O que fazer quando a Seguradora não aceita ou não responde à sua reclamação

O CIMPAS é uma associação privada, sem fins lucrativos, que resultou da reestruturação e ampliação do objecto social do CIMASA e tem por objecto disponibilizar vias de resolução alternativa de litígios, tendo instituído, para o efeito, dois procedimentos independentes e autónomos um do outro, materializados num Serviço de Provedoria do Cliente de Seguros e num Serviço de Mediação e Arbitragem de Seguros .

Serviço de Provedoria

O Serviço de Provedoria tem como missão, receber e apreciar reclamações por actos ou omissões dos Seguradores aderentes e que lhe sejam apresentadas por Tomadores de Seguros, Segurados, Beneficiários e Terceiros Lesados, contanto que apenas poderá intervir após esgotadas todas as vias internas de resolução do litígio junto do Segurador (funciona, pois, como uma segunda instância de reclamação).

A apresentação e apreciação da Reclamação pelo Serviço de Provedoria não acarreta custos ou encargos para o Reclamante e depende da Adesão prévia do Segurador Reclamado a este Serviço, sendo que a apreciação efectuada pelo Serviço de Provedoria não preclude o direito do Reclamante recorrer aos Tribunais Judiciais ou a Mecanismos de Resolução Extrajudicial de Litígios.

Este Serviço é totalmente autónomo e independente do Serviço de Mediação e Arbitragem, salvo acordo do Reclamante e Reclamada, em sentido contrário, no pressuposto de que o Provedor do Cliente de Seguros tem poderes meramente consultivos, competindo-lhe apreciar as reclamações e formular recomendações aos Seguradores, sempre que adequado, não tendo poderes para revogar, reformar, converter ou alterar as decisões dos Seguradores.

O Serviço de Provedoria do Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros, conta com a adesão dos seguintes Seguradores:

•ACP Mobilidade – Sociedade de Seguros de Assistência, SA

•AIDE, Assistência Seguros y Reaseguros, S.A.

•ALICO, American Life Insurance Company

•AMA, Agrupación Mutual Aseguradora Previsión Sanitária Nacional, Mútua de Seguros a prima Fija – Sucursal em Portugal

•ARAG, Compañía Internacional de Seguros y Reaseguros, S.A.

•ASEFA, SA. – Seguros y Reaseguros, Sucursal em Portugal

•AXA Portugal, Companhia de Seguros, SA

•AXA Portugal, Companhia de Seguros de Vida, SA

•AXÉRIA Prévoyance, S.A. Sucursal em Portugal

•BARCLAYS, Vida y Pensiones, Agência Geral em Portugal

•BBVA Seguros, S.A.

•CARDIF Assurance Vie

•CARDIF Assurances Risques Divers

•CARES, Companhia de Seguros, SA

•CESCE – Seguros de Crédito, Compañia Española de Seguros de Crédito a la Exportatión, SA

•CHARTIS Europe SA, Sucursal em Portugal

•COFACE, Compagnie Française D´Assurance Pour le Commerce Extérieur, Sucursal em Portugal

•COMBINED Insurance Company of Europe Limited, Sucursal em Portugal

•Companhia de Seguros AÇOREANA, SA

•Companhia de Seguros FIDELIDADE-MUNDIAL, S.A.

•COSEC, Companhia de Seguros de Créditos, SA

•CRÉDITO Y CAUCIÓN – Compañia Española de Seguros y Reaseguros de Crédito y Caución,SA

•EURO-INSURANCES S.A.

•EUROVIDA, Companhia de Seguros de Vida, SA

•GENERALI, Companhia de Seguros, S.p.A, Sucursal em Portugal

•GENERALI VIDA, Companhia de Seguros, S.p.A, Sucursal em Portugal

•GÉNESIS Seguros Generales, Sociedad Anónima de Seguros y Reaseguros, Sucursal em Portugal

•GLOBAL, Companhia de Seguros, SA

•GLOBAL VIDA, Companhia de Seguros, SA

•GROUPAMA Seguros, SA

•GROUPAMA, Seguros de vida, SA

•IMPÉRIO BONANÇA, Companhia de Seguros, SA

•INTER PARTNER Assistance, S.A.

•LIBERTY Seguros, SA;

•LUSITANIA, Companhia de Seguros, SA

•LUSITANIA VIDA, Companhia de Seguros, SA

•MAPFRE Seguros Gerais, SA

•MAPFRE Assistência, Companhia de Seguros y Reaseguros, SA – Agência Geral em Portugal

•MAPFRE Vida SA de Seguros y Reaseguros Sobre la Vida Humana – Sucursal em Portugal

•MAPFRE, Seguros de Vida, S.A.

•MÉDIS, Companhia Portuguesa de Seguros de Saúde, SA

•MULTICARE, Seguros de Saúde, SA

•N Seguros, S.A.

•OCIDENTAL, Companhia Portuguesa de Seguros, SA

•OCIDENTAL, Companhia Portuguesa de Seguros de vida, SA

•POPULAR Seguros, Companhia de Seguros, SA

•PSN – Previsión Sanitária Nacional, Sucursal em Portugal

•REAL Vida Seguros, SA

•SAGRES, Companhia de Seguros, SA

•SEGURO DIRECTO GERE, Companhia de Seguros, SA

•Via Directa – Companhia de Seguros, SA

•ZURICH, Companhia de Seguros, SA.

•ZURICH, Companhia de Seguros de Vida, SA.

Serviço de Mediação e Arbitragem de Seguros

A resolução de litígios no CIMPAS é feita com recurso a três fases distintas: a informação e mediação; a conciliação e a arbitragem.

A fase de Informação e Mediação é assegurada por técnicos com formação jurídica, a quem compete o acompanhamento jurídico de todo o processo, bem como a prestação de esclarecimentos às partes, promovendo ainda todos os contactos tendentes à fixação da posição das partes sobre o litígio e à eventual aproximação das mesmas, com vista à resolução imediata do conflito.

A fase da Conciliação é assegurada por um serviço composto por 50 experientes advogados que têm como missão convocar uma reunião entre as partes (Tentativa de Conciliação) e, conduzindo a mesma de uma forma isenta, independente e imparcial, auxiliam os litigantes a encontrar a solução que entendem para o conflito, tendo em vista a composição amigável do mesmo. O resultado obtido é um acordo formal, assinado pelas partes e pelo Conciliador e susceptível de execução em Tribunal comum.

Esta reunião requer a presença das partes (acompanhadas, se pretenderem, por advogado ou pessoa da sua confiança), assegurando-se a proximidade de todos através da existência de Conciliadores em todos os distritos do Continente e Regiões Autónomas.

A Arbitragem do CIMPAS – caso se frustre a resolução do conflito nas anteriores fases de Informação e Mediação ou Conciliação – decorre num Tribunal composto por Juiz Árbitro único, nomeado a partir de uma lista de oito magistrados judiciais designados pelo Conselho Superior de Magistratura. O Centro realiza julgamentos arbitrais nas cidades de Lisboa, Porto e Coimbra, fazendo-se ainda deslocar a Faro, Funchal e Ponta Delgada.

Fonte: INFOFlash de 19-07-2010 da APROSE

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Cordiais Saudações

Pedro Monteiro

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106 Comentários.

