Quem sou eu?

Olá!

Chamo-me Pedro Monteiro e sou profissional na área de seguros desde Setembro de 2004 .

Iniciei minha carreira neste sector em 2004, dando uma volta de 180 graus na minha vida, pois trabalhava como administrativo numa cave de um laboratório de análises clínicas. Necessitava de um novo desafio.

Então, como conhecia os administradores do Grupo Onebiz, fui ter com eles e foi-me apresentado o projecto Accive Insurance que estava a dar os seus primeiros passos.

Pesei os prós e contras de me aventurar por conta própria e contra o conselho de quase todos os meus amigos e família, avancei em 21 de Setembro de 2004. Foi dada formação em seguros e lá iniciei o meu percurso.

Note-se que não sabia nada sobre seguros, não tinha contactos, não dispunha de muito capital e comecei pela minha família e amigos.

Deixei a Accive Insurance em Setembro de 2014, estando actualmente a trabalhar como consultor de seguros em parceria com a Atlas Corretores de Seguros.

Gosto muito do que faço, acompanho os meus clientes e muitos deles se tornaram amigos, pois sabem que podem contar comigo quando necessitam. Podem ver alguns testemunhos no Linkedin

Decidi escrever um blog sobre seguros, porque é meu dever ajudar-vos a entender a temática dos seguros. Prometo que o que vou colocar será claro e não daquele “português” típico dos seguros que pouca gente entende.

Vou dar-vos dicas sobre cuidados a ter ao fazer seguros, conceitos importantes sobre cada seguro e como elaborar participações às seguradoras e cuidados a ter na elaboração das mesmas.

Pode acompanhar o nosso Blog no Facebook

Até à próxima!

Pedro Monteiro

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149 Comentários.

  1. Fábio Cruzeiro

    Boa tarde Sr. Pedro Monteiro,

    O meu nome é Fábio Cruzeiro, tenho 26 anos e iniciei o meu percurso como mediador ligado de seguros – Ramo Vida – faz agora um ano.

    Revejo-me um pouco em si e no seu trajecto, isto porque, também era administrativo numa empresa e curiosamente também trabalhava numa cave, onde era o escritório da mesma, e isso fez com que durante esse período não tivesse vida social o que implicou não ter conhecido nem interagido com as pessoas que é somente o mais essencial no ramo segurador/comercial.

    O ano passado foi-me apresentado uma oportunidade/projeto para ser mediador ligado de uma companhia exclusivamente do Ramo Vida onde o target é a formação de capital.

    Após refletir bem no assunto, pois nunca tinha tido contacto com a área seguradora nem com a área comercial, decidi abraçar o projeto para uma fase experimental (tempo parcial) não tendo que abdicar no meu emprego.

    Passado um ano deste modo e bem sucedido, surgiu a hipótese de subir na companhia e com isso passar a incorporar pessoas na minha estrutura. Após muita relexão, de pesar bem os prós e os contras decidi arriscar e deixei o meu trabalho como administrativo e dedicar-me a 100% aos seguros e à minha equipa, pois pretendo ser um líder exemplar, um apoio/suporte tal como fizeram comigo e ajudá-los nas suas vidas e acima de tudo ser uma pessoa amiga com quem eles possam contar.

    E é esta vontade de querer ser melhor, mais profissional, mais exemplar, mais dinâmico, mais produtivo, mais motivador (sim porque nesta profissão precisamos de muita muita motivação) que me levou a pesquisar na internet e com isso descobrir o seu Blog.

    Com tudo isto, e depois do que li aqui de si, gostaria que o me pudesse dar dicas/conselhos (livros, revistas, documentos, técnicas, estratégias, etc) de modo a poder converter-me cada vez mais num melhor profissional e agora mais que nunca num líder exemplar.

    Com os melhores cumprimentos,

    Fábio Cruzeiro

    • Caro Fábio

      Desejo-lhe boa sorte neste novo percurso profissional.
      Vou-lhe recomendar um livro que me marcou muito: O Livro de Ouro da Atitude YES! de Jeffrey Gitomer. Leia e releia. A Atitude é a base de tudo.
      Seja honesto e correcto; saiba dizer não a um cliente, fundamentando bem a razão. Não crie expectativas; a gestão das expectativas é muito importante na relação com o cliente.
      Você vai ter muitos dias maus, alguns dias muito maus, muitos dias bons e alguns dias muito bons. Mas mantenha sempre o foco e não acumule actividades adicionais como contabilidade ou peritagens. Ninguém é muito bom em duas actividades.

  2. Boa tarde,

    Gostaria que me ajudasse num processo de seguro de um telemóvel adquirido na Fac. O equipamento caiu de um 2° andar e ao embater no chão caiu numa poça de água, ficando sem funcionar. O seguro do equipamento diz que cobre roturas acidentais, e a minha pergunta é se acha que o seguro vai cobrir o equipamento, uma vez que em vários lugares li que é um pouco complicado ativar estes seguros.
    Desde já muito obrigada e muitos parabéns pelo site
    Os melhores cumprimentos

  3. Boa noite.
    Preciso que me esclarecessem, sofri um acidente de trabalho e estou em casa pelo seguro desde o dia 8 de Outubro, quem me vai pagar o salário a entidade patronal ou a seguradora? A seguradora é a fidelidade.
    Sera que demora a receber?
    Obrigado e boa noite.

  4. boa tarde gostaria se da sua opniao sobre este assunto se possivel. no dia 11 de agosto deste ano uma condutora embateu me com o espelho retrovisor no meu braco direito desloqueime au hospital e andei tres semanas com braco au peito .a seguradora assumiu a responsablidade tendo me mandado au hospital santa maria para tratamento dando alta sem incapacidade passado 3 semanas .o que pretendia saber se tenho direito a receber os dias perdidos ou alguma endemenizacao?desde ja o meu mt obrigado. Afonso Sousa

  5. Boa tarde e obrigada pela inf.que presta!
    Tive recentemente uma avaria no carro, no estrangeiro. O carro veio para Oficina em Portugal pelo reboque do seguro, mas não deram carro substituição, nem no estrangeiro, nem em Portugal enquanto reparava. Motivo: avaria ter sido no estrangeiro!Não dá direito a carro substituição! Os ocupantes tiveram Taxi para regressarem ao domicilio.
    Como faço longas viagens de carro pela Europa, gostaria de saber que tipo de seguro é indicado para poder ter maior apoio no estrangeiro, pois entendo que uma “viagem” não deverá terminar com uma avaria. Há alguma seguradora que dê nestas situações carro de substituição, de forma a podermos prosseguir a “viagem”?
    E outra dúvida: o dono carro e familiares directos estão cobertos pelo seguro de viagem? è que li uma coisa que me levantou duvidas…
    Obrigada desde já pela atenção

  6. Tenho uma junta médica marcada devido a acidente de trabalho, tenho a perna embelizada, pois estou em tratamentos e a companhia de seguros paga taxi para os tratamentos.
    A minha questão é se o tribunal paga as custas do meu transporte para a junta médica, e como devo proceder.

    • Exmo Sr. José Correia
      Os n/ cumprimentos

      Nos termos legais, tem direito a ser ressarcido dos custos com transportes para observação, tratamento ou comparência a atos judiciais. Chamamos a atenção que nos termos legais, o sinistrado utiliza os transportes coletivos, salvo não os havendo ou se outro for mais indicado pela urgência do tratamento, por determinação do médico assistente ou por outras razões ponderosas atendíveis. Deve pedir o reembolso à seguradora.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  7. Boa tarde

    Gostaria de saber o que posso fazer,pois bateram-me no carro e o condutor habitual e o seguro está em meu nome mas o carro é do meu irmão. a seguradora deu como perda total e atribuíram um valor de 1300€ e( ele tinha o carro como novo,pois tinha o pintado e reparado o motor)o que posso fazer para me pagarem o arranjo pois não tive culpa no acidente e o arranjo é de 4500€.

  8. Francisco José Casaleiro Dias

    Boa noite,
    Em 05.08 ao entrar numa rotunda e na saída (2ª saída) dessa rotunda depois de ter ultrapassado mais de metade, fui albarroado por outro veículo que entrava na rotunda.como o outro condutor não se considerou culpado acionei a minha apólice de danos próprios ao abrigo da resolução CIDS. Fui agora confrontado pela minha seguradora a imputar-me a culpa do acidente, decisão que não concordo. Agradeço a sua informação como poderei contestar. Será que devo apresentar uma reclamação na outra companhia?
    Apresento os melhores cumprimentos
    francisco Dias

  9. Carlos Alberto Fernandes Serrão Fonseca

    Boa tarde.
    O resultado de um acidente de trabalho que tive em Fevereiro de 2005 fui sujeito a uma intervenção cirúrgica à coluna lombar.Não tendo esta decorrido de forma satisfatória tornei a ser operado em Abril de 2006.O resultado desta intervenção foi a colocação de uma barra estabilizadora em titânio.Tudo isto através da Companhia de Seguros Império.Mais informo que me foi dado uma incapacidade de 15% e a respectiva indemenização,mas sendo informado pelo tribunal de trabalho que a responsabilidade da Companhia seria de 10 anos caso fosse necessário qualquer assistência a respeito.Infelizmente em Julho de 2015 e perante queixas permanentes de dores a minha médica de família requereu mandou um rx à coluna.Diagnóstico desse exame a quebra de dois parafusos inferiores dos quatro existentes.Gostaria de saber se posso recorrer à Companhia de Seguros,mesmo já não estando a trabalhar na mesma firma?
    Aguardo resposta.
    Grato pela atenção.

    Carlos Fonseca.

    • Caro Carlos

      Pode, visto que tal constitui uma recaída de um sinistro ocorrido quando estava seguro pela Império.

    • Exmo Sr. Carlos Fonseca

      Os n/ cumprimentos
      A questão que coloca é extremamente pertinente, pela frequência com que a dúvida se coloca. À data em que teve o acidente, a lei em vigor não lhe permitiria fazer isso, dado que tinha um limite temporal de 10 anos dentro do qual teria direito a solicitar a revisão da sua situação clínica. Alterações posteriores vieram permitir a revisão a todo o tempo, sendo o único limite o de pedir no máximo uma revisão por ano.
      Os tribunais têm-se debruçado acerca desta temática, com decisões nem sempre coerentes. Contudo, a tendência mais atual tem sido o de permitir que os acidentados mais antigos tenham, também, possibilidade de pedir a revisão a todo o tempo. Ou seja, deve pedir a revisão, caso tenha havido, efetivamente, uma pioria da sua situação clínica.
      Tivemos um caso semelhante o ano passado em que a seguradora se recusava em efetuar a revisão, e o tribunal veio a dar razão ao sinistrado.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira – advogado

  10. Caro Pedro

    Enviei a mensagem para seu e-mail, quando informou que não viu a minha mensagem no forum.

    Sds
    Armando

  11. Armando Santos Clara

    Pedro,
    Postei minha exposição faz tempo, nem um comentário.

