uma seguradora aceitar fazer o seguro necessário para o referido emprestimo ?
    Apesar destas situações terem sempre algo de pessoal e privado, avanço em blog aberto na medida em que compreendo que é através da partilha que apreendemos e que serviços como este blog poderão ser úteis para terceiros, igualmente carentes de respostas diretas e honestas.
    Muito obrigado pela disponibilidade que face ao historial sei que será certa.

    • Boa tarde António

      Lamento só responder agora, porque só hoje é que o seu comentário surgiu na administração do blog. Tal deveu-se a problemas técnicos que “apagaram” alguns comentários por responder entre os quais o seu.
      Lamento imenso a situação e espero que compreenda.
      Agradeço as suas palavras.
      No seu caso em particular, vai acontecer uma de duas: ou recusam o seguro de vida, ou aceitam apenas a cobertura de Morte com agravamento no prémio de seguro.
      Se o Banco aceita esta situação, não sei responder.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  100. Boa tarde Sr.Pedro Monteiro.

    Agradeço a sua generosidade,que de forma graciosa,vai dando informaçõespreciosas a pessoas que possívelmente não têm possiblidades d recirrer a um advogado.
    A minha pergunta é fácil de formular ,mas possívelmente de resposta díficil:Devido à minha idade,a mensalidade do meu seguro de vida que contraí para um emprestimo à minha habitação,atingiu um nível insuportável tendo também em consideração a conjuntura ,e a diminuição de rendimentos por via dos cortes do governo.Quais as consequencuias se pura e simplesmente,deixar de pagar a prestação relativa ao seguro de vida,alegndo dificuldades económicas?O meu seguro será óbviamente anulado e o que é que o banco pode intentar comtra mim?
    Agradeço,Cumprimentos respeitosos.

  101. Venho por este meio pedir a V.Ex.se me pode informar do seguinte sou trabalhador imigrante e tenho um emprestimo em Portugal para compra de casa e devido a varias complicaçoes de saude foi-me dada a reforma por invalidez acontece que neste pais onde resido e que pertence á U.E.a reforma por invalidez nao tem 10,20.60 etc ou a pessoa esta inválida ou nao no meu caso estou inválido FOR LIFE,o banco nao me quer aceitar o meu pedido porque quer saber a percentagem mas se aqui nao há essa forma o que devo fazer.
    Muito obrigado

  102. Boa tarde Sr. Pedro Monteiro.
    Eu e minha esposa temos empréstimo no Barclays, o meu seguro de vida tem un agravanento de 200% (diabetes insulino dependente) e com exclusão de invalidez. Recentemente foi-me diagnosticada uma doença rara do sistema nervoso e uma invalidez permanente de 97%.
    A minha esposa tem um rendimento que representa 72% do rendimento familiar.
    Nestas circunstâncias, a minha esposa poderá ter o seguro de vida com os 100% do capital em dívida, desistindo eu do meu seguro de vida que tem um valor quase incomportável. Refira-se que o banco Millenium permite esta situação, não sei se nos outros bancos será semelhante.

  103. Margarida Santos

    Obrigada Dr. Pedro pela pronta resposta.
    De facto nas condições gerais da apólice está referenciada a incapacidade permanente maior ou igual a 66%, como condição para accionar o seguro. Não há referência em ponto algum das condições gerais, a “comprovativo da data definitiva da passagem à reforma”, conforme me pedem a mim. A questão é que não consigo passar desta fase do processo, porque insistentemente me dizem que sem este documento não há possibilidade de accionar o seguro. A seguradora já tem em seu poder o atestado multiusos, com incapacidade de 90%, definitivo. À data de hoje encontra-se de baixa pelo seguro de acidentes de trabalho, que inclusivé, já forneceu também à seguradora do crédito à habitação, uma declaração que comprova a situação e, que segundo eles, seria o suficiente para desbloquear esta situação.
    Peço-lhe, mais uma vez, que me diga como devo proceder agora para poder resolver esta questão.

    Atentamente,
    Margarida

  104. Margarida Santos

    Boa tarde Sr. Pedro,

    Peço que me ajude na seguinte situação: o meu marido, de 36 anos, sofreu em outubro último um acidente de trabalho que o deixou paraplégico. Depois de presente a uma junta médica foi-lhe atribuída incapacidade permanente de 92%, vitalícia. O seguro de acidentes de trabalho assumiu as responsabilidades a até ao momento está tudo a correr bem. O problema aqui é o seguro do crédito à habitação, que alega não ser possível accionar o mesmo, uma vez que o Sérgio ainda não está reformado pela segurança social. Isto é possível? Enquanto o meu marido receber o valor mensal da seguradora dos acidentes de trabalho, não posso accionar o seguro do crédito à habitação?
    Agradeço a sua ajuda.
    Atentamente,
    Margarida

    • Boa tarde Margarida

      Já não é a primeira vez que ouço estas histórias. Eu nunca vi em nenhumas condições gerais de seguros de vida de que, para o seguro ser accionado, tinha que estar reformado por invalidez.
      Procure nas condições gerais, na descrição da cobertura de invalidez, quais os pressupostos que são necessários para accionar a garantia. Variam de seguradora para seguradora.
      Se tiver Invalidez absoluta e definitiva (100%) não vai conseguir accionar o seguro. Se for Invalidez Total e Permanente (igual ou maior que 66%) conseguirá.

  105. boa tarde .tenho Atestado Medico de Incapacidade Multiuso portador de deficiencia com incapacidade permanente de 80% suscetivel de variaçao futura ,devendo ser reavaliado no ano de 2019 ,a minha pergunta e .como eu sei que tipo de invalidez me estou enquadrar ? (relativa ou absoluta )ou para saber a minha invalidez tenho de marcar outra junta medica nesse caso da segurança social ?obrigado cordialmente Paulo

  106. Bom dia Sr. Pedro,
    Há alguns anos atrás o meu pai sofreu um AVC ficando com um grau de invalidez de 75%.
    Na altura a seguradora recusou-se pagar, alegando que o meu pai já tinha atingido os 60 anos de idade.
    Nas condições da apólice surge a seguinte informação:
    As garantias cessam no termo da anuidade em que o cliente atinja 60 anos de idade, ou seja ele estaria protegido até dia 31 de Dezembro.
    Qual a data que conta para o sinistro? O dia do AVC ou o dia em que a junta declarou a invalidez?
    Isto porque o meu pai teve internado cerca de 2 meses, e só depois da alta lhe foi atribuída a invalidez.
    Enquanto estava internado e a ser tratado, ninguém poderia dizer com que mazelas ele ficaria.
    A data correcta não deveria ser a data do sinistro que originou a invalidez permanente?
    Obrigada desde já pela sua ajuda.
    Atentamente
    Ana Rebelo

    • Boa tarde Ana

      Conta a data em que teve o AVC.

      • Boa tarde Sr.Pedro,
        antes de mais agradeço a brevidade na sua resposta.
        Pelo que vejo no seu blog, a situação que o meu pai está a passar com a Fidelidade é comum(existe mais um Sr. a passar pelo mesmo).
        Gostaria de saber se a CGD, uma vez que foi intermediaria na celebração do contrato de seguro, não tem a obrigatoriedade de fazer prova que informou o meu pai das condições da referida apólice? E caso não o faça, existe alguma consequencia para a CGD? Existe algum beneficio para o meu pai?
        Obrigada mais uma vez.
        Ana Rebelo

        • Olá Ana

          A CGD deveria e é obrigada a entregar em papel ou por mail as condições gerais. O que acontece é que quando assina o contrato de seguro, reconhece que leu e tem em seu poder as condições gerais, pelo que uma reclamação pouco irá servir.
          Peça as condições gerais do seguro de vida que fez nem que tenha que ir a um balcão da fidelidade munido da cópia da apolice de seu Pai. Mas leve uma carta assinada por ele (mais a cópia do cartão cidadão ou BI de seu Pai) a autorizar a agir em seu nome.

          • Boa tarde Sr. Pedro,
            a fidelidade enviou-nos as condições gerais, particulares e especiais por email. O documento das condições gerais é uma montagem, o mesmo possui 3 páginas (A 1ª página do pdf informa que o contrato tem inicio no dia 23 de Outubro de 2000 e está rubricado.
            A 2ª página do pdf possui uma rubrica totalmente diferente da rúbrica constante na 1ª página.
            A 3ª página está assinada e datada de 08 de Abril de 2002. E como se pode constar no cabeçalho e rodapé, a 3ª página faz parte de um fax de 2 páginas (datado de 13/02/2003). No entanto, apenas é enviada a página 02.
            As condições particulares e especificas não faz qualquer menção ao nr de apólice a que se refere.
            A minha questão é:
            Todas as condições, ou melhor, todos os documentos das condições não devem mencionar a que apólice se referem?
            Nas Condições Especiais, artigo 2, ponto 5 indica: Ser reconhecida previamente pela Instituição de Segurança Social pela qual a pessoa Segura se encontra abrangida, pelo Tribunal de Trabalho ou por Junta Médica.
            O meu pai apenas foi visto pela Junta Médica em 2008, no entanto no atestado a Junta Médica reconhece que o meu pai possui uma percentagem de invalidez permanente de 75% desde Dezembro de 2007.
            Uma vez que supostamente o meu pai só estaria abrangido até dia 31 de Dezembro de 2007, a seguradora recusa fazer o pagamento do sinistro.
            A minha questão é:
            Apesar do atestado ter sido emitido em 2008, a Junta Médica atesta que a invalidez ocorre desde Dezembro de 2007. Qual a data que é válida para accionar o seguro? A data de emissão do atestado? ou a data que consta no atestado, como data de inicio da invalidez?
            Atentamente,
            Ana Rebelo

          • Boa noite Ana

            Condições Gerais e especiais são as condições iguais a todas as apolices de seguro de vida
            Condições particulares é a chamada Apolice onde vem identificado o nome do tomador, a pessoa segura, a data de nascimento, data de inicio do seguro, coberturas, capital e número de apólice.
            Se o AVC ocorreu antes de 2007, a seguradora deveria assumir.
            A data é que é dada a Invalidez é Dezembro de 2007, pelo que é esta que deve ser considerada.
            Penso que vai ter que colocar a Fidelidade em Tribunal, pois o meu parecer é dado com base naquilo que escreve e pode estar a escapar algo.

  107. Boa noite Sr Pedro!
    Muitos parabéns pelo seu blog e principalmente MUITO OBRIGADA!!!
    Queria colocar-lhe algumas questões. Infelizmente o meu sogro faleceu vítima de doença súbita. Ele e minha sogra tinham um empréstimo de habitação e 2 outros referentes a hipotecas de imóveis que fizeram. Existindo seguros de vida em todos eles, poderá ser accionado o seguro para todos eles? O que temos de fazer? basta apresentar a certidão de óbito aos bancos?
    Muito obrigada!
    SCh

  108. Será que me pode esclarecer uma dúvida relacionada com crédito à habitação, mas com seguro multirriscos.
    O meu seguro estavano banco e mudei de seguradora. Entretanto aconselharam-me a mudar o capital seguro, porque a companhia só pagaria pelo valor de reconstrução. Agora o banco deu autorização para mudar de seguradora, mas exige que faça o seguro pelo capital inicial do empréstimo.Podem exigir isto???
    Muito obrigada!
    AML

    • Cara Ana Maria

      Não o podem exigir porque a seguradora nunca pagará pelo valor do empréstimo. Pagará pelo valor de reconstrução. Se o Banco exige isso, então são ignorantes e é lamentável que estejam a vender seguros e a enganar as pessoas.
      Quando for oportuno para si, pode nos pedir uma cotação. Contacte-me para pedro.monteiro@accive.pt
      Cumprimentos

  109. olá doutor pedro monteiro… sou uma doente oncologica há um ano ,cancer no utero efderivado ao estadio avançado fiquei com incapacidade de 71% mas eu nao estou casada.. estou em uniao de facto há 5 anos a casa ta só em nome do meu marido,,, será k tenho algum benificio sobre a minha incapacidade _? gustava de saber.. uma vez que ning informa ning de nada… tambem temos um seguro de vida…. o k me pode dizer sobre tudo isto ? por favor me responda .. mt obrigado

    • Boa tade Idalina

      Lamento o seu estado de saúde e tenha toda a força para vencer a sua batalha.
      Se a Idalina não consta como pessoa segura no seguro de vida da habitação, não tem direito a nada. Se tiver, envie os relatórios médicos e comprovativo da incapacidade para a seguradora.
      Desde que tenha invalidez total e permanente igual ou superior a 66%, a seguradora pagará o que é devido.

  110. Boa tarde…
    É possível contratar um seguro de vida sem estar ligado a um crédito de habitação.Um seguro que garanta um valor emconsequencia de morte e invalidez qualquer que seja a idade em que ocorre a morte
    Obrigado

  111. Boa tarde.
    Eu já entreguei toda a documentação solicitada pelo banco. aguardo apenas o relatorio da autopsia que poderá levar um ano ou ainda mais tempo.