  1. Boa noite,
    O que fazer para reclamar na seguinte situação:
    -o sinistro foi entre dois veículos na mesma companhia de seguros (CST).
    -a companhia que é a minha e do terceiro atribuiu-me a responsabilidade a 100% mas eu discordo
    -ñ posso ativar a proteção jurídica porque estaria a reclamar contra a minha própria companhia.
    -apresentei o processo ao CIMPAS, mas referem que não podem intervir porque a companhia não é uma Seguradora aderente ao CIMPAS.
    -a quem se pode recorrer neste caso?!?

    Obrigada

  2. Olá. Há umas semanas bateram-me, mas quem foi considerada culpada pelo sinistro fui eu. Aconteceu à saída de um cruzamento no qual virei à direita. Contudo, ao faze-lo, como se encontravam carros estacionados a ocupar metade da minha faixa de rodagem, fui obrigada a contorna-los e a entrar um pouco na faixa de rodagem do sentido contrário. Estava a faze-lo quando tive de parar pois vi um carro a dirigir-se a mim, na faixa de sentido contrário. Fiquei à espera que este passasse. Porém, apesar de eu estar a ocupar um pouco a sua via (o eixo não estava marcado na estrada, não existiam linhas) e o carro ter espaço suficiente para passar em segurança, bateu no canto esquerdo do meu carro. Fui considerada culpada deste sinistro, mas não acho que seja correto. Eu estava parada e o outro carro tinha todas as condições para passar em segurança.. Podem dar-me a vossa opinião, por favor? Será que posso fazer alguma coisa? Obrigada.

  3. boa noite.
    o meu irmao faleceu a 9meses de atropelamento( ele ia de bicicleta) e tinha feito um seguro de vida da empresa, o que acontece é que a seguradora nao paga os meus direitos(pois sou a unica herdeira) e pede constamente de documentos um dos quais o laudo de autopsia que nao consigo obter. o que devo fazer? eles podem pedir o laudo de autopsia?
    cumprimentos

  4. Boa noite… na passada quinta feira sufri um embate na parte traseira da minha carrinha enquanto esperava pela passagem do peão na passadeira… dando como culpado a senhora do outro veículo
    Ontem o perito da seguradora veio avaliar os danos do meu veículo… só que com o embate foi brusco a panela de escape não sofreu danos, só que cedeu se com a pancada no chaci tendo me afectado o turbo da carrinha porque esta inter ligada. .. e agora o perito diz que não tem nada a ver e está a por se de fora
    Como poderei reclamar se não me deixarem ficar a carrinha como estava?

  5. Boa Tarde, tenho um seguro de danos próprios para embarcação de recreio com valor 25 mil para casco e 7.500 para motor. tive uns danos no motor e a seguradora assumiu, mas só dando o valor da perda total de 2.500 euros, alegando que são o valor dos motores! reclamei da decisão e apresentei vários sites com motores iguais a preço que rondam 4500 /5000 euros, mas eles não cederam.
    Posso fazer algo mais?

  6. No passado dia 15-09-2015 em Lisboa,ao circular perante semáforo luminoso verde e ao passar por um cruzamento,um outro veiculo parado em sentido oposto, que se apresenta pela minha esquerda e sem prioridade, com semáforo luminoso intermitente, avança para mudar de direcção e se cruza na minha frente tornando impossivel o embate.
    O veiculo em causa embateu com a sua lateral direita, nomeadamente da porta do pendura para a frente, com a frente do meu veiculo.
    O condutor do mesmo deu-se como culpado no local, no entanto não foi preenchida a declaração amigável pois a meu pedido (chamada para o 112) este foi transportado ao hospital.
    As autoridades foram chamadas ao local.
    Após eu ter participado o acidente e ter sido feita a peritagem dando o meu veivculo como perda total, a companhania do outro veiculo atribuiu 50/50!!!
    Recorri ao apoio juridico da minha companhia e apresentei a declaração da testemunha referida na declaração amigavel.
    Mesmo assim a companhia em causa insiste da divisão de responsabilidade, decisão que não aceito pelos factos obvios.
    Como me posso defender desta situação?
    Obrigado desde já pela resposta.

    • Nuno

      Já tem resposta do apoio juridico?
      Pode também recorrer ao CIMPAS

      • Boa tarde caro Pedro, antes demais obrigado pelo feedback e parabéns pelo blog. Efectivamente já tive uma resposta do apoio jurídico e que foi praticamente nula. Sem saber sequer responder-me quais as razões que a outra companhia alega, ao fim de umas semanas encaminhou-me para o cimpas.
        Após eu próprio ter pressionado a outra companhia, a mesma alega que o seu segredo afirma ter passado também com sinal verde, e que após uma peritagem ao local documentada com fotografia afirmam que quando o semáforo passa a vermelho para um fica automaticamente verde para outro, e daí atribuírem 50/50.
        A questão é que isso não é verdade, desloquei-me as local e documentei em vídeo que o semáforo do outro condutor abre intermitente com o meu ainda verde. Dessa forma a companhia mentiu, facto que está documentado por chamada telefónica.
        Desta forma irei recorrer ao Cimpas mas precisava de ajuda para perceber os gastos que poderam estar em causa.

        Cumprimentos.

  7. Bom dia,
    Uma dúvida, a minha companhia se seguros defende que o aparelho de ar condicionado é um bem imóvel, logo não está coberto pela apólice de conteúdo/recheio.
    Qual a sua opinião? Como posso reclamar?
    Cumprimentos

    • Carlos

      Se o aparelho for parte integrante do edificio, tem que ter a cobertura de seguro do edificio. Se for um daqueles aparelhos embutidos no tecto, faz parte do edificio. Se foi adquirido depois e for daqueles que se “prega” à parede, fará parte do recheio e para isso tem que prová-lo com a factura.

  8. Boa tarde!

    Após acidente pessoal, do qual resultou uma incapacidade para trabalho permanente de 81%, de acordo com a tabela nacional de incapacidades(55% resultante do acidente + 26% outras doenças), e possuindo um apólice de seguros de acidentes pessoais que cobre morte e invalidez permanente (igual ou superior a 50%), foram enviados à seguradora todos os documentos necessários à abertura do processo para indemnização, incluindo o atestado de incapacidade passado pela junta médica, tal como requerido pela seguradora.
    Após análise, a seguradora apenas responde que, de acordo com a sua própria tabela de Incapacidades, e após apreciação da sua Assessoria Médica, o grau de desvalorização é inferior a 50%.
    Pergunto se, de acordo com a Tabela Nacional de Incapacidades a desvalorização é de 55%, poderá a seguradora renunciar a este facto e atribuir outra desvalorização, cuja percentagem desconheço até agora porque se recusam a dar essas informações???
    Como poderei formular uma reclamação se desconheço que tipo de avaliação e que desvalorização foi atribuída pela seguradora?
    Agradeço desde já a vossa atenção,

