Acidente Automóvel – quando não há Declaração Amigável ou não está assinada

Bom dia!

No artigo anterior escrevi sobre os cuidados a ter no preenchimento de uma Declaração Amigável. Se assim for feito, estamos perante um IDS (Indemnização Directa ao Segurado). Isto significa que cada um dos intervenientes entrega a sua participação à respectiva seguradora e esta regulariza o que tiver a regularizar no que respeita aos danos da viatura do seu cliente.

Existem situações em que não há Declaração Amigável preenchida ou esta não está assinada ou um dos intervenientes não aceita assinar a mesma.

Neste caso, existem duas opções: ou o segurado reclama directamente à companhia do outro segurado ou então, caso a(s) seguradora(s) envolvida(s) façam parte do sistema CIDS (Condição Especial IDS) poderão fazer como no sistema IDS.

Qual a diferença entre IDS e CIDS?

Comecemos por informar os critérios básicos necessários para que o sinistro possa ser considerado IDS:

  1. os veículos envolvidos no acidente pertencem a companhias aderentes;
  2. o acidente (com colisão directa entre os veículos) e a reparação dos mesmos ocorra em território nacional;
  3. apenas resultem danos materiais até ao limite de € 15 000
  4. não existam danos corporais

NO CIDS – tem que cumprir os 4 requisitos do IDS e é accionado quando não existe uma DAAA assinada pelos intervenientes.

a Convenção CIDS só é possível ser accionada se as seguradoras intervenientes fizerem parte dessa convenção, caso contrário, o sinistro terá que ser tratado como uma reclamação a terceiros, ou seja, preenche uma Declaração Amigável (ver aqui como o fazer), junta o Auto de Ocorrência e identifica testemunhas e, além de comunicar o sinistro à sua seguradora, deve dirige-se à seguradora do outro segurado.

Quase todas as seguradoras são aderentes ao sistema IDS, mas nem todas aderiram ao CIDS.

Lista de Seguradoras aderentes ao CIDS até esta data:

Açoreana, Axa, BES Seguros, Fidelidade, Groupama, Império Bonança, Liberty, Ocidental, OK Teleseguro(Via Directa), Seguro Directo e Tranquilidade

Em caso de sinistro deve sempre preencher uma Declaração Amigável e obter todos os elementos (Testemunhas, fotos) que possam contribuir para uma correcta análise do sinistro pelas seguradoras.

Estou ao vosso dispor para qualquer questão que surja.

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Cordiais Saudações

Pedro Monteiro

806 Comentários.

  1. Boa tarde,

    No dia 22/12/2015 tive um acidente na segunda circular, vinha da faixa de acelaração para entrar na 2ª circular em frente à Escola Superior de Comunicação, já estava na faixa de rodagem da direita quando 2 viaturas à minha frente travaram, como eu ainda tinha margem abrandei e accionei os 4 piscas, mas mesmo assim uma viatura embateu na traseira lateral esquerda da minha viatura. de imediato o senhor pediu para chamar a policia, após quase 2 horas a policia chega, repara pelo embate que provavelmente ele vinha da faixa do meio, após a policia ter feito a pergunta de onde ele vinha, o condutor dispensou a policia e preenchemos a DAA, no entanto na seguradora dele não se deu como culpado, houve averiguação das duas seguradoras e agora deram-me como culpada. A minha seguradora teve acesso às imagens em que mostram que ele 300mts antes do embate vinha na faixa do meio, mas afirmam que apesar de eu estar na faixa da direita eu é que sou culpada, pois o sinistro ocorreu até 150mts depois do sinal de prioridade.
    Como posso fazer para resolver esta situação?
    Obrigada

  2. Boa noite. Há cerca de um mês, uma viatura embateu na traseira da minha depois de eu ter parado num stop. Houve poucos danos, sem feridos, mas o outro condutor recusou-se logo a assinar a declaração amigavel, além de ser extremamente incorreto e indelicado, pelo que chamei a PSP. Desde então tenho andado entre companhias de seguros, telefonemas, mails… Uma carga de trabalhos! Enquanto ele, nunca mais ninguém o viu, claro que nem sequer participou à companhia! Agora pediram-me o auto de ocorrência! A minha pergunta é, além de me terem batido no carro, de ter que andar de um lado para o outro a tratar de tudo, ainda tenho que ter despesas a pedir o auto à PSP?! Vou ter que gastar mais do que ser eu própria a arranjar o meu carro?! A vontade é desistir, mas mesmo a oficina ser uma despesa pequena é justo ser eu a pagar, não tendo culpa nenhuma do sucedido?

  3. Boa tarde, vou tentar ser sucinto.
    Carro alugado, bicicleta (sem seguro)não parou em stop e bateu no carro, foi chamada a GNR tomou conta da ocorrência.
    Agora a companhia de aluguer quer que eu pague a franquia. Porque hei de pagar a franquia se não tive culpa no acidente?
    Desde já muito obrigado.

  4. Boa noite

    Em Maio 2013 ia com a minha mota e o condutor de um carro provocou um acidente fazendo-me cair, a minha moto Vespa et4 150 apenas sofreu alguns danos (poucos) na pintura , espelho e farol que com iva totaliza 900€ mas a seguradora deu perda total dando-me 600 e o salvado.
    Ora eu penso que por uns arranhoes na pintura sem nada que afetasse orgaos mecanicos ou a segurança do veiculo não se justifica a perda total e tenho estado em questões com a seguradora desde essa altura, para pagarem eles querem uma fotocopia dos documentos.
    Se eu aceitar a perca total e entregar a tal fotocopia (os documentos estão comigo) posso continuar a circular com a mota ou eles mandam cancelar a matricula?
    Com os meus cumprimentos
    Filipe Barbosa

  5. Olá boa tarde estou com um problema essencialmente de consciência e gostaria de pedir a sua opinião:
    no passado dia 20-12-2015 estava parado nos semáforos, quando um outro veiculo embateu na minha traseira, como sou um pouco inexperiente nestas situações, e não tinha comigo uma DAA resolvi chamar as autoridades ao local, apesar de os danos não serem avultados, optei por fazer as coisas de forma a que tudo ficasse explicito para não ter problemas com as seguradoras.
    O problema maior agora é a minha consciência porque o outro condutor apresentou uma taxa de 2,0g/l no teste do bafómetro, só me apercebi do estado do condutor quando os ânimos serenaram, e para agravar mais a situação o Senhor é camionista profissional…será que isto trará consequências gravosas para a vida deste senhor?
    Isto tem vindo a dar comigo em maluco pois não suporto a ideia de ter inconscientemente tramado a vida de alguém…
    Gostava de ouvir opiniões pois isto está a dar comigo em maluco e quem está prestes a perder o trabalho sou eu porque o meu poder de concentração neste momento é nulo…

    • Luís

      Um condutor alcoolizado bateu na traseira da sua viatura.
      Ele é o unico responsável pelos seus actos.
      Não tem que ficar preocupado com ele e muito menos maçar-se por causa de uma pessoa inconsciente e que podia ter morto alguém!

      O que vai acontecer é o seguinte:
      A seguradora do condutor alcoolizado vai pagar-lhe os prejuízos e vai exigir ao condutor alcoolizado que pague os prejuizos suportados pela seguradora.
      O condutor alcoolizado vai também ser alvo de processo crime pelo facto de conduzir alcoolizado.
      E o Luís está a prejudicar a sua vida por causa de um indivíduo destes…
      Luís, não se preocupe e siga em frente com a sua vida. Não perca tempo a pensar em gente dessa.

  6. Suponhamos a situação.
    Circulava-se na Auto-Estrada no ramal de saída, surge em contra-mão a viatura A.
    O facto de a viatura A ter surgido em contra-mão forçou o condutor da viatura B a travar, originando o embate na parte traseira desta pela viatura C.
    Tendo sido a viatura A o principal culpado ao impedir o normal fluxo do trânsito e havendo só contacto entre a viatura B e C, de quem é a culpa?

  7. Boa noite, gostaria de tentar obter a sua ajuda na seguinte situação: no fim de semana, o meu pai ao fazer marcha atras com o seu carro, olhou pelo espelho retrovisor e verificou que não estava nenhum carro atras, mas ao fazer a manobra embateu num carro que estava parado na parte posterior direita. Devido ao angulo morto e por não ter olhado pelo espelho lateral direito, embateu nesse veiculo parado. Uma vez que ambos os carros so ficaram com alguns riscos, aparentemente, e como a culpa à partida seria do meu pai, ele e o outro conudtor trocaram nomes e contactos telefonicos, e o condutor do outro veiculo ficou de contactar caso o veiculo precisasse de reparação.
    Como não assinaram a declaração amigavel, o que aconselha? Deverá o meu pai pagar do bolso dele? Ou accionar o seguro?
    Quanto tempo ele tem para entregar a declaração amigavel?
    É possível o outro condutor fazer uma participação na policia?
    Aguardo a sua ajuda,
    Obrigada!
    MC

  8. Boa noite,

    Estava hoje devidamente estacionado, quando um carro tentou ocupar o lugar da frente. Dado que o lugar de estacionamento era curto a Sra. acabou por fazer uns risquitos no meu. Acontece que, e apesar de ser pouco, a Sra. nem se dignou a sair do carro para ver os danos e foi embora. A sorte é que estava uma pessoa dentro do carro e tirou a matricula (que ela nem viu).
    Tentei chegar ao contato com a Sra. mas acha que não é significativo e está a relativizar a situação. Sinceramente não é pelo estrago mas mais pela atitude da pessoa e quero que sejam reparados os danos. A questão que coloco é que a Sra. quer que eu vá arranjar o carro à oficina que ela quer… que fica a muitos kms da minha casa! Sendo eu a lesado não deveria eu escolher onde quero arranjar o meu carro?
    Obrigada,

  9. Boa noite,

    Tive um acidente com fuga. O outro condutor bateu por trás no meu carro quando estava parada e fugiu. Tirei a matrícula e participei à minha seguradora, a Fidelidade. Não fiz participação à polícia. Expliquei à minha seguradora que se tratava de um acidente com fuga se não seria prudente fazer também à polícia mas fizeram-me crer que a actuação das seguradoras não dependeria disso. Entretanto, a Fidelidade informa-me que a Açoreana, a seguradora do outro condutor, não assume a culpa por falta de provas. Tinha uma testemunha comigo, que já testemunhou junto da fidelidade. Já fui à Açoreana que continua a dizer que nao se responsabiliza. Devo activar a protecção jurídica da minha seguradora? Obrigada

  10. Boa tarde,
    hoje seguia de bicicleta numa rotunda quando um carro entra na mesma sem parar mesmo visualizando-me.
    O caricato foi que a condutora do carro apercebendo que não teria tempo de passar travou e ficou atravessada mesmo à minha frente no meio da rotunda. estando eu a sensivelmente 3 m do carro travei e a bicicleta assim como eu resvalei até junto do pneu traseiro do carro pois tentei com o corpo não ir para baixo do carro. Tirando os arranhões e as pisaduras só a bicicleta ficou algo danificada. A condutora ficou de participar à seguradora dela algo que sei que terá feito pois o agente dela ligou-me a perguntar os meus dados. O que necessito de saber é se terei eu que fazer a participação pois desconfio que ela alegue que não lhe toquei no carro por isso não teria culpa de eu ter derrapado. Tenho testemunha que assistiu ao acidente. Obrigado pela ajuda.
    Cumprimentos

  11. Boa tarde,
    O meu namorado ontem teve um acidente automóvel e possivelmente o carro não terá arranjo (carrinha VW). Acontece que ele ia numa estrada de sentido unico com duas vias, ele estava meio perdido e como tal andava a cerca de 20km, o limite era provavelmente os 50km. Accionou o pisca, colocou-se na esquerda e quando já esta a fazer a curva leva com um smart em cima! Bateu na traseira, mais precisamente na zona da roda do condutor. O smart vinha em excesso de velocidade, aparentemente nem tentou travar devido a isso e o embate foi de tal maneira forte que a carrinha rodopiou e foi dar um toque num outro carro à frente. O sr não se quis dar como culpado alegando que o meu namorado ia à direita (o que não é verdade). A pessoa do outro carro por sorte estava lá e penso que as autoridades tenham ficado com o seu testemunho, O condutor do Smart foi para a esquadra, não sabemos porquê (será que virá o motivo no auto da policia?). O passageiro que estava com ele no carro pirou-se, e estavam com um ar de quem não se encontrava no estado “normal”.

    Penso que facilmente as seguradoras vejam que o condutor que embateu na minha carrinha o deêm como culpado, mas tenho receio. O smart tem menos danos (muitooo menoss) que a VW.

    Obrigada.

  12. Caro Pedro Monteiro:
    Numa via de sentido único, quando começava a contornar uma pequena rotunda,fui abalroada por uma carrinha que fazia ultrapassagem pela minha esquerda, estando eu a dar pisca para a esquerda.
    A seguradora diz que tenho culpa porque considera a via tem duas faixas de rodagem.Pelo conhecimento que possuo do código da estrada, para considerarmos que existe mais do que uma via de trânsito em cada sentido, tem de haver sinalização que o indique, ora, no local, não existe sinalização vertical que o faça, nem marcas rodoviárias.
    Como pode considerar a seguradora considerar que a via tem duas faixas de rodagem no mesmo sentido sem existir no local sinalização?

    • Isabel

      Boa pergunta. Colocou essa questão à seguradora?

      • Boa noite Pedro Monteiro,
        Esta foi a minha comunicação à seguradora, após me ter sido atribuída culpa:

        No seguimento da vossa apreciação, gostaria de esclarecer algumas questões, dado me considerar lesada e não culpada, perante os fatos que passo a descrever:

        1 – A via pública em questão, no início é mais estreita e só a meio fica mais larga. Pelo conhecimento que possuo do código da estrada, para considerarmos que existe mais do que uma via de trânsito em cada sentido, tem de haver sinalização que o indique, ora, no local, não existe sinalização vertical que o faça, nem marcas rodoviárias.

        2 – O sinistro deu-se na parte em que a via pública realmente já é mais larga, mas como expliquei anteriormente, considero que apenas se pode formar uma única fila de veículos em cada sentido.

        3 – A minha intenção era inverter o sentido de marcha, contornando devidamente a placa circular existente no local, dando-lhe (à placa) a minha esquerda e como tal sinalizei devidamente a manobra usando o pisca esquerdo verificando também se poderia efetuar a manobra em segurança.

        4 – Para realizar a manobra, aproximei-me com antecedência do eixo da via, antes mesmo da zona de circulação em volta da placa central, mas devido ao seu tamanho reduzido, para facilitar a mesma e não interferir com os veículos que pudessem circular em sentido contrário, e para realizar de uma só vez a manobra (para não ter que vir a recorrer à marcha atrás), afastei-me um pouco da placa circular, deixando espaço entre o meu veículo e a mesma. Foi devido a existir este mesmo espaço que o veículo (xxxxxx) tentou utilizar para me ultrapassar.

        5 – Como facilmente se pode verificar nos danos do meu veículo (por cima da roda traseira esquerda) eu já estava a meio da manobra, pois caso contrário os mesmos danos seriam, ou pelo menos teriam início numa zona mais à frente do carro.

        6 – O que consta na declaração amigável, na parte preenchida pelo outro interveniente, é que circulava numa via de trânsito diferente da minha, quando na realidade não é possível, porque como descrevi anteriormente, estive a circular encostada ao eixo da via para realizar a manobra e também como já expliquei, não considero que haja mais do que uma via de trânsito naquele sentido.

        7 – Na parte por mim preenchida na declaração amigável, indiquei que estava a circular numa rotunda. Escolhi essa opção, por não existir nenhuma outra a especificar a inversão do sentido de marcha.

        Venho desta forma pedir que seja novamente analisado todo o sinistro e consequente apuramento das responsabilidades.

        Resposta da seguradora:
        Com referência ao acidente acima mencionado, reportamo-nos à sua comunicação cujo teor mereceu a nossa melhor atenção.
        Relativamente ao processo em epígrafe informamos que, reanalisados todos os elementos que constam no nosso processo e na ausência de novos elementos, somos forçados a manter a posição anteriormente transmitida.
        No entanto, caso não concorde com esta nossa proposta, e no sentido de garantir a total transparência e isenção na regularização do processo, poderá recorrer ao CIMPAS (Centro de Informação, Mediação, Provedoria e Arbitragem de Seguros (www.cimpas.pt), com vista à obtenção de uma decisão emitida por um órgão independente.
        Todavia, lembramos que deverá accionar previamente a Condição Especial de Protecção Jurídica por si subscrita na sua apólice, pois apenas desta forma, e após análise da Cares, poderá vir a ser ressarcido das despesas previstas no âmbito desta cobertura.

  13. Sr. Pedro Monteiro,

    Há cerca de um mês embateram no meu carro que se encontrava estacionado à minha porta, do acidente resultaram danos na frente, local de embate, e na traseira uma vez que o carro deslisou e tocou no muro.
    A minha companhia, que tem acordo com a do outro interveniente, não considera os danos na traseira como resultantes do acidente. No entanto o relatório da polícia refere que a traseira do meu carro estava a tocar no muro. A companhia garantidamente não terá pedido o relatório à polícia e também não me pediu para o fazer. O que devo fazer? Peço o relatório e envio-o à minha seguradora com o pedido o reembolso do custo do mesmo?

  14. Boa tarde.ha uns dias tive um acidente.apesar de ter aparecido a policia, fizemos declaração amigavel. Mas um dos policias fez a gentileza de fazer o desenho na folha.ja entregamos nas respectivas seguradoras os papeis.acontece que o desenho esta bastante mal feito,e dá a culpa ao outro senhor.
    Mas como não quero pesos de consciência como posso fazer para me declarar culpado???telefono para a minha seguradora?? para a dele???o que faço?

  15. Boa tarde,
    Existe algum prazo legal para a PSP ter disponivel o auto de acidente?

  16. Boa tarde
    tenho uma duvida que gostava de resolver.
    a cerca de 3 meses estava a abastecer a minha viatura num posto de abastecimento quando o veiculo que estava a minha frente em vez de seguir a sua marcha fez marcha a ré e bateu-me.
    A condutora não tinha seguro, identifiquei-a (nome,morada,cartao cidadão,carta de condução), recolhi 3 testemunhos no local e participei ao fundo de garantia automóvel.
    O fga marcou a peritagem e agora recebi a resposta a dizer que lamentam embora haja testemunhas nada podem fazer pois não encontram a senhora nem a viatura dela para dar seguimento ao processo.
    Que posso fazer numa situação destas?
    obrigado!

  17. Boa tarde,

    Hoje ao início da tarde tive um pequeno acidente.
    Estava a fazer marcha atrás e não olhei pelo retrovisor e bati no carro que estava atrás de mim. Eu tive só uns riscos mas o outro carro ficou estalado no para-choques.

    Liguei para o mediador de seguros e ele disse-me que o melhor era preencher a declaração amigável.

    Preenchi com os meus dados, fiz o desenho, assinalei que estava a recuar e assinei.

    O sr (que por sinal também tem seguro no mesmo mediador que eu) ficou de entregar no mediador a participação amigável.

    E com o nervosismo (e tendo em conta que foi a primeira vez que me aconteceu) só agora me apercebi que não fiquei com cópia da declaração amigável….é algo com que me deva preocupar??

    Obrigado

  18. Bom dia, precisava de ajuda na analise de um acidente que tive passado dia 10, como habitualmente saio do trabalho para casa, entrei na A28 e na saida para a a41, o sujeito que segue na minha frente perde o controlo da sua viatura mesmo em cima da curva de acesso, dia chuvoso, o seu carro comecou a rodar 180° ficando em contra mão,e a obstruir a via, eu imediatamente entro em travagem de emergencia, mas devido ao piso molhado, carrinha monovolume, nao consegui evitar o impacto pilar b, porta passageiro. O sujeito nao se da como culpado mas eu nao consigo entender qual é a minha responsabilidade perante esta situacao, se conduzisse uma mota, agora nao estaria ca para contar a historia. Falta de civismo digo eu. Agradeco a sua ajuda.

    Pedro Santos

    • Pedro

      Há auto de ocorrência? As seguradoras já definiram as responsabilidades?

      • Ha um auto de ocorrência da gnr mas os mesmos nao presenciaram o sinistro, incialmente a companhia do sujeito assumiu responsabilidade e as custas de reparacão mas quando o carro estava para ser peritado pela companhia do sujeito, o mesmo comunicou à minha companhia que nao assumia responsabilidades e entao o processo foi para averiguacao tradicional. A minha questao é simples, podera o sujeito como causador do infortúnio passar como inocente quado eu nao.tinha como fugir da situacao?

        • Caro Pedro

          Não posso opinar porque seria necessário ter acesso a todo o processo e tal não é o objectivo do blog. O objectivo é orientá-lo para solucionar o problema.
          Caso a seguradora do terceiro não assuma a responsabilidade, poderá recorrer à protecção juridica ou ao CIMPAS.

  19. Boa noite,
    Hoje sofri de um sinistro automóvel e gostava que me esclarece-se de quem é a culpa, irei fazer uma breve descrição do mesmo.
    Estava estacionado em estacionamento paralelo, comecei a iniciar manobra de marcha atrás para iniciar trajecto, olhei para o sítio devido e como reparei que ninguém circulava coloquei o meu veículo na faixa de rodagem para seguir caminho, quando já estou na faixa um outro carro que seguia em excesso de velocidade (segundo testemunhas) embateu na traseira e lateral do veículo.
    Segunda a sua experiência de quem será a culpa?
    Aproveito para agradecer previamente qual o tempo despendido.

    • Caro Diogo

      Pelo que descreve, é sua. Quem faz marcha atrás tem que tomar todos os cuidados antes de efectuar a manobra. Recomendo que obtenha os testemunhos escritos e os envie para a seguradora

  20. Boas! So quero tirar uma dúvida! Quem bate por trás, tem SEMPRE culpa?

  21. Olá preciso da sua ajuda, se for possível, (e obrigada pelo tempo desde já dispensado).

    Hoje de tarde à entrada de uma rotunda, bati no carro da frente. A situação foi: a menina iniciou a marcha para entrar na rotunda, eu olhei para à esquerda para ver se consigo entrar e fui avançado, a menina do nada travou a fundo, e eu já não tive tempo de evitar o toque. Os danos não foram muitos, e somos as duas jovens e não sabíamos muito bem como fazer, não assinamos a declaração amigável, mas ficamos com todos os dados uma da outra (telemovel, foto do cc, matrícula). A questão é o meu carro não ficou com quase danos visíveis (só a matrícula é que estalou um pouco, do mais visível), o dela ficou com o pará-choques esquerdo um pouco solto e arranhado. Ela ficou de me ligar a dizer quanto ficaria o arranjo dos danos. A minha dúvida é a duas tivemos culpa (acho- mas não sei se a versão dela vai mudar – disse que travou do nada, eu tb porque não foi rápida a responder), poderei accionar o seguro depois? Porque se os danos dela forem muito caros, será mais vantajoso para mim, do que pagar diretamente sem falar com o meu seguro? (O meu seguro não tem contra todos os riscos). Poderei tentar chegar a um acordo de 50/50? Temos as duas 20/19 anos e os pais provavelmente poderão dificultar ou facilitar o processo.

    Aguardo resposta,
    Boa noite

    • Ana

      Pelo que descreve, a responsabilidade no acidente foi sua porque não respeitou a distância de segurança face ao veículo da frente.
      Analise o orçamento que a outra condutora apresenta e se for baixo, pague do seu bolso: caso contrário, preencham declaração amigável, assinem e enreguem nas respectivas seguradoras.
      Quem determina a responsabilidade em acidentes são sempre as seguradoras munidas de todos os elementos indispensáveis para essa decisão

  22. Bom dia caro Pedro Monteiro,

    Há 2 dias conduzindo o carro da minha namorada na A1 , na via da direita, durante a noite, surgiu um objecto que não consegui identificar (parecendo-me um pneu de um camião) na via, sendo que o carro embateu por baixo com estrondo violento.
    Passados 100 metros estavam cerca de 7-10 carros parados na berma com 4 piscas, todos tinham tido o mesmo problema.
    Parei 300 metros à frente na bomba de gasolina, o carro não revelou nenhum problema mecânico ou eléctrico no painel, mas ficou com uma discreta mossa debaixo da óptica esquerda.

    A minha pergunta é: qual a melhor maneira de declarar o acidente? E, a quem vai ser imputado o custo / responsabilidade tendo em consideração que se encontra um objecto na via pública?

    Obrigado pela sua atenção.

    Com os melhores cumprimentos,

    Bruno Carvalho

  23. Bom dia Pedro Monteiro,
    tive um acidente de mota e fiz a declaração amigável, após as démarches da seguradora da outra parte, esta declarou que não assume a responsabilidade. Pedi a assistência jurídica e a minha seguradora pede para eu obter o auto de ocorrência junto da PSP. A minha questão é: a quem compete pedir o auto, a mim ou à minha seguradora? É que eles pagam 9 € e eu +/- 80€. Obrigado.

    • Nelson

      Neste caso, recomendo que peça o auto de ocorrencia à PSP e peça para enviar por mail pois fica mais barato. Peça recibo e poderá ser reembolsado pela seguradora no caso de vencer a causa.

  24. Bom dia.
    Se possível, gostaria de saber a sua opinião sobre o seguinte:
    há cerca de 1 mês atras, o carro da minha mulher estava bem estacionado e um outro veículo embateu na parte dianteira do lado esquerdo causando uma série de danos. O problema é que o veículo que embateu não parou. Além de existirem testemunhas, a minha mulher estava a cerca de 2 metros do carro, tendo na altura conseguido apontar a matrícula do veículo que não parou e, posteriormente, conseguimos, através da matrícula, saber não só em que nome está o carro assim como qual a seguradora onde está segurado (Tranquilidade). Não houve participação a polícia tendo apenas notificado a Tranquilidade da ocorrência através de Mail (com descrição e fotos). Foi feita a peritagem ao carro da minha mulher e passadas 3 semanas foi-nos dito que declinavam responsabilidades argumentando o outro interveniente que não esteve naquele dia no local do acidente. Da parte da Tranquilidade disseram-nos para dar o nome das testemunhas. A questão que eu lhe ponho agora é a seguinte: o que devo fazer? Devo fazer agora a participação a polícia? Muito obrigado.

    • Caro Manuel Rocha

      Deveria ter chamado as autoridades, pois tratou-se de acidente com fuga.
      Recomendo que efectue uma reclamação formal à Tranquilidade juntando os testemunhos escritos de quem viu o acidente.

  25. Boa noite..tive um acidente em agosto..o condutor do outro veiculo nao parou no Stop e bateu-me..foi chamado ao local a psp..o meu carro foi para a marca..ate á data de hoje ainda nao foi nada resolvido e só me enviaram a comunicação de perda condicional ontem dia 06/10/2015..já os informei que o carro está a pagar parque e nada me souberam dizer a minha duvida é quem tem de pagar o parque visto ainda nao terem o processo concluído..obrigado

  26. Olá boa noite. Hoje tive um embate com uma senhora que estava para entrar numa rotunda, pensei que ela já tinha avançado, e eu como estava a olhar para a esquerda para ver se vinha alguém, bati-lhe por trás. O meu seguro é seguro conta todos da açoreana com franquia de 250€. Fizemos declaração amigável a qual eu me declarei culpado, mas o meu carro tem danos superficiais a qual não valem os 250€ da franquia e consigo arranjar por fora numa oficina amiga por uns trocos. Queria minimizar os custos..e o carro dela também não tem nada quase.. A minha pergunta é: Tenho que accionar a franquia para arranjar o dela também se não quiser arranjar o meu?
    A senhora ao meter os papéis no seguro eu sou obrigado a pagar a franquia?
    O meu seguro arranja o carro dela mesmo eu não activando a franquia?
    Obrigado, boa noite

    • Francisco

      A franquia corresponde ao valor que cabe a si suportar em caso de sinistro. Se os danos fossem 1.000, a seguradora pagaria 750 e o senhor 250
      Como o seu dano é inferior ao valor da franquia, o senhor suporta o custo dos seus danos e a seguradora suporta os danos do outro condutor na totalidade
      E nunca se dê como culpado num acidente. Quem determina a responsabilidade nos acidentes é sempre as seguradoras.

  27. Bateram no meu carro e arrancaram-me o parachoque do lado de pendura ate a zona da otica o resto estava fixo. Apesar do estado repararam em vex de substituir 6 meses depois esta igual fiz reclamacao a seguradora mas o perito mentiu nos danos do carro e a seguradora nao assume o estado do meu carro. A oficina agora diz que me fixa o parachoques por eu querer seguir com a queixa para a frente (o que prova que a culpa e do perito e oficina e nao minha) ha quem diga para recorrer ao cimpas, outros para proteccao juridica e o mediador diz pa levar o carro a oficina. Nao sei o que fazer pois acho k kerem por parafusos para agarrar o parachoques a chapa mas isso eu nao quero! O que faco? Reclamo a alguem ou deixo eles mexerem e reclamo depois?

  28. Boa tarde S. Pedro,
    Peço a sua ajuda/parecer nesta questão. Estava parada na minha faixa á espera que o trânsito iniciasse a marcha quando o carro de trás arraca e embate na minha mota. Foi prenchida a declaraçao amigável e a seguradora da culpada já autorizou o reparo da mota que vai ficar na oficina uma semana. Pedi indemnização no valor das deslocações ao meu seguro, mas não me estao a dar resposta. O que poderei fazer?
    Obrigada

  29. o meu marido teve um acidente com o meu carro quando ia fazer a inspeção.
    O carro já não tinha inspeção à 4 dias.
    O que eu pergunto é tendo seguro, se o seguro cobre os danos dos outros veiculos não tendo o carro a inspeção há 4 dias. Ou então que prova podemos dar que o acidente não foi provocado pela falta da inspeção.

    Aguardo a seu comentário.

    Muito obrigada
    Marta Patrício

    • Marta

      Basta uma declaração a informar que houve esquecimento quanto à inspecção e pode juntar comprovativo de portagens, combustivel para provar que a viatura estava em condições de circular.

  30. Boa noite,

    Desde já, gostaria de parabeniza-lo pela utilidade do blog.

    Esta tarde, fui surpreendida com um estrago no para-choques dianteiro do meu veículo num parque de estacionamento de um shopping.

    Sem testemunhas, nem culpado, é viável apresentar-se queixa contra desconhecidos junto das autoridades ou accionar algum plano junto da minha seguradora pedindo as imagens de vídeo-vigilância para o efeito?

    Obrigada pela atenção que possa dispensar ao meu pedido de esclarecimento.

    Melhores cumprimentos, rBarros

  31. Boa tarde!
    cerca de 3 semanas atras um carro colidiu com o meu amassando um pouco a lateral,não fiz muita conta do ocorrido e fui embora, agora descobri que o condutor que bateu em meu carro fez B.o alegando que fui eu quem bati nele e fugi,ainda pede reparo financeiro referente ao dano em seu automóvel.
    o que devo fazer agora?eu ainda posso fazer ocorrência contra ele ?

  32. Caro Pedro Monteiro,

    Há dias passei pela seguinte situação: um jovem de 21 anos, que vinha de bicicleta, bateu contra o meu carro causando-lhe danos no capô. A culpa foi tanto assumida por ele como verificada pelo polícia que se deslocou ao local do sinistro. O jovem em questão não tinha seguro e eu só tenho o meu seguro contra terceiros (base.) O polícia com quem falei no local disse-me que, não tendo ele seguro,eu teria de mover a acção em tribunal para ser indemnizado pelos danos causados e que, assim, entretanto, teria de ser eu a suportar os custos de reparação.

    O que é que eu posso fazer para ser compensado pelos danos causados ao meu automóvel:

    a) Accionar a protecção jurídica do meu seguro automóvel?

    b) Reclamar face ao Instituto Português de Seguros?

    c) Uma outra alternativa?

  33. Boa Tarde

    Precisava de uma esclarecimento da sua parte .

    Tive um acidente sozinho em que embati nos raids de protecção e destrui bastente o carro do lado direito. ( adormeci ao volante )

    O carro é de leasing e tem seguro contra todos , no entanto acusei alcool ,cerca 2 G/L , no entanto pedi contra prova ao sangue .

    A causa do acidente não foi o alcool , mas sim o facto de ter adirmecido e não terconseguido controlar o carro .

    O seguro , pagará a reparação ? ou eu posso levar o carro para qualquer oficina à minha escolha e pagar eu o arranjo ?

    O tomador do seguro pediu que o carro fosse rebocado para uma das oficinas onsem têm contrato, asim serão eles a assumir a reparação e depois imputar os custos a mim ?

    è assim que funciona ?

  34. Boa noite, tenho uma duvida,tive um acidente e ficou a culpa dividida pelos dois, 50%-50% , isso quer dizer que cada um paga o seu, ou que cada seguradora paga 50 % do outro veiculo?

  35. Boa tarde
    Estou envolvida num acidente.
    Tinha o meu carro parado a porta de casa .e estava de mota a descer a rua para ir trabalhar quando vem um carro ,que ultrapassou o meu que estava parado.e não teve o cuidado de parar e ver se vinha alguém de cima pois é uma rua apertada.eu ao ver o veiculo na minha faixa de rodagem automaticamente travei para não embater de frente o que causou danos ao meu motociclo.a senhora disse k n tem culpa pois o carro n devia estar ali parado . Chamei a GNR ..e de seguida liguei a minha seguradora ‘logo’ que me disse que o meu seguro n vai ajudar em nada nem abrir processo pois n houve colisão mas s despiste.e que o meu contrato n abrange ajuda jurídica nem protecção de ocupantes. Se me pudesse ajudar agradecia imenso.

    • Carla

      Se tivesse batido com a mota na viatura que invadiu a sua faixa, teria o problema resolvido. Parece ridículo, mas é verdade. Nos seguros não há culpa moral.
      A única hipótese remota é apresentar testemunhas do acidente.
      Quanto a não ter protecção juridica, tal deve-se ao facto de ter o seguro numa seguradora telefónica. Os meus clientes, que têm mota, têm protecção juridica e assistencia em viagem.

  36. Boa tarde!
    Tive um acidente há 2 meses a chegar ao meu local de trabalho. Ao virar à esquerda, a senhora que vinha de trás diz que não me viu e embateu na minha viatura, tendo depois capotado. Ela refere que eu não circulava à frente dela mas que teria atravessado a estrada, não respeitando a prioridade dela. Eu tenho uma testemunha, o relatório da GNR atesta a minha versão, os danos do meu carro provam que o embate foi de trás para a frente e o facto de ela capotar e nem ter tentado travar indiciam excesso de velocidade. Ainda assim a seguradora dela quer dividir as responsabilidades 50-50, com o argumento que as duas versões não coincidem… Para complicar, a minha seguradora refere que o meu seguro está irregular por o carro estar no meu nome e o seguro no nome de um familiar, antigo proprietário do carro. como podemos proceder agora? Grata

    • Ana

      Accione a protecção juridica.
      E recomendo que o seguro seja feito em nome do proprietário ou então envie uma declaração de usufruto assinada pelo familiar antigo dono do carro a indicar que a Ana +e a condutora habitual da viatura e que cedeu o usufruto da mesma a si.
      Previno-a que, se a Ana tem ou tinha menos de 25 anos quando adquiriu a viatura, vai ter problemas. O seguro para pessoas com menos de 25 anos e/ou menos de 2 anos de carta é mais caro.

  37. Bom dia. Aconteceu-me a seguinte situação, estava parado num semáforo e uma senhora arrancou e bateu-me por trás, causando riscos e o para-choques estalado. Assumiu a culpa e acordamos no preenchimento da Declaração Amigável. Acontece que fruto da irritação no momento e do stress por estar atrasado para uma ocorrência importante de trabalho e também por ser a primeira vez que me vi em tal situação, a declaração foi preenchida mas com lapsos e erros. Assim, preenchi os dados pessoais e do seguro da senhora, o esboço do sinistro. Contudo, não preenchi a parte referente aos meus dados e identificação e ainda ao relatar os danos, fi-lo no espaço da senhora e nao do do meu veiculo.A senhora apesar do que foi referido acima, assinou a declaração e eu não. Quais poderão ser as consequencias desta situação ou o que poderei fazer? Obrigado

    • Caro Pedro Ferreira

      Entre em contacto com a outra condutora para se preencher uma nova declaração amigável.
      Se não for viável, reclame à seguradora da outra condutora com uma nova declaração amigável e mencionando que preencheu mal a versão que a outra senhora assinou. Isto desde que não tenha assinado a declaração.

  38. Boa tarde,
    Tive um acidente no qual o terceiro teve 100% culpa, pois bateu por trás.
    O meu carro apesar da idade (1998), está rigorosamente impecável. Muito estimado e muito fiável. Na verdade não o troco por muitos carros bem mais recentes e até eventualmente supostamente melhores ou superiores. Como é um sistema IDA, está a ser tratado pela minha companhia e não será novidade nenhuma se disser que devida à idade a companhia pretende mandar o mesmo para a sucata, ou seja perda total. Por isso deram-me 900€ pela viatura, uma valor de salvado de 555, e pretendem apenas dar-me 345 para a sua reparação.:)
    A reparação do mesmo é de cerca de 3000€. Já me informei bem e sei que a justiça está do meu lado. Tentei entrar em acordo para valores mais baixos, mas parece que eles estão com problemas em aceitar…. Bom, mas a minha principal questão é sobre protecção jurídica. Muito sinceramente não estou a pensar em lhes pedir ajuda nesse aspecto, pois já reparei que as companhias de seguros são sérias apenas quando se trata de assinar contratos, quando se trata de assumir responsabilidades… está quieto!
    Terei eu direito a protecção jurídica por parte da companhia para os processar?
    Não que como disse os queira a defender-me, mas quero que paguem os custos de todo o processo que irei despoletar em tribunal para exigir os meus direitos.
    Obrigado

    • Abel

      Accione a protecção juridica. Se não funcionar, toe a iniciativa de levantar um processo à outra seguradora e se ganhar, pode enviar as despesas para a sua seguradora.

      • Sr. Pedro Monteiro, bom dia.
        Antes de mais agradeço a prontidão na resposta.
        No seguimento deste processo, e por falta de acordo, a minha seguradora passou a “batata quente” para a outra seguradora. por esse facto tiver que fazer uma reclamação junto da seguradora do terceiro. A reclamação foi recebida porque liguei a confirmar se realmente recepcionaram (por e-mail), e para meu espanto, hoje mesmo ligaram-me da oficina a dizer que estava lá um perito para fazer a respectiva peritagem. Julgo que deve ser legitimo por parte da companhia querer efectuar uma nova peritagem à viatura. O que não acho normal é que façam a mesma sem me informar. O que aconteceu é que a viatura já não se encontrava na oficina porque por iniciativa minha levantei a depositei-a na minha garagem a aguardar o desfecho do processo.
        Quando recebi a 1ª carta da minha companhia de seguros na mesma fizeram questão de me informar que…
        “Realçamos que a regularização imediata do veículo acidentado (salvado) evitará eventuais situações de
        desvalorização, bem como de custos adicionais, nomeadamente relacionados com o parqueamento do
        veículo na oficina, que, como compreenderá(ão), não nos poderão ser imputados.”
        Por esta razão e por outras mais, nomeadamente por questões de segurança e fazer alguma manutenção do seu estado de conservação, achei melhor levar a mesma para casa, mesmo correndo o risco da mesma não poder circular pelo facto de não ter inspecção periódica, pois a mesma caducou durante este tempo que esteve parado.
        Questiono se a companhia de seguros não teria de me avisar que iria fazer uma nova peritagem e informar-me da data?
        Ao efectuarem nova peritagem não são obrigados a dar-me novamente um veiculo de substituição até comunicarem a decisão?
        O problema é que ando aqui meio perdido sem decisões das companhias de seguros, protelando estas ao máximo e alterando os procedimentos básicos e obrigatórios nestas situações de sinistro automóvel. E enquanto não houver um desfecho quer seja favorável ou não para mim, não posso decidir, eventualmente mandando reparar, nem levantar um processo à companhia do terceiro.
        Qual a sua opinião?
        obrigado.

        • Abel

          A seguradora tem que lhe comunicar de que vai efectuar uma peritagem à viatura.
          Quanto à viatura de substituição, esta só é atribuída após apuramento das responsabilidades, o que não é o caso.
          Pode levantar, às suas custas, uma viatura e caso fique isento de responsabilidades no acidente, pode submeter essas despesas à seguradora do terceiro para lhe serem pagas.

  39. Bom di caro Pedro Monteiro,

    Hoje a fazer uma pesquisa sobre acidentes automóveis encontrei o seu blog e assim aproveito para lhe colocar uma questão.
    Hoje de manhã, ia a circular numa rua e estava a olhar para uma senhora que ia no passeio pois parecia que ia atravessar-se à frente do meu carro, mas como vou a conduzir decidir olhar também para o outro lado e vejo um carro a fazer marcha atrás, pois estava estacionado. Não consegui parar a tempo e batemos. O outro veículo ficou pior que o meu, mais amachucado… o meu é só raspado. Ficamos de preencher a declaração amigavel mais tarde, após o trabalho. Tiramos fotos e ficamos com os contactos, mas não sei até que ponto a culpa é minha ou não. Pretende descrever o acidente na declaração e enviar para o seguro, mas gostava de ter algumas opiniões.
    Obrigado.

    • Liliana

      A responsabilidade do acidente é do outro condutor. Certifique-se que na declaração amigável fica assinalado nas “circunstancias” que o outro veiculo recuava.

      • Muito Obrigado caro Pedro,

        Entretanto recebi a resposta da seguradora e sou a lesada.
        Na declaração “nas circunstâncias” preenchemos devidamente que o outro veículo recuava.

        Cumprimentos,

        Liliana Borges

  40. Olá Pedro!
    Antes de tudo, desejo parabenizá-lo pelo blog que esclarece muitas questões relacionadas com seguro, às quais estamos alheios.

    Eu tenho o chamado “seguro contra todos os riscos”, com danos próprios. Em Outubro de 2014 tive um capotamento, sem outros intervenientes, cujo processo da seguradora já se encontra resolvido.

    No entanto, em Junho de 2015, um estrangeiro – num carro alugado na Goldcar – bateu-me por trás numa bomba de gasolina. Fomos à Ren-a-Car onde tinham alugado o carro, preenchemos a declaração amigável. Deixei o contacto telefónico e até à data ainda não fui contactada por nenhuma companhia,nem pela própria rent-a-car.

    No entanto, pretendo mudar a minha apólice para outra companhia. Posso fazê-lo com este sinistro pendente? Poderá haver algum problema?

    • Andreia

      Entre em contato com a seguradora para saber o que se passa porque é completamente anormal não ter recebido contacto de nenhuma seguradora.
      Entregou a declaração amigável na sua seguradora ou reclamou na seguradora da rent-a-car?

      • Como o meu carro não ficou com danos visíveis no para-choques, apenas fui com o condutor do outro veículo à rent-a-car. O condutor do veículo da rent-a-car é que preencheu a declaração e colocámos lá o meu contacto e a matrícula do meu carro.

        • Andreia

          Recebeu alguma carta da sua seguradora a pedir a sua versão do acidente?
          Se não, não faça rigorosamente mais nada!
          Se sim, reclame o sinistro à seguradora do terceiro e informe a sua seguradora.