    Há algum tempo que informou que daria sua opinião mas não aconteceu até hoje.
    Sds
    A Clara

  12. ola mais uma vez,a minha companheira e de ribeirao concelho de v. n. famalicao se fosse possivel a consulta com os vossos advogados seria no porto,por favor para me contactar era melhor o sr. me responder para o meu mail.estou muito grato pelo vosso empenho espero que continuem assim,comprimentos

  13. Boa Tarde.
    Dia 17/3 tive um acidente.A seguradora assumiu toda a responsabilidade em 24/4, mas o termo de responsabilidade vinha com o nº. da matricula errada e só em 15/5, após insistências telefónicas e electrónicas me foi remetido o termo correcto.
    O carro está na oficina desmanchado pois foi batido`atrás e fui projectado para o carro da frente.
    A seguradora atribui carro de substituição de acordo com o relatório de peritagem.
    Como o carro tem 17 meses, foi para Wv, onde não existem as peças necessárias nem a Siva tem em stock.
    Neste momento estou sem carro pois a seguradora diz que a responsabilidade não é dela, mas minha também não nem da oficina nem do importador.
    Pergunto o que devo fazer pois pela melhor hipótese só a 29/5 terei carro e faz-me falta.
    Acha que devo alugar um e remeter as facturas à seguradora?
    Obrigado e cumprimentos.

  14. ola mais uma vez,precisava muito de ajuda,como ja o comuniquei com sr. pedro no dia 11 de marco do ano corrente, a minha esposa teve consulta de dano e a medica transmitiu nao compreendia a atitude da companhia porque a companhia de seguros sabe perfeitamente que esta doenca de algoneurodistrofia so comeca a ter recuperacao depois de 2 anos,mas teve que dar alta com incapacidade permanente parcial (ipp),o que acontece e que a medica aconcelhou a fazer fisioterapia em 3 ciclos de tratamento por ano, pergunto eu, se a minha mulher ainda nao esta tratada de vez, porque deram alta? o problema e que a companhia estava a dar uma pensao de assistencia a 3 a pessoa,por estar encapacitada de fazer a sua vida diaria e agora com a alta a gestora do processo diz que nao tem de pagar a terceiros.nao compreendo esta situacao,a companhia mandou por carta proposta final de indemnizacao qual o meu espanto e que a companhia da um valor referente a despesas de fisioterapia no valor 7699.34euros+880.75 adanos morais+2119.35 refrente a dano biologico,eu precisava que me o que fazer porque a minha companheira nao pode fazer nada ,nao pode cozinhar,fazer limpeza ha casa,tem carta de conducao e nao pede conduzir ,nem tomar banho sozinha pode, e muito triste esta situacao,telefonando para a gestora so lhe disse se esta indemnizacao 10699.44euro era a mais correta,responde-me a cinestrada quer aceitar quer nao quer que va por outro meio esta a a proposta da companhia e eu disse-lhe olhe , nao ha danos patrimoniais , nao protrimoniaise danos futuros e perda de capacidade de ganho, gostava que me esclarecesse por favor o que tenho a fazer,porque entrei em contacto com um mandatario e o que me disse foi abrir uma accao cautelar a pedir a pensao mensal do ipp e a treceira pessoa para meter a accao principal desde ja agradeco a sua atencao ,comprimentos.

  15. vanessa machado

    Bom dia,

    em Outubro de 2014 fiz um seguro de saude. Em Março de 2015 foi me detectada uma doença que requer cirurgia. Apos pedido de pré autorização à seguradora esta recusou pois alega que a doença era pre existente a realizaçao do seguro. tenho exames que comprovam que quando fiz o seguro não tinha nenhuma doença mas mesmo assim a seguradora continua a recusar. Tem alguma sugestão que me posso ajudar? Obrigada

  16. Boa tarde,

    O meu marido sofreu, em Abril de 2014, um AVC isquémico, tendo ficado com debilidade motora do lado esquerdo (marcha claudicante, braço e mão esquerdos quase imobilizados). Encontra-se de baixa médica e ainda não pedimos o certificado de incapacidade multiusos. Em 2003 uma das nossas filhas pediu um empréstimo para habitação e eu e o m/ marido fomos fiadores. Na altura como ela era estudante o banco (para melhor se garantir) exigiu que o seguro de vida (que cobre invalidez e morte) fosse feito apenas e só em nome do meu marido.
    A minha questão é a seguinte: caso lhe venha a ser atribuída uma incapacidade igual ou superior a 66,6%, poderemos accionar o seguro? Caso a seguradora decline a responsabilidade, teremos argumentos para contrariar essa posição? Eu penso que o banco ao ter exigido o seguro naqueles termos não pode apenas estar a garantir-se a si, mas também a assumir as consequências da sua escolha (sob pena de má fé). Agradeço a V/ opinião, pf.
    Grata pela atenção.

    • Cara Maria Soares

      Boa questão! Nunca vi um caso em que o seguro de vida é feito ao fiador e não ao contraente do emprestimo.
      Se tiver uma incapacidade igual ou superior a 66,6% pode accionar o seguro. Além do mais, é obrigada por Lei a informar a seguradora da alteração do estado de saúde.
      Mas vai precisar do atestado multiusos com invalidez vitalicia sem ser sujeita a reavaliação.

  17. Boa noite Pedro.
    Gostaria de uma informação se possível.
    O meu marido sofreu um AVC Isquémico em 2012 foi reformado por invalidez pedimos uma Certidão Multiusos onde lhe foi atribuído um Grau de incapacidade de 64% Definitivo.
    Temos um empréstimo bancário a CGD com um seguro de Vida Grupo CGD.
    Enviamos para a companhia a Certidão ,foi-nos pedido pela mesma que lhe enviesamos a copia da data em que o marido tinha sido reformado mais o relatório
    medico enviado para a certidão multiusos.
    depois de toda esta de comentação enviada voltaram a pedir o preenchimento de um questionário clínico preenchido pelo medico assistente´, Enviamos tudo como nos foi solicitado .
    Passado algum tempo tivemos a resposta da companhia que não teríamos qualquer indemnização visto o marido não ter os 66,6%.
    No certificado de Adesão tem duas clausulas que me estão a deixar com muitas duvidas sobre a decisão da companhia.
    Pedro será que me pode dar alguma ajuda sobre a nossa situação .
    O nosso muito obrigado.
    Goreti Azevedo.
    Manuel Azevedo

    • Exma Senhora Goreti,
      Compreendo pela leitura da sua questão que a CGD lhe negou o pagamento do empréstimo por não atingir 66,6% de incapacidade permanente absoluta. Tal decisão deverá sempre ter por referência a incapacidade que consta do contrato de seguro (verifique as cláusulas gerais e particulares).
      Quanto ao certificado de adesão, não verifiquei que tivesse colocado alguma questão concreta.
      Contudo, e porque a diferença entre a incapacidade alegadamente contratada (66,6%) e a que tem (64%) é pequena, poderá haver modo mais simples de “atacar” a questão do que tentar alegar invalidades do contrato.
      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.
      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt
      Cumprimentos
      José Ribeiro Teixeira, advogado

  18. ola,antes de mais felicito-o por este site e por toda a informação que nele contém,minha mulher sofreu em outubro de 2014 um acidente de viacao e esta a ser tratada pela companhia de seguros,partiu o pulso o problema e que foi diagnosticado algoneurodistrofia,sempre que se apresenta no medico assistente e dado o papel de ITA,o que acontece a minha mulher e reformada,eles dizem que nao tem de pagar subsidio nenhum por favor poderia-me aconcelhar o que fazer OBRIGADO COMPRIMENTOS.

    • Caro Vítor

      A sua esposa não deixa de receber a pensão de reforma pelo facto de estar temporariamente incapacitada. Quanto muito e no limite, pode pedir em Tribunal uma indemnização ao causador do acidente por perdas e danos.

  19. Boa noite!

    Caro Pedro Monteiro,

    Sabe onde poderei encontrar testes modelo, para me poder preparar para o exame final do curso de mediador,agente e corretores de seguros,sem ser na plataforma e-learning? Obrigado. Fico a aguardar pela sua resposta.

    Cordialmente,

    Nuno Pereira

  20. Boa noite,

    Sou Diretora de uma Empresa de Telecomunicaçoes na Guine-Bissau e estou no processo de implementar seguro de saude e pensao de reforma para os meus funcionarios.

    Agradeço que entre em contato comigo com alguma urgencia.

    Obrigado
    Jacira

  21. Boa noite Pedro,

    Escreve-to depois de encontrar o teu blog numa pesquisa na Internet.
    Agradeço desde já a tua atenção e espero sinceramente que nos possas ajudar e/ou orientar, digo “nos” porque o problema infelizmente é com a minha namorada.

    Vou tentar resumir a situação;
    Então é o seguinte, a minha namorada tem seguro na AdvanceCare através da Açoreana e há cerca de um mês foi-lhe diagnosticado uma neuro-vascularização ocular patológica no olho esquerdo e pelos vistos necessita de um tratamento, para maior infelicidade nossa, bastante dispendioso.

    O médico que a está acompanhar disse que teria que fazer a mini-cirurgia o mais rápido possível para não deixar a situação piorar e fez de imediato o pedido à seguradora e marcou em simultâneo a mini cirurgia.

    Para nosso espanto passados uns dias a seguradora recusou o tratamento alegando pré-existência.

    Depois de consultarmos novamente o médico o mesmo achou a situação ridícula tendo em conta que tinha enviado para a seguradora exames de Julho de 2014 que davam conta que estava tudo bem com os olhos da minha namorada.

    Ao enviar novo relatório e reafirmando que não se trata de uma doença pré-existente a seguradora voltou a insistir na mesma cláusulao.

    A seguradora está-se a defender com essa cláusula porque a minha namorada têm miopia e estigmatismo, mas se aparecer qualquer problema nos olhos, vão-se sempre refugiar na pré-existência.
    Para isso fará sentido ter seguro de saúde?

    Haverá algo mais que poderemos fazer?

    Mais uma vez agradeço a atenção dispensada e deixo aqui a clausula em questão transcrita;

    A seguradora refugia-se no artigo 6º, ponto 13 das condições gerais da apólice.
    “Salvo convenção expressa em contrário em Condições Especiais ou Condições Particulares, ficam sempre excçuídas deste contrato as prestações decorrentes de doença ou estado patológico pré-existente, assim como lesões ou sequelas que sejam consequência de intervenções cirúrgicas ou tratamentos médicos não motivados por doença ou acidente garantido por contrato”

    • Boa tarde Ricardo

      Antes de mais, peço desculpa por só responder agora.
      Já vivi uma situação dessas relativamente a aquisição de óculos e foi na Açoreana.
      Pelo facto de eu ter também miopia e astigmatismo, tudo o que tinha a haver com olhos, estava excluído.
      O caso da sua namorada é bem mais grave.

      Sugiro que consulte um advogado se quiser ir até ao fim. Nós temos parceria com o escritório de advogados José Ribeiro Teixeira no Porto – http://www.ribeiroteixeira.pt
      Se os contactar e disser que vai da parte do blogue ou da minha parte, a primeira consulta é gratuita.