  112. Boa tarde sr pedro gostaria que me esclarecesse de uma situação.
    O meu marido faleceu repentinamente ainda não saiu o resultado da autopsia poderá levar até um ano, devo continuar a pagar a prestação da casa até sair o resultado da autopsia, só com o meu vencimento e tendo uma filha menor apesar de termos seguros de vida, obrigado

  113. Boa noite, tenho doenca renal cronica, estou fazendo dialise 3vezes porsemana durante 4h por sessao, estou na fila de transplante, a previdwncia afastou por 1ano, apos isso sera prorrogado. Tenho um financiamento habitacional e junto um seguro, santander….eu posso acionalo? Como fazer ? Richard

  114. BOA NOITE SR.PEDRO GOSTARIA SE FOSSE POSSIVEL ME IMFORMAR SOU REFORMADA POR INVALIDES RELATIVA DESDE 2009 NUNCA SOUBE QUAL FOI A INCAPACIDADE ATRIBUIDA COMO PENSAVA QUE PODERIA TRABALHAR NOUTRA ACTIVIDADE MAS NAO FOI POSSIVEL A DOENÇA NAO ME PERMITE FAZER ESTANDO AINDA A FAZER TRATAMENTOS NA UNIDADE DE DOR E TOMANDO MEDICAMENTOS QUE NAO ME PERMITE FAZER A VIDA NORMAL COMO TINHA DO QUAL FUI ENCAMINHADA PARA PSICOLOGIA A MINHA PERGUNTA E SE ME DIRIGIR A SEGURANÇA SOCIAL VISTO JA SER REFORMADA E PEDIR ELES SABEM IMFORMAR QUAL A MINHA INCAPACIDADE OU PREÇISO FAZER JUNTA MEDICA OUTRA VEZ SEM MAIS GRATO PELA SUA ATENÇAO

  115. Boa noite Sr. Pedro,
    A questão que me leva a contactá-lo não tem felizmente a haver com questões de doença, incapacidades ou situação do género, contudo pretendia que me explicasse, o porquê de eu ter o valor do seguro de vida aumentado, se o valor do montante em dívida está constantemente a baixar. O fator idade obriga a isso? Pergunto-lhe também, do que necessita para lhe solicitar uma proposta para seguro de vida e multiriscos anexos ao crédito à habitação.
    Parabéns pela criação deste espaço dedicado a esclarecimentos a “consumidores” menos informados.
    Cumprimentos,

  116. Boa tarde

    Pretendia saber a seguinte informaçao:
    Foi diagnostricado um cancro na prostata em novembro 2012 eu tinha um seguro de vida…entretanto por dificuldades não paguei o mes de dezembro 12, entretanto fizeram o pagamento mensal em janeiro 13( mas já tinham enviado o recibo para pagar em atraso e nao paguei novamente porque nao tinha) mas já nao fizeram o debito em feverereiro 13, quando telefonei disseram-me que se quisesse continuar que tinha de pagar o que faltava e assinar uma declaração em como nao tinha existido nenhuma alteraçao na minha saude…o que posso ou o que devo eu fazer? cumprimentos

    • Caro Sr. Alves

      Terá que informar a seguradora da alteração do estado de saúde, porque é obrigatório por lei e porque falsas declaações dão origem à anulaçao do contrato de seguro, mesmo que tal só seja detectado daqui a uns anos. Se aceitarem o pagamento do mês em falta, não terá problemas.

  117. Boa noite,

    Antes de mais, reitero o que já foi dito por muitos. Obrigada pela ajuda que dá a todos. A minha dúvida é a seguinte. Tenho 32 anos e tenho esclerose múltipla. Não tenho incapacidade grave, felizmente, mas como tencionamos pedir um crédito à habitação quer saber duas coisas: – primeiro, penso que o caso de liquidação de créditos por invalidez não será permitido em caso d doença pre-existente, certo? – depois, queria essencialmente saber se, caso dentro de uns anos fique com incapacidade acima de 60%, poderei usufruir de uma alteração no crédito, com benefícios na taxa de juro.

    Obrigada desde já. Tentei ler todos os comentários anteriores, mas não vi nenhum específico relativo a estas questões.

    • Boa noite Lininha

      Se alguma seguradora lhe fizer um seguro de vida, este cobrirá apenas a Morte. Se ficar com uma incapacidade superior a 60% pode aderir ao regime de crédito do deficiente. Informe-se agora junto do seu Banco para mais detalhes.

  118. Boa tarde sr. Pedro,

    Era camionista em Epanha, em dezembro 2012 devido a 3 operaçoes a ernias discais deram-me incapacidade permanente e total para a minha profissao(100%)isto em Espanha poderei em Portugal acionar o seguro de invalidez total permanente relativo ao emprestimo de habitaçao?
    Se sim o que poderei fazer.
    Obrigado pela atençao que me possa dispensar.
    cumprimentos:Duarte

    • Caro Manuel

      Envie para a sua seguradora os seguintes documentos:
      - Relatórios e exames comprovativos da sua doença
      - Documento comprovativo de incapacidade dada pela Junta Médica da Segurança Social
      - Bi ou cartão de cidadão

  119. Boa tarde… antes de mais obrigado pelo verdadeiro serviço público que nos presta.
    em virtude de me ter sido atribuída uma incapacidade de 60% vou pedir alteração das condições do meu crédito habitação. só que junto a este crédito fiz um outro,na mesma data, a título particular, para despesas inerentes ao processo. a minha duvida é: posso, legalmente, pedir tb uma alteração das condições deste crédito?
    já agora, qal a diferença entre regime “Deficiente” e “ACT”?vantagens/desvantagens?
    grato por toda a ajuda que me possa prestar. melhores cumprimentos.

  120. Boa noite sr. Pedro,

    preciso fazer um novo seguro de vida referente a um credito habitação que tenho a 15 anos, descobri agora que afinal já não tenho seguro de vida que pensava eu estar junto com a mensalidade que pago ao banco, sei que tive pois foi uma exigencia do banco para contrair o emprestimo, agora pretendo fazer o mais rápido possivel para mim e meu esposo mas tenho medo de ñ escolher o mais indicado, agradeço que me indique qual a melhor seguradora pois tenho duas crianças e quero asegurar assima de tudo uma vida digna,

    desde já agradeço a sua atenção,

    cumprimentos, Ana

  121. Exmos.Sr Pedro Monteiro
    Desde já agradeço a sua resposta e o tempo que perdeu com a minha questão
    Mas é o seguinte, eu fui ao bancoBcp pedir as condicões do meu seguro de vida do credito habitação,estava lá um agente da companhia que me disse que só pagavam uma apolice se a pessoa segura se reforma-se, isto é normal e legal?
    Eu tenho Morte e Invalidez Total e Permanente , com incapacidade superior a 66,6%
    Agradeço a sua resposta
    Com os melhores comprimentos
    Fernando

  122. Boa Tarde Srº Pedro

    Eu tenho Morte e Invalidez Total e Permanemte, com incapacidade a partir de 66.6%
    Na quinta feira falei com um grande amigo meu que trabalha na caixa, e ele aconselhou-me antes de participar ao banco,pedir as condições gerais a companhia de seguros, eu tenho uma copia mas vou pedir outra pelo sim pelo não,
    Ontem fui ao banco pedir as condições gerais e falei em que condições é que se pode ativar o seguro de vida no credito habitação, a empregada muito simpatica do banco que me atendeu´,até me disse »por acaso até esta aqui a pessoa para melhor o informar» estava lá um daqueles representantes dos seguros que corre as agencias, a empregada chamou e ele disse-me:
    Só pagamos apolices do credito Habitaçao desde que tenha incapacidade de 66,6% ou superior e que esteja a REFORMADO por INVALIDEZ, eu respondi:mas eu não quero-me reformar nem quero nenhuma pensão do estado, e ele respondeu, ENTAO NÃO PAGAMOS, disse-me que são normas deles
    Isto será legal?

    Comprimentos
    Fernando

  123. Boas noites
    Srº Pedro Monteiro, pelo que li julgo que perceba de seguros.
    Tenho uma pergunta a fazer.
    Fiz uma casa a 9 anos e o respetivo seguro de vida no Bcp, em 2009 foi-me diagosniticada uma doença rara e na qual tenho tratamentos com muita regularidade, acontece que recentemente fui a uma junta medica e fui-me concebido uma incapacidade de 80%
    Como eu tenho o seguro de vida por causa do credito habitação será que posso ativar o seguro?

    • Bom dia Sr. Fernando

      Se tiver a cobertura de Invalidez Total e Permanente igual ou superior a 66%, não terá problema. Envie para a seguradora os relatórios médicos e declaração da junta médica em que consta a incapacidade.

  124. Boa noite Pedro!

    Parabéns pelo fantástico blog que tanta gente tem ajudado.

    Eu gostaria de saber se me poderia ajudar no meu caso que é o seguinte:

    Acerca de 7 anos comprei um apartamento, comecei por fazer um empréstimo para o sinal (no valor de 28 mil euros) que durou cerca de 5 meses. Passados 5 meses fez-se a escritura e o empréstimo passou para 141 mil euros, isto foi tudo tratado pelo mesmo banco (bcp) e ao qual estava associado o seguro de vida para o crédito habitação da ocidental (que faz parte do bcp). Agora passados 7 anos fui informado que a seguradora não tinha atualizado o seguro e durante este tempo todo tive a pagar somente o seguro de vida para o crédito habitação do sinal de 28 mil euros em vez do valor do empréstimo de 141 mil euros. E deram-me duas opções: ou acabava com o seguro que tinha e fazia um outro de novo (sem pagar mais nada), ou atualizavam o seguro de acordo o crédito habitação pedido mas tinha de pagar a diferença do seguro desde há 7 anos para cá (deve rondar os 3 mil euros).
    O meu problema é que a minha esposa durante estes 7 anos foi-lhe diagnosticado cancro de mama, a junta médica determinou uma incapacidade de 70%, e fomos beneficiados com o regime de deficiente na prestação. Agora se fizer um novo seguro dado o antecedente da minha esposa este irá para valores muito altos (saíndo bastante prejudicado).

    Como não tive culpa neste processo não haveria de ser a seguradora a unica assumir a responsábilidade da dívida?

    Com os melores cumprimentos,

    Filipe Lopes

    • Caro Filipe

      O Banco tem o direito de exigir um seguro de vida pelo valor e dívida. Onde o faz é opção sua.
      O que o Banco não pode fazer é actualizar retroactivamente o seguro de vida. Apenas só pode incrementar o capital juntando aos 28.000 euros o valor adicional de modo a totalizar 141.000. Ou então anular o seguro actual e fazer um novo no valor de 141.000. Tudo com data de hoje.
      Quanto à questão da sua esposa, provavelmente só conseguirá a cobertura de Morte para ela

  125. Boa Noite Sr. Pedro Moiteiro,

    Obrigado pela sua resposta.

    Após ler a info do link que colocou, verifico que o valor da habitação que a seguradora devia basear-se era mesmo de 70 Mil eur. No entanto, no contrato que realizei com a companhia de seguros do grupo CGD, diz preto no branco que o seguro incide apenas e somente sobre o capital em dívida e não sobre outro condições.

    Agora fiquei confuso. :???:

    Irei à CGD esclarecer esta situação.

    Obg
    Pedro Moura

    • Caro Pedro Moura

      Os Bancos têm a “mania” de fazerem os seguros das habitações pelo valor em dívida e na hora do sinistro as seguradoras pagam pelo valor de reconstrução, que é mais baixo. Use este argumento.

  126. Muitos parabens ao blog.
    Tenho um credito a habitaçao desde 98 e não fiz qq seguro de vida nessa altura porque não me foi pedido. Em 2004 no seguimento do pedido de revisão do spread, foi-me exigido esse seguro que fiz de imediato para beneficiar da reduçao do spread. Não me foi entregue a apolice e até hoje apesar de varias vezes a ter pedido ainda não me foi enviada.
    Acabei por ter uma doença oncologica que me incapacitou com 66.7% e me permitiu accionar o seguro. O atestado de incapacidade so podia ser entregue no banco com um documento do medico de familia euq entretanto se reformara. Como desconhecia as condições da apolice não estave muito preocupado. recebi agora a decisão da companhia de seguros que, embora reconhecendo que tinha direito à liquidação do credito nao beneficiarei por ter entregue cerca de 2 meses apos ter feito 61 anos porque a apolice terminava 5 anos antes da idade normal da reforma considera pela seguradora aos 65 anos.
    Gostava de saber se o facto de não me ter sido entregue quando fiz o seguro nem posteriormente a apolice é argumento para reclamar do seguro o pagamento da apolice.
    Desde ja os meus agradecimentos pela resposta

    • Boa tarde José

      É sempre obrigatório a entrega da apolice ao tomador do seguro.
      Se o seguro terminava aos 60 anos e o problema de saúde foi detectado posteriormente, não tem direito ao pagamento do capital, pois a apólice caducou entretanto.

  127. Bom dia Sr. Pedro Monteiro,

    Necessito de um esclarecimento sobre o meu seguro multi-riscos habitação e agradecia ajuda se possível.

    Detectei que desde 2008 ando a pagar um seguro anual relativo a um capital em dívida de 70 mil euros. Ora o capital em dívida começou por ser de 47 mil euros, sendo que neste momento é de 40 mil euros. Ou seja, andei a pagar sobre o capital de um valor da avaliação da habitação e não sobre o emprestimo que contraí.

    A questão que coloco é se posso exigir retroativos do valor pago a mais durante os 5 anos?

    Obrigado.

    Pedro Moura

  128. Pedro,
    Desde já o felicito por “me” esclarecer alguns pormenores no que diz respeito a este e outros assuntos, que por vezes o desconhecimento total nos torna algo “cegos”.
    Em 2006 comprei casa juntamente com a minha mulher, ambos com doenças crónicas; diabetes Tipo 1 e asma, respetivamente.
    O capital assegurado diz respeito a uma garagem e um andar, 32 mil e 115 mil ao qual nos aplicaram 25% e 200% de agravamento.
    As mensalidades se sempre foram elevadas agora começam a tornar-se exageradas em função das condições atuais.
    A minha questão, e tenho tentado enterreirar-me sobre o assunto, a fim de expor a situação à Seguradora, uma vez que nunca nos pediram quaisquer exames de rotina, é possível, existe margem de baixar tais mensalidades.
    MUITO OBRIGADO,
    Carlos

  129. Boa tarde,
    Pretendo acionar o seguro de vida após falecimento do meu companheiro com quem comprei casa. Para solicitar o relatório médico poderei ser eu ou tem de ser a familia (herdeiros legais)?

    • Caro Francisco

      Fazendo prova de que viviam em conjunto, pode ser o senhor. Mas não tenho a certeza. Pode ser que alguém saiba e coloque aqui. Ou pode perguntar a um advogado especializado em direito de família.

  130. Boas tarde Pedro Monteiro,

    Fiz um credito habitação e já tenho a escritura marcada. O banco pediu então a mim e ao meu marido que nos dirigessemos ao banco para preencher os docuemntos para a contratação de seguro de vida e de multirriscos.
    A minha dúvida é que o meu marido tem epilepsia que se deveu a um traumatismo craniano originado numa queda. Ele está medicado, não tem ataques nem sintomas e até a medicação foi reduzida. É como se ele não tivesse doença nenhuma,nós nem lembramos que ele a tem. É necessario facultar essa informação? fará alguma diferença?