  41. Boa tarde. Em Dezembro de 2014 tive um acidente com o carro de um colega de trabalho, prontifiquei-me a pagar os danos causados. Contudo ele nunca me passou informações viaveis sobre o assunto e queria que lhe desse dinheiro para a mão sem me mostrar qualquer documentação, nem sequer me dar informações sobre o arranjo, orçamentos ou qualquer tipo de informação sobre a seguradora do seu veiculo de forma a eu tentar obter informações por minha conta. Posto isto, a seguradora pagou tudo e agora pede-me o reembolso, contudo nunca me foi dada a hipotese de obter orçamentos que me fossem mais vantajosos, o valor que me pedem para pagar de imediato é tanto o que ganho num ano de trabalho. Logo, não tenho esse dinheiro. Como posso proceder? A seguradora diz que senão efectuar o pagamento vai encaminhar a situação para tribunal.
    Cumprimentos

  42. Paulo Fernando Oliveira

    Boa tarde,agradeço a sua opinião desde já. Tive acidente em 30/6,num entroncamento,parado no stop,para posteriormente entrar e virar para esquerda.Circula um veiculo da esquerda para a direita nesse entroncamento,batendo-me na parte frontal do meu veiculo.Chamada a GNR,(não se fez declaração amigável,pois não houve acordo na posição dos veículos),procedeu ás medições.Puderei obtê-las ?,caso pretenda contestar decisão das seguradoras como devo fazer ? O outro veiculo,trazia animal,circulava muito á direita e com alguma velocidade.(matricula Portuguesa mas conduzido por inglesa).Os meus cumprimentos e muito obrigado.

    • Caro Paulo

      Pode levantar o auto junto da PSP e se não for considerado culpado do acidente, poderá ser ressarcido dessa despesa.
      Para contestar decisões tem várias opções:

      – escrever à seguradora da outra viatura
      – accionar protecção juridica
      – recorrer ao CIMPAS

  43. Bom dia Pedro desde já Parabéns pelo Blog.

    Venho expor a minha a situação de modo a obter alguma informação.
    Adquiri uma viatura nova em Fevereiro de 2015 e infelizmente a 21-06-2015
    o meu veiculo que se encontrava correctamente estacionado em frente à minha
    casa foi atirado alguns metros para fora do seu lugar por um veiculo comercial
    que se despistou e embateu em 3 veículos estacionados.

    Foram chamadas as autoridades competentes ao local que levantaram o auto
    juntamente com os intervenientes incluindo o responsável cujo seguro era de
    empresa Allianz. Informei a minha seguradora (LOGO)do sinistro e fiquei
    admirado por esta dizer imediatamente que não tem nada haver com o assunto que
    deveria tratar de tudo com a seguradora do responsável.

    Bem foi contactado 2 dias após o incidente para marcar peritagens e passar a informação da oficina onde o automóvel se encontrava neste caso SEAT onde adquiri o veiculo.

    O incidente ocorreu a dia 21 de Junho e até hoje dia 3 de Agosto não existe qualquer informação por parte da seguradora ou seja ainda não se responsabilizou nem deu ordem de reparação aos veículos, sempre que entro em contacto com eles dizem-me que tenho de esperar que eles tomem uma posição mas já se passou mais de um mês e eu estou sem veiculo e a pagar a mensalidade de um automóvel que não tenho.

    Que devo fazer? o prazo para que a seguradora tome uma posição expira amanha dia 4 de Agosto 30 dias úteis, caso não digam nada que devo fazer? tanto eu como a oficina estamos à espera da seguradora para avançar.

  44. Boa noite, aconteceu uma situação a um amigo meu que não sei bem como irá acontecer.
    O meu amigo estava parado num stop e veio um carro que lhe bateu na roda traseira dando cabo do eixo e fez disparar o airbag.
    O condutor do outro automovel ao bater meteu-se em fuga.
    O meu amigo conseguiu ver a matricula do carro, e no site do instituto dos seguros o carro não tem seguro.
    Chamou-se a policia que fez o auto mas que ainda não entregou o auto.
    Disse que demorava até 8dias uteis, dias esses que são mesmos para participar à seguradora.
    O meu amigo tem seguros contra danos proprios, no entanto como a culpa não foi dele e o outro veiculo não tem seguro, como é que se vai desenrolar este processo?
    A policia não foi nada profissional, ainda começou a mandar vir com ele por não estar com colete ameaçando com multa.
    No meio disto tudo não houve testemunhas, no entanto a policia parece que se marimbou para o facto de ter existido um acidente com fuga e sem seguro.

  45. Ana Paula Rosa Lopes

    Bom dia. Sofri ontem um acidente de viação como passageira de um táxi. O táxi estava parado no semáforo vermelho e uma carrinha bateu na traseira do taxi. Eu sofri um esticão no pescoço com o forte embate. O condutor da carrinha estava visivelmente bêbado e colocou se em fuga antes da polícia e inem terem chegado ao local. Com a chegada do inem colocaram me na ambulância onde fui assistida e um agente da policia entrou para registar os meus dados pessoais. Sai do local do acidente pela ambulância do inem que me deixou no hosp. Sao jose para ser observada. O registo de entrada no hospital foi feito como acidente por colisao com identificação apenas da seguradora do taxi. Os elementos do inem asseguram me q eu nao pagaria as despesas do hospital q isso seria responsabilidade da seguradora. No entanto ao sair do hospital foi me apresentada a conta de cerca de 24 euros a pagar. Como faço agora para que me seja paga esta despesa? A quem apresento a despesa e como funciona o processo? Obrigada.

  46. Boa noite Sr Pedro. Encontro-me numa situação complicada. Em Outubro de 2007 o meu marido sem carta conduziu o meu carro, levando consigo mais duas pessoas maiores de idade. Numa faixa com dois sentidos, vinha um carro em contra mão (não há testemunhas), e o meu marido ao desviar embateu num poste de luz, capotando de seguida. Após retirar os feridos do carro (por pensar que ia explodir) e chamar os bombeiros o meu marido ausentou-se do acidente. Com a ajuda dos documentos a polícia veio bater à minha porta. Foram preenchidos vários papéis e, o meu marido ficou um ano à espera do julgamento. Findo esse tempo, pagamos a multa do tribunal e o a substituição do poste de iluminação junto com o piquete. Afinal 3 anos depois do acidente, recebo uma carta da axa a exigir o pagamento de 27.000€ alegando que foi estadias, operações,e fisioterapia no hospital e na clínica. Achei um valor acentuado mas, por falta de informação lá fiz um acordo em que pago mensalmente. Agora pergunto, os lesados sabiam que o meu marido estava sem carta, porque foram no carro? Serão responsáveis? Porque razão a axa pagou as despesas se nem sequer foi comigo o acidente? A seguradora pode exigir o retorno do que pagou mesmo sem termos sido chamados a tribunal? O que acontece se eu não pagar, visto que a seguradora só disse por telefone que eram despesas de hospital e não tenho nada que comprove. Ajudem-me por favor. Obrigada 😥

    • Cara Vilana

      Seguro estava em seu nome, seu marido não estava habilitado para conduzir a viatura.
      A seguradora assumiu os danos corporais dos ocupantes da viatura, mas exerceu o chamado direito de regresso sobre o tomador e segurado da apólice, que é a senhora.
      O direito de regresso consiste em assumir os danos perante terceiros e posteriormente pedir o ressarcimento de todas as despesas ao “prevaricador”.

      O que lhe aconselho é que escreva uma carta à Axa e peça que discrimine por escrito o montante das despesas exigidas.
      A posição da seguradora, à luz do que expôs, está correta.

      • Muito obrigada. Já telefonei para a axa e vão mandar as despesas discriminadas. Agora só posso esperar…

  47. Boa noite! Adorei o seu blog! Linguagem simples e facilmente compreendida! Parabéns!

  48. Bom dia,
    Tive um acidente do dia 29/07/2015, na qual uma viatura embateu na parte de trás do meu veiculo, e depois outro veiculo bateu nesse veiculo que me bateu. Devido a ter sido envolvido 3 veículos, o caso demorou a ser analisado, e só dia 17/07/2015 é que deram autorização para reparação do meu veiculo, e finalmente deram-me carro de substituição.
    Entre o dia 29/07, e 17/07, tive de fazer as minhas deslocações normal de transportes, mais propriamente de táxi, devido aos meus horários de trabalho e local de trabalho, onde não há grandes meios de transporte e fica a 53 km de minha casa. Após fazer as contas aos meus gastos, já ascende os 800 euros, pagos do meu bolso. Vou apresentar as despesas à seguradora da pessoa que me bateu no veiculo. A minha pergunta, é o que posso fazer, caso não queriam assumir essas despesas. Respeitosos cumprimentos. J.Moita

  49. Olá! Boa noite!!
    Olha tenho uma pergunta muito urgente..
    Tenho carta a 3semanas, e ontem eu “bati” noutro carro (el ficou só com uma risquinhos) o carro dele taba pior daquilo que eu fiz (ao contrário do
    Meu que era novo).
    Tão e assim.. Para não chamarmos a polícia e isso.. Tentamos fazer as coisas amigavelmente, eu lhe dava dinheiro e supostamente ele arranja o carro, mas ele tem carro à venda.. E o que me pede ao por uns risquinhos de nada são 300€ e na minha oficina que meu carro e novo vou pagar tipo 100€ para arranjar os riscos. Sendo assim, eu falei com o proprietário e disse que eu lhe arranjava carro num ia, que não iria lhe dar os 300€ para ele por no bolso e carro ser vendido com os riscos

  50. Boa noite. Antes de descrever a minha situação deixem-me dar os parabéns pelo blog.
    Conto-vos a minha situação…
    Tive um acidente de viação de noite, uma senhora adormeceu e veio contra mim. Felizmente não houve feridos, a senhora deu-se como culpada e assinou a declaração amigável. No dia seguinte a senhora contactou-me a dizer que o seguro dela tinha expirado… Encontrei me novamente com ela e com o meu mediador de seguros. Por opção minha e para facilitar a situação da senhora e acreditando na palavra da mesma optei por não accionar o meu seguro (tenho contra todos). Ela comprometeu se em ir ao concessionário e assumir a responsabilidade da reparação. Assim fiz, o carro foi para o Concessionário Oficial (de reboque), foi feito o orçamento e a senhora dirigiu se ao concessionário e assinou a declaração (que me foi entregue) responsabilizando-se pelo pagamento da reparação e eventualmente alguma situação que fosse verificada aquando da desmontagem do veiculo. A reparação ficou com tudo em 4500 Eu. Hoje ligaram me a dizer que o carro estava pronto mas que ainda estavam à espera do pagamento da senhora.
    Se ela se atrasar com o pagamento não posso levantar o carro?

  51. Cláudia Cristina Machado

    Me envolvi em um acidente de trânsito. Reconheci o erro e paguei pelo concerto dos dois carros. Mas agora o dono do carro que bati está reclamando que seu carro não está bom. Diz que a pintura do carro está com tom diferente (sendo que foi ele quem escolheu a chapeacao) e diz que o carro está vibrando, o que é negado pelo mecânico. Se tiver que refazer algum serviço sou eu quem tenho que pagar???

  52. Boa noite
    Tive um acidente numa recta com cerca de 3 km.
    Estava a circular numa estrada com uma recta com cerca de 3km de comprimento e com boa visibilidade, quando passo um entroncamento a direita e mais à frente comecei a encostar a berma da estrada, pois vi que me tinha enganado, reparei que vinha um carro com bastante velocidade e tentei encostar o mais a berma possível, sempre com o pisca da direita ligado, ainda com um bocado do carro na estrada ( a berma era muito estreita) e sem nunca ter parado o carro, ele veio me bater na traseira, indo parar a minha frente cerca de 20metros.
    De quem acha que é a culpa?
    Obrigado

  53. Dr. Pedro Monteiro
    Há dias, quando circulava na Ponte 25 de Abril, uma viatura ao mudar de faixa de rodagem embateu na minha, pondo-se em fuga. Consegui ver a matrícula e de imediato telefonei para a Policia, sendo que quando cheguei ao fim do tabuleiro, já lá se encontrava um funcionário da Ponte e uma viatura da GNR que poucos minutos depois me informou da identificação do outro condutor e respetiva Companhia de Seguros onde é segurado, tendo levantado o respetivo Auto. Comuniquei à minha Companhia de Seguros e à do outro interveniente, já foram feitas 2 peritagens à minha viatura, mas a Companhia de Seguros informou-me que não pode assumir a responsabilidade do sinistro, dado que não consegue entrar em contacto com o seu segurado e eu não ter apresentado testemunhas. Através de informação que me foi dada pelos técnicos contratados pelas Seguradoras para a avaliação de sinistros, foi-me dito que o referido segurado habita numa zona muito problemática de difícil acesso por não residentes.
    Face ao exposto gostaria de saber quais os passos que poderei dar, por forma a poder solucionar esta situação. Muito obrigada

    • Manuela

      Ao reclamar à seguradora do causador do acidente, esta envia no prazo de oito dias após a sua participação uma carta ao segurado para que este se pronuncie. Caso não o faça, a seguradora terá que tomar a decisãocom base nos elementos disponiveis.
      Se não o fez, envie o auto de ocorrência da GNR para a seguradora.

  54. Boa noite,
    No dia 23 de março deste ano tive um acidente com a minha mota em que eu ia na faixa mais à direita e um outro condutor que circulava na faixa do meio mudou subitamente para a minha faixa, eu ainda tentei desviar e travar, mas acabei por me despistar e embater na traseira do referido veículo.
    Veio o INEM,e até lá não me deixaram mexer, não podendo tirar identificações de possíveis testemunhas.
    Fui transportado para o hospital emquanto as autoridades ficaram no local a tomar conta da ocorrência.
    Até hoje ainda não hoje uma conclusão do processo, mas já me enviaram uma carta a dizer que possivelmente ficará nos 50/50.
    Foi feita uma peritagem e vai ser dada perca total.
    As minhasperguntas são:
    É normal demorar tanto tempo?
    Devo aceitar o 50/50,pois não tenho testemunhas e fui eu que bati?
    No 50/50 entram todas as contas,valor da perca total da mota,despesas médicas, danos materiais com capacete, casaco e luvas?
    O valor quem oficina cobrar pelo tempo que a mota lá esteve até a conclusão do processo mais o valor da elaboração do orçamento, também entra?
    Agradecia uma ajuda da vossa parte.
    Obrigado,
    Cumprimentos
    Ricardo Silva

  55. Boa noite, hoje de manhã ao sair do parque de estacionamento não me apercebi que estava um carro a passar e ele para se desviar do meu carro, entrou na faixa de rodagem contrária, embatendo noutro carro que ia a sair do parque de estacionamento do lado oposto do meu. O meu carro não sofreu nada, mas o condutor que bateu diz que a culpa foi minha, porque se desviou de meu carro. Que devo fazer? Desde já obrigado pela atenção. Sandra Moreira

    • Sandra

      Sorte a sua 🙂
      Se o outro condutor tivesse batido na sua viatura, a Sandra seria responsável pelo acidente. Como o outro condutor foi bater de frente e na faixa contrária a uma viatura que circulava na respectiva faixa correcta, o mesmo é responsável pelo acidente.
      Mas a Sandra é a culpada moral do acidente e o correcto seria informar por escrito às seguradoras dos intervenientes do acidente as circunstancias do mesmo.
      Nos seguros não existe culpa moral.
      Tome a atitude que achar adequado, mas não se esqueça que amanhã pode estar no lugar do condutor que se desviou.

  56. Boa tarde ,estou muito confuso com uma situação,gostava que me ajudassem.Tenho um carro em meu nome,que quando a minha filha acabasse o exame de condução seria a minha oferta.Entretanto a Mafalda retirou a chave do carro e ainda sem carta,e com uma taxa de alcoolémia de 1.84,bateu em dois carros.A polícia apareceu retirou todos os dados,em duas semanas recebo uma carta da seguradora a informar que ia dar seguimento às indemnizações exigíveis.Entretanto ligo para a seguradora e disseram-me que a franquia iria ser alterada.Pergunto, eu vou ter de dar o carro para abate e como tal dar baixa do seguro.Tenho de pagar alguma verba à seguradora ou esta assume o prejuízo dos outros carros e acaba aí este dilema ? Muito obrigado pela vossa atenção. Cumprimentos.

    • Caro Carlos

      A seguradora vai assumir todos os prejuízos causados pela sua filha, mas vai exigir que a sua filha pague os mesmos prejuizos às seguradoras. É o chamado direito de regresso.

  57. Boa Noite Sr. Pedro,
    Antes de mais, depois de ler os extensos pedidos de ajuda que sempre prontamente respondeu, queria louvá-lo por tal atitude, pois isto acaba por ser um “consultório online”, onde devem chover pedidos de ajuda.
    Gostaria também eu de pedir o seu conselho/ajuda, uma vez que eu mesma sofri recentemente um acidente de viação.
    Sucintamente, os dois veículos envolvidos estavam a trocar de faixa, convergindo os dois para a mesma. O meu veículo, era o do lado direito que, segundos antes do embate, visualizou o veículo do lado esquerdo, que vinha ao meu encontro. Tentei evitar o embate, abrandando, sem sucesso, dado que embatemos na mesma mas, dado o meu esforço, com menos intensidade e evitando certamente ferimentos graves em mim, pois o embate foi perto do local do condutor onde eu estava (eu estava literalmente, a assistir a ser albaroada). A condutora do outro veículo, apesar de estar claramente enviesada na faixa, alega que, por estar dentro das linhas, já tinha completado a mudança de via que não sinalizou, alegando não ter qualquer culpa por este facto inquestionável (se eu abrandei de forma a evitar o pior, não consegui estar dentro das faixas, como a senhora o conseguiu, vangloriando-se como se tivesse “ganho a corrida” antes de mim e, desta forma, não ser considerada culpada. Assinámos a declaração amigável e a outra condutora está convicta que vai ficar isenta de responsabilidades. É assim tão certo que pelo facto de a outra condutora estar dentro das linhas a isente de responsabilidades? Este acidente foi à saída dos túneis da IC17, onde julgo existirem câmaras. Acha que consigo de alguma forma solicitar às entidades responsáveis essas evidencias e disponibiliza-las à seguradoras? Tudo isto porque sentirei-me injustiçada se for considerada culpada por não estar “dentro das linhas” nem “ganho a corrida”, pois se o tivesse feito, como outrém, talvez não estivesse aqui para contar a história. E com um video tudo seria mais fácil, bem como uma aproximação da velocidade da outra condutora, que estaria com certeza em excesso… Muito obrigada mais uma vez…

    • Cara Mariana

      Informe a seguradora de que existem câmaras para que as mesmas possam eventualmente visualizar o acidente. Não sei se as imagens são gravadas.
      De outra forma, a responsabilidade do acidente deverá ser dividida 50/50.

  58. Boa noite,
    Tenho seguro danos próprios, parti o retrovisor na minha garagem, posso acionar o seguro?
    Obrigado

    Carlos

  59. Exmo. Senhor

    No passado dia 9 de maio tive um pequeno acidente. O meu carro estava estacionado e um amigo meu que também tinha o carro estacionado perto do meu ao fazer marcha atrás bateu na minha porta traseira. Preenchemos e Assinamos a declaração amigável, o meu colega assumiu a culpa e demos início ao processo. Segundo o meu agente de seguros, o processo foi como IDS.Recebi indicação da minha seguradora para levar o meu carro a oficina para ser avaliado. Assim o fiz. Levei o carro, foi avaliado e trouxe o no mesmo dia. Passados alguns dia foi marcada a peritagem do meu carro e do meu colega. O perito tirou fotos, tirou medidas e preenchi uns documentos com a minha versão dos factos. O processo do meu colega foi semelhante, tiraram fotos, fizeram medições e ele preencheu os documentos assumindo a culpa. Dias depois recebo a notificação daninha seguradora a diZer que não podem assumir responsabilidade porque os factos “não são tecnicamente aceitáveis e que os danos no meu veículo não coincidem com os danos no veículo do meu colega, segundo relatório do perito que avaliou os dois carros.Quero reclamar, pois acho que não faz sentido nenhum esta posição da minha própria seguradora, quando o outro condutor assumiu a culpa. Podem ajudar me por favor?podem dar a vossa opinião? Como devo proceder? Obrigado.

  60. Boa Tarde!

    Sexta-feira, dia 5 de Junho, pelas 23 horas conduzia o meu carro na A1, quando subitamente senti uma pancada muito forte na parte traseira da viatura, tendo percorrido vários metros sem controlo da mesma, ficando imobilizada junto ao separador central. Felizmente não houve feridos, mas ambos os tripulantes das viaturas foram encaminhadas para o hospital, não tendo havido oportunidade de preencher uma declaração amigável.
    No dia seguinte contatei i meu mediador de seguros, que não se disponibilizou a tratar de imediato do caso. Afirmou que teria que levantar o relatório da polícia. A minha seguradora, afirmou o mesmo, afirmando que teria que ser eu, a título pessoal, a fazer a reclamação junto da outra seguradora.
    Sr. Pedro, neste caso, que documento devo acrescentar ao relatório da polícia para proceder à respetiva participação.
    Agradeço ajuda.

    Sónia

    • Sónia

      Envie uma declaração amigável preenchida para a seguradora do causador do acidente.
      No seu interesse peça uma copia do auto à Policia e que o enviem por mail e apresente a factura do auto à seguradora assim que forem apuradas as responsabilidades.

  61. Roberto Fidalgo

    Ora boa noite, gostava de saber a sua opinião Senhor Pedro.
    Eu ia a sair do estacionamento lateral, no qual eu tenho que me pôr quase no meio da estrada para ver se posso seguir, neste dia fiz o mesmo de sempre e vinha um carro que conseguiu parar atempadamente assim como eu também imobilizei o meu veiculo . No entanto vinha uma mota atrás desse veiculo que não parou a tempo , despistou-se e acabou a cair. Agora o dono da mota quer que eu assuma os custos da reparação da mota quando eu penso que numa situação regular ele teria de ser capaz de imobilizar o veiculo tal como eu e o outro carro fizemos. Mesmo assim posso ser considerado culpado?

  62. Ola boa noite!!! No dia 10 de maio estava com o meu carro estacionado qd ocorreu acidente e onde o meu carro saiu com um arranjo de 1.200€.
    Ainda nenhuma seguradora assumiu responsabilidades e o perito deu o veiculo como imobilZado! Como estou desempregada foi me impossivel alugar um veiculo de substituição por minha conta e riSco!!! Visto isto estou quase a um mes sem carro!!! Como posso ser indemnizadA por esta situação???

    • Ana

      Há duas opções:

      – Alugar uma viatura por sua conta risco e depois de a seguradora assumir a resposnabilidade, submeter as despesas do aluguer para ser totalmente ressarcida
      – Outra opção é utilizar taxis e transportes publicos e apresentar os comprovativos de despesas à seguradora.

  63. Boa tarde!

    No passado dia 12 de Maio, a minha mãe foi vítima de um sinistro ocorrido num cruzamento.
    A minha mãe tendo sinal de cedência de passagem, prudentemente e verificando em ambos os sentidos a inexistência de veículos a que ceder passagem efectua a manobra de viragem à esquerda. Ao entrar na faixa pretendida é violentamente abalroada na lateral esquerda do veículo por um condutor que num troço de 50 metros não se encontrava na altura em que a minha mãe olhou. Após o embate a minha mãe desmaiou, e ao recuperar os sentidos, já sendo auxiliada por INEM ouve uma testemunha ocular a referir a precaução da manobra da minha mãe e a total desatenção do outro condutor em evitar o embate, mencionando igualmente a total apatia do 2o condutor em prestar auxilio à minha mãe desmaiada e removendo o carro do local da colisão. No auto de ocorrência para além da referida testemunha não constar, existem outros erros relativos à identificação da minha mãe e do veículo, assim como o croqui já que conta a versão do condutor número 2 uma vez que a minha mãe se encontrava sobre cuidados médicos.
    A seguradora do condutor colidor já negou quaisquer responsabilidades quer aos estragos do veículo quer a danos físicos que a minha mãe possa ter sofrido. O apoio jurídico, mesmo com a existência de uma testemunha indica que dificilmente algo poderá ser feito.
    O que fazer?

    Obrigado desde já!

    • Caro Erico

      É importante obter o testemunho escrito da pessoa que viu o acidente.
      Caso contrário, nada a fazer. Perante os factos provados, a sua Mãe é a causadora do acidente, porque não respeitou a cedência de prioridade.

  64. Boa tarde. O meu marido teve um acidente no dia 25/01/2015. Ia de moto e ultrapassou 2 veículos (nada o proibia), uma de cada vez, e quando ia ultrapassar o 3º carro, porque iam em fila, à beira mar, todos de vagar, o carro viu um lugar de estacionamento e virou repentinamente à esquerda, sem dar pisca. Há 2 testemunhas que viram o acidente. Toda a gente diz que ele não tem culpa, no entanto o seguro do carro só quer assumir 50% porque diz que o meu marido teve alguma responsabilidade ao violar o art35 nº1…como é possível?ele estava a terminar a ultrapassagem, o carro ao bater-lhe projetou-o e partiu 4 costelas e a clavícula. o perito do nosso seguro deu-nos 100% razão, mas agora a proteção jurídica diz que é melhor não ir para tribunal, porque podemos não ganhar! Isto é normal? O código da estrada proibe a ultrapassagem? Agradeço a ajuda. Susana

    • Bom dia D. Susana,

      Como compreenderá, a análise de responsabilidade depende de mais circunstâncias do que aquelas que me transmitiu na sua mensagem. Local, sinalização, estado do trânsito, etc.
      Recomendo-lhe 1 de 2 opções:
      1. agende reunião com a minha assistente (223221980) e usufrua da reunião gratuita. Poderemos analisar o acidente, e assim dar-vos uma perspectiva de viabilidade; ou
      2 envie a declaração de acidente, e a participação efectuada pelas autoridades policiais para advogados@ribeiroteixeira.pt, para poder opinar com mais dados.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  65. Boa tarde
    Estava parada e um veiculo embateu na minha traseira provocando danos, de tal modo que me é impossível abrir o porta bagagens. O condutor depois do embate alegou que a minha traseira já estava batida e que por isso não iria pagar nada. Deixou-me preencher a declaração amigável e disse que não iria assinar por não concordar.
    É possível ele não vir a pagar nada com isso que alega?
    Desde já muito obrigado pela atenção dispensada.
    Daniela

  66. Boa noite,

    Ontem, fui buscar os meus filhos ao infantário e ao sair do estacionamento, parei no stop e apareceu uma viatura em grande velocidade para entrar no estacionamento derrapou e fez um pião, no qual colidiu no para-choques do carro. Ao sair do carro observei a viatura no qual pôs-se em fuga. Consegui tirar a matricula e chamei as autoridades. Como devo proceder para acionar o seguro?

  67. Boa noite, sofri um acidente na passada segunda feira e vim parar ao seu blog enquanto pesquisava o que me pode acontecer.
    pelo que ja percebi eu serei considerada culpada do acidente, que decorreu da seguinte forma: eu parei num stop, e quando olhei para ver se podia seguir nao vi nenhuma viatura. porém, assim que virei à esquerda já no meio da estrada um veiculo veio embater na minha lateral direita.
    a gnr estava no local e veio tomar conta da ocorrência, mas não se manifestou. o outro condutor assumiu sempre que viu o meu carro parado no stop e que me viu avançar, maas nao conseguiu reduzir e evitar o acidente. será que este facto pode livrar um pouco a minha culpa? ou sou mesmo a única culpada no acidente? o possivel (e quase certo) excesso de velocidade dele poderá influenciar a decisão das seguradoras?
    A declaração amigável foi assinada pelos dois, o meu mediador diz que talvez não me atribuam culpa por inteiro mas estou assustada. Até porque já me falam em multas e inibição de conduzir.
    Pode aconsselhar me de alguma forma, como proceder, o que posso fazer?

    Obrigada desde já.
    Daniela Pinto

    • Boa tarde Daniela

      Ao não respeitar um Stop, será sempre culpada a 100%.
      Vai ser preciso provar o excesso de velocidade da outra viatura e que a Daniela tomou todas as precauções antes de avançar, o que é quase impossível. Só se houvesse vídeo do acidente.
      Quanto a multas e inibição de conduzir, não é caso para tanto. No máximo o que aconteceria era ter uma multa da GNR. Não se preocupe com isso.

      • Muito obrigada pela sua resposta! Era já o que estava a contar, mas fico mais descansada quanto à inibição de conduzir.
        Mais uma vez obrigada, e parabéns por este espaço que ajuda pessoas como eu.
        Daniela Pinto

  68. Boa tarde, gostava que me desse o seu parecer, de uma situação que me está a deixar saturada de tantos problemas. No dia 27 de Janeiro tive um um acidente com outro veículo, ao qual descarto completamente a culpa, porque a meio ver não tenho culpa nenhuma quando as outras pessoas se atravessam à frente das outras.Tanto no auto da policia como na declaração amigável fiz um resumo do que aconteceu mas depois fiz um tempo à parte com a descrição mais pormenorizada, que foi: “A via pública (Rua/Avenida) onde se sucedeu o acidente é uma via em que o meu veículo (A) tem prioridade de passagem perante os outros veículos, que pretendam circular/avançar a marcha no cruzamento existente antes do local do acidente.
    Sendo esta via de ligeira inclinação e circulando eu aproximadamente entre os 40KM/Hora, fui travando por precaução. De seguida, surge o veículo B, que sai de um lugar de estacionamento, abaixo de uma paragem de autocarro, de repente sem precaver-se da existência de qualquer veículo que circule na via com prioridade. Atravessando-se assim na diagonal de forma inadequada e exagerada na via por completo em marcha lenta, causando embaraço mesmo diante do meu veículo (A). Perante esta situação, travei ainda mais para evitar o embate, vendo-me obrigada a desviar o meu veículo para o lado esquerdo da faixa de rodagem, visto que este atravessa-se por duas vezes diante de mim, sendo a segunda vez quando eu realizo o desvio para o evitar. Tendo o veículo B a intenção de seguir na direcção à esquerda.
    Contudo, mesmo tendo eu prioridade na via e tentar evitar o acidente, isso não aconteceu, devido à falta de atenção do condutor do veículo B que não tem prioridade na via ao sair de um estacionamento e pelo seu mau posicionamento exageradamente na via, tal como foi referido anteriormente. A prova disso são os pontos de embate de ambos os veículos, na qual se destacam os danos visíveis no pára-choques frontal e no lado direito do meu veículo .
    Desta forma, acho que realizei uma condução segura, de modo a evitar qualquer tipo de embate numa via em que a prioridade me é dada.
    O condutor do veículo B ainda alegou não ter visto nenhum veículo na via.”
    Da maneira que os carros bateram vê-se perfeitamente que o outro interveniente me bateu por ter atravessado na diagonal á minha frente, pois os danos do meu carro e na lateral frente direita e no carro do outro interveniente foi na lateral direita na parte de trás, ao qual tenho fotos que comprovam.
    Posto isto, o meu seguro (Seguro Directo) declarou que eu não tinha qualquer responsabilidade no sinistro e aconselhou a apresentar a minha reclamação no seguro do interveniente (MAPFRE), fiz a reclamação e marcaram peritagem. Feita a peritagem, declinaram qualquer responsabilidade por um artigo que fala de Falta de provas. Pensei eu que não lhes tinha que dar provas nenhumas e quando fiz a reclamacão apenas enviei a declaração amigável. Posto isto, enviei-lhe por carta registada documentos para comprovar que não tive culpa, o auto da policia e uma carta a defender-me. Voltaram a declinar responsabilidade.
    Ativei a protecção juridica, que parece não ajudar em nada.
    mandei-lhe exactamente os documentos todos, e parece que só se guiaram pelo auto da policia, que mandei analisar e não tem nada contra mim nem a favor, e no auto tem um erro que diz lá que os danos do meu carro foi do lado esquerdo, quando foi do lado direito. E a situação onde eu falo que o interveniente sai do estacionamento, a ánica coisa a que me limitei foi a contar tudo do inicio ao fim, não tendo relevância porque não foi onde se sucedeu o embate. Porto isto a protecção juridica alegou que conforme os pontos de embate no veículo (guiando-se pelo auto da policia), que eu disse que o momento do embate se deu quando saiu do estacionamento( nunca disse isso ) e que muito dificilmente não teria parte da culpa. O e-mail deles foi: “Analisados os elementos em nossa posse, entendemos que a regularização deste sinistro deverá passar, em sede amigável, por uma repartição de responsabilidades. As versões dos intervenientes são contraditórias quanto às manobras e percursos efetuados, o embate não ocorreu no momento em que o terceiro terá entrado na via (atendendo à versão de V. Exa.) mas vários metros após o veículo terceiro já circular na via e atendendo à localização dos danos em ambos os veículos, entendemos que dificilmente não lhe será atribuída parte da responsabilidade no sinistro.
    Solicitamos assim que nos informe se está disponível para aceitar uma regularização nos termos indicados e se nos autoriza a contactar a companhia contrária nesse sentido.
    Alertamos que não existem garantias que a companhia aceite uma regularização nos termos indicados e não nos vinculando a promover a reclamação pela via judicial, caso não seja aceite por nenhuma das partes.”
    Ao qual eu respondi: ” Em resposta ao e-mail que tinha mandado, e ao contacto que teve com a minha mãe via telefone, pelo que a Drª. disse, a sua análise foi feita baseada no Auto da Polícia, que analisado o Auto, não está a meu favor nem está contra, como falou à minha mãe acerca de metros que referiu (30 metros), sobre o momento do embate, bem como o Auto me tenha prejudicado.
    Refere no e-mail que a minha versão foi que o momento do embate foi quando o outro interveniente estava a sair do estacionamento, e essa afirmação é falsa.
    Tanto na declaração que fiz à polícia, como o que escrevi na Declaração amigável bem como num Documento que lhe enviei com a descrição pormenorizada do acidente, apenas me limito a contar a situação desde o início, que foi desde a parte em que ele sai do estacionamento em que se atravessa à minha frente em que eu me desvio para o lado esquerdo da faixa de rodagem (repito, situação em que apenas me limitei a contar como tudo aconteceu desde o início, o que não tem relevância porque não foi aí que se deu o momento do embate), mas o que interessa é que eu já estando no lado esquerdo da faixa de rodagem o outro interveniente volta-se a atravessar na diagonal à minha frente, onde eu já não conseguia desviar-me mais pois já estava encostada ao passeio. Até porque da maneira que os danos dos carros ficaram dá perfeitamente para perceber que ele passou na diagonal a frente do meu carro, sem se precavendo se o podia fazer ou não.
    No auto da polícia eles colocaram lá erradamente o lado em que o meu veículo teve os danos, pois no meu carro os danos foram na frente lateral direita, e a polícia escreveu lá que foi no lado esquerdo, e no carro do outro interveniente foi na traseira lateral esquerda, como pode ver na declaração amigável em que fizemos no momento do embate, no ponto 10. – ponto de embate e até pelas fotografias que envio em anexo dá para perceber que é do lado direito. Só pelos pontos de embate se vê que o outro interveniente se atravessou para a minha faixa na diagonal sem se precaver se o podia fazer.
    Em anexo vai novamente a minha declaração pormenorizada do que aconteceu, a declaração amigável, onde refere lá os pontos de embate, a carta do Seguro Directo, pois já tinham declarado que a responsabilidade do sinistro não era minha, o desenho que fiz a mostrar como tudo se sucedeu (Desde o início) e envio também um ficheiro que contém uma carta e respectivos documentos que enviei a semana passada para o Seguro do outro interveniente (MAPFRE), por carta registada, ao qual voltaram a declinar qualquer responsabilidade.
    Lembrando também que existe uma testemunha, onde no Auto da Polícia está o nome e o número de Telefone ao qual parece não servir para nada, pois pensei que fossem pedir alguma declaração. “As provas têm por função a demonstração da realidade dos factos” (art.º 341,CC), sendo que a “prova por testemunhas é admitida em todos os casos que não seja directa ou indirectamente afastada” (art.º 392, CC). Aliás, têm “capacidade para ser testemunhas todos aqueles que, não estando interditos por anomalia psíquica, tiverem aptidão física e mental para depor sobre os factos que constituam objecto da prova” (art.º 616, CPC).
    Posto isto, não entendo porque dizem que dificilmente não me será atribuída parte da responsabilidade no sinistro, e gostava que fizessem uma reapreciação desta situação.”
    Já enviei à alguns dias e ainda não obtive resposta.. o que devo fazer ? e o que aconselha que tenho que fazer daqui para a frente?
    Muito obrigada pela atenção dispensada.
    Cumprimentos

    • Cátia

      Peço desculpa, mas não vou pronunciar-me sobre o acidente.
      Compreendo a sua aflição, mas o seu texto é muito extenso, não está resumido e sobretudo, não posso pronunciar-me sem ter todos os documentos à frente e este não é o objectivo do blog.
      O objectivo do blog que criei é orientar as pessoas para resolver os problemas.
      No seu caso, recomendo que recorra ao CIMPAS cujo artigo se segue:
      http://blog.sitedosseguros.com/2010/10/o-que-fazer-quando-a-seguradora-nao-aceita-ou-nao-responde-a-sua-reclamacao/

      • Boa noite Sr. Pedro, peço imensa desculpa de o texto ser muito extenso, mas tentei escrever tudo com detalhes para tentar que me deve uma ajuda mais exacta.
        Resumindo, o outro interveniente invadiu a parte da via onde eu circulava, sem se precaver, e embatemos um no outro.
        o meu seguro deu-me razão, o seguro dele não assume responsabilidades e ativei a protecção jurídica ao qual me propuseram 50/50 e eu mandei um e-mail para eles a pedir para reavaliarem a situação, e a não querer os 50/50.. da maneira que falam parece que me querem prejudicar.
        Aguardo desesperadamente uma resposta deles, e nada.
        Acha de devo recorrer ao CIMPAS? ou devo fazer alguma coisa antes?
        Muito obrigada pela atenção.

        • Olá Cátia

          Insista numa resposta definitiva por escrito e se não for ao encontro do que pretende, recorra ao CIMPAS.

          • Boa tarde,

            Muito obrigada pelo conselho. Na passada sexta-feira, dia 8 de Maio, liguei á protecção jurídica a perguntar se tinham recebido os meus e-mails que eu tinha pedido para confirmarem recepção e não disseram nada. eles receberam os meus e-mails e disseram que iriam dizer a pessoa responsável por este processo para analisar e mal tivesse uma resposta que me respondiam aos e-mails mas até agora nada, acho que estão a deixar andar à muito tempo. Se eu recorresse a algum advogado adiantava alguma coisa?
            Relativamente ao CIMPAS, irei pagar alguma coisa?

            Cumprimentos

          • Cátia

            Se desejar, pode pedir ao meu parceiro advogado Dr. José Ribeiro Teixeira para que se pronuncie.
            Contacte o escritório no Porto e informe que vai da parte do Blog dos Seguros:
            http://www.ribeiroteixeira.pt
            Não será cobrada a primeira consulta.

          • Boa tarde Pedro,

            Obrigada pelo conselho, vou ver isso então.
            Estou tão cansada desta situação. Há alguma possibilidade, por exemplo, se ao fim de tudo resolverem os 50/50, e depois disso o seguro vai agravar(penso eu). Poderei mudar de seguro a seguir a esta situação?

            Cumprimentos.

          • Cátia

            Pode sempre mudar de seguro na data de vencimento da apolice ou fracção de prémio de seguro.
            Se desejar pode efectuar o pedido de cotação em http://www.sitedosseguros.com/particulares/

          • Boa tarde, ainda cá estou eu com o mesmo problema desde Janeiro.

            O meu sinistro ainda não se resolveu e tenho uma dúvida.

            A protecção jurídica disse-me que neste momento o melhor a fazer é ir pela via judicial.
            A minha dúvida é: se eu realmente quiser ir pela via judicial, como se irá proceder a seguir? as seguradoras é que tratam de tudo, ou eu irei ser chamada a tribunal?

            Cumprimentos,
            Cátia Reis

          • Cátia

            Chegou a falar com o meu parceiro advogado Dr José Ribeiro Teixeira?

  69. Gostaria de perguntar se, a testemunha de um acidente de automóvel que ia dentro de um dos carros pode servir como testemunha em tribunal?

  70. Boa tarde

    Desde já obrigado pelo apoio e informação que disponibiliza.

    Esta tarde tive um acidente de viação.

    Não fiz declaração amigável pois criou- se um clima tal que não possibilitou qualquer tipo de conversa.

    Circulava numa estrada nacional onde se encontrava um entroncamento com semáforos.
    No meu sentido estava com sinal verde pelo que continuei em marcha normal.
    Veio um veículo do lado direito desse entroncamento que me embateu em todo direito da minha viatura, e que também disse que circulava com o sinal verde.
    Na altura constatei que não existia qualquer testemunha no local para presenciar o acidente, que me pudesse valer.
    Foi chamada a GNR para tomar conta da ocorrência.
    Infelizmente é por terem outros autos de maior gravidade demoraram cerca de 45 a 60minutos a chegar ao local.
    A condutora chamou familiares que acabaram por ligar a uma pessoa para servir de testemunha, bem como falar com outro Sr. Que se encontrava num café junto ao entroncamento da ocorrência, que acabaram por ser testemunhas.
    Ao aperceber-me desta sitiuação tentei te arranjar testemunhas não para testemunhar o sucedido, mas sim para testemunharem que na altura do embate por parte da senhora, aquelas pessoas não se encontravam no local.
    Tal situação de injustiça levou a esquecer de tirar fotografias, pois estava mais preocupado em encontrar alguém que pudesse ser minha testemunha.
    O proprietário do café acabou por dizer frente às autoridades que as pessoas que se deram como testemunhas não se encontravam no local, no entanto não quis ser testemunha.
    Acrescento que uma das testemunhas estava visivelmente alcoolizada, pelo que pedi às autoridades que lhe fosse feito o teste, ao que foi recusado pela GNR
    Pergunto que tipo de peso poderá ter estas falsas testemunhas, a apreciação por parte da peritagem das companhias de seguros.

    Sinto que tenho tudo contra mim, E não tenho como defender o que na realidade se passou…

    Agradeço dentro da sua disponibilidade, que comente este caso.

    Com os melhores cumprimentos
    Mario Silva

    • Caro Mário Silva

      O que conta são os factos que podem ser provados
      Seria importante obter um testemunho escrito do dono do café a confirmar que as testemunhas apontadas pelo outro condutor não estavam no local do acidente no momento do mesmo.
      Informe a seguradora de todos os factos incluindo o que aqui expôs.
      No mínimo, as seguradoras farão averiguações.

  71. Olá,

    Tive um acidente numa estrada em que haviam 2 faixas de rodagem na mesma direção, e separador central e 2 em sentido inverso, quando circulava pela direita, o individuo que estava a circular no mesmo sentido minha esquerda ao cortar o angulo numa pequena curva passou para a minha faixa e raspou no meu veiculo. Era um senhor com 75 anos, tem o mesmo seguro que eu, e o carro dele esta em nome da filha que é diretora de resseguro no seguro que ambos temos, ele negou que tenha passado para a minha faixa, o meu carro esta danificado apenas na parte de trás da lateral esquerda e o dele esta danificado ao longo do lado direito. Ainda não foi marcada a peritagem mas dado que ele insiste que não passou para a minha via e tem uma filha a trabalhar na companhia temo conhecer a conclusão. Não pretendo ficar calado se sentir que o resultado é injusto e pergunto se me podem indicar o que poderei fazer caso sinta injustiça na decisão da seguradora?
    Obrigado

  72. Olá boa tarde. Tive um acidente e fui. A culpada., ja envie a declaração para a minha seguradora só que, o seguro.vence daqui uns dias e como o meu carro Ficou muito caro o orçamento para o arranjo, não tenho intenção de renovar o seguro porque vou tentar vender o carro, a seguradora. Vai cobrir o carro do outro senhor que bati? Uma vez que foi dentro do prazo da seguradora

    • Michele

      Todo e qualquer sinistro ocorrido durante a vigência da apolice e desde que seja enquadrável na mesma, está coberto, mesmo que o sinistro ocorra no ultimo dia do seguro e não o renove.