      Em alternativa, recorrer ao SNS.

      • Boa noite Pedro,

        Entretanto a situação já se desenrolou mais um pouco.
        A minha namorada fez a 1ª mini-cirurgia, suportada por nós para não piorar o estado de saúde dela.
        No entanto fizemos exactamente o que o Pedro disse e contactamos um advogado. (Isto depois de mais alguns contactos infrutíferos com a linha da AdvanceCare).
        A advogada deu-nos uma minuta para enviarmos, basicamente a dizer que se não mudassem a decisão recorríamos para as instâncias judiciais.
        Felizmente a resposta da seguradora alterou, já foi feito o 2º tratamento mas pelos vistos apenas pretendem pagar 1/3 do valor total de cada tratamento.
        Vamos entrar novamente em contacto com eles a contestar a decisão e aguardaremos por novos episódios.

        Agradeço a resposta Pedro.
        Um bem haja!

  22. Boa tarde, Pedro Monteiro.

    Tive conhecimento do blog através de uma visita web, quando fazia uma busca sobre Mediação de Seguros.

    A razão porque lhe escrevo é uma, pelo que muito lhe agradeço se me conseguir ajudar respondendo à minha questão.

    Pretendo iniciar actividade de Mediação de Seguros. Vou iniciar formação necessária à actividade numa das entidades credenciadas pelo ISP. No entanto, não tenho o know-how necessário para esta actividade e não sei se o curso torna o formando apto a desenvolver esta actividade de forma independente. Actualmente, numa situação destas, o inicio da actividade passa unicamente pelo trabalho exclusivo com uma seguradora (trabalhando para eles, com formação dada por eles, etc) ou crê ser possível iniciar a actividade como empresa, trabalhando multi-marcas; tendo o meu próprio negócio?

    Grato pela atenção que possa dispensar a este assunto.

    Com os meus melhores cumprimentos,

    • Caro Pedro Henriques

      Poderá iniciar a sua actividade com uma só seguradora para aprender o abc desta actividade.
      Assista a todas as formações sobre produtos que a seguradora proporcionar.
      Pesquise este blog através das categorias
      Vá aprendendo à medida que for vendendo seguros.
      Quando se sentir confiante no que faz, aventure-se a trabalhar com várias.
      Boa sorte 🙂

  23. Exmo. sr. a minha questão é a seguinte:

    Em 2009 tive um acidente de trabalho que me trouxe alguns problemas de saúde, nomeadamente necessidades de cirurgias por fracturas diversas.

    A companhia até à data te m sido 5 estrelas e cumprido com a responsabilidade na íntegra.
    A questão que coloco prende-se com esta situação em particular, neste momento estamos em 2015 e há sensivelmente 2 meses necessitei de retirar uma placa que servia para segurar o osso do braço, a companhia acompanhou e custeou o custo da cirurgia.
    O grave surgiu a seguir, como já não presto serviço na empresa onde tive o acidente a seguradora recusa-se pagar-me o salário que perdi por ter colocado baixa, a segurança social não me paga a baixa por estar envolvida uma seguradora, a seguradora não paga porque o ordenado que aufiro não é da mesma entidade patronal… que faço, a quem recorro, as contas caem todos os meses e desta forma tenho muitas dificuldades para não dizer incapacidade total de as cumprir…
    Em suma, desconto para a segurança social mensalmente, a isso sou obrigado, mas quando necessito não me pagam a parte do alário que lhes compete por que razão? A seguradora recusa-se a pagar, eu tive de ausentar-me para a cirurgia, ou seria preferível tê-la recusado e acarretar com as consequencias dque daí adviessem…

    Obrigado

    Cumprimentos,

    • Caro Fernando

      Não pode estar de baixa pela seguradora e pela segurança social ao mesmo tempo.
      Pediu a baixa à segurança social? Depreendo que sim pela sua explicação.
      A posição da segurança social está correcta. Não têm que lhe pagar nenhuma importância.
      A seguradora custeia a intervenção cirúrgica e todos os tratamentos necessários para o colocar no estado de saúde que estava antes do acidente.
      Deixando de trabalhar para entidade patronal, perde o direito de receber o vencimento pela seguradora. Mudou de emprego? Foi despedido? Há questões aqui por responder e clarificar.

      • Não, não fui despedido, o meu trabalho era nocturno e com os problemas com que fiquei, morando a 100 km, do local do emprego acabei por sair de livre vontade. Arranjei outro emprego, horário normal, desconto para a segurança social, que não me paga a baixa por o mesmo ser derivado de um acidente que está a ser coberto por um seguro de trabalho, o que não entendo é isso, a seguradora não paga e na minha óptica até pode ter razão, mas poderá a segurança social escusar-se a essa responsabilidade quando todos os meses efectuou os descontos estipulados por lei?

        O seguro é de uma empresa onde já não trabalho, presto serviço noutra, desconto mensalmente, e não estou coberto nem tenho a minha situação salvaguardada… começo a ter de pensar seriamente se tenho condições para me sujeitar às intervenções cirurgias de que necessito para recuperar, pois não tenho arcaboiço financeiro para cumprir as minhas obrigações ficando por cumprir as contas que tenho por não receber um cêntimo sobre o ordenado que aufiro actualmente, parece-me escandaloso, pois quando é para descontar não há qualquer entrave, mas quando necessito faze-me um manguito…

        Desde já agradeço a disponibilidade e informação prestada.

        Fernando Sobral

  24. Bom dia!
    Estive a verificar no seu blog se tinha alguma informaçao sobre a responsabilidade civil para o cão e não encontrei.Gostaria saber se existe algum seguro de responsabilidade civil que cubra os riscos de ataque de um cão a outro cão. Obrigado 😀

  25. Boa tarde,
    Venho por este meio solicitar o seguinte esclarecimento.
    Há cerca de duas semanas tive uma infiltração na minha fracção proveniente da varanda do vizinho de cima. Como tivemos 2 dias de chuva muito intensa, a varanda do vizinho ficou inundada, e como tal a água seguiu o percurso mais fácil… Por onde consegui andar até à cozinha e marquise da minha fracção.
    O vizinho accionou o seguro e ontem tivemos uma peritagem para avaliar os estragos.
    Segundo o perito do seguro o problema em principio seria do tubo de queda, e como tal faria parte da fachada, logo área comum. Para resolver o problema teria de ser accionado o seguro do condomínio, mas que nenhum seguro cobre infiltracções referentes a águas pluviais.
    Uma vez que dado tratar-se de um problema de condomínio e o seguro não cobre os danos, teremos de levar o problema a assembleia de condomínio.

    Na altura da peritagem o perito apenas se limitou a tirar umas fotografias.. Como posso avaliar a veracidade da conclusão da peritagem, imputando os danos para o tal “tubo de queda”, se apenas foram tiradas umas fotografias?

    A acrescentar ao exposto, esta situação não é nova, sendo que à cerca de um ano e meio sucedeu o mesmo. Na altura o vizinho não accionou o seguro, apenas se limitando a limpar a caixa da varanda.
    Posso neste momento considerar que houve negligência por parte do vizinho, dado que é a segunda vez que sucede o problema e nada fez para evitar o mesmo.

    obrigada´Joana SR

  26. bom dia
    gostaria de lhe colocar uma questão:
    fazem ou não fazem as portas e janelas parte do edifício? ou são consideradas como recheio?
    com os melhores cumprimentos
    f. macedo

  27. Boa noite, precisava de uma ajuda, pois acho que independentemente da justificação dada, irei ser prejudicada…. Foi-me oferecido um ipad adquirido na fnac, com seguro multi danos. Estes dias quando tirei o ipad da carteira o vidro estava partido, imagino que por uma queda do saco, algo feriu o vidro acabando por o rachar. Basicamente o que me foi dito na fnac é que a possibilidade da seguradora alegar negligencia pela queda, é alta. Ora bem, o meu ipad apesar de ter mais de um ano esta imaculado, nao tem um risco. É obvio que se tratou de um acidente, mas pensar na possibilidade de pagar um seguro para agora nao me resolverem o problema, deixa-me furiosa! O que me dizem da fnac é que a seguradora nem pondera sequer um arranjo, se aceitarem a participação, trocam por um novo, que honestamente nem é o que pretendo…terei que contactar a seguradora e informar do sucedido. Como devo apresentar o sucedido para que seja entendivel que de facto se trata de um acidente?? Obg pela ajuda!

    • Cara Maria João

      Contacte essa seguradora e exponha os factos tal como aconteceu.
      Eu não acredito nesse tipo de seguro. Já comprei equipamento informático e nunca fiz esse seguro. Não acredito neles e acabou de dar-me uma prova de como é difícil o seu funcionamento.
      Perdoe minha franqueza, mas não estou optimista quanto ao desfecho desse processo. Mas vá em frente como instruí.

  28. Boa noite, conheci por acaso este site que me parece muito útil. Os meus parabéns.
    Se fosse possível gostaria de uma ajuda para reportar um dano acidental ocorrido no meu Tablet pela minha filha de 2 anos que deixou cair e partiu o vidro num dos cantos.
    O tablet está coberto por um seguro fnac que foi contratado na altura da compra, tendo ficado em nome da pessoa que me ofereceu o aparelho (o contrato seguro e factura de compra estão em meu poder).
    O seguro diz que cobre danos acidentais.
    Sendo que o dano acidental devera ser ‘extremamente visível e comprometer o correcto funcionamento’.
    Como devo proceder, pois tenho ouvido falar muito mal deste seguro.
    Muito obrigada pela atenção.

    • Cara Sandra

      Também não gosto deste tipo de seguros.
      Apresente um orçamento de reparação, fotos e participe à seguradora junto de um balcão da Fnac. Vamos ver o que vai dar. Com certeza que terá franquia (o valor que fica a seu cargo) – veja na apolice.

  29. Boa Tarde, o meu namorado teve um acidente de trabalho dia 12/06/2014. Desde aí encontra-se pelo seguro da entidade patronal. Ao mesmo foi diagnosticado que havia partido o dedo polegar em 3 sitios diferentes. Andou inicialmente com gesso, sendo que posteriormente frequentou, segundo ordem da seguradora, 3 meses de fisioterapia. Não havendo qualquer resultado positivo na melhoria do paciente, o médico responsável, não realizando qualquer exame médico, informou que o Ricardo Mota teria de ser operado já que sofria do “tendão colado”. Assim sendo, o paciente foi operado, teve em fisioterapia durante 2 semanas. Hoje, dirigiu-se à seguradora no seguimento de uma consulta marcada ao qual lhe foi dada alta com Incapacidade Temporária Parcial a 40%. O paciente ainda não consegue mexer o dedo, continua sem compreender o porquê da operação feita já que fez até hoje apenas raio-x e pretende saber de que forma pode agir legalmente para ser indemnizado pelo sucedido já que a frequência na fisioterapia durante 3 meses pode ter influenciado o sucesso da operação e já que não se sente apto para voltar ao trabalho que exige um grande esforço fisico a nivel manual. Fico a aguardar uma resposta e uma ajuda de vossa parte. Com os melhores cumprimentos, Ana Mateus

    • Bom dia Srª Ana Mateus,

      Quando o medico assistente atribui alta clinica, significa que a lesão desapareceu totalmente ou se encontra insusceptível de modificação terapêutica adequada.

