A utilidade da protecção jurídica no seguro automovel

O que aconteceu a um cliente meu num acidente automóvel na A29, inspirou-me a escrever este artigo sobre como e quando utilizar a Protecção Jurídica.

Regra mais importante – tem que ocorrer acidente de viação para accionar a Protecção Jurídica. Aplica-se a danos materiais e corporais.

Em que situações a pode accionar?

1º – Se for acusado de negligência num acidente automóvel

2º – Se o acidente for causado por situações estranhas aos envolvidos.

Exemplo 1: imagine que vai na autoestrada e de repente se depara com uma fila de viaturas motivada por obras. Estas obras só estão sinalizadas muito em cima das mesmas. Legalmente, a concessionária da Auto Estrada é obrigada a colocar avisos alguns quilómetros antes. Como não cumpriu com esta obrigação, pode accionar a Protecção Jurídica do seu seguro automóvel.

Não se esqueça que nestes casos tem que chamar as autoridades

Exemplo 2: buraco numa rua da vila. Chama a Polícia, tira fotos e pode solicitar à seguradora que o apoie juridicamente.

Exemplo 3: imagine que a Polícia rebocou a sua viatura e quando a vai levantar, verifica que tem danos.

Exemplo 4: a sua viatura foi rebocada por avaria. Constata a existência de danos que não existiam.

3º – Reparação Defeituosa do veículo – devido a um acidente ou avaria, a reparação se mostra defeituosa e a oficina não assume as responsabilidades. As consequências desta reparação defeituosa quer materiais quer corporais a si mesmo ou causados a pessoas estranhas, são passíveis de pedido de indemnização cível.

4º – Contra-Ordenações ao Código da Estrada – nem todas as seguradoras têm esta cobertura. Verifique as condições da sua apólice. Esta cobertura pode ser accionada se receber uma multa das autoridades e não concordar com ela. Pode pedir, através do envio para a empresa gestora, uma análise e solicitar que a empresa gestora conteste a dita multa.

Como accionar a Protecção Jurídica?

As seguradoras têm parcerias com empresas especializadas na área jurídica. Não é a seguradora em si que vai gerir o processo. É a empresa com quem a seguradora tem acordo.

Para accionar, basta enviar uma carta à seguradora a explicar detalhadamente o que aconteceu juntando todo os elementos que possam servir como prova, incluindo fotos, testemunhas e autos de ocorrência (Polícia).

Pode recorrer ao seu advogado, mas a seguradora só assume as despesas legais até um determinado limite de capital. Se for bem sucedido, algumas seguradoras acabam por reembolsar todas as despesas. Leia as condições gerais da sua seguradora, pois neste aspecto há posições diferenciadas entre as seguradoras – umas assumem tudo, caso seja bem sucedido; outras não.

Caso o problema não seja adequada e fundamentadamente resolvido, pode recorrer ao Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros – CIMPAS. Leia o artigo sobre o CIMPAS.

Convido-o a participar e a colocar questões que eventualmente tenha.

Pode acompanhar o nosso Blog no Facebook

Cordiais Saudações

Pedro Monteiro

Deixe um Comentário

189 Comentários.

  1. Boa tarde Pedro,

    os meus parabéns pela ajuda que disponibiliza às pessoas que se encontram em dificuldades por não saberem como proceder em caso de acidentes e toda burocracia que envolve as seguradoras.

    Agradecia a sua ajuda se possível, numa questão :

    A minha filha e o namorado tiveram um acidente na A44 no passado mês de Novembro – estavam parados numa fila de transito numa recta antes do nó com a saída para Valadares. Um veículo que vinha com velocidade excessiva não conseguiu parar e embateu neles fazendo o carro levantar voo e cair em cima do capôt do carro que provocou o acidente.
    Desse acidente o namorado da minha filha faleceu, ela ficou politraumatizada (fractura bacia, costelas, pe). A situação do namorado da minha filha está a ser tratada pelo ministério público e seguirá os tramites legais. No entanto a minha filha como ocupante do veículo não culpado, posso accionar o pedido de indemnização junto da seguradora para os danos da minha filha sem esperar que o ministerio publico se manifeste em relação ao caso crime aberto em nome do namorado dela ? Que prazo temos para fazer o pedido junto da seguradora ? A seguradora pode recusar-se a assumir os danos antes do ministério publico se pronunciar ? A seguradora do veiculo onde seguia a minha filha e namorado é a mesma do veículo que provocou o acidente – devo pedir protecção juridica ?

    Se me puder ajudar agradeço imenso

    Melhores cumprimentos

    • Graça

      Lamento o sucedido e estimo as melhoras para a sua filha
      Accione de imediato o seguro do condutor responsável.
      Envie comprovativo de todas as despesas medicas suportadas

      Pedir protecção juridica não serve de nada visto que a seguradora é a mesma.
      Se desejar uma consulta gratuita com o advogado com que tenho parceria, segue o contacto: Dr José Ribeiro Teixeira – telf 22 610 50 37
      Mencione que vai da parte do blog dos seguros.

  2. Conceição Suágua

    Boa arde,

    No passado dia 19/10/2015 tive um acidente em que o outro interveniente foi o culpado do mesmo. O carro foi para a oficina de reboque e a Companhia mandou reparar os danos. No entanto no dia 16/11/2015 dirigi-me à oficina para fazer o levantamento do mesmo e reparei que o amortecedor traseiro do lado esquerdo (lado da batida) estava danificado (situação confirmada com a oficina). Foi-me aconselhado que comunica-se à Seguradora a situação onde agora foi comunicado que é do entendimento do perito que o dano reclamado não foi recorrente do sinistro.
    A minha questão é a seguinte à data do acidente o carro não tinha qualquer dano, a quem é que tenho que reclamar?
    Será a oficina que tem a responsabilidade de reparar a situação?
    Ou tenho que reclamar novamente com a Seguradora.

  3. Preciso de ajuda.
    Fui vítima de 1 sinistro. A minha Seguradora (TRQ) atribuiu a responsabilidade ao outro. A outra seguradora (ZQ) atribuiu-me a responsabilidade a mim. Enviei carta para a ZQ a reclamar da decisão, mas foi mantida por eles. Sei que o outro interveniente no sinistro ñ respondeu à carta da TRQ que lhe atribuiu a responsabilidade.
    De seguida fiz uma exposição ao CIMPAS que respondeu que ñ conseguiram acordo com a ZQ.
    O CIMPAS pede agora 60 euros para avançar com o processo.
    Quem tem de pagar esses 60 euros? (eu ou a minha Seguradora TRQ)
    Devo ativar a proteção jurídica da TRQ? Esta cobertura paga o processo de arbitragem no CIMPAS??

    Por favor ajude-me 😥
    Obrigado.
    C.Oliveira

  4. Boa noite,
    No passado dia 1 de Junho tive um acidente.
    Circulava normalmente quando pretendia mudar de direção à esquerda, o carro que seguia atrás de mim embateu me na traseira e levou a minha viatura a bater num poste que estava do outro lado da estrada.
    Chamei a Gnr o outro condutor deu se como culpado, preenchemos a declaração, tudo normal.
    Estes dias recebo uma carta por parte da seguradora a dizer que não assumia as culpas, fiquei incrédulo com a carta, nunca tinha tido um acidente… E no primeiro que tenho acontece me uma coisa desta…
    Dizem que não assumem, pra se tiver mais provas, pra lhes dizer.
    O problema e que as provas que tenho são as que eles já recolheram, desde o auto da Gnr, averiguações no local, etc…
    Neste caso o que devo fazer? Estou desesperado sem saber o que fazer, visto não ter culpa no acidente…
    Devo fazer algum tipo de reclamação, ou algo do género? A companhia da minha viatura é a mesmo do outro veículo que me bateu…

  5. Bom dia,

    Preciso muito da sua ajuda!!!
    A cerca de 2 anos tive um acidente, cujo o fulano não respeitou um Stop e eu ao travar fui embater numa terceira viatura pois o meu carro devido a chuva intensa despistou se e foi embater numa terceira viatura.Chamamos a policia mas a viatura que não respeitou o stop não aguardou no local pelas autoridades.
    O Provedor de Justiça condenou a seguradora do causador do acidente(o fulano que fugiu)a reembolsar a minha companhia o valor da reparação do véiculo no qual eu embati, mas agora a Allianz não me quer reembolsar o valor comercial da minha viatura!!!!! como faço para exigir o reembolso do valor comercial da minha viatura?????

  6. Liliana Ferreira

    Boa noite.

    No final do mês de Maio tive um acidente ao circular na Rua do Campo 24 de Agosto, no Porto, no sentido da Avenida Fernão Magalhães, com um autocarro que seguia no mesmo sentido, vindo da direção da Rua Ferreira Cardoso.
    Depois de passar o Jardim do Campo 24 de Agosto (à minha esquerda), viro à esquerda na direção da Avenida Fernão Magalhães, e, logo de seguida, sou obrigada a parar devido à existência de peões a atravessar numa passadeira que se situa imediatamente após o início da via. No momento em que me preparo para avançar, surge um autocarro (à minha direita) e, ocupando as duas faixas, abalroa-me. Embateu na lateral, quase no veio central do carro, e causou danos em toda a porta na direção da frente do carro, apanhando ainda o espelho.
    Fiquei extremamente nervosa, até porque ia a caminho de uma reunião à qual não podia mesmo faltar, e, por estar com bastante dificuldade de concentração, deixei que o outro condutor me auxiliasse no preenchimento da declaração, tendo sido o mesmo a desenhar o esquema do acidente no momento do embate. Percebi mais tarde que não estava minimamente correto, nem as circunstâncias em que se deu o sinistro, nem o esquema, nem o pequeno texto no item relativo as observações. Como já tinha assinado a declaração, procurei saber o que poderia fazer para manifestar uma reclamação perante aquele documento. Foi-me dito, passado já alguns dias, que poderia entregar na companhia do outro condutor uma declaração preenchida somente por mim e com as circunstâncias e o esquema retificados. Assim o fiz, dia 12 de Junho. Entretanto, fui dada como responsável na minha companhia e nunca falei com nenhum perito averiguador, nem ninguém viu os danos causados no meu carro. Até hoje não recebi nenhuma resposta ao meu pedido de averiguação de responsabilidades, perante a apresentação da reclamação, onde pedi uma averiguação exaustiva ao sinistro, pois sei que se um perito fizer o levantamento dos danos, verificará que o acidente não pode ter ocorrido da forma que está descrita na primeira declaração submetida às companhias. Gostaria de saber se acha que tenho alguma hipótese de, acionando o apoio jurídico, levar ao agendamento de uma visita por parte de um perito e de uma resposta mais favorável.

    Muito obrigada.

    • Liliana

      Já deu conhecimento à sua seguradora da reclamação que fez à outra seguradora?

      • Liliana Ferreira

        Sim, de imediato.
        No dia seguinte, enviei uma fotocópia da declaração à minha seguradora, datada e carimbada pelo agente da Axa, para comprovar que naquele dia submeti uma nova declaração, para efeitos de reclamação, insistindo no pedido de averiguação de responsabilidades com recurso a um perito.
        Tive que contactar a Axa para obter uma resposta. Foi-me dito que a resposta ao meu pedido seguiu por carta e que não me era favorável. Acabei por ter que pedir que enviassem o documento por e-mail, pois a carta nunca chegou à minha morada e tinha que apresentar a resposta oficial e por escrito à minha seguradora.
        O declínio da responsabilidade por parte da Axa baseia-se na regra de trânsito da cedência de passagem a quem se apresenta pela direita (de acordo com a 1a declaração), mas eu já me encontrava na via, parada, quando o autocarro veio embater em mim! Para dar provas de que a 1a declaração apresenta factos que não correspondem ao sucedido, preciso que um perito averiguador verifique os danos e compare com o que nela foi descrito.
        Agora, gostava de saber se o apoio jurídico serve para ajudar nestas situações.

        Obrigada.

  7. Boa tarde Pedro Monteiro. Gostaria de obter algum esclarecimento sobre um acidente que tive. Na passada 5a Feira, dia 2 de Julho, em plena A42, sentido Paços de Ferreira/Porto, fui confrontado com um vulto que subitamente me apareceu na faixa descontínua separadora da faixa de rodagem. Sem qualquer hipótese de travar ou me desviar, passei por cima de algo volumoso. Consegui parar a minha viatura mais à frente e ao sair do carro percebi que este vulto era uma pessoa, que se encontrava deitada no pavimento.
    No sentido contrário ao meu, veio uma pessoa ter comigo, a dizer-me que assistiu à queda deste jovem, de uma passagem superior da Autoestrada (ponte de cerca de 30 metros de altura). justo no momento em que eu ia a passar. Chamei INEM, veio GNR, PSP, Judiciária, Bombeiros, etc.
    Fiz eu e a testemunha um relatório da ocorrência às autoridades. Foram tiradas fotografias policiais e eu também tirei aos danos que a viatura tinha.
    Entretanto fui levado ao Hospital, pela GNR para fazer exames de despistagem de drogas e álcool. Fiz também participação à minha Seguradora do ocorrido, mas como não possuo seguro contra todos os riscos, o meu corrector de seguros informou-me que teria de muita dificuldade em imputar os custos de reparação da minha viatura a quem quer que fosse. Isto porque a pessoa infelizmente já faleceu, o seguro da viatura não cobre este tipo de sinistros. E claro está a Seguradora iria colocar-se de lado….
    Entretanto já tenho o orçamento da Oficina e o valor ultrapassa os 4.500 euros.
    A minha questão é a seguinte: a Quem devo recorrer, o que deverei fazer? Tem alguma sugestão? Grato. Pedro.