  73. Boa Tarde Caro PM,

    Vivo na R. Abel Botelho, perto da estrada de Benfica (Lisboa). Na madrugada do dia 16/Mar. por volta da 1 da manhã, uma carrinha

    amarela Opel Combo, na mesma rua de sentido único, ao fazer marcha atrás para estacionar do lado direito, dada a falta de

    visibilidade em virtude da carrinha ser tapada na parte de trás, foi embater na lateral/porta/fechadura no meu carro (peugeot

    206 HDI) que se encontrava corretamente estacionado. Após o sucedido, o condutor meteu-se em fuga.

    Existe uma testemunha (vizinha) que áquela hora ouviu o barulho do embate e abriu de imediato a janela e quando olhou identificou as características da carrinha em fuga (amarela, com escadas no tejadilho e logotipo NOS de prestação de serviços). Na amanhã seguinte, quando me deparei com a situação, a parte do lado direito estava batida para dentro com claros riscos/vestigios de tinta amarela.

    Mais tarde, através duma terceira pessoa (dono de oficina de reparações) vim a saber que existía uma testemunha que tinha

    ouvido/visto a carrinha em fuga e confirmei a história com a minha vizinha. Foi-me transmitido que a carrinha era duma pessoa

    que vivia há pouco tempo na rua. No final do dia, encontrei a carrinha na rua e tirei de imediato evidências, em caso de poderem ser eliminadas. Confirmava-se chapa batida no canto lateral esquerdo.

    Dirigi-me à casa do sujeito e não abriu. Mais tarde voltei e já não voltei a vêr a

    carrinha nesse dia. Mas voltei à casa e procurei resolver a questão com a declaração amigável pois já tinha os dados da apólice

    e sabia que estava segurado pela Tranquilidade. Após insistir várias vezes (5 min.) o sujeito brasileiro abriu-me a porta, eu

    comuniquei a situação e rápidamente começou a desconversar e a dizer que não sabia de nada e que tinha de perguntar se tinha

    sido outra pessoa que vivia com ele. Além de ser mal educado remeteu de imediato para a polícia e tenho a certeza que pelo comportamento foi esta pessoa / ou sabia que foi outra pessoa que usou o veículo em nome deste sujeito.

    De segida, dirigi-me ao Posto de Polícia da Alta de Lisboa para fazer ocorrência, mas informaram-me que 1º não estava

    presente o escriturário, 2º se quisesse mesmo fazer para me dirigir a outra esquadra, 3º teria que arcar como os custos/papeis,

    4º visto não haver vítimas, não ter sido na altura, haver testemunha, e já não se justificar a peritagem, que seria preferível

    recorrer diretamente aos Seguros.

    Foi o que fiz. Na manhã seguinte enviei Declaração preenchida com todos os dados disponíveis para o Seguro dele| Tranquilidade e meu| Fidelidade, Fotos com evidências com fita métrica a comprovar o local de embate dos 2 veículos, e da prória Rua/localização.

    Na volta, foi-me comunicado que o processo fora criado temporáriamente ao abrigo do sistema CIDS. Na mesma semana o perito da Tranquilidade entrou em contato comigo e fez as peritagens e falou com a testemunha. Entretanto o perito da Fidelidade também, e o processo encontra-se em negociação, tendo a Tranquilidade proposto à Fidelidade retirar o processo do Sitema CIDS porque o seu segurado não assume a responsabilidade. Como felismente não tenho antecedentes nenhuns deste tipo de situaçãões e sempre fui cumpridor, a Fidelidade está a analizar o caso, mas tenho indicação que querem que a Tranquilidade assuma ao abrigo do sistema CIDS.

    Encontro-me neste empasse que me ultrapassa, e queria saber a sua análise com base nestes pressupostos, e caso a Traquilidade não assuma ao abrigo do sistema CIDS, como devo proceder a seguir?

  74. Boa tarde,

    É possível uma pessoa por má-fé ( e para arranjar batidelas antigas), acusar um terceiro de sinistro, sem ter havido sinistro?
    O que fazer neste caso? Assumindo que o carro que supostamente bateu não tem danos, e não há qualquer prova ou testemunhas do sinistro, o que pode acontecer?
    É tão fácil assim lixar outra pessoa, sem culpa nenhuma?
    Obg

  75. jose samuel ferreira

    Bom dia!
    Há uns dias atrás tive um acidente o qual passo a relatar:
    Estava eu parado num Stop com uns 20 centímetros fora para ver se vinha alguma viatura, quando de repente passa-me uma viatura em velocidade e embate-me na frente e faz alguns estragos essa estrada a velocidade está marcada 40 Km e é recta.(não tenho testemunhas) porque foi numa hora de muito transito e tiramos as viaturas dos locais para não haver transtornos no transito.Os estragos que tinha na outra viatura não poderia ter sido a minha porque era evidente, Um (Renault Clio) de 1989 salvo erro que é material mais forte do que o meu (Seat Leon de 2006) o senhor não quis declaração amigável,mas como era da mesma seguradora entreguei a minha declaração como foi o acidente e pediram-me para um perito tirar fotos ao meu carro o qual aconteceu e foi feito orçamento. foi entregue na seguradora e disseram-me para esperar alguns dias que depois receberia a resposta se eu era o culpado ou não. recebi a carta a dizer que iam indemnizar terceiros porque fui culpado. Mas eu estava parado. A outra viatura deve ter um valor comercial de uns 300€ ou 400€ nem mais. Penso que a seguradora preferiu indemnizar a 2ª viatura poque lhes saia mais em conta. O que devo fazer?
    Cumprimentos
    Samuel Ferreira

    • Caro Samuel

      A não ser que haja testemunhas do acidente, o senhor é responsável porque não respeitou o STOP mesmo não sendo moralmente culpado.
      A culpa moral não existe nos seguros. Só com os factos provados é que as seguradoras tomam posições. O facto é que o Samuel estava numa estrada com STOP e de cedência de prioridade.
      Se o outro condutor ia com excesso de velocidade, tal terá que ser provado.

      • jose samuel ferreira

        Bom dia!
        Agradeço o vosso comentário e assim fiquei esclarecido
        Cumprimentos
        Samuel Ferreira

  76. Boa noite Pedro,

    Estive envolvido num acidente e gostaria de pedir a sua ajuda. Ora, o que se passou foi o seguinte: ao tentar fazer uma inversão de marcha, e depois de me aperceber que não o conseguiria fazer, tentei naturalmente recuar para seguir em frente. Porém, ao accionar a marcha atrás, o veículo que estava atrás de mim fe-lo também tendo embatido no veículo que circulava atrás de si.

    Tendo em conta que eu não bati em ninguém, terei eu culpa do acidente?

    Obrigado desde já.

    Cumprimentos,
    João Pedro

  77. Boa tarde Dr. Pedro Monteiro,
    Tive um acidente automóvel, o condutor do veiculo nao assinou a participaçao, chamei as autoridades, contudo a companhia e Seguros Mapfre ( companhia do Terceiro) solicita o auto. Tenho que pagar o auto, no final sou reembolsado pelo o auto caso se verifique que nao tenho responsabilidade no acidente?

  78. Boa tarde,

    No dia 22/12 bateram no carro da minha esposa, na porta. Pareceu-nos uma coisa leve, no entanto preencheram a DAA mas ficamos de ver o custo do arranjo antes de entregar a participação e combinarmos depois. Só agora é que verifiquei junto de algumas oficinas e todas dizem que face ao sitio onde bateu a porta necessita de ser substituida. A outra condutora, assumidamente culpada, agora diz que como demoramos mais de 8 dias a DAA já não tem valor e que não se responsabiliza por esse arranj grande. A DAA que ficou em meu poder nem sequer está assinada, dado que ela ficou com o original e unica copia que está preenchida atras…a nossa não está preenchida atras nem assinada. Que devo fazer?

    Obrigado!

  79. Bom dia,

    hoje de manhã ao chegar ao carro reparei que tinha a parte do farol riscada e um pouco para dentro, por tanto uma pequena amolgadela com risco de um carro preto. Penso que a batida não foi feita no parque de casa e sim noutro dia e não tenha reparado. Como devo proceder nesta situação? preencher uma declaração amigável sem saber quem realmente bateu no carro? obrigado

  80. Boa noite!

    Hoje, infelizmente, no meio de uma fila de trânsito bati levemente no carro da frente por mera distracção. O condutor do carro lesado saiu logo, mas eu nem tive tempo de sair para pedir desculpa, assinar a declaração, etc… porque ele voltou para trás, entrou no carro e foi-se embora. Mal ele arrancou eu percebi que o carro dele não tinha nada (nem o meu!) mas de qualquer forma achei aquela atitude muito estranha. Quem é o lesado que se vai embora sem querer no mínimo o nome, preenchimento da declaração amigável etc…?

    Nunca me tinha acontecido nada assim, aliás nem nunca bati antes, mas continuo na dúvida se não me vai aparecer a ocorrência por correio ou algo do género… preferia que tivesse falado comigo na hora, mas dado o trânsito infernal se calhar preferiu ir embora. Que situação mais estranha! 😥

  81. Boa tarde!

    no dia 07fev estava parado num semáforo e bateram-me na parte de trás do carro, o mesmo fico com o vidro partido e devido ao sistema eléctrico as portas não fecham, e tem a traseira toda metida para dentro. no dia 09Fev desloquei me a centro Liberty para deixar a viatura conforme seguradora, no dia 11Fev a viatura foi peritada e ficou “peritagem condicionada”, no dia 12fev o serviço foi entregue a um gabinete externo de peritos, segundo a gestora da seguradora, e até a data (24fev), nem processo encerrado e nem a peritagem passou a definitiva e nem viatura de substituição, sabe me dizer os timings corretos para eu puder reclamar junto da seguradora.
    tudo isto porque o outro condutor não apresentou participação, tinha alcool.
    as autoridades estiveram presentes, e não fizemos declaração amigavel.

  82. Boa tarde,

    No passado sia 31/01 tive um acidente. Para quem conhece, eu seguia da Rua dos Anjos e pretendia virar à esquerda em direcção à Avenida Almirante Reis. O “meu” semáforo estava verde pelo que procedi à manobra. Quando estava já a meio do cruzamento reparo que um carro que deveria estar parado no semáforo vermelho (sentido Praça do Chile -> Martim Moniz) vinha na minha direcção. O condutor estava completamente distraído a mexer no telemóvel. Ainda apitei, tal como outros carros mas o senhor só reparou quando bateu no meu carro (tendo ainda a lata de dizer que o sinal estava verde). Tenho os dados de 4 testemunhas que declaram que de facto o senhor passou o sinal vermelho. Como o senhor era de nacionalidade chinesa percebia menos do assunto do que eu, de tal forma que não quis preencher a Declaração Amigável e a polícia de transito foi chamada. Na segunda-feira dirigi-me a uma agência da minha companhia de seguros e expliquei a situação.
    Gostaria de saber se:
    – sou eu que devo levantar o relatório da policia?
    – quanto tempo +- vai demorar?
    – tenho também de fazer queixa na outra companhia de seguros?
    Já foi feita uma peritagem, e sexta será realizada outra (é necessário desmontar não sei bem o quê). Tenho de esperar este tempo todo sem direito a um veículo de substituição? Já estou farta de ligar para a Fidelidade e eles dizem que tenho de aguardar…

    Obrigado!

  83. Caro Pedro Monteiro,

    A minha esposa despistou-se no passado dia 22 de Janeiro ficando o carro impossibilitado de circular e, tendo seguro de danos próprios, accionei o seguro. O carro foi a peritagem, que se encontra condicionada, numa oficina convencionada. Enquanto decorrem essas formalidades pedi a minha companhia um veículo de substituição. Responderam-me que não tinha direito a tal mas sim a um valor diário por privação de uso (25 Euros) mas que por ter o veículo numa oficina convencionada poderia usufruir de um carro de substituição se prescindisse do valor diário por privação de uso, mas só durante o processo de reparação. Perguntei a minha companhia se receberia o valor da privação de uso pelos restantes dias (do dia do acidente até a cedencia do veiculo de cortesia) e responderam-me que não! Ao abdicar abdico da totalidade. Será mesmo assim?

    Desde já obrigado pela atenção dispensada.
    Cumprimentos. Manuel M.

  84. Caro Pedro,

    No passado fim-de-semana estacionei o carro em frente à moradia dos meus cunhados, na Charneca da Caparica.

    Pouco tempo depois, fomos alertados por uma condutora que seguia na via que um outro carro havia abalroado o meu veículo, riscando-o de uma ponta à outra, e pulverizando o retrovisor esquerdo.

    O carro que embateu no meu colocou-se em fuga, não dando tempo à condutora/testemunha para anotar a matrícula.

    Não tendo seguro contra todos os riscos, há alguma forma de amenizar os gastos ou imputar responsabilidades?

    Obrigado

  85. Boa tarde

    Hoje ao sair do estacionamento de uma praceta a minha esposa e um carro que saia do outro lado da faixa de rodagem bateram. A traseira do outro carro bateu na porta do condutor da minha viatura.

    O outro carro (Land Rover) apenas partiu o farol traseiro do lado esquerdo enquanto que a minha carrinha ficou com a porta metida para dentro assim como o espelho do condutor partido.

    Ninguem se quis declarar como culpado e inicialmente a condutora do outro veiculo ficou demasiadamente agressiva recusando linearmente culpa e a inventar que tinha testemunhas pelo que se chamou a policia.

    Entretanto e após ligar para a minha mediadora de seguros informou-me que nestas situações costuma ser 50/50.

    Em conversa com o pai da outra condutora comentavamos que eventualente, e dependendo dos custos de reparação da minha carrinha podia ser mais “facil” para ambos não participarmos pois o agravamento podia ser pior do que a compostura.

    O que acha ?

  86. Caro Pedro Monteiro,

    Gostaria de solicitar a sua opinião relativamente à seguinte situação.

    No dia 14 de Janeiro de 2015 estive envolvido num sinistro automóvel (colisão com outro veículo) do qual resultaram apenas danos materiais. O condutor do outro veículo assumiu-se como culpado (desrespeito por sinal de cedência de passagem) aquando do preenchimento da declaração amigável. Não foram reunidas testemunhas nem estabelecido qualquer auto policial.

    A comunicação à minha seguradora é realizada no mesmo dia sendo que a peritagem ocorreu no dia 19 de Janeiro de 2015.

    No dia 22 de Janeiro de 2015 é-me comunicado pela minha seguradora (num curto texto) que a companhia de seguros do outro interveniente não aceita a regularização através da convenção IDS e que, não sendo possível dar continuidade ao processo, a devo contactar diretamente. Face ao exposto possuo duas questões:

    1) Julgo que a informação que consta da comunicação é manifestamente insuficiente já que desconheço por inteiro qual a motivação da recusa de regularização e quais os meus direitos perante a situação. Como proceder?

    2) Instintivamente, considerei ativar a proteção jurídica (incluída na apólice em causa) mas verifiquei que esta só pode ser ativada quando “…o montante dos danos a indemnizar seja superior a duas vezes o salário minimo nacional…” (o que não é o caso). Face ao disposto no artigo 21 da Apólice Uniforme do Seguro Obrigatório de Responsabilidade Civil Automóvel não estarei perante a negação de um direito consignado?

    Obrigado pelo seu inestimável tempo e parabéns pelo excelente fórum.

    Cumprimentos
    — Joaquim Matos

    • Caro Joaquim Matos

      Peço desculpa por não ter respondido em devido tempo.
      Segue resposta:

      1 – Nesta situação deve reclamar os danos da sua viatura à seguradora do outro condutor.
      2 – Não serviria de nada accionar a protecção juridica sem o processo estar encerrado.

    • Boa tarde Sr. Joaquim Matos
      A protecção jurídica é uma das cláusulas facultativas do contrato de seguro. Destina-se a cobrir os custos de advogado que represente os interesses do segurado, bem como as despesas correntes de um processo judicial ou administrativo.
      O contrato de seguro deve descriminar, mediante cláusulas especiais inseridas no contrato, quais as coberturas e limites desta protecção, podendo ou não estar limitado a valores e à própria escolha de advogado, de acordo com um conjunto de circunstâncias que se ligam às restantes cláusulas do seu contrato.
      Por forma a lhe poder ajuizar da eventual ilegalidade da cláusula a que se refere, solicitava me remetesse, via email (adogados@ribeiroteixeira.pt) as cláusulas integrais do seu seguro.
      Se a cláusula foi contrária à lei, poderá prevalecer-se dela em seu favor.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  87. Caro Pedro

    Para evitar colisão com outra viatura que invadiu a minha faixa de rodagem (seguia no mesmo sentido)e não respeitou o traço contínuo entrei e despiste e rebentei o pneu dianteiro direito contra o lancil do passeio. Após preenchimento das declarações amigáveis todo o processo decorreu com normalidade, sendo eu terceiro lesado. No entanto o relatório de peritagem apenas contempla a substituição do pneu rebentado, em vez de substituir o par dianteiro(os pneus rodaram 26000km). No meu entender não ficam repostas as condições de circulação do veículo anteriores ao acidente uma vez que o mesmo ficará com condições de atrito/tração diferenciadas no mesmo eixo, quando tal não se verificava. Esta proposta da seguradora é normal ou tenho interesse em reclamar o 2º pneu? Obrigado

  88. Boa tarde! Tive um acidente no dia 31 dezembro 2014,andava na fila de tránsito quando um jipe bateu na traseira do meu carro, quando saímos de carro, o dono do jipe deixou o carro dele a trabalhar, telefonou para alguém e fugiu na direção da retunda que estava a 200 metros a nossa frente, nos chamamos a GNR, eles tomaram conta da ocorrência. Participamos ao seguro e já foi feita a peritagem, mas não deram ordem de reparação, agora não sei como vai ser resolvido, visto que não preenchemos a declaração amigável, o que podemos fazer neste caso?

    • Tatiana

      a ordem de reparação definitiva ainda não foi dada porque o processo não estará fechado. Reclamou na seguradora do Jipe certo?
      Esta seguradora deve ter enviado uma carta ao tomador do seguro do Jipe para que este envie a descrição dos factos. Há um prazo de oito dias úteis para responder. Fidno esse prazo, a seguradora tomará a decisão com base nos elementos disponiveis.
      Recomendo que, se ainda não o fez, levante o auto de ocorrencia na GNR, pague o Auto e apresente essa despesa à seguradora para ser ressarcida. Duvido que a seguradora o vá levantar porque quem tem que fazer prova numa reclamação é o lesado.

      • Boa noite Pedro, obrigada pela resposta, vou aguardar pelo resultado, na companhia de seguros disseram que vão levantar o auto na GNR, espero que a ordem de reparação não vai demorar muito a chegar 🙂

  89. Boa tarde, gostaria que me esclaresse do seguinte;
    Hoje de manhã ao tentar sair da minha casa, do portão que dá acesso à via pública estava estacionado um veículo cujo os proprietários estavam a colocar miúdos pela porta de trás esquerda, ao qual me vi obrigada a esperar até que colocassem os miúdos, quando verifiquei que já estavam dentro esperei mais um pouco. Após verificar que não se mexiam comecei a manobra, até que um deles segurou na porta sem fechar e está bateu no meu veículo. Fizemos a declaração amigável e chamamos a guarda que fez os levantamentos dos autos. A que salientar que tirei fotografias e que o carro estava a ocupar metade da via pública.
    Pergunta quem é o culpado? E será que as seguradoras vão entender se, ou vão descartar se por negligência do condutor de porta aberta para via pública impedindo com esta a passagem?
    Obrigada
    Sandra

  90. Boa noite. Tive um acidente e o outro condutor foi o culpado. Mandei fazer peritagem e enviaram ordem de reparação. Meu seguro é da zurich, o outro fidelidade, fiz uma declaração na companhia em como pretendo receber o valor da peritagem e não pretendo reparar a viatura e a companhia fidelidade disse me por telefone que não paga a lesados. Como posso fazer para receber, visto querer trocar de carro??? É que é uma situação complicada… A zurich nas condições diz que paga. E a zurich é que é a minha companhia. Obrigada. Espero que me possam ajudar.

    • Cara Leonor

      Se vai trocar de viatura, aconselho a que repare a mesma. Caso contrário o valor de retoma irá ser mais baixo. Bastante mais.
      Se, mesmo assim, quiser receber o valor, terá que expor o pedido por escrito à Fidelidade.

      • Bom dia Sr Pedro, eu fiz exatamente isso. Fiz uma declaração em como quero prescindir da reparação, poispretendo receber o valor é agora recebi uma carta deles em que diz que não me dão o dinheiro e alegam o n.1 do art. 566 do código civil. Que posso eu alegar??? É que realmente prefiro vender assim. Ajude-me Pedro. Obrigado.

        • Cara Leonor

          O nº 1 do artigo 566 diz:
          1. A indemnização é fixada em dinheiro, sempre que a reconstituição natural não seja possível, não repare integralmente os danos ou seja excessivamente onerosa para o devedor.

          http://bdjur.almedina.net/citem.php?field=item_id&value=971046

          É melhor reparar a viatura. Sorry 🙂

          • Sr Pedro eu mandei reparar a viatura antes da ordem de reparação ser dada, pois a referida viatura eu já vendi. Neste caso como me posso defender e receber o dinheiro que gastei a arranjar o carro?? Visto que eles já não tem que arranjar??

          • Caro João Paulino

            Pelo que eu percebi da sua exposição anterior, arranjou a viatura após a peritagem e antes de obter a ordem de reparação definitiva.
            Numa situação destas, e tendo em conta que pagou directamente à oficina há duas hipoteses:

            – pedir à oficina para lhe devolver o dinheiro pago menos eventuais franquias
            – Contactar a seguradora para que emita o cheque em seu nome depois de pedir à oficina que devolva à seguradora a ordem de pagamento emitida pela seguradora à oficina.

  91. Luís Filipe Ferreira

    Exmo Pedro Monteiro

    No dia 11 de Novembro,seguia na Av. Prof. Mário Silva em direção a Coimbra na via de trânsito mais à direita, conforme se deve circular segundo o código da estrada, a determinada altura existiu a necessidade de ultrapassar uma viatura que circulava à minha frente a velocidade mais reduzida, então procedi com a manobra de ultrapassagem, executando o “pisca”, verifiquei pelos espelhos que não estava a ser ultrapassado e verifiquei que à minha retaguarda, na via da esquerda e bastante longe vinha uma viatura, então mudei de via para a via mais à esquerda iniciando a ultrapassagem. Quando já tinha feito cerca de 50% da ultrapassagem, ou seja, já ia a par com a viatura que pretendia ultrapassar, verifiquei pelo espelho retrovisor que a viatura que seguia à minha retaguarda vinha demasiado próximo e a demasiada velocidade, posto isto segundos depois essa viatura embateu-me na traseira da viatura que eu conduzia.

    Depois do embate e porque circulava numa via de muito trânsito tanto eu como o outro condutor retirámos as viaturas para o lado mais à direita dessa via. Posteriormente (3 horas depois) a PSP tomou conta da ocorrência elaborando o respecivo auto.

    Esta é a descrição do acidente sobre o qual a companhia de seguros Generali declinou qualquer responsabilidade pelo que contestei essa tomada de posição, não achando a mesma justa e correta, nomeadamente nos artigos do código da estrada que invocam. além disso, o nº 1 do Artigo 38º do código da estrada não se pode aplicar, bastando para isso verificar as alegações do condutor dessa viatura, o mesmo alega no Auto de Ocorrência que quando passava por mim, eu repentinamente ocupei a via onde ele circulava, ora vejamos, se eu fizesse o que ele descreve quem iria bater em quem, seria eu com a viatura que conduzia na lateral da outra viatura e isso não aconteceu, o que aconteceu foi a outra viatura embater na traseira da viatura que eu conduzia, quando eu já iria prestes a terminar uma ultrapassagem.O condutor da outra viatué que viria desatento e quando se apercebeu já seria tarde embatendo assim na viatura que eu conduzia.
    Perante o exposto gostaria de obter a sua análise e opinião, já que estou na dsposição de recorrer ao “CIMPAS” porque estou ciente de que não sou culpado no acidente que era perfeitamente evitado caso o outro condutor tivesse cumprido com as regras do código de estrada previstas para uma condução adequada/ponderada.

    Caso julgue necessário para ajudar na sua análise poderei enviar para o seu e-mail os documentos que necessitar.

    O meu obrigado pela atenção dispensada e aceite os meus melhores cumprimentos.

    Luís Ferreira

    • Caro Luis Ferreira

      Recorra ao CIMPAS para resolução deste litigio, caso a seguradora não tenha aceite a sua reclamação. O que interessa são os factos que podem ser provados. O “diz que disse” não serve.
      Há testemunhas? Apresente-as.

  92. Boa tarde,
    a minha esposa teve um acidente e apenas soube do sucedido 2 dias depois, e entretando não participei logo à minha seguradora, hoje após ler varios artigos deparo-me que o limite para o efeito é de 8 dias consecutivos.
    A culpa do acidente é da minha esposa, e provocou danos em outro veículo.
    Preenchemos a DAAA.
    Será que a seguradora pode não continuar o processo por este não ter sido participado a tempo?

    Cumprimentos,
    Carlos

  93. Boa tarde Exmo Sr Pesro Monteiro, na passada segunda feira eu ia a passar lentamente pelo local de trabalho da minha namorada, o qual e uma tua com estrada sem estacionamentos, a qual tem uma rua/estrada perpendicular q. Entretanto por espanto meu sou surpreendido por uma senhora que ao efectuar a ultrapassagem virou logo para a direita para entrar na suposta rua, acção tal que fez com que embatesse com a porta de tras e jante do lado direito no meu veículo, deixando o danificado quando só riscou a jante e porta do proprio jipe.
    Agindo de boa fé conforme estava desanimado com.o acontecimento acreditei na palavra da senhora que se demonstrou com bastante pressa, combinamos no dia a seguir efectuar o preenchimento da declaração amigavel acontece hoje que a mesma após ter entrado em contacto com a senhora a mesma me diz que nao quer preencher o documento em conjunto comigo.
    Ora posto isto educadamente tentei chamar a senhora à razão a qual se recusou, e desanimado desisti e cordealmente terminei a chamada. Isto passado uma hora liga me o marido da senhora a dizer que se quer encontrar comigo para preencher a declaração amigavel, mas que não se dá como culpado e sugeriu de forma rude que eu é que me deveria dar como culpado por ter batido por trás no jipe da esposa e que tenho 24horas para lhe contactar a combinar um local para o preenchimento do documento.
    Ora se a senhora ao ultrapassar me, cortou me a trajectoria ao virar rapidamente para entrar na rua a direita e nao consegui travar a tempo sem lhe embater de lado na porta de trás, e a mesma saiu logo depois a me ter dado o seu contacto e.anotado a minha matricula, como me posso defender se recebi a ameaca de que irao accionar o seguro contra todos que têm na sua viatura e eu, o lesado, nao me recordo a 100% da matricula do jipe da senhora?(e ao estar tao preocupado com o estrago na minha viatura nao tirei fotos ao local do acidente até porque a senhora saiu logo de seguida por verificar que o jipe nao estava de todo danificado, so com a jante e a porta riscados). A
    Desde já agradeço imenso a sua ajuda.
    Muito obrigado, os meus cumprimentos.

    Ps: tenho apenas seguro contra terceiros mas sempre em dia

    • Caro David

      Como não se lembra da matricula do outro interveniente (não é nada bom não ter tomado nota), o melhor é esperar que este efectue reclamação à sua seguradora e aí terá os dados do mesmo e reclama à seguradora do outro interveniente.

      Não ajuda nada não ter tirado fotos, também.
      Há testemunhas? apresente-as.

  94. Caro Pedro Monteiro,

    Queria pedir-lhe ajuda para saber como abordar uma situação que me ocorreu recentemente.

    No passado mês de Outubro, estacionei o carro numa descida mas o carro ficou mal travado e, depois de eu sair, acabou por destravar e embater sozinho numa outra viatura que estava estacionada sensivelmente 12 metros abaixo. Esta viatura ainda deu um toque no carro que estava imediatamente à frente.

    Na altura, tirei fotografias e contactei os proprietários das outras viaturas. No caso do terceiro carro, o proprietário disse que não pretendia qualquer arranjo (ficou com um riscos muito pouco visíveis) e no caso do carro em que o meu embateu, solicitámos a um mecânico para aferir os danos dos carros.

    Uma vez que o orçamento desse mecânico para os danos do carro em que embati foi entre 70 e 80 euros, propus à proprietária do carro o pagamento directo de 100 euros e ela ficou de pensar no assunto.

    Dias depois, ela contactou-me a dizer que o porta bagagens tinha ficado a fechar mal e queria renegociar o valor. Eu, como não acreditei na história dela e como já estava a ficar farto da história, decidi accionar o seguro contra todos que detenho, preenchemos uma declaração amigável que ela assinou e entreguei-a na seguradora.

    Qual é o meu espanto quanto ligo para a seguradora e eles informam-me que o relatório da peritagem indicava que o arranjo do carro dela ficou a 1100 euros. De acordo com a técnica da seguradora, a peritagem informou que seria necessário substituir os dois para-choques, o radiador e mais umas pequenas peças. Adicionalmente, fui informado de que ela indicou que o carro tinha ficado sem circular por causa deste embate (algo que eu sei que é falso).

    Não sei que implicações terá este valor avultado no acréscimo do meu prémio (em comparação a um arranjo de 100 euros) mas estou em crer que houve aqui um “arranjinho” entre a proprietária e o perito ou presenciei simplesmente uma aldrabice. Como acha que devo abordar o tema? Poderei requerer uma reapreciação da peritagem agora que o carro dela já está arranjado?

    Agradeço a atenção,
    Filipe Rocha

  95. No passado dia 18/11 ao vir proveniente de uma perpendicular da Nacional 10, paro no stop, verifico que posso atravessar a nacional, para continuar essa rua. Atravesso a nacional e quando já fora da nacional 10, sou abalroada por uma viatura que vem de uma rua oblíqua à nacional 10 que tem um sinal cedência de passagem, este veículo tem como objectivo entrar na nacional 10 e para fazê-lo não respeita o seu cruzamento de acesso à mesma, e foi atravessar a rua que eu estava a circular para entrar na Nacional 10.

    Na minha declaração na parte em que se descreve o acidente menciono esta informação: a outra viatura ao entrar nacional 10 não respeita o seu cruzamento de acesso à mesma, e foi atravessar a rua em que eu estava a circular para entrar na Nacional 10 sendo a minha viatura abalroada nesse momento. Esta viatura tem um sinal de perda de prioridade para entrar na nacional 10. A minha seguradora da-me razão e passa a responsabilidade para a outra seguradora. Quando hoje a outra seguradora informa-me que não tenho razão porque não respeitei o Stop.

    A minha dúvida é ate onde estou sobre a perda de prioridade do Stop, até entrar na nacional ou mesmo depois de passar a nacional continuo sobre a alçada do Stop?

    Se a minha explicação não for explícita eu tenho uma espécie de maqueta do Google maps para exemplificar.

    Agradeço desde já a atenção dispensada.

    Cumprimentos
    Ana Dinis

    • Cara Ana

      Na minha opinião, se já estava dentro da nacional quando a outra viatura lhe bateu, já não estará sob a alçada do stop.
      Mas eu não lhe posso ajudar muito porque teria que ter todos os dados do processo e como compreenderá, não tenho essa disponibilidade de tempo. O meu tempo está destinado aos meus clientes.

  96. conceição santos

    Um condutor perdeu o controle de um automóvel e chocou contra um muro, deitando-o a baixo e fugiu, deixando a matricula dentro do quintal. Após ida á PSP verificou-se que a pessoa em questão não tem seguro em vigor.
    A quem reclamar esta situação’

  97. bom dia!No dia 13/11 quando ia a efectuar uma ultrapassagem a um camiao apanhei oleo na estrada e como estava a chuvar entrei em despiste para além de ir a 40km/h nao consegui controlar a minha viatura.Há alguma entidade a quem eu possa pedir responsabilidades?

  98. Bom dia! No passado dia 8 de novembro uma carrinha diz Jumbo (distribuição) embateu por trás no meu veículo quando eu me encontrava parada numa cedência de passagem. A minha culpa é 0%. Contactei de imediato ambas as seguradoras e já foi feita uma peritagem por um perito da congénere. Acontece que o processo foi dado como condicional e a seguradora do culpado refere que deve se ao facto do condutor que me bateu ainda não ter entregue a sua DAAA. Quando tento falar com o condutor diz que entregou o papel na empresa e não me faculta qualquer contacto ou informação de um superior. Supostamente não tem apenas 8 dias úteis para entregar a DAAA à sua seguradora? Quantos dias tenho eu de esperar para a congénere me resolver o problema? Não tenho carro há quase 15 dias sem ter tido culpa absolutamente nenhuma.
    Cumprimentos
    Obrigada

    • Cara Ana

      A seguradora enviou carta ao outro envolvido a dar um prazo de 8 dias para entregar a DAAA.
      Caso este não o faça, a congénere decidirá com base nos elementos disponiveis
      Entretanto, junte todas as despesas que teve pelo facto de ter ficado privada de viatura. Inclusivé, pode alugar uma viatura de substituição junto de um rent-a-car e a congénere, apos assumir as responsabilidades, terá que assumir essas despesas.

  99. Boa tarde
    Em Setembro tive um acidente contra um trator com atrelado carregado de lenha que circulava sem iluminação numa zona também sem iluminação. Quando o vi ainda tentei desviar-me mas não consegui.
    O meu carro foi dado como perda total.
    Agora a seguradora diz que sou o responsável pois não respeitei a distancia de segurança.
    Não concordo com esta decisão pois o trator circulava sem iluminação nenhuma e duvido que até refletores tivesse.
    O que devo fazer? Terei ou não razão para reclamar?
    P.S. A seguradora é a mesma.

    • Caro Ricardo

      Tem testemunhas do acidente? Há auto de ocorrência?
      O facto que pode ser provado é que o Ricardo bateu numa viatura que ia à sua frente.

      • Peço desculpa só estar a responder agora, mas estava a ver no que isto dava pois nestes últimos meses tenho recebido várias cartas da seguradora. Sim existe auto da ocorrência que a única coisa que mencionava era que a zona do embate não estava iluminada. Foi-me atribuída culpa por não respeitar a distancia mínima para parar a viatura com segurança. Como tive acesso ao Auto posteriormente reparei que surge uma testemunha apresentada pelo outro condutor. Após a primeira decisão desfavorável reclamei e apresentei uma testemunha que nem sequer foi ouvida pois mantiveram a decisão apoiada na testemunha do auto que diz que entre a altura do embate passaram dois carros sem sinistro algum mas nunca mencionaram a falta de iluminação do trator o certo é que á minha frente não circulava veiculo algum.
        Disseram-me que o meu próximo passo seria recorrer ao apoio jurídico??? Será assim? Outro dado, na altura o averiguador do seguro quando falou comigo disse-me que já tinha falado com o outro sinistrado e ele disse que vinha com iluminação mas ele (averiguador) não acreditava muito pois o atrelado do trator era muito velho.

  100. Bom dia Drº Pedro Monteiro

    a dias alguém me bateu na carrinha que tinha estacionada em frente a minha casa, e me partiu o espelho do lado do condutor
    ouve uma pessoa que viu a situação, mas como viu o condutor da outra carrinha a sair da mesma e a ir em direcção da minha e deixar um papel no meu vidro pensou essa pessoa que iria deixar os dados do mesmo o tal não se veio a verificar o papel estava em branco, mas por sorte e pessoa que viu o acidente tirou a matricula só por acaso que entretanto me a deu, ficando eu no prejudico pergunto eu posso fazer participação ao seguro tendo só a matricula do carro do outro condutor???

    Obrigado

  101. Boa Tarde

    Tive um acidente de bicicleta com um trator.Em virtude, de ele se dar como culpado, ingénuamente, não chamei a policia. Quando apresentei as despesas de hospital, medicamentos e arranjo da bicicleta, o sujeito disse que não era culpado e que não paga as despesas. Tenho uma testemunha do acidente. Que posso fazer?

  102. Uma declaração amigável só tem valor se for assinada pelos dois condutores?
    Hoje um perito diz que pode haver uma declaração amigável sem conhecimento de um dos condutores.
    Será possível?
    Muito obrigado

    • Sim José António
      Perfeitamente possível. Imagine que o outro interveniente não aceita preencher a declaração amigável. O senhor pode preencher com os dados disponíveis que tiver (tem que ter a matrícula pelo meio e a partir daí é fácil junto do mediador obter os dados) e reclama à seguradora do outro interveniente

  103. Boa sr.Pedro

    bem a minha situaçao e a seguinte, tenho seguro contra danos proprios.. dia 19-9-2014 tive um acidente com a minha viatura, despistei me e bati num tunel nao envolvendo feridos nem outros veiculos, chamei a policia para ficar registado e preenchi a declaraçao amigavel que entreguei dia 22-9.. dia 25 que foi o dia da peritagem fui informado que o arranjo era superior ao do veiculo que o mesmo ia ser dado como salvado.. dia 9-10-2014 recebi uma carta com os valores e no fim dizia que o processo ainda estava em intruçao.. sabe me dizer qual sera o prazo maximo para me resolverem a situaçao e me pagarem? estou a achar muito tempo para resolver uma coisa tao simples..

    Cumprimentos
    Rafael garcia

  104. Caro Pedro

    Se possível agradecia esclarecimento/opinião acerca duma situação.

    No passado dia 13-10-2014, estive envolvido num acidente automovel do qual não tive culpa, o outro veículo não respeitou um sinal STOP e bateu no meu carro.

    A peritagem foi efectuada no concessionário da marca do meu carro (oficina por mim escolhida) e o perito referiu no relatório que o período de reparação é de 2 dias.

    Solicitei a viatura de substituição que julgo ter direito, uma vez que o meu carro se encontra impossibilitado de circular. Até aqui tudo correu bem!

    Hoje 16-10-2014, fui informado pela oficina que só poderiam dar início á reparação do meu carro no próximo dia 29-10-2014, informei a minha companhia de seguros desta situação, uma vez que só me alugaram a viatura de substituição por 2 dias, para procederem ao aluguer pelos dias de imobilização do meu carro. Foi-me dito que tal não seria possível, pois a viatura de substituição apenas é disponibilizada pelo período de reparação. Será que é mesmo assim??? Eu não tenho culpa no acidente e vou ficar impossibilitado de desenvolver a minha actividade normal?!?! Refiro que por motivos profissionais faço uma utilização intensiva do meu carro (o carro é novo, ainda não tem 1ano, e já conta com cerca de 40.000km)!!! A quem me devo dirigir para poder resolver este assunto???

    Grato pela atenção dispensada.

    Rui M.

    • Boa tarde Rui

      A responsabilidade é da oficina, porque foi acordado entre o perito e a oficina dois dias de reparação.
      A seguradora nunca se responsabiliza por falta de peças e por atrasos da oficina.
      Em último caso e pelo facto de eventualmente não haver peças, pode reclamar por escrito junto da seguradora do terceiro com conhecimento da sua e exigir que paguem todas as despesas suportadas pelo facto de ter ficado privado da viatura. Para tal deve munir-se de documentos comprovativos das despesas em seu nome.

  105. Boa tarde,
    ao abrir a porta do meu carro num estacionamento, e devido ao vento forte, a mesma embateu na porta do carro ao lado, provocando uma pequena amassadela.
    O seguro contra todos cobre este tipo de ocorrência?

    Obrigado.

  106. Estimado Dr. Pedro,

    Vi-me envolvido no dia 2 de Outubro num pequeno acidente de viação que se transformou num problema grande. O condutor dum camião não reparou que eu estava ao seu lado e embateu na minha viatura tendo entrado na minha via. Danificou o meu carro. O mesmo deu-se como culpado mas por os camionistas nem sempre serem fáceis e eu nunca ter tido acidentes em Portugal optei por chamar a policia agindo de boa fé para que tudo ficasse registado em benefício das partes. Qual não foi o meu espanto quando descobri que a viatura da minha empresa não tinha o seguro em dia por esquecimento de renovação. (Se tivesse sido intencional obviamente nunca teria chamado a polícia). O camionista tinha 0,85 de alcohol. A mim apreenderam-me logo os documentos da viatura e não posso circular com a mesma apesar do camionista se ter dado como culpado.
    Ontem após uma eterna e inaceitável espera de 3.5 hora no IMTT de Setúbal sem condições quer para os utentes quer para os funcionário que lá trabalham, fui informado que quem tem falta de seguro passa sempre a ser culpado mesmo que não o seja o que me parece ilógico e contra os direitos do individuo consagrado na constituição. Além do mais preciso duma declaração da empresa do camionista que causou o acidente a prescindir de qualquer indeminização da minha empresa além do camião não ter sofrido qualquer dano para levantar a apreensão da viatura que eu conduzia. Agora mediante o auto da polícia o IMTT irá decidir se a minha viatura terá que ir à inspeção B após reparado. Foram 500 Euros de coima por falta de seguro, a inspeção se for necessária mais 100 Euros e a reparação da minha viatura acima dos 900 Euros. A coima aceito pelo esquecimento involuntário que qualquer humano pode ter, até porque se forem ver o histórico sempre tive o seguro da viatura sem interrupções, aceitaria estes custos se eu tivesse causado o acidente mas não causei e a outra pessoa até se deu como culpada perante a policia.
    É verdade que quem (mesmo por lapso) não tem seguro passa logo a ser culpado? Quem age de má fé não tem a iniciativa de chamar a polícia, isso por si só diz a verdade!
    Nunca mais, seja em que situação for chamo as autoridades. Concluí que as autoridades em Portugal não são para ajudar as vítimas mas para sempre que possível irem contra as vítimas porque o sistema o exige. Seja a bem ou a mal é preferível as partes se entenderem e chegarem a um consenso nem que para isso tenham que partilhar a culpa mesmo que um claramente não tenha sido culpado. O agravamento do prémio do seguro nunca é um grande estrago e vale tudo!

    • Boa tarde,

      Um veículo para o qual não existe contratado seguro de responsabilidade civil pode ser apreendido e o seu proprietário pode ter de pagar uma coima.
      Em caso de acidente, o condutor ou proprietário do veículo podem ser responsabilizados pelo pagamento das indemnizações devidas aos lesados.
      Isso não significa contudo que passe a ser automaticamente culpado do sinistro. Significa apenas que, se fosse o culpado pelo sinistro sem ter seguro, o Fundo de Garantia Automóvel pagaria os danos e depois pedia-lhe o reembolso a si pessoalmente (neste caso à sua empresa).
      Assim sendo, se não foi o culpado pelo sinistro, continua a ter os mesmos direitos que teria mesmo sem ter seguro.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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  107. Bom dia
    No dia 28 de Agosto deste ano num parque de estacionamento uma senhora embateu na minha viatura e eu nem o motor do automóvel tinha ligado, a senhora assumiu logo a culpa mas não assinamos nada, passado isto nunca mais me atendeu as chamadas, participei ao meu seguro o sinistro.
    Quando o perito veio averiguar a outra senhora assumiu não se mostrou muito disponível em colaborar, assumiu tudo verbalmente mas não quis assinar nada, mas perante os factos e as fotos dos carros danificados, o perito deduziu que a outra senhora era culpada em 100%.
    Passado uns dias recebo uma carta da minha seguradora a dizer que a responsabilidade era 50% de cada condutora porque ambas executávamos manobras perigosas, um absurdo visto que eu nem o motor do automóvel tinha ligado, reclamei de imediato dizendo isso mesmo, passado nem uma semana tornei a receber a mesma decisão só que com uma motivo diferente “em caso de dúvida a culpa ė de ambas as condutoras”. Tornei a minha seguradara e eles dizem que não é possível outra decisão porque a senhora não quer assinar nada, não participando assim do sinistro. Eu quero saber se perante todas as provas, fotos do local onde ela me embateu e fotos do carro dela danificado também, o testemunho do perito e o meu depoimento, não há nada a fazer?
    Obrigado

    • Boa tarde,

      Eis o nosso ponto de vista:
      Face a tanta indecisão aparente das seguradoras, 1 coisa é certa: ambas reconhecem que o sinistro ocorreu entre as pessoas em questão, e nas circunstâncias documentadas.
      A ultima comunicação remetida pela sua Seguradora terá de ser fundamentada em todos os pontos invocados no seu pedido, para que possa, querendo, reclamar os seus direitos (não há sequer possibilidades de discórdia quando a informação não “chega” ao lado de cá).
      Não concordando com a decisão da Seguradora deverá compilar todos os elementos que tem na sua posse, exigir reavaliação da responsabilidade por banda da seguradora e aguardar resposta final;
      Caso a resposta se mantenha, restar-lhe-á recorrer às vias judiciais para provar a responsabilidade da contraparte – todos os meios de prova que refere são legalmente admissíveis e deverão ser considerados.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

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  108. Bom Dia,

    Tenho uma questão. Eu tinha o carro estacionado em 2ª fila e ausentei-me para ir a uma loja. Seguidamente um carro do outro lado a estrada ao fazer marcha a trás veio embater na minha viatura e foi-se embora por achar que a minha viatura não tinha danos. Quando cheguei ao pé da minha viatura tinha testemunhas e a matricula da condutora. Fui fazer o auto da ocorrência a PSP não chamando a mesma ao local mas indo directamente as instalações deles. O caso já está resolvido e a outra condutora foi dada como culpada. Agora recebo uma carta da PSP para pagar uma multa do 30€ devido a estar estacionado em 2ª fila.. ora se eles nem foram ao local como pode haver lugar a multa? será devido ao auto de ocorrência? Será que isto pode ser feito..