      O seu namorado tem direito a serem-lhe realizados todos os exames e tratamentos necessários à melhoria da sua situação, até aos limites do clinicamente possível. Este o principal ponto por que deve insistir.

      Quanto à IPT de 40%, é devida pela Seguradora ao Sinistrado uma indemnização por incapacidade parcial temporária que é calculada em função da retribuição base anual ilíquida e desde a data em que ocorreu o sinistro. A Seguradora é ainda obrigada em oito dias a participar ao tribunal os casos de incapacidade temporária que ultrapassem 12 meses. Não sendo alterada, esta IPT converte-se em permanente decorridos 18 meses.

      Conselho: quando tiver o relatório clínico final em mãos, não entre em negociações aleatórias: consulte um médico ou um advogado (nós ou outros) que tenha um médico protocolado. Só assim poderá defender efectivamente os valores a que tem direito.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

  30. olá venho por este meio pedir ajuda numa situação de seguro vida na fidelidade CGD, credito habitação feito em 2004,onde mencionei que era diabético contolado com um comprimido apresentado um relatório medico na altura,fui penalisado com 40%. Em 2008 fiquei doente com leucemia aguda,fui alotransplantado com medula ossea, hoje tenho mais problemas de saude devido ao tratamento quimioterapia, imonossupressores e corticoides que me descompensaram a diabetes, fiquei com problema renal crónico , ocular e fiquei com doença residual ,foi me dada uma incapacidade multiuso de 77% na qual o seguradora só atribui 60% á doença onculogica e não assume os outros problemas alegando que os problemas são devido á diabetes.Agradeço ajuda se possivel.

    • Boa tarde Sr. Moreira

      Obviamente que o banco estará a fazer contas no sentido de saber se a sua incapacidade global será suficiente ou não para os obrigar a activar o seguro de vida associado ao crédito. Sendo suficiente (geralmente o grau de incapacidade mínimo necessário são os 75/80%), isso significaria que terão de lhe pagar o crédito.

      Pelo que me diz, tendo a doença sido comunicada atempadamente (e sendo-lhe aplicado o respectivo agravamento), não existem motivos para a recusa.

      Deverá escrever à seguradora (não basta lá ir, nesta fase convém ter documentos para apresentar futuramente, caso haja necessidade), exigindo que lhe seja avaliada a incapacidade atendendo já a ambos os problemas.

      Na recusa deles, restará a via judicial – temos cá bastantes casos desses, infelizmente, porque as seguradoras dos bancos são bastante resistentes a estas situações.

      PS – nos termos protocolados, pode usufruir de uma reunião gratuita para mais esclarecimentos ou exibir documentos.

      Visite http://www.ribeiroteixeira.pt

  31. Olá Pedro.

    Tinha-te perdido o “rasto”. Parabéns desejo-te as maiores felicidades.

    JL

  32. Boa noite
    Sou trabalhador independente e, em maio deste ano, tive um acidente de trabalho.
    Tenho como rendimento base 700 euros mas, como sou trabalhador independente, recebo à hora o que significa que o meu salário não é certo e varia de mês para mês.
    Tenho recebido a indemnização mensal pela seguradora com base nesses 700 euros.
    Na semana passada fui a uma consulta com o médico da seguradora que me deu alta e IPP de 30% e o processo vai seguir para o Tribunal de Trabalho.
    A minha pergunta é: como vai ser calculada a indemnização? com base nos 700 euros ou a partir de uma média que ganho anualmente? Tenho que informar o Tribunal que recebo à hora e que por isso o salário é variável? é que a diferença certamente fará diferença.
    Aguardo resposta,
    Cumprimentos

  33. Cláudia Faustino

    Boa Noite!
    No dia 24 de Setembro, ia a estacionar, cumprindo com todos os requesitos corretos referente à manobra de estacionamento. Assinalei, com a devida antecedência a manobra, confirmei que não tinha qualquer veículo ou peão à retaguarda e iniciei a manobra de marcha atrás para estacionar. Estava com o olhar dirigido para o espelho retrovisor direito de modo a realizar a manobra, pois era para esse lado que ia estacionar, quando surge um veículo que me embate na porta lateral esquerda traseira. Contactei a policia local, que me incentivou ao preenchimento da Declaração Amigável e para descrever o acidente no verso da mesma. Assim fiz. Agora recebo a carta da seguradora a dizer que a responsabilidade é me imputável em 100%.
    Obrigada!

    • Cara Cláudia

      Quem executa a manobra de marcha atrás tem que tomar todos os cuidados antes de a executar.
      Normalmente quem bate com a viatura a fazer marcha-atrás ou bate no veiculo da frente, é considerado responsável pelo acidente

  34. Olá Pedro..Bom dia..
    “Brincava” eu no PC pesquisando várias coisas relativas a sinistros,e eis que o seu nome aparece no meu ecrã..curioso,pesquisei seu blog(na qual estou bastante impressionado com a sua força de vontade e garra pelo seu trabalho) e decidi “escrever-lhe” no sentido de ajuda..

    Assunto:Sinistro Automovel
    Sinistro envolvendo três (3) viaturas,na qual,a minha se encontrava entre a 1ª e 3ª..e descrevendo mais em pormenor..
    Três viaturas em movimento,quando de repente,a 1ª viatura trava repentinamente ao aproximar-se de uma passadeira sem que nada justificasse (no meu entender não se justifica,uma vez que o peão ainda se encontrava no passeio e do lado contrário) obrigando a 2ª viatura a travar bruscamente e conseguindo evitar o embate.O mesmo não se pode dizer da 3ª viatura.Embateu violentamente na 2ª,projectando-a contra a 1ª viatura..Acidente acontecido,o peão atravessa a passadeira e vai á sua vida..Condutores conversam sobre aquela situação,e não chegando a um “acordo” (de notar que a 1ª viatura,ficou imobilizada em cima da passadeira após travagem da mesma sofrendo apenas um pequeno “toque”) foi necessária a intervenção das autoridades locais (PSP) para participar o sinistro, na qual procederam ás mediçoes normais do posicionamento das viaturas,e mencionou em relatório como um choque em cadeia (o que não é verdade) e a intervenção do INEM uma vez que havia passageiros da 2ª viatura com dores lombares,pescoço,e joelho..No dia seguinte, os três condutores encontraram-se em determinado local para se proceder ao preenchimento de “declaração amigavel” e cada um descreveu o sucedido (na sua maneira de vêr) em observaçoes..todos tomaram conhecimento do relato de cada um e fotocopiou-se os documentos das mesmas para cada um dos condutores..Entregues as declaraçoes nos respectivos seguros e dois dias depois, um telefonema do perito para se proceder ao mesmo..
    A oficina para onde a viatura foi transportada de reboque ( visto ser inseguro conduzi-la nas condições em que se encontrava), deu um valor de conserto superior ao valor “comercial” da viatura, sendo assim declarada perda total. Pois muito bem, a situação ainda não está resolvida, e no seguimento, não foi facultada viatura de substituição durante este período. Aliás, propuseram viatura de substituição sim, mas mediante o pagamento duma caução de cerca de 900€. Ora este valor é impensável, ainda para mais não tendo qualquer culpa no sinistro.
    A minha dúvida é, não é a companhia de seguros obrigada a facultar viatura de substituição durante este período de tempo enquanto se resolve a situação?
    Agradeço o tempo dispensado aguardando uma resposta no sentido de ajuda..
    Sem mais, cumprimentos
    Manuel Monteiro

    • Caro Manuel Monteiro

      Não posso dar uma resposta exacta porque não disponho de todos os elementos.
      Tendo o acidente ocorrido da forma como descreve, a responsabilidade caberá ao veículo que bateu na traseira da sua viatura tendo projectado a mesma para a viatura que estava na frente.
      Nesse caso tem direito a viatura de substituição desde o momento da peritagem até ao dia em que recebe a carta de informação de perda total da viatura.

      • Bom dia Pedro

        Venho por este meio agradecer-lhe encarecidamente a disponibilidade e a prontidão da sua resposta,relactivo ao assunto do dia 28 Agosto 2014..
        Irei tratar do assunto,e em breve,contacta-lo-ei..
        Muito obrigado,e uma boa semana..

        Sem mais,cumprimentos

        Manuel Monteiro

  35. Petrica Bradatian

    Boa tarde Sr.Pedro
    Tive um acidente de trabalho no dia 6 de Janeiro de 2014 no qual me foi afectado o pé esquerdo(faixa plantar).Hoje 22 de Agosto recebi alta ,curado com desvalorização.O medico não me falou nada sobre alguma percentagem de incapacidade e só falou sobre o facto que o tribunal vai decidir e que vou ser contactado pela seguradora.A minha pergunta e como tenho de proceder a seguir,será preciso de consultar outro medico para ter outra opinião ou e para esperar a decisão do tribunal?Vou precisar de apoio jurídico ou não?
    Muito obrigado!

  36. Exposição relativa a situação de acidente doméstico, causado por um artigo adquirido nas instalações do AKI.
    Numa sexta-feira, 04 de Julho de 2014 adquiri um frasco de soda caustica com o intuito de desentupir um tubo de esgoto de águas pluviais no terraço da minha habitação.
    No sábado, 05 de Julho de 2014 por volta das 16:30h, decidi efetivamente utilizar o produto de acordo com as instruções presentes na embalagem, No entanto, quando utilizei o produto de acordo com as instruções, surgiu uma explosão de água tipo géiser que me provocou graves queimaduras de 2º e 3º grau ao nível da face, cabeça, pescoço e tórax, além de que também provocou queimaduras nos braços da minha esposa, que entretanto colaborava comigo na acção de desentupimento.
    Foram prestados os primeiros socorros ainda na minha habitação por equipas do INEM e fui transportado de urgência para a unidade de queimados do hospital de S.João no Porto, onde fiquei internado até ao dia 14 de Julho de 2014.
    A minha esposa felizmente não teve necessidade de internamento, estando no entanto de baixa médica assim como eu para a recuperação física e psicológica do acidente sucedido.
    Como pode prever, este tipo de situação já nos causou diversos danos financeiros em medicamentos e sessões de enfermagem, para além de todos os danos físicos e psicológicos /morais.
    Já fiz uma reclamação ao AKI que instaurou um processo na sua Seguradora.
    Após uma reunião com um perito ao serviço da Seguradora, foi-me solicitado a apresentação de valores para danos patrimoniais e para danos morais e psicológicos.

    Ora bem os valores patrimoniais, serão todas as despesas documentadas até ao momento, mas relativamente ao danos psicológicos e morais, não sei quantificar. Será possivel quantificar estes valores? Muito obrigado pela atenção.