    Cummprimentos,

  131. boa noite Sr. Pedro
    Para além de ter um empréstimo bancário destinado a habitação de reduzido valor, tenho um empréstimo pessoal de grande valor. Ambos têm seguro. Foi-me diagnosticado recentemente uma doença na medula óssea, tenho uma incapacidade permanente de 60% durante 5 anos.Pergunto:Para além de solicitar ao banco uma redução do spread relativo ao empréstimo à habitação, acha o Sr. Pedro que deveria/poderia solicitar o mesmo para o crédito pessoal que possuo no mesmo banco? Muito obrigada pela disponibilidade. Um feliz ano para o Sr.

  132. Boa tarde,
    A minha esposa foi-lhe dado uma incapacidade de 95%, tendo eu credito habitação na cgd derigi-me a agencia para acionar o seguro de vida que é Incapacidade total e Permanente e na agencia me disseram que só podia acionar o seguro caso a minha mulher estive-se reformada. Gostava de saber se isso é mesmo assim.

  133. tenho emprestimo habitaçao no totta e seguros vida para mim e para a minha companheira a 100%, tendo ela ficado desempregada tenho direito a alguma benece, é que eu nao sei os direitos que tenho, o emprestimo foi feito por um amigo que me apresentou a melhor proposta na altura(emprestimo + seguro) mas que imigrou, na altura(4 anos) pagava 29 euros para 2 pessoas, agora pago 46 para 2 pessoas por 100 mil euros eu tenho 36 anos ela 31 foi exponencial a subida e eu nada posso fazer para nao agravar o spreed (0.7) já reclamei mandaram falar com a agencia de seguros que me respondei que estava tudo bem,fiquei com a ideia da benece ao ouvir na agencia uma proposta seguro e ouvir a dizer que havia uma reduçao de spreed ???
    obrigado

  134. boa tarde Pedro.
    Passa-se o seguinte; minha esposa é doente oncologica e tem uma incapacidade temporaria de 60% durante 5 anos. Ora isso supostamente seria motivo para o banco me baixar o spread, mas o gestor de conta diz que como o emprestimo é a 44 anos teria que no novo contrato baixar o prazo para um maximo de 35 anos para me conceder esse abaixamento. É possivel isso ou não me estao a querer dar o que tenho direito?

    • Boa noite Márcio

      Pelo conhecimentos que tenho de experiências de clientes e contactos, pode pedir para passar para o regime de deficiente em que o spread é zero. Se existe um prazo mínimo ou máximo para tal acontecer, desconheço. Não sou a melhor pessoa para o ajudar. Talvez um especialista em créditos ou se alguém ler este post talvez informe.

  135. Frederico Fernandes

    Boa tarde chamo-me Frederico Fernnades e foi-me diagnosticado em Setembro do corrente ano uma Leucemia Linfocitica crónica. Ainda agurado os procedimentos terapeuticos mas os efeitos desta doença já estão a fazer mossa,pelo cansaço que apresento em fazer qualquer tarefa, alem do mais como sofro desde há muto de artrite reumatóide,pergunto se posso acionar junto da entidade bancária a liquidação do empréstimo que tenho junto da CGD? Estou de baixa desde Abril de 2012.Segundo a médica esta doença é crónia e terá efeitos mais nefastos daqui a 10/15 anos. De momento encontro-me impossibilitado de exercer qualquer actividade laboral. Melhores cumprimentos

    • Boa noite Frederico Fernandes

      Se tiver a cobertura de Invalidez Total e Permanente e se uma junta médica decretar que tem uma incapacidade igual ou superior a 66%, poderá accionar o seguro devendo para o efeito enviar para a seguradora:
      - Atestado de incapacidade permanente
      - Relatórios e exames médicos comprovativos dessa incapacidade
      As melhoras e espero ter ajudado
      Cumprimentos

  136. Boa noite.Sr. Pedro Monteiro a minha situação é a seguinte.comprei uma casa e fiz empréstimo em 1993 com seguro morte ou invalidez. Nesse ano não tinha doença e incapacidade tudo estava normal.Preenchi o documento a dizer que estava tudo bem sem doença e incapacidade. Esse empréstimo foi feito num banco que já mudou de nome. Então em 1994 foi detectado uma doença sem cura, mas controlavel. Em 1998 o millenio fez promoção quem mudasse de emprestimo pagavam todos as despesas assim o fiz. Mas pelos visto o seguro continuou a ser a mesma companhia de seguros porque o que me enviaram foi o papel que assinei em 1993, mas devido á alteração de banco a data está inicio da cobertura 27/09/1998 sem alteração de seguro(condições). Agora as minhas mãos com algum tempo começaram a ficar deformadas e em 2001 fui á junta médica e deram-me incapacidade permanente global de 75.3%(este atestado pelos vistos é definitivo susceptivel de variações futuras)(pelos vistos piores agora está pior).e a junta médica colocaram em observações ter esta incapacidade desde 1997.(Com isto fui ás finanças e deram-me todo o IRS desde 97 até 2001.). nunca tinha visto a companhia ter de pagar a divida se a pessoa tivesse incapacidade superior a 66% . Agora deparei isso fui ao banco e enviei para a companhia para enviar todos os papeis do seguro que fiz.Resumindo o papel que assinei no final tem a data de 04/01/1993 com cruzes no lucal sem doença e sem incapacidade. Quando mudei de banco essas cruzes continuam na mesma e acrescentaram inicio da cobertura 27/09/1998. Enviei para a companhia porque não me saldavam a divida e eles responderam. 1- Querem Relatório médico da data de diagnostico e tratamentos efectuados e evolução que conduziu à situação de incapacidade. 2 – Atestado da junta médica. 3 – Documento da entidade oficial que comprove a incapacidade para exercer qualquer profissão remunerada e consequente atribuição de pensão de invalidez.
    Minha pergunta para me saldar o valor da casa tenho obrigatóriamente me reformar??
    Eu não me reformo porque a incapacidade não me limita de fazer o trabalho que faço. Se fosse um trabalho que tivesse de fazer força tinha , mas sou professor e consigo fazer a minha activadade profissional.Outra coisa em 2003 nao tenho priciso a data passei o emprestimo para deficiente para não pagar spred e els aumentaram-me o seguro e nada mais tive de entregar senão o certificado da junta médica.
    TENHO QUE ME REFORMAR PARA SALDAR A DIVIDA?PERGUNTO
    Agradecia que me enviasse para meu email por favor.
    Alguma duvida posso entrar em contacto consigo
    Obrigado

  137. Boa noite Sr. Pedro,

    gostaria p.f. da sua ajuda para a seguinte questão:

    é legal um banco exigir o pagamento do seguro de vida de 5 anos, logo no momento inicial do contrato de empréstimo à habitação?

    Grata por toda a atenção dispensada.

    Melhores cumprimentos
    Ana Monteiro

  138. Boa tarde Sr. Pedro,
    Tenho um credito habitação no milennium, e os seguros de vida e multi risco habitação também. Acontece que desde Novembro de 2011 o banco deixou de cobrar o prémio do seguro de vida por, à data da cobrança, a conta não ter saldo suficiente para pagar o respectivo prémio (mea culpa). A apólice foi anulada e neste momento não tenho seguro de vida referente ao empréstimo.
    Agradeço o seu conselho de como proceder para resolver esta situação.
    Cumprimentos
    Francisco

  139. boa tarde é o seguinte o meu marido sofreu um acidente de trabalho no qual originou queimaduras de terceiro grau e resultou na amputaçao do braço direito a minha duvida é a seguinte quando é que ele será chamado a junta medica visto ainda se encontrar em tratamentos tb gostaria de saber se posso acçionar seguro da casa do milenium visto ele ja estar incapacitado pelo facto de ter ficado sem um membro e se posso pedir antecipaçao de junta medica para tentar resolver isto o mai rapido possivel obrigada

    • Boa tarde Patrícia

      Tem que aguardar pela junta médica e depois o tribunal de trabalho irá decretar a invalidez definitiva. Deverá informar desde já a seguradora onde contratou o seguro de vida sobre a alteração do estado de saúde do seu marido.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  140. Bom dia caríssimo Dr. Pedro Monteiro,

    antes de mais um grande bem haja pelo seu trabalho e disponibilidade com este blog. É verdadeiramente um serviço público. Pena que outros não sigam o seu exemplo…

    Tomei a liberdade de lhe pedir alguma orientação no seguinte assunto:

    eu e o meu companheiro (vivemos em união de facto desde 2002), comprámos em 2006 uma habitação em regime de compropriedade, recorrendo, inevitavelmente, a crédito bancário no MillenniumBcp. Na altura da aquisição, e porque tudo foi tratado pelo banco, contratámos os seguros associados (Vida e MultiRiscos) à seguradora Ocidental Vida, para duas pessoas seguras.

    Até recentemente tudo correu bem e nunca nos preocupámos senão em cumprir com as nossas obrigações…

    De há duas semanas para cá a nossa vida sofreu uma alteração profunda. Ao meu companheiro foi diagnosticado um tumor altamente maligno e extremamente invulgar. Dada a raridade da doença ainda não temos qualquer prognóstico futuro.

    Esperando o melhor, mas infelizmente tendo de nos preparar para o pior começámos a pensar em assuntos práticos nomeadamente na situação da casa, especialmente porque temos dois filhotes pequenitos.

    Já pedi à seguradora que me enviasse as condições gerais e especiais das apólices para as analisar em pormenor.

    Sei que as coberturas complementares abrangem invalidez total e permanente, embora ainda desconheça qual o grau de invalidez exigido pela seguradora. De qualquer forma, é tudo muito recente e o meu companheiro ainda terá de ir ao delegado de saúde para que lhe seja atribuído o grau de incapacidade.

    A nossa maior preocupação vai mesmo para o pior dos cenários, e o que poderá acontecer posteriormente com a casa, até porque o pagamento das prestações ao banco é assegurado exclusivamente pelo vencimento do meu companheiro, dado que eu estou desempregada e sem qualquer rendimento há mais de dois anos.

    É horrível, e quase desumano, que numa situação em que nos deveríamos dedicar exclusivamente a combater a doença nos tenhamos de desgastar com questões financeiras. No entanto, e muito friamente, tenho de lhe perguntar se, no caso de o meu companheiro entretanto falecer vitima da doença, a seguradora assumirá a totalidade ou apenas parte da divida perante o banco?

    Fará alguma diferença o facto de não sermos legalmente casados?

    Será boa ideia apresentar desde já a situação ao banco e à seguradora?

    Agradeço imenso a sua ajuda.

    Muito Obrigada.

    • Boa tarde Sílvia

      Em primeiro lugar, lamento imenso a situação que estão a viver.
      Em princípio, o grau de invalidez exigido pela seguradora é 66% ou 66,6%. Terá que o confirmar nas condições gerais.

      Em caso de Morte, a Seguradora assumirá a dívida total, desde que o empréstimo esteja coberto a 100% por cabeça. Pode ver esse pormenor na apólice.
      Não faz diferença serem casados ou não.
      Sempre que haja alguma alteração no estado de saúde de um segurado, a lei obriga que tal seja comunicado à seguradora. Mas pode esperar pela atribuição do grau de incapacidade pela Junt Médica. Sem o documento por eles emitido, nada pode fazer. Vá juntando os relatórios médicos para enviar à seguradora assim que tiver a posição final da Junta.

      Fiquem bem
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  141. Boa noite,

    Tenho linfoma de hodgkin diagnosticado em Fevereiro de 2012.. Requeri atestado médico de incapacidade multiuso que me conferiu uma incapacidade permanente global de 60% a ser reavaliado em 2017.
    A pergunta é:
    Relativamente ao credito habitação, o que fazer?? Tenho direito a quê?
    Obrigado!!

    • Boa tarde

      Se a sua apólice tiver a cobertura de Invalidez Total e Permanente igual ou superior a 60%, poderá accionar o seguro em 2017 desde que a reavaliação considere a invalidez como permanente
      Deve informar a sua seguradora da alteração do seu estado de saúde. É uma obrigação legal.

  142. Boa Noite!
    Não sei se me poderá ajudar, mas contudo deixo aqui a minha dúvida!

    A minha mãe tem um cancro no colo do útero desde 2008 e foi-lhe adquirida uma incapacidade permanente global de 60% susceptível de variação futura tendo ela uma reavaliação de 2 em 2 anos. Gostaria de saber se ao expor o caso no seguro de vida dela, que abrange invalidez total e permanente a partir de 60%, se lhe é aceite.

    • Boa tarde Filipa

      Envie os relatórios médicos e o comprovativo da invalidez para a seguradora, pois está obrigada por Lei a fazê-lo. Como vai ser reavaliada de 2 em 2 anos, por enquanto a seguradora não irá pagar o capital em dívida até a invalidez se tornar definitiva determinada por junta médica.

  143. Boa tarde,
    tenho uma duvida o seguro da minha casa, tem uma clausula cujo nome é invalidez profissional permanente 66%.
    Pode me informar o que se entende por esta cobertura, e onde posso fazer essa mesma avaliação.
    Cumprimentos,
    Jorge Silva

  144. Exmo Sr. Pedro Monteiro. Estou a pensar modificar o meu seguro de vida relativo ao meu emprestimo habitacional afim de obter uma redução da mensalidade. Relativamente ao actual seguro, este está contratado nos seguintes moldes: cobre por cada titular a totalidade do empréstimo (em divída) em caso de morte invalidez permanente. A minha questão é a seguinte: será que se dividir o montante de 100% por cada titular seguro, para 50% estou a correr grandes riscos?. Gostaria do sua opinião como profissional de seguros.

    • Cara Maria Dias

      Aconselho a fazer sempre a 100% pois não faz sentido cobrir metade do empréstimo por pessoa segura, pois se um dos conjuges falecer ou ficar inválido, só metade do capital em dívida da casa é que fica paga.
      Se me enviar elementos, a nossa corretora far-lhe-á uma proposta e garanto-lhe uma surpresa agradável.
      Envie-me mail com a data de nascimento das pessoas seguras, capital em dívida, prazo em falta para pedro.monteiro@accive.pt.
      Que lhe parece?