  8. Boas tardes
    A uns tempo o tive um acidente na rotunda em que a pessoa se deu logo como culpada. A declaracao foi preenchida amigavelmente. A pessoa em questao nao tinha a carta verde com ela prenchemos pelo numero da apolice.acontece que a tomadora do seguro diz nao ter tido nenhum acidente e ja reparou inclusive o carro.o perito disse que nada podia fazer visto nao ter o contacto da pessoa que teve o acidente. Sei a morada e que e a pessoa em questao e penso seguir para tribunal e ativar a protecao juridica e possivel? O pior e que as seguradoras sao do mesmo grupo

  9. Ricardo Loureiro

    Tive um acidente em que não fui culpado.
    Meu carro foi dado como perda total. Visto que a seguradora do culpado do acidente recusou o orçamento que ultrapassava o valor venal 7000€. A oficina da marca do meu carro desceu mais 1000€ mas a seguradora recusou e permaneceu com a decisão de perda total.
    Já recorri ao cimpas para reclamar o valor que é bastante baixo e não consigo comprar um carro igual. Visto que a oficina não pode negociar mais tive que retirar o carro da mesma mas tive que pagar 280€ por causa da desmontagem e orçamento. Não é a seguradora que tem de suportar esses custos?

    • Caro Ricardo

      Não percebo porque razão teve que pagar 280,00 de desmontagem e orçamento. Se não teve culpa no acidente, não pode ter custos. Quanto à questão do valor venal da viatura, aguarde pela audiência no CIMPAS.

  10. Boa tarde,
    Gostaria que me ajudasse com a seguinte situação no passado mês janeiro tive um acidente na zona do campo grande, a minha viatura circulava na 2ª circular sentido o Norte/Sul saindo para o campo grande e sai nessa saída a qual antigamente ia de encontro, ‘desembocar’ em faixa do final da av. Padre Cruz, existindo sinalização de aproximação de estrada com prioridade. Atualmente esta sinalização não faz sentido (apesar de se ainda lá estar) uma vez que a faixa que acede ao final da Av. Padre Cruz, continua (faixa propria) sem haver necessidade de acedermos ás outras faixas. Foi precisamente o que fiz, continuei havendo um condutor que vinha na faixa imediatamente à minha esquerda embater propositadamente no meu veiculo, porque acharia que eu devia ter parado para ele mudar de faixa(para a que eu circulava). o acidente deu-se cerca de 200 metros depois do acesso à Av. Padre Cruz. A minha seguradora isenta-me da responsabilidade(porque de fato não tenho mesmo responsabilidade) pelo sucedido, pois eu estava a circular na minha faixa quando o outro veículo veio embater lateralmente tentando aceder á minha faixa de circulação, quanto à outra seguradora diz que eu sou 100% culpada. Foi chamada a PSP ao local e esta situação está a arrastar-se. Neste momento dizem-me que devo acionar a proteçao juridica, mas não sei o que isso implica? Além do mais entretanto troquei de carro que tem seguro novo mas não na minha companhia, deixei de ser tomador de qualquer seguro automovel, pois eu não sou o proprietario do novo carro. Gostaria de saber qual a sua opinião e face ao descrito, e como devo proceder.
    Muito obrigada.

    • Cara Ana

      De uma forma objectiva, deve accionar a protecção juridica contactando a seguradora do seu veículo que já não tem.
      Depois as coisas têm os seus trâmites legais. A nível de custos está protegida pela cobertura da protecção juridica.

  11. Ora viva.
    Tive um acidente no passado dia 18 de dezembro de 2014 em que não foi o culpado. O meu carro é um mazda 2 de 2005 com cerca de 100.000Km. Passado 45 dias a seguradora do outro interveniente do acidente assumiu a responsabilidade e deu perda total do meu carro com uma avaliação ridícula. Em primeira instancia o valor venal foi de 1094€. Após o meu primeiro contato a questionar como tinham chegado ao valor venal, foi dito que estava a ser revisto. Recebi então o 2º oficio a informar a perde total definitiva por 1750€. Fiz a minha pesquisa no mercado, simulei o valor venal no site http://www.portaldoautomovel.pt na qual o valor comercial de venda é de 4.120€. Fiz pesquisa em sites de venda de carros usados em que o critério seria carros mazda 2 do ano de 2005, o resultado foi de valores entre 4.500€ a 5.500€. A minha questão é a seguinte: Posso activar a proteção jurídica para que seja feita justiça quanto ao valor venal justo, afinal de contas não pedi para ter um acidente e o carro antes do acidente satisfazia as minhas necessidades e agora com 1750€ não repõe a minha situação anterior.
    Obrigado.Cumprimentos

  12. Boa tarde

    No dia 19 de Janeiro de 2013, embati contra um eucalipto que estava caído na A1.Todo o eucalipto obstruía as duas faixas de rodagem,como estava escuro não consegui evitar o embate.Enviei o auto da polícia e as fotografias para a brisa, ao qual respondeu que não se responsabilizava porque foi um dia de intempérie e o eucalipto não estava na zona da brisa.Pedi apoio jurídico ao mediador e ele respondeu que era uma causa perdida e não valia a pena pedir o apoio jurídico.O que deveríamos ter feito? Visto que já passaram dois ,acha que ainda se pode fazer alguma coisa?
    muito obrigado pela atenção

  13. Boa tarde, gostaria de saber a sua opinião relativamente à seguinte situação.
    Quando circulava numa via rápida, com limite de velocidade de 90km saiu do separador central um cão do qual não tive qualquer hipótese de não colher. Infelizmente o animal morreu, mas como tinha coleira informei a PSP e foi efetuado o auto e identificação do animal que em principio tinha chip.
    Como não tenho seguro de danos próprios e resultaram danos materiais avultados recorri à proteção jurídica.
    Questão:
    Entre os dados que foram pedidos encontram-se os autos policiais.
    Segundo me informou a PSP se for eu a levantar os mesmos, estes têm um custo de 14€ por página, no entanto as companhias de seguros podem consultar o processo na secretaria sem qualquer custo.
    Atendendo que o auto policial comporta diversas páginas o seu custo será substancial.
    Não deveria a companhia nestas circunstâncias consultar o auto antes de reclamar que eu o levante? Poder-se-há dar o caso deste custo se tornar inútil em várias circunstâncias.
    Obrigado

    • Caro Antonio Marques

      O processo não avança sem os autos e é o senhor tem que fazer prova do acidente.
      Levante o auto, suporte o custo e se a sua reclamação for aceite, poderá pedir o ressarcimento do custo com o auto.

  14. Boa Tarde,

    No passado dia 12 de Outubro de 2014, circulava dentro dos limites de velocidade permitido por lei na 2ª circular sentido Benfica, na faixa da esquerda, quando me deparo com um obstáculo não sinalizado que se encontrava na faixa de rodagem e no qual fui embater causando danos materiais no meu veículo. O veículo que circulava atrás de mim também não se conseguiu desviar e embateu no mesmo objecto. O obstáculo era um bloco de betão que pertencia ao separador central. E foi deslocado para a faixa onde eu circulava porque minutos antes um veiculo que circulava em sentido contrario despistou se e embateu no separador central fazendo com que este se deslocasse para a via onde eu circulava. A PSP de Lisboa foi chamada ao local. Segundo o relatório da minha seguradora e após levantamento do auto da Policia a responsabilidade do meu acidente deveria recair sobre o condutor do veiculo que circulava em sentido contrario e que se despistou embatendo e deslocando o separador central. No entanto a seguradora do condutor que se despistou não assume a responsabilidade alegando que eu infringi o previsto no nº 1 do artigo 24.º do código de estrada. Já accionei a protecção jurídica. No entanto não tenho qualquer foto tirada do local e do dia do acidente. O que posso fazer mais? Será que posso apresentar esta situação por escrito ao instituto de seguros de Portugal?

    Obrigada,
    Cumprimentos,

    Élia Catarino

    • Cara Élia Catarino

      Agiu corretamente ao accionar a proteção juridica. Vá contactando a seguradora para saber o andamento do processo.

      • Bom dia,
        Na descrição anterior referi que tinha accionado a protecção jurídica, que foi feita no dia 18 de Novembro. No entanto o gabinete de protecção jurídica informou me hoje de que já tinha enviado para a seguradora uma analise baseada na descrição que eu enviei para eles sem o auto da Policia, e que a seguradora voltou a declinar responsabilidade . E de que durante esta semana iriam analisar o processo já com o auto da policia e me dariam uma resposta. Eu acho que todo este processo esta a ser demasiado demorado, visto que a condutora que circulava atrás de mim, já teve uma resposta por parte da protecção jurídica dela de que a seguradora da condutora responsável tinha assumido responsabilidade. O que posso fazer mais, caso a minha protecção jurídica não consiga que a seguradora se responsabilize?
        Obrigada
        Élia Catarino

  15. obrigado desde já por toda a informaçao que disponibiliza.
    vinha questionar sobre se tem conhecimento de resolução de uma situaçao +- complicada(pelas seguradoras ou decisão com jurisprudência), dia 4 do presente numa rotunda o carro A entra em contramão,zona sem muita visibilidade e estrada molhada.o carro B trava de emergência e pára a tempo e o meu carro (conduzido pela minha mulher) bate no B desviou-se mas não o suficiente…
    o sr do carro A assumiu tudo e queria pagar sem por seguros, depois chega o policia e como A+B não tinham batido diz que eram 2 situações no auto do acidente apenas ficou referido o carro A como existente em contramão.
    resumindo a fidelidade ,carro A,diz que a culpa é do carro B(infringiu o artigo 18 CE(distancia de segurança,??de um carro em contramão é dificil digo eu), a do B já me tinha dito que não assumia a responsabilidade…. que complicaçao… obrigado

    • Caro Hugo

      Se eu percebi bem:
      Carro em contramão, um carro que ia à frente do carro da sua esposa trava repentinamente e a sua esposa bate na traseira desse carro.
      Se estou correcto, então a sua esposa é responsável, porque não respeitou a distância de segurança face ao carro onde veio a bater.
      Infelizmente a culpa moral não existe em seguros.
      No seu lugar accionaria judicialmente o condutor da viatura em contramão se o mesmo não lhe pagar os prejuízos.
      Se precisar de contacto de um advogado envie mensagem para sitedosseguros@gmail.com com cópia deste comentário

  16. Boa tarde,

    no passado dia 24 tive um sinistro sendo que a outra companhia já assumiu a responsabilidade do mesmo, no entanto a oficina onde coloquei o automovel já me indicou que devido ao volume de trabalho só conseguem arranjar o carro a partir de dia 10, ou seja até dia 10 terei de ficar sem carro , sendo que só a partir dessa data é que terei viatura de substituição que é o que está contemplado no meu contrato.
    Este fim de semana tenho um hotel marcado, sendo que liguei para a seguradora que assumiu a responsabilidade do sinistro e coloquei esta questão, que irei passar o fim de semana fora e tenho hotel pago, logo terei de alugar viatura e irei apresentar-lhes os custos, começaram logo a dizer que não tinham culpa por a oficina levar tanto tempo a começar a repara , e que teria de ser analisado, mas que o ia alugar uma viatura por minha conta e risco.

    Isto é mesmo assim? Não são eles ( seguradora do culposo) a assumir estes encargos já que se deram como responsaveis, apesar da oficina ter sido escolhida por mim?

    Agradeço a resposta.
    Cumprimentos.
    Sónia

    • disseram-me no Instituto Português dos Seguros,que ao abrigo do Decreto Lei 29/2007 art 42 , a seguradora não está obrigada a pagar o aluguer da viatura em periodo de imobilização

    • Cara Sónia

      A responsabilidade na demora do conserto da sua viatura é da exclusiva responsabilidade da oficina, porque esta e o perito acertam o numero de dias de reparação, tendo a oficina a obrigação de reparar a viatura de imediato.
      Todos os custos devem ser imputados à oficina. Sugiro que contacte a oficina para lhe fornecer uma viatura de cortesia.

  17. Boa noite
    No dia 24 de Setembro, tive um acidente, em que eu seguia numa estrada nacional e e ao aproximar-me de um entroncamento, um condutor desrespeitando um sinal de STOP, embateu-me na zona lateral do carro, pois não tive tempo de travar, apenas consegui desviar ligeiramente não consegui evitar o embate…
    A questão é que eu fiquei com a viatura imobilizada, e passou-se quase um mês após o sinistro e eu ainda não tenho respostas, o que me dizem é que o processo se encontra em averiguação.