    Obrigado,

    Gonçalo Ribeiro

    • Boa tarde,

      Qualquer autoridade ou agente de autoridade que presencie ou tenha noticia, por denuncia ou conhecimento próprio, de contra-ordenação deve levantar auto de noticia. Ou seja, a autoridade pode ter conhecimento da infração porque a presenciou ou porque teve noticia da sua pratica. De qualquer das formas, a actuação é legal.

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  109. boa noite sr pedro pode me explicar o que segnifica 50-50 ambos sao culpados e os valores da reparaçao como sao pagos : na totalidade a um e outro, serao pagos 50 do valor da reparaçao ou cada um assume o seu prejuiso

  110. Ola Boa Tarde, gostaria se me puder ajudar! Estive envolvido num acidente dentro de uma Bomba de Gasolina a pessoa que bateu no meu carro estava a atestar o carro no memento em vou passando ao lado do carro do endividuo ele avançou com o carro e bateu no meu lado direito mesmo no meio do meu carro amolgando a porta do passageiro toda!
    Onde eu passava era uma passagem normal onde dava para ir para a boma de encher o pneu!

    Neste caso quem deve assumir as culpas??

    Obrigado

    Parabéns pelo seu Site!

  111. Boa tarde,

    Pretendia informações de como agir no caso que detalho abaixo:
    Estacionei o carro num parque de estacionamento coberto da EMEL.
    Durante o tempo que lá esteve, alguém bateu-me no carro e não deixou qualquer contato.
    Tenho a frente do carro riscada.
    Falei com o responsável do parque e embora tenham cameras de vigilancia, as imagens estão sobre protecção de dados. Poderá ser pedido se fizer participação à PSP.
    Dirigi-me à PSP – Direcção Transito e apresentei a queixei, mas fui informado que uma vez que não houve vitimas, o juiz não pede imagens para se poder identificar o culpado.
    De que forma posso apresentar o meu caso à seguradora de forma a ser ressarcido dos prejuizos?
    Obrigado

  112. Uma viatura da Estado (isenta de seguro) está estacionada num parque de estacionamento exterior de um supermercado. O condutor verifica se vem alguém apeado ou alguma viatura e não havendo nenhum impedimento inicia a manobra de marcha-atrás. Ao sair lentamente do lugar, o condutor sente a viatura estremecer, pára e sai do veiculo. Mais á frente encontra-se uma viatura ligeira parada com a lateral direita danificada devido à bola de reboque da viatura do estado. Esta viatura apenas tem seguro contra terceiros. Não preencheram as declarações amigáveis e a PSP foi chamada.Nestes casos quem é que paga os estragos, sendo um parque de estacionamento privado? 50/50, ou 100% para a viatura do estado que estava a fazer a manobra? Obrigado

  113. Quando me aproximava da passadeira uma senhora atravessa em corrida e quando vê carro para e dei-lhe com o retrovisor direito pelo que ela caiu e partiu uma lente que lhe provocou um corte e levou segundo informação 5 pontos. Quando chega o carro da PSP e não sabia quem era o condutor de imediato me acusei. Não havia ninguém na altura quando se deu o acidente. Logo chegou uma irmã dela e foram para o hospital. Estive sempre em contacto com a irmã que. Me sossegou dizendo que fez vários exames e não tinha nada partido apenas aquela lesão e ia para casa. No dia seguinte contatei o marido e fiz a participação ao seguro. Tenho seguro danos próprios e nunca tive nenhum acidente e não fui culpada, pois vinha com pouca velocidade dentro dos 40 porque vinha duma curva e a passadeira fica a poucos metros e ela atirou-se no momento em que chegava a passadeira não vi a participação por parte do marido. Isto foi em Janeiro deste ano. Há cerca de dois meses recebi a multa por atropelar na passadeira e paguei. Há 15 dias fui notificada para ir a polícia prestar declarações. Irei no início de Outubro. Telefonei ao meu agente solicitando esclarecimentos e diz-me que ela meteu advogado e pede indemnização, mas o seguro nada me informou, apenas me enviou no início de fevereiro dizendo quSe assumiam por ter sido na passadeira. Talvez , no mês de Fevereiro, quando fui a um café junto de casa, um senhor dirigiu-se e procurou-me como.estava a situação. Eu respondi que tudo correu bem que foi uma situação simples. Ele disse que viu porque ia a passar e se fosse necessário que podia ficar com o nome dele eu disse que estava tudo bem pois nunca as ditas pessoas me contactaram. De qualquer forma fiquei com a morada desse senhor mas nunca acrescentei pois não havia necessidade. Terei que ver se a encontro, pois já passou algum tempo. Preciso saber o que tenho de fazer uma vez que o seguro nada me diz e está informação foi dada pele agente.

    • Boa tarde Sr.ª Deolinda

      Terá de distinguir 2 situações, que são muito distintas: os danos provocados pelo acidente (que a seguradora assumiu), e a apreciação de eventual responsabilidade criminal de sua parte – crime de condução perigosa de veículo rodoviário, punível com pena de prisão até 3 anos ou com pena de multa.

      Como entenderá, a parte criminal é para já a mais preocupante. Deverá informar o agente ou oficial de justiça que a inquira acerca dos factos, contando a sua versão do acidente, e dar a morada do senhor que referiu, que eles próprios se ocupam de identificar a pessoa e chamá-la para ser ouvida.

      Quanto a eventual pedido de indemnização que a lesada deduza no processo crime, não terá colhimento caso a sua seguradora já tenha coberto os danos sofridos, pelo que nesta parte a preocupação não será nenhuma.

      Cumprimentos
      Ribeiro Teixeira – Advogados
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  114. Bom dia Caro Pedro Monteiro,
    Venho por este meio pedir a sua opiniao em relação a um acidente de viação onde a minha viatura (taxi) esta envolvida. No passado dia 28/08/14 vinha o meu piloto a circular na 2ºcircular na faixa de rodagem mais a direita, quando o taxi da frente parou devido a postura de um condutor que vinha na faixa mais a esquerda ao querer entrar na faixa da direita. O taxi da frente parou, o meu também e a viatura que vinha de traz um citroen embateu no meu taxi, e por sua vez outra viatura de marca fiat embateu no citroen e empurrou tudo contra o 1º taxi. Esta situação originou um choque em cadeia com feridos. Tenho uma testemunha que testemunhou a nosso favor dizendo as companhias de seguro envolvidas que o meu taxi estava parado. As companhias tanto do Citroen como a do Fiat dao-se como culpados, mas ate agora nada escrito tudo de “boca” e deram o meu taxi como perda Total ambas. O perito da Companhia de Seguros da citroen quiz que eu assina-se uma Acta de acordo em que me ofereceu o valor salvado de 4.575eur, valor comercial 18.500eur e no fim apresentou-me 15.000eur + o carro. E diz que nao vai mais alem disso. Algo que nao concordei, pois sendo este veiculo um Taxi, alguem teria de me pagar a Paralização, custos de mudança de um taximetro de um carro para o outro, selagem de Taximetro, pinturas no novo carro , central radio, etc… Informou-me pessoalmente que nao pagava mais nada, pois deu como perda total no dia 9/9. Quando a mim nunca ninguem me informou por escrito em nada. O que devo agora fazer amigo Pedro ? Sei que a antral tem um Protocolo com as companhias de Seguro que informa que as companhias tem de chegar a acordo num prazo de 30 dias e que em 60dias eu tenho de resolver em por outro carro a trabalhar, e que as despesas de instalacao/etc sao por conta da companhia culpada…ate a data de hoje ainda ninguem se deu por culpado em escrito quando o sinistro foi participado no dia seguinte util. Obrigado pela sua atenção.
    Com os melhores cumprimentos,
    Francisco Ramos

    • Boa tarde Sr. Francisco

      De acordo com as normas legais aplicáveis, todas as comunicações da seguradora devem ser efectuadas por escrito ou por outro meio de que fique registo duradouro. Deverá remeter comunicação escrita à seguradora a exigir que lhe respondam também por escrito.

      No que se refere aos danos e à sua quantificação, a lei ordena que a seguradora repare todos os danos efectivamente verificados, independentemente do valor venal da viatura. Ou seja, o que releva são os seus danos concretos, pelo que se foi um taxi que perdeu, é um taxi que lhe deve ser pago, e não o valor de um qualquer veículo de uso particular. Tem assim direito a todos os custos associados à aquisição e preparação de uma viatura para a finalidade que usava a sua (tudo quanto mencionou constitui dano indemnizável).
      Infelizmente, é comum as seguradoras não respeitarem os prazos impostos, pese embora geralmente uma advertência escrita é suficiente para que o dossier seja apreciado mais rapidamente.

      O nosso conselho é que remeta carta a reivindicar todos os custos associados ao taxi (valor comercial proposto pela seguradora mais o valor de adaptação da viatura para taxi). Aproveite para, nessa mesma comunicação, exigir resposta escrita.

      Cumprimentos
      Ribeiro Teixeira – Advogados
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  115. Hoje vi-me envolvida num acidente,que passo a explicar: circulávamos ambos numa rotunda,sendo que eu fui a última a entrar,numa entrada posterior ao outro carro,e eu ia sair na saída imediatamente à minha entrada.A meio do meu percurso embatemos um no outro,sendo o meu carro projectado para o lancil,onde rebentou o pneu dianteiro do lado direito.Tanto o meu carro como o outro ficaram ambos com as laterais dianteiras amolgadas.Não me sinto culpada,acho que a culpa ali foi dos dois.O que deve fazer?

    • Cara Fernanda

      Preencheram declaração amigável e assinaram ambos os condutores? As seguradoras decidem.
      Se não o fizeram e se entender que não tem culpa no acidente, reclame à seguradora do outro envolvido.

  116. Boa noite,se me pudesse responder,gostaria de saber o que fazer se num acidente entre 2 viaturas, nao se fazer a declaraçao amigavel ,chamando a psp,um condutor entregar os dados á sua companhia e o outro que supostamente teve a culpa não entregar os dados á sua,a quem e como devo proceder? Obrigado.

    • O Ricardo deve reclamar na seguradora do terceiro. Esta envia uma carta ao respectivo segurado, dando sete dias uteis para enviar a participação. Caso não o faça, a seguradora definirá as responsabilidades com base nos elementos disponíveis.

  117. Caro Pedro Monteiro
    Queria questionar o seguinte frequento um ginásio
    que tem estacionamento pago.
    por sua vez o ginásio paga a outra empresa para ter esse espaço para os clientes estacionarem.
    Riscaram-me o carro no estacionamento pago por mim.poderei vir a pedir responsabilidades ao ginásio ou a empresa gestora do estacionamento

  118. -Boa tarde Sr. Pedro Monteiro,
    -Na semana passada, Quando me encontrava a circular em uma rua estreita, verifiquei que vinha na minha direção um veiculo de mercadorias. Procurei uma escapatoria, e imobilizei a minha viatura.
    -Ao aproximar-se a outra viatura, questionei o condutor se conseguia passar, ao que o mesmo acenou afirmativamente com a cabeça.
    -Este conseguiu passar, mas na fase final, ainda embateu o guarda lamas traseiro na minha lateral esquerda traseira.
    -Este não assumiu as responsabilidades, pelo que solicitamos a comparencia das autoridades.
    -Como com a minha viatura estava imobilizada, e o dano resultou de uma falha de calculo do outro condutor, gostaria de saber se poderei ter problemas.
    -Tenho algumas fotos da situação.
    Obrigado

  119. Bom dia Sr. Pedro Monteiro

    A minha questão é, tive um acidente de bicicleta no passado 2/9/2014. Infelizmente nao tinha seguro na bicicleta e no croqui da policia dá a entender que a culpa foi minha, quando na qual eu transitava numa via municipal sem sinalização, sendo o condutor a ocupar a minha via tentei-me desviar para lado contrário da minha faixa para nao embater de frente contra o veículo. Por sua vez ao me tentar desviar o condutor veio embater em mim. Neste momento o condutor diz que sou culpada do acidente apresentado-me uma conta do concerto do carro. O condutor limitou-se e colocar o veiculo na oficina e nao acionou o auto do acidente à sua asseguradora. Que devo fazer? O que esta a meu favor e a favor dele?

    Desde ja agradeço toda a atençao dispensada.
    Maria.

  120. Boa tarde Sr. Pedro Monteiro,

    Há 2 fins de semana, em viagem pela zona de Cabo Espichel, circulo numa localidade próxima ( Zambujal ) e à minha frente circulava uma srª. Eu não ía depressa, talvez, sim, não fosse a respeitar a distância de segurança.
    O que aconteceu foi o seguinte: Seguíamos caminho tranquilamente ( eu e a condutora da frente ), quando a condutora da frente decide parar já a meio de uma passadeira ( porque avistou um peão no passeio, deduziu que este quereria atravessar e apesar de já circular em cima da passadeira, decidiu parar o carro ). E eu, desprevenida, vi-me forçada a travar a fundo, mas bati no carro da condutora da frente. Não houve danos visíveis, nem no meu carro nem do dela. Inclusivamente o peão foi ver e também disse logo que não havia nem 1 risco no carro da srª da frente ( com o meu não me preocupo, mas também não tinha nada ).
    Bom, assim que se deu a colisão ( que foi mais um “encosto” ), a srª da frente sai da sua viatura e dirige-se à minha janela a falar extremamente alto, a ser grosseira e a alegar que eu “estava a olhar para o lado”… Eu optei por nem sequer lhe responder, porque foi a 1ª vez que tive um “acidente” e, inclusivamente, ía com uma criança ao meu lado e fiquei extremamente nervosa com a postura da srª. Não tive sequer oportunidade de lhe sugerir uma declaração amigável porque esta ligou imediatamente para a GNR, que se dirigiu ao local e seguiu o protocolo. Não fiquei com dados nenhuns da srª, nem com a matrícula sequer ( uma vez que a GNR tomou conta da ocorrência, nem me preocupei com isso ).
    Entretanto, passado pouco mais de uma semana, a minha seguradora pede-me para preencher uma declaração amigável ( que ainda vou preencher ).

    A minha questão é a seguinte, sendo absolutamente leiga nestes casos…:
    1º Vou ter de pagar alguma coisa por todo este incidente?
    2º Vou ter de pagar alguma multa?
    3º Uma vez que a condutora da frente parou de repente e a meio de uma passadeira, será multada por isso ( não ouvi a GNR falar-lhe nisso, na altura, nem sei se foi )? É que se não for, eu acho que está mal. Independentemente de eu lhe ter batido no carro, ela cometeu uma infracção, 1º ter parado repentinamente e 2º ter parado sem ser em segurança a meio de uma passadeira quando o peão ainda nem sequer estava a atravessar, quando a atitude mais prudente teria sido seguir caminho e eu, sim, parar para o peão atravessar.

    N.B.: Peço desculpa pela possível confusão.

    Cumprimentos,
    Cláudia Loureiro

    • Boa tarde Cláudia

      Como não respeitou a distancia de segurança face à viatura da frente, a Cláudia é responsável pelo acidente.
      Não teve danos na sua viatura, portanto não terá custos porque a sua seguradora irá assumir os danos na outra viatura
      Muito menos haverá multa a pagar.
      Quanto a possíveis infracções e correspondente multas da condutora da frente, é com a GNR. Moralmente pelo que descreve, a culpada é a outra condutora, mas nos seguros não há culpa moral.

  121. Caro Pedro Monteiro,

    Muito agradecia a sua opinião na seguinte situação:
    O meu carro encontrava-se estacionado quando um veículo de matrícula espanhola que circulava nessa rua fez marcha atrás e embateu no meu carro. Eu e mais 2 pessoas assistimos, no entanto, apesar disto o veículo espanhol fugiu (mas conseguimos ver a matrícula).
    Fui de imediato à esquadra da polícia e fiz a participação de acidente, com descrição do veículo espanhol e respectiva matrícula.
    A seguir, remeti a participação à minha seguradora, junto com o modelo de declaração amigável (que me disseram para fazer).
    O meu seguro é contra terceiros, pelo que a minha seguradora diz não assumir nada.
    Há alguma forma de conseguir saber através da matrícula espanhola qual a seguradora do mesmo?
    Há mais algum mecanismo que possa accionar, tendo em conta que o veículo que embateu é espanhol?

    Muito obrigada pela atenção dispensada.

    Melhores cumprimentos
    Filipa

  122. Bom dia Pedro,

    A minha duvida é a seguinte: tenho um carro da empresa e na semana passada quando sai do trabalho encontrei o carro riscado e amolado na traseira, possivelmente devido a alguem que saiu ou entrou para o lugar ao lado do meu carro. Estava estacionado num estacionamento publico. Comuniquei o sucedido ao responsavel da empresa e agora o seguro pede-me para preencher uma declaracao de acidente automovel. Como é que eu descrevo o sucedido uma vez que nao me encontrava presente quando tal aconteceu? Nao sei horas exatas porque o carro esteve das 9h as 18h no estacionamento. Estou a viver no luxemburgo e a empresa é luxemburguesa mas gostava ao menos de perceber primeiro em portugues como tenho k proceder. O seguro ja viu foto da carro e ja disse que assume a reparacao mas nao sei bem como preencher a declaracao. Obrigado 🙂

    Catia Guardado

  123. Caro Sr. Pedro Monteiro
    Num estacionamento privado (pertencente à Empresa onde trabalho e sem acesso ao público em geral) ao arrancar com o meu carro dei um toque num carro estacionado, de um colega.
    Obviamente que a culpa do incidente foi minha.
    O meu seguro é “contra terceiros”.
    A minha pergunta é:
    O meu seguro cobre os estragos no automóvel do meu colega tendo em atenção as características do local (estacionamento privado)
    Obrigado pela sua atenção
    Catarina

  124. Isabel Nascimento

    Exmo. Sr. Pedro Monteiro,

    Gostaria de saber o que fazer pois ontem pela primeira vez tive um acidente, em 24 anos de condução….confesso que foi um choque. Vinha para o trabalho era cerca da 8:40 da manhã e depois de um tempinho atrás de um motorizada que vinha bastante devagar cerca de 20, 25 Km./ hora, esperei pelo local onde sabia que podia ultrapassar, pois tinha no pavimento as setas que permitem fazer a referida ultrapassagem e assim iniciei a ultrapassagem com o respetivo pisca da esquerda….sei saber como a motorizada encosta-se para o meu lado bate-me junto do capot próximo do espelho retrovisor do lado direito perdendo o controlo seguindo depois tipo em linha reta contra o muro em terra, subindo-o e caindo, tendo ficando ferido numa mão e num pé. Chamei de imediato o 112 e a GNR. Não fizemos a Declaração amigável de Seguro pois o senhor seguiu para o hospital e apenas a GNR tomou conta da ocorrência e me informou para participar o acidente a minha companhia de seguros e deu-me os dados do senhor.
    Ainda não o fiz. Que acha que devo fazer? o senhor continua internado, pois estalou o pé e foi lhe colocado gesso e fraturou um elo da coluna e precisa usar colete….quem paga as despesas do hospital? Aciono o meu seguro? Estou preocupada…agradeço uma resposta.
    Obrigada.
    Isabel Nascimento

  125. Débora Claudia Reis

    Boa tarde,

    No passado mês dia 16 vi-me envolvida num acidente que ocorreu num cruzamento com semáforos. Eu arranquei quando ficou verde e outro condutor passou com o vermelho, provocando perda total do meu veículo e danos corporais em mim (o outro condutor só teve danos materiais). Foi chamada a PSP e eu apresentei 2 testemunhas que constam do auto. Posteriormente foi à seguradora do outro condutor, que não tinha participado e fiz eu a participação. Hoje fui informada pela minha seguradora que o outro condutor tinha feito recentemente uma participação do ocorrido e que até apresentava duas testemunhas (que não foram identificadas no local). É possível as seguradoras assumirem 50/50? O que devo fazer se tal ocorrer? Existe algum prazo legal para “apresentar” testemunhas? E os danos físicos como ficam?

    Obrigado desde já

  126. Boa tarde Srº Pedro,

    Solicito a sua ajuda para a seguinte questão. Visto estar de momento em Londres, caso tenha um acidente(culpada ou não)com a minha viatura com matrícula/seguro português, como devo proceder? Que documentação terei que preencher e a quem comunicar? Existem diferenças burocráticas relativamente a Portugal? Obrigada

  127. Boa tarde,ontem 02-08-2014 tive um acidente,na nacional 105,entrei em despiste devido a gasoleo na estrada,e bati num rail de protecçao,e fui bater com a traseira num tir,nao houve feridos,chamei de imediato G N R ,pedi a eles para vir bombeiros, para lavar a estrada,e chamei reboque pois a minha viatura ficou imobilizada,fizemos declaraçao amigavel a G N R tomou conta da ocorrencia,a minha pergunta e a seguinte,existe algum seguro que se possa acionar das estradas de portugal.

  128. Boa tarde!
    Gostaria que me esclarecesse, se possível.
    Estando 2 veículos num parque estacionados, lado a lado mas em sentido contrário. Um tem porta direita aberta ainda sem estar a trabalhar, o outro também tem a porta direita aberta e liga o motor, estando engatado deu um solavanco e destrói ambas as portas.
    Depois sai não querendo participar o acidente e arranja o carro.
    O que devo fazer?

  129. Boa tarde, necessito da sua ajuda para a seguinte situação:
    Hoje o meu cunhado (emigrante de Inglaterra com carro Ingles) foi a uma empresa de lavagem de carros em Almada, e o empregado bateu no pilar da oficina que raspou parachoques e mais alguns danos (raspou jante e paralamas).
    Chamaram o responsavel e o mesmo não apresenta qualquer seguro para cobrir os danos. Chamaram a policia que registou o sucedido e detectaram que o funcionario tem carta de condução brasileira sem habilitação para conduzir em Portugal. O que fazer perante uma situação destas? Trata-se de um caso crime?
    Deslocaram-se a uma oficina local e estimaram cerca de 1000€ de arranjo.
    Estão um desesperados e não sabem bem como proceder.
    Deverão solicitar tambem a intervenção da ASAE ?

    Quero deixar um especial agradecimento pelo seu trabalho em prol da comunidade.

  130. Boa noite.
    No dia 19 Junho tive um acidente nuns semáforos, passei no verde e um carro passando no vermelho embate com o meu.
    na altura o condutor do outro veiculo diz vir distraído e não saber em que sinal passou.de imediato tentei arranjar testemunhas conseguido apenas uma pois era uma hora morta e não havia mais ninguém.
    a testemunha encontrava-se parada no vermelho no sentido oposto ao do outro veiculo.
    mencionei a testemunha no auto da policia já o outro não tinha qualquer testemunha assim como não sabia qual sinal que tinha parado.
    ao outro dia na seguradora diz ter passado o verde,e foi também no dia após o acidente apresentar 2 testemunhas na policia. o meu carro foi para a sucata e agora a minha seguradora da como resultado 50/50 a já do outro diz que eu sou 100/ culpada. não sei como podem eles assumir resultado.
    Mas não aceito tal decisão .
    sei que passei no verde.
    o que devo fazer? contestar? accionar o apoio jurídico? ir directo para tribunal ou para CIMPAS?
    Obrigada

  131. Caro Pedro,

    Bateram-me no carro quando estacionado numa área de serviço e colocaram-se em fuga. Deixaram-me uma matrícula no vidro (provavelmente uma testemunha que não se quis envolver). O estacionamento não tem câmaras de vigilância. O que me aconselha a fazer?

    Obrigada pela sua ajuda.

  132. Boa tarde Dr Pedro
    bateram-me no carro no estacionamento dum C. Comercial, precisava ver as imagens das camaras, foi-me dito que devia ir à polícia fazer queixa, para ter acesso as imagens, mas só pode ser se houver crime, mas o carro ficou em danificado, estamos perante um crime de dano, pois o prejuízo é avultado, que posso fazer Agradeço a sua ajuda
    Maria Satos

    • Maria Santos

      Foi a polícia que informou que as imagens só podem ser requisitadas em caso de crime?
      É melhor recorrer a um advogado accionando a proteção jurídica do seu seguro automóvel.

  133. Boa tarde!

    Infelizmente, hoje nas portagens à saída de Alverca, na A1 Norte sentido Lisboa, estava um trânsito caótico e todos os carros no habitual pára-arranca. Como estava à entrada da A1, existiam várias vias de aceleração que se afunilavam para as três habituais. No entanto, tudo estava parado. Encontrava-me atrás de um carro, completamente parada à espera que este arrancasse, e quando ele o faz, aparece um camião do meu lado esquerdo e “varre” completamente a minha porta, espelho e protecção da roda. O sr. decidiu não assumir a culpa, justificando-se que eu estava a entrar na faixa dele.. É impossível, eu estava parada, e depois do acidente, as marcas no meu carro comprovam (penso eu) que eu estava direita, e fui abalroada de trás para a frente (tirei fotos para enviar para o seguro). Portanto, como não assinámos a declaração, a participação nas autoridades foi accionada, mas já sem grande efeito. A meu ver, as fotografias tiradas pelas autoridades, não retratam a realidade do momento, uma vez que eu estava bloqueada por vários carros, desde à minha frente e lado esquerdo e direito, e quando foram tiradas já só estava eu e o camião. (Já para não falar da multa de 60€ que ambos levámos por não termos colocado as viaturas na berma – pergunto-me como, uma vez que o trânsito era incrível e mais tarde a própria GNR teve que parar o trânsito para encostarmos). Fui ver a lei, e segundo o artigo 74º do código da estrada, os pesados são obrigados a circular nas duas vias mais à direita, o que também não aconteceu, e daí talvez, ele não me ter visto. O próprio condutor saiu e disse que não me viu. Preciso de ajuda, pelo menos de algum entendedor que me explique o que dizer na declaração amigável que irei enviar para a seguradora. Tenho as fotos que tirei ao carro, que demonstram que eu estava direita e que ele simplesmente me “varreu”. Se fosse como ele alega, a porta não deveria ter ficado toda para dentro?

    Muito obrigada!

  134. António Morais

    Boa tarde,

    encontrei este Blog quando procurava esclarecimento para a seguinte situação:

    A minha esposa ao desviar-se de uma carrinha de transporte de pão que fazia entregas e estava estacionada em segunda fila raspou com o carro dela no para-choques traseiro esquerdo da referida carrinha, uma coisa mínima pois apenas se nota um pequeno desgaste no plástico, prontificou-se de imediato a pagar a reparação numa oficina da nossa confiança ao que o proprietário da carrinha se recusou justificado-se que era um veiculo novo e que necessitava de outro para substituição, na oficina da marca pedem cerca de 400€ para resolver o problema dizendo que é impossível deixar o plástico como novo e por isso é necessário aplicar um para-choques novo. A minha questão é a seguinte quem é culpado? A rua é estreita embora pudessem passar carros com um veiculo a obstruir a via. Compensa fazer participação ao seguro? Desde já muito obrigado pela atenção dispensada.

  135. Olá Pedro,
    Em primeiro lugar gostaria de felicita-lo pelo blog que tem uma vasta informação útil e que já deve ter ajudado muito boa gente nos tempos que correm certamente.
    Gostaria de expor aqui um caso um pouco caricato que me ocorreu recentemente. Numa situação de um despiste na via publica em que o carro que circula na via pública embate na traseira de um carro estacionado que por sua vez provoca um choque em cadeia nos carros estacionados à frente deste. Quais serão as responsabilidades das seguradoras nesta situação. E no caso de haver perdas de veículos (valor de reparação >= valor comercial), quais serão os procedimentos com o objectivo de recuperar a(s) viatura(s) e solicitar o(s) veículo(s) de substituição à seguradora(s) responsável.
    Obrigado.

    Cumprimentos,
    André Martins

    • Boa tarde André

      Na circunstância descrita, a responsabilidade por todos os danos é do causador do acidente, porque a viatura, onde bateu, foi projectada contra as restantes.
      Quantos aos procedimentos referidos, não os vou mencionar porque basta seguir as indicações da seguradora. Ela informará por carta o valor da perda total e dará as devidas instruções.

  136. Boa tarde,
    Bati com o meu carro na minha garagem, tenho seguro contra danos próprios e estava a pensar pagar a franquia e accionar o seguro para poder reparar os danos do carro. Gostava de saber, como o acidente foi num local privado, se a asseguradora pode recusar a pagar os danos mesmo eu pagando a franquia. Obrigada

  137. Boa noite,

    Antes de mais, mt parabens pelo blog, estou certo que ja ajudou muita gente:)
    Gostaria tambem que me pudesse dar a sua opinião sobre o seguinte:
    Bateram-me no meu carro e colocaram-se em fuga ( por sorte consegui a matricula),faz amanha 2meses. Chamei as autoridades ao local para efetuarem o respetivo auto, no dia util seguinte fui fazer participação á minha seguradora, passado umas 2semanas recebo uma carta da minha seguradora ( fidelidade), a dizer q nao obtiveram resposta da outra companhia ( AIG ), e que nao era possivel a resoluçao pelo ids, dizendo para ser eu a reclamar os prejuízos na outra companhia. Assim fiz, enviei reclamação por mail para a outra companhia, nao obtive resposta, passado 1 semana voltei a enviar mail, responderam-me passado mais 1 semana depois do segundo mail para marcar peritagem e o nome do gestor atribuido á minha reclamação. Enviei logo de seguida mail com data e local da peritagem que era passados 2 dias, nao obtive resposta ao mail, no dia que eu tinha marcado para a peritagem liguei para lá e ficou marcado a peritagem para o dia seguinte, e assim foi. Deixei passar mais uma semana apos a peritagem e voltei a enviar mail para a AIG a pedir ponto de situação ao qual me responderam que se encontrava em fase final de instrução. Voltei a deixar passar mais uma semana e enviei novamente mail, a questionar novamente e a pedir urgencia, pois ja estou lesado a mt tempo, nunca mais obtive resposta da parte deles. Passadas cerca de mais 2 semanas recebo uma carta deles a dizer que nao se responsabilizam, que eu tenho de fazer prova da culpa do cliente deles…! No primeiro mail até lhes enviei o numero do auto da psp. Tenho de ser eu a ir levantar o auto para lhes enviar…? Ja estou mt chateado com isto que já dura a 2 meses, e a minha seguradora nunca ajudou…! Eles não podem ser penalizados por nao terem cumprido os prazos com a reclamação? A minha seguradora eta obrigada a fazer peritagem ao outro veiculo? Vou enviar reclamação ao isp e pedir apoio juridico na seguradora, é o correto?
    Obrigado desde ja pela ajuda.
    Cuntinuação de um bom trabalho

  138. Helena Marcelino

    Boa noite.

    Ontem à noite o meu marido estive envolvido num acidente que passo a explicar: Estávamos a sair de uma bomba de gasolina para a estrada nacional. Parou e verificou se vinham veículos a transitar. Dentro faixa de rodagem e berma da EN estava um veiculo (A) parado, obstruindo a visibilidade. Desta forma, não dando para ver se vinham veículos nessa mesma faixa, o meu marido avançou com precaução,devagar, de forma a ter ângulo de visão para seguir. No mesmo momento surge um veiculo (B) que, ao ultrapassar o veiculo A, veio embater na frente do do meu marido. Precisávamos muito do seu parecer uma vez que não nos parece esclarecido que a culpa possa ser inteiramente da nossa responsabilidade, uma vez que, estava um veiculo parado a obstruir a visibilidade na faixa de rodagem. Chamámos a GNR a qual identificou o condutor desse veiculo (A).Poderá, de alguma forma poderá ser responsabilizado? Ou por outro lado, a nível de seguradora, poderá servir de atenuante? Muito obrigada desde já pela disponibilidade.

    • Boa tarde Helena

      A responsabilidade do acidente deverá ser imputada ao seu marido porque saía de um local particular.
      Moralmente não é culpado, mas a culpa moral não existe nos seguros.
      Descreva e envie fotos de todas as circunstâncias do acidente para a seguradora.

  139. Bom dia Dr. Pedro Monteiro,
    Agradeço desde já uma opinião que me permita resolver a seguinte situação:
    Estacionei o meu veículo num parque fechado e pago.
    Passado algum tempo, ao chegar junto do mesmo verifiquei que estava danificado na parte frontal e lateral esquerda.
    Fui ter com o responsável das camaras de vigilância do parque, no sentido de obter dados sobre a ocorrência, nomeadamente possíveis imagens ou filmagem de outro carro a “bater” no meu.
    O referido segurança visionou as imagens recolhidas pelas camaras e informou-me que conseguiu identificar a viatura que provocou danos na minha.
    Mais informou que não me podia fornecer quaisquer dados ( matrícula, modelo e côr do carro, etc. ), relativos à viatura em causa.
    Indicou-me que deveria fazer uma Participação à PSP.
    Assim procedi e a PSP deslocou-se ao local tendo notificado o referido segurança para a preservação das imagens.
    Passados alguns dias fui à PSP pedir cópias da “Participação de Acidente”.
    As mesmas foram-me entregues mediante o respectivo pagamento.
    Imagine-se que paguei 14,00€ por cada folha A4.
    Qual o meu espanto quando me deparo com a informação constante nos laudos que me foram entregues, dado que nos mesmos não consta qualquer dado relativo à viatura que provocou os já mencionados estragos no meu carro.
    Assim sendo, como posso indagar quem quer que seja, participar de quem quer que seja, intentar uma acção a quem quer que seja, ou mesmo participar a ocorrência a uma Seguradora?
    Para que servem as imagens?
    Depois da Participação a PSP não tem acesso às referidas imagens para, posteriormente, fornecer dados ao lesado no sentido de resolver a situação pelos meios que achar por convenientes e não ser prejudicado por pessoas que demonstram total falta de civismo e honestidade?
    Gostaria de obter qualquer informação por parte do Sr. Doutor, no sentido de poder desbloquear a presente situação.
    Obrigado

  140. Boa tarde
    Apos um acidente quanto tempo pode demorar a oficina a reparar o veiculo?
    Danos minimos. So otica e parachoques
    Muito Obrigada

  141. Boa tarde, hoje bateram-me no carro. Eu estava a circular numa rua cheia de carros, com um so sentido, quando uma carrinha a sair de marcha atrás de um estacionamento, embateu na minha viatura. O sujeito nem se mexeu e quando questionado encolheu os ombros e nao fez nada. Nao assinamos nada e so fiquei com a matrícula do carro dele. posso fazer queixa na psp?
    Atenciosamente
    sandra

  142. boa tarde!
    tive uma acidente a 3 meses em que tinha 4 carros envolvidos, ja fiz reclamação mandaram a carta a declinar a responsabilidade, são doois carros que vinha atraz do meu bateram e de seguida o do meio bateu no meu, quero acionar a proteção jurídica so que~me falat auto policial ja liguei para seguradora do meu carro disseram que não tem esse documento, liguei para os seguros dos dois carro que vinham atraz do meu eles tem, so que eu preciso de uma cópia. foi la na policia aquilo custa 90euros. a minha pergunta é tem que ser eu a levantar auto policial? obrigada

  143. Rafael F C Braz

    Boa noite, Sr. Pedro.

    No mes de Fevereiro deste ano, meu veiculo foi atingido por um assegurado Alianz e foi detectado perda total. Foi enviado a lista de doc e acontece que o recibo de meu veiculo foi extraviado e eles estao enrolando para dar um parecer do que pode ser feito.

    Desde já agradeço.

  144. Boa tarde baterem m por traz quando estava parado num semafaro segunda dia 12..na terça fui entregar a daaa como não me disserem nada liguei na sexta dia 16 e fui informado que o meu processo ainda n tinha dado entrada e para voltar a ligar na segunda:sad: quanto tempo devo ficar a espera para mandarem peritar o meu carro?obrigado pela a resposta

  145. Joaquim Ricardo

    Boa Tarde,

    Tive um acidente e assumi a culpa. Preenchemos a DA e entregamos na companhia, por sinal a mesma, Direct. Como o meu carro só tinha o para-choques partido, falei com amigo meu que me arranjou um usado e mandei reparar. A minha questão é esta:
    -tenho alguma obrigação de informar a minha companhia, onde vou arranjar o meu carro, e mostrar quando estiver reparado, bem como as peças substituídas? Agradeço resposta o mais urgente possível. Obrigado

    • Boa tarde Joaquim

      Quem define a responsabilidade pelo acidente é sempre a seguradora. Nunca o segurado.
      A seguradora pode querer peritar a sua viatura.
      Se já recebeu a informação de que é o responsável pelo acidente, não precisa de fazer mais nada.

      • Joaquim Ricardo

        Boa Tarde,

        A questão é que no dia do acidente assumi logo a minha responsabilidade e mencionei isso na declaração amigável, pelo não estava à espera que a seguradora me reparasse o meu carro. Entretanto como só tinha o para-choques frontal partido pedi a um amigo que me arranjasse um usado e o substituísse. Infringi a lei em alguma situação? Tendo o plena certeza da minha culpa, era obrigado a esperar que a seguradora me desse ordem de arranjar o meu próprio carro, visto que a despesa da reparação era minha?

        • Caro Joaquim Ricardo

          Quem determina a responsabilidade no acidente são as seguradoras. Deve sempre aguardar pela peritagem da viatura.
          Se a seguradora assumiu a responsabilidade, então tem o problema resolvido.

  146. Olá, boa noite! Fui vítima de acidente no qual o veículo a minha frente deu marcha-a-re numa avenida e colidiu com meu veiculo que é de trabalho diário. Tentei um acordo sem necessitar chamar o seguro, pois ele alega ter seguro de terceiro, mas conheço a oficina no qual todas as seguradoras utilizam aqui no município, e sei que vai demorar muito para fazer todo o tramite. E acreditando que a seguradora nao fornecera carro reserva ou pagara pelos dias parados, eu tenho direito de escolher a oficina sendo a vitima? Pois desta forma posso agilizar o conserto e não me prejudicar na empresa que presto serviço. Grato pela informaçao. Carlos.

    • Carlos

      Dependendo da seguradora escolhida, tem liberdade de escolha da oficina. Contacte a mesma.
      Se não foi considerado responsável pelo acidente, pode apresentar todas as despesas efectuadas pelo facto de ter ficado privado da viatura. Despesas transporte, despesas de aluguer de viatura de substituição…

  147. Boa tarde Dr Pedro,
    No passado dia 7 de Janeiro uma viatura parada à minha frente engatou marcha atras, para dar passagem a uma viatura que vinha em sentido contrário (o local não permite a passagem de duas viaturas em simultâneo), embatendo contra a minha viatura. Saí do carro, verifiquei os estragos e só passado algum tempo, a condutora que embateu contra a minha viatura decidiu sair da sua viatura dizendo ” Afinal qual é o problema, risco a mais risco a menos, também tenho o meu carro com riscos.” Perante tal situação, não tive alternativa senão solicitar a intervenção da polícia de trânsito, a qual foi chamada por uma viatura da policia municipal que passava no momento. Perante a minha atitude, a outra condutora fez um telefonema, tendo sido instruída para contar a versão contrária à polícia, ou seja, que eu é que tinha embatido contra a sua viatura. Depois de desligar o telefone, a referida condutora, aos gritos deu conta da sua ameaça. Perante tal situação, e até porque as caracteristicas do terreno não o permitem, não desloquei o meu veiculo do local do acidente. Quando a policia de transito chegou, fui informada que seria multada por estar a impedir a circulação do trânsito (multa essa já recebida e da qual estou a preparar uma reclamação). Contudo, os referidos agentes, em vez de darem ordem de retirada imediata dos veículos do local, fizeram as medições, tendo-me justificado tal atitude com um simples “Já que aqui estão.” Os veículos foram posteriormente removidos para um local onde foram prestadas as declarações e preenchida a documentação que os agentes entregaram. No registo de ocorrência da outra condutora, tal como eu previra devido à sua atitude sem escrupulos, não assumiu a sua culpa, apenas dizendo que eu fora a culpada do acidente, tendo batido na traseira da sua viatura. No local do acidente, foi afirmado pelas condutoras a inexistência de testemunhas. Quando o perito da companhia de seguros me entrevistou disse-me que no auto da policia constava uma testemunha. Ora, perante tal declaração, só posso concluir que a dita testemunha foi indicada à posteriori, tendo o auto sido alterado, portanto. Já consultei vários documentos e legislação, e parece-me legitimo concluir que a alteração de um auto à posteriori é ilegal! Pergunto, pois, como devo agir, uma vez que já recebi a notificação da minha companhia de seguros, dizendo que sou culpada do acidente tendo em conta o tal depoimento testemunhal.
    Várias pessoas se juntaram no local do acidente, contudo, o meu estado de saúde no momento e, perante uma atitude tão vulgar por parte da outra condutora aguardei pela polícia de trânsito dentro do meu carro, não tendo sido capaz de reagir e solicitar o apoio de alguém presente que se disponibilizasse para testemunhar acerca da ameaça que me estava a ser feita.
    Grata pela atenção que me possa dispensar,aguardo a sua resposta.

    • Boa tarde Maria Vicente

      Consegue arranjar uma testemunha para contestar o acidente?
      Se sim, accione a protecção jurídica.
      Caso contrario, será melhor pedir aconselhamento jurídico, mas informe sempre a protecção juridica (seguradora) do sucedido.

      Se for da Zona do Porto, Maia, Matosinhos ou Gaia, posso recomendar um advogado.
      Envie mail privado para pedro.monteiro@accive.pt caso seja residente na zona norte para lhe enviar o contacto.

  148. Gonçalo de Sousa

    Boas,
    hoje no decorrer da tarde tive um incidente que considero de falta de civismo. Ia a circular na faixa central no eixo norte-sul sentido Lisboa-Almada quando pouco depois do viaduto Duarte Pacheco um veiculo que circulava na faixa da esquerda embate lateralmente no meu, pondo-se imediatamente em fuga sem que eu conseguisse retirar a matricula. Só tenho seguro contra terceiros, há alguma coisa que eu possa fazer?
    desde já agradeço a sua atenção.
    Gonçalo de Sousa

    • Caro Gonçalo

      Há testemunhas? Existem câmaras de vigilância na zona? Se sim, contacte as autoridades, pois com certeza que há imagens do acidente. Fixe o dia e a hora.