  145. Boa tarde!!

    No ano de 2009 tive um problemina na coluna onde foi submetido a uma cirugia; realizei a mesma fiquei 6 meses afastado e voltei para ativa. No ano de 2010 realizei uma compra de imovel junto a caixa economica federal onde foi assinado o contrato junto aom o seguro por morte ou invalidez; peguei a chave da casa mudei para a mesma; no decorrer começei a sentir muita dor na coluna onde procurando um medico; tive que passar pro procedimento cirurgico desta colocando parafusos e espaçador discal; sendo assim fiquei mais um tempo afastado e logo retornei ao trabalho novamente; infelizmente no ano de 2011 perdi a sencibilidade e força do menbro inferior esquerdo e muita dor na região lombar e no menbro esquerdo; onde realizado um exame de eletroneuromiografia o mesmo pode concluir a perca; realizei tratamentos onde não tive sucesso e o caso so piorando; conforme hoje a medicina avançada fui submetido a um implante eletropidural inde o mesmo estimulante para não perder os movimentos (marca – passo) sendo assim estou completamente incapacitado para voltar a atividades normal; não consigo mais; foi solicitado então aposentadoria por invalidez; entrando em contato com a caixa a mesma solicitou a documentação para dar entrada ao seguro; minha pergunta ( TENHO DIREITO AO SEGURO? )tenho medo de alegar que tive um problema antes; mas fica claro que nada foi mencionado em contrato e sim contratado o seguro e logo apos que foi ocorrendo o fato; fico no aguardo de sua ajuda; muito grato.
    Tiago Pereira

    • Caro Tiago

      Mencionou que foi operado à coluna antes de fazer o seguro de vida? Se sim, não terá problemas. Se não o fez, pode vir a ter problemas se a seguradora descobrir e tal facto pode inviabilizar pagamento de qualquer importância.
      Accione o seguro apresentando o atestado de incapacidade e os relatórios médicos referentes aos tratamentos e diagnósticos de 2011 em diante.
      Se tiver feito seguro com a cobertura de Invalidez absoluta e definitiva não terá direito a qualquer importância pois o grau de incapacidade é de 100% o que não será certamente o seu caso.

  146. Boa tarde Sr.Pedro Monteiro e desde já felicidades por este blog;)
    A situação é a seguinte, tive um avc do lado direito, que me deixou numa cadeira de rodas, não podendo andar nem mexer o braço, fiquei com epilepsia que volta não volta me chateia, não tenho sensibilidade na parte direita, o campo visual afectado, ou seja não consigo estar mto tempo computador tv,deixei de ler e os numeros baralho-os enfim… isto para dizer que o meu atestado multiusos tem uma incapacidade de 90% não tendo data para renovar. será que posso accionar o seguro? e se a pensão de invalidez vier com pensão de invalidez relativa? posso accionar só com o multiusos? agradecia lhe bastante se pedusse responder. muito obrigada.

    • Boa tarde Mariana

      Lamento a sua situação.
      Se o grau de incapacidade de 90% for permanente, pode accionar o seu seguro desde que tenha a cobertura de Invalidez Total e Permanente.
      Junte o atestado e relatórios médicos e participe à seguradora.

  147. Boa noite Sr Pedro,
    Antes de mais quero felicita-lo pelo execelente blog e pelos esclarecimentos que aqui presta.
    A minha dúvida é secalhar ridicula, mas a verdade é que não entendo nada deste tema e dessa forma resolvi coloca-la aqui para a ver esclarecida.À minha esposa foi-lhe diagosticado cancro no final do ano passado, à cerca de 1 mês acabou o tratamento uma vez que conseguira vencer a doença e prepara-se dentro em breve para reiniciar a atividade laboral. Fez um pedido de relatório de médico para poder apresentar em junta médica e desta forma lhe ser atribuido o respectivo grau de incapacidade. E é aqui que aparece a minha dúvida! Independentemente do grau de inacapacidade ela pode continuar a trabalhar, exercendo as suas funções normais?

    • Bom dia Hugo

      Os meus parabéns pela coragem e capacidade de luta demonstrados pela sua esposa certamente com o seu apoio. Espero que a sua esposa se mantenha saudável e que ambos sejam muito felizes.
      Não há dúvidas ridículas :) tanto é que não sei responder à sua questão porque o grau de incapacidade não foi determinado e há profissões que podem ser exercidas com um elevado grau de incapacidade e outras não. Há várias variáveis. Aguardem pelo desenrolar do processo. Se o grau de incapacidade for igual ou superior a 66% e o vosso seguro de vida cobrir Invalidez Total e Permanente com esse grau, a vossa habitaação fica paga com a entrega do relatório médico e do documento da junta médica.

  148. Já a minha avó me dizia, Faz bem e não olhes a quem,Obrigado em nome de todos a quem dá a sua ajuda.Ainda há em portugal, alguem que pensa nos problemas dos outro e ajuda sem pensar em € Bem haja sr. Pedro Monteiro

  149. Muito obrigado e muita saude .Fico feliz ao saber que ainda á pessoas bondosas prontas a ajudar o proximo.

  150. patricia gonçalves

    Obrigado pela atenção. colocava só mais uma questão: a medica que fez relatorio para a reforma, disse que o meu problema era cronico, mas ke n me assustasse se fosse reformada porke poderia trabalhar em outra empresa. se for reforma invalidez permanente de 66,6%, posso trabalhar á mesma ou so qdo a reforma é de invalidez relativa? mais uma vez, muito obrigado

  151. patricia gonçalves

    parabens pelo serviço que presta de forma voluntária e n remunerada.
    Gostaria de saber o seguinte: vou a uma junta médica e sei que pelo seguro , terá que ser reforma c/ incapacidade de 66,6%. mas, a questão que coloco é : se me derem 66,6% mas por reforma de invalidez relativa, terei direito a acionar o seguro p/ cobrir empréstimo?desde já mto obgd pela colaboração e atenção.

    • Cara Patrícia

      A invalidez terá que ser permanente. Contudo, informe a seguradora da sua invalidez enviando os relatórios médicos e o documento da junta a declarar o grau de invalidez.
      Cumprimentos

  152. Bom dia,
    Gostaria, se possível, de ser esclarecida na seguinte questão. Foi-me atribuída incapacidade de 60% durante 5 anos, através Junta Médica. Dirigi-me banco (Montepio) para me baixarem a prestação da casa, uma vez que me foi dito que era possível com incapacidade de 60%. Mostraram-se receptivos e disseram que sim… isto foi já há mais de 4 meses. Entretanto, depois de todo este tempo, disseram que sim, que será possivel; mas que será novo contrato. A minha dúvida é a seguinte: depois deste 5 anos, as condições que tenho no banco voltam ao que eram (spread, etc) ou não?! Tenho vantagens em alterar durante 5 anos as condições, ou é um risco demasiado elevado para o que poderá acontecer no final (poderem alterar para condições muito más na altura)?!!
    Agradeço a sua disponibilidade.
    Atentamente,
    Erica Barreto.

    • Cara Erica

      Não posso responder quanto à questão do spread. Só o Banco.
      Sugiro que peça uma proposta por escrito antes de decidir.
      É bem provável que as condições sejam mais gravosas face á sua incapacidade, mesmo temporária, porque o risco para a seguradora aumenta.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  153. MANUEL FERNANDES

    Boa noite Pedro Monteiro, tudo de bom para o amigo. Agora quanto à atribuição de Invalidez Foi atribuida a percentagem de 95%. as condições e a apólice deram o número nos certificados eaS CONDIÇÕES NUNCA AS ENTREGARAM E JÁ AS PEDI POR ESCRITO VÁRIAS VEZEZ, ANTES DE ENTREGAR OS DOCUMENTOS QUE A fIDELIDADE MENCIONOU PELO TELEFONE AS COBERTURAS E QUAIS OS DOCUMENTOS A ENTREGAR PARA ABERTURA DO PROCESSO DE SINITRO PORO INVALIDEZ POR DOENÇA. OS PRIMEIROS DOCUMENTOS FORAM ENTREGUES PESSOALMENTE E EM MÃO PASSADO UM MÊS TELEFONARAM-ME DE NOVO PARA ENVIAR UMA CÓPIA DOS MESMOS DOCUMENTOS COM OS CARIMBOS DE QUEM OS RECEBEU PELA PRIMEIRA VEZ, MAS A CGD DESSE-ME O SENHOR DEVE ENTREGAR AQUI NA CGG MAIS UM CÓPIA DESSES MESMOS DOCUMENTOS PARA NOS TRATARMOS DO PROCESSO POR AQUI. POIS O SR. METEU OS DOCUMENTOS DENTRO DO PRAZO LEGAL REFERIAM-SE AO PRAZO LEGAL COMO SENDO A ANUIDADE EM QUE A PESSOA SEGURA COMPLETE OS 65 ANOS DE IDADE, NO CASO DE INVALIDEZ POR DOENÇA OU INVALIDEZ POR ACIDENTE.AGORA OS SENHORES DEPOIS DESTA TRABALHEIRA TODA NEGAM-SE A PAGAR SEM ENTREGAREM A APÓLICE DESDE O ANO DE 2001 QUE FOI NESTE ANO QUE ASSINAMOS AS PROPOSTAS CONTRATUAIS COM AS GARANTIAS DE MORTE POR DOENÇA OE ACIDENTE E INVALIDEZ POR DOENÇA=< 66,6/% E iNVALIDEZ POR ACIDENTE =< 50% PERGUNTO A QUÉM ME SAIBA RESPONDER? COMO ATÉ HOJE SE NEGAM A PAGAR A INDEMNIZAÇÃO QUE EU TENHO DIREITO A RECEBER DESDE dEZEMBRO DO ANO DE 2009. POR OUTRO LADO COMO NÃO ENTREGARAM A APÓLICE CONTRATADA DESDE 07/09/2001.POSSO RESOVER O CONTRATO E RECEBER OS PRÉMIOS PAGOS RETRATIVAMENTE. MAIS A CGD NEGA VIAMENTE QUE NÃO TEM AS APÓLICES DE TODOS SEGUROS QUE ME OBRIGOU MA CONTRATAR PARA TER ACESSO AO CRÉDITO SÂO OS SEGUINTES. SEGURO LAR, MULTIRRICOS E SEGURO DAS PAREDES DO EDIFICIO E TAMBÉM O TAL SEGURO VIDA GRUPO E OUTROS PRODUTOS QUE DE VEZ ENQUANDO ESTÃO A OFERECER PARA ADQUERIR. PEÇO AJUDA AQUÉM ME POSSA ORIENTAR. mAIS OS cERTIFICADOS ATÉ AGOSTO DE 2011 CONTINUAVAK A COBRIR TODAS AS GARANTIAS ATRÁS MENCIONADAS.
    co

  154. Bom dia Sr. Pedro,
    De facto qd o meu marido veio reformado, pois trata-se de um menigioma cerebral, logo e por consequência degenerativa, pois no sitio onde está localizado os próprios médicos não podem operar, deram-lhe a pensão relativa, contudo os meses passaram e o meu marido tem piorado de dia para dia. Não tenho a apólice comigo pois tive que a pedir à seguradora (sabe os anos passam e nós não temos os pápeis e quando precisamos demoram uma eternidade a nos enviar) sei pq fui ao Banco que a casa está segurada pelo capital em divida. O que sei é que a apólice diz que desde que tenha uma invalidez permanente superior a 75% e apoio à 3 pessoa a casa deve ser paga. Mando para o seu mail os documentos que tenho neste momento, pois nem sei, se devo pedir nova reavaliação no delegado de saúde e na seg social, pois por aquilo que li, só o posso fazer daqui por 3 anos. ( Não sei se é bem assim)

  155. Em 1º lugar, os meus parabéns pelo seu blog.
    Permita-me que lhe coloque está questão. O meu marido aos 40 anos foi-lhe diagnosticado um menigioma, neste caso localizado no cerebro, estavamos no ano de 2010.Após vários alertas de pessoas e profissionais de saúde, orientaram-nos para meter a reforma e fazer o atestado multiusos. Ora ele foi reformado em Março de 2011, mas só soubemos em Julho, que o tinha sido. Nesta altura foi reformado por um decreto lei de 2007. No multiusos deu-lhe uma deficiência de 80%.( Fui logo ao Banco para tratar de accionar o seguro, mas disseram-me que percisava de apoio à 3ª pessoa, e ele como andava significa que estava autonomo) Achei injusta a resposta, pq de facto era fácil de olhar para ele e verificar que não era verdade, o aspecto fisico via-se) Fiquei por ali, até pq não tinha cabeça para mais nada e a srª do banco disse-me que o multiuso era revisto em 2017.Nestes meses passados a doença que nunca esteve boa, agravou-se.Pedi à neurocirugista que passasse uma declaração que comprovasse que ele precisava da tal ajuda. ( Foi passada recentemente, pois mais uma vez alguém alertou-me que eu já deveria ter a casa paga e à muito).A duvida que me surge é tendo os srs do banco um multiusos com incapacidade de 80% apesar de ser susceptivel de ser revista em 2017 (pq em vez de 80% até lhe podem dar mais)e tendo a decl da médica a dizer que precisa de um apoio à 3ª pessoa.
    A minha casa já não deveria estar paga? A apólice é da allianz que diz que deve ter 75% de incapacidade permanente e apoio à 3ª pessoa. Mais,agora pedi uma declaração à segurança social e ele já não tem esse cedreto lei mas sim o decreto lei 90/2009.
    Já pedi até o apoio da 3ª pessoa à seg. social.
    Não estou em condições de me livrar deste fardo, é que neste momento tenho 2 filhas pequenas e o meu marido que tb é um filho. Estão a complicar porquê? Desculpe a maçada e o exposto, mas realmente preciso que me ajude.
    Agradecida, cumprimentos.

    • Boa tarde Eliana

      A deficiência de 80% que foi atribuída ao seu marido é relativa ou definitiva?
      É que para a seguradora pagar, terá que ser uma invalidez definitiva ou permanente. Como refere que em 2017 a situação vai ser reavaliada, deduzo que seja relativa.
      Aguardo sua resposta.