    • Boa tarde Sr. Victor Monteiro

      Lamento imenso o sucedido e estimo a ambos uma rápida recuperação.
      Não sei responder à sua questão quanto aos danos psicológicos e morais.
      Sugiro que fale com um advogado, pois ele melhor que ninguém pode dar sugestões. Se for da zona Norte, posso recomendar um que não cobrará a primeira consulta. Caso interesse, envie mail para sitedosseguros@gmail.com.

  37. Boa tarde,
    O meu sogro teve um acidente do qual não teve culpa nenhuma, encontrava-se parado à entrada de uma rotunda e um indevido despistou-se por vir em excesso de velocidade.
    O que se passa é que as seguradoras estão a demorar muito tempo com a autorização de reparação, já vai quase 1 mês, e estamos sem carro de substituição, iremos receber ou podemos exigir alguma indemnização?
    cumprimentos

    • Caro João Bastos

      Pode alugar uma viatura de substituição e se ficar isento de responsabilidades no acidente, poderá apresentar as despesas à seguradora. Despesas de táxis e outros meios de transporte também serve.

  38. Petrica Bradatian

    Bom dia,sr.Pedro
    Parabens para o seu trabaho.
    Eu tve um acidente de trabalho no dia 06 de jan.2014 e ainda estou de baixa ,em tratamento de fisioterapia.O meu acidente aconteceu por ser atropelado dentro das instalações da impresa onde trabalho por um camião (um trator) que partence a nesma impresa.Não tenho conecimento de como foi registado o acidente.Aparte de corpo que sofreu foi o pe esquerdo,faixa plantar e sera provavel que vou ficar com alguma IPP.A minha duvida e seguinte:Sera que posso reclamar indemnização por acidente de trabalho e por acidente de viação?Como e que tenho de proceder?Como devo de atuar para saber se tenho algum direito em relação a acidente de viação ?Não e tarde ?Depende de que foi escrito na participação?A seguradora sei que e mesma para trabalhadores e para veiculos da impresa.Não sei ainda a matricola do trator mas posso obter a informação se for importante.Agradecia muito para qualquer ajuda.
    Cumprimentos

  39. Boa Tarde,
    No dia 18/10/2012 depois de deixar o nosso filho no infantário, dirigia-me com o meu marido para o trabalho quando uma senhora faz inversão de marcha mesmo à nossa frente, não dando tempo de evitar o embate. Como o marido da senhora (que ia também no carro com ela) deu uma versão diferente do acidente, as companhias de seguro (a nossa é Allianz e a outra é Fidelidade) resolveram que a responsabilidade devia ser de 50% para cada um. Como não aceitámos essa decisão, pedimos ajuda à proteção jurídica da nossa companhia que, depois de estudar o processo manteve a mesma decisão das companhias de 50%/cada e que se não aceitássemos poderíamos recorrer à via judicial com direito a sermos reembolsados das despesas que tivéssemos de suportar. seguimos então para o judicial. Acabamos por fazer um acordo que nos beneficiou em 75% + 1.000,00€ por demais danos. Tendo ficado a situação resolvida, enviamos as despesas e toda a documentação solicitado pela proteção jurídica afim de sermos reembolsados. Qual não é o nosso espanto quando a proteção jurídica responde que não nos reembolsa porque não ficamos beneficiados e porque não os deixámos resolver a situação. Agora pergunto eu: Como podem dizer que não deixámos resolver a situação se fomos nós que lhes pedimos ajuda e eles não negociaram nada e ainda afirmaram que dificilmente a Fidelidade daria total responsabilidade ao seu segurado? Tenho os mails guardados que comprovam o que digo. Como posso eu resolver esta situação com a proteção jurídica?
    Melhores Cumprimentos,
    Angela Almeida

    • Boa tarde Angela

      Tem um documento escrito da seguradora ou dos advogados da protecção juridica a informar que assumem as despesas judiciais caso a Angela vença o processo em Tribunal?
      Se sim, reclame por escrito à seguradora juntando esse documento e exigindo o ressarcimento das despesas.
      Se não, é melhor consultar o seu advogado para decidir o passo seguinte.

      • Olá Pedro, Boa Tarde,

        desde já muito obrigada pela sua pronta resposta.

        “Em 08-01-2013, Apj (Mondial Assistance Portugal) escreveu:
        … poderá, por sua iniciativa, recorrer a arbitragem ou prosseguir para lide judicial, com direito a ser reembolsado das despesas que tenha suportado, nos termos e limites da apólice, sempre que alcançar um resultado mais favorável do que aquele a que se pretendiam conformar a Seguradora ou a Entidade Gestora ( cfrt. art. 7º).”

        tenho todos os mails e correspondência trocada e a minha advogada depois de ter tentado ajudar perante a proteção jurídica, também não conseguiu resolver a situação, poderia enviar-lhe tudo mas é uma extensão tão grande que não consigo enviar por mail.

        Melhores Cumprimentos,
        Angela

  40. Augusto Paulo Pereira

    Boa noite, Pedro
    tenho um crédito habitação e seguro de vida associado duas cabeças ao crédito no valor de 170.000,00€ no Santander totta, no qual sou trabalhador da construção civil e excluíram os riscos profissionais para mim será que o podem fazer uma vez que a minha profissão é esta?

    • Caro Augusto

      Podem e fazem a qualquer um independentemente da profissão. O seguro de vida do Santander exclui morte derivado de riscos profissionais. Se puder mude o quanto antes. Caso queira uma alternativa, segue meu mail pedro.monteiro@accive.pt e envie a seguinte informação: nome, datas de nascimento, prazo, capital em dívida e profissão

  41. CARO PEDRO MONTEIRO.
    PARABÉNS PELO BLOG!
    VENHO POR ESTE MEIO A PROCURA DE UMA AJUDA.
    TIVE UM ACIDENTE NA AUTO ESTRADA A8 SENTIDO MALVEIRA X LISBOA, NO DIA 12/02/2014,UMA VIATURA EMBATEU NA TRAZEIRA DO MEU CARRO ONDE SEGUIA NO LADO DIREITO COM UMA VELOCIDADE A70 KM h.DE IMEDIATO UM ESTRONDO O CARRO QUE COLIDIU EMBATEU NA MINHA TRAZEIRA COM TAMANHA VELOCIDADE QUE APÓS O EMBATE COLIDIU COM A FRENTE TAMBEM.APÓS O ACIDENTE A PESSOA SE RESPONSABILIZOU,DIZENDO QUE TINHA ADORMECIDO AO VOLANTE,NAO TIVE CONDIÇOES EM FAZER O DOCUMENTO SOBRE O ACIDENTE MAS SE ENCONTRAVA A GNR ONDE ELABOROU O AUTO,MAS PERANTE A SEGURADORA ELE NAO ASSUMIU A CULPA.MEU CARRO DEU COMO PERDIDO,TIVE GASTO COM HOSPITAL , PERDIR DIAS DE TRABALHO,ENFIM FIQUEI SEM NADA.HJE A SEGURADORA DELE ME LIGA DIZENDO QUE A CONCLUSAO FOI 50/50 QUE NAO CHEGOU EM ACORDO DEVIDO SER CONTRADITORIO OS DOIS ENVOLVIDOS, TENHO COMO PROVAR QUE FOI ELE QUE EMBATEU A MINHA TRAZEIRA POR FOTOS ,PELA PESSOA QUE TINHA NA MINHA VIATURA NA QUAL NAO CONSTA NO AUTO,NAO VEJO COMO ACIONAR O ADVOGADO DA MINHA SEGURADO DEVIDO SER O MESMO DA SEGURADORA DELE , ENFIM O QUE FAÇO? LHE AGRADEÇO DE CORAÇAO PELA AJUDA.!!! 🙁 🙁

    • Boa tarde Argentino

      Accione a proteção jurídica, contactando a sua seguradora.

      • Obrigado pela resposta rápida, no laudo do perito informa que eu contribuir para o acidente, não sei bem como este senhor chegou a tal conclusão sendo que a colisão foi atrás da minha viatura…fui em alguns órgão mostrei fotos, inquéritos testemunhas etc. todos me aconselharam ir a um JUGADO DE PAZ DO CONSELHO DE LISBOA. O que Sr com os conhecimentos que tem me aconselharia também ? uma obs: não vou procurar a parte jurídica devido as companhias ser do mesmo grupo com o mesmo advogado
        .
        obrigado!!!!

  42. Caro Pedro,

    Parabéns pelo seu blog! Admiro a disponibilidade que revela quando responde, com tanto profissionalismo, a todas as questões que lhe colocam. Aproveito-a e coloco também a minha.

    Em 2000, contraí, juntamente com o meu marido, um empréstimo à habitação na Caixa Geral de Depósitos. Nessa altura, fizemos um seguro de vida (Fidelidade) e a apólice refere: morte ou invalidez total e permanente por doença ou acidente. Desde 2009 até 2013, estive de baixa médica. Em outubro do ano findo, fui reformada pela CGA, por invalidez. Não sei se a mesma é relativa ou absoluta, porque o ofício que a deferia não o especificava. Em 2011, submeti-me à Junta Médica regional que me atribuiu, por atestado multiusos, uma incapacidade permanente de 67.4%. Quando recebi o atestado, levei-o a CGD. Não fui contemplada por juro bonificado porque, segundo a instituição, iria ser prejudicada no spread. De qualquer das formas, enviou-o para a Fidelidade. Esta escreveu-me referindo que não podia ser paga a hipoteca, uma vez que a doença já tinha sido diagnosticada antes de a apólice ser feita, o que não corresponde à verdade e posso justificar por atestados. Logo que a minha aposentação saiu em Diário da República, dei conhecimento disso à CGD e foi acionado o referido seguro. Neste momento, sei (por contacto telefónico com Fidelidade) que a minha situação já se encontra em análise.
    Agradeço que me informe se o processo foi bem conduzido, se terei direito a que seja paga a hipoteca e se tinha direito a um juro bonificado quando o pedi.
    Peço desculpa por ter enviado uma mensagem tão extensa, mas pretendia ser objetiva.

    Os meus cumprimentos

    • Cara Maria Carvalho

      Da parte da seguradora, aguarde o desenrolar do processo.
      Quanto à taxa de juro bonificado, o bancario que a atendeu é ignorante, pelos vistos. Com essa incapacidade, tem direito ao regime de deficiente em que não é aplicado nenhum spread e a taxa de juro é a identica aos bancários – cerca de 60% da taxa de juro de referencia do BCE.
      Regresse ao Banco e explique a quem tinha obrigação de saber como funciona este regime.
      Pesquise no Google sobre atestado multiuso e reime de credito habitação para deficientes.