    Ja tive que alugar um carro para poder ir trabalhar, mas como tenho de suportar todos os custos, tive de o entregar novamente, continuo com o carro na oficina porque estou a aguardar pela decisão da seguradora…

    Sera que posso accionar a protecção juridica, pois toda esta situação esta a causar problemas pessoais e profissionais…

    Obrigado pela atenção
    Cumprimentos Bruno

    • Caro Bruno

      Contacte a seguradora do terceiro responsável pelo acidente e informe que irá apresentar todas as despesas de aluguer de viatura e demais despesas suportadas pelo facto de ter ficado privado de viatura. Está no seu direito e a seguradora é obrigada a pagá-las a partir do momento em que as responsabilidades ficam definidas.

  18. Bom dia, gostaria de saber qual o prazo legal para recorrer de uma decisão de responsabilidade de um acidente. Tive um acidente em maio e essa decisão saiu a 20 de Agosto, mas só tomei conhecimento esta semana porque o carro acidentado que conduzia é da minha empresa. No acidente que tive ía a circular na minha mão numa via com prioridade quando apareceu a seguir a uma curva, pela minha direita um carro que estava a sair de uma rua que apenas dá acesso a algumas casas, no qual eu embati, mas como esta tua não tem nenhum STOP, a decisão tomada pelas seguradoras quem deveria parar era eu, dando razão assim ao outro condutor. Como circulo numa via com prioridade, pois tenho um sinal a dar essa indicação, e sei também que a rua é apenas de acesso e quando a GNR presente no local me dá razão acho injusto esta decisão. Obridago

  19. Bom dia,

    Agradeço desde já a sua ajuda.
    Eu conduzia o veiculo A, e entrava de marcha-atrás na garagem de um familiar, quando o condutor do veiculo B fora da sua faixa de rodagem, em contramão, embateu de marcha-atrás, no lado esquerdo-frente do veiculo A com a parte traseira-esquerda do veiculo B. É de salientar que minutos antes do acidente, o veiculo B encontrava-se estacionado em frente da referida garagem, e o seu condutor foi chamado para retirar tal viatura. Após retirada do veiculo B, o condutor do mesmo aguardou dentro da viatura, esperando que eu condutor do veiculo A efetuasse a manobra necessária para meter a viatura na garagem, no entanto e sem que nada o fizesse prever o condutor do veiculo B fez marcha-atrás embateu na minha viatura (veiculo A).

    Decisão final do segurador: 50% da responsabilidade foi imputada a mim, condutor do veiculo A, segundo Açoreana de Seguros S.A., por ter executado manobras perigosas.

    Fiquei perplexo com a decisão.

    Já reclamei para o cimpas mas não sei o que isto vai dar…

    Gostava de ouvir o seu parecer / aconselhamento mediante esta situação.

    Grato pelo atenção dispensada.

    Paulo Rodrigues

  20. Boa tarde,

    na sexta feira dia 19/09/2014, tive um acidente, num cruzamento com sinalização luminosa.
    Acontece que o meu semáforo encontrava se verde e o do outro sinistrado também. Agora ninguém se dá como culpado.
    A minha seguradora aconselhou me a fazer reclamação à Câmara Municipal, do sucedido, uma vez que essa entidade é responsável pela manutenção e vigilância do bom funcionamento desses sinais.
    Como devo preceder?
    Apesar do processo estar nas mãos da minha seguradora e da GNR, ter tomado nota da ocorrência, devo pedir apoio jurídico?

  21. Boa noite
    No passado dia 17 de Agosto, um condutor que circulava na faixa de rodagem contrária à minha, no momento em que nos cruzavamos, este desviava-se de um terceiro veículo que se encontrava estacionado na sua faixa, fazendo com que os nossos retovisores esquerdos embatessem, causando danos materiais no meu retovisor. Creio que é explícita e inequívoca de que a culpa foi dele. Contudo, este recusou qualquer responsabilidade, alegando que eu tinha espaço para me desviar e ter evitado a colisão. Ora se era ele quem tinha obstáculos na faixa, seria quem tinha de garantir que, ou faria a manobra em segurança e sem causar quaisquer danos, ou caso contrário teria de aguardar para poder ocupar a faixa onde eu circulava.
    Tive então de pedir a intervenção da GNR, que efetuou um auto de ocorrência. Participei ao meu seguro (Axa) e dias mais tarde, recebi um comunicado escrito da sua seguradora (Zurich) que, apesar de já ter adiantado a peritagem, não deu por concluido o processo, e por isso assumir a responsabilidade da reparação enquanto o segurado não fizer a participação.
    A minha questão é esclarecer sobre se existe prazo e/ou obrigação para o outro interveniente fazer a participação; parece-me que não o irá fazer, a não ser que seja obrigado, pois já passou tempo mais que suficiente para o fazer…
    O problema é que o estado atual do retovisor compromete a segurança da circulação do meu veículo e estou a ver o caso, que me parece tão banal, por resolver.
    Existe algum mecanismo e/ou procedimento que possa accionar, sem que tenha de ser eu a suportar os custos e por termo a este problema?

    Muito Obrigado!

    M. Cump.

    Nelson

  22. boa noite eu tive um acidente em que me embateram por traz e agora a companhia desse sr. está-me a pedir k vá buscar o pedido de ocorrência há policia que tem um custo de 60 euros gostaria de saber de quem é a obrigação do mesmo obrigado !

    • Carlos

      No seu interesse, vá à esquadra, peço para lhe enviarem o auto por email, pague o mesmo e apresente a despesa do auto à seguradora assim que for definida a responsabilidade do terceiro no acidente.

  23. Boa noite,
    No passado dia 5 de junho o meu marido teve um acidente com o meu carro, ele circulava a cerca de 60/70 km hora, fora da localidade, quando o veiculo à sua frente sem mais nem menos faz uma manobra de inversão de marcha. Não esperando uma situação destas e tentando evitar a colisão tentou desviar-se do outro veiculo e acabou por se despitar sozinho. Sendo que não houve colisão dos veiculos e como, por acaso, os dois condutores têm Rodrigues no nome, o perito pos logo em causa que seria um esquema montado e que as pessoas em questão são familires, quando nem se conhecem!!!!O carro em questão é um Ford Fiesta de 2001, com ar condicionado. Os danos são na parte da frente do carro mas por baixo. O carro tem o valor de 1990,00 €, segundo eles e até ai concordo, mas como o valor para a reparação +e de 3.400,00 €, foi dado como perda parcial, mas a proposta foi condicional. Vários telefonemas, eu sem carro durante este tempo todo, recebo no dia 7 de julho carta a comunicar que não assumem a responsabilidade, invocando o previsto no nº 1 do artigo 24º do Código da Estrada. Ou seja foi preciso um mês para arranjarem uma desculpa para não se darem como culpados (Tranquilidade, quando o próprio segurado se deu como tal. O meu seguro é da Liberty e já pedi apoio juridico, pois não concordo com esta decisão. Não foi chamada ao local a GNR, porque o outro condutor assumiu desde logo a culpa. Gostaria que me esclarecesse se existe mais alguma coisa que possa fazer….e o que acha do comportamento da Tranquilidade, primeiro enviam a proposta e depois não assumem a responsabilidade…. Agradeço desde já a sua atenção.

    Cumprimentos,
    Susana Barbosa

  24. Boa tarde Exmos. Srs.
    Desde já o meu obrigado pelo testemunho dos demais presentes neste fórum.
    Há cerca de 30 dias despistei ao volante do meu veículo mini, prtotegido com um seguro danos próprios, o mesmo avaliado em cerca de 12.000 €.
    Rececionei agora a carta da companhia a informar que o salvado valia cerca de 7000 € e propõem 5ooo€ de indemnização mais o valor do salvado.No entanto eu pretendo o meu veículo reparado, e tendo em conta que a reparação do mesmo se cifrava em cerca de 12500 €, propus a companhia uma indemnização a rondar os 8500 € com material usado sob forma de voltar a ter o veículo pronto a circular, ao que eles me respondem que não.
    O que poderei fazer?
    Cumprimentos

  25. Catarina Moreira

    Boa noite!
    Gostaria de pedir um parecer seu na seguinte situação.
    No passado domingo à noite tive um rebentamento de pneu na AE. Ao aperceber-me desta situação, encostei. Entretanto houve um Sr que parou para me ajudar, tirou o pneu rebentado, mas quando iríamos trocar pelo suplente que vinha na mala do veículo, verificamos que não era o pneu certo (isto é, o pneu suplente de origem não era compatível com o carro). Entretanto liguei à assistência em viagem da Zurich, comuniquei a situação e disseram-me que iam enviar um reboque que levaria o carro para a oficina de pneus mais próxima. Cerca de 15 minutos passaram, o meu irmão veio ao local e o Sr que inicialmente me tinha assistido, lembrou-se de tentarmos solucionar temporariamente o problema, testando o o pneu suplente do carro do meu irmão, que por acaso serviu e assim, daria para que levasse o carro até casa, visto ser domingo à noite e estarem as oficinas na sua maioria fechadas. Liguei novamente à assistência da Zurich, expliquei a situação ao operador (que não era o 1º como quem tinha falado), mas que me disse que iria cancelar o reboque. Levei o carro até casa, aí contactei novamente a Zurich tendo falado com um 3º operador, expliquei a situação, disse-me para contactar pela manhã para solicitar entao o reboque após eu ter dito que o carro já se encontrava na minha morada. Em momento algum, algum dos operadores me disse que para ser accionado a cobertura por rebentamento teria que ser rebocado no local. Eu achei que estaria a solucionar o problema e neste momento, a companhia pretende excluir-se de qualquer responsabilidade.
    Estou indignada uma vez que fiz um seguro contra todos os riscos e perante uma situação como esta, excluem-se. Sem esquecer porém também que, o facto de no carro não vir o pneu suplente adequado vai imputar responsabilidades, a alguém que não a companhia de Seguros. De que forma acha que devo conduzir agora este processo? Estou um bocado perdida visto estarem todos em fuga às responsabilidades, assumindo que eu própria, logo no momento orientei mal a situação ao cancelar o reboque, achando que estaria a solucionar temporariamente o problema.Mas em momento algum, me esclareceram que seria errado cancelar o reboque sob pena de anular todo o processo posterior.

    Obrigada

    • Boa tarde Catarina

      Eu não entendi muito bem qual é o problema. Continuou a poder circular após resolver a questão do pneu sobressalente, certo?
      Porque não leva o carro a uma oficina e compra o jogo de pneus?
      Quanto â questão do pneu sobressalente inadequado, vai ter que reclamar com quem lhe vendeu o carro

  26. Olá Pedro,

    tenho um problema, tive uma queda de mota, e necessito de acionar o apoio juridico para poder pedir uma peritagem da mota, como poderei fazer esse pedido de apoio juridico? A quem me devo dirigir?
    De referir que o meu seguro é tranquilidade.

    Cumps,
    João Oliveira

  27. Circulava numa nacional, quando um carro que estava parado na berma da estrada entrou na via embatendo na lateral direita da minha viatura. Paramos e ele deu-se logo por responsável, preenchendo e assinando a declaração do sinistro. Fui fazer a peritagem ao meu carro e passadas duas semana a seguradora do outro condutor contactou-me pq alega que eu ultrapassei o seu cliente e eu é que embate no seu carro. Eu tenho uma testemunha que viu e confirma a minha historia e tenho tb o documento assinado pelos dois em conforme a responsabilidade é dele.
    Estou, neste momento, a espera da conclusão e determinação da responsabilidade, mas se eu tiver de pagar algo posso ativar a proteção jurídica?
    Obrigada

  28. boa tarde
    enviei os documento para europ assistence para acionar proteção jurídica, me enviaram uma carta a dizer que falta enviar uma carta com comunicação de valores da perda total relativa ao veículo, gostaria de ter um exemplar porque nunca fiz nem sei, aguardo a resposta tenho 15 dias para entregar a carta

  29. Antonio Moreira

    Boa Noite
    Tive um acidente em que eu circulava em uma via com prioridade e que estava sinalizada com entroncamento a direita sem prioridade e colidi com um que que se apresentava pela direita porem a viatura ao que embati saia de uma rua sem quais quer sinalização.
    a seguradora deles logo me colocaram como culpado nem se quer tentaram fazer um acordo então accionei a protecção jurídica.no entanto a zurich fez um acordo com o cidadão que bateu me e nunca soube de nada só soube hoje quando teve o julgamento no CIMPAS ao qual a advogada que estava a me defender me aconselhou a fazer um acordo. feito o acordo dos 50% ou seja despeças dividida o valor da reparação é de 1,440€ a fidelidade que é a seguradora a qual eu reclamei e a minha é a zurich. A Zurich diz que para eu arranjar o meu carro mesmo não sendo culpado que tenho que pagar os 2% da franquia que são os 400 € a fidelidade vai pagar 720€ do acordo. existe alguma forma de reclamar a situação da franquia ? e outra situação quando contratei o seguro disse que queria um seguro com boas coberturas e hoje quando fui falar com o meu mediador ele disse me que não tenho veiculo de substituição em caso de colisão ou seja tenho quase todas as coberturas e em uma situação como essa que tive de pagar o auto da policia o 60€ no cimpas e mais despeças de deslocações ou seja para nada .caso eu fica se a 100% da culpa teria que pagar na mesma a franquia .realmente me sinto idgnado e lesado.
    Cumprimentos

    • Caro António Moreira

      O senhor fez o seguro com 2% de franquia. O mediador explicou-lhe as coberturas do seguro aquando da contratação?
      Paga sempre franquia se tiver algum grau de culpa neste caso 50%

      Não se esqueça que “O barato pode sair caro”.