  156. MANUEL FERNANDES

    OLÁ PEDRO, BOA TARDE

    Saudações e cumprimentos, venho por este meio solicitar-lhe o seguinte esclarecimento em 1991 contratei um seguro vida previdência, assegurando a força de trabalho em caso da minha falta garantir o sustento da família, nos termos e garantias contratadas com a seguradora;capital inicial 000.000$;Data inicio 1 de jan91; prémio mensal 0.000$00; INEM 00$00;Total a pagar 0.00000; Dinamização automática6;00% pago o prémio todos os meses.
    1- em vida da pessoa segura na data do termo escudos 0.000.00

    2- em caso de morte natural cuja vida se segura–escudos 0.000.000.00

    3- em caso de morte por acidente da pessoa segura e de acordo com as Condições Gerais do seguro Complementar de acidentes–Escudos-0,000,000,00

    4-em caso de Invalidez T.e P. da P. segura–escudos–0.000.000.00.
    Com participação nos resultados.de acordo com os termos previstos nas condições Especiais.Esta participação nos resultados será acrescida nos capitais referidos de 1 a 4 e paga em conjunto com eles.
    -Condições Gerais do Seguro de vida e do Seguros Complementares de acidente e de Invalidez
    Bom em sinteze. O Sr Pedro Pode-me ajudar ou indicar alguém que possa e saiba fazer as contas devidas que a Empresa tem a dar ao beneficiário de indemnização? Pois o segurado acçionou o sinistro por Invalidez. Também pergunta se tem direito a receber a indemnização por Sobrevivência?
    -Condições Gerais do seguro vida. Tarifas(FT / 11)
    finalizo com amizade aguardo pelo seu parecer o meu OBR.

    • Caro Manuel Fernandes

      Sem valores não posso dar uma resposta concreta, mas é perfeitamente compreensível que não queira colocar valores.
      Quando refere Empresa, refere-se à seguradora certo?
      Qual foi o grau de Invalidez atribuído ao segurado pela junta médica? Se foi menos de 66%, não tem direito a indemnização (a não ser que a Invalidez Total e Permanente cubra 60% – há uma ou outra seguradora onde isso é possível)
      Veja nas condições gerais ou na apólice a percentagem mínima de invalidez que pode ser: 60%; 66%; 66,6% ou 70%
      E atenção às exclusões…
      Cumprimentos

  157. MANUEL FERNANDES

    OLÁ PEDRO MONTEIRO.

    OS MEUS MELHORES CUMPRIMENTOS,

    E OS MEUS BENS PARA O PROGRAMA, MAS LAMENTO QUE NÃO HAJA JUSTIÇA NESTE PAIS,PORQUE ISTO DO SEGUROS DE VIDA EXIGIDOS PELOS BANCOS SÃO UMA GRANDE BURLA DAS SEGURADORAS E BANCOS CREDORES, ESTES ENGANAM OS CLIENTES COM AS PROPAGANDA ENGANOSA COM AS PROPOSTA QUE PUBLICAM NA NET, E FAZEM NOS SEUS BALCÕES DAS MESMAS ENTIDADES, OS SEGUROS QUE OS MESMOS IMPÕEM SÃO BONS SÓ PARA OS BANCOS E SEGURADORAS PARA RECEBEREM OS PRÉMIOS E NADA MAIS. INFELIZMENTE É ASSIM, NESTE PAIS,ARRANJAM SEMPRE UMA CLAUSULA PARA SE ESQUIVAR A PAGAR AS INDEMNIZAÇÕES, POIS AS CONDIÇÕES QUE RELATAM NAS PROPOSTAS. DEPOIS DOS CONDICIONADOS PELO EMPRÉSTIMO ASSINAREM AS PROPOSTAS E OS CONTRACTO DO CRÉDITO. ESTES SRS. ALTERAM AS REGRAS AO SEU BELO PRAZER, SEM DAREM QUAISQUER CONHECIMENTO AO SEGURADO, É TUDO COZINHADO ENTRE OS CREDORES E SEGURADORES SEM DAREM A MINIMA INFORMAÇÃO, PORQUE NORMALMENTE AS SEGURADORAS SÃO DOS MESMOS BANCOS, MUITO EMBORA EXISTA LEGISLAÇÃO QUE DIZ ESTAR A FAVORECER OU A DEFENDER O CONSUMIDOR.ISSO É LETRA MORTA, ACONSELHO TODOS OS SEGURADOS QUE TEM “SEGURO VIDA GRUPO CRÉDITO HABITAÇÃO” QUE ESJAM ATENTOS AOS SEGUROS E LEAM AS CLAUSULAS E LEGISLAÇÃO EM VIGOR, PORQUE ESTES SEGUROS SÓ SERVE M PARA PAGAR OS PRÉMIOS ÀS SEGURADORAS, E ESTAS QUASE SÃO SEMPRE DOS MESMOS BANCOS QUE CONCEDEM O CRÉDITO. HÁ MUITO MAIS A DIZER,POIS, AQUI DEIXO ESTE ALERTA!… A TODOS QUE TEM OU VÃO CONTRATAR ESTE SEGURO

    • Caro Manuel Fernandes

      Fazer seguros no Banco pode sair muito caro porque está a contratar seguros junto de entidades que não estão formadas para tal.
      Por exemplo, o bancário não sabe, em muitos casos, a distinção entre Invalidez Absoluta e Definitiva e Invalidez Total e Permanente.
      É importante que quem quiser contratar seguros que o faça junto de um mediador de seguros, pois este percebe de seguros e pode ajudar a escolher a melhor opção.
      Muito problemas podem ser evitados se agir assim.
      Ler sempre as exclusões do seguro é muito importante.
      Toda e qualquer alteração às condições gerais devem e são comunicadas ao segurador, pois se este não aceitar, tem o direito de rescindir o contrato de seguro de imediato.
      Se houve alguma alteração ao contrato sem o senhor saber, deverá apresentar uma queixa às entidades competentes: ISP, o provedor da seguradora e DECO por exemplo.
      Cumprimentos

  158. Muitos parabéns pelo especialista que demostra ser no blog!
    Agradecia que me ajuda-se a esclarecer as seguintes questões:
    - Como é que o seguro descobre que já temos a doença anterior ao contrato com a seguradora?
    - Quando por junta médica obtemos um atestado multiusos com incapacidade de 60% temos que comunicar ao seguro que somos portadores dessa incapacidade?
    - Com um crédito habitação a decorrer já desde 2007, e com uma incapacidade de 60% atribuída em Abril que devo fazer junto do banco? Mesmo com o crédito já feito, em regime geral, tenho agora direito a o reformular e passar para crédito de deficiente?
    Muito Obrigado!
    Gui

  159. Boa tarde,
    Antes de tudo os meus parabéns pelo blog que criou. É sem dúvida uma mais-valia para o cidadão neste mundo dos seguros.
    Vou então colocar-lhe algumas questões:
    - Estando eu a passar por algumas dificuldades financeiras provocadas, por gastos elevados com uma pessoa de família doente, a partir de dezembro deixei de pagar o seguro do meu crédito à habitação, pois esse dinheiro fazia-me falta para ajudar nas outras despesas. Posso reativar a mesma apólice ou tenho que fazer outro seguro novo? (Seguro do banco millenium )
    - Neste período de tempo, azar meu, surgiu-me há 2 mês um nódulo maligno. Tive que ser operada, felizmente era muito pequenino e estou muito bem. Se tiver que fazer um seguro de vida novo tenho que manifestar este problema ou ignoro-o?
    Obrigado e desculpe o incómodo. São pessoas como o senhor que tanta falta nos faz no momento de decidirmos por um seguro.

    • Boa tarde Fá

      Antes de responder às suas questões, agradeço as suas palvaras. Não apenas mantenho este blog como também sou mediador de seguros integrado numa corretora de seguros de nome Accive Insurance e que trabalha com várias seguradoras. Sempre que precisar, estou ao dispor.
      Respondendo às suas questões:
      Deverá dirigir-se ao Millennium BCP para saber se pode reativar a apólice. Possivelmente irão fazê-lo se assinar uma declaração a indicar que não houve qualquer alteração do seu estado de saúde e pedir o pagamento dos meses em atraso. Como foi detectado um nódulo maligno há 2 meses, deverá mencionar esse facto e das duas uma: ou o Banco aceita e agrava o seguro (vai pedir relatórios médicos com certeza) ou vai recusar.
      Omitir este problema, mesmo estando resolvido é perigoso, porque as seguradoras em casos de morte ou invalidez acedem a dados clínicos via CADA. Leia este artigo para saber mais:
      http://blog.sitedosseguros.com/2011/03/seguradoras-acedem-a-dados-clinicos-mesmo-apos-a-morte/
      Omitir ou não omitir é um critério seu, mas saiba de antemão as consequências do que fizer.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  160. boa noite Pedro, pois no atestado da junta médica não consta o grau de incapacidade, apenas diz que está absuluta e permanentemente incapaz para exercer a sua profissão. Agora como tenho um grau de incapacidade de 60% no atestado multiusos, a Companhia pede 66,66% de incapacidade para o seguro aceitar. Mas segundo o que me informou o Delegado de Saúde esse atestado não tem nada a ver com essa incapacidade, pois só serve para isensão de beneficios fiscais taxas moderadoras, apesar de eu também estar abrangida de isenção de medicamentos, até ver, pois isto o que querem é que a gente morra. Mas tenho que requerer outra junta médica para ser dada a incapacidade mediante o da CGA e levar outro relatório clínico- Isto é uma grande “M”, pois é só para as pessoas andarem com trabalho, não bastando as idas ao hospital para as consultas de rotina que não ficam perto, só são 8o Km e andar a ser vigiada de 4 a 4 meses, a fazer exames durante a vida, pois a minha doença apesar de ser cancro na medula ossea ( Mieloma múltiplo) é para toda a vida, podiam logo passar um atestado de incapacidade definitivo, a quem se sujeita a tantos tratamentos violentos como para fazer os transplantes da medula ossea. Muito obrigada pela resposta.

  161. tenho um mieloma múltiplo, fiz auto -transplante da medula óssea, fiquei com sequelas, fui à junta médica da CGA e tive a reformada por invalidez antes de prefazer os 36 meses de baixa, com uma incapacidade absoluta e permanentemente incapaz para o exercício da minha profissão.quais as cauasas – sequelas de mieloma múltiplo. Fico sem saber qual o grau de incapacidade, uma vez que não vem indicada. Gostava de saber se para remeter os impressos ao banco que me foram remetidos pelo correio, como tive que participar à CompªSeguros, onde pedi imprestimo à habitação ,pedia que me informassem se o médico assistente terá que mencionar o grau de incapacidade ou tenho que ir a outra junta médica.

  162. Boa tarde,

    Exmo. Sr. Pedro,

    Desde já agradeço a sua disponibilidade, então é assim hoje recebi a carta de resposta da gestão de sinistros santander a esclarecer que indeferiram o meu pedido, por embora ter 71% de incapacidade atribuida cumprir o disposto na ali9nea 2.3.3.2 nao cumprir o disposto na alinea 2.3.3.1, ou seja nao existir uma incapacidade total e definitiva para o exercicio da profissão ou qualquer outra actividade comnpativel com os meus conhecimentos. Acrestam que a doença oncológica foi tratada nao existindo evidência de recidiva da doença e as sequelas resultantes da mesma serem a mastectomia, com uma desvalorização de 15%, mas teoricamente nao definitiva (se houver cirurgia de reconstrução mamária_) e uma perturbação funcional moderada, com diminuição ligeira a moderada de nivel de eficiência pessoal e profissional, a que é igualmente atribuida uma desvalorização de 15%, sendo previsivel o regresso á actividade profissional num futuro próximo, assim se mantenha a ausência de recidiva da doença.

    Pelo que percebi, vai-me nascer uma nova mama e vou ter ganglios novos, pois para eles eu nao estou incapacitada.

    • Cara Teresa

      Se a invalidez não é permanente ou definitiva, a seguradora não irá pagar.
      Contudo, só lendo a exclusão 2.3.3.2 e 2.3.3.1 é que consigo perceber.
      Envie-me uma cópia das condições gerais para o meu mail pedro.monteiro@accive.com juntamente com uma cópia da apólice.
      Só analisando é que posso pronunciar.

  163. BOM DIA
    PEDRO MONTEIRO DESEJO AO MEU AMIGO OS MEUS MELHORES CUMPRIMENTOS.
    PERGUNTA SE JÁ PEDI AS CONDIÇÕES DA APÓLICE POR ESCITO À COMPANHIA? AFIRMATIVO VÁRIAS VEZ E COMO JÁ O INFORMEI DEI CONHECIMENTO DO OCORRIDO AO INSTITUTO DE SEGUROS DE PORTUGAL À CGD E TAMBÉM CONTRATEI UNA ADVOGADA. A QUAL DIZ QUE: NÃO PODE IR PARA TRIBUNAL SEM TER AS CONDIÇÕES DA APOLICE NA MÃO E QUE DESCREVA AS COBERTURAS QUE NO ACTO DA ASSINATURA ME DISSERAM QUE COBRIAM. ORA COMO A SEGURADORA NEGOU-SE A PAGAR A INDEMNIZAÇÂO POR DOENÇA, ALEGANDO A CLAUSULA DE EXCLUSÃO POR TER ATIGIDO A IDADE CONTRATUAL ESTABELECIDA. INSISTI A PEDI-LAS: A COMPANHIA DEMOROU A MANDA_LAS E DEPOIS O ISP ENTROU EM CONTACTO COM A COMPANHIA ENVIANDO A MINHA RECLAMAÇÂO!..O SECTO DA RECLAMAÇÔES ESCREVE UMA CARTA REITERANDO A NEGAÇÂO DA INDEMNIZAÇÂO: TUDO SÓ PARA GANHAR TEMPO PARA ARRANJAR AS COISAS À SUA MANEIRA E AO MESMO TEMPO ATROFIAR_ME. ATASCANDO COM PAPELADA QUE, NADA DIZ RESPEITO À MINHA APÓLICE, PORQUE A MINHA È DE 2001, E AS CONDIÇÕES QUE NVIARAM SÃO DE 2000,2002,2009 e de 2010: ASSIM COMO. OS CERTIFICADOS QUE MANDARAM, UNS ATRAS, DOS OUTROS, COMO SENDO 2ªs VIAS SÓ PARA COMPLICAR E PODEREM ESCREVER NOS MESMOS QUE, AS CONDIÇÕES AS TINHAM ENTREGUES OPORTUNAMENTE, APÓS A ANUIDADE DE 31-12-2006 ANO EM QUE COMPLETEI OS 60 ANOS. ESTÁ ESCRITO NO ARTIGO 2º & 2º DAS CONDIÇÕES PARTICULARES NO PARÁGRAO 1º -A cobertura de invalidez Total e Permanente por doença termina quando a Pessoa segura atingir a idade de 60 anos.Todas as outras garantias conferidas por esta apólice cessam, para cada pessoa segura, logo que esta atinja a idade prevista em cada cobertura ou, na falta dessa previsão, aos 70 anos.