    Marisa Silva

    • Bom dia, Sr.ª Marisa

      Desde logo, refira-se que pode (e deve) ter em seu poder todos os exames realizados pela seguradora para aferir o grau da sua incapacidade – podem ser necessários no futuro, e tem direito a tê-los na sua posse.
      Uma resposta clara e correcta apenas é possível caso nos faculte as condições gerais e particulares do seguro, onde constarão os requisitos aliados à incapacidade permanente. Neste tipo de contratos estará definido o valor, e o tipo de incapacidade que conferem direito ao pagamento de indemnização.
      Caso pretenda, solicito a remessa das condições para adv@ribeiroteixeira.pt, juntamente com o último relatório de incapacidade que tenha.
      A seguradora pode discordar da apreciação de incapacidade e, nessa eventualidade, terá de recorrer aos tribunais para fazer valer a sua pretensão.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  9. Boa tarde,
    Antes de mais, agradeço os esclarecimentos e ajuda que presta neste blog.
    Tenho uma dúvida: Na semana passada estava parado numa passadeira de peões em que meu carro foi batido por trás. A culpa foi dada ao outro condutor naturalmente, mas os valor do arranjo 3000€ é superior ao valor venal do veiculo de 900€….. Eu comprei o veiculo 6 meses antes do acidente (infelizmente sem fatura pois foi stand de um amigo…) no valor de 1500€ e a seguradora do outro condutor deu como perda total. Existe forma de exigir o arranjo do carro? pois com 900€ não vou conseguir comprar o mesmo carro (em muito bom estado!) 🙁

  10. bom dia no passado dia 8/6/2015 tive um acidente de trabalho ao descarregar uma carrinha escorreguei e tive uma entorse no joelho.como pensei k n fosse nada de grave fui apenas a um massagista. mas como as dores nao passavam acabei por passado uma semana comuniquei a companhia de seguros e posteriormente fui ao hospital da seguradora onde depois de uma ressonancia o medico disse k tinha de ser operado.ficou logo marcada para a semana seguinte qual o meu espanto que um dia antes da operaçaõ ligaram-me do hospital e disseram que a seguradora nao autorizou o que posso fazer?

  11. filipe manuel da silva oliveira

    tive um acidente de trabalho no dia 5 de março, estive parado pelo seguro cerca de 1 mês, ao fim desse mês fui trabalhar porque o médico da companhia do seguro disse-me que estava bom quando eu continuava a me queixar de dores nas costas ,consegui trabalhar cerca de 1 mês e tornei a ir ao médico do seguro ,fiz vários exames no qual esses mesmos comprovam que tenho roturas musculares e também 1 tac. no qual fui saber o resultado hoje,o resultado ,tenho uma hernia de schmorl ,que me incapacita bastante , no entanto o seguro disse que o meu problema não foi originado pelo acidente de trabalho mas sim uma doença que foi aparecendo ao longo dos anos. gostava de saber a vossa opinião. obrigado

    • Caro Filipe

      Se não aceita a posição da seguradora, peça uma segunda opinião médica e se esta comprovar que foi devido a acidente, conteste a posição da seguradora, enviando o relatório e exames feitos.

  12. Quanto tempo pode demorar a companhia a responder a uma Reclamação da Peritagem?
    Roubaram do meu carro as duas rodas do lado do pendura, agora a companhia Generali, quer penalizar-me no valor atribuido para a reparação, além de ter sido roubada ainda tenho que pagar % do valor da reparação.Tenho seguro de Danos Próprios com cláusula de roubo, posso obrigar a companhia a pagar toda reparação? Cristina Delgado

  13. Bom dia.
    Na quarta feira passada estava a sair de 1 quartel dos bombeiros. Na saída desse quartel tem 1 espelho 2 lombas e 1 sinal a diversos perigos e por baixo a a dizer “Saída de Bombeiros”, eu quando estava a sair, parei olhei para a direita e para o espelho e não vinha ninguém, eu avanço para sair, virando para a esquerda, quando de repente aparece 1 mota em velocidade e me bate na frente do meu veiculo.
    A policia e os bombeiros 😛 estiveram no local.
    Passado alguns dias hoje precisamente, liguei para o seguro e eles dizem que tenho culpa. Eu não acho que tenha culpa. Gostava que me ajudassem a resolver esta situação.

  14. Boas, podia me dizer quanto tempo demora a fase conclusao dum sinistro, o acidente foi nu dia 2 de julho, quanto tem k tar concluido?

  15. boas
    eu tive um acidente no dia 2 deste mes, as peritagens foram feitas, a ultima no dia 16, e agora quanto tempo demora ate abrigoar o culpado?

  16. Boa noite.
    Peço a vossa ajuda para o esclarecimento da minha situação:
    Em Janeiro deste ano acidentei-me depois de sair do trabalho, foi uma entorse do pé.Sou funcionária efectiva e o hospital onde trabalho tem acordos com a MAPFRE nos acidentes de serviço. Estive cinco meses com incapacidade
    parcial absoluta, com vários tratamentos de fisioterapia,não melhorei e o médico deu-me alta como curada, dizendo-me que fiquei com um problema para o resto da minha vida, tinha que me conformar porque não ia parar e ficar fechada em casa por isso ! não me disse o tipo de lesão nem me atribuiu nenhuma desvalorização. Gostava de saber se tenho direito a uma peritagem e ao fim de quanto tempo de baixa médica era necessário para essa peritagem ? andei com duas canadianas durante seis semanas, sem fisioterapia, em casa em repouso apenas com gelo. Comecei a fisioterapia
    depois desse período e apenas uma canadiana.
    Deu-me alta para retomar o serviço sem restrições, tenho uma actividade que requer permanência em pé durante oito hora e só repouso uma hora para almoço.
    Sinto-me injustiçada e discriminada.
    Continuo com dores no pé, tenho que fazer hidromassagem
    aos pés em casa para poder caminhar no dia seguinte.
    Agradeço e peço a vossa ajuda para esta situação pois requer alguma urgência .

    Atenciosamente.

    Maria. 😥

    • Cara Maria

      A seguradora já enviou o seu processo para o Tribunal de Trabalho para determinação do grau de incapacidade?

    • Exma D. Maria
      Desde logo, refira-se que pode e deve ter em sua posse todos os relatórios médicos, exames, pareceres e documentos que estejam associados ao seu caso. Pode e deve exigir à seguradora que lhe faculte os mesmos. Eu começaria por os pedir, caso não os tenha.
      Quando os tiver em sua posse, deverá contactar um médico ou advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. Sem prejuízo de como se sente, como deverá imaginar, aquilo a que terá ou não direito a exigir depende sempre de uma opinião médica que lhe seja favorável, pois nem advogados nem tribunal emitirão qualquer juízo de valor sem que um médico confirme a sua situação clínica.
      Caso os médicos verifiquem que o diagnóstico da seguradora não é correcto, pode e deve recorrer ao tribunal.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

    • Exma D. Maria

      Desde logo, refira-se que pode e deve ter em sua posse todos os relatórios médicos, exames, pareceres e documentos que estejam associados ao seu caso. Pode e deve exigir à seguradora que lhe faculte os mesmos. Eu começaria por os pedir, caso não os tenha.
      Quando os tiver em sua posse, deverá contactar um médico ou advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação com competência. Sem prejuízo de como se sente, como deverá imaginar, aquilo a que terá ou não direito a exigir depende sempre de uma opinião médica que lhe seja favorável, pois nem advogados nem tribunal emitirão qualquer juízo de valor sem que um médico confirme a sua situação clínica.
      Caso os médicos verifiquem que o diagnóstico da seguradora não é correcto, pode e deve recorrer ao tribunal.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  17. Boa tarde,

    Em Novembro passado num dia de chuva circulava à velocidade regulamentar num motociclo dentro de uma localidade e aproximei-me de um entroncamento no qual eu tinha prioridade. Uma viatura que se apresentou do lado esquerdo nao respeitou o sinal de cedencia de passagem, obrigando-me a uma travagem brusca para evitar a colisao e resultando no despiste da mota com danos fisicos e na mota. Houve uma testemunha que presenciou a localizaçao final das viaturas (mas nao viu a minha queda). Reclamei para a seguradora de terceiros que recusa assumir responsabilidade, num primeiro contacto alegando que eu deveria ter ajustado a velocidade da minha viatura para evitar o acidente e, num segundo contacto, alegando apenas que a testemunha nao presenciou o acidente. Accionei a protecçao juridica do meu seguro que me aconselhou a reclamar para o CIMPAS. Qual a vossa opiniao neste caso complexo dado que nao houve colisao? Terei hipoteses favoraveis se reclamar para o CIMPAS? Devo constituir advogado para melhorar essas hipoteses?