  30. boas
    quero saber se posso acionar a proteção jurídica nessa situação:
    dia 02/02/2014 estava para na portagem de repente houve uma batida na traseira do meu carro, quando saí do carro é que verifiquei que havia choque em cadeia 4 carros (A,B,C,D), dois carros atraz do meu e outro que eu batí por ser empurrada. o seguro do dois carros que vinha atraz decclinaram a responsabidade, ou seja seguro DO do B,C e D
    culparam o B, mas o B culpau o A. agradeço uma responta urgente brigada

    • Bom dia Ana

      Aguarde pela definição das responsabilidades deste sinistro. Se não for do seu agrado e tiver elementos de prova (testemunhas, por exemplo), poderá accionar a protecção jurídica.

  31. Bom dia, tive um acidente e a seguradora atribui culpa 50/50, acontece que eu ia a passar quando a viatura que estava mal estacionada, saiu do estacionamento batendo da roda lateral direita até à porta traseira direita. tenho fotos em como o carro deles tinham as rodas viradas e estavam com o carro a trabalhar(alegam que estavam a conversar dentro do carro).O auto da policia foi inconclusivo, e gostaria de acionar a protecção jurídica. Como é que funciona o processo? tem custos para mim?
    Posso mandar arranjar a viatura ou tenho que estar sem carro?tenho receio de colocar me numa batalha que como sabemos os seguros conseguem sempre o que querem!

  32. boa noite sr Pedro.
    Gostari que me ajudasse num sinistro
    no dia 24 de dezembro 2013 pelas 17.40 tive um choque com outro veiculo numa rotunda,o meu veiculo estava a entrar na rotunda e o outro já se encontrva a circular na mesma a minha seguradora que é a mesma do outro condutor assume a minha culpa por ter infrigido o decreto lei do código de estrada que da prioridade a quem circula dentro de uma rotunda,até aí aceito tudo num caso normal o problema a meu ver é que na hora do embate dos dois veículos já estava bastante escuro e chovia muito a rotunda tinha iluminação deficiente e o outro veículo circulava de luzes apagadas já reclamei a decisão junto da seguradora dizendo que o outro veículo infrigio o codigo de estrada não dando uma possibilidade luminoza para eu o avistar,mas a seguradora deu como decisão final o mesmo resultado.sinto-me injustiçado pelo resultado gostaria de saber a sua opinião.muito obrigado

  33. Boa noite Sr.Pedro,

    Antes de mais, muitos parabéns pelo Blog.

    A minha esposa teve um acidente numa rotunda e por estar gravida teve de ser levada para o hospital, ficando apenas a outra condutora e as autoridades.
    As autoridades não tendo qualquer indicio de onde tinha sido o local provavel de embate, elaboraram o auto apenas com a indicação da outra senhora, ficando escrito no auto, que o local provavel de embate é mencionado apenas por 1 condutor, porque o outro foi para o hospital.
    As minhas questões são:
    – Pode a companhia de seguros atribuir responsabilidade à minha esposa, usando este tipo de Auto, onde apenas está a versão do local de embate da outra condutora?
    – Não deveria a seguradora solicitar que a minha esposa indica se o LPE?
    – Devo solicitar apoio juridico?

    Muito Obrigado
    MC

    • Boa noite Luis

      Não posso pronunciar porque há muitos cenários.
      Reclame à seguradora da outra condutora enviando a declaração amigável e contacto de eventuais testemunhas. Levante o auto de ocorrência na esquadra.
      Depois, terá que aguardar o desenrolar do processo

    • Antes de mais muito obrigado por responder a minha questão certamente mais rápido e esclarecedor que a minha companhia o problema é que eu já solicitei a reavaliação do processo mas a resposta é a mesma tenho uma testemunha no processo desde o inicio e o condutor assumio perante a policia só não sei por falta de acesso ao auto da policia que só foi feito depois por eles por falta de condições.Ambos temos a mesma companhia se assim não fosse julgo teria ganho a causa,segundo a carta recebida após reclamação é decisão final.
      Mais uma vez o meu muito obrigado.

  34. Gostaria de saber se me pode dar alguma informação sobre como agir, a partir de agora:
    No dia 30 de Dezembro de 2013, o meu filho circulava com um veículo de minha propriedade pela 20H10, na A 41 no sentido Alfena-Lordelo, quando ao passar na via e por não ter visto o que nela se encontrava(disco de travão de veículo pesado)sentiu que o pneu tinha rebentado.
    Foi chamada a GNR ao local que verificou e registou a ocorrência que englobou mais 2 veículos.Esteve também presente um mecânico da concessionária que registou a ocorrência.
    O meu veículo foi transportado por um reboque dado que também tinha sido danificada a suspensão.
    Em Janeiro dei conhecimento à minha Companhia de Seguros (Fidelidade)que fez e enviou uma reclamação para a ASCENDI, e mandei reparar o veículo que ficou suspensão 120€ +IVA e pneu 65€+IVA.
    No dia 03FEV14 recebi uma comunicação do meu agente de Seguros a comunicar que já tinha um resposta da ASCENDI, que foi a seguinte”esta concessionária não se considera de forma alguma responsável pelo sinistro a que se reporta a reclamação”
    Desde já o meu Obrigado
    Cumprimentos

  35. Deolinda Ferreira

    Parabéns Pedro! És fantástico. 😛

  36. Boa noite,

    Gostaria de saber se me pode dar alguma dica sobre o que devo fazer com um problema que tenho entre mãos.

    Em Outubro tive um acidente do qual não tive culpa. O meu carro que já era velhinho ficou destruído e eu fui parar ao hospital.. Passei 2meses sem poder trabalhar logo tive uma série de cortes no salário, etc. Para além disso tinha uma cirurgia marcada em Agosto com urgência para Novembro. Devido as consequências físicas que o acidente provocou esta teve que ser adiada e sem marcação ainda prevista.

    Por todas estas razões, pela seguradora do culpado ter feito uma proposta miserável do valor do carro e por nunca se ter mostrado interessada em resolver o assunto nem saber do meu estado de saúde (esgotou completamente o limite que tinha para assumir a responsabilidade) resolvi recusar a proposta e ativar o apoio jurídico a conselho de um advogado que tinha consultado.

    Acontece que, agora que se andou com o processo na minha seguradora o advogado parece querer entrar em tribunal sem ser pelo apoio jurídico e sim ser eu a pagar (ou então pelo apoio do estado em que o estado paga o processo mas ele fica com uma percentagem do que ganharmos em tribunal – não sei bem mas foi o que ele explicou).

    Neguei-lhe essa opção e ele então disse para seguirmos pelo apoio jurídico da minha seguradora e acrescentou que teria que lhe fornecer uma prova de um stand em como o meu carro que foi para a sucata valeria x€. Não consegui esse valor (porque era impensável, demasiado alto) sendo que agora fui informada pelo advogado que com o documento que consegui (montante do valor do carro) o apoio jurídico não pode ser ativado.

    Sinceramente não consigo perceber tais informação e cada vez mais me sinto pressionada a assinar os documentos para renegar o apoio jurídico da minha seguradora e entrar em tribunal por outros meios. Eu não poderei suportar tais custos e não percebo o que se está a passar por aqui…

    Será que me pode ajudar?

    Cumprimentos.

    • Boa tarde Sofia

      Pelo que percebo, quer ser indemnizada pelos prejuízos materiais e corporais causados pelo acidente.
      A seguradora só pode indemnizar a perda total da viatura pelo valor da mesma à data do acidente e é um valor muito baixo face à idade da viatura.

      Sugiro que accione a protecção juridica e se não chegar a lado nenhum, contacte o advogado. Se ganhar o processo em Tribunal, a cobertura da protecção juridica permite o reembolso das despesas de tribunal e d advogado até ao limite fixado nas condições da apólice na cobertura da Protecção Juridica.
      Junte todos os documentos comprovativos das privações que passou pelo facto de ter ficado sem carro e com perda de rendimento.
      Ganhando em Tribunal, será ressarcida por todos os prejuizos comprovados que teve, com toda a certeza.
      Vai ter que ir à luta.

      • Concordo com o Sr. Pedro, recorra ao cimpas ou aos julgados de paz, recorra tambem junto da seguranca social o apoio judiciario quer para custas quer para nomearem um advogado junto da ordem dos advogados gratuitamente para a sra. Aconselho a nao assinar nada a seguradora responsavel….

  37. Srº Pedro Monteiro,
    se me poder aconselhar no que fazer fico muito agradecido,

    em set2012 fui interveniente num acidente de viação com um velocipede, quando ambos circulavamos numa rotunda, e resultou um ferido leve (o ciclista de 14 anos).

    Fiz a participação ao meu seguro e foi atribuída a responsabilidade ao ciclista.
    Até agora tudo bem, depois é que piorou um pouco, a mãe do rapaz queria mesmo que eu fosse culpado, e então reclamou á minha companhia de seguro, aqual não reiterou a decisão enviando-lhe a mesma resposta.
    Então a senhora decidiu, (como sou um funcionário publico … autoridade), fazer uma reclamação ao meu comandante geral que instaurou um processo de averiguações, e foi arquiva depois de dois meses por não haver matéria possível de me “condenar”…
    Não estando ela contente, apresentou queixa contra mim por crime de ofensa integridade fisica por negligencia e por crime de isenção de auxilio…

    AQUI COMEÇOU o meu problema mais grave, contactei via telemovel a minha companhia de seguros a qual me deu o numero da proteção juridica. Contactei então a P. Juridica para saber como a poderia ativar e então disseram-me:”não trabalhamos com nenhum advogado, o Srº nomeia um e depois quando tiver o processo envia-nos…”
    Assim fiz, fui á procura de um advogado e pedi “ajuda”… passados 10 meses o processo foi arquivado (sem audiencia) por falta de materia criminal da minha parte…

    Agora surgiram-me dois problemas:
    …da outra parte ninguem obrigou ninguem a suportar os meus danos no veiculo!
    …os honerarios do advogado (615€) tive que pagar!!!(isto porque quando liguei par a proteção juridica disseram-me que nao podia nomear advogado sem o avalo deles. Disse-lhes que fiz isso por telemovel diretamente com eles, ao qual me pediram registo da chamada, a minha operadora só tem dos ultimos seis mese e eu não tenho isso. Disseram que eles tambuem não o tem e não suportam a despesa por esse motivo. Sinto-me injustiçado porque fiz como eles me disseram e agora dizem outra coisa…
    tenho alguma solução a recorrer para poder receber esse dinherio dos honorarios?

    Baeram-me, tive vários problemas, tive de gastar dinheiro e fiquei com o carro estragado!!!

  38. Ola bom dia!
    Quando conduzia a minha viatura, fui atingido por uma árvore de grande porte, que me danificou a minha viatura (orçamento para compor 3500€)! Chamei a GNR que tomou conta da ocorrência , entrei em contacto com o proprietário do terreno o qual se desmarcou de qualquer responsabilidade!! Mas a questão fundamental é que tinham feito um desaterro no local e deixaram a árvore em risco, e o qual provocou a queda comprovada pelas fotos que tirei no local!!!Gostaria que me informassem se posso accionar a protecção jurídica da minha companhia , e se eles cobrem as despesas com o processo jurídica , e tribunal em ultimo caso?
    Muito obrigado pela atenção

  39. Quando tinha o carro estacionado num parque de estacionamento aberto ao público o meu automóvel foi abalroado por um terceiro, que se colocou em fuga. Um amigo que ia a sair do parque e viu um carro em fuga, mas sem ver matrícula. A GNR foi chamada ao local e foi registada participação. O meu seguro é apenas contra terceiros. O funde de garantia automóvel irá suportar algum encargo com a reparação?