    CONDIÇÕES PARTICULARES”. APÒLICE Nª5.001.500 -RVC

    ARTIGO 3º- INICIO DO CONTRATO E DAS COBERTURAS INDIVIDUAIS.

    1.Este contrato tem início às zero horas do dia 23 de Outubro de 2000 e renova-se anualmente em 1 de Janeiro de cada ano.
    2. Cada Pessoa Segura é integrada no contrato a partir da data de aceitação do risco pela seguradora
    Nota: a companhia mente Pois mandou os certificados com as mesma coberturas Com AS Garantia de Morte por doença ou por acidente; Invalidez Total e Permanente por Doença ou por Acidente até 1 de Agosto de 2011, Só partir dai é que me enviaram o certificado de 2011 depois com as exclusões da doença e por acidente por ter feito os 65 anos.
    Agora o ISP Aconselhou a reclamar para o Provedor do Cliente da companhia, uma vez que conflito e contratual entre mim e a seguradora ou então que recorra para o tribunal. Um ABR.

    • Boa tarde Manuel,
      eu estou na mesma situação. Estou em conflito com a mesma seguradora, pelo mesmo motivo, devido a uma inavlidez do meu pai, que a fidelidade não quer assumir.
      Caso esteja interessado em partilhar informações, o meu email é rebelo.anacordeiro@gmail.com.
      Obrigada

  164. Boa tarde,

    Queria desde já agradecer a disponibilidade e colocar uma questão. Tive um cancro de mama no ano passado, fiz uma mastectomia onde me retiraram apenas 3 gânglios linfáticos fiz quimioterapia e agora vou estar vigiada . Foi me atribuída uma incapacidade de 71% vitalícia pois nao tenho que me apresentar mais na junta medica do delegado de saúde perante isto accionei o seguro de vida do santander que fala em 66% mas q acrescentar tar incapacitada para o exercício da minha profissão como tenho 32anos ainda tou de baixa medica e o seguro indeferiu alegando que a minha situação clinica nao se enquadra no conceito de invalidez total e permanente já envie e-mails e cartas registadas a pedir esclarecimentos e nao responderem. O que aconselha?

    • Bom dia Teresa

      O Santander indeferiu o seu pedido? Baseado em que artigos das condições gerais? Só vendo as condições gerais do seguro é que poderia responder. Contudo, sei que os seguros de vida do Santander têm exclusões que outros seguros de vida com a mesma finalidade não têm.

  165. Manuel Fernandes

    BOM DIA PEDRO MONTEIRO.
    COM OS MEUS MELHORES CUMPRIMENTOS

    RECLAMAÇÂO.PARA O ISP. MAS, ESTE INGNOROU O SUCEDIDO APENAS INDICOU QUE RECLAMA-SE PARA PROVEDOR DO CLIENTE DA SEGURADORA. ESTE RESPONDEU-ME DIZENDO TER RECEBIDO A MINHA RECLAMAÇÂO ENVIADA PELO ISP COMO O SR. VÊ O ISP TRABALHA MUITO BEM PARA AS EMPRESAS DE SEGUROS, AGORA, QUANTO A CUMPRIR A LEI E FAZE-LA CUMPRIR, ISSO NÂO E O SEU DEVER, POIS È MUITO MELINDROSO,
    ,POIS NÃO PODE IR CONTRA OS SES PARES, QUE O COLOCARAM LÁ. ESTÁ CÁ UMA CRISE? É DEVIDO A ESTA QUE NÂO PODE SER FEITO NADA PARA AJUDAR OS POBREZINHOS!… OBRIGADO PELAS DICAS È SEMPRE BOM CARREGAR NOS MAIS FORTES…..ATÈ AO AMANHECER DE UM NOVO DIA PRIMAVERIL E UM BEM HAJA PARA TODOS OS QUE NAVEGAM NO MESMO BARCO. O MEU OBR. DO AMIGO DE SEMPRE

  166. Prezado SR. PEDRO MONTEIRO, venho por este meio pedir lhe um conselho pois foi me atribuida uma invalidez relativa e tive a ver nos papeis do seguro da habitaçao que fiz a mais de 10 anos que diz la cobre MORTE E INVALIDEZ TOTAL E DEFINITIVA por isso queria que me disse se que fazer antes de ir ao banco, mto obrigado desde ja…
    meus cumprimentos ANTONIO…

    • Caro António

      Tenho más notícias para si:
      Invalidez relativa não está coberta – teria que ser permanente ou definitiva.
      O seu seguro cobre invalidez absoluta e definitiva, o que significa que só com invalidez a 100% é que estaria coberto. isto significa que teria que estar totalmente incapacitado para fazer seja o que for.

      Você poderia pedir uma melhoria das coberturas do seguro para Invalidez Total e Permanente igual ou superior a 66%, mas duvido muito que o consiga visto que já lhe foi atribuida Invalidez relativa.
      Se desejar posso tentar ver o que se pode fazer para melhorar o seguro. Envie-me a sua data de nascimento, capital em dívida, prazo que falta para acabar o emprestimo e o relatório da causa da invalidez.
      Meu mail – pedro.monteiro@accive.com

  167. Manuel Fernandes

    OLA BOA NOITE, PEDRO MONTEIRO
    Os meus melhores cumprimentos,venho por este meio expor o seguinte: A SEGURADORA FIDELIDADE DESDE O ANO de 2001 NEGA-SE A ENTREGAR APÓLICE Nº 5.001.500 ATÉ AO MOMENTO PRESENTE TEM-SE SONEGADO A ENTREGA-LAS AO CLIENTE. AGRADEÇO SE ALGUMA PESSA AS TENHA EM SEU PODER. AGRADEÇO ENTRAR EM CONTACTO COMIGO ESTA VIA OU PELO Nº DO TELAMÓVEL: 934124614 OS MEUS AGRADECIMENTOS

  168. boa tarde em continuação as minhas perguntas, queria saber se o seguro de vida da april õ montante que pago agora vai ser o mesmo conforme vou envelhecendo ou a minha idade vai ir aumentando o valor do premio a pagar ao longo dos anos? obrigado

    • Luís

      o seguro de vida aumenta à medida que vai envelhecendo e diminui à medida que o capital em dívida vai diminuindo. A April tem que enviar uma carta a si todos os anos para que comunique à mesma o valor do capital em dívida.
      Contudo, aletro para o facto de o aumento pela idade ser superior à diminuição pelo capital em dívida.

  169. Muito boa tarde, desde já queria felicitar o site por ser tão esclarecedor.

    A minha duvida reside no seguinte, o meu Pai, viuvo, tinha um crédito pessoal numa entidade bancária, faleceu de cancro no passado dia 20-02-2012 e tentei accionar o seguro de vida quando no banco me disseram que para além da documentação que eu levei (habilitação de herdeiros, certidão de óbito) também seria necessário um relatório médico para dar incio ao processo e que até lá iriam continuar a descontar a mensalidade do crédito assim como a mensalidade do seguro. As minhas questões são as seguintes:
    - Pode o banco não dar inicio ao processo?
    - As prestações pagas depois do falecimento do meu Pai serão reembolsadas?
    - Pode a seguradora continuar a cobrar seguro de vida de uma pessoa que já faleceu? E essas prestações serão reembolsadas?

    • Boa tarde João Oliveira

      Em primeiro lugar as minhas condolências.
      Respondendo às suas questões:
      - O Banco tem que iniciar o processo a partir do momento que apresenta a certidão de óbito.
      - Não deveria estar a cobrar mensalidades a partir do momento em que apresentou a certidão de óbito. As prestações pagas indevidamente têm que ser reembolsadas. Exija-as e recorra à DECO caso seja necessário.
      - A seguradora nunca pode em circunstância alguma cobrar prémio de seguro de um “risco” que deixou de existir. Seria como continuar a pagar seguro de um automovel que já não existe.
      Pelo que escreve, não há dúvida que o Banco está a abusar de si e da sua família. Actue em conformidade e sem receio.
      Um abraço!
      Pedro Monteiro

      • Muito boa tarde senhor Pedro Monteiro,

        Desde já queria agradecer pelos seus conselhos os quais seguimos e pelo menos já conseguimos iniciar o processo.
        Foi-nos solicitado pela seguradora relatório médico a descrever tudo o que aconteceu desde a entrada do meu Pai no Hospital até ao seu faleceminto, relatório esse que já foi enviado à seguradora mas agora estão a exigir relatórios médicos de outras doenças anteriores:
        - Operação ao estomago feita em 1985, relatório que não vamos conseguir pois no Hospital do Barreiro afirmam não ter dados tão antigos
        - Enfarte agudo do miócárdio em 2000

        A minha primeira questão é porque é que nos pedem estes relatórios se nenhuma das patologias tem a ver com a causa da morte

        A minha segunda questão tem a ver com o facto de só agora ter tido acesso aos impressos que o meu pai preencheu na altura em que contartou o seguro e reparei que num questionário ele preencheu dois campos incorrectamente, disse que tinha sido operado ao estomago com 28 anos quando na realidade foi com 38 e também respondeu “não” a ter estado de baixa médica nos ultimos 5 anos quando na realidade tinah estado à cerca de 4 anos e meio.

        O descrito acima dá legitimidade à seguaradora de não indiminizar alegando falsas declarações?

        Desde já quero enviar os meus agradecimentos.

        Cumprimentos,

        João Oliveira

        • Boa tarde João

          Quanto à primeira questão, é legítimo o pedido feito pela seguradora para verificar se essa situações clínicas tiveram influência no desfecho final. Normalmente, pede-se relatórios médicos antes de se fazer o seguro e nunca depois. A seguradora não pode alegar esses problemas para não cumprir a sua responsabilidade, já que na altura em que o seguro foi feito, tais problemas eram do conhecimento da seguradora, assumindo que foram mencionados na altura da subscrição do seguro.
          A forma como a seguradora analisa e decide o sinistro sobretudo no ramo vida ultrapassa-me um pouco. Por isso é que existem gestores de sinistros especializados. O que é importante analisar no caso de a seguradora recusar, é o porquê da recusa e quais os fundamentos.
          Quanto à segunda questão, pode causar problemas, mas os erros são inocentes e não há intenção de falsas declarações: Escrever 28 em vez de 38 é um lapso assim como não ser significativo a questão da data da baixa (erro de 6 meses quando ela já foi há anos).

          Cumprimentos
          Pedro Monteiro

  170. muito obrigado pela sua disponibilidade, o banco diz que vai analizar o seguro e pedir uma avaliação para ver se me conseguem baixar o valor que pago, e pediu também as condições e coberturas do seguro da april que quero fazer, vamos a ver o que resolvem, e o que posso fazer. è que a diferença do que pago ao fim de 1 ano é brutal e nem quero pensar ao fim do empréstimo que ate caio pro lado :)

    • Luis

      O Banco esperou que o Luís reclamasse e só agora é que se vão mexer. Com toda a certeza que eles vão baixar a prestação. E o que pagou para trás? O que o Banco merecia é que o senhor tirasse de lá os seguros e os fizesse noutro lado.
      Eles pediram que mostrasse as condições da April. Está a ver como é possível procurar a melhor solução para si e não é obrigado a fazer os seguros no Banco?
      O grande problema é que nós (Povo) ficamos no “deixa andar” e depois queixamo-nos. E perante os Bancos temos sempre uma atitude de subserviência, mas não pode ser.
      Não desista de procurar o melhor para si e isto aplica-se a todos nós.
      Boa Páscoa!

  171. boa tarde, tenho um credito habitação no banif, e os seguros de vida e multi risco habitação lá também queria mudar para a april seguros mas ele no banco dizem que não posso e ameaçam que o meu spres vai subir. podem eles fazer isso?. obrigado

  172. Boa noite Dr. Pedro Monteiro!
    Muitos parabéns, pela forma simples e esclarecedora que presta neste blog.
    Gostaria de saber qual o prazo, para acionar o seguro, após determinada a aposentação(CGA)por doença/invalidez.
    Cumprimentos e obrigado.

    • Caro David

      Veja nas condições gerais do seguro que fez. Procuro pela secção Participação de sinistro ou algo semelhante. Varia de seguradora para seguradora.
      Mas o meu conselho é participar o mais rápido possível e, ao mesmo tempo, reunir todos os elementos para uma rápida decisão da seguradora – parcer junta médica da segurança social, relatórios médicos …

  173. Boa tarde,

    Na continuaidade da situação por mim anteriormente exposta, vinha pedir um esclarecimento. Digiri-me ao banco com o meu irmão para saber que documento serão necessários para activação do seguro do credito habitação. De entre atestado incapacidade multiusos, relatórios médicos, pretende um atestado de veracidade da pensão de invalidez, ora o meu irmão não tem pensão de invalidez, foi a uma junta médica em que ainda não lhe foi atribuida a reforma por invalidez, contudo os médicos disseram que possivelmente viria inderefida pois tratou-se para eles de acidente de trabalho,que não foi, estava no sitio errado na hora errrada. Que medidas poderemos tomar? Um teste de peritagem pela medicina legal a comprovar a sua incapacidade 95% poderá ser válido?

    Este país, exige demasiado e depois não quer dar nada, não se admite estas burocracias…

    Obrigada,

    Ana Silva

    • Possivelmente poderá ser válido um teste de peritagem por parte de especialistas em medicina legal.