    • Acrescento ainda o seguinte: A policia esteve no local e posteriormente no auto de ocorrencia a condutora da outra viatura assumiu que me viu a aproximar o entroncamento mas que estava longe. No entanto, afirma que eu estava a uma distancia superior à real (impossivel dada a localizaçao final das viaturas).

  18. Boa tarde, um colega meu teve um acidente automóvel. O sinistro ocorreu num cruzamento. O meu colega tinha parado no semáforo atras da outra viatura para virar a esquerda. Nesta faixa é proibido virar a direita. A viatura que estava em frente arrancou no sinal verde e de repente parou para virar para o sentido proibido. Entretanto, o meu colega bateu na traseira da mesma. A Seguradora do terceiro não assumiu a responsabilidade. Agradeço a Sua opinião. Obrigada. Cumprimentos.

  19. Boa tarde, em Novembro tive um acidente de viação e fui dada como culpada mas na situação como ocorreu, há algumas dúvidas quanto à decisão que a seguradora tomou.
    Circulava na estrada e encontrei um cruzamento onde abrandei mas não me apercebi que se encontrava um carro do meu lado direito, e depois de passar o meio do cruzamento o mesmo carro embateu na parte traseira do meu lado direito, junto à roda direita.
    Segundo a lei, se se apresentava pelo lado direito, sou automaticamente culpada? Mesmo que o carro tenha batido já eu tinha passado o meio do cruzamento e dado o embate que ocorreu na parte traseira do meu carro.
    Aguardo resposta.
    Obrigada pela atenção.

  20. boa tarde possuo um seguro multiriscos habitação e tive uma inundação.
    A seguradora pediu-me pra arranjar um empreiteiro que desse orçamento mas agora diz que não aceita o valor apresentado e tenho de arranjar outro orçamento (tudo isto via telefone).
    Ora acontece que quem deu o orçamento é uma empresa de confiança a quem posso deixar a chave de minha casa para faZer as obras enquanto me ausento para trabalhar.
    Tenho de arranjar outro orçamento ou posso exigir aquela empresa na execução do serviço?Desde já grato pela ajuda

    • Marco

      O orçamento pode estar inflacionado.
      Peça 3 cotações e se forem identicas ao orçamento inicial, submeta-as à seguradora para que esta perceba que o orçamento inicial não estava inflacionado.

  21. Boa tarde
    vejo ao ler as suas respostas que em algumas aconselha a que a pessoa accione a protecção jurídica, por tal gostaria que me elucidasse quanto ao papel da mesma protecção passo a explicar o porque deste meu pedido.
    Há 2 meses tive um acidente com meu veiculo, acidente esse em que eu me apresentava pela direita e não existia Stop, ou qualquer sinalização de aproximação de estrada com prioridade.
    Foi feito auto pelas autoridades, e participação amigavel
    neste acidente o outro condutor ao tentar envitar bater vira o carro para a direita tendo embatido com o lado esquerdo dele no meu veiculo e bateu com o lado direito num peao que circulava na berma da estrada
    acontece que a companhia de seguros do outro veiculo não assume a responsabilidade.
    O meu agente accionou a protecção jurídica, mas, alertou-me para o facto de que, mesmo com os serviços jurídicos accionados se a outra companhia mantiver a sua posição eu caso deseje prosseguir terei que por minha conta entrar com processo em tribunal assim como tenho que contratar advogado para tal. Neste momento estou a aguardar resposta do apoio jurídico. Por este caso que me esta a acontecer neste momento penso que afinal para que serve o apoio Jurídico? para enviar uma carta só? porque afinal se não conseguirem terei que gastar dinheiro para meter processo em tribunal e pagar também a um advogado para ver o assunto resolvido

    • Caro Abílio Santos

      Caso a protecção juridica não resolva a situação, poderá meter processo em tribunal e se ganhar, apresenta as despesas judiciais à seguradora. Será ressarcido até ao limite que consta na sua apolice.
      O seu mediador saberá explicar-lhe em pormenor.

  22. Boa tarde Pedro Monteiro

    Tenho um apólice multi riscos casa e há um ano o meu vizinho queixou-se de que avia manchas no tecto do Wc da casa dele. Chamei a minha companhia de seguros e após analise a companhia enviou uma carta a dizer que após verificação não era da minha habitação. o meu vizinho recorreu a tribunal e pede-me custas por danos de obras e morais de um valor elevado. Contudo também meteu a companhia de seguros sem questão em tribunal, que afirma numa carta enviado ao processo que a vistoria não foi conclusiva. Tenho o meu advogado a tratar deste processo, sou obrigado a pagar estes custos ao meu vizinho o é da responsabilidade da segurados que não fez uma vistoria conclusiva.

    Obrigado pela atenção

  23. boa dia!
    na minha habitação, no ano passado, tive uma rutura de um cano de aquecimento. adicionei o seguro – BBVA, foram lá os técnicos avaliar a situação e o seguro cobriu todos os danos. este ano aconteceu-me o mesmo, não no mesmo local, mas noutro – adicionei os procedimentos para este tipo de situação – o técnico foi á habitação fez-me dois buracos no teto (é em pladur). receb, agora, uma carta da seguradora a dizer que o sinistro não está coberto pela apólice em virtude de o mesmo não cobrir danos “por vício próprio dos bens seguros”. Dizem-me para acionar a garantia do imóvel- quando a empresa de construção da casa foi à falência. Gostava de saber o que fazer neste tipo de situação.

  24. Boa tarde Sr. Pedro,

    Em 2012 tive um cancro no colo do útero (fase inicial) tendo sido sujeita a uma histerectomia radical. A mesma foi concluída com sucesso, não tendo sido necessário mais nenhum tratamento complementar graças a Deus, não sendo considerada portanto doente oncológica.
    No entanto sinto-me lesada dado que pretendo fazer um seguro de saúde, e por informar o sucedido, a seguradora não me aceita.
    No meu ver, e dado o histórico que possuo, acabo por me sentir descriminada por tal.
    Não é possível neste país, poder ter um seguro de saúde nestas condições?
    Desde já agradeço.
    Atentamente,
    Catarina.