  40. Boa noite, no dia 2-11-2013 o meu filho teve um acidente.
    Embateu num pronto-socorro, o veículo estava com parte da plataforma na faixa, ele bateu mas não sobe onde, só depois se apercebeu em que tinha batido, o veículo estava oblíquo e a nossa carrinha embateu com a frente direita cerca de 5cm no lado esquerdo da parte de traz da plataforma do pronto-socorro. O meu filho não se apercebeu da plataforma não fez travagem nenhuma antes além disso o outro veiculo esteve sempre com o motor ligado o que nos deixa na duvida se estaria em movimento ou não, se estava pardo porque tinha sido chamado não tinha qualquer sinalização antes a sinalizar a plataforma saída, não tinha os pirilampos ligados. O nosso carro tinha acabado de sair de uma retunda a 7o m de distância. Nós tiramos fotografias, logo após e entre elas o dono do veículo foi tirando, foi mexendo o veículo, tirando-o da faixa para o passeio, cerca de 50cm a seguradora é a mesma, o que eu penso que não é bom. Já lá veio o averiguador e o gestor diz que nós somos culpados a 100%. Ainda não recebemos a carta mas o meu agente já me comunicou e enviamos um pedido para a proteção jurídica. Eu penso que não tenho outra solução a não ser pagar quase 6000 mil euros de conserto dado ser uma carrinha de 2011 e a peças são muito caras. O outro veículo, não sofreu nada porque apenas se bateu na plataforma e no canto esquerdo traseiro, este não sofreu qualquer moça. É revoltante mas deve ser um caso perdido. O que pensa do assunto e o que devo fazer?

  41. Bom dia Pedro,

    È o seguinte:
    Tive um acidente em plena IP3,num choque com 8 carros.No qual, foi demonstrado que meu acidente ocorrou apenas com o 7ºcarro que após estavava em “peões” á minha frente e mal dou a curva deparo me com esse carro a rodopear á minha frente e batendo me violentamente frente com frente na minha viatura. No entanto,após as análise e averiguações com o lamentável sinistro ocorrido, vejo-me completamente indignado com o simples facto de ver factos “destorcidos da realidade, do veredito sinistro. Infelizmente, vejo que a minha seguradora está erradamente a a querer assumir danos dos quais, não deve. Inclusive há danos em viaturas, que certamente não foram causados pelo sinistro no qual minha viatura foi envolvida, pois apenas fui envolvido num acidente que já existia. Fui embatido por um e um só carro que estava em total despiste, “em peões” logo a seguir a uma curva sem qualquer tipo de visibilidade. Dando se aí, o único “choque”/embate que tive com todas aquelas viaturas que já lá estavam. Contudo mal contorno uma ligeira curva deparo me com um carro completamente despistado e em peões, provavelmente devido ao embate que já tinha feito com outros veículos, e ao óleo ali acusado na via, provindo em direção contrária á da via embatendo me violentamente de frente, no qual minha viatura com aquele embate não mais se movimentou nem teve qualquer outro embate com qualquer outro veículo.
    Como todos os veículos tinham seguro ctra terceiros,e eu fui o último carro a ser envolvido naquela confusão logo a seguir áquela curva, todas as seguradoras culpabilizaram o ultimo condutor e inclusive existem carros que disseram que foram embatidos devido aos últimos carros..a minha seguradora está a querer assumir a responsabilidade da qual não devia. E pior do que isso a seguradora do outro carro( o carro dos peões) pôs se estupidamente de fora de qualquer culpa. Que poderei fazer? Já contestei, e mesmo assim eles responderam me que após as averiguações foi a conclusão que chegaram. 👿
    Meu seguro, tem cobertura de proteção jurídica automóvel. Que faço? Sigo para tribunal? Preciso de arranjar um advogado ou com este apoio não é necessário?
    Se arranjar um advogado, este apoio paga me, independentemente do desfecho?
    Obrigado.

    • Boa tarde Rui Costa

      Accione a Protecção Jurídica contactando a sua seguradora. Se não for viável e se recorrer aos seus proprios meios e ganhar o caso em tribunal, a seguradora poderá ressarci-lo dos gastos judiciais até ao montante estipulado nas condições da apolice.

  42. Boa noite eu tive um acidente frontal com um carro espanhol esse mesmo individuo circulava sem seguro, o carro espanhol ultrapassou um carro estacionado eu como circulava na faixa contraria vinha na minha faixa ele embateu de frente a mim. Segundo uma carta da DEKRA as culpas já foram assumidas o meu carro como ficou muito danificado(perca total) fizeram-me uma proposta de 1100 euros eu recusei essa proposta e já la vão dois meses que não me dizem nada. Após o acidente eu accionei logo proteção jurídica mas parece-me que não serve para nada isso… porque não fazem nada por mim sendo eu cliente? É possível eu exigir a reparação do meu veículo?

    • Boa noite Jorge Cardoso

      Aguarde pelo desenrolar do processo. Contacte a seguradora para saber o nome do advogado a quem foi entregue o processo, caso a seguradora tenha enquadrado a sua situação na proteção jurídica.
      Se não for bem sucedido, ponha um processo em tribunal contra o outro segurado e seguradora. Ganhando, poderá vir a ser ressarcido das custa judiciais.

  43. Boa tarde,eu circulava na faixa do lado esquerdo para virar para o lado esquerdo e um autocarro do lado direito para virar para a direita isto num cruzamento onde existia semáforos e uma passadeira ora ficou verde e eu fiquei parado na minha faixa ao ver o autocarro avançar com porque fazia barulho a sua roda da frente foi bater no meu espelho do lado esquerdo e porta foi feita a peritagem e a seguradora acoreana diz que esse valor tem que ser 50/50 . porque se eu estava na minha faixa e parado ? 😈

  44. Boa noite muitos parabens pelo site muito bom mesmo.agora precisava da sua ajuda.no dia 8 de novembro eu estacionei o meu carro na berma mas bem para dentro sem ocupar a faixa de rodagem pus os 4 piscas e fui ao multibanco quando ouvi um estrondo e vi que foi o meu carro vou a correr para ver o que se passou e a pessoa fugiu bateu no carro partindo o meu retrovisor do lado esquerdo mas sorte minha que uns senhores que estavam no cafe viram e tiraram a matricula e disseram que ficavam como testemunhas porque ele foi contra o meu carro porque quis visto que não estava a ocupar a faixa de rodagem ja fui a psp fazer queixa agora vou mandar para a minha seguradora acha que será possivel saber quem bateu no meu carro? e será que assumem as responsabilidades?obrigada

    • Boa tarde Andreia

      Se souber a matrícula, contacte o seu agente de seguros que ele saberá dar os dados do tomador do seguro, a seguradora e o número da apólice. Nenvie uma declaração amigável preenchida por si para a seguradora do responsável e aguarde o desenrolar do processo.

  45. Como pode a proteção juridica avaliar e apoiar-me neste assunto?

    Obrigado. JP

  46. Boa tarde, gostaria de expor uma situação de sinistro ocorrido dia 04/11, 2ª feira, no qual infelizmente não chamei as autoridades e agora deparo-me com um problema. Passo a explicar: acontece que a declaração não ficou correctamente preenchida no campo onde deveria constar que o outro veiculo, apesar de se apresentar pela direita, saía de um local privado ao embater na minha viatura, sendo esta uma saida/entrada para armazéns e onde eu circulava na estrada adjacente e de com acesso à mesma e a outras. Agora, ao verificar o rosto da declaração a minha seguradora não assume qq responsabilidade, encaminhando-me para a seguradora do outro sujeito.

    A minha questão é a seguinte: uma vez que, o outro sujeito não está disposto a efectuar nova declaração amigável (para colocar a cruz em falta nesse campo)como funciona a reclamação que tenho de fazer à outra companhia? E o que resultará se pedir uma reconstituição do acidente? Irão verificar o local? Porque assim, como está o processo, a ilação que se tira é que eu sou o culpado, quando o outro é que bateu na minha viatura, ficando esta imobilizada até à data!

    Agradeço o v/ parecer e apoio neste sentido.

    Grato pela atenção.

    JP

    • Boa tarde João

      Tem testemunhas? Peça os testemunhos por escrito.
      Tem possibilidade de pedir ao outro interveniente uma carta a expor a forma como ocorreu o sinistro?
      Tem possibilidade de obter o verso da declaração amigável do outro condutor?

      Precisa de provar que o acidente ocorreu da forma como descreve.
      Caso o consiga e a seguradora mantem a posição inicial, contacte a sua seguradora e peça para accionar a protecção juridica.

  47. Bom tarde, mais uma questão o segurador afirmou que em breve ia reaver o valor comercial do carro que está no contrato, mas como quero contestar o valor, acha que ao estar aceitar esta
    quantia e só depois pedir protecção jurídica posso ser prejudicado na força de contestação?

  48. Boa noite, procuro um esclarecimento formado de um incidente que me causaram na minha viatura!! Aqui deixo a questão: tinha um carro ao abrigo de uma oficina com um processo de reparação “condicionado” na qual estava em avaliação após já ter sido perita do pela seguradora houve um incêndio total no interior da oficina, que deixou o meu carro totalmente queimado. tendo seguro de danos próprios foi me pedido para activar de imediato o meu seguro, porque o valor do seguro da oficina estava muito á quem do estrago das outras viaturas.
    O valor comercial dado pela seguradora esta á quem do valor que está no mercado. tendo eu o carro á meses acham que posso repugnar este valor!!!! visto estou a ser prejudicado como devo subir a indemnização de perda total?? fico aguardar por varias respostas, deixo de já o meu obrigado por todos que o fizerem. sendo este um caso raro..

  49. Boa noite,
    Antes de mais agradeço lhe este espaço de partilha e de aprendizagem.
    Gostaria de ter a sua opinião no sinistro que passo a descrever:
    Recentemente fui participante num acidente em cadeia, tendo sido o ultimo veiculo a embater. No momento encontrava- me a circular numa faixa de aceleração sendo que quando iniciei a transição para a faixa de rodagem se encontravam 4 veículos ja batidos, tendo embatido no ultimo. O meu veiculo foi visto por todos os peritos das seguradoras envolvidas, tendo o perito da seguradora do veiculo em que bati dado ordem para desmontar o carro e fazer orçamento. Após este procedimento, e uma vez q a reparação era superior ao valor comercial do veiculo, ofereceu me um valor e o salvado, tendo assinado um documento de “aceitação”.no final de todo o processo de averiguação do sinistro, as seguradoras declararam me como responsável do acidente. Recorri á protecção jurídica da minha seguradora e esta diz me q não tenho qualquer fundamento para refutar o parecer técnico. Na minha opinião a minha seguradora não soube nem se preocupa em ouvir os meus fundamentos e em apoiar o seu cliente, e quando questionada sobre o valor a pagar á oficina pena orçamento feito, remete para a outra seguradora que também se descarta ( dizendo que a responsabilidade é do proprietário). Gostaria de saber a sua opinião, nomeadamente se existem alternativas para accionar.
    Grata pela atenção dispensada,
    Cláudia

  50. Domingos Ferreira

    Boa tarde,
    Gostaria de saber se existe um tempo limite desde o dia do acidente, para recorrer á proteção juridica, visto que tive um sinistro em Janeiro e tanto a minha companhia como a companhia do terceiro não atribui responsabilidades a ninguem.
    obrigado

  51. Boa tarde

    Gostaria da sua ajuda um veiculo sai do estacionamento que fica localizado logo a seguir a uma ligeira curva, e eu não consegui evitar o embate, a companhia dele diz que é 50/50, não concordo pq quem sai do estacionamento tem de tomar de devidas precauções, nestas circunstancias posso accionar a PJ (allianz, cmptos