      • Boas noites
        Faço uma pergunta, que tem o seguro a saber se recebe ou não de invalidez?
        O seguro quando é feito eles perguntam a pessoa se tem dinheiro pro pagar? Arranjam sempre alguma coisa para ver se não pagam

        Comprimentos

        • É uma obrigação do segurado comunicar à seguradora qualquer alteração no estado de saúde que possa implicar um aumento no risco para a seguradora. Ou seja, se tem alguma doença ou se foi-lhe decretado algum grau de invalidez, tem que informar a seguradora. Está no decreto lei que rege o contrato de seguro.

          • Boas Srº Pedro
            Eu não meto em causa o decerto de lei em que se tem que comunicar a seguradora,
            Mas a minha pergunta é:
            O tem a seguradora a ver se as pessoas estao reformadas por invalidez ou se recebem ou não pensão?

            Comprimentos
            Fernando

          • É uma pergunta legítima por parte da seguradora pois faz parte da análise de risco para a seguradora

  174. boa noite.
    bem haja alguem para nos ajudar.
    a minha esposa foi-lhe diagnosticada esclerore múltipla em junho do ano passado,e desde então já esteve enternada varias vezes.tem como profissão cabeleireira sendo inconpativel com esta doença por ter muitas fontes de calor.já foi a uma junta médica e foi-lhe entregue um multiosos que refere ter uma INCAPACIDADE PERMANENTE GLOBAL 72%
    diz ainda que esta incapacidade é difinitiva desde junho de 2011.já foi reformada por invalidez relativa.tendo nós um seguro ramo vida da fidelidade que diz INVALIDEZ TOTAL E PERMANENTE POR DOENÇA (66.6%)SERÁ QUE POSSO ATIVAR o seguro mesmo sendo invalidez relativa?
    obrigado PEDRO PEREIRA

    • Caro Pedro Pereira

      Se o relatório da junta médica menciona que a incapacidade da sua esposa é permanente e com um grau de 72%, basta juntar este relatório a relatórios médicos comprovativos dessa incapacidade e enviar para a seguradora.

    • Boa tarde Pedro Pereira!
      A minha esposa tem uma situação idêntica à sua, se me pudesse ajudar, gostava de saber como ficou o caso com a seguradora.
      Obrigado, José Xavier.

  175. Obrigado Pedro pela sua disponibilização. De facto o seguro tem essa opção, contudo no contrato diz que deveria ser comunicado o acidente até 60 dias após o mesmo. Caso que não ocorreu pois nesses 60 dias esteve internado e nessas alturas não se pensa nisso. Tomei a liberdade de lhe enviar um email com estes factos descritos.

    muito agradecida.

    Ana Silva

  176. Desde já os pareabens pelo blog. TEnho uma questão relativa a uma situação passada com o meu irmao. Foi vitima de uma acidente que lhe causou cegueira, este acidente foi em trabalho, não estando ele assegurado. Possui um atestado de incapacidade multiusos de 90% passado por uma junta medica, mas contudo não lhe foi atribuida uma reforma por invalidez (justificação: tratou-se de acidente de trabalho e não doença por nascença) a minha questão depara-se com o crédito habitação que possui, nunca desenvolvemos numa activação porque pensavamos que teria que ser reformado por invalidez, pelo que estou a perceber também poderá ser activado tendo por base o atestado de incapacidade multiusos, correcto? NEste momento apenas tem o rendimento da parceira com quem vive em ubião de facto, não lhe foi atribuida qualquer subsidio. Poderia dizer que medidas devemos adoptar para para activar o seguro do credito habitação?

    Agradeço a sua disponibilidade,

    ANA SILVA

    • Boa tarde Ana

      Se o seu seguro tiver a cobertura de Invalidez Total e Permanente acima de 66% e se o parecer da junta médica da segurança social indicar uma invalidez que esteja coberta conforme indiquei, basta participar ao Banco a dita invalidez, juntando o parecer da junta médica ao relatório médico da causa da invalidez.

  177. Bom dia gostaria que me disse se que fazer,pois tenho um emprestimo habitaçao,e agora inflismente ja nao posso mais exercer a minha profissao,e foi me atribuido a invalidez queria ir falar com o banco pois é o que devo fazer mas gostaria que me disse se algo meus cumprimentos

    • Boa tarde António Machado

      Se o seu seguro tiver a cobertura de Invalidez Total e Permanente acima de 66% e se o parecer da junta médica da segurança social indicar uma invalidez que esteja coberta conforme indiquei, basta participar ao Banco a dita invalidez, juntando o parecer da junta médica ao relatório médico da causa da invalidez.

  178. Boa tarde,
    Contratei um crédito habitação o ano passado através da imobiliaria que me vendeu o apartamento. Quando realizei o contrato tive de aderir a um seguro de vida, junto do meu agente de seguros verifiquei que o seguro de vida que me ofereciam era mais vantajoso. Enviei ao meu banco (UCI) a simulação do novo seguro de vida que eu considerava mais vantajoso e mais barato.
    A resposta foi que para mudar de companhia de seguros os critérios na apólice de seguro de vida que forçosamente terão de ser cumpridos são os seguintes:
    Em “Entidade Interessada” deve constar:
    UNIÓN DE CRÉDITOS INMOBILIARIOS, S.A, ESTABLECIMIENTO FINANCIERO DE CRÉDITO (SOCIEDAD UNIPERSONAL), sucursal em Portugal, com domicilio na Av. Eng.º Duarte Pacheco, n.º5, Torre 2, 12º, em Lisboa, sob o n.º 8674, pessoa colectiva número 980178258, esta instituição financeira é interessada neste seguro com carácter irrevogável pelo prazo total do empréstimo.
    Em “Beneficiário em caso de morte” deve constar:
    UNIÓN DE CRÉDITOS INMOBILIARIOS, S.A, ESTABLECIMIENTO FINANCIERO DE CRÉDITO (SOCIEDAD UNIPERSONAL), sucursal em Portugal, com domicilio na Av. Eng.º Duarte Pacheco, n.º5, Torre 2, 12º, em Lisboa, sob o n.º 8674, pessoa colectiva número 980178258, esta instituição financeira é interessada neste seguro com carácter irrevogável pelo prazo total do empréstimo.
    Em “Beneficiário em caso de invalidez” deve constar:
    UNIÓN DE CRÉDITOS INMOBILIARIOS, S.A, ESTABLECIMIENTO FINANCIERO DE CRÉDITO (SOCIEDAD UNIPERSONAL), sucursal em Portugal, com domicilio na Av. Eng.º Duarte Pacheco, n.º5, Torre 2, 12º, em Lisboa, sob o n.º 8674, pessoa colectiva número 980178258, esta instituição financeira é interessada neste seguro com carate irrevogável pelo prazo total do empréstimo.
    Em “Declarações e cláusulas particulares” deve constar:
    O capital seguro considera-se automaticamente actualizado em cada vencimento anual da apólice.
    A entidade interessada tem interesse do seguro, por esse motivo não será paga qualquer indemnização em caso de sinistro sem o seu prévio consentimento. Também por esse facto não será efectuada qualquer alteração ou anulação do contrato sem o seu conhecimento.
    Importase por favor de esclarecer melhor.

    Agradeço desde ja sua atenção.

    • Cara Alice

      Quando faz um seguro de vida destinado ao Crédito habitação, o Banco é beneficiário do capital em dívida referente ao empréstimo feito.
      Se no decurso da vigência do empréstimo a senhora falecer ou ficar com uma invalidez, o Banco tem direito ao montante do capital em dívida e se o capital seguro for superior ao capital em dívida, a senhora ou os seus herdeiros têm direito ao capital remanescente.
      Quanto à questão da invalidez, veja no artigo que escrevi (e que leu já que colocou aqui esta questão) as diferenças entre os tipos de invalidez e veja na apólice qual é a que tem e fica a perceber como funciona no caso de invalidez.
      Não pode fazer alteração do capital seguro ou anular o contrato sem apresentar outra apólice válida sem o consentimento do Banco.
      Ao fazer o novo seguro de vida, a seguradora emite uma declaração mencionando todos estes pormenores que aqui refere.
      Aparentemente o seu agente de seguros não está a dar-lhe o melhor apoio, já que teve que recorrer à Internet para pedir estes esclarecimentos que um bom agente seria capaz de dar.
      Se quiser uma proposta minha, envie-me um email para pedro.monteiro@accive.com com as seguintes informações:

      - Data de nascimento
      - Capital em dívida
      - Nº de anos que faltam para acabar o contrato

      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  179. Manuel Fernandes

    atura da proposta não nos entregaram apólice, Caro Pedro Monteiro
    em 2001 pedimos credito habitação a um banco este para a concessão do mesmo exigiu-nos a contratação de um seguro vida grupo, que nos os dois proponentes assinamos a proposta do tal seguro muito antes da assinatura da escritura, mas no acto da assinem no ato da assinatura da escritura pública. no ano de 2009 sou dado como incapaz por invalidez total e permanente por doença sendo-me dada a incapacidade de 0,96%. A partir deste momento dirigi-me junto da Seguradora e junto do banco para saber quais as coberturas da apólice e quais os documentos a apresentar para abrir o processo de sinistro de por invalidez coberta pelo seguro. Pois banco dizia que era com a seguradora. Esta dizia que era com o banco, andei nisto até à pouco tempo atrás, até que me dirigi pessoalmente à seguradora mais de uma vez e, esta então disse- me as coberturas que cobria a apólice e quais os documentos que devia entregar. entreguei-os pessoalmente e, em mão os documentos que me pediram. ao fim de três meses dizem-me que não tenho direito à Indemnização por ter o ultrapassada a idade contratual para invalidez por Doença durante anuidade em que a pessoa segura completa-se 60 anos. Ora isto só se verificou porque o seguro só o pude acçionar em 2011. Porque a companhia seguradora e a entidade credora se negaram a dar as Condições da Apólice assim como se furtaram a dar as devidas assim com omitiram informações que são obrigadas por lei a dar ao segurado consumidor em tempo útil. Ora até ao mês de Agosto de 2011 tudo estava bem os certificados cobriam Morte por doença ou acidente; Invalidez Total e Permanente por Doença ou Acidente. Ora Como não me entregaram as condições na altura das assinaturas quer das propostas do seguro VIDA GRUPO, quer no acto da escritura do contrato no Notário, com hipoteca da Habitação. Desde então havia pedido as Condições da apólice por várias vezes ao Tomador do seguro entidade Credora, quer à seguradora ambos até ao momento se sonegaram a entregar-mas. Pois ficarei muito grato se houver alguém que as tenha e feito este seguro no ano de 2001 e as possa facultar uma cópia das referidas condições da Apólice Nº 5.001.500 – RVC.
    Mais peço o favor a essa pessoa de entrar em contacto comigo esta via ou pelo telamóvel 934124614. O meu muito Obrigado Manuel,

    • Caro Manuel Fernandes

      Invalidez de 0,96%? ou 96%? Vou assumir que é esta última, porque nem existe invalidez de 0,96%.
      E temos aqui mais um caso clássico em que os Bancos só vendem e não prestam apoio.
      Teve que ser o senhor a ir à seguradora pedir esclarecimentos.
      Se lhe foi dada invalidez antes dos 60 anos e se tem documentos que o comprovam, tem o direito de receber o montante devido pelo seguro desde que a apólice contemple a cobertura de Invalidez total e Permanente por Doença a partir dos 66%.
      Participe o sinistro à seguradora juntando todos os elementos e se não obtiver resposta, contacte a DECO expondo a história toda e devidamente documentada.
      Caso seja necessário, coloque o Banco e a seguradora em Tribunal.

  180. olá. boa tarde. Bem haja por este site.
    A minha esposa fi lhe diagnosticado cancro da mama e foi a junta medica que lhe deu um atestatdo multiusos de invalidez permanebte e global de 60% com reavaliaçao em 5 anos. Eu sou enfermeiro e sei que a lei mudou estando todos os atestados com reavaliaçoes de 5 em 5 anos, isto leva logo as seguradoras a referirem que nao é por tempo indeterminado. Uma vez que a lei mudou e é obrigatorio reavaliações de 5 em 5 anos como faço para accionar o seguro de vida no credito habitação.

    A outra questao deve se á percentagem dos 66,6%. Nos doentes oncologicos é atribuido apenas 60 %. e ja nao entra a questao psicologica, logo parece me injusto esta situação para agrande maioria dos segurados.

    Os seguros de vida só sao accionados no pagamento total de hipoteca se tiver mais de 66,6%?

  181. boas noites, a mãe dos meus filhos foi-lhe dada uma incapacidade permanente na junta médica de 81% mas nos 2 crédito da casa(habitação e lar mais) apenas tem o seguro de invalidez absoluta e pemanente. Embora a junta médica tenha dado o atestado multiusos permanente sem necessidade de reavaliação terá ela o direito a que o crédito fique pago? Se não tiver terá ela direito a que o valor das prestações sejam revistos ?(credito em regime geral). Obrigado desde já pela ajuda

    • Boa noite José

      Primeiro verifique na apólice se a Invalidez Absoluta e Permanente tem um grau de 100%, como calculo que tem. Há seguradoras, como a Zurich, que designam a Invalidez Absoluta e Definitiva a 100% como Invalidez Absoluta e Permanente.
      Se for este o caso, a sua esposa não tem direito a qualquer indemnização.
      Pode rever o seu seguro de vida se o montante do capital em dívida for inferior ao capital segurado. A seguradora é obrigada a actualizar.

  182. Boa tarde
    Fiquei encantada,por ver um blog assim…é raro,nestes assuntos,alguém esclarecer!
    Tenho o meu marido,com alzhaimer.há 3 anos,até que o reformaram por invalidez.Informaram~me que,para obter o grau de invalidez,teria que o levar,ao delegado de saúde da zona.Fui lá e pedi uma junta médica e depois foi chamado…foi lá e o delegado de saúde,além de ter mandado tirar a carta de condução,deu~lhe 60/ºde invalidez,porque disse que era para fins fiscais!eu falei nos seguros de vida e o delegado de saúde,disse para fazer uma reavaliação em Abril!na verdade,tive que pagar 55 euros,para essa declaração!o relatório do hospital,já dava o meu marido,com 2/3,de invalidez.Será que para o banco,para o seguro de empréstimo habitação e outro seguro de vida,o relatório,terá que se feito,pelo delegado médico,ou será suficiente,o dado pela médica de família?Agradeço desde já,toda atenção que dedica a estes assuntos.