  43. Boas,

    Antes demais, queria dar-lhe os parabéns pela sua iniciativa e pela forma como dissipa as dúvidas de todos os participantes. Espero que possa ajudar no meu caso também, o qual passo a espor:

    Sou técnico de montagem numa empresa do ramo da energia eólica(um trabalho muitas das vezes pesado e de elevado risco)à mais de 7 anos e no dia 10/01/2014 sofri um acidente de trabalho. Enquanto apertava um parafuso com uma chave dinamométrica senti uma dor na zona lombar, a qual se manteve e piorou nos dias seguintes. Foi feita participação ao seguro no dia 14/01/2014, mas no dia anterior, tinha pedido que me levassem ao centro de saúde para ser visto por um médico pois não aguentava com as dores. Esse mesmo médico mandou-me fazer um raio-X à coluna lombar, por suspeitar que a lesão não fosse apenas muscular,e verificou algo que só com um exame mais detalhado(r. magnética) se poderia confirmar.
    Só tive consulta com o médico do seguro no dia 21/01/2014, até lá mantive-me em repouso absoluto e medicado pelo médico do centro de saúde mas sem baixa, pois iria ser visto pelo médico do seguro. Fiz, a pedido da seguradora, a tal r. magnética e uns testes feitos pelo médico, onde pode comprovar as minhas dores. Falei com o médico acerca dos dias que estava sem remuneração, ao que ele me respondeu que só com os resultados da r.magnética se pronunciariam sobre o caso e aconselhou-me entretanto a falar com a minha médica de família para pedir baixa(coisa que eu não fiz por não concordar com o que me estava a ser pedido). Fui a nova consulta no dia 27/01/2014. Resultado da r.magnética: elos com desgaste e desidratados e uma pequena hérnia discal. Qual o meu espanto, quando o médico me diz que a companhia de seguro decidiu que o meu caso não se enquadrava como acidente de trabalho, por isso não assumia responsabilidade, deu-me alta( e eu com dores) quando nunca me tinha dado baixa e fiquei sem direito a receber os dias em que estive parado(do dia 13 ao dia 27/01/2014). Fui obrigado a pedir uma consulta com a minha médica de família(pois ainda não me encontrava em condições para trabalhar)e ela pôs-me de baixa até dia 07/02/2014, mencionando no referido papel da baixa, acidente de trabalho.
    A minha questão é a seguinte:
    Como posso apurar responsabilidades e receber tudo a que tenho direito?

    Aguardo resposta, obrigado.

  44. Obrigada pela resposta, mas estou ainda com muitas duvidas e bastante inseguro, hoje ja tem nove dias de calendario do sinistro, e ainda nao sei de nada, quais sao os prazos para resolver meu problema, pelo que sei a partir do momento que vai o perito, ja tenho direito a um carro de reposiçao, porque ainda nao o tenho, se o perito ja fpoi a oficina, e pediu ja a desmontagem do mesmo para orçamento, minha seguradora esta a me deixar no vacuo, as informaçoes que tenho, obtive as minhas custas, sinto me desamparado.gostaria que o senhor me orientasse sobre como proceder nesse sinistro junto a minha seguradora e oque posso exigir, e prazos maximos para resolver o assunto.e oque o senhor pensa que podera acontecer nesse caso? obrigada
    Arlindo M.

    • Boa tarde Arlindo Marques

      Para saber os prazos legais de regularização de sinistros, leia este artigo:
      http://blog.sitedosseguros.com/2011/04/prazos-de-regularizacao-de-sinistros-automovel/

      Até haver o apuramento de responsabilidades, nenhuma seguradora lhe dará uma viatura de substituição. Só se tiver essa cobertura na sua apolice de seguro, e aí pode pedir a viatura após a peritagem desde que esteja constatada a impossibilidade de a viatura circular.
      Faça como instruí inicialmente: se tem a certeza que não é responsavel pelo sinistro, alugue uma viatura num rent-a-car, dê conhecimento à seguradora e no final apresente-lhes a factura.

  45. Olá Sr. Pedro Monteiro,
    Gostaria de tirar duvidas pois minha seguradora parece estar mais perdida que tudo, tive um sinistro dia 28/12/2013. envolvendo três viaturas, eu estava numa avenida em linha reta na minha mao sentido norte sul, quando um veiculo simplesmente vindo na direção sul norte virou seu veiculo na minha direção batendo no meu veiculo da parte esquerda afetando a frente toda do meu veiculo para entrar numa travessa desta avenida, não tendo eu tento de fazer nada, o veiculo deste senhor rodou na pita e bateu também em outro veiculo também em direção sul norte. a seguir do acidente como é obvio, ele já saiu do carro a pedir desculpas e a assumir a culpa, pois esta visto que ele teve realmente a culpa, chegando a policia ele tentou dizer que eu estava em velocidade, coisa que não era verdade, e mesmo que fosse, nada ofenderia da direção dele pois eu estava na minha mao. entretanto veio a policia e registou o sinistro. logo na segunda feira dia 30/12/2013 fui a minha seguradora registar o sinistro, a espera de um carro de reposição, entretanto hoje o perito foi a oficina ver o carro, o meu carro não anda, e fiquei a saer que não terei o carro de substituição, pois o senhor que provocou o sinistro não deu ainda pARTICIPAÇAO do sinistro na seguradora, estou de mãos e pes atados. não houve vitimas…ninguém se machucou, portanto hoje ficamos a saber que o senhor que provocou o acidente esta em observação hospitalar por causa do acidente e por isso não participou, estranho isto. A PERGUNTA É COMO DEVO PROCEDER AGORA, estou no prejuízo material e danos morais, pois minha vida mudou por completo, pois preciso do meu carro. Obrigada, espero ansiosamente por seu parecer.
    Arlindo M.

    • Boa tarde Arlindo

      Junte todas as despesas de transporte que teve devido à falta de viatura e alugue uma viatura por sua conta e risco até a seguradora assumir a responsabilidade do acidente. Depois, envie todas as despesas para a seguradora para ser ressarcido

  46. Boa noite, caro Pedro Monteiro,

    Em junho de 2011 bateram-me no carro, numa rotunda. Chamou-se a polícia e, como não sabia que tinha o seguro caducado, fiquei com os documentos apreendidos e o processo decorreu entre a seguradora da outra viatura e uma entidade que me foi recomendada pela polícia (ISP ou FGA, não me recordo).
    Na altura, a atribuição de responsabilidades foi 50 50, ficando cada um dos intervenientes responsável pelo arranjo da sua viatura.
    Hoje recebi uma carta datada de 17 de dezembro de 2013, na qual me é pedido o reembolso de cerca de 900 euros, alegadamente 50% do arranjo da outra viatura.
    Como devo proceder perante esta situação?

    Obrigada pela atenção dispensada,
    Ana Silva

    • Cara Ana

      Tem que pagar os 900 euros do seu bolso.
      É o preço de andar sem seguro.

      • Caro Pedro, agradeço desde já a sua resposta.
        Peço desculpa mas fui-me inteirar da situação visto que o processo é de 2011…
        Na altura requeremos apoio do Instituto de Seguros de Portugal que, tendo ficado responsável pelo caso, concluiu que a responsabilidade pelo acidente era do outro veículo.
        Neste caso, a carta da companhia de seguros da outra viatura é válida?
        Obrigada

  47. Muito Boa Noite,
    Venho por este meio obter ajuda para uma determinada situação

    Disposição dos acontecimentos.
    Num determinado dia cheguei a casa e tinha a minha casa de banho, quarto e hall do 1º andar todo inundado como também a sala, wc, hall e casa de jantar do r/c com agua devido ás infiltrações.
    No dia seguinte fiz a respectiva participação dos acontecimentos à minha seguradora ao qual enviaram um técnico para analisar a situação.
    Nesta situação fizeram 2 processos:
    1º – Quebra do autoclismo
    2º – Danos por água

    Passado aproximadamente uma semana foi enviado a minha casa o Perito do processo DANOS POR ÁGUA com o empreiteiro que faz as obras para analisar os estragos para um suposto orçamento. Deixei passar uns dias e liguei para a seguradora para saber o ponto de situação e participar que apareceram mais estragos como por exemplo manchas nas paredes, as aduelas incharam e não deixam as portas fechar, ao qual me foi informado que iriam substituir o autoclismo já na próxima segunda-feira fazer as medições para a respectiva reparação dos danos acompanhado de um perito para analisar o aparecimento de novos estragos, al qual disse que a reparação do autoclismo poderia ser feita durante as reparações da casa para não estar a perder outro dia de trabalho.
    Vim a saber que não era obrigado a aceitar qualquer pessoa para fazer as obras ao qual poderia solicitar um orçamento para as obras necessárias e o seguro fazia a respectiva indeminização. Liguei para a seguradora a requisitar a indeminização ao qual foi aceite, passado algumas horas entrou em contacto comigo o perito dos DANOS POR ÁGUA a perguntar o que se passava uma vez que tinha pedido a tal indeminização, ao qual lhe foi explicado o porquê.
    Somente depois de eu ter pedido a indeminização é que surge o talo perito do processo do autoclismo para vir analisar, ao qual estranhei, uma vez que já estavam preparados para a substituição.
    Recebi em minha casa o 1º perito dos danos da agua juntamente com o perito do autoclismo ao qual durante a nossa conversa possivelmente não se iriam responsabilizar pelo sucedido mediante uma alinha do contrato ao qual menciono abaixo e que só se responsabilizavam totalmente se fosse eu a partir o autoclismo ou através de uma queda ou algum objecto que caísse.

    11. Quebra isolada e acidental de vidros, espelhos, mármores e outras pedras decorativas e de loiças sanitárias
    Âmbito
    Esta cobertura garante os danos directamente causados a chapas de vidro e espelhos fixos, desde que a respectiva espessura seja superior a 4mm e a superfície não inferior a meio metro quadrado, pedras de mármore ou outras pedras de mármore ou outras pedras decorativas fixas, bem como loiças sanitárias fixas que se encontrem no edifício ou fracção seguro, em consequência de quebra ou fractura isolada e acidental.

    Para este caso o perito frisou que o defeito era de fabrico e não se encontrava ninguém em casa tal como eu tinha frisado e por isso a seguradora poderia não se responsabilizar pela substituição da loiça sanitária e pelos danos causados pela mesma.

    No entanto foi aberto outro processo de danos por agua ao qual o perito não frisou rigorosamente nada e ao qual nem lhe interessou e que para mim é bastante importante que é:

    4. DANOS POR AGUA
    Esta cobertura garante os danos directamente causados aos bens seguros em consequência de:
    a) Rotura, defeito, entupimento ou transbordamento, súbito e imprevisível, da rede de distribuição de agua e esgotos do edifício, incluindo os sistemas de esgotos das aguas pluviais, assim como dos aparelhos ou utensílios ligados à rede de distribuição de água e de esgotos e respectivas ligações.

    Penso que este ponto diz tudo o que aconteceu.
    Uma coisa é certa se eu não tivesse pedido a indeminização já tinha o autoclismo arranjado, as medições feitas pelo construtor para dar inicio à obra e nem teria ido a minha casa o tal perito das loiças sanitárias, alguma coisa aqui se passou de certeza, uma vez que para me arranjarem o autoclismo e dar andamento às tais medições teve de existir um ok da seguradora
    desta forma agradeço o tempo dispensado e aguardo uma resposta da vossa parte
    Os melhores cumprimentos
    Paulo Martins

    • Boa tarde Paulo Martins

      Não percebo a abertura de dois processos e muito menos um perito para cada processo.
      Confuso….
      Porque é que o perito diz que a quebra da sanita é defeito de fabrico? Baseia-se em quê?
      Eu tive o tanque da sanita quebrada sem causar inundações e a minha seguradora assumiu sem quaisquer reservas.
      Qual é o ponto da situação do sinitro neste momento? Já recebeu alguma carta da seguradora?