    • Cara Catarina

      Infelizmente é verdade.
      A unica solução poderá ser um cartão de saúde (descontos) em que paga cerca de 35 euros por consulta de especialidade em hospitais, medicos e clinicas dentro da rede da seguradora. Poderá usufruir de descontos em exames e operações.
      Ou então contratar um seguro de saúde no estrangeiro.
      A nossa corretora a poderá ajudar. Se interessar, envie mensagem privada para sitedosseguros@gmail.com com o seu nome e data de nascimento

      • Bom tarde, Srª Catarina
        Contratualmente, poderá existir alguma cláusula que exija a demonstração de uma junta médica oficial lhe reconhecer a incapacidade.
        Contudo, o procedimento da seguradora é independente deste, sem prejuízo de ser uma prova incontornácel da incapacidade e seu grau. Assim sendo, é do seu interesse requerê-la para provar junto da seguradora o grau de incapacidade, pois na generalidade dos casos as seguradoras efectuam uma avaliação que de preferência não atinja o valor necessário ao pagamento do prémio – no seu caso, o pagamento do crédito.
        De qualquer das formas, a seguradora terá de a avaliar por um medico assistente que emitirá um boletim em que descreverá as doenças ou lesões, bem como as perícias medico-legais realizadas e o valor da sua incapacidade permanente.
        Caso a seguradora não atinja o valor correcto de incapacidade, resta-lhe a via judicial. O melhor procedimento será contactar um advogado com médicos protocolados (nós ou outros) que saibam efectuar essa avaliação e sua defesa com competência.. Pode ainda ter direito a uma pensão por invalidez.
        PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
        Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
        Cumprimentos
        José Ribeiro Teixeira, advogado

  25. Bom dia, estive envolvida num acidente onde a srª era e deu se por culpada (ela saiu da faixa de rodagem dela (subia) vindo ter a minha( eu descia) e embatendo no meio do meu carro ao que passamos ao preenchimento da declaração amigável e entregamos as respectivas seguradoras. O problema é que a seguradora diz que há inconsistências e como tal declina o pagamento, procedi a reclamação e + uma vez foi declinado. Sou da Madeirae gostava de saber o que posso fazer já que não tive culpa, alguém terá que assumir a responsabilidade senão o seguro que seja ela. Lá pelo seguro não assumir ela não deixa de ter causado o acidente nem deixa de ser a responsável. Isto já foi em 16/10/14, eu preciso do carro e ainda por cima o meu carro deveria ir á inspecção ate 28/01/15 e já não poderá ir. Agradeço desde já
    Com os melhores cumprimentos

    • Boa tarde Srª Maria

      De acordo com as normas legais aplicáveis, todas as comunicações da seguradora devem ser efectuadas por escrito ou por outro meio de que fique registo duradouro. Deverá remeter comunicação escrita à seguradora a exigir que lhe respondam também por escrito.
      Face a tanta indecisão aparente das seguradoras, 1 coisa é certa: ambas reconhecem que o sinistro ocorreu entre as pessoas em questão, e nas circunstâncias documentadas.
      A ultima comunicação remetida pela sua Seguradora terá de ser fundamentada em todos os pontos invocados no seu pedido, para que possa, querendo, reclamar os seus direitos (não há sequer possibilidades de discórdia quando a informação não “chega” ao lado de cá).
      Não concordando com a decisão da Seguradora deverá compilar todos os elementos que tem na sua posse, exigir reavaliação da responsabilidade por banda da seguradora e aguardar resposta final.
      Caso a resposta se mantenha, restar-lhe-á recorrer às vias judiciais para provar a responsabilidade da contraparte.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

      • Agradeço desde já a atençao e respectiva resposta. Sim eu gostaria de ter essa reunião para puder mostrar toda a documentação que tenho em relação ao processo, só não vejo é como, já que eu sou da Madeira.
        Com os melhores comprimentos

  26. Olá bom dia. Tenho um seguro automovel contra todos os riscos na companhia açoreana. No passado dia 28/08 ao chegar ao automovel reparei que tinha o tecto panoramico do mesmo estalado, de lhe saltarem em cima ou de lhe baterem com algo. Tenho cobertura de actos de vandalismo. A seguradora assumiu os danos mas por engano, nao ao abrigo de atos de vandalismo, mas como quebra isolada de vidros, com plafond de apenas 1000 euros que nao cobria o arranjo. Foi marcada nova peritagem para se alterar para vandalismo. A conclusão do perito na segunda peritagem foi que a quebra do tejadilho teria sido feita por dentro do veiculo, por mim ou pelos meus filhos (fiquei incredulo) e assim sendo a companhia nao iria pagar nada, nem como quebra de vidros nem como vandalismo. Apresentei entao queixa na policia, pelo ato de vandalismo ( que nao tinha feito até entao) e pedi opiniao independente à car glass e à oficina oficial da marca. Ambos admitiram que os danos tinham sido feitos por fora do veiculo, dando-me razão, mas nao podem colocar isso por escrito. Mas com essa informaçao na mão, pedi nova peritagem dando conhecimento das diligencias que tinha efectuado à seguradora, e que nao aceitava a conclusão a que tinham chegado. Recebi hoje carta da seguradora a dizer que nao cede e nao faz nova peritagem. Estou revoltado com esta injustiça, uma vez que a seguradora se está a escudar na unica clausula que os isenta de pagar, a de ter sido eu a causar os danos pelo interior. Tenho duas entidades e eu proprio (conhecedor da verdade) que atestamos o contrario. Não sei que passos hei-de tomar a seguir ou quais as minhas opçoes. Agradeço-lhe encarecidamente a sua opinião. Cumprimentos e boas festas

  27. Boa tarde. No passado dia 13 de Novembro (uma 5ª feira) sofri um acidente de automovel. Estava parado na faixa de rodagem, com mais 2 carros à minha frente, quando o condutor de um veiculo que queria parar atrás da minha viatura, perdeu o controlo da mesma, e para não bater directamente na minha traseira, desviou-se para a direita, enfaixando-se entre o meu veículo e os rails. De salientar que o veiculo que se despistou ainda foi embater em mais duas viaturas, ou seja, no total estiveram envolvidos 4 viaturas. A minha viatura ficou bastante danificada em todo o lado direito, onde a roda direita dianteira ficou completamente de fora. Desta forma chamei a assistencia em viagem da minha seguradora, uma vez que a minha viatura não conseguia circular, onde enviaram um reboque, transportando a viatura para a oficina da minha confiança. Posteriormente, dia 17 de Novembro (2ª Feira), a minha seguradora falou comigo e enviou um perito à tal oficina, pedindo-me para deslocar a essa mesma oficina para levantar uma viatura de substituição. Tudo normal portanto. Dia 19 de Novembro (4ª Feira) a minha seguradora contactou-me a dizer que iam transferir todo o processo para a seguradora do veículo que originou o sinistro, ou seja AXA, e que teria de entregar a viatura de substituição que me facultaram. Enviaram um mail a AXA com o relatorio da peritagem realizada pelo perito da minha seguradora. Nesse mesmo dia, entreguei a tal viatura de substituição e entrei em contacto com a AXA para ter uma ideia de como estava o processo. Disseram-me que ainda nao tinham recebido o tal relatorio, que tinha de aguardar. Dia 20 de Novembro (5ª Feira), liguei novamente, ao que me disseram que o relatorio tinha de ser validado, e que tinha de continuar a aguardar. Pedi uma viatura de substituição e disseram-me que só o podem facultar quando determinaram a responsabilidade do sinistro (o que não é nada dificil) e que este processo poderia demorar cerca de 32 dias uteis. Liguei novamente ontem, dia 21 de Novembro (6ª Feira) a perguntar mais uma vez e a pedir urgência na resolução do processo porque tenho ao meu cuidado um familiar em cadeira de rodas que precisa de se deslocar a hospitais para tratamentos. Acontece que me disseram mais uma vez que tenho de continuar a aguardar, que o processo está em analise. Disseram-me que estava PREVISTO a atribuição da responsabilidade do sinistro para o próximo dia 1 de Dezembro, e que posteriormente iria ser contactado via carta. Ou seja, tenho de esperar sem carro de substituição pelo menos até dia 1 de Dezembro, mais o tempo da carta chegar à minha morada.
    Com isto tudo, gostaria de saber se estas coisas são normais..(uma vez que de todos os sinistros que tenho conhecimento, nunca vi um atraso tão grande como neste caso). Assim como não percebo a minha seguradora, uma vez que se descartou de tudo entretanto (disseram-me ao telefone que quando os sinistros envolvem mais de 2 viaturas é a seguradora do condutor que originou o sinistro que trata de tudo).
    Cumprimentos