  183. Boa tarde
    Desde ja um parabens pelo excelente blog,a minha duvida é a seguinte:
    A minha sogra com 50anos teve um aneurisma rompido,a cerca de ano e meio,ficou com algumas sequelas irreversiveis,tais como dificuldades nos membros do lado esquerdo do corpo,e a mais grave que afetou a capacidade mental,sem retorno médico,comprovado por relatórios médicos,no entanto a segurança social,apenas nos deu uma pensao de invalidez permanente-relativa,ou seja sabemos nós que nao foi o veredito mais correto,pois a minha sogra depende de nós,e desde ano e meio para ca,ela e o irmao da minha esposa menor,tiveram que vir viver conosco,pois claro ela nao consegue estar sozinha,a nivel de seguros a questao é a seguinte,na apólice a cobertura tem assim:
    invalidez total e permante por acidente
    invalidez absoluta e definitiva por doença

    gostaria de saber se nessas mesmas condiçoes,posso acionar o seguro a mesma apenas com o parecer médico

    • Caro Evandro

      Se o parecer médico da segurança social revelar uma invalidez a 100% (invalidez absoluta e definitiva), pode accionar o seguro.Tente conseguir este veredicto junto da Segurança Social.
      Pelo que descreve nas coberturas, o seguro foi muito mal feito. Só tem um ponto positivo: o preço. Lamento dar estas notícias, mas se a sua família tiver mais algum seguro de vida, revejam-nos. Estou ao dispor para ajudar a encontrar uma solução para si e restante família.
      O seguro da sua sogra deveria ter Invalidez Total e Permanente por acidente e por doença igual ou superior a 66%. Aí já não teria problemas, pois pelo descrito, a invalidez é de um grau muito elevado.

  184. Boa tarde
    Bem haja pelo blog,
    É de facto dificil obter junto da Seg.Social, respostas para as diversas
    situações.
    A minha mulher obteve reforma de incapacidade relativa, recebeu o oficio da SEg. Social passado um após a Junta médica.
    No oficio não consta a percentagem da incapacidade; como poderemos saber?
    Desde já agradeço se poder dar uma dica
    cumprimentos

  185. Boa Tarde

    Obrigada por ter respondido.
    A minha dúvida é a seguinte: Como me foi atribuída uma pensão de invalidez relativa, não sei se o seguro de vida contempla esta situação.
    Pelo que li nestes comentários o que conta é a incapacidade dada pela junta médica do local de residência e eu tenho 60% incapacidade.
    Penso que ter incapacidade e ter uma pensão de invalidez são duas coisas distintas.
    Pela incapacidade não tenho direito. E por ter ficado com uma pensão de invalidez? Será que me dá direito accionar o seguro? Espero ter clarificado.
    Obrigada.
    Cumprimentos.

    • Boa tarde Helena

      Pela incapacidade não tem direito porque está abaixo dos 66,6% e sobretudo porque não é permanente. Como a incapacidade é temporária por 5 anos, a seguradora nunca iria assumir.
      Permita-me uma observação quanto ao seguro que fez no Millennium – existem muitas incapacidades entre os 66% e os 66,6%. Deveria optar por um seguro de vida com uma incapacidade de 66%. Com 66,6% fica mais barato, mas exclui muita coisa.
      Na Accive temos soluções, mas a aceitação por parte das seguradoras vai depender do seu estado de saúde. Se estiver interessada, envie um email para pedro.monteiro@accive.com com os nomes e data de nascimento das pessoas seguras mais o capital em dívida e anos que faltam para terminar o crédito. Junte um relatório médico referente à sua incapacidade.
      Cumprimentos

  186. Boa Tarde,
    Parabéns ao blog, gostava de expor o seguinte:
    Sou doente oncológica, tenho um linfoma não curável, desde Outubro de 2008 foi-me atribuída pela junta médica uma incapacidade de 60% por 5 anos.
    Após esta situação o meu marido foi ao banco Millennium, onde temos o crédito à habitação e o seguro, onde foi informado que a invalidez total e permanente é a partir de 66,6%, logo só tive direito ao juro para deficientes.
    Fiz um auto-transplante de medula e aí fui aconselhada pela assistente social a pedir nova junta médica, onde não adiantou de nada, continuei com a mesma percentagem. Ao fim de três anos de baixa fiquei com uma pensão de invalidez relativa.
    Sei que não posso accionar o seguro tendo só 60% de incapacidade,a minha dúvida está na pensão de invalidez?
    Obrigada.
    Cumprimentos.

  187. Boa noite,
    É possível uma das partes de um casal efetuar um emprestimo habitacional segurado, de forma que no caso de morte ou invalidez a outra parte não seja afetada?

    Obrigada
    Débora

    • Bom dia Débora

      É possível apenas um dos membros do casal estar segurado num seguro de vida para crédito habitação. A seguradora só paga a dívida ao Banco em caso de morte ou invalidez ao membro do casal que estiver segurado. Caso aconteça algo ao membro do casal que não está seguro, a seguradora nada paga.
      Espero ter respondido à sua questão.
      Cumprimentos

  188. Desde já os parabens ao blog.
    Tenho um caso, a minha esposa foi operada a um cancro no colo do utero tendo-lhe sido removido tudo a exepção dos ovarios em virtude de tar apenas 34 anos estando ainda em faze de tratamento e ficou com a perna esquerda bastante afectada, estando de momento com os gaglios da vrilha esquerda afectados pela radiação e tm a perna esquerda que parecem duas. Tenho então uma hipoteca com a minha esposa da casa e seguro da mesma quer de saude que de credito em nome dos dois. Foi atribuida uma pensão de invalidez absoluta atraves de junta de saude da segurança social, quer com isto dizer que poderei accionar o referido seguro para liquidação do cradito junto do banco?? :?:
    Seria bom visto que tenho dois filhos um de 7 anos e uma de 1 ano e não esta facil.
    Agradeço que me ajudem a entender o que posso fazer. Pois o meu desejo era a partida pagar tudo até a ultima prestação juntamente com a minha esposa. Desculpem pelo alogar do comentario mas só Deus sabe como me sinto. Obrigado a todos pela paciencia.

    • Bom dia Rui Marques

      Desde já lamento a situação da sua esposa.
      Proceda desta forma: reuna todos os relatórios médicos que tiver e sobretudo o documento comprovativo de invalidez absoluta passado pela segurança social e participe à seguradora.
      Alerto para o seguinte: invalidez absoluta na gíria das seguradoras significa uma invalidez a 100% o que não parece ser o caso da sua esposa.
      Se no documento da segurança social estiver indicado uma invalidez superior a 66% e tiver a cobertura de Invalidez Total e Permanente no seguro de vida, em princípio, terá a casa paga.
      Esteja à vontade para me contactar e tenham muita força.

      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  189. Bom dia,
    Queria expor a seguinte situação. A minha irmã faleceu à cerca de 2 meses vitima de cancro. Contactado o banco, onde tem seguro de vida, foi dito ao meu cunhado que apenas o seguro apenas iria cobrir 25% do valor em dívida relativo à casa. Caso fosse ele a falecer, o valor coberto pelo seguro seria já de 75%. Existem 2 herdeiros menores.
    Não sei se foi má interpretação do meu cunhado ou não, mas acho isso muito estranho. Nunca ouvi nada semelhante. Será isso possivel?
    Cumprimentos,

    • Caro Sr. Domingos

      Antes de mais, lamento a situação e aceite as minhas condolências extensíveis ao seu cunhado.
      Terá que ver na apólice como é que o seguro está feito. As condições gerais também podem elucidá-lo. Pode ser possível, mas invulgar, cobrir 25% do capital seguro em caso de morte do cônjuge da pessoa segura e os restantes 75% cobrirem a pessoas segura.
      Não sei dar uma resposta exacta. Só vendo a apólice e as condições gerais.
      Se o seguro fosse feito num bom mediador, o seu cunhado não estaria nessa situação. É o que dá fazer seguros no Banco, quando estes não percebem nada do que fazem quanto a seguros.

      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  190. Como forma de deixar uma mensagem sobre um tema que me interessa particularmente, até porque sou Consultor de Negócios nesta área, gostaria de falar de uma excelente alternativa aos seguros sobre Crédito Hipotecário promovidos pelos bancos aquando a aquisição de um imóvel. Falo do Protecção Hipotecária da APRIL Portugal. Com prémios de 30% a 50% mais baixos relativamente aos apresentados pela maioria das congéneres ITP com grau de invalides a 66% e Morte por acidente de circulação. Os prémios são sobre o capital em dívida, ou seja acompanha a evolução do capital. Certamente que será uma óptima alternativa aos seguros associados à banca.

  191. Boa tarde,

    Tenho uma duvida. O meu pai teve um acidente e ficou com uma invalidez (dada pela comissao de verificaçao de incapacidade) de 75%. Foi reformado por invalidez – relativa. No entanto tem varios atestados medicos a dizer que nao pode desempenhar qualquer funçao profissional uma vez que nao pode estar de pé ou sentado mais que 2horas seguidas.
    Podemos activar o seguro de vida que está no banco? É que pelo que li a incapacidade permanente – relativa significa incapacitado para a sua profissao e nos papeis do banco diz que só cobre se tiver incapacitado para qualquer profissao.

    Obrigado pela ajuda

    • Caro António

      Reúna todos os atestados e relatórios médicos e envie para a seguradora. Não deverá haver problema, pois no pior das hipóteses a Invalidez Permanente está coberta a partir dos 70%.

      • A questão é que nos papeis do banco diz que só cobre caso seja superior a 66,6% e que a pessoa nao possa exercer qualquer profissão remunerada. Como lhe foi dada invalidez relativa ele só é considerado invalido para a profissão dele

        • Não entendo muito bem a questão de a pessoa não poder exercer profissão remunerada. Só lendo as condições gerais. Pelo que me escreve o seguro parece ser do Santander. Se for, infelizmente não é nada bom, porque não conheço pior seguro de vida para o Crédito Habitação. Excluem invalidez derivada de actividade profissional, o que não faz qualquer sentido. De qualquer modo, avance como eu lhe disse.

  192. Boa tarde. Obigada pela informaçao aqui presente. Estou a informar-me sobre esta situaçao, pois ouvi falar e a minha mae tem uma incapacidade permanente de 70% e tem seguro para credito habitaçao. Isto quer dizer que ela tem direito a alguma coisa? Como é que isso se efectua? Obrigada!

    • Olá Rita

      Essa incapacidade foi determinada por junta médica ou Tribunal?
      Se o seguro de vida que tem cobrir a Invalidez permanente, poderá activar o seguro enviando para a seguradora o respectivo pedido acompanhado de relatórios e pareceres médicos e se houver algum documento de Tribunal, envie. A seguradora irá também convocar sua Mãe para fazer exames médicos, com certeza.
      Se o seguro só cobrir Invalidez Absoluta e Definitiva, significa que a Invalidez é a 100%, logo não terá cobertura.

  193. Bom dia
    Em 2008 pedi um empréstimo, que por sua vez, esse empréstimo não é feito, por conseguinte é feito um seguro de proteção a esse crédito pessoal que nunca foi feito. Este seguro continua a ser debitado da minha conta. Ter um seguro de vida de um crédito que não existe é normal?
    Obrigada.

    • Boa tarde Mónica

      Solicite ao banco ou Instituição Financeira onde fez o crédito que devolva o montante pago do seguro de protecção, pois o crédito não chegou a ser contratado, logo o objecto seguro não existe.
      Se fez o seguro numa seguradora distinta da instituição financeira, prove que o crédito não foi feito (se tiver uma carta a rejeitar o empréstimo, óptimo) ou peça uma declaração à instituição que lhe fez o crédito a informar que o mesmo não foi concretizado. Com essa carta, a seguradora restituirá as importâncias indevidamente pagas.

      • Boa tarde Pedro
        Fiz essa pergunta, porque ha 1 mês que pedi explicações ao banco CCA e até hoje não me disseram nada, ou melhor continuam a ignorar a situação. Por conseguinte, já remeti o caso ao ISP. Estamos a aguardar resposta.
        Para além desta situação existe mais 3 situações de ilegalidade deste banco para comigo e com o meu marido.
        Obrigada pela sua ajuda.

        • Mónica

          Aconselho que exponha a situação ao Banco de Portugal, além do ISP. Uma boa prática é ir ao balcão da CCA e preencher o livro de reclamações.

          • Boa tarde Pedro,
            Desde setembro 2010 até março de 2011 que preenchemos o livro de reclamações, fomos ao banco de Portugal,falamos com a SEFIM. Estamos aguardar resposta, pois estão analisar os documentos.
            Obrigada pela sua atenção.

  194. A minha esposa teve um cancro do colo do útero e, em consequencia da cirurgia, ficou com algumas limitações de locomoção, devido a lesões provocadas num dos membros inferiores, limitações essas que, segundo o médico, poderão ser reversíveis.
    A junta médica determinou uma incapacidade de 60% relativa ao cancro, pelo menos é o que deduzo ao analisar a TNI, e 12% relativa ao membro inferior, o que dá um total de 72% de incapacidade, mas diz que é susceptível de variação futura, devendo ser reavaliada noa ano de 2015.
    A companhia de seguros alega que a incapacidade é temporária, pelo que ´não estará coberta pelo seguro de Invalidez total e permanente.
    Gostaria de saber se isto pode ser interpretado desta forma.

    • Caro António

      Tendo em conta que o grau de incapacidade é temporário e não permanente, a seguradora tem razão na interpretação do caso da sua esposa. Só quando ficar determinado de uma forma definitiva e irreversível é que a sua esposa tem direito a ser ressarcida, de acordo com o que expôs.
      Aproveito para desejar as melhoras à sua esposa e que ela recupere o suficiente de forma a ter uma qualidade de vida melhor.

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