      • Muito Boa Tarde
        Desde já os meus sinceros agradecimentos

        A abertura de 2 processos foi-me informado pela seguradora ao qual tenho os respetivos números de cada processo.
        Essa pergunta foi efetuado por mim ao perito e o que ele me respondeu é que perante a quebra registada pelo autoclismo é defeito de fabrico porque não apresentava indícios de quebra feita por algum objeto ou por queda de alguém que o partisse. Neste momento tenho a acta técnica do processo do autoclismo e o de danos por agua ao qual o motivo pela qual a regulação é condicional é a mesma para os dois processos que diz: Não foram evidenciadas marcas de impacto no tanque Sanidusa do modelo alfa plus. O sinistro segundo informações do Sr Paulo Martins e sua esposa Sílvia Martins ocorreu durante o período de trabalho de ambos não se encontrando qualquer pessoa na habitação.

        Esta informação é a que está presente nos dois processos.

        Disseram-me que iriamos receber resposta da seguradora mas para estar-mos preparados para a possível não responsabilidade da seguradora mediante o artigo que já mencionei acima devido à quebra do autoclismo.

        Os peritos que vieram a minha casa são da GEP.

        MAS O QUE MAIS ME ESTRANHA É QUE ANTES DESTA ULTIMA VISITA DOS DOIS PERITOS, EU TER LIGADO PARA A COMPANHIA PARA SABER EM QUE SITUAÇÃO ESTAVA OS PROCESSOS E ME DIZEREM QUE JÁ TINHAM O OK PARA PROCEDER À REPARAÇÃO DOS ESTRAGOS E SOMENTE DEPOIS DE EU TER PEDIDO INDEMENIZAÇÃO É QUE HOUVE TODO ESTE ATRASO, COMPLICAÇÃO E PROCESSOS CONDICIONAIS. peço DESCULPA PELO QUE VOU DIZER MAS DE CERTEZA O MEU PEDIDO DE INDEMENIZAÇÃO FOI UMA PEDRA NO SAPATO DESTES PERITOS

        MAIS UMA VEZ AGRADEÇO A SUA DISPONIOBILIDADE E VOU SEM DUVIDA DIVULGAR NA MINHA PAGINA DO FACEBOOK E PARTILHAR A SUA DISPONIBILIDADE NA RESPOSTA A SITUAÇÕES ALHEIAS À SUA PESSOA.

        O QUE HEI-DE FAZER AGORA AGUARDAR A RESPOSTA DA SEGURADORA FAVORAVEL OU NÃO?? OU PODEREI RECORRER A CGD, SEGUROS DE PORTUGAL NÃO SEI PEÇO A SUA AJUDA

        UM ABRAÇO
        PAULO MARTINS

  48. Boa noite Sr.Pedro fui operado a coluna lombar L5/S1 em Dezembro de 2007 e Maio de 2009. Mas foi tudo por minha conta, agora tive um Acidente de Trabalho em Julho 2013 fiz RNM e tenho L4/L5 S1, fiz Fisioterapia 3 semanas quanto senti algumas melhoras, mas o Neurocirurgião insiste na cirurgia. O que pretendo saber é se tenho mesmo que ser operado se não há alternativa e se tenho direito da Seguradora alguma incapacidade?

  49. Bom dia ontem recebi uma carta das finanças para pagar insposto de selo de a 5 anos atras pois foi quando vendi o meu carro,fui informar-me e o carro circula no meu nome mas com o seguro de outra pessoa,sei que isso e ilegal posso obrigar a seguradora a pagar a divida que tenho pois n sei bem aquilo que heid fazer.

    • Boa tarde Pedro

      A seguradora não tem nada a haver com a questão da propriedade da viatura. Não deve fazer o seguro em nome diferente do proprietário e deve ter sido um mediador pouco profissional a fazê-lo.
      A única hipótese é mandar apreender a viatura ou pedir ao tomador do seguro o pagamento da dívida.

  50. Tive um acidente em 8 de Dezembro 2006,cujo culpado foi o proprietário do outro veiculo.A policia tomou conta da ocorrência e aprendeu o livrete do veiculo,nunca mais circulou.O IMTT tem o livrete, agora fui notificado pelas finanças para liquidação oficiosa de IUC. Não tenho o documento de abate.Pretendo saber o que poderei fazer.De salientar que o acidente foi em 2006 e apenas referem os anos de 2009 a 2012.Antecipamente grato Orlando.

    • Caro Orlando

      Dirija-se ao local onde fez o abate da viatura e peça uma segunda via. Penso que passam, mas telefone para lá primeiro.
      Depois dirija-se à Finanças munido desse documento para provar que mandou abater a viatura.
      Cumprimentos

  51. Ola,
    dei um jeito na coluna em Dezembro passado fui para o seguro de trabalho ja fiz electromiografia 2 RM dorsaol e lombar e um tac o medico dueme 10% de itp mas ainda tenho dores e nao consigo pegar em pesos quias sao os meu direitods terei alguma indemnizaçao

  52. Boa noite Pedro.

    Parabens pelo seu blog, pela sua determinação e pelo seu sucesso .
    Exerço a minha actividade no ambito dos Transportes Internacionais .
    Habitualmente encontro ‘resistencia’ á elaboração de seguro, pela parte dos clientes importadores & exportadores que visito.
    Quais em seu entender podiam ser boas sugestões no apresentar das vantagens em efectuar seguro para as mercadorias a transportar ?

    Obrigado .
    Cumprimentos
    MI

  53. Boa tarde, tive um, acidente de trabalho do qual resultou a amputação do dedo indicador esquerdo e uma lesão do dedo médio esquerdo também. a forma como aconteceu o acidente causou-me frequentes crises de ansiedade e um estado depressivo.
    Estou a se acompanhada pelo médico ortopedista e também pela psiquiatria. A minha dúvida aparece quando na minha ultima consulta de ortopedia me foi dada baixa até 21 de Fevereiro e no dia seguinte fui á médica psiquiatra que me deu baixa até 1 de Março com readaptação ao trabalho com incapacidade temporária parcial de 30%. Esta médica disse-me que durante este mês eu fosse tentando passar pela rua onde trabalho e que se possível entrasse na loja, só entrar e não passar da entrada. Agora eu gostaria de saber o que significa isto? O que faço? respeito o ortopedista ou a psiquiatra? devo ir trabalhar ou espero até ao dia 21 de Fevereiro e vejo o que diz o ortopedista? Por favor ajude-me. Obrigado

  54. boa tarde..e o seguinte no dia 3 de agosto tive um acidente de trabalho na qual resultou dai uma entorse dei entrada no hospital privado de guimaraes ami na qual nem sequer uma vista de olhos deram pra ver s tava inchado azul vermelho o k fosse andei um mes e pouco a ser la seguido na urgencia sempre por um medico de clinica geral ou era injeçoes e comprimidos e repouso so mas o pe n melhorava e decidiram mandar para o ortopedista qd este grande senhor m disse k era normal ter dores e k com o tempo k passava dando por isso alta por tranferençia para a companhia de seguros no porto hospital santa maria.12 de setembro fui a primeira consulta o medico viu o pe prescreveu fisio e mais uma vez comprimidos andei nisto ate dia 5 de novembro dia em k tive mais uma consulta de muitas e ele perguntou me como estava e eu disse lhe doutor isto ta igual doi m foi qd ele passou a ressonançia magnetica outra consulta dia 21 para ver como estava e o resultado da ressonançia foi a seguinte: seguementos osseos focados assinalamos alteraçao do habitual padrao de sinal medular osseo da vertente posterior epefise da tibia nos planos correspondentes ao maleolo tibial posterior com irregularidade cortical indicadora de sequela de fratura marginal.assinala s igualmente discreto foco contusional na vertente posteromedial da cupula astragalina.na avaliaçao dos complexos ligamentares perimaleolares assinalamos espessamento do ligamento peronioastragalino anterior do complexo ligamentar externo e em menor grau do peronio calcaneano com identica conotaçao de entorse a resposta do medico perante isto foi k era normal e k sao as sequelas da entorse e k tenho uma boa estrutura e mais n sei o k mas isto do relatorio so vi recentemente pk ele n m mostrou nd nem m disse nd k tinha estalado partido rachado o k fosse nd.mais fisioterapia mais remedios enfim nova consulta e o pe na mesma com dores.fui pra outro medico pk queria outra opiniao fui para o manda chuva k da as incapacidades a mesma lenga lenga mas ja virado para o ja n da mais nd pra fazer e da s uma incapacidade e vai pra tribunal de trabalho sucedido deu 30% incapacidade pra começar a trabalhar fui trabalhar mas as dores persistem e fui novamente la ja n fui visto por este segundo medico ja fui pra outro…resumindo ja n sei o k fazer como devo lidar com estes medicos k so querem despachar o k devo fazer tenho direito a indeminizaçao??visto segundo eles n ser possivel fazer mais nd??agradecia resposta…mt obrigado.

  55. Boa tarde,
    Antes de mais deixe-me felicita-lo pela coragem e pelo conteúdo do site.
    Não sei se poderia esclarecer-me sobre um acidente do qual fui vitima e a companhia do outro não quer assumir. Circulava dentro de uma localidade numa via com duas filas de trânsito eu ia de mota na facha de rodagem da direta e o outro automobilista ia ma facha da esquerda, quando nos aproximamos de um cruzamento outro automobilista decidio virar a direita invadido a minha faixa de rodagem albarrou-me, tocou-me com a lateral da carrinha, provocando o despiste.
    Dados importantes. ele assinou a declaração amigável como me bateu com a lateral mas depois na descrição/declaração à PSP disse que não se apercebeu de nada que reparou pelos espelhos, APSP fez um croqui a dizer que eu tinha marcas de 5 m de travagem.
    A outra companhia declinou a responsabilidade pelos artigos: nº 1 do Art. 13; nº1 do Art. 18 e nº 1 do do Art. 24. Assim questiono com estes factos como me podem imputar a mim a responsabilidade e quais a ações que devo já seguir.

    Obrigado

    Cumps,
    ST

  56. Bom dia Dr. Pedro Monteiro,

    Encontro-me numa situação algo complicada, tenho uma incapacidade de 95%, comprei casa à dois anos e nenhuma seguradora me fez o seguro de vida, pelo que neste momento, só a minha esposa tem esse seguro.
    Estou preocupado, em primeiro pela legalidade ou não desta recusa em fazer o seguro, depois porque à minha morte a minha esposa não terá direito a nenhum “benefício”.
    Estarei a fazer as coisas de forma correta?
    O que poderei fazer para conseguir um seguro de vida acessível?