  52. Olá, muito obrigada pelo site e respostas que tanto ajudam quem se vê nestas situações.Quando estava parada na passadeira para dar passagem a peões, levei um embate na parte traseira do carro fortíssimo que fez o meu carro andar entre 2 a 3 metros. A parte de trás estava em mau estado, com várias peças partidas, mas o carro embora fizesse muito barulho andava. O carro da condutora deixou de andar e teve de ser chamado o reboque.
    A condutora que bateu no veículo deu-se logo como culpada e tratámos da burocracia para tudo ser resolvido a bem.
    Após enviarmos os documentos necessários à nossa companhia e a culpada fazer o mesmo com a dela, a pedido da Seguro Directo deixámos o carro na Smart, para ser feita a peritagem ao veículo.
    Foi feita a peritagem e tivemos de trazer o carro e aguardar cerca de 1 semana até podermos por o carro na oficina, com a indicação que seria tudo arranjado e pago a 100%.
    Entre essa semana, como não nos deram logo carro de substituição o carro foi usado 3 vezes, a pouca distância, em duas das quais apresentou problemas, pois não lia no visor das mudanças a mudança (apresentou 3 riscos) e na outra vez não reduziu a velocidade.
    No dia em que deixámos o carro na oficina alertámos para o facto e disseram que iam ver o que se passava. Mais tarde informaram-nos que lá ia o perito novamente pois encontraram novos problemas, que podiam estar também relacionados com o que nos sucedeu.
    Seria estranho ir duas vezes pois o carro tem de ser totalmente avaliado para verificarem os danos desde o início e não em fases, como aconteceu no nosso caso. Até aqui tudo bem, o perito aceitou a nova avaliação e depois de um tempo dizem-nos que o carro está pronto para entrega, mas que apresenta problemas…
    Estes problemas são possivelmente do embate,mas como apresentavam desgaste não se tratando de um carro novo, alegaram na Smart que isso não ia ser aceite pelo perito, mesmo podendo ser do embate, que foi grande e na traseira, justamente onde se encontra o motor destes carros.
    Ao andar de carro verifica-se um grande barulho que jamais havia feito, pois não pedimos para fazerem de velho o novo, mas deixarem o carro que estava estimado como estava. No caso da embraiagem o computador assume haver problemas desde há muito tempo, embora sinceramente ainda não tínhamos tido problema algum em tantos kms, mas sabemos que se torna mais difícil aceitarem, embora não tenhamos de sair prejudicados e com o nosso carro pior do que estava por algo que não fizémos.
    Agora quanto a dizerem que temos os apoios do motor partidos e que isso pode ter sido desgaste é impensável aceitar tal situação, já que o carro estava em perfeitas condições de circulação e mesmo que tivessem desgastados, não estavam partidos e se o embate partiu é como qualquer outra peça, tem de ser substituída. Querem-nos entregar o carro como nunca esteve.
    Não bastasse, decidem mudar o escape e querem que paguemos 40%, quando se é para ter alguma despesa, o que também não faz sentido, temos de ter direito à escolha do sítio e do preço que queremos/podemos pagar! Não contratámos serviço algum, foi a seguradora por isso não podem tomar decisões por nós sem sermos sequer informados do que se está a passar.
    Foi falado com a seguradora e com a Smart e o perito voltou à oficina e alega que no seu parecer isto não tem a ver com o embate, não há certezas logo não pagam. Isto é impensável, 4 peritagens, ninguem informa o que o perito dos problemas graves do carro, pois é mais que certo que o embate partiu os apoios, assim como prejudicou a embraiagem do carro, assim como não havendo certezas, não temos de ser nós a ficar com o carro sem condições de circulação quando estava em perfeitas condições de circulação.
    O que posso fazer para me defender?
    Muito obrigada
    Neuza

    • Boa tarde Neuza

      Lamento a demora na resposta, mas só hoje é que o seu comentário apareceu na moderação do blog. Tal deveu-se a problemas técnicos
      Perante o descrito, deve accionar a protecção jurídica ou entregar o caso a um advogado.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  53. Boa tarde tive um sinistro recentemente e reclamei, pois davam possível perda total, mas decidiram dar ordem de reparação. Eu reclamei porque não me sinto mais seguro com a viatura, pois se a oficina é profissional eu também sou a dirigir e bateram-me e eu sem culpa. Pois parece que á alguns interesses entre a seguradora e a oficina, preferia que de-sem mesmo a perda total. Será que é possível, pedir o valor do conserto em vez da reparação?

  54. Boa tarde,

    Há relativamente pouco tempo tive um acidente nos seguintes moldes: Circulava numa Avenida quando por imposição do trânsito imobilizei o veiculo. Passado um momento, outro veiculo embate na traseira do meu veiculo projectando-o para frente e provocando um choque em cadeia.

    Foram accionados os danos próprios, tendo a posteriormente dado a seguradora o carro como perda total

    Problema 1. Aluguei o carro e a seguradora do culpado (já confirmado) refere que não quer reembolsar o valor total do aluguer por ter sido contratada franquia 0%, só pagando se a nossa apolice tb fosse assim.

    Problema 2. Em pagava prémio de seguro contra todos os riscos, nunca actualizado pela seguradora, e superior ao que se propoem pagar. A seguradora refere ainda que devolve a parte dos prémios pagas a mais. Eu acho que tenho direito ao valor segurado.

    Pergunta: São situações que justifiquem accionar a protecção juridica?

    Obrigado

    • Caro João

      Não entendo muito bem as suas questões para lhe responder adequadamente. Deduzo que accionou os danos próprios porque não preencheram declaração amigável no local do acidente e também para reparar rapidamente a sua viatura. Se tiver sido assim, e desde que tenha a cobertura de veículo de substituição na sua apolice, a sua seguradora pagaria o aluguer da viatura e depois pediria à seguradora do causador do acidente as devidas despesas.

      Quanto ao problema 2, a desvalorização da viatura é mensal ou anual consoante tiver contratado os danos proprios. Se for anual e a viatura valer por exemplo 15.000, é este o valor porque tem que ser indemnizado (indemnização mais salvado). Se for mensal, a viatura vale 15.000 na altura em que faz o seguro, mas passados 3 meses vale por exemplo 14.600. Neste caso tem a vantagem pouco significativa de pagar premio de seguro mais baixo do que se fosse desvalorização anual. Compensa seguro com desvalorização anual.

  55. BOM DIA,
    SEGUIA NA A5 NA FAIXA DA DIREITA QUANDO O INVIDIDUO SEGUIA NA FAIXA DA ESQUERDA E FEZ UMA DIAGONAL PARA A DIREITA EMBATENDO NA MINHA VIATURA, O CONDUTOR FUIGU APONTEI A MATRICULA E CHAMEI AS AUTORIDADES. ELABORARAM O AUTO, FIZ A PARTICIPAÇAO JUNTO DA MINHA SEGURADORA, O PERIGO DA OUTRA SEGURADORA VIUO MEU CARRO, E POSTERIORMENTE JA PEDIRAM O AUTO ELABORADO PELAS AUTORIDADES QUE ESTÁ BEM MENCIONADO O QUE ACONTECEU…. A SEGURADORA AGORA NAO QUER ASSUMIR A RESPONSABILIDADE DO ACIDENTE. O QUE DEVO FAZER?? A MINHA SEGURADORA TEM OBRIGAÇÃO DE ME DAR AOPIO JURIDICO? OBRIGADO

  56. olá o meu namorado teve um acidente de mota ele segui numa via com perioridade dentro de uma localidade e um automovel sai de um stop com pouca visibilidade, segundo testemunhas o automovel nem parou no stop, dando-se assim o embate com a mota onde seguia o meu namorado ele ficou em estado mt grave com traumatismo craniano grave, fractura craniana com sangue espalhado no cerebro. foi operado de urgência á perna a qual saltou a rotula raspou o osso ainda rasgou um tendão ficou com a perna totalmente pendurada, a operação correu bem,ficou em coma induzida nos cuidados intensivos por 10 dias. devido ao acidente ao emabe com estava gripado a especturação foi-lhe para os pulmoes e dando origem a uma pneumonia. ficou só hospitalizado durante umas 3 semanas deram.lhe alta ele ainda em estado de delirio saido do hospital só com analgesicos para as dores passou 5 noites sem dormir e em constante delirio,sem conseguir andar, sem conseguir fazer nada sozinho,precisava de apoio para se deslocar,para ir a casa de banho que as vezes nem dava tempo para lá chegar,para tomar banho para tudo etc.recorremos a medicos privados para controlar a situação para ao menos poder dormir, o seguro nunca dizia nada, está em fisioterapia, tudo do nosso bolso já n consigo suportar a despesa em medicos , medicação, deslocação, tratamentos etc. até que o seguro se pornunciou a dizer k só cobria 70% das despesas! pk dava os dois como culpados o carro e a moto com a justificação de que visto que a moto ficou completamente danificada perda total,os avultados danos do carro a gravidade das lesões corporais do meu namorado a distancia a que a moto ficou da zona provavel do embate a moto seguia em excesso de velocidade.escrevi uma carta a dizer k n concordava com a percentagem responderam-m a dizer o mesmo que a culpa era dos dois so se responsabilizavam por 70%!!e o valor que oferecem pela perda total da moto é mt pouco e a esse valor ainda é para retirar 30% que segundo eles é da responsabilidade do meu namorado!! a situação podia ser ainda mt mais grave! o que o salvou foi o socorro que demorou menos de 5 minutos a chegar ao local visto que foi memos abaixo do quartel de bombeiros e medicos que estavam a sair de um campo de futebol após uma partida que foram os primeiros a lhe dar assistencia e tambem ao facto de ele não se ter largado da moto na altura do embate porque se ele se largava ia para dentro de uma ribeira e morria lá devido a altura e a rochas!onde foi parar partes da moto e o telemovel que saltou do bolso.a distancia onde a moto ficou pode ter a ver com o facto de estar agarrado a moto estivesse em acelaramento inconsciente, pk com o imbate ele foi projectado contra a vedação bateu com a cabeça e ficou logo inconciente! ele não se lembra do acidente! na altura do acidente ele estava sem trabalho. ele era trabalhador independente na area da construção. mas estava a fechar um orçamento para fazer um trabalho de remodelação ao qual não pode honrrar devido ao acidente. tambem com prejuizos para a impresa adquirente desse serviço! após 3 meses ele está a recuperar bem principalmente a nivel cerebral mas ainda com algumas limitações lentidão de raciocinio de concentração, etc… limitação da perna com dores no corpo de cabeça falta de sensibilidade, formigueiro com marcas pelo corpo…etc e agora a acusar alguma frustração e depressão pelo estádo em que está e por lhe terem roubado a vida saudavel, dinamica e agil que tinha e tambem devido as dificuldades economicas que estamos a passar e tambem devido a impossibilidade de pagar a mensalmente o imprestimo do carro ao bamco que tem sido suportada por ajuda de familiares!
    que posso fazer? quero que ele tenha tudo o que tem direito!! tudo!!
    obrigada!!

  57. Bom dia,
    Tive um acidente automóvel a 19/02/2013 e ainda está por resolver.
    Um taxista bombeiro bateu no meu carro em contramão quando eestava
    Grávida de 8 meses. Fiquei com lesões nas costas, estou sem carro e a dseguradora do taxista não quer assumir a responsabilidade. Isto aconteceu num cruzamento em que eu estava a virar à direita e o taxista veio pela direita
    e levou-me o carro à frente. Destruiu o lado do condutor e a frente o q prova a minha direcção. Para o efeito, o condutor passou um traço contínuo e ainda assim a sua sseguradora diz que ele não é culpado, que a culpa é minha porque não evitei o acidente. Foi accionada a protecção jurídica há um mês mas até agora nem a minha seguradora nem 😥 a outra seguradora me dizem nada a protecção jurídica deu-me razão mas até agora não se passou mais nada. Quanto tempo tem a seguradora do taxista para me dizer algo? E a proteção jurídica, não faz mais nada? Para que pagamos o seguro?

  58. boa tarde.

    tive um acidente e a companhia enviou-me uma carta dizendo que o valor da reparação ultrapassava os 70%
    do valor venal do veículo de acordo com a empresa que lhes realizou a peritagem. porem a garagem fez a reparação (sem ter sido autorizada por ninguem) e apresentou um orçamento em que o valor da reparação é menor. ora a companhia não aceita e o veiculo está reparado. que posso fazer.

  59. Boa noite!
    Tive um acidente a estacionar o meu carro, a seguir a um cruzamento e a uma passadeira que só está sinalizada com sinal vertical, tem um sinal de velocidade recomendada de 30km/h e a rua que fica dentro de uma localidade não está com sinalização horizontal. O condutor vinha a meio do cruzamento quando iniciei a manobra de estacionamento à esquerda, com a sinalização do pisca de mudança de direção, o condutor estava distraido e começou a ultrapassar, ainda antes da passadeira, embatendo na porta traseira do lado do condutor, a travagem é feita em cima da passadeira já na faixa contrária. O condutor deu-se como culpado, mas a resposta da seguradora (BES) é de reponsabilidade 50/50. A minha companhia de seguros (Zurich) diz que mudar de direção para estacionar é considerada uma manobra perigosa e a ultrapassagem também, daí os 50/50. O que posso fazer dado que a meu ver não tive culpa nenhuma? Será que vale a pena seguir para Tribunal? Pedir apoio jurídico?

    nota: a PSP foi chamada ao local.

    com os melhores cumprimentos,

    Filipe

  60. boa tarde tenho uma questão.

    Tenho um Renault 19 de 1994 e o mês passado estava estacionado e um individuo bateu-me na traseira do carro fazendo um arranjo de 2500 euros óbvio que os seguros de portugal deram o caso como perda total.
    enviaram-me uma carta com o valor venal de 750 euros e atribuíram 200 e tal ao valor salvado sei que depois com as contas deles valor venal – valor salvado deu uns 500 e poucos euros.
    sei que eh um carro antigo e ja tem muita desvalorização comercial mas é meu e não tenho culpa que alguém me tive-se batido.
    Liguei para os seguros de portugal e disseram me que posso apresentar uma contraproposta caso ache que o valor seja baixo e é o que eu acho. gostaria de uma opinião vossa e se também acharem que me digam qual é o valor que é justo pedir pelo carro e como o posso fazer.
    tendo em conta que o carro ainda anda.
    obrigado.