  28. Bom dia,
    Agradecia se poosível o seguinte esclarecimento. Não estou de acordo com a indemnização que a companhia de seguros me atribuiu a um televisor que avariou, devido a uma subcarga eléctrica. Gostaria de saber, se existe algum prazo para eu poder reclamar junto dos organismos competentes, após a comunicação da companhia relativamente à apreciação do processo e respectiva indemnização. A comunicação da companhia de seguros foi em 10/7/2014.
    Agradeço a atenção,
    Joaquim Malafaia

    • Caro Joaquim Malafaia

      O que o impede de reclamar já?

      • Sr.Pedro Monteiro, obrigado pela sua resposta.
        Por motivo de ausência no estrangeiro, não tive a oportunidade de reclamar mais cedo. Voltei a contactar a seguradora há cerca de uma semana da qual recebi a informação de que mantêm o valor da indemnização fazendo referência à carta de Julho. A minha dúvida é se ainda posso reclamar ou se existe algum prazo para isso, li no site da Deco que parece existir um prazo de 30 dias depois da comunicação da seguradora.
        Se ainda for possível reclamar, poderia por favor dizer-me qual é a entidade à qual devo reclamar para situações como esta e se eventualmente valerá a pena fazê-lo.
        Mais uma vez muito obrigado pela sua atenção.
        Joaquim Malafaia

  29. Boa noite a todos.
    Fui vitima de um acidente ontem no qual o veiculo que me ultrapassou ao retomar a faixa de rodagem bateu no meu provocando danos materiais e colocou-se em fuga. ainda fui atras para ver a matricula e chamei a Gnr onde saiu uma ocorrencia de acidente de viacao com condutor em fuga. hoje ligaram a dizer que o veiculo em causa nao tinha qualquer dano e que o condutor do outro veiculo nao se recorda de ter batido em ninguem mas afirma ter estado no local. estou a ver o caso mal parado. Alguma dica por favor?
    Muito Obrigado a todos
    Armando

  30. Fernando Oliveira

    Boa Tarde, venho deste modo lhe apresentar a seguinte situação:
    Tenho um seguro-multiriscos que diz que as condições gerais abrage umas anomalías que tenho no meu edifício, como tal solicitei a perícia das mesmas e que após a passagem de um técnico que até me ilucidou positivamente sobre essas anomalias.
    Qual é o meu espanto que venho a receber à posterior da parte da seguradora a informar que as mesmas não estão cobertas e mandado-me como respostas um cópie paste a dizer o seguinte “por vício próprio dos bens seguros, ou por defeito e construção dos mesmos”, vindo com isto a não querer assumir qualquer responsabilidade.
    Devo solicitar uma análise de um perito imparcial e se tiver novamente o aval positivo fazer queixa aos seguros de Portugal?

    Com os melhores Cumprimentos.

    • Caro Fernando Oliveira

      Não entendo quando afirma que as condições gerais abrange umas anomalias que tenho no meu edifício. A que anomalias se refere?
      Todo e qualquer defeito de construção ou dano existente à data da contratação do seguro não estão garantidos em nenhuma apólice de seguro multiriscos.

  31. Boa tarde,

    No passado mês de setembro ví-me envolvido nu acidente de viação em que o meu veículo foi autenticamente abalabalroado por um outro condutor, que, ao perder o controlo da sua viatura devido á forte chuva que se fazia sentir, embaembateu no meu veículo acontece que este mesmo condutor se apresentava pela direita, compreendo que o código da estrada menciona que quem circula por este lado tem sempre prioridade no entanto quando entrei no cruzamento nenhum carro se apresentava pela direita, o senhor apareceu depois e com o veículo competamente descontrolado, poderia até ter provocado ferimentos graves em algum dos ocupantes da viatura, felizmete não foi o caso.O Sinistro foi por mim participado á companhia sendo que rerecebererebi a resposta que sou culpado porque lá está, o veículo se apresentacapresentavá pela direita. Sinto me bastante lesado com esta situação, o arranjo da minha viatura são perto de 2000 euros é vejo me sem dinheiro para tal considerando que não tive qualquer culpa nesta situação, não copreendo compreendo como alguém que bate em nós tendo culpa porque não conseguiu segutrarsegurar a sua viatura ainda consegue passar impune a isto.
    Gostaria de obter o vosso aconselhamento acerca do que fazer para dar seguimento a uma reclamação.
    Cordiais cumprimentos
    Filipe sa

    • Caro Filipe

      Tem testemunhas do acidente? Apresente-as na seguradora. Caso contrário não tem solução. A culpa moral não existe nos seguros.

      • Boa tarde dr.
        Desde já agradeço a disponibilidade demonstrada. Aquando da participação foi também mencionada uma testemunha mas parece que de nada valeu porque a decisão veio negativa. Enfim é o país que temos.

        Cmpts

  32. boas tardes

    a minha questão é a seguinte:
    tive envolvido num acidente de três carros em que o meu carro foi batido na traseira ficando de seguida imobilizado sem poder circular na via publica. derivado ao atraso de processo das companhias acionei os danos próprios sobre a minha viatura, ficando sem transporte próprio durante relativamente 2 meses nesse tempo em q não tive transporte andei de táxi cerca de uma semana para tentar resolver o problema,e visto que ninguém me consegui resolver o mesmo, aluguei uma viatura durante 2 semanas ate que me dessem algum transporte, apresentei as despesas a ambas as companhias tanto a minha companhia (açoreana) como a companhia do responsável pelo embate (fidelidade)e nenhuma se responsabiliza pelas despesas, a minha duvida é a seguinte se devo de apresentar uma reclamação ao CIMPAS ou se deva de apresentar ao advogado ou se haverá outra forma mais eficiente de resolver a minha situação visto que nenhuma companhia se quer responsabilizar pelas despesas, não sendo eu o responsável pelo acidente e a minha viatura ter ficado imobilizada ficando eu sem transporte entre o tempo que levou a peritagem a ser feita.