  149. Caro Pedro Monteiro,

    Estou com um problema em que consiste no seguinte:

    Tive um acidente em que estava parado a dar cedencia de passagem a um camião que circulava na minha via. Pois a via dele estava obstruída por 2 camiões estacionados em 2ª fila.

    O camião ao fazer a manobra não conseguiu perceber qual o fim da traseira da minha viatura e ao virar para a rua à direita riscou com o farolim na traseira da minha viatura.

    Ninguém se deu como culpado e as viaturas foram movidas porque o camionista em causa não se apercebeu de que me bateu, pois tive de chama-lo à razão e este deu a volta e estacionou mais à frente à espera da policia já que não havia entendimento e movi a minha antes que outro camião ao passar limpasse mais a traseira descaindo a viatura uns metros à frente.

    Passando a fase da GNR, entreguei uma declaração à minha seguradora para reclamar, passou 8 dias e a seguradora do camiao fez a peritagem.

    Demorou 30 dias uteis a responder que auto estava pobre e a culpa ficava 50/50

    Reclamei da situação com fotos e factos mais esclaredores (fui o unico a tirar fotos no momento do acidente o outro condutor limitou-se a esperar e a desmentir a minha versão) e a seguradora dele mantêm a decisão.

    Estou prestes a enviar para protecção juridica a situação, no entanto como é a 1ª vez que me aconteceu um acidente, venho pedir a vossa opinião.

    Que devo fazer mais?

    Cpts,

  150. Boa tarde,

    Estou convicto que alguém que bata por trás é sempre culpado, contudo, é justo que alguém que está parado à entrada de uma rotunda, inicie a marcha e já dentro da rotunda resolva parar sem razão aparente não seja culpado?

  151. Boa tarde Sr. Pedro,

    Estive num acidente cuja culpa estou perfeitamente convicto não ser minha.
    O processo encontra-se em discussão entre as seguradoras.
    Durante o tempo até ser averiguada a culpa, não tenho forma de me deslocar para o trabalho a não ser “à boleia”, não tenho possibilidades de alugar um veiculo pois é bastante dispendioso e não posso ter essas despesas.
    De que forma posso solicitar indeminização por paralelização do veiculo? Posso pedir cotações a empresas de aluguer de veiculos e apresenta-las?

    Grato pela ajuda!
    MCumps

    • Junte todas as despesas que teve pelo facto de ter ficado privado da viatura. Assim que houver decisão e se esta for favorável a si, apresente essas despesas à seguradora.

  152. Boa tarde,
    No dia 5 de Março, tive um acidente perto de um cruzamento, ou seja parei no stop, cedi a passagem a todos os veículos que circulavam na via que eu pretendia entrar, atravessei a via,e depois de já estar ter percorrido cerca de 10 metros na via.
    um camião bate~me por trás.
    Chamamos a GNR, mas não assinamos a declaração amigável.
    Agora a seguradora do veículo que me embateu diz que sou 100% responsável pelo acidente.
    Tenho fotos do acidente.
    que eu gostaria que o Sr. Visse.
    Qual a sua opinião

  153. Bom dia, hoje estive um acidente com uma senhora. Vi da estrada aonde estava sinal stop, como e obrigatorio parei no sinal, olhei para esqeuerda e direita e nao vinha carro. Rancei e de repente bate me de lado do condutor uma senhora que ia bem avançada. Chamamos GNR e fizemos declaração amigavel. Quero saber o que devo fazer agora. E quem acha e culpado? O carro dela nao tem estrago nunhuma mas o meu tem o parachoque para arranjar. Obrigado pela resposta

  154. Boa noite!
    Hoje circulava numa estrada nacional, onde a mesma se trata de uma recta com descida. O condutor que ia na minha frente de repente travou a fundo, pois não se tinha apercebido que o outro veiculo da frente tinha o pisca ligado para virar à direita, no qual eu não tive como evitar o embate, batendo por trás. Eu ia ainda distante dele (+- 2 metros/+)mas mesmo assim não consegui evitar.
    Quem bateu primeiro foi o que ia na minha frente, se seguida eu…
    De quem é a culpa? É minha responsabilidade com o que bati na traseira? Mesmo ele travando a fundo de repente?
    Aguardo sua resposta, obrigada!

    Att:
    Maria

  155. Boa tarde,
    Tive um acidente numa rotunda, eu estava a circular por dentro e iniciei a manobra para mudar para a faixa da direita para a saída que pretendia,estava sinalizada com o pisca. O outro veículo entrou na rotunda pela faixa da direita e quando eu estava a sair bateu-me na lateral direita. Não chamamos as autoridades, preenchemos a participação amigável. Há luz das novas regras de circulação em rotundas a quem vão imputar as culpas, ou tendo a mesma seguradora vão dar 50/50.

  156. Exmos Srs.
    Venho por este meio solicitar opinião/ajuda no que concerne ao acidente em que estive envolvida.
    Estava a sair do estacionamento em frente à minha casa, fiz marcha trás voltando para a direita, parei para inverter a marcha e seguir em frente quando um veiculo que estava estacionado à minha direita resolveu sair do estacionamento sem verificar se tinha obstáculos à trás e embateu no meu guarda lama direito que ficou danificado e o espelho retrovisor esquerdo caiu ficando preso só por uma mola.
    Fomos à Seguradora onde o condutor assumiu e assinou o termo de culpabilidade por ter saído do estacionamento sem verificar se tinha obstáculos à trás.
    A Seguradora assumiu os danos do guarda lama mas não querem assumir o espelho retrovisor esquerdo porque dizem que não se enquadra no sinistro tendo em conta que o choque foi do lado direito.
    Uma vez que a queda do espelho retrovisor, que é feito em antimónio, foi em consequência do acidente, solicito a vossa opinião/ajuda sobre o caso porque eu acho que devem assumir o espelho também.
    Desde já muito obrigada pela atenção dispensada.
    Neusa

    • Boa noite

      Concordo com a posição da seguradora. Se o choque inicial foi no guarda lamas direito e o espelho do lado esquerdo se soltou, então é porque já havia danos. Pelo que não tem direito a ser ressarcida por esse mesmo dano.

  157. sruisantos79@gmail.com

    Em resultado do meu acidente, onde o condutor do outro veículo alem de não respeitar o art.º nº 1 do código da estrada deixou fortes marcas no local de uma longa derrapagem, vindo de uma lomba de estrada, a minha companhia de seguros acusou-me a mim de condução perigosa e deu razão á companhia contrária. Como se trata da acusação de eu alegadamente de eu ter infringido o artº 40 do código da estrada, logo considerado crime por condução perigosa, como tal consegui resposta por escrito da recusa da companhia de seguros em me accionar a protecção Jurídica.

    Estava pedindo 5.00.00 euros de indemnização, quando soube de tal atitude de minha companhia de seguros e de ser cliente há mais de 15 anos, sem acidentes, com um seguro de apólice que cobria protecção Jurídica, esse valor passou para os 8.000.00 euros, que será um valor mais justo dada a gravidade da situação.

    Já tive informação que vou ganhar em tribunal, por isso estes valores podem ser mais onerosos para a companhia de seguros, caso optem por deixar ir para tribunal.

    A companhia que deveria assumir responsabilidade, deu o meu carro como sucata, estando só batido de lado e por sua própria iniciativa fez a peritagem ao meu veículo sem minha autorização, e isso também foi escrito, em cartas que me enviaram para fazer a peritagem ao meu veículo que eu não dei resposta, porque não estava interessado.

    Segundo investigações feitas, a seguradora fez negócio com o mecanico da oficina, chegando o meu veículo a andar com documentos falsos, conduzido por uma familiar do mecanico, eu evidentemente recusei-me a entregar os documentos do meu veículo, entretanto tive que comprar outro veículo, a esta companhia de seguros foi pedido um valor de indemenização mais alto, e é acusada de abuso do meu direito de propiedade.

    Pensava que pagando o meu seguro o meu veículo estava protegido, quando se chegou á conclusão que estas companhias de seguros acabam colaborando com o furto de veículos, forçando a peritagem aos veículos, mesmo sem o consentimento dos proprietário, também esta companhia de seguros caso opte por deixar ir para tribunal irá pagar muito mais.

    Anda uma pessoa a pagar anos um carro, seguro em dia, e quando acontece algo como o que se passou comigo ainda usam e abusam do meu direito de propriedade, já para não falar que o outro condutor ia matando a pessoa que ia ao meu lado.

    Estas situações devem ser denunciadas, para evitar que outras vitimas das imoralidades de certas seguradoras, não se conformarem e ir até ao fim a fim de responsabilizar este tipo de situações.

  158. Bom dia, Tive um acidente em que penso que a culpa não foi minha, pois um homem a sair dum sitio onde estava estacionado bateu no meu quando eu estava a virar à direita, preenchemos a declaração amigável, sendo que reparei que a nossa seguradora é a mesma (açoreana). A minha pergunta é, sendo nós da mesma seguradora como vão fazer para imputar a culpa a alguém? Será que vão imputar ou vão atribuir 50%/50%? Obrigada

  159. Boa Tarde,fui vitima de um acidente muito grave ocorrido numa zona residencial, com muitas lombas de estrada e em mau estado, onde o Auto de noticia da GNR me é favorável, efectuava a manobra de direção para a esquerda, quando sou surpreendido por um veículo vindo de uma lomba de estrada, derrapa por cerca de 30 metros e vira meu veículo num ngulo de 90 graus e embate numa arvore, causansndo um ferido grave que ia no meu veiculo, o outro condutor do veículo não se deu como culpado e por esse motivo, as companhias de seguros deram-me como culpado, solicitei Proteção Juridica á minha comp.e não me deram qualquer Proteção Juridica, as provas, fotos do local do acidente mostram claramente que o outro condutor vinha em excesso de velovidade, as companhias de seguros parece que queriam prever que eu teria a obrigação de ver o outro condutor para alem da lomba de estrada, alegando que mudei de direção paara a esquerda numa violação ao artº 40, do CE, infração considerada como muito perigosa e considerada de crime, estou recorrendo ao CIMpas para resolver este problema, enquanto o meu veículo tem sido usado abusivamente pelo mecanico da oficina, que quis comprar o “Salvado” num carro que apenas sofreu danos laterais por o embate se ter dado na parte mais resistente do carro, o outro veículo ficou com a parte da frente destruida, tal a violência do embate, estranho as duas seguradoras afirmarem que o outro condutor ia a cumprir com as normas do código da estrada, não considerou que o outro condutor, apesar da longa derrapagem, vira o meu carro num angulo de 90º e provoca um ferido grave, estou pedindo uma indemenização ás duas seguradoras, fui bom cliente da AXA, numa apólice que cobria Proteção Juridica, tive que comprar outro carro, e á Mapfre tambem estou pedindo. Pergunto é hábito de as seguradoras recusarem ajuda Jurídica, qundo os clientes precisam, no meu caso 14 anos a pagar seguro na AXA, em vez disso, sem a decisão passar pelo Departamento Jurídico, consideram-me culpado e nem querem falar mais sobre o assunto, Neste caso e dadas as circunstãncias do acidente e tratando-se de uma infração muito grave, não existe um advogado que represente a AXA, a fim de explicar de acordo com a lei em que se baseiam, para me considerarem culpado. Este assuntio vai para a frente, porque os danos, corporais e materiais foram muito elevados,que deu origem ao veículo que eu conduzia ter andado a circular com documentação provavelmente falsa. È assim que algumas companhias de Seguros ganham a vida vergonhosamente, e sem respeito pela vida humana, não respeitando os mais elementares valores, que é a idoneidade e responsabilidade com que tratam as pessoas que infelismente são vitimas de sinistro como foi o meu caso.

  160. Boa noite,
    Tinha o meu veículo estacionado corretamente,quando um camião,ao passar,amolgou parte da lateral.Felizmente,o carro que seguiu atras apercebeu-se e seguiu o camião,avisando o condutor do que tinha acontecido.Foi,entretanto,chamada a GNR,que identificou a testemunha e fizeram as devidas diligências. Cheguei à fala com o condutor do camião que não quis assinar a declaração amigável. Assim sendo,entreguei a declaração preenchida só com a minha versão dos fatos e com a indicação que tinha auto e com a identificação da testemunha.
    Hoje a seguradora do condutor do camião que iriam declinar a minha denuncia porque o seu segurado não se deu como culpado. Fui pedir o auto à GNR e para minha grande surpresa,a informação relativa à testemunha não consta e ironicamente disseram que iam ver se podiam colocar. Desta forma, e com base neste relato,que mecanismos legais tenho para resolver este caso do qual sou a parte prejudicada.Agradeço desde já a sua atenção!

  161. Em 18/01/14 fui envolvida num acidente de viação, em o meu veículo foi pra abate, embora não se tenha dado como culpado o outro veículo foi considerado responsável pela análise pericial e relatorio da PSP.
    Desde essa data e durante 45 dias a minha vida foi afetada na totalidade, fui incapaz de satisfazer as minhas necessidades diária tendo recorrido a ajuda, pela qual tive de pagar, além disso prestava cuidados diários à minha mãe, 86 anos, que também tive de pagar. A minha pergunta é : a companhia de seguros é obrigada a indemnizar-me destes prejuízos. Obrigado fico grata

  162. Boa noite. Tenho uma questão a fazer lhe. Pois tive um despiste de mota , um senhor sem fazer sinalização coloca se á minha frente eu travei para nao fazer o embate pois entrei em despiste e cai pois a companhia desse senhor nao se dá como culpado nas cimpas também não se dá como culpado o que mais poderei fazer ? continuo para a frente com o processo ?

    Cump.

    • Caro Vítor Batista

      Infelizmente a culpa moral não existe nos seguros.
      Ironicamente se tivesse batido na viatura e houvesse testemunhas, teria mais hipóteses. Como não houve choque entre os veiculos, nada a fazer.
      E pelo que descreve, é totalmente injusto, mas esta é a verdade nua e crua.

  163. Boa noite Sr. Pedro Monteiro.
    A minha questão é a seguinte, não sendo a titular do seguro mas a condutora habitual do veículo, posso assinar a declaração amigável ou terá de ser a pessoa titular?
    Obrigada Solange P.

  164. O condutor do veículo A (atribuido responsabilidade) recorreu da decisão do resultado da seguradora.

    Acidente:

    O Veículo B estava parado quando o veículo A chegou. (Estavamos numa rua de sentido unico com uma faixa.)

    O veícula A entrou pela esquerda para virar à direita na circunvalação. Inclusive fiquei sem visibilidade para poder entrar na faixa de rodagem.

    O condutor do veículo A não tomou as devidas precauções antes de inicar a sua marcha, isto porque se viesse um peão era atropelado. Nem se quer olhou para a direita.

    Quando vi o veículo A a iniciar a sua marcha, ainda lhe businei porque veio direto ao meu veículo e embateu na roda e guarda lamas do lado esquerdo do condutor.

    O condutor diz que eu estava a ultrapassar pela direita.
    Se fosse eu que estivesse a ultrapassar pela direita, o meu veículo tinha chocado com o veículo A violentamente, logo apresentava danos muito superiores. E o meu veículo tinha a frente destruída, o que não é o caso (lateral esquerda da frente amassada. Creio que isto comprova quem bateu primeiro e como foi.

  165. Boa noite, Dr Pedro,
    Necessito de ajuda, tenho seguro de danos proprios na Acoreana, o veiculo foi furtado em dezembro e o meu marido era no dia o condutor veiculo,fizemos todo o processo burocratico, tudo bem ate ai, rebemos hoje a carta que nao cobre os danos pk o meu marido nao e o titular.

  166. Boa tarde,

    Preciso da vossa ajuda, circulava numa rotunda na faixa do meio, quando de repente senti um embate na parte lateral direita, provocada pela frente esquerda do veiculo B. O qual invadiu a minha desconhecendo de onde provinha. No carro B não se encontravam ocupantes, nem parou ninguém no momento do acidente, não havendo testemunhas oculares.
    A versão do veiculo B e diferente e na participação agora ate apresenta 3 testemunhas… Conclusão recebo carta da minha seguradora 50/50. Que faço?
    existe auto das autoridades.

  167. Boa tarde.

    Ainda em relação ao caso que lhe descrevi no dia 4 de Fevereiro.O tomador do seguro é a empresa para a qual o meu pai trabalha. Ele comunicou que tinha tido um acidente ao patrão, só que este não fez a dita participação ao seguro. Não se entende porquê visto que o culpado do acidente era o outro condutor. A seguradora agora já não tem qualquer tipo de obrigação em relação a este caso?

    Desculpe o incomodo e mais uma vez obrigado pela sua atenção

  168. Boa tarde Sr Pedro Monteiro.Ontem deixei aqui um mail enviado para si, e apareceu mensagem que estava para apreciação.Hoje vim ver se já teria resposta, e nao consta ca o mail.nao sei o que se passou.vou deixar outra vez o email.Dia 4fevereiro2014 tive um acidente.ia na minha via, normalmente, e queria tomar saísa a esquerda.nessa saída á minha esquerda, encontrava se um outro veiculo, parado, a dar prioridade aos veiculos que circulavam na minha faixa de rodagem, mas no sentido contrario.ogo que passaram esses veícuos, a seguir, penso que seria a minha vez,uma vez, que que me encontrava á direita do veiculo que estava parado, tinha prioridade.Quando ja tenho atravessado a faixa de rodagem, e estou praticamente ao pé desse veículo, o senhor decide arrancar para virar a sua esquerda.Conclusao, bate me na parte central, da minha viatura(lado condutor).O senhor deu se imediatamente como culpado, preenchi declaração amigavel, e a minha companhia apos ter recebido a DAAA, disse ao meu mediador que nestes casos a culpa costuma ser 50/50.Fiquei muito descontente com esta opinião e não estou conformado.Será que me pode ajudar?outra questão, tenho seguro de danos próprios, se eu não concordar com a decisão da minha companhia, posso ativar os danos próprios, só para reparar de imediato a minha viatura,enquanto se desenrola o processo, e a culpabilidade,porque preciso do carro, ou será que ao estar a ativar os danos próprios, estou me automaticamente a culpabilirizar?
    Agradecia resposta urgente.
    obrigado.

  169. Boa noite Sr Pedro Monteiro,

    Tenho dúvidas em relação a um sinistro ocorrido com a minha viatura.

    Estava um veículo estacionado em 2ª fila com 4 piscas junto a uma casa de frangos. Eu ia na faixa à esquerda dele e quis parar também o meu veículo à sua frente. Sinalizei a manobra e quando estou a meter-me na sua mão à sua frente, nesse mesmo momento ele arrancou e bateu-me de lado na porta traseira do lado direito. Não chegámos a um acordo e chamámos a polícia ao local. A minha dúvida é se sou culpado por me meter à frente dele na sua mão ou se é ele por estar parado em 2ª fila com 4 piscas e inadvertidamente começar a andar com o carro. O que devo fazer? Cumprimentos e obrigado

    • Caro Diogo

      O senhor ia a circular com a sua viatura na sua faixa de rodagem. O outro condutor ia a sair de um estacionamento.
      Na minha opinião, o responsavel é o outro condutor.

      • Boa Tarde Sr Pedro Monteiro
        Antes de mais agradeço a celeridade da resposta.A questão aqui é que fui eu que me meti (sinalizando a manobra) na faixa de rodagem do outro veículo que repito estava imobilizado em 4 piscas e em 2ª fila. Ele deve ter andado cerca de um metro e interceptou a minha trajectória. Ele alega que fui que bati nele e que estava parado. Liguei à companhia de seguros dele (Allianz) e mandaram-me entregar via email ou via fax a declaração amigável assinada apenas por mim. O auto da polícia será consultado por eles caso necessário, ou poderei entregá-lo juntamente com a documentação.Nessa situação o auto da polícia poderá desempatar a contenda? O que me aconselha fazer? Obrigado

  170. Um cliente meu é uma escola de condução, teve um acidente sem qualquer responsabilidade e daí ter o carro de instrução sinistrado deixou de dar aulas durante todo esse tempo e a companhia só lhe pagou a paralização. Relativamente aos lucros cessantes diz que terão de ser comprovados. Como devo proceder?

    Muito obrigado

  171. Bom dia

    O meu pai é motorista de pesados de mercadorias, e em 2011 teve um acidente em Espanha com o camião da empresa. Estava para sair de uma área de serviço, quando a sua frente, um ligeiro de passageiros começou a fazer uma manobra de marcha-traz embatendo no camião. Chamaram a policia, e o Sr. Guarda disse que o condutor do ligeiro era o culpado do acidente pois não podia fazer aquela manobra como fez. O meu pai não se importou mais com o assunto e seguiu viagem. A alguns meses recebeu uma carta de um tribunal em Espanha que diz que o condutor do ligeiro de passageiros tinha enviado o caso para tribunal, queixando-se que teve lesões derivadas do acidente e que pretende culpar o meu pai por essas lesões, bem como pelos tratamentos recebidos e pelo danos causados na viatura. Comunicou ao patrão e este disse que ia tratar do assunto. Hoje recebeu outra carta do tribunal para se apresentar lá no dia 3 de Março,que se não se apresentar está sujeito a uma multa de 200 a 2000 euros.

    O que deve o meu pai fazer perante esta situação?

    Agradeço a sua atenção.

    Com os melhores cumprimento
    Rui Filipe

    • Boa tarde Rui Filipe

      Como já está em Tribunal, aconselho consulta com um advogado.
      O seu pai cometeu um erro: não informou a seguradora do acidente e esta com certeza que enviou carta para o Tomador do Seguro a pedir elementos. Teria evitado estes problemas.

  172. Olá. Gostaria de um esclarecimento sobre seguros de danos próprios. Imaginemos o seguinte caso, tendo eu um seguro de danos próprios, bato sozinho com o meu carro num passeio devido a um despiste. Posso acionar o seguro? Terei apenas de pagar a franquia ou outro valor? 🙁

  173. Boa tarde Sr. Pedro Monteiro,

    No dia 19 de Dezembro de 2013, sofri um acidente de mota, quando na 2ª Circular, Lisboa, junto ao eixo Norte-Sul, quando circulava na minha faixa de rodagem a 20km/h a 30km/h, na faixa de rodagem da esquerda, com trânsito intenso e com alguma chuva, quando de repente, uma viatura precipita-se subitamente, para cima da faixa onde circulava.
    Instintivamente, travei para não lhe bater.Acontece é que o piso estava molhado e polido, Eu fui ao chão e acabei por não lhe bater, apesar de tudo.
    Chamou-se a policia ao local e preencheu-se o que se tinha de preencher, para realizar posteriormente uma reclamação à seguradora do acidente.
    Entretanto, fui contactado por dois peritos de ambas as companhia para falarem comigo e verem a mota…até ai tudo bem!
    Ontem dia 20 de Janeiro, liguei para a seguradora da pessoa que me provocou a queda, porque tinha recebido em casa, uma carta a perguntar-me pelo meu estado físico, derivado do acidente e que os contactasse o mais breve possível…e assim o fiz.
    Como estou preocupado com a situação da minha mota (pois tenho-a à coisa de 4 meses e já está à um mês parada), perguntei qual era a situação.
    Infelizmente, disseram-me que tinham declinado sobre a minha reclamação, invocando o artigo 24 do Código da Estrada – “O condutor deve regular a velocidade de modo a que, atendendo à presença de outros utilizadores, em particular os vulneráveis, às características e estado da via e do veículo, à carga transportada, às condições meteorológicas ou ambientais, à intensidade do trânsito e a quaisquer outras circunstâncias relevantes, possa, em condições de segurança, executar as manobras cuja
    necessidade seja de prever e, especialmente, fazer parar o veículo no espaço livre e visível à sua frente”.

    Quando fui ver fiquei pasmado, com tal “desculpa”, para a não resolução da minha situação.
    Embora tenha depois, activado a protecção jurídica, sinto que esta situação não vai andar para a frente.
    Liguei para a policia e do qual até me leram o auto da ocorrência e lá diz, que a pessoa que se “atravessou” à minha frente, embora tenha feito a sinalização , mudou de faixa e não me viu.
    A minha questão é o que fazer, visto que se estou na minha faixa de rodagem e ela afirma que mudou de faixa de rodagem, porque é que a seguradora não admite que a sua segurada teve culpa? Eu infelizmente, não controlo o Tempo e gostaria de saber o que posso fazer, porque tudo isto, não faz qualquer tipo de sentido, para quem é lesado e embora o auto da policia o confirme dá a entender que Eu, sou o culpado.
    Devo contactar a Cimpas? Este contacto não interfere, com a activação do apoio jurídico, que a minha seguradora me dispõe?

    Desde já agradeço a sua atenção e lamento o testamento aqui descrito.

    Com os meus sinceros cumprimentos,

    João Monteiro

    • Boa tarde João Monteiro

      Fez bem em recorrer à Protecção Jurídica do seu seguro.
      Antes de recorrer ao CIMPAS, aguarde pela posição final dos advogados.
      Contacte a sua seguradora para saber o estado do processo.
      Se não resultar, recorra ao CIMPAS.
      Se tiver testemunhas, peça depoimentos escritos

  174. Boa noite Sr. Pedro Monteiro.

    Em Setembro tive um acidente de mota , pois eram tres vias eu vinha na via da Direita que nao tinha transito estava livre no IC20 pois as outras duas estavam com transito parado , de repente sai uma viatura da sua faixa sem fazer a sua sinalização de mudança e coloca se á minha frente eu para nao embater na viatura travei o que podia mas a mota guinou e cai , o senhor nao se deu como culpado fiz participação á minha companhia de seguro , foi accionada a protecção jurídica e mesmo assim a outra companhia nao se dá como culpada , se realmente isto for para tribunal vou ter que pagar alguma coisa ? que medidas posso tomar sem custos da minha parte,pois a companhia sujereme que arranje um advogado e só pagam o custo do processo ate 1300€ se ultrapassar eu vou ter que pagar o resto, e se acha se sou culpado pois eu vou na minha via e o outro condutor nao fez as precauções devidas ao mudar de faixa

  175. Boa noite.
    Gostava muito de lhe colocar uma questão.
    No passado dia 25/11 uma mota bateu no carro do meu marido e após bater colocou-se em fuga. O meu marido conseguiu tirar a matricula, chamou a policia e a mesma fez o auto, preenchemos na mesma a dec. amigável e enviámos. Só que tivemos azar e a companhia do outro e a mesma que a nossa e o parecer da companhia foi de “50%/50%”. Nós reclamámos, pedimos apoio juridico e a resposta foi a mesma.
    Como posso reclamar visto que o motociclo foi o culpado, pois ultrapassou o meu marido num entroncamento pela esquerda para virar a direita.
    Não estava correcto o que nos estão a fazer e sentimo-nos injustiçados, pois temos o carro estragado e não deviamos suportar o custo de reparação não sendo nós os culpados.
    Obrigada pela ajuda.
    Marta Figueiredo

  176. Boa tarde sr. Pedro Monteiro

    No passado dia 22 de Setembro sofri um acidente quando circulava com a minha mota, sofri um toque traseiro, o que me fez perder o controle da mota e respectiva queda. Tenho a declaração devidamente preenchida e entregue. já tive contato com peritos e tudo mais. A minha pergunta é se existe algum prazo legal para o perito fechar o processo? é que cada vez que contato a seguradora a resposta é que o perito está a reunir informações para fechar o processo.

    Obrigado
    Paulo Oliveira

  177. Caro Pedro Monteiro, peço o seu conselho na seguinte situação:
    Alguém bateu no meu carro quando estava estacionado e eu não estava presente, felizmente uma testemunha apercebeu-se da situação e anotou a matricula, tendo informado a policia que por sua vez me contactou.
    Em consequência desta situação, o meu carro ficou com o guarda-lamas esquerdo muito estragado e impossibilita-me usar a porta para entrar, no entanto permite-me circular.
    Depois de apresentar queixa e obter o auto da policia, apresentei reclamação na seguradora do outro veículo.
    Passaram cerca de 4 semanas e a seguradora diz que o seu cliente (uma empresa com frota automóvel) nega o acidente, e até ao momento não recebeu resposta da minha testemunha, apesar desta me confirmar que respondeu de imediato ao inquérito que lhe enviáram.
    A manter-se assim, esta situação é favorável à seguradora.
    Como poderei provar que a testemunha de facto entrega o depoimento à seguradora?
    Mesmo que o cliente não reconheça o acidente, basta a minha testemunha para o processo avançar ou posso contar com um longo processo judicial?
    Agradeço a sua disponibilidade.

    • Caro Pedro

      Contacte a testemunha novamente e peça um depoimento escrito. Entregue na seguradora e guarde uma cópia com carimbo da seguradora de que recebeu o testemunho. Obtenha uma cópia do auto da polícia.
      Se não der resultado, accione a proteção jurídica do seu seguro automóvel, enviando os documentos atrás referido mais a declaração amigável.

  178. Boa tarde,

    Tive um acidente que envolveu mais dois carros. Eu seguia num sentido e um carro que vinha no sentido oposto embateu no meu. Esse carro que bateu no meu alega que foi por causa de um terceiro veículo que mudou de faixa e se meteu à sua frente. O carro que me bateu acabou assim por bater no meu e no outro que se meteu à sua frente.
    Tenho a declaração assinada entre mim e o condutor do carro que me bateu. O veiculo que alegadamente causou o acidente não aceitou assinar qualquer declaração. A seguradora a quem fiz a participação (seguradora do carro que me bateu) alega que o processo envolve 3 carros e que temos de aguardar o auto da polícia.O meu carro ficou imobilizado e foi direto para a oficina. Não tenho direito a carro de substituição? É que se accionar o meu seguro para o efeito (tenho seguro contra todos) sou eu que pago certo?
    Obrigado

    • Boa tarde Ana Cardoso

      A viatura de substituição só é entregue após peritagem da sua viatura. Poderá accionar a sua apólice para consertar a viatura e obter viatura de substituição, desde que na sua apólice conste esta cobertura.
      Se no decorrer do processo de sinistro, a Ana não for considerada culpada, a sua apólice é desagravada e qualquer franquia eu tenha pago, deve ser devolvida.

  179. Boa Noite Sr. Pedro ,
    Estou um pouco assustado com esta situação na segunda feira passada a caminho de uma consulta no hospital com os meus dois filhos nas respetivas cadeirinhas no banco de trás deparei-me com uma senhora a sair de um caminho particular que dá acesso a uma garagem de vivenda com a frente do carro já na minha faixa de rodagem ou seja tinha a parte da frente do carro fora do portão da garagem. Eu perante esta situação meti pé no travão a fundo e derrapei um bocado e bati-lhe na lateral do carro dela junto á roda da frente. Ela quando saiu do carro disse logo que eu é que vinha em excesso de velocidade e que não se dava como culpada ,não quis fazer declaração amigável e chamou a GNR que fez o auto. Como somos os dois da mesma companhia logo vai demorar a apura as responsabilidades . Poderei ter culpa neste acidente ,não vinha a 50 á hora mas também não vinha com muita velocidade e se viesse com muita velocidade visto ter um jipe Discovery tinha lhe arrebentado com a parte da frente do carro todo e só lhe dei uma pancadinha!~
    Comprimentos

    • Boa tarde Hélder

      A outra senhora ia a sair de um caminho particular pelo que devera ser ela a responsável pelo acidente. A não ser que tenha admitido eventual excesso de velocidade no auto de ocorrência.

  180. Boas sr. Pedro foi feita a declaração amigável com o croqui do acidente e o outro condutor assinou.
    Porque se fosse assim toda agente dizia que não se lembrava certo? foi também assinalado com as cruzes que eu me encontrava a ultrapassar e ele virou a esquerda.
    cumprimentos Sérgio Cordeiro

  181. Boa Noite Sr. Pedro,
    Tive uma acidente no dia 1 de Dezembro na Auto- estrada com 3 faixas de rodagem, eu circulava na faixa central e ao aproximar-me da viatura que circula na mais a direita, guinou bruscamente indo embater com a traseira do lado esquerdo na frente da minha, como eu circulava com uma velocidade mais elevada que a outra viatura não foi possível evitar o choque. Penso que o responsável pelo acidente seja a viatura que circulava mais a direita, visto ter virado para a esquerda bruscamente sem que nada o prevê-se. Questionado o condutor da outra viatura o mesmo diz que não se recorda levando-me a querer que adormeceu.
    Sr. Pedro agradecia o seu ponto de vista desta situação.
    Estou com algum receio da resposta da responsabilidade visto ter sido eu a bater por trás e a seguradora ser a mesma dos dois intervenientes.
    Cumprimentos Sérgio Cordeiro

  182. Boa noite, gostaria de obter a sua piniao se for possivel, ontem estacionei a mi ha viatura, uma vw transporter num lugar de estacionamento para fazer descarga de material, como o lugar nao era comprido o suficiente a porta da mala depois de aberta ficava cerca de 30 ou 40 cm fora da marcação, fui entregar ao cliente a mercadoria e quando cheguei a carrinha um camião tir tinha batido na porta da minha mala, foi feita uma declaração amigavel, e hoje recebi resporta da minha companhia em que eu era o culpado.
    A rua tem cerca de 9m de largura com circilação nos 2 sentidos, o condutor do camião nao deveria tomar as devidas precauções para ultrapassar um obstaculo que se encontra-se na estrada?
    Aguardo resposta
    Cumprimentos

    • Boa tarde Telmo

      Se foi considerado culpado, alguma coisa foi mal preenchida na declaração amigável.
      Aconselho que arranje testemunhas e reclame à seguradora do responsável.

      • Boa tarde, como a porta da mala ficava a obstruir a via declararam-me como culpado, ja pedi ao meu mediador de seguros para reclamar, mas como Sr do camiao dizia que a via estava obstruida culpara-me, testemunhas vou falar com o meu cliente porque nao sei se viu o acidente, mas viu como estavam as viaturas.
        Obrigado

        • Como ficou a situação?
          Estou numa situação semelhante. Mas a minha porta é lateral. Eu estava a tirar as coisas do carro, com a porta entreaberta e eu entre a mesma e o carro. Eu estacionei em local apropriado (sendo o meu local de estacionamento o 1º da rua em questão, após a curva) saí calmamente do carro, verifiquei se não havia ninguém a circular, e não havia!
          Após ter metido ao ombro 2 malas, quando estou a agarrar a 3ª, vem um carro que me bate na porta.
          Preenchemos a declaração amigável e após ter sido marcada peritagem ao meu carro ligam-me da minha companhia a desmarcar e a dizer que a responsabilidade no acidente é minha porque tenho a porta aberta e estou a obstruir a faixa de rodagem (que tem, para alem da porta toda aberta, mais uns 4m de largura)…
          Não sei como proceder.
          Obrigada a quem me puder ajudar de alguma forma.

  183. Exmos Srs.
    Venho por este meio solicitar opinião/ajuda no que concerne ao acidente em que estive envolvido.
    Seguia de mota numa rua principal (recta) com boa visibilidade com alguns cruzamentos onde a prioridade é sempre de quem segue na mesma, visto as ruas que a cruzam terem stop. No primeiro stop vi um carro que ainda não havia passado o stop, e que arranca sem se aperceber da minha presenca, obrigando-me a travar bruscamente(para não embater no mesmo), tendo por tal perdido o controlo da mota e caído. O condutor apenas parou após cruzar a estrada alertado pelo estrondo e por (depois de me levantar) gesticular para chamar a sua atenção.
    O mesmo não se deu por culpado, tendo sido chamada a GNR ao local que ficou com os autos de cada um dos envolvidos. Conclusão, fui para o hospital com uma subluxação no ombro, e a moto foi para reparar. Eu fiquei com danos físicos (3 dias depois ainda estou cheio de dores e com limitação de movimentos) e com danos na moto. O outro condutor aparentemente sem qualquer responsabilidade, nem quaisquer danos. Apesar de após o acidente muita gente estar presente, dispersaram aquando da chegada da GNR… ou seja, nada de testemunhas. O que é facto é que não caí sozinho e temos um stop que não foi respeitado. Aguardo o vosso comentário.

  184. Boa noite Dr. Pedro Monteiro, gostaria de ter a sua opinião em relação a um acidente que tive. Circulava eu numa estrada sem qualquer sinal de transito, quando embati num veiculo que entrou na minha via vindo da direita, certo é que esse veiculo tinha prioridade sobre o meu, a minha duvida está na forma como esse veiculo entrou na estrada, tendo este de circular á direita, neste caso circulava mais pela esquerda que pela direita, ou seja aos sair do seu cruzamento fê-lo pela esquerda, cortando a perpendicular. Gostaria pois de receber a sua preciosa opinião

    • Boa tarde Francisco

      Pode provar que o outro condutor circulava na faixa contrária? Há testemunhas? Mesmo assim não se livra de pelo menos 50% de culpa porque não respeitou quem vinha pela direita.

  185. Caríssimo Dr. Pedro Monteiro: Desde já os meus parabéns por este Blog e agradeço antecipadamente pelo seu provável esclarecimento.
    Sofri um aparatoso acidente sozinho, do qual resultou um grande estrago da minha viatura. Como possuo seguro contra todos os riscos, a seguradora certamente irá proceder à peritagem e assumir o concerto da mesma. O que eu gostaria de saber é se poderei optar em ser indeminizado pelo valor monetário do orçamento previsto seja ele qual for, em vez do concerto ser realizado? ou terei mesmo que aceitar o concerto integral da viatura e ficar com ela? É que depois da enorme pancada que o veículo sofreu, com grande parte do motor destruído, preferia ver-me livre dela mesmo que seja toda reparada. Julgo que o orçamento do concerto irá ficar abaixo dos 70% da perda total, situação que me daria nesse caso, aí sim, a possibilidade de indemnização do valor da viatura que ficou no contrato de seguro. Aguardo a sua preciosa resposta.

  186. Boa noite,
    desde já os meus parabéns por este blog, sendo um enorme apoio para pessoas como eu que têm bastantes dúvidas.
    Gostaria que me esclarecesse algumas duvidas, que tenho em relação ao acidente que tive no passado dia 18 de Outubro. Eu vinha a circular na minha via, quando de repente um veiculo entra na minha via e vem embater no meu carro de frente,e pelo que me apercebi o meu carro é que imobilizou o dela, ou seja, ela nem deve ter tentado travar. De seguida desliguei o carro, tentei sair mas a porta não abria, então sai pelo outro lado e fui ter com a outra condutora. Ela não dizia nada, nem tentava sair do carro e quando me aproximei, ela estava a tentar colocar a marcha atrás, comecei a dizer que ia ligar para a policia e começo a pedir ajuda,pois achei a atitude dela muito suspeita!Ela entretendo faz marcha atrás e diz-me que tenho que tirar o carro da estrada, pois a senhora não estaria bem da cabeça com certeza e coloca-se de imediato em fuga. Nisto vêm ter comigo várias pessoas e alertarem-me para colocar o triângulo e vestir o colete, foram impecáveis e disseram-me que tinham anotado a matricula e que seriam minhas testemunhas, para eu ficar descansada. liguei para a policia e disseram que não iriam ao local porque a outra condutora não se encontrava no local, mas que eu se quisesse podia ir á esquadra fazer a participação. De seguida, foi o que fiz, tendo dia 21 participado á minha companhia, que por sua vez encaminhou a minha reclamação á companhia da outra condutora mais precisamente dia 31 de Outubro. Já sei que entraram em contrato com as testemunhas que são 3 no total e estas já enviaram a descrição do acidente ate dia 11 de Novembro. Ontem liguei para a outra companhia e eles disseram que tinham enviado uma carta á outra condutora no passado dia 13 de Novembro e que segundo a legislação ela tem 5 dias úteis para responder, que será o ultimo dia amanha, dia 21 de Novembro.
    Gostaria de saber se não estão a demorar imenso tempo, pois dá-me a sensação que estão a adiar esta situação. Infelizmente não confio muito nas companhias no geral e já ouvi dizer que está muito na “moda” atribuírem 50/50, e muito sinceramente acho um absurdo, pois afinal para que servem os seguros. Não sei o que fazer!

  187. boa tarde, estive envolvido num acidente onde a minha companhia me atribuiu 50% de culpa.
    art.13n.1 co ce
    eu circulava na outra via de transito porque a minha estava cortada por motivos de obras.
    em sentido contrario não vinha nenhum veículo ( tinha a via livre)
    quando passo por uma interseção à esq. surge daí um veículo que não para ao stop, e embate na lateral traseira do meu, com a sua frente esq.
    por este fato não sinto com qualquer tipo de responsabilidade, mas ao contrario a minha companhia como tenho danos proprios já me atribuiu 50% de culpa.
    a companhia terceira ainda esta em averiguação.
    juntei ao processo da companhia fotos que mostram a via cortada ao transito
    o que posso fazer
    cumprimentos

  188. Desde ja felicito o pelo seu blog e profissionalismo. Gostaria de lhe pedir uma opiniao acerca de uma acidente que tive. Îa a circular numa estrada de uma freguesia, um sentido para cada lado.,o carro da frente, abranda e para a direita sem sinalizar, eu sinalizo a ultrapassagem, e ele arranca a atravessar o carro em frente ao meu, pk viu um estacionamento do lado esquerdo. eu embati na lateral do mesmo com a frente do meu carro, pois ele atravessou se completamente nas duas vias. de quem é a culpa? a seguradora dele diz que sou responsavel por todos os estragos.

  189. Bom dia, eu tenho uma questão será que me poderiam ajudar por favor?
    Infelizmente eu tive o acidente com o meu carro, pelo que a seguradora me informou será a outra pessoa culpada pela ocorrência.
    Mas acontece que o embate deu-se exactamente no sítio onde eu mandei pintar anteriormente pela segunda vez . O seguro cobrará? Eu não informei a seguradora relativamente ao facto de o carro não ter pintura original, fiz mal?

  190. Bom dia tive um acidente num parque de estacionamento do intermarche o outro condutor deu-se como culpado pois ele estava estacionado em espinha e fez marcha atraz e foi embater no meu carro que se encontrava em movimento na faixa de rodagem normal .. Gostava de saber se me pudessem ajudar se realmente a culpa e do outro condutor ? Dado que isto está a demorar um pouco ja passou uma semana e ainda não tenho respostas da seguradora diz que esta condicional somos os dois da mesma companhia de seguros .. Cumprimentos

  191. Boa Noite Se. Pedro Monteiro

    Gostaria de obter uma opinião sua, relativamente a um sinistro na qual fui interveniente.

    No passado dia 4 Outubro, fui interveniente num sinistro.
    Estava parado a ceder passagem a peões que atravessavam a passadeira.
    Reparei que do meu lado direito, na parte lateral do lado direito se aproximava uma viatura.
    Pensei que a mesma parasse.
    Entretanto Vou iniciar a marcha e a mesma embate-me na referida lateral que engloba da porta da frente para trás.
    Foram retiras fotos ao ponto de embate.
    Foi preenchida a declaração amigável.
    Ambos fizemos reclamação para a companhia do terceiro, em virtude de nenhum se dar como culpado.
    A minha companhia, diz que a culpa é repartida 50% – 50%.
    Terá alguma validade essa decisão?
    Como poderei recorrer, sabendo que não tive culpa nenhuma do sinistro?
    Ainda estou a aguardar resposta da decisão da companhia do outro segurado.
    Aguardando opiniões, subscrevo-me,

    José Vaz

    • Boa tarde Jose Vaz

      Pelo que descreve, o senhor invadiu a faixa à sua direita, pelo que tem responsabilidades no acidente.