    • Boa tarde Sara

      É complicado dar uma resposta adequada. As indemnizações são calculadas com base numa tabela Eurotax.
      Dirija-se a um concessionário da renault e peça uma avaliação do modelo da viatura. Se for mais elevado do que a indemnização, peça um comprovativo e faça a contraproposta à seguradora.

  61. Elisabete Carvalho

    Boa Noite! tive um acidente no dia 2/03/2013 e a agente da psp enganou-se a fazer o croqui do acidente fizemos o aditamento e agora disseram-nos na psp que já não dá devido á outra companhia já ter levado o outro croqui mal feito que devemos fazer?

  62. Maria José Gonçalves

    Tive um acidente numa rotunda, eu circulava na faixa do meio, sendo que outra viatura se atirou para a minha faixa batendo-me. Não foi preenchida a participação amigável, foi chamada a policia que tomou conta da ocorrência. Participar o sinistro à outra Cª de Seguros Tranquilidade como reclamante. Essa Cª deu 30 dias úteis para a resolução, tendo sido feita a peritagem ao fim de 3 dias. Agora telefonou para eu ir levantar o auto à PSP. Para meu espanto a policia trocou as matrículas, ou seja eu circulava na faixa da direita, a outra condutora circulava na faixa do meio. Pergunto o que devo fazer, não levantei o auto, por não concordar com o descrito e ainda não o entreguei à Cª Tranquilidade. Peço ajuda não sei que fazer, estou desorientada. Obrigada

    • Cara Maria José

      Solicite à PSP que corrija o auto, fazendo um aditamento.

      • Senhor Pedro
        Muito obrigado por me ter respondido. Já contatei, via telefone a Esquadra, o elemento da PSP que esteve presente no acidente está de férias e só voltará a 2Abr.Informaram-me também que só ela (trata-se de uma Agente)poderá fazer a retificação. Tenho que esperar que a Senhora se apresente ao serviço? Espero que a PSP admita o erro e que se reponha a verdade.
        Cumprimentos

  63. Boa tarde Sr. Pedro Monteiro

    Fui vitima de um acidente em que não fui culpado. O outro condutor, numa curva mais apertada, saiu fora de mão e embateu-me lateralmente junto ao eixo de trás. Tive um pouco de chapa batida eixo empenado, airbags disparados e o vidro da frente rachou.
    Foi feita a peritagem, andei com um carro de aluguer que a seguradora pagou. Acontece que o perito fez duas peritagens distintas (no mesmo dia), uma para os danos laterais e outra para o vidro da frente. Agora apenas assumem os danos laterais e não me querem pagar os 300 € do vidro da frente. Já reclamei, já mandei emails a ultima resposta foi hoje e dizem “dano no vidro pára-brisas não se enquadra na dinâmica do sinistro, pois o vidro apresenta marca de impacto exterior (tipo pedra projetada).”

    O que me espanta mais é que ao abrigo de um acordo IDS é a minha companhia que está a tratar de todo o processo e depois irá apresentar os custos à companhia do condutor culpado.
    Agradecia ajuda nesta situação, de modo a que se faça justiça e que não tenha de assumir um prejuizo do qual não tenho responsabilidade.

    • Caro Sérgio

      Se o perito acha que o dano no vidro não se enquadra no sinistro, provavelmente poderá ter razão. Daí ter feito duas peritagens. Repare que a outra viatura bateu-lhe no eixo de trás. Como é que causa dano no vidro da frente?

  64. Boa noite
    Obrigado por responder Sr Pedro.
    Vou mandar para a Seguradora do culpado as minhas pretensões,pelos vistos a Protecção Juridica não fez entretanto vou aguardar resposta ,quanto mais demorarem a responder mais lhes agrava as despesas.
    E mais uma vez Obrigado
    Cumps

  65. Bom dia Sr Pedro Monteiro.
    Apraz-me registar que o Sr tem o Nome do meu filho mais novo.
    A questão que lhe ponho servira para outras pessoas se aperceberem do que se passa neste Pais com Organismos de Fachada .
    No passado dia 14/11/2012 transitando a 30Km,na estrada N201 ,fui abalroado por um equídeo ,provocando danos no valor de (peritagem feita pela Cª.do Causador)4067.00€ c/iva .
    Mandei original Declaração IDS ,para a minha Seguradora, assinada pelos intervenientes e com duas testemunhas identificadas ,houve presença da GNR.A cópia IDS ficou o Causador com ela .
    O Mediador do Causador ,dia 18 telefona-me dizendo que tinha que ser outro documento pk era responsabilidade civil animal e assinei-o.
    Dia 28 foi concluída peritagem há viatura ,mas antes desta ,chamei atenção do mediador que precisava de uma viatura de substituição dizendo que esperássemos pelo resultado da peritagem.
    Como chegamos ao dia 04/12/2012 sem qq resposta da Seguradora do culpado, mandei email explicito da ocorrência do sinistro,solicitando novamente ao facto de estar sem viatura ,informei que caso não tivessem um contacto comigo dando-me Ponto da Situação nos próximos 2 dias enviaria cópia para o ISP o que veio acontecer no dia 05/12.
    Respondeu-me passado um dia argumentando que não contactavam com terceiros, mas sim seus Segurados,que abriam uma excepção ,chamando-me atenção que o lesado teria que fazer prova falando no Artº 342!!solicitando Auto da GNR então já tinham feito a peritagem tinham o único docº para mim Válido(Declaração IDS)…. a minha Seguradora descartou-se logo ,não teve duvidas de quem era Culpado….
    Manei um e-mail como resposta ressalvando que ainda tinham mandadoo Auto de peritagem devidamente descriminado. o Doc IDS assinado pelo seu Segurado estava dentro parametros do Artº 342,frisei novamente o facto de estar sem carro e querer ser ressarcido de todos os danos a que votaram,aproveitei que tinha enviado cópia com informação para ISP uma vez que a resposta veio para além do prazo dado.
    Obtive como resposta via e-mail »»que uma vez informado o ISP que seria a essa Instituição que dariam resposta(Nenhuma )««.
    Estive quase um Mês há espera da resposta 27/12 do ISP e nada veio acrescentar ao que já sabia inerente aos artigos do C.C.Nº342,483,487,493,502,562,564,1305,como vê estou bem documentado,inclusive com um telefonema que efectuei, me dizem que ainda estava dentro dos prazos.
    Também no dia 05/12,accionei a Protecção Juridica.
    Foi-se passando o tempo com alguns envios de e-mails para a Seguradora do Causador solicitando viatura de serviço e ponto da situação,sem resposta.
    Envio um ultimo e-mail para a protecção jurídica dando conta da falta de contacto deles( próprios) e da Seguradora do Culpado e pedindo por Danos 30€+iva diarios desde a data do sinistro 14/11 ate á efectiva entrega viatura reparada ,(pois nem um contacto houve com a Oficina por parte da Seguradora) mais 10% de desvalorização da viatura sobre o valor venal ,à data do acidente,mais a pintura restante da viatura,(5 painéis) pois de 11 painéis que constituem a viatura 6 vão ser reparados inclusive o tejadilho amassou e não deram um novo.
    A protecção jurídica com insistência minha, informa-me atraves de um telefonema no dia 01/02/2013 que a Seguradora do Causador tinha enviado um cheque para o Dono do animal(Causador) , chamei atenção que não aceitava e que accionasse os danos totais que pretendia ser ressarcido.
    Recebo em e-mail da Protecção jurídica que para poder ser ressarcido dos danos ,teria que recorrer ao CIMPAS por uma questão de Equidade por não haver comprovativos de despesa .(Elas não existem não foi por falta de vários tentativas da minha parte,pk não sou obrigado a despender dinheiro que não tenho, por aquilo se verifica teria que dispor cerca de 3400~~€,mais valor da caução)
    Dia 8/2 recebo uma chamada do Causador que tinha recebido um cheque do valor da reparação ,sem Iva
    Agradeci e mandei devolvê-lo pois não o aceitava .
    Fui dia 12/02 pedir ao Causador uma copia do tal cheque e qual o meu espanto …é uma carta cheque destacável com condicionantes de ao receber o dito cheque ser pagamento(quitação) integral e definitiva dos danos patrimoniais e não patrimoniais causados pelo sinistro renunciando a acções judiciais contra o Segurado e Tomador do Seguro.
    Fiquei chocado e abalado com isto,o que me leva a expor-lhe e alertar outros que venham a estar na minha situação para o que se passa .
    Contacto a Protecção jurídica e sou informado que desde o dia 2/2/2013 não informaram a Congénere Seguradora das minhas pretensões em relação aos danos ,quando é uma das condições para poder ir ao CIMPAS reclamar o que já fui o próprio CIMPAS (funcionário )me diz que normalmente é a Protecção jurídica que envia o Dossier.
    Vou mandar para a Seguradora do Causador as minhas pretensões através do meu advogado,reclamando:
    -Danos Patrimoniais:Reparação,indemnização por falta de veiculo de substituição,diferença para Pintura Geral,desvalorização sofrida com o sinistro e pagamento do seguro Trimestral
    -Danos Não Patrimoniais:A falta de informação ,pois há litígancia de Má -Fé ,o facto de tudo isto me estar a provocar problemas em casa ,mau estar devido ao comportamento deles ,estar privado de um bem em que o estimava demais ,pois comprei a viatura nova .
    Sr Pedro Monteiro
    A resposta essencial para mim é o que a Protecção Jurídica (Dever) tem que fazer numa situação destas (penso que está a ser incompetente),se tem que arranjar Mandatário (ou um nomeado por mim) , pagar as Custas (3% sobre o valor reclamado)no CIMPAS, ou num tribunal de uma Comarca qualquer.
    Desculpas a si e aos leitores por ser talvez aborrecido mas pode alertar isto que me está acontecer.
    Grato pela atenção cumps

    • Caro José Branco

      O que também pode ser feito é colocar todos os intervenientes em Tribunal e caso ganhe, a sua seguradora, via protecção jurídica, pode reembolsá-lo das despesas judiciais e honorarios com advogado até ao limite fixado nas condições gerais da apólice.
      Mas antes contacte a protecção jurídica e insista numa resposta clara e definitiva.

  66. Boa Noite,
    Fui albarroado por um senhor que não parou num stop. O meu carro ficou imobilizado. Disseram-me agora que os peritos da minha própria companhia não aceitam o valor que o mecanico pediu para compor o carro, porque pelos vistos empenou o eixo traseiro e eles não o querem admitir. O que devo fazer? Enquanto ando nestas andanças, será que depois vou ter que pagar o carro de substituição que me deram? Sou da Tranquilidade. Obrigado por toda a ajuda.

  67. boa tarde, tive uma acidente, em que o culpado não respeitou o STOP, o perito apurou que o valor do concerto do carro era de quase 5000€, o carro foi dado como salvado, no entanto o valor que me queriam dar pelo meu veículo era irrisório, não chagava para consertar, arranjei um orçamento de menos 1000€ que o perito da companhia do culpado, subiram o valor da indemnização, mas ainda não chega terei de pagar mais 500€ do meu bolso para colocar o carro como inicialmente tinha.
    a minha questão é a seguinte:
    1º poderei mandar consertar o veículo e à posterior exigir o resolvo do restante valor.
    2º posso exigir uma indemnização por danos morais e patrimoniais pelo tempo que estive sem usufruir do veículo, sendo que o mesmo era a GPL e tenho andado com um que me consume muito mais.
    3º posso exigir uma indemnização por danos físicos a título de negligencia ao autor do acidente uma vez que me provocou muitos dias de mágoa, e incapacidade para o meu dia à dia.
    Agradecia que me esclarece-se grato pela resposta.

    • Boa noite Manuel

      Respondendo às suas questões

      1º – Só tem direito ao valor actual da viatura de acordo com a tabela Eurotax. Valor esse que corresponde ao valor da indemnização mais o salvado
      2º e 3º – Melhor falar com um advogado para os danos morais. Quanto aos patrimoniais, basta enviar comprovativos de despesas de transportes para a outra seguradora para poder ser reembolsado, desde qu essas despesas estejam devidamente identificadas.

  68. Boa tarde,
    Tive um acidente dia 03/12/2012, estava parado numa obras de estrada e bateram-me por tras e eu bati no da frente, que bateu no da frente, 4 carros envolvidos.Dia 4 comuniquei as seguradoras, dia 12 houve o 1º acordo com a oficina com que eu nao concordei, dia 20 a assunçao responsabilidades da outra seguradora, dia 07/01/2013 novo acordo(70%valor venal do veiculo), subiu+-3000€a reparaçao(para passar os 120%e ser dado como salvado),o perito “esqueceu-se da parte da frente do carro”, agora desde o inicio nunca foram claros com o que se responsabilizavam, 1º diziam que pagavam gasoleo, que em todos os meus mails vinha referido,passado quase um mes e 15 mails que referia os gastos com gasoleo vem dizer que nao pagam, nunca foram claros, no meu ver para passar o tempo e nao haver faturas.Perguntei em varios mails o que pagavam e eles simplesmente ignoravam.Posso activar a protecçao juridica?Que devo fazer?Peço uma indemnizaçao?