    atentamente os meus cumprimentos

  33. Boa noite,

    Porque não percebo muito de seguros, nem nunca tinha tido um acidente,precisava de um esclarecimento.
    Sofri um acidente de viacção no passado 15 de Maio de 2014, o carro estava bem estacionado e tinha seguro contra todos os riscos. Este acidente envolveu 3 viaturas, entre as quais 2 estacionadas e o terceiro embateu contra o segundo que bateu no meu carro.
    A minha companhia Açoreana, aconselhou-me a activar Danos próprios para que o processo fosse mais celere, na verdade foi e deu perda total ao meu carro, que estava na oficina da marca, e recomendou-me que tirasse o meu carro de lá imediatamente, para evitar o pagamento do parqueamento.
    O carro nem 4 anos fez ainda.
    Após este processo que nao aceitei, por iniciativa da companhia o seguro foi anulado, no entanto isto acontece quando ja tinha dado a informação de que tinha ido reclamar a reparaçao da minha viatura à congenere BES.
    Esta última, assumiu a reparação do carro numa oficina não recomendada pela companhia, pois como esta claro como tive que tirar logo o carro da marca em algum lugar tive que o colocar, o meu carro não andava.
    Mais um problema surge em meados de Agosto, disseram-me da oficina que o meu carro estava reparado, fui busca-lo e vi que não estava bem reparado. A direcção está presa, apresenta o vidro da tampa da mala, picado e partido, para alem de ter uma nova cor por todo ele, de preto metalizado, passou a preto basso e entre outros defeitos bem visiveis.
    Reclamei ao BES, que me respondeu que o carro estava bem reparado, disse que não aceitava esta posição da companhia e que iria reclamar. Assim fiz para a companhia Bes, depois para a minha companhia e agora na passada segunda feira para o Gabinete de peritagem, que diz que o carro está em perfeitas condições.
    No mesmo dia recebi e passados 8 minutos de enviar esta ultima reclamação, um email do Bes a perguntar qual o dia e hora, bem como a oficina onde poderia realizar o teste de direcção ao meu carro. Respondei à marca, dia 30 desde mês…. até agora não me deram mais qualquer informaçao. Estou sem carro faz 4 meses e meio, e sou comercial a dependo deste carro para trabalhar. O que devo fazer mais para resolver este litigio com as companhis, Oficina e gabinete de peritagem? Agradeço antecipadamente.Cumprimentos.

    • Boa tarde. Sr.ª Carla

      Antes de mais, se a reparação foi mal efectuada, a primeira e principal responsável é a oficina, junto da qual deverá reclamar de imediato.

      Para apreciar qual a responsabilidade da seguradora neste caso (que ao que entendemos se limitou a aprovar o arranjo e pagá-lo) deverá solicitar cópia do relatório do perito para verificar se todos os danos do veículo foram correctamente elencados (veja se especifica por exemplo o tipo da pintura) e se a oficina respeitou o relatório pericial ou não. Caso a reparação não tenha obedecido o relatório, a seguradora pode e deve reclamar juntamente consigo. Caso tenha seguido o relatório e a falha seja do relatório, a seguradora tem também responsabilidade directa.

      Cumprimentos
      Ribeiro Teixeira – Advogados

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

      Nos termos protocolados com o blogo dos seguros tem acesso a uma reunião gratuita para exibição de documentos ou obter mais esclarecimentos.

      • Boa tarde Dr. Ribeiro Teixeira,

        Agradeço o esclarecimento e aproveito para informar que neste momento ja reclamei no Livro de Reclamações da oficina, e já pedi a Protecção Jurídica a que tenho direito.
        Estou a aguardar respectivas respostas.
        Mas mais uma vez, agradeço a vossa disponibilidade.
        Cumprimentos

  34. Boa noite

    No passado dia 07/07/2014 tive um acidente no Porto em que uma viatura do Estado isenta de seguro (Direcção Regional da Agricultura e Pescas do Norte)me bateu na traseira na entrada da VCI, foi chamada a Divisão de Trânsito da PSP pelo condutor da viatura do Estado sendo efectuada a participação do acidente, eu fiz a declaração amigável respectivamente assinada pelo outro condutor e participei o acidente a minha Seguradora(Seguros Continente/Via Directa)que me informou no mesmo dia que não poderia fazer nada nem accionar a Protecção Jurídica porque segundo os mesmos a situação não se enquadra e terei que ser eu a resolver. No dia seguinte desloquei-me a respectiva Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte no Porto e falei com o Sr. a quem me encaminharam e penso ser o responsável pela gestão das viaturas que após lhe fornecer uma cópia da declaração amigável, que me explicou que iria ser aberto um processo e inicada uma averiguação dos factos que poderia ser demorada mas não havendo dúvida sobre a culpa seria relativamente rápido ficando de me telefonar uma semana depois o que não aconteceu, tenho a viatura danificada precisando dela com férias marcadas e comprometidas sem saber o que mais posso fazer para acelerar a resolução, será que me pode ajudar??

    • Bom dia Nuno Costa

      Acho estranho a Seguros Continente informar que este acidente não se enquadra na Protecção Juridica… típico das seguradoras telefónicas…
      Eu aconselho que recorra a um advogado e comece a reunir todas as despesas incorridas pelo facto de ter ficado privado da viatura.
      Tenho parceria com um advogado no Porto. A primeira consulta é gratuita. Se interessar, envie mensagem para sitedosseguros@gmail.com

  35. Boa tarde !
    Caro Sr. Pedro
    Muitos parabéns pelo blog.
    Participei à Açoreana um aluimento de terras no meu terreno, e tenho em risco a queda de 1 muro bastante deblitado, derivado ao aluimento de terras. Foi provocado pelo inverno agreste que se fez sentir. Tenho seguro de muros no valor de 10.000€.
    O muro estava impecável, antes deste inverno e agora está em risco de ruir. Para minimizar custos e supresas desagradáveis no futuro, participei o sinistro à companhia. Juntei orçamentos e relatório técnico do empreiteiro, o que me foi pedido. Aguardei cerca de 1 mês, e agora vêm a resposta de que perante a análise do gabinete de peritagem, os Srs. Engenheiros acham que a situação não se enquadra, é considerado “desgaste”. Ora até este anterior inverno estava bom, e agora houve um aluimento de terras e é desgaste. Tenho consciência que o muro está muito perto de ruír e pode magoar alguém num futuro próximo uma vez que este mede 6×2. No que respeita a valores dizem que está bem, no relatório o empreiteiro diz as causas do aluimento é derivado ao inverno ter sido longo e muito rigoroso, os peritos dizem “desgaste”.
    O que devo fazer?
    Agradeço-lhe desde já, o seu tempo dispensado

    Atentamente
    Filipe Monteiro

  36. Boa Tarde
    Tenho seguro da zurich vulgarmente chamado de todos os riscos,ora a situação é a seguinte:
    Esta semana o meu carro por qualquer motivo destravou-se(ou estaria mal travado) e (dentro de minha propriedade) deslizou por uma rampa e embateu no meu portão de casa,destruindo o portão,e danificando o veiculo.
    A questão é que a seguradora se recusa a pagar o portão de minha casa (por ser meu tambem) e não pôs objeções em reparar o veiculo.
    Não li nas exclusões nada que lhes dê esse direito!
    Já agora tambem aproveito para perguntar:
    _ imagine que o automovel se incendeia na minha garagem, o seguro não cobre a garagem,ou até mesmo a casa?
    Muito obrigado desde já,e parabens pelo blog

    • Boa tarde Carlos

      Posição da seguradora está certa.
      Os danos no portão não estão cobertos porque pertencem ao segurado ou a familiar directo.
      Se fosse em casa de um amigo, aí poderia estar coberto no âmbito de responsabilidade civil.

      Se o automovel incendiar na sua garagem e se a origem do incêndio for do automovel, só este é que fica coberto.
      Se houver um incêndio em sua casa e que danifique o automovel e mesmo que tenha o seguro que tem, os danos no automovel só ficam cobertos se tiver a cobertura de Veículos em Garagem no seguro da sua habitação.