      • Exmo Sr Pedro Monteiro.
        Tenetei enviar fotos do sinistro em causa para sua analise… Mas veio devolvido…

      • Sr. Pedro, meu carro estava estacionada, uma senhora foi contra ele e danificou o carro na parte da frente, se deu como culpada, cnão fizemos declaração amigavél policia tomou conta da ocurrencia, carro foi de reboque, para distancia de 20 klm, foi transmitido á seguradora processo em curso, carro na renault oficina, a aguardar perito, já se passaram 8 dias despesas de deslocação por minha conta, casa trabalho trabalho casa, queria saber como fazer para que me paguem estas despesas que tou a têr com deslocação de táxi são 2 viagens por dia , obrigado

  192. Boa noite sr Pedro.
    Estive envolvida num acidente no qual não tive culpa no entanto o senhor não aceitou preencher a declaração amigável e foi chamada GNR ao local. Foi feita uma reclamação á seguradora do culpado e esta pediu-me que escolhesse uma oficina para o perito ir fazer a avaliação. Lá encontrei uma oficina na minha localidade e na mesma semana o carro foi visto pelo perito e a senhora da oficina ligou-me para ir buscar o carro enquanto aguardávamos a ordem de reparação, pois o carro não tem danos que o impossibilitem de circular, ficando assim combinado que me contactavam assim que a ordem de reparação chegasse. Acontece que estranhei a demora e ontemdirigi-me então á seguradora para saber o que estava a acontecer e qual não é o meu espanto quando na seguradora me dizem que a ordem de reparação já tinha sido emitida há precisamente um mês atrás. Contactei a oficina ainda no dia de ontem e a senhora muito atrapalhada disse-me ao telefone que se tinha esquecido mas que me ligava ainda naquele dia a combinar uma data para lá ir deixar o carro. Passou o resto do dia e nem sinal de chamada da parte da oficina. Hoje voltei a ligar e a senhora muito despachadamente disse que ainda não tinha uma data para me dar e que me ligava até á hora do fecho da oficina, mais uma vez não ligou.
    Visto que a oficina mais parece andar a brincar e não ter interesse em reparar o veiculo gostava de saber se é possível mudar o carro de oficina e se isso me vai trazer algum custo, pois esta situação já me está a deixar extremamente aborrecida.
    Grata pela atenção.
    Cumprimentos.

  193. Bom dia sr Pedro.
    Estive envolvido num sinistro em Itália, em que um veiculo da matricula italiana me embateu por trás na autoestrada (ambos em andamento) a senhora dsitraiu-se… foi a policia ela assumiu mas não preenchemos DAAA…
    Enviei participação para minha seguradora com os meus dados e dados da outra senhora mas sem a assinatura dela na Participação.
    Minha seguradora disse q como não havia participação assinada pelos dois não poderiam fazer nada tería q ser eu a dirigir-me á companhia da senhora q me embateu… e mais que a Zurich(italia) o segura da senhora não faz parte da convenção CIDS… ando á 3 dias a ligar para a Zurich(portuguesa-pois são eles q comunicam com Itália) mas a esta hora ainda não têm a autorização de Itália sequer para mandar fazer a peritagem! diga-me p.f se isto é normal e este tempo todo á espera de peritagem, eles não têm 48h de lei para dar uma resposta(peritagem)???
    Obrigado,
    Cumprimentos.

  194. boa tarde Dr.Pedro,tive um acidente no dia 31 de julho onde o outro condutor me bateu por tras e assumiu totalmente a responsabilidade assinamos a participaçao de sinistro fui pro hospital a outra seguradora me pagou todas as despesas a frente do outro carro ficou totalmente destruida..ate ai td bem..no dia 2 de agosto vinha do trabalho e num stop parei olhei pros lados e nao vi nenhum carro de repente apareceu um carro e deu um pequeno toque no fundo do meu carro q ja estava estragado o outro carro nao estragou quase nada só do lado esquerdo do qual meu carro nao tem nenhum estrago desse lado.assinamos a participação e agora depois de 2 meses fui responsabilizada pelo 2 acidente devido ao stop..e so hj dia02 de outubro mais de 2 meses depois recebi uma carta da seguradora autorizando so metade do concerto..mas so descobri isso quando fui a oficina nao me informaram nada do seguro que e da ok teleseguros .e alegam q nao sabem diferenciar o estrago de cada acidente..como podem nao saber se o segundo acidente foi um pequeno aidente do lado esquerdo e nao tenho estrago desse lado agora vou ficar com prejuizo grande de vido a um pequeno toque oq fazer como recorrer ..obrigada

  195. Boa noite Dr. Pedro

    Acabei de receber da minha seguradora a notícia que a parte congénere ,após instrução da minha queixa, se responsabiliza pelo acidente criado pelo seu segurado. O meu carro já está na oficina há um mês a esta parte aguardando a decisão que acabo de receber hoje. Tendo ganho o processo qual o passo seguinte a tomar ?A quem compete dar ordem de reparação dos danos provocados pelo acidente? A mim ou á seguradora congénere?

    Cumprimentos,
    Neuza

    • Boa tarde Neuza

      Nesta altura já deve ter a sua viatura arranjada, certo? Demorei 10 dias a responder-lhe 🙂
      Instrua a oficina a reparar o seu automovel. A mesma deve ter recebido ordem de reparação.

  196. Boa tarde Sr. Pedro,
    No dia no dia 16 de Setembro bati com o carro no que seguia à minha frente na mesma faixa de rodagem. Dei-me como culpada contudo como a condutora do outro veículo sentia dores na cervical foi chamado o INEM e acabamos por não preencher a carta amigável, ficando apenas efectuado registo do auto da PSP.
    Nessa mesma altura telefonei ao meu agente de seguros a dizer-lho o que tinha ocorrido mas não lhe entreguei nada por escrito.
    Ontem recebi uma carta da minha seguradora, a Allianz, a dizer que tinham recebido a reclamação de acidente e pediam-me para enviar a participação de sinistro.
    a minha dúvida, é se tenho mesmo que enviar a participação do sinistro, uma vez que a PSP fez o auto de ocorrência do acidente.
    A seguradora da outra condutora é a Generalli caso esta informação seja útil.

    Obrigada.

    Cumprimentos
    Marta

    • Boa noite Marta

      Para seu bem, envie a participação à sua seguradora. É necessário saber a sua versão do acidente.
      Ambas as seguradoras irão se pronunciar sobre o acidente.

  197. viva
    a minha filha partiu um oculos a outra pessoa
    participei ao seguro e enviei os oculos partidos mais o orçamento. a companhia disse ok mas quer ir ao local e que eu e minha filha de 10 anos mais o lesado uma senhora de 77 estejamos presentes para uma entrevista. nao tem nenhum problema ir ao local e dizer o que se passou mas obrigar a minha filha a ir(que começou logo a chorar quando lhe disse)já nao sei pois eu sou o responsavel por ela e quando fiz o seguro a companhia nao lhe perguntou a ela se queria o seguro. gostaria de saber se ela é obrigada a ir pois até parece que a miuda cometeu algum crime e eu já estou a ficar chateado com esta situaçao
    obrigado

    • Boa tarde Marco

      É uma situação desagradável, mas a seguradora tem o direito de saber como é que aconteceu.
      Embore ache um exagero fazer uma reconstituição, neste caso.
      Qual a seguradora, por favor?

  198. Boa tarde Dr.Pedro,

    Ha 2 dias tive um pequeno incidente/acidente. Circulava atrás de uma viatura que se lembrou de parar num semáforo ainda amarelo já por debaixo do mesmo.(hesitante) Eu seguia atrás e quando me apercebi, travei mas o carro “patinou” e acabei por dar 1 toque sem estragos de pintura no pára-choques. O que fez foi ter soltado a batente lateral do pára choques da outra viatura.
    Preenchemos a declaração amigável e disponibilizei-me para pagar os custos da montagem e desmontagem do pára choques bem como uma nova batente.O senhor apresentou me um orçamento que inclui serviço de pintura do mesmo pq a oficina lhe disse que ao desmontar irá estragar a pintura.
    Ora eu entrei em desacordo com o Sr. por causa dessa situação pois o toque no carro não lhe tirou tinta. Decidiu então colocar no Seguro, mas eu não me quero responsabilizar por tal. Agora a peritagem se achar que a pintura é fundamental para o arranjo, a minha seguradora vai ter que liquidar esse valor. Não tenho como me defender, certo?

    Obrigado

  199. Bom dia,

    Bateram-me na traseira do carro e o meu ficou com riscos e o da pessoa com nada. Inicialmente a pessoa em questão assinou a declaração amigável mas não preencheu totalmente os dados. No entanto agora rasgou a sua cópia e diz que como o seu carro não tem nada não se responsabiliza pois alega que o meu carro já poderia ter os estragos. O que poderei fazer neste contexto?
    Obrigada

    • Boa noite Ana

      Reclame à seguradora da pessoa que lhe bateu. A seguradora dela irá pedir uma declaração amigável e se ela não responder num prazo de 8 dias, a seguradora decidirá a seu favor, visto que foi um batida por trás.

  200. Bom dia Dr. Pedro, escrevo-lhe com alguma urgência pelo seguinte – esta manhã tive um pequeno acidente, aliás, foi mais um incidente – eu estava a circular numa via de dois sentidos, com parqueamento dos dois lados, eu seguia na via direita e avistei um lugar do meu lado direito, identifiquei com o pisca a intenção de estacionar, cheguei o carro ao meio da faixa de rodagem para o poder endireitar e estacionar de traseira, ao fazê-lo não vi nenhuma viatura de ambos os lados…accionei a marcha atrás e quando estava prestes a entrar com o carro no espaço de estacionamento, o meu sensor traseiro apitou e passou um carro no qual o meu, inevitavelmente raspou: a minha traseira lateral do lado do pendura raspou na traseira do lado do condutor dele… estragos no meu, praticamente nenhuns e no outro carro, uma raspadela no para choques lateral…foi o meu primeiro incidente, confesso que não o vi, mas,como digo, quando iniciei a marcha atrás não o vi. apesar de ser uma coisa dita leve, entrei em panico, e só disse ao senhor “eu nao o vi, eu não o vi”…como o carro esta no nome do meu marido, acordei com o senhor em nao preencher a DA hoje, mas amanha de manha … o senhor fez-me crer que eu seria culpada,porém, ao contar o incidente a outros condutores, todos me dizem que provavelmente a culpa foi do outro condutor pois nao esperou que eu terminasse a manobra… daí que o embate tenha sido como descrevi anteriormente…até porque, segundo dizem, do meio para trás quem embate, por norma, não tem culpa… é assim tão linear? E se nem eu nem ele nos declararmos culpados…?

  201. Olá! A minha mãe teve um acidente, a um mês atras, o acidente aconteceu quando ela seguia na faixa de rodagem e tencionava voltar a esquerda, com o respetivo pisca e já estava a efetuar essa mesma manobra, uma mota ultrapassou-a nesse mesmo momento em excesso de velocidade e embateu na lateral esquerda do nosso veiculo, tendo feito um buraco debaixo do espelho retrovisor com a roda da mota! No momento o senhor disse que tinha consciência do que tinha feito e que a culpa era dele, mas no dia seguinte não quis fazer a participação amigável e ainda disse por telefone a minha mãe que já sabia que perdia mas que ia dizer que ela não tinha dado pisca, ou que o tinha dado muito em cima da hora! e foi mesmo isso que ele fez, e agora deparamo-nos com a resposta do nosso seguro a dizer que estavam confusos mas que a culpa seria da minha mãe pelo código da estrada? como é que é possível? tendo nos uma testemunha que viu o que aconteceu e que viu que ele meteu-se a ultrapassar quando a minha mae já estava a virar?

    Agradecia que me esclarecessem e me pudessem ajudar!

    Obrigada!

    • Cara Débora

      Reclame à seguradora da Mota enviando o testemunho escrito da pessoa que viu o acidente

      • Foi isso mesmo que fizemos, no entanto, nada parece mudar! A testemunha deu o seu depoimento a policia, e ao perito que veio na semana passada falar com ela, no entanto isto foi na quinta a tarde, na sexta o perito enviou os depoimentos, e já na segunda por volta das 16horas já se sabia a resposta que a minha mãe seria a culpada! o meu pai ficou com o numero do perito e ligou-lhe ele disse que não sabia mas que so tinha enviado os papeis para a seguradora na sexta a tarde e que seria impossível ou praticamente impossível eles já terem uma resposta! No entanto a seguradora é a mesma.

  202. Muito obrigada pelos seus esclarecimentos.

    Neuza Pedreira

  203. Boa tarde Sr. Pedro Monteiro

    Quanto á questão do estacionamento, eu referia-me ao estacionamento na oficina onde a viatura se encontra para reparação desde o dia da peritagem .
    Coloco esta questão, pois fui informada pela oficina, que dez dias decorridos após a peritagem,o parqueamento da viatura, poderá acarretar custos de parqueamento .
    A questão é : Quem paga o mesmo ?

    Melhores cumprimentos,
    Neuza Pedreira

  204. Sr. Pedro Monteiro
    Tendo sido informada que o meu processo de sinistro se encontra em análise pela seguradora do veículo que me lesou, quantos dias assistem a essa seguradora para analisar o meu processo?
    Devo esperar indefinidamente ou há prazos a cumprir?
    Quem paga o estacionamento do meu veiculo enquanto aguarda reparação?
    Agradecia que me esclarecesse. Muito obrigada.
    Melhores cumprimentos,
    Neuza pedreira

  205. Carlos Gonçalves

    Muito obrigado pelos seus esclarecimentos, Sr. Pedro Monteiro .

    Com os meus melhores cumprimentos,

    Carlos Gonçalves

  206. Carlos Gonçalves

    Num Parque de Estacionamento,Centro Comercial, ( não pago ), as seguradoras podem recusar-se a assumir as suas responsabilidades ou vigorando o código de estrada, devem as mesmas assistir os seus clientes como se o acidente ocorresse na via pública ? O código de estrada, faz-se cumprir num parque de estacionamento de um Centro Comercial, ou os sinais não estão oficialmente homologados ?

    Melhores cumprimentos,
    Carlos Gonçalves

  207. Carlos Gonçalves

    Boa noite

    Após a peritagem, tenho o direito de escolher o local de reparação da minha viatura, ou devo acatar as sugestões do perito ?

    Melhores cumprimentos,
    Carlos Gonçalves

  208. Bom dia,
    Precisava da sua opinião no me sinistro ocorrido no dia 27-07-2013 em Lagos frente á policia de Lagos, alias se houver alguém que tenha testemunhado o acidente gostava que entrasse em contacto comigo se fosse possível. Para ser breve comprei o carro á 3 meses apesar de ter carta á 5 anos e foi o primeiro acidente em que estive envolvida. Basicamente um turista estrangeiro num carro alugado embateu de lado no meu carro começando por raspar a porta frontal direita até porta traseira direita, incluído danos na jante direita. Vinhamos os 2 na rotunda, ela estava a andar relativamente devagar, ultrapassa-mo-la na rotunda para sairmos na próxima saída e entramos na saída na faixa da esquerda como é permitido no código da estrada, visto que a faixa da direita ia exclusiva para uma direcção que não era a pretendida. Não sei o que se passou com a outra condutora, ela estava a fazer a rotunda toda pela direita (até porque no auto da policia ela escreveu que ia sair de volta por onde tinha entrado mas no sentido oposto), nao sei se ela se arrenpendeu ou o que raio aconteceu na cabeça dela e fora da rotunda embateu-nos com o guarda lamas esquerdo do veiculo dela no lado direito do nosso carro, tal como já indiquei anteriormente.
    A minha seguradora aceitou os 50/50 da outra seguradora quando o “meu” perito (da minha seguradora) indica que a culpa é total da outra seguradora como tinha chegado em consenso com o outro perito sobre essa decisão. O argumento que a outra seguradora dá e que leva a minha seguradora a aceitar os 50/50 é que não há evidencias de quem invadiu a faixa de rodagem de quem, a minha questão e dúvida, obviamente que vou reclamar com todos os argumentos e tudo sobre esta decisão de 50/50, mas como é possível eu provar que não invadi a outra faixa de rodagem? Como é que uma pessoa admite que faz a rotunda toda pela direita, que é uma infracção de acordo com a lei 44/2005, pode levar a minha seguradora a aceitar os 50/50. A minha questão não passa muito pelo dinheiro, obviamente que faz muita falta mas também pela incompetência da seguradora de não me defender visto o perito deles (da minha seguradora) dizer que não sou culpada de maneira nenhuma. O que posso fazer e que argumentos ou outros decretos de lei poderei usar para defender o meu caso?

    PS: Visto ter sido o primeiro e carro e estarmos a condicionar totalmente o transito no momento não pensei nas consequências porque pareceu-me pelos danos e por falta de experiencia retirei o meu carro para não obstruir o transito, mais tarde vim a saber que em alguns casos a policia também multa se não tirarmos os carros pois estão a condicionar o transito, por isso acaba por ser um pau de 2 bicos mas aprendi a lição pelo menos tiro fotos no local do embate para me poder defender, sendo o ideal esperar pela policia para tirar as medidas.

    • Boa tarde Ana

      Sugiro que accione a protecção jurídica, contactando a seguradora, e tente obter um parecer escrito do perito da sua seguradora que considera que a outra condutora tem toda a responsabilidade.
      Testemunhas também é o ideal.

  209. Vítor Fernandes

    Boa noite. Passou-se o seguinte comigo. Eu ia a sair do estacionamento com o meu carro e quando ja estava praticamente todo dentro da faixa de rodagem um carro nos parques opostos saiu e bateu-me lateralmente junto à roda traseira direita. Como ao ouvir o toque não me pareceu nada de especial cheguei o carro à frente e estacionei outra vez. Nem era para chamar a gnr mas como o outro condutor começou a reclamar chamei-os. Não foi preenchido nenhum “crocki”,só escrevi na folha como se tinha passado, nem fiquei com os dados do outro condutor nada. Fui à gnr para levantar o auto e estava lá escrito que eu tinha mencionado que o local de embate tinha sido mesmo no meio da via, o que não é verdade já que o outro carro não foi mexido é só estava fora do parque no máxima 50cm. Resumindo… querem-me lixar porque um dois gnr que esteve no acidente é sobrinho do outro condutor. Precisava de ajuda urgentemente. preciso de saber como atuar para não ficar com prejuizos do qual não tenho culpa. agradeço resposta. obrigado

  210. B.Dia SR.PEDRO MONTEIRO
    gostaria de saber a sua opinião sobre a seguinte situação.tive acidente em uma BR qual fui cubado e o dono do caninhao que bateu em meu carro quer fazer um acerto comigo do qual ele quer um acessorio para colocar no caninhao pelo acerto do qual aconteceu.QUE DECLARACAO EU FACO E COMO?

    • Boa tarde Tarcisio

      Não entendo sua questão. Se o outro cavalheiro quer acertar tudo sem envolver as seguradoras, basta acertar com ele. Caso contrário, preencham participação amigável e enviem para as respectivas seguradoras, pois são estas quem definem as responsabilidades e o montante dos danos.

  211. Dr. Pedro Monteiro,
    Boa noite
    Antes de mais, um bem haja por toda a ajuda que tem prestado.
    Aproveito para lhe colocar a seguinte situação: na passada 2ªfeira, no meio de trânsito, um veículo embateu na traseira do meu carro. De imediato, saímos dos veículos para averiguar estragos. O pára choques do meu carro tem marcas visíveis do embate. A senhora admitiu a culpa, porém, não se procedeu ao preenchimento da declaração amigável, tendo nós ficado com o contacto de ambas as partes. Acontece que agora a pessoa em causa não atende as chamadas, pelo que gostaria de saber de que forma posso accionar o sinistro? Tenho a matrícula da viatura e o nome da condutora. Aguardo suas considerações. Obrigada

    • Cara Daniela

      Preencha uma declaração amigável com os seus dados e os da outra senhora e envie para a seguradora da condutor que bateu na sua viatura.
      Aguarde o desenrolar do processo.

  212. Boa noite,

    Gostaria que me esclarecesse relativamente a um acidente que tive ontem. Vou a passar no cruzamento, o outro condutor não respeitou o sinal vermelho, ao vê-lo desviei-me e acabei por me despistar, sem que o outro veículo tivesse um único arranhão. O condutor da outra viatura, não se dá como culpado, porque diz que não me tocou. A meu ver, ele é culpado, pois não respeitou um sinal vermelho, provocando assim o acidente. Como poderei resolver esta situação? Obrigada pela ajuda.

    • Boa noite Cláudia

      Tem testemunhas? Reclame à seguradora do responsável munindo-se dos testemunhos.
      Espero que tenha chamado a polícia. Em caso afirmativo, vá à esquadra e peça o auto e que o mesmo seja enviado por mail porque fica mais barato. Se a seguradora assumir, apresente a conta do auto à mesma.
      Se não resultar, accione a protecção jurídica

  213. Boa tarde.

    Tive um acidente de bicicleta em que o condutor não respeitou o sinal de cedência de passagem. Como resultado a bicicleta ficou danificada e sem arranjo. Eu não sofri danos físicos e assinamos a declaração amigável, tendo o condutor efectuado a participação do acidente ao seguro dele.
    Segundo me disseram a peritagem já foi realizada, mas até agora ainda não obtive resposta sobre o que irá ocorrer de seguida, pois a perda da bicicleta é total e nem sequer fui contactado pelo perito.
    Será isto normal?

    Obrigado.

    • Boa noite João

      Os automóveis têm sempre prioridade sobre as bicicletas, embora isto esteja a mudar com as recentes alterações ao código da estrada.
      Deverá contactar a seguradora para perguntar o ponto de situação do seu caso.

  214. Exmo. Pedro Monteiro,

    Gostaria de saber a sua opinião em relação a este sinistro:

    Ao sair de uma zona residencial, no entroncamento de 2 ruas sem saída, após imobilizar o veículo no STOP, verifiquei que não havia veículos a circular em ambos os sentidos da via para a qual iria circular, pelo iniciei a marcha no sentido descendente da via, no momento em que estava a entrar na faixa correspondente ao sentido descendente, surgiu inopinadamente um veiculo no sentido inverso que não teve reacção no sentido de tentar imobilizar a sua viatura, ficando implícito pela ausência de marcas de travagem e danos causados nos veículos, viria com velocidade excessiva, embateu com a parte frontal direita do seu veiculo, na zona frontal esquerda do meu veiculo, já na faixa de sentido inverso à sua marcha.

    Servem os factos reportados para imputar responsabilidades ou serei sempre responsabilizado pelo facto de provir de um sinal stop independentemente da zona de embate(sentido descendente), os danos e ausência de vestígios de travagem do veiculo que embateu na minha viatura?

    Atentamente.

    • Boa noite Paulo Neves

      Não respeitou o STOP, pelo que é responsável a 100% pelo acidente, mesmo que moralmente a responsabilidade possa estar no outro condutor.
      A úncia hipótese de dar a volta é apresentar testemunhas à seguradora via testemunhos escritos.
      Depois de proceder desta forma com as testemunhas e se não resultar, deve accionar a protecção juridica

      • Agradeço o esclarecimento, infelizmente a investigação de sinistros é muito limitada e redutora da imputabilidade de responsabilidades.

        Não é admissível que num entroncamento de 2 ruas sem saída com acesso a uma escola primária, alguém circule a uma velocidade tal que impossibilite evitar um acidente cujos danos impedem ambos os carros de circular e alguém que acaba de sair da sua residência circulando cuidadosamente seja responsabilizado por mera facilitação processual.

  215. A situação e exactamente a mesma descrita pelo Sr.Artur : mas a declaração é preenchida e assinada mas ninguem se dá como responsavel.
    Dai a minha estranheza em que nas 3 situações descritas no quadro 31 a responsabilidade seja sempre a mesma, acho que são bastante diferentes.
    -De qualquer forma achei pelo seu comentario q acha q o veiculo q se apresenta pela direita(veiculo X), transpondo o eixo da via, e embatendo na lateral direita traseira (porta e ilharga traseira) do veiculo que ja está no cruzamento, é o responsavel?! (no quadro 31 indica 1/4 para o X e 3/4 para o Y o que me parece injustificavvel nesta situação).

    • Boa tarde Luís Moreno

      Quem define a responsabilidade nos acidentes de viação são as seguradoras e nunca os intervenientes. Com base na declaração amigável, nos autos de ocorrência das autoridades (caso existam), nas testemunhase outros elementos axiliares e utilizando a tabela prática de responsabilidades, as seguradoras tomam as decisões. De nada serve estar a discutir de quem é a culpa e de quem não é. Caso haja discordãncia na posição tomada pela seguradora, é possível accionar a protecção jurídica e ainda tem o CIMPAS.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  216. Relativamente a esta situação do Sr.Artur Monteiro, pela sua resposta parace não haver duvidas quanto ao responsavel, mas qual o enquadramento nos quadros das responsabilidades que indica no atalho ? é que se fôr pelo quadro 31, o veiculo abalroado continua a ser resposanvel por 3/4 das responsabilidades ??! o que me parece estranho ser o mesmo valor para as 3 situações ?
    Com elevada consideração
    LuisMoreno

  217. bom dia tive aidente com mota que por sua x e da empresa onde faço pat time por sua x o rapaz que bati ia a virar para uma praceta em contra mao eu ia quase ao seu lado a fazer ultrapassagem quando ele vira derrepente e eu bato nele ,ele nao tem seguro fui transportado para o hospital ele retirou carro da via e nao tem seguro. tenho alguns direitos via judicial ? o que aconte-se e o seguinte eu no sou culpado do acidente tenho testemunha do que aconteeu estou neste momento em casa honde a seguradora da empresa onde faço par time me paga os dias de trabalho nao trabalhados e os tratamentos mas as minhas coisas pessoais nao sei se me pagam e os danos e trans tornos que isto me esta a causar visto ter renda de casa de quase 500 eur para pagar e creche do meu filho de 310 eur mes

  218. boa tarde,gostaria de saber a sua opinião sobre a seguinte situação.a minha esposa seguia na sua direcção e a passar junto de um cruzamento que se encontrava á sua direita,abrandou e como não se apresentava ninguem pela direita continuou,ao já ter passado quase na totalidade o cruzamento,sentiu um embante na parte traseira do veiculo junto há roda traseira.preencheu a declaração,o condutor do outro veiculo considerou-se culpado e assinou a declaração.

  219. Caro Amigo,

    No mês de fevereiro/13, entrei em contato via telefônica com à agência do bradesco na cidade de Salgueiro/PE, para renovação de seguro auto, onde fui informado que o pagamento deveria ser obrigatoriamente com débito em conta, pelo motivo de ser funcionário público e assim obter o desconto concedido pela seguradora, aceitei tal condição, fui informado que o veículo deveria passar por vistoria onde o mesmo foi aprovado, mesmo sendo esta a minha 4º renovação. No mês de abril/13, sofri um acidente, quando acionei a central do seguro, tive uma desagradável surpresa onde fui informado que minha apólice não constava no sistema, entrei em contato com a funcionária responsável pela suposta renovação, onde após consultar meus dados informou-me que tinha esquecido de enviar minha proposta para a central por isto não tinha havido débito em minha conta. Procurei a gerência da referida agência e o senhor gerente disse que não poderia fazer nada, pois a funcionária mesmo estando diariamente na agência era terceirizada. Solicito uma orientação do que fazer neste caso.

  220. boa tarde o meu marido teve um acidente numa via que dava os dois sentidos essa rua era muito estreita no qual o outro jurado bateu no retrovisor asustou-se e com a roda do lado esquerdo da parte da frente embateu na jante do lado esquerdo do carro do meu marido esse embate faz com que o carro embatesse contra a parede a traseira do carro do meu marido ficou toda partida do lado direito e do lado esquerdo não ouve declaração amigável tivemos que chamar a policia pois ouve uma criança envolvida que era a minha sobrinha ela ficou bem grassas a Deus ficou só com a cara dorida por ter batido na cadeira dela.
    o meu marido trabalha por turnos ambos os turnos nunca são fixos não temos como andar sempre a pagar táxis como faço para obter um carro com urgência porque se assim continuar o meu marido não vai ter como ir para o trabalho não tem meios de transportes para o local de trabalho isto ta a darmos cabo da cabeça porque pode leva lo a faltar por falta de carro para ir trabalhar temos uma filha para criar renda e etc seguradora do meu marido nada faz estamos a entrar em desespero porque que ele perca o emprego não ta a ser fácil.

    • Boa tarde Cidália

      Contacte a seguradora diariamente para saber o ponto de situação do sinistro, pois com os elementos que descreve não posso dar uma opinião objectiva. Vá juntando os recibos das despesas de transporte e se não for atribuída nenhuma culpa no acidente, poderá apresentar as despesas à seguradora do responsável.
      Se tiver a cobertura de viatura de substituição em caso de acidente, pode accioná-la.

  221. Drº Pedro Monteiro,
    Gosaria se possivel que me desse a sua opinião sobre este caso: o meu marido é vendedor numa firma e usa uma carrinha dessa mesma firma e despistou-se e acidentou a carrinha, chamou a GNR, só que acusou alcool e o seguro diz que não paga, o que acontece nestes casos?? Não é justo a dona da carrinha ficar no prejuizo, pela burrice do funcionário no entanto, nós não temos dinheiro para o arranjo o que acontece??
    Há algum mecanismo que possamos accionar???
    Obrigado pela sua atenção. Sara

  222. Ricardo Medeiros

    Caro Sr. Pedro Monteiro. Tive um acidente no passado dia 03 de Maio, ao que só hoje obtive alguma resolução. A minha companhia é a Seguro Directo e a do outro interveniente a Açoreana Seguros.
    Ia eu a circular na minha rua onde moro, de 2 faixas, cada uma no seu sentido. Vou andano normalmente pela direita, numa rua com linha descontínua, dou indicador de mudança de direcção para a esquerda com antecedencia para entrar na minha moradia, quando um veiculo vindo de trás, tenta ultrapassar-me e bate-me na parte frontal esquerda do meu veiculo mesmo no eixo da via. Chamamos a polícia, que não tirou quaisquer medidas porque disse que nao houve feridos. A condutora disse que viu o meu pisca, mas que nao teve tempo para parar, e para não me bater na traseira, tentou a ultrapassagem pela esquerda na esperança que desse tempo. Não deu. Declarou-se culpada e fomos a companhia da mesma preencher Declaração amigável. A companhia dela, Açoreana Seguros, não aceitou a declaração amigável. Presumo agora que seja por me considerarem culpados. Entretanto, enviei tudo para a minha companhia para abertura do processo, enviei documentação toda, fotos, relatório da polícia. Hoje recebemos uma carta que sou culpado da situação, porque nao parei antes de tentar entrar na minha moradia nao cumprindo assim todas as regras de segurança. E a condutora que veio em excesso de velocidade e para nao me bater na traseira, tenta a manobra d ultrapassagem para o lado que eu tinha começado muito lentamente a virar, não respeita a distância de segurança, também não falhou nas regras de segurança? Pior que isto é que se declarou claramente culpada. Fiquei a saber também que aquando da minha reclamação, a minha companhia contactou a Açoreana mas já dando parte de como eu sou culpado. Este procedimento estará correcto, já que os contactei na condiçao de lesado e nao de culpado, e os mesmos nem me contactaram a informar do ponto de situação?
    Posto isto pergunto, se sempre que se entrar em casa, temos de encostar o carro na berma ate q passem todos os veiculos, e só depois é que podemos iniciar a manobra para entrarmos na nossa moradia? Acho que para entrarmos em casa, todos temos de seguir por alguma rua e iniciar uma manobra. Agora vou seguir para um advogado porque nao me conformo com essa situação. O acordo entre as seguradoras parece que tem pré-definido que quem entra em parque privado/moradia é automaticamente culpado, o que é grave. Será que me podia elucidar sobre toda esta situação?
    Muito obrigado pelo seu tempo e desde já, pela ajuda que venha a providenciar.

    Cumprimentos.

  223. Sr. Pedro Monteiro, no passado dia 2 de Abril tive um acidente. Ia numa faixa de sentido único, e ao desfazer uma curva de visibilidade reduzida deparei-me com uma sra dentro do carro estando este ali totalmente atravessado na via. Impossibilitou-me desse modo evitar o acidente. Era um dia de chuva, o que por si só me obriga a ter cautela na conducao, e a propria curva nao me permite velocidade ou aventuras é a descer). O meu carro não tem praticamente nada, apenas um pequeno embate de 2 cm no capot, junto ao para-choques. E é necessario colocar uma grelha nova no mesmo pois alguns bocados cairam ao chao. O embate dá-se da minha frente para as laterais do outro veiculo (que absorveu o peso do meu carro).
    Não se assinou a declaracao.
    Corri seca e meca porque a minha companhia declinou ajudar-me, referindo para me dirigir ao meu mediador, que fica em cascos de rolha…
    Quando contactado, por telefone, o mediador comecou logo a espalhafatar dizendo que a culpa seria minha e que me ia enviar o art 26 sobre velocidade moderada…coisa que fez.
    A peritagem foi feita por 2 vezes pq o perito nao tinha tempo…ontem recebi uma sms por parte da companhia do outro veiculo que o processo estava em instrucao.
    Em verdade sou extremamente cuidadoso e nada dado a velocidade, o local nao estava sinalizado com o triangulo pois pareceu-me que o veiculo ja estava la alguns minutos antes, é que não ia ninguem atras ou á minha frente naquele momento.
    Resolvi chamar a policia para tomar nota da ocorrencia, tendo a mesma dito que ali obrigatoriamente nao conseguia escapar, o embate era inevitavel.
    Coloquei eu logo o triangulo, antes da policia chegar ao local, pedi a sra do outro veiculo que vesti-se o colete e liga-se os piscas…ela queria tirar o carro da via.
    Ela chamou o marido…de repente já havia uma ferida que era ela…a realidade é que nem a policia activou inem (ate se riram ao dizerem me que havia uma ferida e que estavam com pressa)…quando a policia foi embora e eu ja tinha tudo preparado para assinar com o marido ele comecou a divagar sobre acidentes que tinha tido…50/50…bla bla bla…e eu disse que nao me competia julgar. Aquele momento era importante para trocar e assinar a declaracao pelo menos isso. As culpas depois se veriam. Ele ficou furioso e disse que já nao tinha tempo e que tinha que ir ao hospital com a esposa…
    Faz-me confusao a minha companhia nao me ter mostrado a sua posicao, real, ate ao momento! Cheguei a deslocar-me a uma seguradora que nao a minha para pedir auxilio no envio de informacao, scanear documentos, enviar emails…foram 5 estrelas. (Acham que nao sou culpado…)
    Fico um pouco incomodado por quererem alegar velocidade quando eu sei que naquele momento desfaco a curva, tento travar mas o carro está mesmo ali. Senti-o claramente a despistar-se, parecia que tinha oleo a via. Todas as semanas fica lá alguem apeado…até a policia (o agente estava a contar-me o que se tinha sucedido com ele na mota de servico, ali naquele local…o outro sr. agente que vinha com ele é que nao gostou nada da nossa empatia)
    Como trabalho de noite, o perito veio com a conversa que eu ia de força e que estava com sono…
    Eu disse-lhe que nao consegue provar a minha velocidade, e alem disso nao tinha o sinal de pre sinalizacao de perigo e que se fosse velocidade o outro carro ficava desfeito e o meu tambem.
    Financeiramente passo algumas dificuldades por isso agradecia alguma apoio ou posicao sobre este assunto. Já que a minha companhia parece tender para me culpar, assim como a outra.
    O meu carro é um seat de 2006 e o outro é um modelo anterior (ficou com as duas porta do passageiro um pouco amassadas em baixo).
    O meu seguro é normal ou seja a seguradora paga os danos do outro. Mas no papel aparece lá sem franquia!
    Só nao posso(evidentemente)pagar o meu e o do outro…pois nao tenho possibilidades para tal.
    No auto da policia nao mencionei o triangulo, naquele momento sei la o que me passava pela cabeça…aleguei que o obstáculo atravessado na via nao permitiu o meu sentido de marcha natural provocando assim o acidente.
    Nao é facil eu ter de me deslocar ao outro veiculo, abrir a porta, perguntar se esta tudo bem e a sra responder : Estou gravida.
    Mas esta bem?
    Sim so que ja vou tarde para trabalhar…
    Vou ligar ao meu marido…
    Eu devia era logo ali preencher a papelada…
    Mas pareceu me mal o confronto.
    Esperei, chamei a policia…e ja queimei os neurónios qb.
    Agradeco alguma ajuda caso assim seja possivel.

    Muito grato.

    • Caro Bruno

      Participe à seguradora da outra condutora, envie cópia do auto e se necessário, accione a protecção jurídica contactando a sua seguradora.

      • Caro Sr. Pedro Monteiro,

        tal como referenciado a protecção jurídica foi accionada e enviar para a Cares, isto já no dia 16 de Maio. Tal sucede porque a minha seguradora não aceita a culpabilidade do sinistro, e tenta assim criar uma situação de pelo menos 50/50. Surpreende-me é o tempo de demora! O carro anda mas…queremos sempre estas situações resolvidas. Será normal este tempo de espera? Desde já agradeco a resposta anterior.

        • Boa tarde Bruno

          Lamento a demora na resposta, mas só hoje é que o seu comentário apareceu na moderação do blog. Tal deveu-se a problemas técnicos
          Contacte a Cares para saber o ponto de situação.

  224. Patrícia Correia

    Boa Tarde,
    No dia 29 de Maio 2013 (Sexta Feira), o meu carro estava estacionado e algum tempo depois fui chamada para ir ao local, pois alguém tinha projectado o meu carro e de um camião para cima do passeio. Quando cheguei ao local já estava a policia, assim como vários testemunhas. O Condutor que foi contra ao meu carro estava com excesso de alcool, a policia levou-o e identificou-o. Falei com o meu seguro (tenho acção juridica), que já entrou em contacto com a dele mas a questão é que ele ainda não deu o caso a conhecer à seguradora dele e pelo que sei ele é imigrante. A peritagem já foi feita. Eu ando de moletas, nem me consigo deslocar para nenhum sitio sem ser de carro. o que faço? E se ele fugir? E se ele não participar o acidente à sua seguradora?

    Tenho um carro estacionado, que é meu pois está pago e de repente vem um senhor com excesso de alccol e destrói o meu carro. Diga-me como proceder por favor.

    Muito Obrigada

    • Boa tarde Patrícia

      A seguradora do causador do acidente já deve ter enviado uma carta ao condutor e se não tiver resposta, a segurador assumirá que o mesmo é responsável pelo acidente. Ainda por cima há auto de ocorrência.
      Com certeza que tudo acabará bem.
      Ligue para a seguradora para acompanhar o processo.

  225. Boa tarde
    Caro Sr. Pedro Monteiro, a quase um mes atras tive um accidente, e gostava de saber se tenho que me preocupar com alguma parte da responsabilidade ou nao. Uma carrinha embateu em meu carro por tras. Devido a projecao que ouve, fui parar na traseira dum outro carro. Fica ja a saber que o primeiro carro estava parado, a tentar virar a esquerda num cruzamento, eu encontrava me atras do primeiro carro, tambem estava parado , a espera que o homem acabase a manobra. Gostava saber se a seguradora vai me atribuir alguma responsabilidade pelos danos causados ao veiculo da minha frente, ou se vou ter de pagar os danos do meu carro na parte da frente. Nao ouve auto de occorencia.

  226. Boa tarde Sr.Pedro Monteiro,

    Gostaria de pôr a seguinte questão: No passado dia 26 de Março estava um veículo parado na faixa de rodagem do lado direito eu não me aprecebi bem do espaço e ao me desviar raspei na traseira do veiculo. O meu veiculo não sofreu qualquer dano e na altura a Senhora que estava na outra viatura confirmou que o veículo dela aparentemente não tinha também qualquer dano. Não foi preenchida qualquer declaração amigavel, so trocamos nr. de telefone, hoje dia 2 de Abril a senhora liga-me a dizer que tem que pintar o carro porque tem muitos risco. Eu acho quase impossivel visto que o meu carro não tem risco nenhum. Não sei o que fazer pode me ajudar?

    Grata pelo fantástico serviço que presta aos utilizadores do blog.

  227. Boa tarde Dr Pedro Monteiro.

    Venho por esta forma pedir-lhe que me ajude a resolver o meu assunto.

    No dia 9/1/2013 estando eu estacionado, uma viatura deu-me um pequeno toque, o condutor deu-se como culpado e preencheu-se declaração amigavel (com alguma dificuldade porque j´´a era de noite e luminosidade não havia muita).

    Entretanto eu entreguei a minha companhia e o outro sujeito fez o mesmo, recebo da minha companhia que passo a citar:

    Assunto: Impossibilidade de regularizaçäo no âmbito da Convençäo IDS

    EXmo Senhor,

    Na scquência do contacto telefónico com V.EXa, vimos pela presente dar-lhe conhecimento das
    diligências efectuadas, no ámbito do processo em assunto.

    No sentido de proporcionar um melhor serviço aos nossos clientes, rentamos um enquadramento no
    sistema IDS (Indemnizaçäo Directa ao Segurado), dentro da qual teríamos o maior prazer em
    regularizar o sinistro.

    No entanto, lamentamos informar que a congénere Zurich näo aceitou a nossa posiçäo em atribuir
    responsabilidades ao condutor do veículo que seguram, pelo motivo de na Declaraçäo Amigável näo
    ser Visivel a assinatura do seu cliente, inviabilizando assirn a regularizaçäo dentro do convenio IDS.

    Nestes termes, os prejuízos resultantes deste sinistro deveräo ser reclamados à congénere acima
    referida.

    A outra companhia solicita-me documentação e entretanto marca-me peritagem, aguardei e como nada dizem no dia 19/2/2013 mando um email a informar que recebi uma carta a dizer que esta condicional e o respectivo valor da peritagem.

    Entretanto liguei e dizem-me que por lei at´´e ao dia 6/3/2013 estaria dentro dos prazos legais para responderem. Esperei mais uma semana e enviei um email no dia 12/3/2013 a demonstrar o meu desagrado pela situação e eles responderam o seguinte passo a citar:

    “Comunicação da responsabilidade

    Exmo/a.(s) Senhor/a(s):

    De acordo com o previsto no artigo 36º, alínea e), do Decreto-Lei nº 291/2007, de 21 de Agosto, compete à empresa de
    seguros comunicar a assunção, ou não, da responsabilidade ao lesado e ao tomador de seguro, de modo a que as partes
    envolvidas possam tomar conhecimento do desenrolar do processo.

    Neste sentido, dado que, até ao momento, a responsabilidade não foi claramente determinada e que, segundo o previsto
    nos artigos 342º e 487º do Código Civil, compete a quem invoca um direito apresentar prova adequada que fundamente a
    sua pretensão vimos, no estrito cumprimento do estabelecido na lei, formalizar a nossa não assunção da responsabilidade.

    Mediante isto o que devo fazer!!!

    Obrigado pela atenção dispensada

    João

  228. Boa tarde, infelizmente estive envolvida num acidente de viação. Passo a relatar como tudo aconteceu. Vinha na autoestrada e estava a chover, de repente vejo um carro acidentado na berma virado no sentido inverso e no meio da faixa de rodagem estava uma peça da viatura, eu ao tentar não embater na peça desviei-me e entrei em despiste embatendo no separador central. No local a policia fez o relatório mas não foi preenchida nenhuma declaração pois a senhora da outra viatura foi levada para o hospital. Gostaria de saber se nessa situação a seguradora do outro veiculo pode ser responsabilizada pelos meus danos na minha viatura, dado que o meu despiste foi causado por destroços do outro carro. Se sim como devo proceder. Obrigada

  229. Boa noite. Gostaria de pôr a seguinte questão: a minha mulher,aparentemente, ao fazer marcha atrás num parque de estacionamento de uma Universidade privada encostou levemente numa viatura ali estacionada, sem de tal se ter apercebido. Foi contactada , posteriormente, pelo segurança, que a alertou para o facto, e contactou, de imediato, a proprietária da referida viatura, disponibilizando-se para pagar os danos, que foram mínimos, como na altura ambas constataram. A proprietária da viatura sinistrada, manifestou vontade de que a reparação fosse efectuada no agente da marca, que, posteriormente contactou. O orçamento, então apresentado, pareceu, à minha mulher e à própria proprietária da viatura sinistrada, manifestamente exagerado, face aos danos em causa. Vamos propôr orçamento noutra oficina da mesma marca. Pergunto: se a situação persistir, devemos entregar o assunto à nossa seguradora? Se o custo da reparação for substancialmente mais baixo do que o inicialmente apresentado, pensamos pagá-lo nós próprios e não recorrer à seguradora. Será isso possível, depois de a envolver no sinistro?
    O nosso muito obrigado se nos puder esclarecer.