  69. Boa tarde!
    eu não sei mais a quem recorrer. O caso é o seguinte no dia 16 de Novembro de 2012, tive um acidente, ia a estacionar, já tinha efectuado a manobra, faltava menos de 1 metro para o estcionamento estar completo, quando ouvi uma derrapagem e logo de seguida embatê-me no carro na porta do passageiro traseira do lado direito ficando entre o meu carro e outro já estacionado, pois ele vinha em excesso de velocidade. Chamei a policia mas ela não apareceu, entratanto chegou o pai do rapaz que vinha a conduzir e apressou-se com a declaração amigavel, ninguem se deu como culpado, não haviam testemunhas. O caso seguiu para as seguradoras, onde mais tarde as seguradoras me deram razão, só que ele revidou e apresentou uma testemunha que sei sei que é falsa, pois descobri que são amigos, e agora a minha seguradora diz que a responsabilidade deve ser atribuida a ambos, em igual proporção. Sinto-me muito injustiçada, pois tive a razão do meu lado e agora querem me tirar. A minha própria seguradora. O que posso fazer?

  70. Boa Tarde,

    Precisava de um esclarecimento.
    O meu carro estava devidamente estacionado, quando lhe bateram na porta do condutor e fugiram sem deixar rasto. O que posso fazer nesta situação, só possuo seguro contra terceiros e não tenho testemunhas da ocorrência. Pedi a presença das autoridades no local e pelos vistos não se trata da primeira situação naquela zona. Obrigado.

  71. boa noite

    Queria que me desse a sua opinião o meu carro foi considerado perda total por não ter valor comercial para ser arranjado segundo a companhia.mas a citroen diz que o arranjo é aconselhavel pois não afetou a estrutura do veiculo.a verdade e honestamente a reparaçaõ é superior a valor comercial do veiculo mas se eu tinha o carro direito não tenho direito a te~lo como estava antes do acidente.nestas situações o que o juiz decide?

  72. Boa tarde,

    Preciso da vossa ajuda. Tive um acidente em que circulava pelo interior de uma rotunda para a contornar quando um camião que vinha na faixa da direita invadiu a minha faixa e bateu-me no carro. Entretanto o outro condutor fugiu e eu apenas consegui tirar a matrícula. Agora depois de fazerem a peritagem dizem que tenho 50% de responsabilidade. Como faço para contestar esta decisão? Sei que não tenho testemunhas, mas o facto do outro condutor ter fugido não tem qualquer valor? Não sou culpada, o outro condutor fugiu e ainda tenho que pagar as despesas? Precisava que me ajudasse a resolver a situação. Muito obrigada pela atenção!

  73. bom dia ! alguém poderia me dar uma resposta a respeito de um acidente que tive ! estava vindo pela direita de um cruzamento , quando me deparei com um veiculo vindo da esquerda e embatemos e agora me esta dando a maior dor de cabeça pois o meu carro deu perca total e eu estava vindo a direita , pois os sinal estava intermitente e no chao nao avia nenhum sinal , entao eu fui pela lei da cedencia como estava a direita continuei e a menina k vinha a esquerda nao parou e tudo aconteceu rapido demais. algum me ajude fazendo favor se posso acionar aproteçao juridica neste caso !!!!!!!!!!
    Respo

  74. Boa tarde,

    Existe alguma entidade que investigue seguradoras?

    Tive um acidente num cruzamento 5 saidas e semaferos virei á esquerda, duvido que o outro veiculo tivesse respeitado os semaforos e tinha o pisca virado para a esquerda, chamei a policia acredito que no minimo com o auto desse para criar duvidas para não me darem culpada a 100% (visto ser dificil se fazer justiça pelo menos alguma) pedi que me dessem cópia do auto e nenhuma delas me deu. No ultimo e-mail mandei cópia para todos os envolvidos companhias e balção disse que necessitava de uma 2ª via de uma carta que disseram que me mandaram para activar a protecção juridica foi pela primeira vez que a outra companhia entrou em contacto para deixar o carro na oficina para uma peritagem mas ao final de 2 meses? Só que fui a uma recomendada por eles e não á que tinha mencionado… não sabia que a minha não me iria mandar só a outra.
    …. se souber alguma entidade avise me por favor.

    Não é pelo valor do carro o orçamento foi uns 400 e poucos euros mas é para ver justiça e o outro senhor foi muito mal educado

  75. Boa Tarde, queria colocar uma duvida:
    roubaram me o carro e cancelei o seguro, os assaltantes tiveram um acidente e agora o fundo de garantia automovel quer que eu pague o prejuizo! tenho o auto da policia tanto do furto como do aparecimento da viatura,
    como devo proceder?

    • Boa tarde Sara

      Envie um exposição para o Fundo de Garantia Automóvel a explicar que não é responsável pelos danos causados e que, devido ao assalto, cancelou o seguro. Junte o documento comprovativo do auto de ocorrência e do aparecimento da viatura. Se não tiver sucesso, contacte um advogado, pois a protecção juridica do automovel de nada valerá já que cancelou o seguro.

  76. Isabel Carreira

    Bom dia,
    Tive um acidente de viação e não fui a culpada. Recebi uma proposta da seguradora com perda total.Não concordei com o valor e fiz uma contraproposta a qual não aceitaram. Posso arranjar o carro por minha conta e apresentar a factura á seguradora? Posso pedir reembolso do valor do seguro pelo tempo que o carro esteve parado e indemnização porque não tive carro de substituição e tive despesas de deslocação?
    Obrigada

    Cumprimentos

    • Boa tarde Isabel

      Chegue a acordo com a seguradora quanto ao valor da perda total. Fique com o salvado (o que resta do carro). Tente reparar o carro com o valor da indemnização.
      Se quiser ir a Tribunal com a seguradora pode fazê-lo, mas prepare-se para gastar dinheiro, alguns anos e pode não ganhar o processo. Fale com um advogado. Dependendo do valor, um julgado de Paz pode ser viável.
      Apresente as despesas de deslocação á seguradora para ser reembolsada.
      Cumprimentos

  77. Boa Noite Sr. Pedro Monteiro,
    Tive um acidente em Janeiro de 2012, em que o outro veículo desobedeceu o STOP e abalruou a minha viatura, sendo que eu perdi os sentidos e fui parar ao hospital.
    Sendo que o condutor da viatura que abalruou a minha participou e deu-se como culpado.
    Acontece que também tem seguro na mesma companhia “LUSITÂNIA”.
    Várias vezes contatei a companhia no sentido de reclamar uma viatura de substituição, obtendo como resposta “está em averiguação”.
    Um mês depois da participação à companhia Lusitânia Seguros, nunca me terem contactado, enviaram-me uma carta a informar a perda total da minha viatura, atribuindo um valor, que quanto a mim está muito aquém do valor real e caso desejasse ficar com o salvado seria deduzido um determinado valor.
    Pelo que rejeitei a proposta inicial, uma vez que na data do acidente não estava interessado em vender a minha viatura e caso a vendesse não seria esse o valor.
    algum tempo depois, enviaram-me nova proposta a aumentar o valor bem como ficar na posse do salvado, sendo aceite por mim.
    Acontece porêm, que já havia entregue na companhia facturas de taxi, no valor de 1600 euros, quando vou assinar o recibo verifico que já tinha incluido as despesas com a paralisação do veículo, que reduzindo ao valor das despesas da segunda proposta iria receber menos pelo veículo do que o valor contante da 1ª. proposta e não aceitei e até hoje estou à espera da resposta.
    NOTA: posso accionar a protecção juridica?
    Obrigado,
    Com os melhores cumprimentos.

  78. Sílvia Gonçalves

    Boa noite
    Tive um acidente e o outro também tem a zurich. O meu seguro é contra todos os riscos, logo fiquei com carro de substituição.
    O certo é que já passou quase um mês a oficina diz que ainda demaro mais 12 dia a entregar a viatura.
    A minha seguradora diz que partir de amanhã não tenho mais direito a viatura de substituição, alegando que os 12 dias da reparação já foram gastos, quando a ordem de reparação foi dada dia 6 e até à data ainda não passaram 12 úteis.
    Concluíndo posso ativar a proteção júridica?
    Obrigada

    • Boa tarde Sílvia

      A oficina é totalmente responsável pelo atraso, porque ficou acertado com o perito o número de dias de reparação. A oficina pode arrajnar a desculpa da falta de peças, mas não serve, pois tem obrigação de garantir que já tem as peças para reparar a sua viatura.
      Pode activar a protecção jurídica se tiver prejuízo e a oficina não a indemnizar.
      Cumprimentos

      • Boa tarde Pedro
        Hoje passei a manhã na companhia e detetamos o problemas após muita conversa.
        Eu acionei a minha apólice e tenho direito a 5 dias mais os dias da reparação, como o perito deu o processo por terminado no dia 30 de Maio e a companhia deu ordem de reparação só no dia 6, os 12 dias uteis que a companhia deu para a reparação do veículo começaram a contar após o dia 30 (incrivel) alegando que nós deviamos ter dado ordem de reparação dia 30. Mas ninguem nos informou …. borucracia a mais. Conclusão à data de hoje já sou eu quem está a pagar o aluger do veiculo de substituição porque a oficina só dá por terminada a reparação no próximo dia 20 (12 dias úteis para reparação) conforme combinado com o mediador.
        Cumprimentos

  79. boa noite

    tive um acidente automovel.meu veiculo foi considerado perda total posso recorrer a proteção juridica?se sim quem escolhe o advogado?e quem paga as custas judiciais?

    cump.

    • Caro Marco

      Em princípio poderá, basta colocar a questão à própria seguradora.
      Em relação ao restante, está explicado no artigo – veja “Como accionar a protecção jurídica”
      Cumprimentos

  80. Boa tarde!
    Circulava na A14 e passei por cima de objectos metálicos que pelos vistos pertencem ao travão de um camião. Rebentou um pneu e danificou o carro por baixo(penso que só nas protecções, ainda não fui a um mecânico). Foi usado o telefone de emergência para chamar a assistência e a brigada de trânsito para fazer a ocorrência.
    A brisa diz que faz os patrulhamentos necessários das suas concessões e portanto não se responsabiliza. Posso activar a Protecção Jurídica?
    Tenho seguro na allianz mas para danos próprios.
    Aguardo a sua resposta e desde já obrigado pela atenção

    • Caro Ricardo Melo

      Pode accionar a Protecção Jurídica, pois a situação descrita enquadra-se no ponto 2 do artigo que escrevi. Fez muito bem em ter chamado as autoridades.
      Espero que se resolva rapidamente.
      Cumprimentos
      Pedro

  81. Boa tarde.

    Muito resumidamente tive um acidente recentemente do qual não sou culpado.

    A mota em que seguia foi entregue numa oficina e fui informado de que o perito da seguradora já esteve presente a realizar a peritagem.

    A minha questão prende-se com o seguinte assunto:

    -> A mota em questão é um classico da marca Vespa e deduzo que o orçamento apresentado levará a que a conclusão seja perda total, mas dúvido que o valor comercial conste nas tabelas da EuroNex. Neste caso como é calculado o valor comercial, atendendo a que tem um valor acrescido por ser um clássico?

    -> Caso entre em desacordo com a seguradora no que diz a valores, posso recorrer de que forma? Em casos extremos poderei recorrer à minha seguradora e activar a protecção juridica visto que a tenho?

    Aguardo a sua resposta
    RR

  82. Boa tarde . Tive um acidente no dia 18-12-2011, na auto estrada A9 CREL, Vinha a 70 ou 80 Km h na faixa da direita , bateram no meu carro por trás ,porque o sr vinha a falar ao telémovel e mexer no rádio.Foi chamada a PSP. Até á data a situação não está resolvida , A companhia de seguros da outra pessoa diz que so me dá 600 e poucos euros,Eu tinha um carro q andava agora não tenho,

    • Boa tarde Aleixina

      Deduzindo que recebeu uma carta com a informação de perda total da sua viatura, é uma questão de comparar com o valor actual da mesma através de tabelas de eurotax. Envie-me a matrícula, marca e modelo que eu posso verificar quanto vale a sua viatura.

  83. Bom dia

    Se o acidente for entre dois veículos segurados pela Zurich posso activar o apoio juridico para pagar ao meu advogado?

    Cumprimentos

    Pedro RP

    • Boa tarde

      Como há conflito de interesses, já que os dois envolvidos são segurados da mesma seguradora, informe a seguradora da sua reclamação, mencionando que designa o seu advogado como seu defensor.
      Leia as condições gerais da Zurich para mais informações – Na secção da protecção jurídica, leia o artigo 8º (exclusões) e artigo 9º (direitos das pessoas seguras).

      Se não tiver sucesso, recorra ao CIMPAS, conforme explicado no artigo que leu.

      Cumprimentos
      Pedro

Deixe um Comentário


NOTA - Você pode usar estesHTML Tags e atributos:
<a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <s> <strike> <strong>