  37. Fui interveniente num acidente de viação,onde o meu veículo foi para perda total. A Companhia do outro interveniente, apenas pretende me atribuir um valor que eu entendo diminuto, pois o veículo faz-me bastante falta e pelos valores que me oferecem não consigo adquirir um outro. Como fazer?

  38. Boa Noite Sr. Pedro,

    Estou a pensar fazer um seguro com a Combined Insurance, recomenda?
    Um abraço

  39. boa noite
    um murro da minha casa caiu devido as fortes chuvas que ocorreram nesse dia e nos dias anteriores, o murro caiu em cima da casa da vizinha e destruiu a casa dela, acionei o seguro MR ocidental, e a resposta que obtive foi que o meu murro nao estava asegurado logo o seguro de para damos civis tambem nao podia ser assegurado. O que posso fazer neste caso visto que tenho um seguro civil que abrange ate 150.000€?

  40. Bom dia,

    o esquentador da minha moradia explodiu. Participei o sinistro á seguradora que me informou que a situação não se enquadra em nenhuma das condições da apolice multiriscos habitação.
    Como devo proceder a partir daqui?

    Cps,

  41. Boa tarde.
    Tive um problema com um muro que caiu devido a inundações no dia 14/12/2012. A minha zona (Povoa de Lanhso) esteve em Alerta Vermelho e verificaram-se imensos deslizes de terra inclusivamente. Accionei o seguro que se negou dizendo que o muro apenas caiu porque não tinha resistência suficiente e que, mesmo que tivesse, o sinistro ocorreu devido a saturação de solos. O perito apenas veio ao local 4 dias depois e alega que o solo estava alagado (o que não é verdade) e acrescenta que o muro não teve resistência quando foi construído de acodo com as especificações de projecto de arquitectura e cálculos do engenheiro civil que acompanhou a obra. É um muro em pedra, NOVO, como os restantes muros da casa que foram feitos pelos mesmos materiais, na mesma altura e pelo mesmo construtor.
    Reclamei e disseram-me que tinha inclusivamente de provar que choveu nesse dia (!?). O facto é que mesmo assim a companhia não aceita agarrando-se ao que diz o perito que apareceu4 dias depois quando o pior da tempestade já tinha passado e o sol regressado.

    Como devo agir? Não tenho dinheiro para uma acção em tribunal o que me limita. Infelizmente as companhias sabem que apenas um em cada 10 vai a tribunal pelo que compensa sempre negar a ver se cola

    • Boa noite Glória

      Escreva uma carta à seguradora a discordar da posição e junte um documento do Instituto de Metereologia a comprovar o mau tempo no dia e hora em que o muro caiu. Se puder juntar um parecer técnico de um engenheiro que conheça, melhor. Poderá em último recurso accionar o construtor por defeito de construção.
      Contudo, queda de muros devido a inundações e defeitos de construção (já que informou que era novo) estão excluídos dos seguros multiriscos.

  42. A Lei 4.594, de l964 art 17 e o art 125 do Decreto-Lei 73, de 1966 a para que as leis, que deveria fiscalizar finge que cumpre a lei caso claro quando voce compra um seguro nas dependencias da “CAIXA” o “funcionario” que não e corretor vende ou seguro rese para não ter sinistro……….

  43. Boa tarde,
    Tive um acidente de viação em maio, em que eu conduzia um motociclo e após ultrapassar uns carros mais lentos sem pisar o traço contínuo deparei-me com um carro que mudava de direcção à esquerda num local de traço contínuo (que por motivos que desconheço estava pintado de preto para parecer descontínuo mas completamente ilegal a meu ver).
    Resultado, a seguradora do outro veículo deu-me 365 dias de ita, ipp 8 pontos e atribui-me 50% responsabilidade, pois afirma que o segurado deles transpunha uma linha continua e que eu nao circulava a velocidade adequada as condiçoes da via.
    Após contactar a minha seguradora para activar a protecção juridica e bastante tempo depois a enviar documentos digitalizados que iam pedindo esporadicamente, chegam à conclusão que eu devia aceitar a responsabilidade 50% pois o outro veículo podia fazer a manobra baseando-se na sinalização e que é duvidosa a minha manobra de seguir a par dos veículos, quando de facto a manobra era uma ultrapassagem. Enfim sinto-me mal representado e julgo que não fui o elemento causador do acidente. Para além de que as conclusões da minha seguradora são mais gravosas da minha parte. Na tabela prática mais concretamente no caso 50 tem a responsabilidade o veículo que não respeita o traço continuo.

    Terei alguma razão e valerá a pena assistência da parte de um advogado ou não conseguirei avançar mais com isto e tornar esta situação mais justa para mim?
    Não sei como proceder e se levar isto ao Cimpas será mais uma perda de tempo.

    Cumprimentos e muito obrigado pela ajuda que disponibiliza a todos que por aqui passam.

    • Caro Ricardo

      Não tem nada a perder se levar o caso ao CIMPAS. Se achar que não dá resultado, muito menos o recurso ao Tribunal irá dar.
      Se ganhar o caso em Tribunal, a seguradora reembolsa-o das despesas judiciais que teve até ao limite fixado nas condições particulares da sua apólice, visto que accionou a protecção jurídica.

  44. boa tarde,
    Tive um acidente à mais de 1 mês e esta semana recebi o resultado 50%, estou revoltada porque sei que tenho razão mas ando a ser empurrada de seguradora em seguradora, tenho o carro parado porque não tenho dinheiro para arranjar e eles apenas pagam metade, muito triste sabendo eu que tenho razão, na carta que recebi apenas vinha lá escrito ao abrigo do acordo Cids, fico responsabilizado por 50 por encontrar-se fora de mão ou não nos ser possivel encontrar o eixo da via, e eu que mandei fotos e estou compeltamente colada à parece e o outro condutor estava a infrigir o artigo 33, esta a utilizar a minha faixa para efectuar uma ultrapassagem de dois carros parados, agora actulamente estou sem saber o que fazer….precisava de um conselho 💡

  45. Boa tarde,
    Sabe me informar os custos dos serviços da CIMPAS?
    Estou a pensar fazer uma reclamação, mas se o valor for muito caro, se calhar optava por arranjar o carro, em vez de me andar a chatear mais e a ter mais custos. No site tem os custos mas não é muito claro, parece-me.
    Com os melhores cumprimentos,
    Ana Martins

  46. Boa noite,
    Posso usar os serviços do Cimpas ou da provedoria se a Seguradora com a qual estou em litígio não for aderente? Nesse caso o que posso fazer?
    Agradecendo a atenção,
    Joana

  47. Boa tarde Sr. Pedro gostaria de falar consigo sobre a seguradora Mapfre é um assunto muito urguente como poderei contactalo para lhe espor todo o processo? abraço

    • Boa tarde João

      Agradeço que exponha a sua situação neste blog. Como decerto compreenderá, os contactos telefónicos são feitos no âmbito do meu trabalho de agente de seguros e com os meus clientes e potenciais clientes.
      Estou disposto a ajudá-lo, mas terá que ser por esta via. Se estiver interessado em trabalhar comigo, estarei sempre disponivel.
      De outro modo, terá que ser desta forma.
      Estou certo da sua compreensão.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

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