    • Caro João Pinto

      Se ambos chegarem a acordo quanto à reparação do vosso bolso, não há necessidade de meter a seguradora nesta questão. Se o valor for alto, então participem à seguradora.

  230. Boa noite Sr.Pedro Monteiro,
    Pode por favor informar se existe uma minuta disponível para apresentar na c.seguros referente a uma reclamação, quando não existe acordo de ambas as partes intervenientes num acidente?

    Grato pelo fantástico serviço que presta aos utilizadores do blog.

  231. Pode me esclarecer nesta situação.
    Domingo chego a casa e fui avisado que me tinham batido no carro que estava bem estacionado. Chego junto ao carro e vejo a traseira em cima do passeio, a parte lateral da traseira que estava no lado a estrada, toda amassada e roda que estava perto do passeio, torta e a jante empenada.
    Perguntei aos vizinhos e ninguém sabe ou viu nada, coloquei um papel com o nº do meu tlm no vidro do carro para caso alguém tivesse presenciado me contactasse.Na quarta fui à PSP fazer uma queixa contra terceiros, na quinta uma testemunha ligou-me e fui à PSP acrescentar a matricula de quem bateu no meu carro, logo depois fui aconselhado pela minha seguradora a fazer uma participação na companhia de quem me bateu que por acaso é a mesma que a minha. Na sexta a seguradora enviou.me o reboque para o perito o ver na oficina escolhida e logo depois ligou.me outra pessoa que pediu anonimato a me dizer confirmar a mesma matricula e tb me disse que o outro carro já andava a circular praticamente concertado (o outro carro é de uma pessoa que mora na zona). Telefonei à seguradora a dar esta informação.
    Posto isto gostava se saber se agi correctamente ou se me esqueci de algo, tb enviei várias fotos do meu carro para a seguradora juntar ao processo.
    O outro condutor tem alguma hipótese de se safar( o carro dele poderá estar arranjado e ele arranjar falsos testemunhos que o ilibem)?

  232. Boa noite Sr. Pedro, se fôr possível gostaria de obter a sua ajuda: tive um acidente hoje em que parei em 2ª fila para fazer inversão de marcha.Quando vi que não vinha nenhum carro, dei sinal para a esquerda e coloquei o carro a meio da estrada para posteriormente chegar atrás e endireitar o carro para a outra via. Quando estava a chegar atrás, veio um carro que não abrandou nem parou e bateu na traseira do lado direito do meu carro. Preenchemos a declaração amigável mas o outro condutor não se deu como culpado apesar de ter admitido q achou que tinha espaço para passar. Há alguma possibilidade de a seguradora do outro carro assumir o sinistro? Sei que as manobras de marcha atrás e inversão de marcha devem ser feitas com muito cuidado, mas uma vez que o carro já estava no meio da estrada, não devia ter aguardado pela finalização da manobra?

  233. boa tarde teve um acidente de auto onde o outro carro muda de faixa e bate no meu nao se deu como culpado chamei a policia o outro condutor disse que eu e que tinha mudado de faixa e so parei mais em cima resumindo as companhias de seguro so dao 50 50 ele protestou o que tenho que fazer agradeço

  234. Muito boa tarde senhor Pedro , eu tive um sinistro , em que proseguia eu na faixa da esquerda no ic19 , e ia a proceder a uma ultrapassagem , no presiso momento em que estou lado a lado com o carro da faixa do meio , o condutor do veiculo da faixa do meio , tenta-se meter na minha faixa , tendo eu de me chegar ao separador central e travar a fundo , mesmo travando a fundo ele rapou no meu parachoques da frente e riscou-me o farol direito , ele não se deu como culpado , diz que ja ia na faixa da esquerda e que eu é que não o vi e bati por traz , coisa que é mentira , no momento do acidente eu como sou mecanico analisei logo o que os 2 carros tinham , o meu tinha o parachoque da frente riscado no lado direito , e o farol do lado direito riscado e com um apoio partido , o outro condutor tinha riscos no canto esquerdo do parachoques e o paachoques estalado , por acaso 2 ou 3 min depois passou um amigo meu bombeiro viu o carro na berma e parou e tambem ele viu os danos das 2 viaturas , isto dia 29 de Dezembro ,ora isto ha coisa de 5 dias veio um averiguador ver o meu carro e pedir para contar o que se passou , expliquei tudo , e disse basta verem onde estão os danos das 2 viaturas , se o meu esta tocado na frente direita e o dele na trazeira esquerda , não podiamos ir na mesma faixa , mas o averiguador disse que foi ver o outro carro e tem o parachoques completamente partido tanto no meio como lado direito e esquerdo , coisa que na altura do acidente não estava . A minha companhia cerca de 1 semana apos o acidente deu 50 50 , a companhia do outro condutor so me respondeu hoje(era hoje que terminava o prazo legal para responderem) e dizem que eu é que sou o culpado , o que faço agora , pois ao me ter apanhado o farol o valor de reparação foi muito elevado.

  235. obrigado sr. Pedro,pela ajuda.
    cumprimentos

  236. Boa Sr Pedro Monteiro,
    solicito a sua ajuda para interpretar a carta que recebi da seguradora.
    Diz assim: perda total de veiculo. a culpa sera 50/50. valor do veiculo 5.500. valor do salvado 1.220€ . qual o valor que irei receber? Poderei recusar a perda total? Obrigado pela atenção. Cumprimentos

    • Boa tarde Manuel

      Fica com o salvado e recebe metade da indemnização.
      Se o valor do conserto for igual ou superior a 65% da viatura, não tem hipótese de contestar a perda total. Pode é pegar no salvado e recuperar a viatura.

  237. Boa noite Sr. Pedro Monteiro,
    Obrigado pela ajuda.
    Cumprimentos

  238. Boa Tarde Sr Pedro,
    No dia 04/02/2013, tive um acidente,ao efectuar uma ultrapassem e já finalizada com uma outra viatura que seguia depois. Essa respectiva viatura que era uma carrinha de caixa aberta meteu-se na faixa de ultrapassem não conseguindo evitar o acidente embatendo na traseira da carrinha.No local existe um entroncamento sem sinalização ou proibição de ultrapassar. o outro condutor da carrinha diz que ia voltar a esquerda. no entanto a cabine da carrinha já esta para alem do entroncamento e a traseira da carroçaria bem como a frente do meu carro já na finalização do respectivo entroncamento. Chamei a gnr, mas não há declaração amigável assinada. A minha seguradora quer atribuir 50/50 porque diz que eu estava a ultrapassar a carrinha, quando a mesma virou a esquerda. Que devo fazer? Eu não me sinto culpado. agradeço a sua ajuda. Obrigado

  239. boa tarde,
    na sexta feira passada tive um pequeno acidente, sem feridos. a pessoa que colidiu comigo prencheu a declaração amigavel nao assumindo a sua quota parte de culpa. agiu de ma fe. eu assinei, embora nao concordasse. ao assinar a declaração, fico sem hipotese de contestar? as companhias de seguros vao analizar a participação e verificar se os danos materiais estão em conformidade com o relatado? pode a companhia de seguros concluir que afinal o culpado não é o palerma (neste caso a palerma que sou eu) que à priori assumiu uma parte da responsabilidade no acidente?
    obrigado.

  240. Obgd pela informaçao sr. Pedro ja vi que eles se aproveitam do facto de haver falta de experiencia! Ja estou a tratar disso! Obgd

  241. Boa tarde,

    Antes de mais gostaria de felicitar o blog, falo por mim, pois ajuda bastante com as situações de cada pessoa. Contudo quero explicar o que me aconteceu no âmbito, se possível, ajudar-me.
    Dia 29 de Dezembro de 2012, estava parado numa bifurcação para entrar numa outra estrada, quando veio um sr que embateu na traseira do meu carro, dando se logo como culpado, apresentou-se por culpado e queria preencher a declaração amigável, mas eu chamei a policia, pois como não percebia muito como o fazer foi-me aconselhado a faze-lo.
    Liguei logo ao meu seguro onde tive durante 5 dias um veiculo de substituição. O meu veiculo foi para a oficina onde aguardou a presença do perito.
    Após várias visitas ao meu veiculo e analise do mesmo, foi dado perda total, pois o valor comercial é muito inferior ao valor do arranjo.
    Fizeram-me uma proposta, onde me queriam dar o valor comercial do carro, não aceitei a proposta, pois independemente do valor comercial do carro, não é justo pois não fui o culpado e com o valor oferecido não irei comprar um carro compatível.
    Anteriormente ao acidente tinha feito verbalmente um negocio de troca de carro, e com este acontecimento, não foi possível.
    Será que posso exigir o meu carro arranjado ou o valor do arranjo? Mesmo assim não será o valor de retoma oferecido pelo stand!
    Segundo o que me foi dito durante este mês é que a seguradora terá 30 dias após o Sinistro para a resolução do processo e ultrapassou os dias estipulados e nada foi feito.
    Tenho ligado todos os dias, pois estou muito desiludido, e a resposta é que estão a analisar.
    Informaram-me que poderei seguir a via juridica, será a melhor solução?
    Peço desculpa por tantas questões, mas a realidade é que não sei o que fazer e estou sem veiculo a algum tempo, o que se torna complicado na minha vida pessoal e profissional.
    Agradeço a atenção depositada.
    Cumprimentos,

    Jorge Sousa

    • Bom dia Jorge Sousa

      As perdas totais são pagas com base na tabaela Eurotax comum a todas as seguradoras. Tabela essa que contém valores que não são necessariamente idênticas aos valores comerciais das viaturas.
      Pode optar por receber a indemnização e manter o salvado de forma a utilizar a indemnização para arranjar a viatura.
      A unica hipotese de ser indemnizado por um valor tal que o permita comprar um carro idêntico é recorrer à via judicial. Experimente accionar a protecção jurídica do seguro automóvel. Se não for enquadrável na protecção jurídica, avance para tribunal e se ganhar, a seguradora indemniza as custas judiciais até ao limite fixado nas condições da apólice.
      Quanto à questão dos prazos, leia este artigo:

      http://blog.sitedosseguros.com/2011/04/prazos-de-regularizacao-de-sinistros-automovel/

      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  242. Boa tarde Dr. Pedro, gostaria que me orientasse para o meu problema.
    Estacionei o meu carro num lugar de estacionamento autorizado, quando regressei e foi fazer marcha atrás verifiquei que não vinha nenhuma viatura pois trata-se uma uma via de sentido único, o que não estava á espera é que ao fazer marcha atrás um veiculo que vinha de uma rua á esquerda de onde eu estacionei pois trata-se de um cruzamento viesse embater em mim o senhor tem um stop mas como só olhou para a direita visto que a via só tem um sentido não viu que eu já estava na faixa a fazer marcha atrás segundo a seguradora dele eu sou culpada porque fiz manobra de marcha atrás sem tomar os devidos cuidados, pois não é verdade eu ao sair do estacionamento acautelei que não vinha ninguem o senhor vem aparecer num cruzamento em que tem um stop e não parou, não foi eu que lhe bati mas sim ele que só me viu quando bateu.
    não tinha ele obrigação de parar no stop e ai tinha visto eu fazer a manobra e não me teria batido.
    Agredeço a sua ajuda
    cumprimentos.

  243. Boas noites Sr. Pedro, tive um acidente de mota dia 24/01/2012, fiquei inconsciente, induziram me em coma e permaneci em coma durante 12 dias! Tive 4 fraturas no maxilar, parti a rotula do joelho, e mais alguns ematomas internos! O acidente foi provocado por uma sra. De 75 anos ( nem sei se ainda deveria ter a carta) que se lembrou de fazer inversao do sentido de marcha sem sinalizar e sem olhar para os espelhos ( informaçao dada por duas testemunhas) a companhia de seguros da sra. Assumiu a responsabilidade do acidente em causa! Por minha sorte tinha feito um seguro contra todos os riscos! Estive internado durante um mes quando sai comecei a ser seguido pelo medico da companhia de seguros e tive fisioterapia durante cerca d 2 meses ( isto referente a rotula do joelho partida perdi o musculo da perna pq me puseram gesso na perna toda, ainda antes de descobrirem que era a rotula que estava partida e deixaram me uns arames a segurar a rotula que se esqueceram de os dobrar e ficaram me a espetar na carne, dores horriveis que so acabaram em agosto quando fui submetido a uma cirurgia para remover os arames) em relaçao ao maxilar fui seguido plo hospital publico ate junho sensivelmente, apenas comecei os tratamentos em novembro por parte da companhia de seguros, e só hj fui colocar o aparelho nos dentes de baixo que foi a parte fraturada! Ja tinha nos dentes de cima, foi colocado em novembro como referi! Quando estive no hospital e em coma entubaram me na traqueia (traqueotomia) fiquei com sequelas e marcas no pescoço nao so provocadas no acidente como tb pelos tratamentos, e ainda por falta de cuidado da parte medica o tempo que estive em coma criei escaras no coro cabeludo e na nadega do rabo! Perguntei ao medico gestor do meu processo ( que foi quem me tratou do joelho) se era possivel fazer uma cirurgia plastica ou uma fotodepilaçao no pescoço porque me custa imenso a fazer a barba! Ele encaminhou me para um medico para fazer a cirurgia plastica! Em principio vai ser agr em fevereiro que vou fazer a cirurgia plastica. Ja la vai mais de um ano que tive o acidente. A companhia de seguros esteve a pagar me o i.t.a… Ate outubro que o medico que me vai fazer a cirurgia plastica me disse que estava sem incapacidade, para retomar a minha actividade profissional sem sequer me ver a perna e o joelho! ( como se fossem as marcas que me impedissem de trabalhar) ainda hj tenho uma diferença de 4 cm de musculo , de uma perna para a outra e dores todos os dias principalmente ao acordar e em certos movimentos! Pedi uma consulta de reavaliaçao que so foi marcada para janeiro e a qual o medico me disse que a recuperaçao depende de mim, ao qual eu pergunto sem sequer ter dinheiro seja para o que for, tenho uma casa, vivo sozinho, tenho as minhas despesas fixas e sem poder trabalhar na minha area ( industria hoteleira ) que passo algumas horas de pe, o que posso eu fazer?

    • Bom dia Sr. Costa

      Lamento a sua situação. Pelo que percebo da sua exposição, ainda não lhe foi dada incapacidade permanente. Até lá, a seguradora pagará as despesas de tratamento e aconselho que apresente os recibos de vencimento à seguradora para lhe pagarem o mesmo por estar incapacitado para trabalhar. Pode também recorrer ao Tribunal, caso necessário para exigir indemnizações por perdas e danos sobra a causadora do acidente e a seguradora dela.
      As melhoras!

  244. Olá, Dr. Pedro gostaria, se possível que me orientasse para a possibilidade de solucionar o meu problema.No dia 10 de Dezembro, embateram me no carro, como não ouve entendimento de quem era culpado ou não, não participamos declaração amigável, o outro condutor fez questão de chamar a policia e fazer a ocorrência. Passados 7 dias entreguei a minha declaração na minha companhia devidamente preenchida e fiquei a aguardar, como aconselhado.
    No dia 20 foi efectuada a peritagem ao meu carro, mas alguns dias depois comunicaram ao meu mecânico que a outra condutora ainda não tinha participado o acidente à companhia dela e que tinha 30 dias para o fazer.
    Passados 30 dias, a companhia do outro condutor disse-me que ainda nenhuma declaração tinha sido entregue, mandaram esperar mais esta semana que passou, mas ainda nada!
    A minha dúvida é saber quais os procedimentos que posso ter para conseguir resolver isto o mais depressa possível, pois a minha viatura é imprescindível para poder trabalhar e neste momento estou limitado.
    Obrigado

  245. Boa noite Dr. Pedro
    Tive um acidente no dia 24-01-13, a viatura a minha frente numa curva segue a direito e embate contra a mão numa carrinha que circulava corretamente, esta entra em despiste e bem em direção a mim da qual me consegui desviar e parei, a viatura que bate na carrinha é impulsionada com o choque contra a carrinha para trás e acaba por colidir na frente do meu carro, logo parece que lhe e bati por trás o que não aconteceu pois circulava devagar, fiz reclamação a seguradora do outro veiculo e vou ter peritagem na segunda feira 28-1-13 vamos ver o que vai dar, gostaria que me desse um parecer sobre este assunto.

    Agradecido
    António Ribeiro

  246. Luiz Fernando Correia

    NÃO SEI SE PODE PERGUNTAR AQUI, MAS VOU TENTAR, ANTE DE MAIS NADA, DEIXO MEU COMENTARIO, ACHEI MUITO PROTICO E FUNCIONAL ESSE bLOG, NÃO DEXEM ACABAR.STAVA EU ANDANDO A PÉ EM UMA CALÇADA, EM QUE OS CARROS FICAM ESTACIONADOS DO LADO DIREITO DE UM BANCO ONDE NÃO TEM PORTAÕ, OU SEJA A GENTE PASS PELAS TRASEIRAS DOS CARROS, QUANDO ENTÃO DERREPENDTE SAIU UM CARRO DO ESTACIONAMENTO QUE SE EU NÃO TIVE ESPERTO SERIA ATROPELADO, MAS O SUSTO QUE TOMEI NA HORA ME POS A DAR UM MURRO NO CARRO E ALERTAR O MOTORISTA DO QUE ELE ESTAVA FAZENDO, E O MUURO AMASSOU O CARRO, DEPOIS DE MAIS CALMO TENTEI CONVERSAR COM O MOTORISTA QUE ME COBRA O CONSERTO DO CARRO, E EU ACEITEI PAGAR A METADE DO VALOR, ELE ENTÃO NÃO QUER A METADE, ELE QUER RECEBER TUDO, QUE FAÇO? AGUARDO RESPOSTA. GRATO, FERNANDO.

  247. Bom dia caro Dr Pedro Monteiro

    Tomei a liberdade de lhe enviar este email para tentar perceber alguns pormenores.
    Acidente ocorrido a dia 20/12/2012, altura em que a minha viatura ficou totalmente IMOBILIZADA, após o respectivo sinistro.
    Análise do acidente simples: A outra viatura colidiu com a minha viatura não dando a prioridade da direita. Cruzamento com sinais luminosos intermitentes e sem sinalização.

    Inicialmente o processo iria ser tratado ao abrigo do IDS, tendo aliás sido emitido IDS devedor pela outa companhia (AXA), mas que acabou por ser declinado pela minha seguradora por existir um email meu a informar que teria passado pelo hospital, para despiste. Após a recepção do meu mail passou a haver “danos corporais”! Foi então aberto um processo normal na AXA a 27.12

    O perito de danos corporais já se encontrou comigo no passado dia 02/01/2013, de forma a apurar a minha situação de saúde. Declarei que o acidente não originou qualquer dano corporal. A peritagem à viatura também já foi efectuada e concluída. Após pedido de desmontagem da viatura, o orçamento e respectiva reparação foi aceite a 03/01/2013 pelo perito. O tempo máximo para reparação também já foi definido e acordado (7 dias).

    Continuo a telefonar regularmente para a seguradora para perceber ponto de situação e saber se já procederam a análise do processo e respectiva assunção da responsabilidade, uma vez que está tudo claro e efectuado, mas a resposta é sempre a mesma: Processo em análise, portanto não podemos atribuir Viatura de substituição. Nem sequer consigo falar com a gestora de processo, que infelizmente nem se digna a atender as chamadas..?!

    Exerço funções comerciais e é impreterível o uso de viatura para o normal desempenho da minha actividade profissional. Abalroaram a minha viatura nova (com 15 dias), não tive culpa do acidente e estou sem viatura e nesta indefinição desde 20.12 até hoje. Já não sei o que fazer mais…

    Gostaria de saber:
    – quanto tempo tem a companhia para analisar o processo e dar autorização de reparação à oficina, uma vez que as peritagens de danos corporais e materiais estão concluídas há já algum tempo. É normal tanta indefinição?

    – não sendo minha a responsabilidade do acidente, não é da responsabilidade do segurado culpado/seguradora responsabilizar-se pelos custos de uma viatura de substituição desde a data que a minha viatura ficou imobilizada até estar reparada? Como exposto acima não tive responsabilidade nenhuma no acidente e já estou a ser lesado duplamente: Destruição da frente de uma viatura nova com 15 dias e sem carro para me deslocar?!

    Muito obrigado pela sua melhor atenção ao exposto

    Melhores Cumprimentos
    Miguel

    • Boa tarde Miguel

      Resposta às suas questões:

      – quanto tempo tem a companhia para analisar o processo e dar autorização de reparação à oficina, uma vez que as peritagens de danos corporais e materiais estão concluídas há já algum tempo. É normal tanta indefinição?

      Leia o artigo sobre os prazos – http://blog.sitedosseguros.com/2011/04/prazos-de-regularizacao-de-sinistros-automovel/

      – não sendo minha a responsabilidade do acidente, não é da responsabilidade do segurado culpado/seguradora responsabilizar-se pelos custos de uma viatura de substituição desde a data que a minha viatura ficou imobilizada até estar reparada? Como exposto acima não tive responsabilidade nenhuma no acidente e já estou a ser lesado duplamente: Destruição da frente de uma viatura nova com 15 dias e sem carro para me deslocar?!

      Como ainda não há definição de responsabilidades, nenhuma seguradora pode assumir as custas de uma viatura de substituição. Poderá fazê-lo por sua iniciativa e depois de alguém assumir, apresentar as despesas efectuadas resultante da falta de viatura. Despesas essas que pode ser uma viatura alugada ou despesas de transporte.

  248. Olá boa tarde Dr. Pedro Monteiro
    Navegava pela net em busca de situções dadas como “perda total” da viatura. Se puder deixar o seu parecer ficaria extremamente grato. No passado dia 18 deste mês,a minha esposa sofre um acidente,um embate na lateral esquerda da viatura com danos consideráveis,estiveram presentes na altura as entidades competentes (GNR e BOMBEIROS).
    Apesar de se ter feito o auto,não se fez a DAAA,devido à hospitalização da minha esposa,contudo o segurado que causou o embate participou o sinitro à seguradora.
    No dia seguinte salvo recebo uma sms da seguradora da outra pessoa a informar o número do precesso,entrei em contacto com eles a fim de marcar a peritagem. Apesar de ainda não existir apuramento de responsabilidades,já é do meu conhecimento que vão classificar a viatura da minha esposa como perda total.
    O que eu gostaria de saber é,após o apuramento de responsabilidades,se a minha esposa não for culpada,a seguradora tem ou não obrigação de reparar o bem como se encontrava antes do sinistro,ou um compensação que monetária que nos permita comprar uma viatura idêntica?
    Como podemos garantir que a seguradora cumpra com as suas reponsabilidades ou com a reparação sem que a minha esposa (penso eu) sem culpa de nada fique prejudicada!?
    Uma vez agradeço pela sua atêncão e amabilidade por site,abraço.

    • Boa noite Luís Sequeira

      Já passei pelo mesmo, mas não fiquei ferido.
      Só será indemnizado pelo valor venal da viatura. Receberá uma indemnização pelos danos sofridos, podendo ficar com o salvado e usar o dinheiro da indemnização para reparar a viatura.
      Outra solução será accionar a Protecção Jurodoca do seu seguro e eles vão dizer-lhe que não há nada a fazer. Nesse caso, pode processar o outro condutor e se ganhar, o seu seguro vai ressarci-lo das despesas judiciais desde que tenha accionado previamente a protecção jurídica.
      As melhoras para a sua esposa
      Bom Ano!

  249. Boa Noite Sr Pedro , tenho mais uma pequena questao se é que me pode ajudar que é a seguinte: Ola Boa Noite , gostaria de saber se me podem ajudar numa duvida que tenho …
    È a seguinte , se eu tiver uma empresa de aluguer de veiculos motorizados sou obrigado a ter seguro contra todos os riscos?!
    Ou caso haja um acidente ao qual o condutor que conduz um dos veículos dessa empresa de aluguer seja culpado , terá que arcar com as culpas e pagar todas as despesas que se proporcionarem no acidente?
    Obrigado

    • Boa noite Miguel

      Desconheço a resposta à sua primeira questão. Pergunte a um rent-a-car. Normalmente eles têm seguros de Danos Próprios (popular e erradamente designado contra todos os riscos)
      Quanto à segunda questão, sim se não tiver seguro de danos próprios. Contudo há uma excepção: se for aluguer via seguradora é esta que assume a responsabilidade e o montante da franquia terá que ser igual ao que o cliente tem no seguro automóvel.

  250. Caro Pedro,
    Venho pedir a sua opiniao sobre um acidente recente que tive, e gostaria de saber pela sua experiencia se poderei ter direito á reparaçao do meu veiculo pela outra seguradora .
    Circulava na faixa da esquerda, fazendo uma curva, o meu veiculo perde aderencia ( piso molhado ) e tive um despiste na auto-estrada, isto tudo na mesma faixa, nao ficando em contra-mao, apenas ligeiramente na diagonal. Como o carro nao foi abaixo, ia iniciar a marcha, quando um outro veiculo me bate por “tras” ( dado que o carro estava na diagonal, apanhou-me a parte lateral e da frente ), e ainda fui bater nos separadores que estavam á esquerda .
    A minha questão seria, a declaração foi preenchida por ambos e assinada, a condutor que me bateu, indicou feridos ligeiros pois ficou o nariz ligeiramente inchado por causa do airbag ( nao foi solicitada ambulância, penso que tenha ido ao hospital posteriormente ). A minha questao é , dado isto, terei direito a ter o carro reparado, isto é, os danos que me fizeram ? È processo para demorar ? Quais os prazos que se aplicam ? A minha segurado é a Fidelidade e a do outro a Zurich .

    Cumprimentos,

  251. Olá Dr.Pedro
    A minha pergunta é muito simples mas não encontro na internet resposta.
    Qual é o prazo para depois da ocorrencia do sinistro enviar a declaração amigavel visto que a mesma nao foi assnada na data pois nenhum de nós a tinha. ?
    Até hoje o sujeito não me contactou e ja passaram 2 meses.
    Ele ainda me pode exigir que eu me encontre com ele e assine?
    Foi me dito que seriano prazo de 8dias dps da ocorrencia..
    Obrigada

  252. Sr. Pedro Monteiro

    Ontem tive um acidente (embati numa viatura, num cruzamento não me apercebi do sinal de stop e não parei), conduzia uma viatura que está ainda no nome da minha filha, e como tinha uma taxa alcolemica de 1.12 o seguro irá concerteza pedir a devolução da verba que irá gastar com o terceiro, a minha pergunta é a seguinte: Pode a minha filha ser incomodada pela Seguradora (caso me venha a ser pedido o reembolso dos gastos), pelo simples facto da viatura ainda se encontrar no nome dela? É que eu não tenho quaisquer possibilidades de pagar nem tenho bens para penhorar, o que me aconselha?

    • Sr. José Sousa

      O seguro irá pagar os danos que o senhor causou ao terceiro e irá exigir-lhe os montantes pagos. Se não tem bens ou dinheiro, a sua filha provavelmente terá que pagar. Um advogado responderá a esta questão de uma forma mais precisa.
      E espero que tenha aprendido a lição. Se conduzir não beba!

  253. carla cristina rodrigues

    Boa Tarde Sr. Pedro

    No passado dia 28 tive um acidente de viação , eu estava estacionada no parquemento de um prédio ,a estrada tem duas faixas , eu estava na outro lado passou um senhor no sentido contrário e 10 metros a frente parou a marcha a falar com uma pessoa , iniciei a minha marcha de saida o estacionamento derepente o outro condutor iniciou uma manobra de marcha a trás , parei de imediato e comuceia a buzinar , mas ele só parou quando bateu em mim , pediu desculpa , diz que ouviu a apitar mas como não olhou , pensava que era outra coisa , mas não se quer dar como culpado , chamei a policia ,que elaborou o auto, no dia seguinte fui a minha seguradora , que diz que não vai buscar o auto por ser despendioso , que o melhor é entrar num acordo com o outro condutor , mas neste caso não existe acordo possivel , pois ele quer que eu me dê como culpado , mas eu não me considero culpadp , pois ele iniciou a marcha atrás sem nunca olhar , o que me aconselha, obrigado.

  254. Boa tarde Dr. Pedro!
    Gostaria de esclarecer uma dúvida relativamente a um acidente ocorrido há uns dias.
    Ia numa estrada de dois sentidos, qdo páro o carro, sinalizando com o pisca, para iniciar a manobra de estacionamento. Deixo passar dois veiculos que estavam atras de mim e inicio a manobra, uma vez que o outro carro vem no fundo da rua. Coloco a marcha atras e inicio a manobra de estacionamento, rodando o volante para a dta e colocando a traseira do carro no lugar de estacionamento. Posteriormente endireito a direcção, rodando o volante para a esquerda, e nessa altura sinto o embate no parachoques lateral esquerdo, mesmo por cima da roda dianteira esquerda do meu veiuculo. O outro carro ficou riscado na porta traseira do lado esquerdo. Como foi em frente a uma esquadra da policia, não preenchemos a declaração amigavel, uma vez que a policia tratou do ocorrido.

    A minha duvida é a seguinte:
    para todos os efeitos eu sou o culpado do acidente, uma vez que estava com a marcha atras e a estacionar, correcto?

    Poderei argumentar que uma vez que ia a meio da referida manobra de estacionamneto, o outro carro deveria ter confirmado a minha presença e evitado o embate?

    Desde já obrigada pelos esclarecimentos.

    • Cara Maria Alves

      Foi pena não terem preenchido a Declaração Amigável, pois a resolução do sinistro seria mais rápida para ambos.
      Só uma testemunha a pode ilibar, pois quem faz manobras e sobretudo de marcha-atrás deve tomar todas as precauções antes de as fazer.
      Contudo, informe pormenorizadamente a sua seguradora do sucedido.
      Cumprimentos

  255. Boa tarde senhor Pedro.
    Chamo-me cláudia já tinha falado consigo a respeito de um sinistro em que estava envolvida, A minha seguradora assumiu agora a culpa, poso contestar?? O processo já está uma confusão até porque o perito averiguador que a minha seguradora me enviou tentou sugerir que eu escrevesse determinadas coisas no relatório de acidente para em prejudicar e dpois disso eu fiz queixa dele e o que é certo é que ele tratou de tudo de modo a prejudicar-me e a minha seguradora não quis saber.
    Além disso, após eu reclamar por o que ele me tentou fazer dei-lhe os dados da testemunha e ele diz que a testemunha não viu o acidente coisa que é mentira.
    O que faço agora?? Não tive culpa e recuso-me a ficar com culpa num acidente que não causei só porque tive o azar de vir de uma rua com stop.
    O outro interveniente bateu-me já em contramão, se passasse por trás nem me batia, eu apresentei testemunha, a faixa de rogadem tem 7.9m e ele bateu-me aos 6.2m ou 6.5m e mesmo assim estão a dar-me a culpa. A seguradora do outro nem com a testemunha falou, eu já não sei que fazer.
    Apresentei queixa também contra o outro inetrveniente pois adulterou a declaração amigável.
    Obrigado pela a atenção.
    cumprimentos Cláudia Nogueira

  256. Desde já agradeço a resposta senhor Pedro , se me pudesse esclarecer tambem se devo ser eu a comunicar ao ISP ou a empresa?!
    Obrigado

  257. Boa Noite tive um acidente a cerca de 90 dias ao qual ja houve uma peritagem mais que uma até mas nao chegam a conclusao nenhuma e andam a empatar o caso dizendo ate que este acidente foi uma “jogada” o que é certo é que se a seguradora nao andar para a frente quem sai prejudicado sou eu …

    O acidente foi o seguinte eu ia de mota circulava pela esquerda na faixa de rodagem onde existia o lado esquerdo e o lado direito , acontece que ia pela esquerda quando um carro que ia a minha direita resolve de um momento para o outro passar para a minha faixa de rodagem batendo me com o retrovisor originando a minha queda…
    Acontece que a mota nao era minha mas sim de uma empresa de aluguer ao qual ja me disseream que se o seguro demorar a resolver eu tenho de pagar o arranjo da mota … O perito que esta a averiguar o sinistro não anda com o caso para a frente porque acha o acidente muito estranho dito por ele , mas quem esta sob pressão sou eu e gostava de saber o que posso fazer para resolver o caso o mais rápido possível sem ter de recorrer a tribunal como o próprio ja me fez saber.
    estou desesperado pois nao quero pagar nada quando a culpa não foi minha!
    Na altura fiz a declaração amigável com o condutor que logo apos o acidente se demonstrou como ate hoje o faz culpado , na altura achamos que nao era necessario chamar as autoridades visto que o senhor do carro assumiu todas as culpas!
    Que posso fazer para este episodio no mínimo ridículo por parte do perito acabe?
    Obrigado

  258. Tenho direito a indemnização referente a imobilização da viatura alem de ter estado a espera de uma viatura para substituição durante 1;mês na qual nunca ma deram até ao final do processo. obrigaram-me sim a andar a pé e a pedir favores(carro) alem que o outro segurado se ter dado como culpado e ter feito a participação amigável mais de uma vez reclamou a sua companhia deu-se como culpado, se a uma lei para isso a meu favor se puder manda-me mesmo em PDF fico agradecido

    • Boa noite Fernando

      Procure no Google pelo Decreto Lei 72/2008 – é a nova Lei de Contrato de seguro.
      Pelo que descreve tem direito a viatura de substituição após a peritagem ter sido feita e desde que a outra parte tenha entregue a participação ou exista auto de ocorrência das autoridades em poder da seguradora.
      Em alternativa, pode pedir recibos de transportes e apresentá-los na seguradora do responsável, desde que este último seja considerado como tal.

  259. Bom dia,

    Obrigada pela sua resposta. Foi muito esclarecedora.

    Cumprimentos,
    Eliana Pereira

  260. Boa tarde, gostava de fazer uma pergunta.
    Tenho a carta á 2 meses e hoje ao tentar travar num stop o meu carro escorregou e entrei numa propriedade agricula, não causei qualquer tipo de danos, nem ao carro nem ao terreno.
    Serei punida de alguma forma caso os senhores do terreno com o qual falei apresentarem queixa? registaram a minha matricula.

    Obrigada.
    Cumprimentos,
    Eliana Pereira

    • Boa tarde Eliana

      Se não causou qualquer tipo de dano e os donos do terreno não se queixaram, mesmo tomando nota da matrícula, não precisa de se preocupar.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  261. Bom Dia

    Preciso mesmo da vossa ajuda.

    Aconteceu a seguinte situação:

    Em Novembro de 2008 tive um acidente sozinha onde parti um poste da EDP, estive no local um piquete da EDP onde fizeram um relatório do acidente onde constavam todos os meus dados, do carro, apolice do seguro e descrição do acidente.

    Acontece que passados 4 anos, recebi uma carta, sem qualquer registo, com uma nota de debito de 840.00 € para pagar á EDP pelo incidente causa, colocação de poste e foco de iluminação. Na nota de debito consta que a Seguradora declinou, por falta de participação.

    No momento do acidente não foi preenchido qualquer declaração amigável. Apenas o relatório da EDP, o qual eu não fiquei com cópia.

    Até á data de ontem nunca fui notificado sobre o assunto em causa. E recebi uma conta para pagar de 840.00 € 🙁

    A minha questão é quem é que devia fazer a comunicação á seguradora??

    Qual a legalidade de após 4 anos a EDP vir reclamar esta divida.

    Preciso mesmo de alguma informação, alguma ajuda, não sei ara onde me virar.

    Obrigado

    • Boa tarde

      Como causou um dano a bens pertencentes a terceiros, deveria ter participado à seguradora.
      Envie uma carta à seguradora a explicar o sucedido juntamente com a factura da EDP.
      Quanto à questão temporal da reclamação da EDP, não sei responder. Pergunte a um advogado ou mesmo à DECO.

  262. Boa Noite.

    Recentemente bati na retaguarda de outro carro enquanto ambos tantavamos entrar para uma cia de cirtulacao rapida.

    O embate foi fraco, nao tendo resultado qualquer trauma nas pessoao envolvidas e tendo os danos se resumido a um farol partido e uma racha on para-choques ambos do meu carro e algumas marcas do meu para-choques no do outro carro.

    Prontamente me dei como culpado mas o outro condutor parecia cheio de pressa e limitou-se a avaliar os danos e a di8er que por uma pequena quantia dava o caso como resolvido. No calor do momento anui e paguei o que pediu. Feito isto, o condutor nao me pediu os meus dados nem me facultou os dele e pura e simplesmente abandonou o local. Nao posso ter a certeza mas acho que nem anotou a minha matricula.

    Durante este dialogo que demorou menos de 5 minutos eu ainda tive o discernimento de apontar a matricula do outro carro, mas nao tenho mais nenhum dado.

    Devo participar mesmo assim o sinistro? Como se nao tenho os dados necessarios?

    Sinceramente que estou muito confuso com toda esta situacao e agradeco toda a ajuda que possa dispensar.

    • Boa tarde Joana

      Não foi a melhor forma de o resolver.
      Quem lhe garante que o outro condutor não vai participar o sinistro?
      Pelo menos não houve auto de ocorrência da policia, o que já é bom e permite-lhe uma negação plausível.

      De futuro, preencha uma declaração amigável mesmo que não se participe às seguradoras. O valor do arranjo pode não compensar e a outra parte pode estar disposta a pagar do próprio bolso. Se compensar participar ao seguro, já terá a declaração amigável preenchida.

      • Boa noite.

        “Não foi a melhor forma de o resolver.
        Quem lhe garante que o outro condutor não vai participar o sinistro?”

        Tem toda a razao. Nada nem ninguem me garante. Mas o condutor abandonou rapidamente o local sem me dar os seus dados e sem sequer aceitar os meus (nem numeros de telemovel foram trocados). A sua abordagem era a que pretendia seguir mas nao consegui. Como acho que disse, o processo nem deve ter demorado 5 minutos. Por vontade do outro condutor acho que nem 2 minutos deveria ter durado.

        Caso exista participacao obviamente que me darei como culpada (na minha opiniao) e pagarei o que devo.

        O meu receio sao consequencias legais/criminais. Fiz(emos) algo de ilegal/criminoso?

        Ja agora, existe prazo para o outro condutor fazer a participacao ou pode faze-lo em qualquer altura?

        Muito obrigada pelos seus esclarecimentos e peco desculpa pelos erros ortograficos e de concordancia mas o teclado em que escrevo nao tem acentos e ontem estava demasiado nervosa.

        • Joana

          Não se preocupe que não fez nada que seja punível cível ou criminalmente 🙂
          Não houve feridos, portanto não se preocupe.

          Há um prazo de oito dias após o acidente para participar.
          Não se aflija, siga em frente e esqueça o acidente.
          Cumprimentos
          Pedro

          • Sr. Pedro

            Muito obrigada. Nem sabe o peso que me retirou de cima.

            Eu tentei agir de forma correcta mas acho que nao o consegui na plenitude…

            Muito obrigada pelo servico que presta nesta pagina.

  263. Estimado Sr. Pedro Monteiro,

    Antes de mais, devo felicitá-lo pelo excelente serviço que presta.

    Gostaria de obter a sua ajuda para um sinistro no qual estive envolvida na semana passada.

    Estava eu a circular numa rua de sentido único, quando o veículo que circulava à minha frente decidiu estacionar do lado direito (estacionou de frente e não de marcha atrás). Pensando eu que a manobra estava concluída continuei a circulação sem nunca travar ou abrandar. Numa fracção de segundos senti um embate do lado direito. Parei o carro, olhei para trás e verifiquei que tinha embatido na viatura. O senhor estacionou o carro e eu fiz o mesmo. Dado à minha pouca experiência de condução, assumi que o erro era meu e assinámos a declaração amigável. Ou seja, a polícia não foi chamada nem existem testemunhas.

    O meu carro tem danos a partir do pisca lateral até meio da porta. O que, segundo algumas pessoas amigas, indica que quem bateu foi a outra pessoa. Caso contrario, os danos seriam na parte frontal da viatura.

    Quando me dirigi à minha seguradora fui informada que a culpa não era minha pois quem estaciona o carro é que deve ter todas as precauções para não estorvar o trânsito.

    Como deve calcular, a outra pessoa envolvida não está contente com o sucedido e diz que a culpa é minha pois eu é que embati na viatura quando esta estava quase imobilizada.

    A minha questão era saber como é que as coisas se processam a partir desta altura. Ou seja, como é que são apuradas as responsabilidades?

    Estou bastante incomodada com esta situação pois não era, de todo, minha intenção lesar a outra pessoa que, de certa forma, pensa que eu agi de má fé.

    Agradeço, desde já, toda a sua atenção dispensada.

    Os meus melhores cumprimentos,

    • Boa tarde Marina

      Não se preocupe, pois pelo que me descreveu a Marina não é responsável pelo acidente e actuou bem na altura do mesmo.
      Quem define as responsabilidades são as seguradoras e não os condutores. Como a sua seguradora já definiu as responsabilidades e a sua viatura com certeza que foi peritada, o problema estará resolvido.
      Deverá receber, ou a sua oficina, uma carta da seguradora a dar o ok para a reparação da sua viatura.
      Esteja atenta aos prazos. Leia este artigo para saber mais:
      http://blog.sitedosseguros.com/2011/04/prazos-de-regularizacao-de-sinistros-automovel/

      • Caro Sr. Pedro Monteiro,

        Quero agradecer-lhe, e muito, pela sua pronta resposta. A sua ajuda foi, de facto, muito importante.

        Irei verificar o artigo de imediato.

  264. bom dia sr. Pedro Monteiro

    Na passada 4ª feira estava estacionada ao lado de uma casa, e quando vou a sair, logo no portao da frente sai o proprietario de carro e bate no meu carro. Neste caso de quem é a culpa?
    Ainda nao fiz participaçao, ele numa hora assumiu a culpa, agora diz que somos os dois, eu nao concordo. Agradeço que me responda por favor com urgencia.
    Obrigada,
    M/cumprimentos
    Paula Costa

    • Cara Paula

      Não pude responder mais cedo.
      Não há dúvidas quanto à responsabilidade do acidente, porque a Paula estava numa via pública, mesmo estacionada e o outro condutor saía de um local privado.
      Cumprimentos

  265. Muito boa tarde Sr. Pedro Monteiro e desde já agradeço, de certeza em nome também de outras pessoas, o óptimo serviço público que presta ao se disponibilizar tão prontamente a ajudar todos aqueles que são leigos (como eu) nesta área dos seguros automóveis. 🙂
    No passado dia 13/09 tive um sinistro no Algarve, no meu último dia de férias.
    Foi chamada a GNR ao local e foi preenchido o Auto da Ocorrência. A outra condutora assumiu-se logo como culpada (não parou num STOP e embateu na lateral da minha viatura), mas, quer acredite quer não, a GNR informou-nos que não seria necessário preenchermos a Decl Amigável, pois existia o Auto que a substituía e que estaria “pronto” em 5 dias úteis.
    Resumindo, no dia a seguir dirigi-me ao meu mediador (Zurich) e claro está q me disse que deveria ter preeenchido a Decl Amigável pois tudo funciona muito mais rápido tendo a declaração. No entanto ele procedeu logo as diligências que eu creio terem sido as necessárias, tendo a peritagem sido feita no dia a seguir ao carro ter chegado à oficina dia 19/09/2012.
    O problema é que agora não conseguimos contactar a culpada do sinistro, e a companhia dela (AXA), apesar de já ter obtido conhecimento do sinistro por parte do meu mediador (Zurich), sem declaração de culpa da parte dela não avança com a ordem de reparação do meu carro entretanto avaliada em 1500€ pelo perito.
    Apesar de não ter razão de queixa da parte da minha seguradora, não sei se me pode indicar o que posso fazer para acelerar todo o processo, pois preciso do meu carro para circular visto que tenho gasto imenso dinheiro em transportes e viagens.
    Deverei pedir o Auto da Ocorrência? Só o posso pedir em papel num posto da GNR (com os custos “exosbitantes” inerentes) ou há alguma outra forma mais económica (e-mail p.ex.)?
    E após obter esse mesmo Auto e o entregar em ambas as seguradoras, quanto tempo tem a AXA para dar a ordem de reparação da minha viatura?