    Desde já o meu muito obrigado e os meus parabéns pela sua dedicação à ajuda e esclarecimento

  57. Bom Pedro Monteiro.
    Em primeiro lugar os meus mais sinceros parabens por todos os esclarecimentos e ajudas aqui prestados. A minha situaçao é complicada e passo a explicar. Encontro-me em França por motivos de saude de minha esposa. Temos um credito a habitaçao em Portugal com a UCI. No momento da aquisiçao da nossa habitaçao trabalhavamos os 2 neste momento nenhum trabalha. Ela por motivos de saude e eu para a poder ajudar. Tentei ativar o seguro e ate hoje nao tive resposta e ja se passaram 4 anos, com muitas dificuldades temos indo pagando a casa nao no montante real mas dentro das nossas possibilidades, pois o estado frances tem-nos ajudado um pouco enquanto que o MEU PAIS tenta tirar-me a minha casa. Neste momento recebi um mail a informar que me vai tirar a habitaçao, que devo fazer? como resolver a situaçao? estou muito preocupado com o que possa acontecer. Muito obrigado pela atençao. Meus cumprimentos

  58. Bom dia Pedro Monteiro,
    Não querendo deixar de o felicitar por esta excelente iniciativa gostaria de ter a sua opinião sobre a seguinte questão relativamente a um seguro de saude:

    O meu filho de 4 anos necessita de fazer uma cirurgia (agnoides e ouvidos) mas a companhia de seguros recusa-se a comparticipar informando que se trata de uma, e passo a citar, “situação de doença (…) pré-existente”. Importa salientar que o meu filho tem seguro de saude desde que nasceu, sempre na Advance Care, tendo havido uma transferência de uma companhia (sempre na mesma rede)para a outra no inicio de 2011 (ficando no entanto a salvaguarda de que não haveria novos periodos de carência e abrangendo as anteriores coberturas). Em Outubro de 2011, começou a ser seguido pela especialidade de Otorrino (nuncam antes tinha sido visto por esta especialidade, sendo meramente seguido pelo pediatra), realizou os exames adequados após os quais o médico da especialidade conclui que era necessário avançar para a cirurgia. Após o pedido do Termo de responsabilidade, foi-nos informado por carta que a seguradora não quer emitir o mesmo pela razão acima referida.
    A questão é a seguinte – posso e/ou deverei reclamar formalmente por esta recusa? a quem deverei endereçar a reclamação?
    Aguardo a sua opinião,
    Melhores cumprimentos,
    Ana Duarte

    • Boa tarde Ana

      O seu filho nasceu com problemas nos ouvidos, certo?
      Foi integrado no seguro de saúde na seguradora anterior, visto que mudou de seguradora no início de 2011.
      Foi esse o grande erro. É que na seguradora anterior, não havia situações pré-existentes visto que um recém nascido não as tem.
      Ao mudar de seguradora, mesmo transitando do seguro anterior, é necessário mencionar os problemas de saúde no questionário médico.
      Apesar de as consultas e tratamentos poderem ser suportados pelo novo seguro de saúde, as operações não o são.

      Contudo, tente “atirar o barro à parede” fazendo o seguinte:
      escreva uma carta à actual seguradora mencionando que não havia situações pré-existentes no anterior seguro e que transferiu o seguro com as mesmas condições que o anterior, ou seja, sem situações pré-existentes.
      Mencione que não foi alertada pela nova seguradora para esta questão, porque se tivesse sido, decerto não faria o seguro.
      Junte a apolice da seguradora anterior e da actual seguradora para fundamentar a sua reclamação.

      Em caso de recusa da parte da seguradora, se puder, meta um processo em Tribunal aos envolvidos na mudança de seguro de saúde pelos motivos expostos. Seria óptimo ver mudanças como a questão da entrega da casa ao Banco saldar a dívida do devedor.

      Cumprimentos
      Pedro Monteiro

  59. Boa noite,antes de mais muito obrigado por exclarecer duvidas a quem precisa. adorei o seu blog, parabens.
    gostaria que me tirasse uma duvida, se possivel claro.
    eu tenho hernias na lombar (L5-S1),e vou ter que ser operado, e o seguro do trabalho diz que as hernias estao excluidas.
    Estive agora a pesquisar na net e vi que so nao pagam se forem Hernias com saco formado.
    o que sao hernias com saco formado? esta é a minha duvida
    obrigado
    bruno

  60. Bom dia,
    Deparei-me com o seu blog após uma pesquisa na internet e desde já os meus sinceros agradecimentos. A informação disponibilizada é apresentada de uma forma simples e concisa quanto baste.
    Já agora coloco a seguinte situação.
    Estou a fazer planos para adquirir um plasma, mas a marca que pretendo não contratualiza extensões de garantia. Por norma as reparações nesse tipo de equipamentos são muito dispendiosas e por vezes tão caras que mais vale comprar um aparelho novo.
    Na Mediamarkt é possível a contratualização de garantia até 5 anos mas encontro o aparelho muito mais barato noutro local mas apenas concede os 2 anos de garantia. A diferença de preço ronda os 300 € o que ainda é dinheiro.
    Existe algum seguro que possa contratar que me salvaguarde em caso de avaria?
    Cumprimentos,
    Helder Santos

  61. Caro Pedro Monteiro:

    Antes de mais parabéns pela “coragem” em ter abraçado esta actividade que, infelizmente, por muitas vezes só é valorizada pelo preço praticado ou quando o cliente tira lucro de um sinistro. Felizmente que o panorama tem mudado mas à custa dos profissionais que teimam em trabalhar pela qualidade de serviço e não pelo preço praticado pelas Seguradoras (ou pelos incentivos à produção).

    Gostaria de efectuar um reparo quando diz que um cliente não perde nada por efectuar uma participação à Seguradora. Entendo que em primeira instância deverá ser sempre o Agente de Seguros a analisar o sinistro ocorrido e alertar o cliente para o enquadramento do mesmo. Se existirem dúvidas (que é pertinente) poderá pedir uma opinião à área de sinistros da Seguradora. Porquê? Porque o acto administrativo de abertura de um processo de sinistro acarreta custos (recepção da participação, análise do contrato, abertura do processo, peritagem, enquadramento do sinistro, resposta ao cliente) para além de muitas vezes a recusa não ser muito bem aceite pelo cliente que maior parte das vezes pensa que qualquer sinistro está a coberta da apólice, quando sabemos que não é verdade.
    Estes custos, eventualmente desnecessários garantidamente que vão potenciar aumento de prémios que podem ser evitados. Quantas vezes não assisti Agentes de Seguros a participarem sinistros só para que fosse a Seguradora a “má da fita” a comunicar ao cliente e não o Agente.

    Grande abraço e votos de sucesso,

    Rui Silva
    😛

    • Rui

      Obrigado pelo seu comentário.
      Mantenho o que afirmo relativamente a o cliente não perder nada em reclamar à seguradora em caso de dúvida e explica-se pelo seguinte:
      – Nos seguros multirisco há danos por água que não estão cobertos e outros estão. exemplo de danos por água cobertos: rebentamento de cano e entrada de água devido a mau tempo que levantou telhado. Um cliente informa-me que aparece água no tecto ou na parede do quarto. Como é que sabe que não será uma mera infiltração de água (que está excluído em todas as seguradoras) ou se é efectivamente rebentamento de cano? Eu não sei. Este tipo de situações devem ser submetidas à seguradora.
      – Quanto ao pedido de apoio à seguradora em caso de dúvida se o sinistro está coberto, esqueça. O senhor liga para o call center e quem o atende são pessoas que não percebem nada de seguros e que só olham para o monitor e limitam-se a dizer o que está lá escrito. Mandam e-mail para o Gestor do processo de sinistro a pedir o que nós pedimos. E os Gestores de Processo só dão resposta a participações de sinistros e nunca dão pareceres antes de se participar. Se conhecer algum Gestor que faça isso, diga-me.
      Eu não tenho problemas em dizer ao cliente que o sinistro não está coberto. É só uma questão de provar, caso seja necessário.

      Um grande abraço Rui
      🙂

  62. Boa noite, antes de mais felicito-o por este site e por toda a informação que nele contém.

    Não sei se poderia esclarecer-me uma dúvida, é obrigatório o seguro estar em nome do titular do documento único do automóvel? Ou poderá estar noutro nome sem qualquer risco de em caso de acidente ser considerado fraude?

    • Olá Joana
      Obrigado pela atenção!
      É obrigatório de facto o seguro ser feito em nome do proprietário. Poderão haver 2 excepções:
      – O proprietário não ter carta ou ter ficado inválido para conduzir. Nestes casos o seguro é feito em nome do condutor habitual.
      – É possível uma viatura estar em nome de um sócio da empresa e fazer o seguro em nome da empresa ou vice-versa. Tem é de haver documento legal que prove que a pessoa é sócia da empresa (Certidão Permanente)

  63. OLA.ESTIVE A LER SOBRE ACIDENTES DE TRABALHO,NAO PERCEBI PORQUE A SEGURADORA EXCLUI ACIDENTES DE TRABALHO DEVIDI A HERNIAS DISCAIS.TRABALHO NUMA EMPRESA DE EQUIPAMENTOS HOTELEIROS COM O MEU CASO JA E O TERCEIRO ACIDENTE O QUAL FICAMOS COM HERNIA DISCAL,OS MEUS DOIS COLEGAS FORAM OPERADOS E INDEMINIZADOS PELA SEGURADORA E O MEU PROCESSO ESTA A FICAR RESOLVIDO.O MEDICO DO SEGURO DEU-ME UMA INCAPACIDADE DE 18.5%.E DISSE QUE O EXAME DO INML PROVAVELMENTE IRI SUBIR MAIS.OBRIGADO .ABRAÇO

  64. Bom dia queria saber se o seguro mulriscos paga se a bicha do bide estiver defeito acasa tem 8 anos obrigado

    • Boa tarde Graça

      existe uma cobertura no recheio da habitação denominada queda e quebra de espelhos e louças sanitárias que poderá ser accionada para pagamento de danos em bidés. Normalmente, quando se fala em defeito, é uma exclusão do seguro. Contudo, não perde nada por participar à seguradora.

  65. Boa tarde,adorei o seu site, e tem me ajudado muito perante o meu dia a dia, até porque sou militar e tou a tirar um curso na área de transportes, e neste momento tou a realizar um trabalho para o qual ainda me falta lá alguns dados que eu não consegui achar.
    Se o senhor me poder dizer quais saõ os deveres e direitos que o cidadão tem ao ter seguro automovél.
    Muito obrigado e ocntinhuação

    • Cara Carina

      Obrigado pelo seu comentário.
      Para ajudá-la no seu trabalho, seleccione a categoria “Seguro Automóvel” e verá alguns artigos que decerto irão ao encontro do que pretende. Se precisar de esclarecimentos adicionais, disponha.

  66. Olá Pedro,

    Quero deixar-lhe os meus parabens pela excelente exposição que aqui tem. Trabalho numa sociedade de mediação e entrei no site or acaso e confesso que fiquei absorvida. Acabei de o gravar nos meus favoritos! BOA SORTE! E obrigada. Carla

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