    Mais uma vez muito obrigada por toda a sua boa-vontade e disponibilidade!
    É admirável!!

    • Boa tarde Sofia

      O seu Mediador deveria tê-la informado de que, tendo a Axa tido conhecimento do acidente, esta envia uma carta ao outro envolvido a solicitar a participação. Se o outro não o fizer, a Axa atribuir-lhe-á (ao outro) a responsabilidade pelo acidente após decorrido os prazos legais.
      Se as seguradoras não tiverem o Auto de Ocorrencia, não seria má ideia obtê-lo para resolver mais rapidamente a sua situação. Peça ao seu Mediador para pressionar a Axa no sentido de resolver rapidamente o sinistro.
      Junte todos os recibos comprovativos das despesas efectuadas pelo facto de ter ficado privada do veículo e apresente-as à Axa.
      Este artigo pode ajudá-la quanto aos prazos:
      http://blog.sitedosseguros.com/2011/04/prazos-de-regularizacao-de-sinistros-automovel/

      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

      • Bom dia Sr. Pedro,
        Ontem após lhe ter enviado este pedido de apoio, recebi uma chamada do meu mediador a informar que a AXA tinha FINALMENTE recebido a participação da segurada deles na segunda-feira – que era pelos vistos o último dia que ela tinha mesmo para participar.
        Agora resta aguardar que a Axa analise a participação dela e o relatório da peritagem para dar a ordem de reparação.
        Tenho todos os recibos das minhas despesas e vou apresentá-los à Axa sim!

        Obrigada mais uma vez pelo seu tempo e apoio!
        Os meus cumprimentos,
        Sofia Cartaxo

  266. Boa tarde,

    Antes de mais queria felicitar por este blog, está realmente a ser uma mais-valia.
    Gostaria de expor a minha situação, que me esta a deixar um pouco stressada.
    Dia 19 de Setembro, por uma inútil distracção minha, embati ligeiramente num veículo, no qual não resultou qualquer arranhão, pois foi um ligeiro empurrão, dei-me por culpada obviamente, o automobilista em questão não quis assinar qualquer declaração amigável, pois eu fiz referencia a isso obviamente, alegando que iria levar o carro ao chapeiro, para ver se o interior do pára-choques teria alguma lesão e que depois me contactaria para me dizer algo.
    Acontece que passado quase um mês o senhor lembrou-se agora de me dizer que o pára-choques tem isto e aquilo devido ao “acidente”.
    Como jurei a mim mesma que assumiria todos os prejuízos resultantes daquele embate, fui ao mecânico em questão para ele me apresentar o orçamento.
    Só que agora me encontro-me numa situação desagradável, em que o mecânicos/chapeiro ou o que seja, exige que o pagamento seja feito antes do arranjo, como é obvio recusei de imediato, e por esta razão tenho o dono do automóvel a ameaçar-me agora com o facto de se não aceitar ira avançar para a seguradora.
    Sinto que estou a ser burlada, pois querem o dinheiro e não vai haver arranjo nenhum. Mas quero saber se o senhor em questão pode um mês depois da ocorrência accionar um seguro, inventando mil e uma avarias resultantes de um simples embate que nem um risco causou. Eu tenho fotos que tirei no momento do acidente que provam que não sofreu qualquer lesão aparente.
    O senhor apenas ficou com os meus dados e com a matricula, mas estou revoltada com o facto de tentativa de burla, sem qualquer arranjo.

    Obrigada

    • Boa tarde Joana

      Não precisa de “stressar”.
      É muito simples, já que tem fotos do acidente.
      Aguarde que o cavalheiro participe à seguradora. A sua seguradora vai enviar uma carta a si a mencionar que recebeu uma participação de acidente e pedir-lhe que envie a sua cópia da declaração amigável.
      Preencha uma declaração amigável e envie por mail para a seguradora com o texto que aqui escreveu. Junte as fotos.
      E não se preocupe mais.
      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  267. Boa tarde. Eis o meu caso: Tenho o carro estacionado há vários dias perto de casa. Uma noite a 12/9, um taxi bate no espelho exterior e nem pára. Por sorte uma testemunha deixou-me uma nota com a data, hora e matricula. Fiz uma queixa na PSP e através do site ISP obtive a apólice e seguradora.
    Enviei um email a essa seguradora há uma semana, reclamando do sucedido, com a referencia ao nº the participação à PSP (o levantamento de uma cópia custa uns 40 euros). Não preenchi a DA porque o meu seguro é apenas contra terceiros e porque não assisti ao acidente. Ambas as companhias pertencem ao CDIS, de acordo com a sua lista.
    O que posso fazer mais? Escrever uma carta com AR?
    Obrigado
    Manuel Menezes

  268. Boa tarde.
    Gostaria, se possível, que me esclarecesse o seguinte: no dia 14 de Agosto tive um acidente numa rotunda, não tendo assentido com o outro condutor, não foi assinada qualquer participação amigável, tendo sido chamada as autoridades policiais que elaboraram o respetivo auto.
    Ambos apresentamos as participações às respetivas Companhias de Seguros, tendo eu junto o Auto da Policia.

    A minha C.ª atribui a culpa a 100% ao outro condutor. Sucede que, por lapso enviou também uma ordem para reparação do outro veículo.

    Nessa conformidade, a C.ª do outro segurado enviou-me uma carta na qual refere que atento o depoimento das testemunhas – que vinham no veículo e cujo depoimento não corresponde à verdade – e dado que a minha C.ª assumiu a regularização dos danos, foi-me atribuída a culpa.

    Contactada a minha C.ª, foi-me referido (telefonicamente) que simultaneamente à ordem de reparação foi, também, enviada uma contraordem para não reparar e, foi também enviada uma carta à outra C.ª a mencionar tal facto.

    Recebi, ainda, por parte da minha C.ª nova comunicação escrita a confirmar a responsabilidade ao outro veículo.

    Como é óbvio não concordo com a imputação da responsabilidade que me foi atribuída, muito menos quando baseada em depoimentos falsos, não tendo sequer sido analisado o Auto que juntei, e baseada também numa ordem de reparação que não deveria ter sido enviada.

    Como devo proceder?

    Antecipadamente grata pela atenção.

  269. Boa tarde!

    Eu gostava q me informasse dentro do possivel de quem é a responbilidade de pedir o auto de ocorrencia se das seguradoras ou dos segurados.
    Desde ja os meus agradecimentos

    • Boa tarde João

      As seguradoras costumam levantar o auto, mas dependendo da situação, já aconselhei clientes meus a tomar a iniciativa de o fazer para acelerar a resolução do sinistro.

  270. Boa tarde,
    Agradeço que me ajude a resolver o caso seguinte: uma máquin retroescavador embateu no veículo do meu pai. o sinistro foi participado pela apólice da obra cntudo o mediador do meu pai fez um decalração amigável assinada por ambos condutores. Veio o erito da compnhia do meu pai e deu ordem de reparação. passado 4 dias a outra companhia passa a peritagem oara condicional. a reparação da viatura foi suspensa. Precisava de um veículo de substituição e informei disso ao perito. nunca o contactaram para ir levantar o carro. andou com véículos emprestados pelos amigos dele. pedimos indemnização e não aceitaram porque não tínhamos recibos das despesas. nunca fomos informados que podíamos alugar um carro e ser reembolsados. Como posso contesatr a decisão deles? demoraram um mês a pagar a despesa da reparação da viatura. obg.

    • Boa tarde Cristina

      Se não tem comprovativos das despesas de deslocação ou de aluguer de viatura, nada há a fazer.
      Podiam ter alugado carro após a peritagem desde que ficasse comprovada a imobilização da viatura

  271. Bom dia,caro Sr. Pedro
    No dia 15 de referido mês de agosto tive um sinistro automovel. foi preenchida a declaração amigavel e reportada a situacao a seguradora.
    A culpa do acidente foi atribuida ao outro condutor, e marcada a peritagem da minha viatura.
    Consideraram a mesma como “perca total”.
    Eu discordo completamente da decisao,pois sem ter culpa fico sem viatura. A minha questao é: sera possivel ficar com a viatura? o valor da indeminização que me vao propor posso negociar? poderei reeber a indeminização e ficar c o carro para reparar? agradecia imenso a sua opiniao pois neste momento encontro-me “perdida” pois sem ter culpa,acabo por ficar sem viatura. Muito Obrigado

    • Boa tarde Carla

      Pode ficar com o salvado (a viatura) e pode negociar o valor (procure saber quanto vale a viatura). Será indemnizada pelo valor dos prejuízos, ficando com o salvado. Utiliza a indemnização para reparar o carro, faz uma nova inspecção e poderá fazer novo seguro.

  272. Boa noite sr pedro. e parabens pelo excelente site. Eu como quase todos aqui no site tambem tive a infelicidade de me baterem no carro. Agora a minha questao e eu estava parado num entroncamento para proceder a entrada numa estrada nacional quando uma carrinha de caixa embate no meu carro com a frente embatendo da minha porta do condutor ate a traseira eu estaria um pouco ao eixo da estrada e o outro condutor estava embriagado. eu queria saber qual de nos sera o culpado!? obrigado e boa noite

  273. obrigado amigo boa tarde

  274. Caro Pedro,
    Parabéns pelo excelente trabalho e seu elevado nível de profissionalismo! Cheguei a este sítio pelo CIDS. Vou ser breve: Tive um acidente, não assinei DAAA proposto pelo outro condutor e chamei Polícia para o local. O outro condutor fugiu, antes da chegada da Polícia. Enviei DAAA assinada só por mim à minha seguradora. A outra seguradora incluiu o caso na convenção CIDS. Gostaria de saber quais as vantagens e/ou desvantagens para mim do CIDS. Obrigada desde já pela atenção.

  275. Boa tarde

    Tive um sinistro em 16 de Junho o perito da outra companhia assim como a minha opetaram com o nosso concentimento por pagar 50% pedi para o pagamento ser feito sem factura uma vez que necessitava do valor para pagar á oficina.
    A peritagem foi feita e aceite inclusive enviaram-me mail com o valor que iriam pagar.
    Como não tinha dinheiro suficiente para pagar os meus 50% pedi para redusir ao preço um para choques sem ser de origem ou seja diferente do orçamentado.
    O perito regressou ao local e reparou e pediu novo orçamento.
    Pode o perito ver o meu carro depois de ser dada autorização de ordem de reparação? Pode o valor da indeminização baixar?
    Agradecia ajuda. Ainada continuo sem veiculo com estes atrazos todos.

    Obrigada

    • Boa tarde Sofia

      Se a redução do preço da reparação chegar ao conhecimento da seguradora, esta tem direito de pedir revisão do valor.

      • mas segundo o atg 566 do codigo civil se a reparaçao não é totalmente paga por eles a indeminização é paga em dinheiro, ou não estou a fazer uma interpretação correcta. Tenho um mail deles que diz que me vão proceder ao pagamento da indeminização e o valor dela.
        obrigada

      • Boa tarde
        agradeço a resposta.

        Mas numa pesquisa verifiquei que o artigo 566 do codigo civil diz que uma vez que o pagamento não abrange a totalidade pode ser paga em indeminização em dinheiro e não com reparação. Tenho um mail deles que me diz que vão proceder ao pagamento da indeminização e o valor e agora pedem outro orçamento está isto correcto.
        desculpe a insistencia

  276. bom dia sera que alguém pode me ajudar eu tive um acidente de automovel me bateram por tras numa rotunda so que eu tava muito atrasado po trabalho num parei segui queria saber se fiz mal

    • Caro Everthon

      Sofreu um embate, não teve culpa. Como não parou, vai ficar com os prejuízos, a não ser que o outro condutor seja honesto e participe à seguradora, sendo depois contactado pela sua seguradora para fazer a participação.

  277. João Rodrigues

    Boa noite Pedro,

    Desde já, gostava de agradecer-lhe pela forma como se disponibiliza em prol da comunidade, esclarecendo e clarificando dúvidas de tantos cidadãos. Pedia-lhe a sua apreciação em relação ao meu caso em particular. No dia 30 de Junho, sofri um acidente na ponte 25 de abril, na qual resultou a colisão entre um automóvel e um motociclo e consequente ferido da mota, no caso eu. Como felizmente nunca tinha participado um acidente, ainda para mais com feridos, sinto que não estou a ter o apoio necessário por parte da companhia de seguros. Falando objetivamente do sucedido, o acidente deu-se, o condutor do automóvel não ficou no local e esperou por mim depois da ponte (sentido Norte-sul). Logo não foi possível à policia elaborar um auto completo. Preenchemos a declaração amigável, a policia posteriormente apareceu, foi elaborado um auto e fiquei com o comprovativo do hospital em como fui assistido no mesmo. 2a feira, entreguei a declaração amigável à minha companhia, bem como à companhia do outro envolvido, já que eu me encontro ferido. O perito da companhia do outro senhor já realizou a peritágem à minha mota e neste momento encontro-me à espera de noticias. Pergunto-lhe, quais os passos que devo dar agora? Pedir à companhia de seguros que solicite o auto à policia? Qual a finalidade? Como ninguém se declarou culpado, posso solicitar as imagens da ponte à Lusoponte? E em relação aos meus ferimentos, como é que devo proceder? Vou ser avaliado?

    Muito obrigado!

    João Rodrigues

  278. tive um acidente fizemos a participação amigavel , fiquei ferido sem gravidade e agora as companhias não se entendem em relação à responsabilidade do acidente . gostaria de saber como se procederá se elas não assumirem a responsabilidade? obrigado .

  279. Boa noite
    a minha mulher teve um acidente no fim de semana (assumindo a culpa pois não parou num stop) e preencheu a DAAA sendo assinada por ambos os intervenientes.
    no entanto deixou a declaração com a outra parte pois a pessoa estava com algumas dores e deixou em branco o espaco para a existencia de feridos que seria preenchida posteriormente apos ter ido ao hospital fazer uma radiografia e falar com o medico.
    no entanto qual e o nosso espanto no dia a seguir devolveu a DAAA com a indicacao da existencia de feridos e a apresentacao de danos de materiais que nao no automovel que na data nao foram acordados e apresentados no momento do acidente.
    pode-se fazer alguma coisa (pois a outra parte ja fez a participacao na outra companhia) e devolveu a copia com estes fatos relatados e com a assinaturas das duas partes ?

  280. Boa tarde,

    Venho por este meio, expor a seguinte situação que se passou com o meu marido. No dia 13 de Junho deslocava-se na carrinha de trabalho na nacional N9, quando derrepente alguem decidiu fazer marcha atrás para sair de um estacionamento de um café à beira da nacional……esse condutor entrou na faixa de marcha atrás na estrada obrigando o meu marido a fazer uma travagem brusca e como o nosso institnto é inguinar o volante para não bater no carro que estaria a fazer marcha atras do estacionamento, acabou por se despistar e bater num muro de uma moradia.
    A condutora que provocou o acidente não se digniou a sair do carro e fugiu. Como este embate ocorreu à frente de um estabelecimento houve pessoas que tiraram a matricula do carro e foram testemunhas do acidente, chamou-se posteriormente a policia onde se encontra tudo relatado com as testemunhas.
    Supresa minha que a minha seguradora agora me informa que somos nós que teremos que assumir toda a despesa até se averiguar a situação. No qual eu discordo totalmente. As minhas questões são as seguintes será que posso fazer mais alguma coisa?
    Ou a seguradora está agir corretamente?
    é incrivel como é que uma pessoa provoca um acidente e vai-se embora como nada fosse!

  281. Boa tarde Sr. Pedro
    O meu marido teve no dia 22/05/2012 um acidente. Circulava na Av Drº.Antunes Guimaraes,sentido Matosinhos Leça, mais precisamente na rotunda ali exitente,quando proveniente da Av.Antonio Macedo, sentido descente surgio uma viatura, que não respeitando a rotunda e a sinalização existente no local colidiu com a viatura do meu marido. Houve feridos ligeiros (o meu marido foi ao hospital levado pela ambulancia dos bombeiros locais para exames ao torax, pois queixava-se de fortes dores). Fizemos uma reclamação à companhia da outra interveniente (AXA), pois não foi feita participação na altura do acidente. O processo está neste momento “condicional”, pois ainda não foram atribuidas responsabilidades,todavia a Axa já nos enviou uma carta com a decisão da companhia de “perda total”. A minha pergunta é: o meu marido é obrigado a aceitar a perda total, uma vez que o nosso carro é de 1999, ou se podemos exigir a reparação (situação que francamente é a que nos interessa pois não temos possibiidades de comprar outro carro) uma vez que o meu marido não teve qualquer culpa no acidente, e o carro até lá estava em optimo estado de conservação. Por outro lado é também ferramente de trabalho do meu marido, que neste momento está a pé e sem trabalhar.
    Gostaria, se possivel,me desse um parecer e um conselho.
    Muito Obrigada.

    • Boa tarde Carla

      Esta situação é das mais injustas que pode haver e a legislação não protege as vítimas.
      Eu próprio tive uma perda total de uma viatura de 1995 e o montante que me foi pago só serviu para a entrada inicial de uma nova viatura.
      Experimente fazer o seguinte:
      Escreva uma carta à sua seguradora a expor as consequências da falta da sua viatura e peça para accionar a protecção jurídica. Se necessário, faça o mesmo à Axa omitindo a questão da protecção jurídica, mas informando que poderá recorrer à via judicial para ser ressarcida.
      Se não resultar, pode colocar o outro condutor em tribunal e se tiver sucesso, a sua seguradora ressarcirá as despesas judiciais até ao montante fixado nas condições gerais da apólice.
      É um “tiro” muito longo, mas perante a possibilidade de não ter disponibilidade financeira para uma nova viatura, será o melhor a fazer.
      Espero que corra bem
      Cumprimentos
      Pedro

  282. Boa tarde.
    venho por este meio pedir um parecer sobre regras de circulação em rotundas.

    Estive envolvido num acidente numa rotunda de 3 vias sendo eu o veiculo A e da outra pessoa o veiculo B:

    – ambos entramos no mesmo local, o veiculo B só pretende sair na 3ª saída enquanto eu, veiculo A, pretende sair na 2.º saída.
    – veiculo B circula pela faixa mais á direita, durante toda a rotunda.
    – veiculo A vai ao meio da rotunda, passa pela 1.ª saída e depois desloca-se para a faixa + á direita para sair na 2.ª saída
    – já com metade do carro na faixa mais á direita (veiculo A) embate na lateral do carro B que não pretendia sair na 2.ª saída, somente na 3.ª

    Qual deste veículos pode ser considerado responsável pelo sinistro? e porquê?

    Obrigado pela ajuda que me possa ser prestada.
    Adolfo Paulo Areia

  283. Boa tarde Sr.º Pedro
    Ao circular numa rotunda de moto preparava-me para sair da mesma, um carro entrou na rotunda e não respeitou o sinal de prioridade. Ao reparar que o carro estava à minha frente travei para não embater nele. Com a travagem fui ao chão conseguindo evitar a colisão com o veiculo. A minha companhia diz que tem de ser feita uma reclamação para a outra companhia. A culpa é do condutor do carro?

    Agradeço a sua atenção

    Cumprimentos

    André

  284. Bom dia,

    precisava da sua ajuda, tive um acidente numa via unica sem saida que serve predios, eu estava no carro fiz pisca e olhei para os espelhos para saber se podia sair do estacionamento, não vinha ninguem iniciei marcha quando fui surpreendida pelo outro veiculo que bateu na lateral direita da parte de tras, a condutora deu-se logo como culpada referindo que quando me viu em vez de travar acelarou, a minha companhia ligou-me a dizer que eu era a culpada, sera que sou? Eu respeitei o codigo da estrada.
    por favor diga-me a sua opinião.
    obrigada

    • Boa tarde

      Quem inicia manobra de marcha atrás deve tomar todos os cuidados e verificar se não vem nenhum veículo.
      A outra condutora estava na via a circular. Pelo que descreve, a seguradora tem razão em a considerar responsável.
      Cumprimentos

  285. Boa tarde Sr. Pedro Monteiro.
    Em primeiro lugar, parabéns pelo excelente trabalho que vem realizando e que nos permite tirar algumas dúvidas que nos vão surgindo.
    Gostaria que me confirmasse por favor se fiz bem as contas para calcular o prazo de regularização do sinistro a que fui sujeito. Tive um acidente no passado dia 8 de Abril, entreguei a participação na minha companhia para reclamar na outra companhia, pois a DAAA estava mal preenchida. Da outra companhia ligaram no dia 10 a marcar peritagem para o dia 11 (que foi feita com recurso a desmontagem da viatura – tinha deixado ordem escrita na oficina para que o fizessem caso fosse necessário e assim evitava nova marcação de peritagem). A partir desse momento foi uma total falta de informação para connosco. Pelas minhas contas o prazo termina no próximo dia 24 de Maio (depois de amanhã) e era esta a questão que vinha colocar. As minhas contas estão certas? O prazo termina no dia 24? E que fazer caso não seja reseitado o prazo?

    Obrigado
    Artur Jorge

    • Caro Artur Jorge

      Quase sempre as seguradoras cumprem os prazos, porque se não o fizerem, o segurado pode reclamar junto do ISP e este impõe multas às seguradoras que não cumpram os prazos.
      A sua situação já está resolvida?

      • Resolveu-se em 2 dias. Enviei o Auto de Ocorrência para o gestor que o analisou e mudou de posição. Mas tive de enviar-lhe um e-mail na quarta-feira a perguntar como estava a minha situação senão até hoje ficaria sem saber de nada. Próximo passo será o pedido de indemnização pelos gastos que tive em transporte.

        Obrigado
        Artur Jorge

  286. Bom dia, sr Pedro

    venho por este meio pedir a sua opnião em relação a uma situação que esta me a acontecer, e que passo a descrever: tive um acidente numa rua em que por distração bati no carro do meu pai, entretanto fizemos a declaração amiguavél onde nunca escondi que foi um acidente entre pai e filho e durante as peritagens também foi dito aos peritos que o acidente foi entre pai e filho. Entretanto as seguradoras asumiram 100 % da responsabilidade do acidente através de carta, assim sendo, disse a ofina para reparar o carro.
    Mas agora que a oficina enviou a factura “juntamente com a carta a assumir a responsabilidade” para pagamento, a seguradora recusou a pagar devolvendo a factura, a oficina ligou para a seguradora e estes dizem que foi um acidente entre pai e filho por isso não vão pagar. que posso fazer agora?

    obrigada

    • Boa tarde César

      A não ser que tenha uma cobertura de Responsabilidade Civil societário/familiar incluída no seguro automóvel e que cobre acidentes entre viaturas de familiares, o sinistro é declinado pelas seguradoras.
      A partir do momento em que tem uma carta da seguradora a assumir a responsabilidade, então a seguradora terá que assumir.
      Envie uma carta à companhia a reclamar porque razão é que enviaram carta a assumir e agora não assumem.
      Cumprimentos

      • Boa Tarde Sr. Pedro,

        Gostaria de poder ter alguns esclarecimentos seus relativamente a um acidente que ocorreu no dia 17.05.2012.
        Nesse dia um condutor bateu na minha viatura (Fiat Punto). Na altura não o condutor disse logo que era culpado e mais tarde fomos á seguradora dele preencher a DA e depois entregar na minha a cópia da DA.
        Foi accionado no sistema IDS. Na minha seguradora (Zurich) pedi de imediato viatura de substituição mas disseram logo que só após peritagem, no entanto surgiu uma hipótese de viatura de cortesia cedida por oficina com quem existia acordo ma só no dia seguinte de manha.
        No dia seguinte a viatura foi para essa oficina e lá consegui trazer a viatura de cortesia.
        Na segunda-feira foi feita peritagem e a oficina ligou-me logo já que se tratava de perca total e tinha de entregar a viatura de cortesia.
        Assim fiz mas pedi logo á Zurich viatura de substituição mas não foi fácil devido a burocracias pois a minha companhia só podia avançar após a I.Bonança concordar
        E só hoje de manha tive uma viatura mas que eles alugaram só para um dia! Pois
        Pensam que amanha já devem ter tudo pronto para me fazer a proposta de indemnização.

        Perguntas:

        1. Tenho direito a viatura de substituição até tudo estar resolvido e a companhia me pagar a indemnização não é ? Ou não ?

        2. Eu tenho de entregar a viatura amanhã até ás 12H00 no rent-a-car: Será que tudo está resolvido até essa hora ? Não deveria pedir para ter viatura por pelo menos mais um dia ?

        3. Eles vão propor valores e eu sou obrigado a aceitar os valores de indemnização e do salvado.. ?Como é que isso funciona ? Nao tenho de receber a proposta por escrito ?

        4. Como saber o valor comercial ou venal de uma viatura Fiat Punto 55s de 1995 com 80000 Kms ?

        5. A seguradora paga-me e eu fico com a minha viatura ? Ou acho incrível que tenham considerado perca total e até acho que as coisas ai tão mal. Eu sou o lesado , não tenho culpa e a viatura deveria ser reparada sempre.

        Agradeço a sua ajuda e desculpe este texto tão extenso.

        Obrigado
        Cpts
        José Oliveira

        • Caro José Oliveira

          A partir do momento em que recebe a comunicação de perda total, deixa de ter direito à viatura de substituição.
          Quanto à terceira questão, tem que receber a proposta por escrito onde vem discriminado o valor da indemnização, o valor do salvado e a identificação da firma a quem pode vender o salvado por ese valor.
          Tem o direito de discordar dos valores de indemnização, devendo responder por escrito e demonstrar porque razão discorda e propôr novos valores.
          Na questão 4, pode perguntar à Fiat e a avaliação desta pode servir de ponto de partida para uam possível reavaliação da indemnização da perda total.
          Questão 5 – é injusto e já vivi esta situação. Pode recorrer à via judicial para exigir um ressarcimento total pela sua perda, mas será que vale a pena? Possivlemente a sua viatura já não terá os mesmo níveis de segurança que tinha, mesmo toda reparada.
          Pode optar por ficar com o salvado e recuperar a viatura a suas expensas, utilizando o valor da indemnização paga pela seguradora.

          Cumprimentos

  287. Bom dia
    Preciso da sua ajuda.
    Em Novembro ao entrar num cruzamento e depois de ter encostado para saida de passageiros, o carro que vinha de frente na outra faxa de rodagem ao sair do cruzamento não respeitou a perdendicular e veio embater no meu carro no lado esq. traseiro. Tenho bastantes prejuizos materiais.
    Como ele não tenha seguro pos-se em fuga. Tenho uma testemunha do acidente e a matricula do outro.
    Como não estava o outro carro não sabia que tinha de chamar na mesma a policia.
    Dirigi-me à minha seguradora que tratou de confirmar que o outro carro não tinha seguro. dirigi-me à policia para fazer a queixa e só à terceira vez que lá fui porque a minha seguradora me mandou, é que a policia aceitou fazer uma participação de danos no meu veiculo.
    Dizem na policia que não são obrigados a fazer a queixa.
    A minha seguradora enviou os documentos necessarios para o fundo de garantia automovel.
    A decisão do fundo de agarantia automovel é que não paga porque não sabem quem é o condutor do outro veiculo e que eu não apresentei uma queixa na policia.
    Não sei o que fazer e a minha seguradora diz que já fez o que podia.
    Voltei á policia para perguntar como é que era e eles disseram-me que eu não podia fazer queixa e que a policia não faz diligencias e o que eu podia fazer era uma queixa civel.
    Sou eu que tenho de pagar a uma dvogado para a fazer?
    Agradeço a sua atenção.

    • Cara Paula

      Não entendo porque é que a Polícia não registou sua queixa. Deverá participar esse facto às autoridades competentes, ou seja, inspectores da Administração Interna
      No seu pedido de ajuda anterior, indiquei alguns artigos para ficar elucidada sobre esta matéria.

  288. Bom dia
    Preciso de uma ajuda se possível a uma semana tive um despiste capotamento ,tenho seguro de danos próprios.. feita a peritagem o meu carro foi para perda total, a minha duvida é que a seguradora so meu quer pagar o valor comercial do carro e nao o valor que tenho seguro, neste caso quer me dar 8 mil euros e tenho o carro seguro por treze mil euros, tenho no contrato solução ano seguro e sempre paguei mais para o ter seguro por mais, e a seguradora nunca me propôs baixar o valor do carro, senão agora que tive um sinistro, quer me aplicar um decreto de lei de sobresseguro e que me faziam o estorno pelo que paguei a mais, pergunto-me so me dizem isto agora porque tive um sinistro?? se me poderem ajudar agradeço. Obrigado

    • Boa tarde Cláudio

      O seguro de uma viatura deve ser feito pelo valor actual da viatura com base na tabaela Eurotax. Como tinha a cobertura de Ano Seguro (Axa, certo?) essa cobertura só é possível ser contratada para viatura novas ou com um ano, pois é uma cobertura que a partir do 3º anuidade do seguro deixa de estar em vigor e o valor da viatura desce consideravelmente. Há seguradoras que oferecem essa cobertura nos 3 primeiros anos.
      Há aqui uma questão essencial: quem lhe fez o seguro? Na Axa é possível no acto de emissão da apolice colocar o valor que se quiser colocar. Nas outras seguradoras, o valor actual da viatura com base na tabela Eurotax já aparece por defeito. Na Axa é necessário colocar esse valor. Provavelmente quem fez o seguro sobrevalorizou o valor da viatura. Se foi a Axa e se tiver provas (basta ver a apolice, a proposta que assinou ou um aviso de pagamento em que não aparece nenhum nome de mediador ou código de mediador), deverá escrever uma carta a informar que o valor da viatura segura foi definida pela companhia e que são obrigados a indemnizar por esse valor.
      Se recusarem, terá que reclamar junto do CIMPAS. Veja este artigo:
      http://blog.sitedosseguros.com/2010/10/o-que-fazer-quando-a-seguradora-nao-aceita-ou-nao-responde-a-sua-reclamacao/

      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  289. boa noite

    ha 2 meses bateram-me no parahoques de tras, como é logico não tive culpa nenhma foi levantado o auto pela gnr. acontece que o outro sujeito nao particiou a companhia dele. foi-me exigido o auto, a minha companhia pos-se de parte e informara-me que era obrigação do lesado efetuar a prova de culpa (auto) concluão, foi apurado qu o outro sujeito foi culpado e vão pagar-me para arranjar o carro, mas em relação ao auto ninguem quer restiuir-me os 48€ que paguei… qual será a melhor maneira de tentar reaver os 48€??? se for possivel….

    Obrigado

    • Caro Nuno

      Deduzo que não assinaram a declaração amigável correcto?
      Logo teve que reclamar à seguradora do terceiro.
      Quanto à questão do auto, não era obrigado a levanta-lo, mas ajudou com certeza a acelerar o processo.
      Não vejo possibilidade de obter o ressarcimento do auto, mas envie uma carta à seguradora do responsável. Pode ser que tenha sorte.

      • boa tarde

        é só para lhe dizer que ao fim de 3 meses consegui que a LOGO retribui-se o valor do auto… tive que apresentar reclamação na LOGO e no ISP que acelerou p processo…
        Obrigado por tudo

        cumprimentos
        Nuno freitas

  290. Boa tarde .

    No dia 21 de Abril tive um acidente, bateram-me no para choques , tava parado num semafero e a Rapariga vinha a mandar sms e … Pumba… Resultado: para choques estalado ( pintura ) e mala amassou um bocado e óptica do lado esquerdo estalou . não preenchi a declaração amigavel poís nao tinha a sujeita decumentos com ela ( ainda por cima ) chamei a policia , fizeram o auto e depois diseeram caso a companhia de seguros pedisse para ir á batalha ( Porto) pedir . 60 euros para ser no dia , 10.15 euros por mail no prazo de 5 dias uteis . quando me desloquei a Lusitania para comunicar a participação como nao tinha a DAA preenchi lá a minha parte e pus a matricula da sujeita . Já vai na terceira semana e ainda nada pois estou a espera do auto da policia que so lá para segunda ou terça é que o tenho no mail. Já ando com despesas ( autos e deslocações para ir buscar o carro á peritagem ) e até agora nada . Tenho os recibos das despesas depois vou apresentar a ver o que eles dizem se não … DECO… 😆 è normal esta demora ? Com os melhores cumprimentos

    Luís Valente

    Ps: Comolquei 2x poís enganei-me no meu mail a primeira vez xD

  291. Boa tarde .

    No dia 21 de Abril tive um acidente, bateram-me no para choques , tava parado num semafero e a Rapariga vinha a mandar sms e … Pumba… Resultado: para choques estalado ( pintura ) e mala amassou um bocado e óptica do lado esquerdo estalou . não preenchi a declaração amigavel poís nao tinha a sujeita decumentos com ela ( ainda por cima ) chamei a policia , fizeram o auto e depois diseeram caso a companhia de seguros pedisse para ir á batalha ( Porto) pedir . 60 euros para ser no dia , 10.15 euros por mail no prazo de 5 dias uteis . quando me desloquei a Lusitania para comunicar a participação como nao tinha a DAA preenchi lá a minha parte e pus a matricula da sujeita . Já vai na terceira semana e ainda nada pois estou a espera do auto da policia que so lá para segunda ou terça é que o tenho no mail. Já ando com despesas ( autos e deslocações para ir buscar o carro á peritagem ) e até agora nada . Tenho os recibos das despesas depois vou apresentar a ver o que eles dizem se não … DECO 😆 . è normal esta demora ? Com os melhores cumprimentos

    Luís Valente

  292. Boa noite!

    Hoje tive a situação de um acidente e do qual tenho algumas questões.
    Foi o seguinte: Numa rua com um só sentido, e com carros estacionados do lado direito. Eu como andava a procura do numero da port de um predio enconstei me a direita, e comecei a andar devagar para ver. nisso necessito de fazer marcha tras para ver um numero, olhei pelo espelho revisor e não tinha nenhum carro atras. Quando para o meu espanto oiço uma batidela.
    Como tinha sido uma primeira vez e estava muito nervosa, preenchi a declaração amigavel e assinei que estava a fazer marcha – atras, ou seja acho q me dei como culpada porque o outro passageiro não preencheu nada no campo respectivo.
    A questão é a seguinte: é que quando fui pra casa e vi os estragos q tinha no meu carro, fiquei a pensar.
    primeiro pq se a batidela tivesse sido da marcha atras a eu estava a a fazer, tanto o meu carro como o outro teriam a batida mais na parte central do parachoques(penso eu), mas tal não aconteceu. o outro veiculo teve somente uns riscos no para-choques da frente, do lado direito, e o meu carro teve uma moça no lado esquerdo do parachoques traseiro.
    A outra questão é q eu ia devagar e a duvida de ter sido essa a causa.
    Depois na altura o condutor disse q eu fiz marcha tras de repente, o q não era verdade pq eu vi, e não tinha carros atras. E depois qd voltei a questionar do q tinha acontecido respondeu me q viu me meia parada e a decidir me e q optou por ultrapassar, ora se ela ultrapassou como é q a minha marcha atras atingiu-o???
    ou seja com issso tudo fiquei a pensar e analisare cheguei a seguinte conclusão:
    o condutor não tinha a margem de segurança necessaria entre o meu carro. e depois derivado a pressa tentou ultrapassar, mas com a faixa não dava para passar embateu me. Pq é muito estranho.
    Agora a situação é a seguinte: com o preenchimento eu dei me como culpada. gostava de saber o que fazer para contestar e para a situação ser bem analisada, visto não ter havido testemunhas?
    e saber ate que ponto posso mesmo ser considerada culpada, visto estar a fazer marcha – atras, e perder toda a razão?

    Obrigada

    • Boa tarde Patrícia

      Quem faz marcha atrás tem que tomar todos os cuidados antes de fazer essa manobra.
      Não há testemunhas do acidente, assinou a Declaração amigável dando-se como culpada, logo não há nada a fazer.

      Cumprimentos
      Pedro

  293. boa tarde
    mto obrigado pelo esclarecimento,pois n sabia como fazer.a seguradora ja tem la o auto de ocorrencia da gnr,vou entao proceder ao preeenchimento da declaraçao amigavel com a outra parte envolvida.
    obrigado
    reinaldo alves

  294. boa tarde
    caro pedro monteiro
    A situaçao e a seguinte,o meu veiculo teve envolvido num acidente no dia 23/04/2012 no qual no meu ponto de vista a culpa foi do outro condutor pois apanhou me enquanto me ultrapassava,ao fechar a ultrapassagem como vinha um veiculo de frente mandou se para cima do meu carro tendo transposto ele mm um traço continuo ai..eu n tinha pa onde fujir tendo ele me “obrigado a subiu passeio imagine os danos.bem a mha questao e a seguinte,eu chamei de imediato a gnr mas n foi assinado declaraçao amigavel,a empresa da viatura ainda n participou ao seguro deles e eu ja.agora proposeram me assinar-mos ambos a declaraçao amigavel.
    gostaria de saber a sua opiniao pois n sei se me prejudicarei ao faze lo..??
    com os melhores cumprimentos
    obrigado
    reinaldo alves

    • Boa tarde Reinaldo Alves

      Preencham a declaração amigável, assinem ambos a mesma e cada um entrega o seu exemplar à respectiva seguradora.
      Tente enviar o auto de ocorrencia para a seguradora juntamente com a declaração amigável para uma maior celeridade na resolução do sinistro.

  295. Boa Noite

    Desculpe estar a incomodar. Mas estou com um problema enorme. tive um acidente em França com um camiao Francês. O meu carro estava estacionado e ele a fazer a manobra embateu no meu carro. No quis assinar a DAAA, nem deu nenhum dado e foi embora. Tenho fotos, testemunhas. O meu carro ja se encontra em Portugal. Mas a minha seguradora nao me esta a dar grande resoluçao ao meu problema. Ja estou a espera a mais de 1 mês que posso eu fazer para acelerar esta situaçao.

    Cumprimentos e obrigado desde ja

  296. Boa noite Pedro 🙂
    Tenho duas dúvidas
    dá para mudar de agente de seguros e manter o seguro na mesma companhia?
    Posso assinar contrato com outra companhia de seguros antes de o meu seguro de automóvel ter acabado com a outra companhia? ex: antes meio ano de acabar o meu seguro assino com outra companhia para accionar o meu contrato quando acabar o outro, é possível?
    obrigado

    • Bom dia João

      ambas as situações são perfeitamente possíveis. Para mudar de seguradora não é necessário faz~e-lo com tanta antecedência. A alteração de mediação exige uma comunicação à seguradora com uma antecedência mínima de 60 dias.

  297. Boa tarde,

    Quero deixar um elogio especial ao nosso amigo corretor de seguros Sr. Pedro Monteiro pela disponibilidade em ajudar e esclarecer, com isenção de posições e com um profissionalismo revelador. Desejo-lhe tudo de bom.

    Muito Obrigada
    Maria

  298. Continuando… Foi uma guerra com a Tranquilidade que forçou-me novamente ir ao BES e o BES indignado voltou a recusar a reclamação. Voltei à Tranquilidade e só me aceitou o sinistro depois de pedir o livro de reclamações. Na peritagem deram perda total pq o valor era superior a 3000€ tive que negociar com a oficina os 400 euros restantes para ficar com o carro. O tomador de seguro estava na (Des)Traquilidade à 56 anos com registo limpo e deram perda total por 400 €, isto é normal?

    • Não posso pronunciar porque não sei quem é o segurado do BES ou o segurado da Tranquilidade. Qual o valor actual da viatura? Qual o valor do prejuízo?

      • Boa tarde Sr. Pedro Monteiro,
        A cotação de mercado era de 3760, o que me explicaram na oficina é que a seguradora só cobria no máximo 3000, como já tinha ultrapassado, o perito nem se deu ao trabalho de desmontar o carro para analisar o resto e deram perda total, como eu recusei acordei com a oficina pagar o restante 400€. Ainda argumentei que como não tinha tido a culpa e se com um pedido à seguradora poderia pedir o valor na totalidade mas dizem que a lei mudou e que só pagam o valor comercial do carro. O revoltante é que o meu pai é cliente (segurado) à 56 anos a dar-lhes dinheiro e somos tratados desta maneira!!!
        Obrigada

        • Maria

          A seguradora só tem que indemnizar pelo valor actual do carro (tabela Eurotax). Se a viatura estava segura por um valor superior, é porque o seguro foi mal feito. Quem o fez? A seguradora? Se sim, pode exigir à seguradora o pagamento do valor total segurado mediante uma exposição por escrito mencionando que foi a seguradora quem emitiu o seguro e garantiu o valor seguro. Junte documentos comprovativos se possível.
          Outra questão: neste cenário, se na sua apolice está o valor seguro 3760 e a renovação da apólice é em Janeiro por exemplo, há lugar a desvalorização da viatura entre os meses de Janeiro e a data do acidente. O que conta é o valor da viatura à data do acidente.

          • Eles no aviso de pagamento não indicam o valor da viatura para validar-mos, o valor que indiquei foi um valor comercial do carro na altura do acidente. Não vou renovar o seguro devido ao mau atendimento, perdi uma manhã, e não contei tudo. Somando os lucros que tiveram com o meu pai durante 56 anos sem sinistros e por 400 euros perdem um cliente é triste. Lei é a lei e o meu conceito de seguradora mudou deste então. Muito obrigado mais uma vez pela atenção.

          • Eu estou disponível para apoiá-la futuramente caso queira trabalhar connosco. Segue meu mail pedro.monteiro@accive.com
            Se desejar pode enviar-me por mail cópias das apolices do seguros e eu poderei estudá-las e fazer uma proposta.
            Sou de Vila Nova de Gaia e mesmo que a Maria José esteja longe, por mail e por telemóvel as distâncias ficam muito curtas 🙂

  299. Bom dia Sr. Pedro Monteiro,
    Tive um acidente simples e não tive culpa mas não assinamos a declaração amigável mas chamei a GNR. Preenchi a declaração amigável com os dados todos e só eu assinei com a informação minima exigida pelo terceiro e o auto da GNR em anexo. Fui à Tranquilidade e não me aceitaram a declaração pq não estava assinada pelos 2 e tinha-me que dirigir à outra seguradora BES reclamar, acontece que O BES não aceitou a reclamação pq existe um protocolo e podia resolver tudo com a Tranquilidade,conclusão um pesadelo. Pergunto isto é correcto?

    • Boa tarde Maria

      O BES tem razão já que ambas as seguradoras aderiram ao protocolo CIDS que está explicado neste artigo onde colocou o comentário.
      De acrodo com o que expõe, a conduta da Tranquilidade não foi correcta.

      • Eu enviei a reclamação à TRANQUILIDADE e não me deram razão, pasme-se. Este seu artigo é muito importante e foi de encontro à minha duvida e de muitos. Já andei a sondar e acredite que muitos profissionais dos seguros, a começar pela minha seguradora Fidelidade Mundial também afirmam que com o CIDS é necessário ter as 2 assinaturas, outros peritos coincidem com o seu artigo, não sei se por ignorância ou se há alguma vantagem em não recorrer ao CIDS. Com o seu artigo e o seu esclarecimento “desbaralhei” a confusão.
        Muito Obrigada pela sua disponibilidade e profissionalismo.

  300. marlene